Projeto Plano de Negócios
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Projeto Plano de Negócios

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Projeto 2 Fase Curso Técnico em Administração/SATC

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Projeto Plano de Negócios Document Transcript

  • 1. BRUNA PEREIRA MEZZARIGUSTAVO CREPALDI FORMANSKI SIMONE COSTA GOMES PLANO DE NEGÓCIO CRICIÚMA – 2011
  • 2. BRUNA PEREIRA MEZZARIGUSTAVO CREPALDI FORMANSKI SIMONE COSTA GOMES PLANO DE NEGÓCIO Trabalho apresentado às disciplinas da segunda fase do curso de Administração, por solicitação dos educadores. CRICIÚMA – 2011
  • 3. “A estratégia sem tática é o caminho maislento para a vitória. Tática sem estratégia é oruído antes da derrota.” Sun Tzu
  • 4. SUMÁRIO
  • 5. 1 INTRODUÇÃO O modo como a empresa planeja suas estratégias é o que define seusucesso organizacional. Para tanto, faz-se necessária a utilização do plano denegócio. De acordo com Dornelas (2005), com o plano de negócio oempreendedor organizará os passos necessários para a implementação do novonegócio em um documento que explore as suas potencialidades e riscosenvolvidos. Um plano de negócios será mais bem elaborado se contar com uma visão estratégica, previamente elaborada, que abarque toda a situação do empreendimento e do ambiente tecnológico, econômico, financeiro, social e cultural que envolve. Para tanto, é recomendável que se tomem em consideração, antes de sua elaboração propriamente dita, as ameaças e oportunidades do ambiente [...] e as forças e fraquezas do empreendimento. (SALLES, 2001 p. 11) O presente trabalho tem por finalidade conhecer teoricamente a estruturado plano de negócios, bem como as ações tomadas a partir do mesmo para atingirseus objetivos empresariais. Serão apresentadas perguntas sobre plano de negócios a fim de analisaros resultados das práticas utilizadas com base no referencial teórico que iremosapresentar neste trabalho. O conhecimento teórico do trabalho contribui para o aprendizado dosalunos da 2a fase de administração, facilitando o entendimento das teoriasestudadas.1.1 TEMA
  • 6. Plano de Negócios1.2 DELIMITAÇÃO DO TEMA O empreendedor precisa planejar o seu negócio para obter o sucesso.Muitos empreendedores negligenciam o estágio do planejamento, seja pelaansiedade de iniciar as atividades, ou mesmo por não conhecerem como elaborarum planejamento. É constatado através de pesquisa que várias empresas no Brasilencerram suas atividades prematuramente, alguns não ultrapassam 2 anos deexistência e outras não sobrevivem além dos 4 anos. O plano de negócio é um documento que descreve os objetivos de umnegócio e quais os passos que devem ser dados para alcançar esses objetivos,diminuindo os riscos. Torna-se relevante que seja feito o plano de negócio, pois o mesmopermite buscar informações detalhadas sobre o seu ramo, os produtos e serviçosque irão fornecer, os pontos fortes e fracos, verificando a viabilidade do negócio econtribuindo na gestão da empresa.1.3 PROBLEMA Avaliar se a aplicação do plano de negócio nas empresas de Criciúma eregião são importantes para sua administração.1.4 JUSTIFICATIVA O plano de negócio é um instrumento que permite uma análise domercado, do produto e serviços e das atitudes do empreendedor, possibilitando a
  • 7. diminuição dos riscos e incertezas para quem pretende abrir um negócio, ampliarou promover inovações em seu empreendimento. Desta forma, os educadores da 2ª fase do curso técnico emAdministração da SATC, irão desenvolver atividades multidisciplinares, formandogestores capacitados a aplicar esta ferramenta gerencial.1.5 OBJETIVOS1.5.1 Objetivo geral Analisar o uso /aplicação do Plano de Negócios nas empresas deCriciúma e região através dos educandos da 2ª fase do curso Técnico emAdministração.1.5.2 Objetivos específicos • Conhecer teoricamente a elaboração e aplicação do plano de negócio; • Formar equipes e selecionar empresas da região para a aplicação da pesquisa; • Sair a campo e realizar pesquisa, levantando dados junto às empresas selecionadas; • Elaborar relatórios sobre a pesquisa realizada; • Correlacionar os dados obtidos, teoria x prática.
  • 8. 2 FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA2.1 PLANO DE NEGÓCIO De acordo com Degen (2009), plano de negócios é um documento quedescreve o negócio que o candidato a empreendedor pretende desenvolver. Devemser descritos os objetivos do negócio e quais passos devem ser dados para queesses objetivos sejam alcançados, diminuindo os riscos e as incertezas. De acordocom o SEBRAE (2004, p. 10): “Um plano de negócio permite identificar e restringirseus erros no papel, ao invés de cometê-los no mercado. ’’ Dessa forma, o plano irá auxiliar na conclusão sobre a viabilidade doempreendimento e a encontrar informações detalhadas sobre o ramo, produtos eserviços que pretende oferecer, seus clientes, concorrentes, fornecedores e,principalmente sobre os pontos fortes e fracos do seu negócio. Para Chiavenato (2007), o plano deve trazer a descrição do setor, anatureza jurídica do negócio, a estrutura organizacional da empresa, os relatóriosfinanceiros, um plano estratégico e um plano operacional Chiavenato (2007) explica as diversas vantagens sobre a elaboração deum plano de negócio: • Cobre todos os aspectos internos e externos do negócio; • Abrange todos os aspectos atuais e futuros do negócio; funcionando como uma visão integrada e sistematizada; • Serve como um guia abrangente para a condução do negócio; • Informa o mercado - principalmente investidores, bancos e financeiras - a respeito do negócio; • Divulga aos parceiros internos e externos as características do negócio; • Funciona como um meio de avaliação dos desdobramentos do negócio. Segundo Clemente (2004), o plano pode também ser usado para venderparte do negócio a sócios potenciais, estabelecer alianças com futuros parceiros,
  • 9. conseguir financiamentos e crédito junto a bancos, captar investimentos comcapitalistas de risco e orientar os empregados e colaboradores a trabalharemalinhados com a missão da empresa. Chiavenato (2007, p.140) cita: “O plano de negócios serve para retratar oinício, meio e o fim de um empreendimento, portanto é imprescindível a revisãocontinua do documento para mantê-lo atualizado e dinâmico. ’’2.2 PLANO DE MARKETING Em um mercado tão competitivo existem fatores que fazem a diferença eque tornam uma empresa líder de mercado em detrimento de outras. Segundo Dornelas (2005), as estratégias de marketing são meios emétodos que a empresa utilizará para atingir seus objetivos. A empresa podeadotar estratégias específicas, atuando sobre o composto de marketing, de forma aobter melhores resultados sobre seus competidores. A projeção de vendas estádirecionada à estratégia de marketing estabelecida, pois depende de como oproduto será engajado no mercado, qual será sua política de preço, as promoções,os canais de vendas que serão utilizados e como o produto chegará ao cliente.2.2.1 Posicionamento do produto no mercado De acordo com Dornelas (2005 p. 112): “Posicionar um produto nomercado significa direcionar o produto para atingir as necessidades do cliente-alvoescolhido, no segmento de mercado definido”. Dessa forma, estabelecendo umaimagem que as diferem dos seus concorrentes. Essa diferenciação pode ser feitapela criação de variações de produto opcionais, acessórios, kit completo, peçasindividuais, benefícios, entre outros. Posicionar um produto no mercado, de acordo com Kotler e Keller(2007), significa levar em consideração questões como concorrência, pois asempresas podem oferecer produtos de ótimas qualidades, mas dependendo do
  • 10. posicionamento que seu concorrente tem na mente do público-alvo, pode vim adesvalorizar o seu produto. Com isso, quanto mais disputado for o mercado, maiorserá a necessidade de posicionar corretamente seu produto.2.2.2 Política de preço A formação de preço de venda dos produtos e serviço constitui-se numaestratégia competitiva de grande relevância para as organizações. Segundo Kotlere Keller (2007, p. 366) “[...] a importância é ressaltada à medida que estasconvivem com as imposições do mercado dos custos do governo, da concorrênciae da disponibilidade financeira do consumidor.” A política de preço de uma empresa pode criar demanda para o produto,segmentar o mercado, definir a lucratividade da empresa, mudar a penetração doproduto no mercado, sempre tendo como referência o valor que o consumidor vê noproduto e não o preço que a empresa acha que ele deva ter. De acordo com Dornelas (2005 p. 152): Um erro que muitos empreendedores cometem é dizer e disseminar a ideia de que seus produtos são os de melhor qualidade ao menor preço do mercado. Alta qualidade e preço baixo normalmente são difíceis de encontrar em um mesmo produto, com raríssimas exceções. As estratégias de preços que a empresa adota para um produtointerferem diretamente na imagem do produto e em qual seguimento irá assumir.Por isso a empresa deve estabelecer seus objetivos de mercado de forma clara edefinir como irá atuar em relação à concorrência. Por um lado, o mercado alvoescolhido tem como característica a concorrência estritamente em preço, aempresa terá de ser muito eficiente para colocar o produto com um preçocompetitivo no mercado. Por outro lado, se o diferencial for qualidade, o fator preçonão será o grande incentivador das vendas, mas sim, como o produto ira excederas expectativas dos clientes.
  • 11. 2.2.3 Canais de distribuição Os canais de distribuição envolvem as diferentes maneiras que aempresa pode adotar para levar o produto até o consumidor. Referem-se aoscanais de marketing, a distribuição física e aos serviços ao cliente. A empresa podevender seu produto diretamente ao consumidor final ou usar atacadista oudistribuidores para fazê-lo. Segundo Crocco e Guttmann (2005), as características doproduto/serviço interferem diretamente nos canais de distribuição que podem edevem ser adotados pela empresa. Bens de consumo imediato geralmente sãodisponibilizados ao consumidor via varejistas ou distribuidores e atacadistas. Já osbens de capital de grande porte, os bens de maior valor agregado, utilizam vendadireta por meios de uma equipe de vendas.2.2.4 Propaganda/ comunicação Três fatores devem ser considerados no plano de propaganda daempresa: pessoal envolvido, a propaganda e as promoções. A quantidade depessoas e suas qualificações vão depender dos canais de distribuição que foramescolhidos. De acordo com Dornelas (2005), a propaganda tem o objetivo de fazercom que uma mensagem atinja à audiência selecionada, com o propósito deinformar, convencer e reforçar o conceito do produto junto ao consumidor. A propaganda pode ser feita por meio de vários veículos decomunicação. A escolha depende exclusivamente do publico que se quer atingir.Mesmo com um público-alvo definido, pode-se focar ainda mais a audiência, seescolher horários específicos, dias da semana, época do ano, entre outros. A publicidade não é exclusivamente voltada para a venda do produto aoconsumidor final. Também pode ser usado como meio de divulgação da empresa eprodutos, com fins informativos e não comercial, para públicos distintos.
  • 12. Os veículos de divulgação mais utilizados para divulgar um produto são atelevisão, rádio internet, panfleto, outdoors, brindes, patrocínios, busdoors (anúncioem ônibus) anuncio em lista telefônica, entre outros. Fazer propaganda geralmentecusta caro, e a escolha dos veículos adequados, a quantidade e a periodicidade dapropaganda são fundamentais para que a empresa otimize o capital investido. Segundo Kotler e Keller (2007), muitas vezes, a propaganda podedestruir um produto e o empreendedor deve ficar atento a esse aspecto. A empresapode anunciar um produto na televisão, que tem um alcance considerável, e nãoestar preparado para produzir a quantidade necessária para atender a demandagerada, levando o consumidor a preferir o produto da concorrência. As promoções de vendas também ajudam a estimular a venda deprodutos e são muitas vezes usados no lançamento de um novo produto nomercado, para se desfazer de produtos estocados, estimularem a repetição dacompra, aumentar o volume de vendas a curto prazo, desfazer de modelos antigosde produtos ou para barrar crescimento de vendas do concorrente. Resume-se emoferecer uma vantagem adicional ao cliente.2.3 INOVAÇAO Alterar as características ou a funcionalidade dos produtos, ou mesmocriar produtos totalmente novos, são formas evidentes de inovação. É muitoimportante porque permite que as empresas acessem novos mercados, aumentemsuas receitas, realizem novas parcerias, adquiram novos conhecimentos eaumentem o valor de suas marcas. Segundo Dornelas (2006, p.83): ‘‘Inovar é a exploração com sucesso denovas idéias. E sucesso para as empresas, significa aumento de faturamento,acesso a novos mercados, aumento das margens de lucro, entre outrosbenefícios.’’ Dentre as várias possibilidades de inovar, aquelas que se referem ainovações de produto ou de processo são conhecidas como inovaçõestecnológicas. Outros tipos de inovações podem se relacionar a novos mercados,
  • 13. novos modelos de negócio, novos processos e métodos organizacionais. Ou, atémesmo, novas fontes de suprimentos. As melhorias contínuas, normalmente, não são capazes de criarvantagens competitivas de médio e longo prazo, mas de manter a competitividadedos produtos em termos de custo. Portanto, há diferentes formas de inovar, como: • Inovação de produto: consiste em modificações nos atributos do produto, com mudança na forma como ele é percebido pelos consumidores; • Inovação de processo: trata de mudanças no processo de produção ou serviço; • Inovação de modelo de negócio: considera mudanças no modelo de negócio, ou seja, na forma como o produto ou serviço é oferecido ao mercado. Conforme Chiavenato (2005), “aqueles que inovam ficam em posição devantagem em relação aos demais.” Portanto, a inovação tem a capacidade deagregar valor aos produtos de uma empresa, diferenciando-a, ainda quemomentaneamente, no ambiente competitivo. Ela é ainda mais importante emmercados commoditizados, ou seja, com alto nível de competição e cujos produtossão praticamente equivalentes entre os concorrentes. Aqueles que inovam nestecontexto, seja de forma incremental ou radical, de produto, processo ou modelo denegócio, ficam em posição de vantagem em relação aos demais.2.4 ANÁLISE MERCADOLÓGICA Segundo Dornelas (2005), a análise mercadológica é uma partefundamental do plano de negócios, pois é a partir desta que a empresa saberáestabelecer uma estratégia competitiva vencedora. Realizar uma análise de mercado consiste em utilizar métodos a fim deconhecer o mercado onde atuam ou pretendem atuar. De acordo com Prazeres(2005), faz-se um exame sobre:
  • 14. • O perfil dos consumidores: deve-se analisar quem são, suas expectativas, seu grau de satisfação com relação à concorrência, as fontes de insatisfação e como melhorá-las; • A qualidade dos fornecedores: devem ser analisados não só a fim de conhecimento, mas também para desenvolver relações de parceria. Considera-se quem e quantos são, a qualidade dos produtos, o perfil, a linha de produtos/serviços e as políticas de atuação; • O posicionamento dos competidores: observar seus pontos fortes e fracos, descobrir sua imagem perante o público, compreender suas estratégias, seu desempenho financeiro e seu diferencial; • As forças e fraquezas do próprio negócio: a análise realizada sobre os itens citados acima é que permitirá o conhecimento sobre os pontos fortes e fracos do negócio. Devem ser analisados os principais aspectos que poderão mantê-lo acima da concorrência: qualidade de produtos, preço, atendimento, segmentação, posicionamento, distribuição, imagem, entre outros. Há varias fontes de informação sobre o mercado para o empreendedor:pesquisas prontas, dados dispersos, gráficos, tabelas, banco de dados, entreoutras. É Importante saber coletar e selecionar as informações que serão úteis parao negócio.2.5 CONCORRÊNCIA De acordo com Chiavenato (2007), define-se por concorrência a disputadas empresas pelos mesmos fornecedores ou os mesmos clientes/consumidores Àmedida que seus produtos/serviços tornam-se mais heterogêneos, tanto maisheterogêneos e diferenciados serão seus concorrentes e tanto mais complexa seráa competitividade. Dornelas (2005) explica os dois tipos de concorrência: • Direta: produzem produtos similares ao da empresa; • Indireta: desviam a atenção de seus clientes para outros produtos.
  • 15. Para Dornelas (2005), a importância de uma análise criteriosa dosconcorrentes fica evidente quando a empresa precisa estabelecer uma estratégiade marketing e conhecer quais produtos/serviços existem no mercado em que atuae, ainda, por que seus clientes-alvo optam por outro produto. Dornelas cita (2005, p. 148): Essa análise deve ser feita de forma comparativa, em que os atributos de sua empresa são avaliados tendo como referência os competidores principais. Ao identificar os principais pontos fracos de seus competidores, o empreendedor deve saber explorá-los para proporcionar melhores resultados para sua empresa. Dessa forma, constatamos que o reconhecimento das forças e fraquezasdo adversário pode trazer grandes benefícios para a empresa. Alguns dosprincipais pontos que devem ser comparados são: como é o seu preço e sualocalização em relação à concorrência? Como é a propaganda do concorrente ecomo o publico reage a ela? Qual a qualidade dos produtos do adversário? Quaisos diferenciais com relação ao seu negócio o competidor oferece? Através da identificação das forças, devem ser analisados o que aempresa concorrente oferece para alcançar o bom resultado, procurandoassemelhar e incrementar no seu negócio a atividade que promove tal vantagem.Através da identificação da fraqueza deve-se encontrar meios para elevar aqualidade de seu produto e assim ficar com a imagem superior a do competidor,promovendo maior lucratividade.2.6 PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO O termo estratégia, de acordo com Dornelas (2005), é muito utilizadopelos empreendedores para definir como agir numa negociação, fechar umaparceria, entrar em um novo mercado, lançar um novo produto, mas sempre demaneira subjetiva, não processual. Uma análise estratégica da empresa deve incluirum misto de racionalidade e subjetividade, seguindo um processo básico, que pode
  • 16. ajudar o empreendedor a entender melhor o negócio e quais as melhoresalternativas para atingir as metas da empresa. Oliveira (2007, p. 5) relata que: Toda atividade de planejamento nas empresas, por sua natureza, deverá resultar de decisões presentes, tomadas a partir do exame de impacto das mesmas, o que lhe proporciona uma dimensão temporal de alto significado. Desta maneira define-se como uma tentativa de prever o futuro,estabelecendo metas e objetivos organizacionais decidindo as ações necessáriaspara alcançar as mesmas. O processo do planejamento deve ser contínuo, verificando assim, todosos processos e os procedimentos utilizados no momento, para desta maneiraanalisar os objetivos futuros, influenciando nas decisões a serem tomadas nopresente. O planejamento estratégico inicia-se pela definição da visão e missão daempresa, passando por uma análise dos ambientes externo e interno, e peladefinição de objetivo e metas, para então chegar às estratégias que serãoadotadas. A principal preocupação da administração estratégica está na tentativa de projetar a organização em situações futuras desejadas. A mesma deve dedicar-se ao processo de investigação da configuração atual e ao desenho de cenários do ambiente em que estão inseridas, para que a partir destas observações e paralelamente a estas possam planejar suas ações e organizarem seus recursos de modo a interferir de maneira estruturada e intuitiva moldando as ocorrências aos objetivos colimados.” (OLIVEIRA, 2007, p. 178) Neste sentido a análise ambiental da empresa torna-se imprescindível naelaboração da estratégia.
  • 17. Como foi ressaltado por Certo & Peter (1993), no plano de negócio deveser dada ênfase a analise dos ambientes externos e interno, onde se mede osriscos inerentes do negócio, as oportunidades de mercado identificando, os pontosfortes da empresa e seus pontos fracos. Só depois de uma analise criteriosa é quea empresa poderá estabelecer seus objetivos e metas, bem como as estratégiasque implementará para atingi-los.2.7 LOCALIZAÇÃO Toda empresa deve avaliar a localização em certos critérios para obterbons resultados. No entanto, deve-se lembrar de que os critérios de marketing nãosão os únicos que a empresa deve considerar. A localização deve atender asexigências de produção, de estoque e outras atividades. A localização perfeita emtermos de "marketing" pode não ser grande o suficiente para abrigar as atividadesde produção ou permitir uma futura expansão. Segundo o Sebrae (2004), as empresas devem identificar a melhorlocalização para a instalação de seu negócio e justificar os motivos da escolhadesse local. A definição do ponto está diretamente relacionada com o ramo deatividades. Uma boa localização é aquela que gera um volume satisfatório devendas. Por isso, se a localização é fundamental para o sucesso do negócio, deveconsiderar alguns aspectos, como: • Analisar o contrato de locação, as condições de pagamento e o prazo do aluguel do imóvel; • Verificar as condições de segurança; • Observar a facilidade de acesso, o nível de ruído, às condições de higiene/limpeza e a existência de locais para estacionamento; • Pesquisar que tipos de clientes irão comprar os produtos e como está o fluxo de pessoas na região; • Verificar nas proximidades a existência de concorrentes;
  • 18. • Avaliar a proximidade dos fornecedores, pois isso influencia no prazo de entrega e no custo do frete; • Visitar o ponto pelo menos três vezes, em horários alternados, para verificar o movimento de pessoas e de veículos no local. Esse conjunto de aspectos permite a organização de melhorescondições para localizar e estimar as oportunidades de marketing, assim como paraauxiliar o administrador na avaliação das forças e fraquezas da concorrência, e comisso tomar decisões que possam minimizar os pontos fracos e otimizar os pontosfortes da empresa.2.8 FORMATO JURÍDICO De acordo com o Sebrae (2004), a forma jurídica determina a maneirapela qual a empresa será tratada pela lei, bem como o seu relacionamento jurídicocom terceiros. Brigham e Ehrhardt (2006) explicam os principais formatos jurídicos: • Firma individual: a empresa é propriedade de um único indivíduo. Possui as vantagens de uma formação fácil e barata, sujeição a poucas regras governamentais e não há imposto de renda sobre a pessoa jurídica. No entanto, é difícil para uma firma individual obter grandes somas de capital e seu tempo de vida limita-se ao tempo de vida do proprietário. Além disso, o proprietário tem responsabilidade ilimitada sobre as dívidas contraídas pela empresa. • Sociedade por quotas: associação de duas ou mais pessoas, mediante quotas de participação. Sua maior vantagem está nos baixos custos e na facilidade de formação. Suas desvantagens são: responsabilidade ilimitada, período de vida limitado, dificuldade de transferência de propriedade e de levantar grandes somas de capital. Caso os sócios não possam cumprir com sua responsabilidade proporcional, a sociedade vai à falência, e os demais sócios devem cumprir com suas obrigações pendentes, se necessário dispondo até de seus bens pessoais.
  • 19. • Sociedade por ações: é separada e distinta de seus proprietários e administradores. Os acionistas são os possuidores das ações e as compram para obter um bom retorno do seu investimento sem se expor a riscos excessivos. Há três importantes vantagens: período de vida ilimitado, fácil transferência da propriedade (ações) e responsabilidade limitada. Entretanto, também possui desvantagens como a sujeição a dupla tributação e a complexidade burocrática em se formar uma sociedade como esta.2.9 ANÁLISE FINANCEIRA A parte financeira, de acordo com Gitman (1997), é para muitosempreendedores, a mais difícil do plano de negócio. Isso porque ela deve refletirem números tudo o que foi escrito até então nas outras seções do plano, incluindoinvestimentos, gastos com marketing, despesas com vendas, gastos com pessoal,custo fixos e variáveis, projeção de vendas, análises de rentabilidade do negócio,entre outros. Após alguma prática e um perfeito entendimento sobre o assunto, a partefinanceira do plano acaba sendo feita de forma simples e fácil, mas ainda assim deforma um pouco trabalhosa. É aconselhável que o empreendedor recorra a umaacessória contábil e financeira para auxiliá-lo nessa tarefa.2.9.1 Capital de giro Segundo Hoji (2001 p. 109) “O capital de giro é conhecido também comocapital circulante e corresponde aos recursos aplicados em ativos circulantes, quese transformam constantemente dentro do ciclo operacional.” O capital de giro representa em média segundo a IEF “30 a 40% do totaldos ativos de uma empresa. O capital permanente tem um peso maior sobre o totaldos ativos, atingindo entre 60 e 70%.”.
  • 20. Apesar de sua menor participação sobre o total dos ativos da empresa, ocapital de giro exige um esforço do administrador financeiro maior do que aquelerequerido pelo capital fixo. O capital de giro precisa de acompanhamento permanente, pois estácontinuamente sofrendo o impacto das diversas mudanças enfrentadas pelaempresa. Já o capital fixo não exige atenção constante, uma vez que os fatoscapazes de afetá-lo acontecem com uma freqüência bem menor. Boa parte dos esforços do administrador financeiro é canalizada pararesolução de problemas de capital de giro/formação e financiamento de estoques,gerenciamento das contas a receber e administração de déficits de caixa. Nesta luta para sobreviver, a empresa acaba sendo arrastada pelosproblemas de gestão do capital de giro e tende a sacrificar seus objetivos de longoprazo. Os empresários conhecem bem este fenômeno. Boa parte de seu tempo éconsumido "apagando incêndios", onde o foco mais perigoso reside no capital degiro.2.9.2 Medidas para solucionar os problemas de capital de giro As dificuldades de capital de giro numa empresa são devidas,principalmente, à ocorrência dos seguintes fatores: • Redução de vendas; • Crescimento da inadimplência; • Aumento das despesas financeiras; • Aumento de custos; • Alguma combinação dos quatro fatores anteriores. Algumas medidas encontradas pelos administradores para solucionaresses problemas, consistem em: • Formação de reserva financeira para enfrentar as mudanças inesperadas no quadro financeiro da empresa; • Encurtamento do ciclo econômico, que significa um menor tempo de produção e venda;
  • 21. • Controle da inadimplência dos clientes de uma empresa, que pode decorrer do quadro econômico geral do país ou de fatores no âmbito da própria empresa; • Alongar o perfil do endividamento, negociando um prazo maior para o pagamento das dividas; • Reduzir custos tem um efeito positivo sobre o capital de giro da empresa desde que não traga restrições às suas vendas ou à execução de suas operações.2.10 LAYOUT O layout influencia nos movimentos executados por funcionários,clientes, bem como todas as pessoas inseridas numa empresa. O tempo gasto narealização de qualquer atividade ou movimento, também é afetado pelo layout. O layout bem planejado de uma empresa torna-se uma justificativa paraessa preferência, pois o mesmo refere-se à fachada da empresa, sua estruturafísica, seu aspecto visual, ou seja, o layout proporciona conforto e beleza, comofator para atrair clientes. Deve-se entender que um consumidor não procura numaempresa apenas produtos de qualidade. O layout age também como fator influenciador na qualidade doatendimento da empresa, pois o conforto oferecido pelo bom planejamento nãoafeta apenas os clientes, mas também os colaboradores. Conforme Chiavenato (2000), “o conforto do operário e a melhoria doambiente físico (iluminação, ventilação, ruídos, aspectos visuais das fábricas etc.)passam a ser valorizados, não porque as pessoas o merecem, mas porque eramessenciais para a melhoria e eficiência do trabalho.” Chiavenato (2000) também explica: “eficiência significa a corretautilização dos recursos (meios de produção) disponíveis. Está voltada para amelhor maneira pela qual as coisas devem ser feitas ou executadas (métodos detrabalho), afim de que os recursos (pessoas, máquinas, matéria-prima etc.) sejamaplicados da forma mais racional possível.”
  • 22. Por meio do layout ou arranjo físico, a empresa irá definir como será adistribuição dos setores da empresa, de alguns recursos (mercadorias, matéria-prima, produtos acabados, estantes, gôndolas, vitrines, prateleiras, equipamentos,móveis etc.) e das pessoas no espaço disponível. Segundo o Sebrae (2004), um bom layout traz uma série de benefícios,como: • Aumento da produtividade; • Diminuição do desperdício e do retrabalho; • Maior facilidade na localização dos produtos pelos clientes na área de vendas; • Melhoria na comunicação entre os setores e as pessoas. Taylor deixou claro que as condições de trabalho era fator de importânciapara o rendimento das fábricas. Hoje, a situação não é diferente. Qualquer empresaé influenciada por suas condições físicas de trabalho, pois oferece ao funcionáriomotivação levando-o a ser eficiente, fator esse que, como exemplo no comérciovarejista o funcionário (aquele que está em contato com os consumidores) temmelhores condições de proporcionar um atendimento de excelência aos clientes.2.11 CAPITAL INICIAL Segundo Chiavenato (2007), um dos aspectos mais importantes naconstituição de uma empresa é a obtenção de capital inicial. É com ele que aempresa tem condições de reunir os recursos empresariais necessários ao seufuncionamento. Assim, a fixação do capital é o que determina o volume de recursosempresariais com o qual a empresa pode contar. Em todo negócio, há sempre uma quantidade adequada de capital,pois todo o excedente passa a ter uma aplicação pouco eficiente e rentável. Alémdisso, é preciso saber antecipadamente de quanto você dispõe de dinheiro parainiciar o negócio. A aplicação do capital depende do ramo de negócio em que aempresa vai se engajar, pois há produtos/serviços que exigem capital elevado,
  • 23. enquanto outros podem ser desenvolvidos com uma pequena disponibilidade decapital. Há também produtos/serviços que proporcionam um retorno muito lento e alongo prazo, enquanto outros proporcionam uma lucratividade muito rápida. O capital representa o maior risco ao empreendedor que assumeincertezas do negócio. Contudo, não é somente o capital investido pelos acionistasque dinamiza a empresa. Ela utiliza capital de terceiros na operação de seusnegócios. Assim, quanto à sua propriedade, existem dois tipos de capital: • Capital próprio: pertencente aos proprietários ou acionistas da empresa; • Capital de terceiros: recursos financeiros provenientes de terceiros. Ambos são importantes para uma empresa. Relevante, portanto, é sabera melhor ocasião para adquirir o empréstimo ou para usar o recurso próprio. Deve-se ser prudente antes das negociações para que o capital próprio não seja perdidoe também para que não haja adquirimento de graves dívidas.2.12 EQUIPE DE PROFISSIONAIS A grande maioria das empresas vai à falência devido aos pontos fracosde sua equipe de profissionais. E a primeira coisa que muitos investidores olham noplano de negócio é a estrutura de administração. Os investidores querem tercerteza de que a empresa dispõe dos recursos necessários para planejar,organizar, controlar e dirigir o negócio de forma adequada, procurando assim, porpontos fracos na experiência da equipe. Portanto, a empresa deve tem um bom processo de recrutamento eseleção a fim de que as falhas sejam minimizadas e pontos fortes sejam otimizadosatravés da contratação de profissionais com excelência na área administrativa. Segundo Chiavenato (2005), quando uma empresa concentra seu focono processo seletivo, ela dá a devida importância que o item agregar pessoasrepresenta para uma organização. Além disso, dá ênfase ao enfoque estratégico, afim de buscar a melhoria contínua do capital intelectual, agregando novos valoresaos ativos intangíveis da organização. Daí nasce à necessidade da busca de
  • 24. mudança através da criatividade e inovação que se introduz na organização atravésde novos valores humanos. O processo de recrutar (identificar, encontrar talentos) e selecionar(diferenciar os melhores dentre os identificados) são, definitivamente, atividadesmuito complexas e que deveriam estar incluídas entre as muitas atividades decunho estratégico de toda e qualquer organização. Devem, portanto, ser tratadascom extremo profissionalismo, com a contratação de profissionais devidamentehabilitados para exercerem tais funções. Chiavenato (2007) assinala que seria injusto pensar que essaabordagem moderna de agregar pessoas fosse responsabilidade apenas dosgerentes de linha. Ela é, acima de tudo, uma responsabilidade de toda a equipe quedeverá estar devidamente preparada, com a ajuda de uma consultoria interna eassessoria do órgão de recursos humanos, para exercerem seu papel de staff. Na moderna administração existe uma forte ênfase na eficácia, pois seprocura, através do processo de agregar pessoas, a aquisição de novas habilidadese capacidades que permite à organização realizar sua missão e alcançar os seusobjetivos globais em um mundo em transformação.
  • 25. 3 METODOLOGIA DA PESQUISA Quanto à forma de abordagem será realizada uma pesquisa qualitativa,quanto aos objetivos será descritiva e quanto aos procedimentos uma pesquisabibliográfica.3.1 POPULAÇÃO Empresas da região da AMREC (Associação dos Municípios da RegiãoCarbonífera).3.2 AMOSTRA Apenas uma empresa da região da AMREC.3.3 INSTRUMENTO DE COLETA DE DADOS O instrumento que será utilizado para coletar os dados será umquestionário contando com doze perguntas descritivas, elaboradas com base emreferenciais teóricos.3.4 PROCESSO DE COLETA DE DADOS
  • 26. Aplicaremos pessoalmente no setor administrativo de uma empresa,doze perguntas que após a obtenção das respostas nos darão noção sobre o planode negócios dentro das organizações.
  • 27. 4 CONCLUSÃO Devido à intensa globalização a nossa sociedade está cada vez maisbaseada nas informações, nos conhecimentos e nas tecnologias. A todo instantesão desenvolvidos e lançados novos produtos, e por isso os empreendedoresdevem sempre estar atento às mudanças e procurar atualizar-se constantemente. Fazer um plano de negócio atualmente se tornou algo indispensável emuma empresa, pois desde a ideia inicial, o empreendedor tem de estar atento aosriscos inerentes ao negócio. Com o estudo para a elaboração do trabalho foi possível analisar que amaioria das empresas fecham nos primeiros cinco anos pelo fato de nãoelaborarem um plano de negócio. Sem ele, as metas e a administração dosrecursos necessários para que obtenha o sucesso torna-se muito mais difícil de sealcançar. Para que o plano de negócio seja elaborado com sucesso, devem serestruturadas as principais visões e alternativas para uma análise correta daviabilidade do negócio pretendido, e ainda permitir uma avaliação prévia donegócio, antes mesmo de ser colocado em prática. Fazer um plano de negocio bem estruturado e montar uma empresa nãoé nada fácil. É preciso se adaptar às mudanças que ocorrem no mercado, assumirriscos, inovar, traçar metas e objetivos, ser persistente e principalmente acreditarem seu negócio.
  • 28. REFERÊNCIASDORNELAS, José Carlos Assis. Transformando idéias em negócios. 2.ed.Rio deJaneiro: Elsevier, 2005.PRAZERES, Hélvio Tadeu Cury. Como administrar pequenas empresas. MinasGerais: Centro de Produções Técnicas, 2005.CHIAVENATO, Idalberto. Empreendedorismo: dando asas ao espíritoempreendedor: empreendedorismo e viabilidade de novas empresas : umguia eficiente para iniciar e tocar seu próprio negócio. 2.ed. São Paulo: Saraiva,2007.BRIGHAM, Eugene; EHRHARDT, Michael C. Administração financeira: teoria eprática. 1. ed. São Paulo: Thomson Pioneira, 2006.SALLES, Ricardo. Plano de Negócios para cooperativas e associações. Rio deJaneiro: DP&A: Fase, 2001.DEGEN, Ronald Jean. O empreendedor: empreender como opção de carreira.São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2009.CLEMENTE, Armando. Planejamento do Negócio: Como Transformar Idéias emRealizações. Rio de Janeiro: Lucerna, 2004.OLIVEIRA, Djalma de Pinho Rebouças. Planejamento estratégico. 23. ed. SãoPaulo: Editora Atlas S.A., 2007.GITMAN, Lawrence J. Princípios de Administração Financeira. São Paulo:Harbra,1997.HOJI, Mazakazu. Administração financeira uma abordagem prática. 5. ed. SãoPaulo: Atlas, 2001.KOTLER, Philip,KELLER, Kevin Lane. Administração de marketing. A bíblia domarketing. 12. ed. São Paulo: Person Education, 2007
  • 29. CROCCO, L,uciano, GUTTMANN, Erik. Consutoria Empresarial. São Paulo:Saraiva, 2005.ROSA, Cláudio Afrânio. Como elaborar um plano de negócio. Belo Horizonte:SEBRAE/MG, 2004.CERTO, Samuel C.; PETER, J. Paul. Administração estratégica: planejamento eimplantação da estratégia. São Paulo: Pearson Education do Brasil, 1993.
  • 30. APÊNDICE
  • 31. APÊNDICE A- QUESTIONÁRIOPLANO DE NEGÓCIO1.1 Foi traçado um plano de negócio antes de abrir sua empresa para analisar se onegócio seria viável e traria lucros? Se não, a empresa sentiu a necessidade detraçá-lo? Se sim, os resultados desse planejamento foram positivos?PLANO DE MARKETING1.2 De que forma a empresa utiliza a propaganda para atingir seu publico alvo, demodo que estes venham a adquirir seus produtos e serviços? Quais meios decomunicação são mais utilizados?1.3 Qual a estratégia utilizada pela empresa para estabelecer o preço de um novoproduto no mercado? Como esse preço é visto pelo consumidor?INOVAÇÃO1.4 Que critérios são utilizados para a inovação dos seus produtos? Que vantagenssão obtidas através dessa atividade?
  • 32. ANÁLISE MERCADOLÓGICA E CONCORRÊNCIA1.5 Como a empresa executa análise de mercado? De que forma essa análisecontribui para a obtenção de vantagens sobre a concorrência?PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO1.6 De que forma a análise sobre o ambiente interno e externo auxiliam a empresano desenvolvimento de produtos e serviços?LOCALIZAÇÃO1.7 Quais foram os critérios utilizados para decidir a localização da empresa? Queresultados essa avaliação proporcionou?FORMATO JURÍDICO1.8 Como constitui-se o formato jurídico da empresa? Cite vantagens edesvantagens dessa forma de organização.ANÁLISE FINANCEIRA1.9 Como a empresa mantém o capital de giro sob controle diante de um quadro deredução de vendas? Quais as medidas tomadas para evitar uma grave crise decapital de giro?
  • 33. LAYOUT1.10 A empresa se preocupa com o layout interior e exterior da organização? Quaisresultados são obtidos com isso?CAPITAL INICIAL1.11 O capital inicial da empresa foi próprio ou de terceiros? Ao longo do tempo foinecessária a injeção de mais capital? Por quê?EQUIPE DE PROFISSIONAIS1.12 De que forma acontece o processo seletivo da empresa? Qual o diferencial aempresa busca no candidato? E quais as vantagens isso traz à organização?