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  • 1. Livro: O Guarda da Praia Autora: Maria Teresa Maia Gonzalez Editora: VERBO Ano lectivo: 2009/2010 Professora: Lisete Rainha Disciplina: Português Projecto Individual de Leitura
  • 2. Resumo
    • Quando cheguei á praia dirigi-me para casa da dona Sara onde um pescador me disse que ela já tinha morrido, a minha preocupação foi saber do Dunas quando o senhor me disse que o Dunas tinha ido para as Américas e que já se tinha casado. Por isso perguntei-lhe pela mãe dele e o senhor disse-me que com essa ele não se ralava. Pus-me a pensar, e então lembrei-me do «sítio» secreto do Dunas. Corri para lá, onde encontrei uma carta dirigida a mim.
    • Quando cheguei á casa que aluguei, o que eu queria era encontrar paz para acabar o meu livro. Tive uma sensação estranha, parecia que as paredes me queriam abraçar. No dia seguinte fui comprar comida e alugar uma bicicleta.
  • 3.
    • Na manhã seguinte vi um rapaz a fazer manobras na minha bicicleta até que caiu do terraço e disse-lhe para vir ter comigo para eu o curar. Depois convidei-o para tomar-mos o pequeno-almoço, mas ele disse que não tinha fome e só o vi dois dias depois.
    • Quando acabei o meu café, retomei a escrita de repente o invasor apareceu, e me perguntou sobre o quê que eu ia escrever. Eu respondi-lhe e ele sugeriu que eu escreve-se sobre o mar. então perguntei-lhe qual era o seu nome e ele disse que era Luís ou Dunas. Disse-lhe que não sabia nada sobre o mar, e ele perguntou porquê que eu estava ali. Eu disse que estava á procura de paz para acabar o meu livro mas parecia que não estava a ter sorte. Uma hora mais tarde ele apareceu de novo e, então perguntei-lhe se ele não sabia pedir antes de fazer as coisas, como por exemplo entrar numa casa que não era dele. Foi aí que ele respondeu que aquela casa já tinha sido dele. Quando de repente reparei numa concha igual a uma que a minha mãe me tinha dado quando tinha dez anos.
  • 4.
    • A terceira vez que vi o Dunas, foi quando cheguei das compras. O Dunas estava lá. Arrumamos as compras e fomos para o terraço onde voltei a reparar na concha dele. Puxei a concha dele e encostei a minha (de prata) á dele, disse que era incrível termos conchas iguais mas de materiais diferentes. O Dunas não achou nada incrível e perguntou-me se eu queria ir dar um mergulho. Eu respondi que não, e ele disseque eu não queria ir mergulhar porque tinha medo. E depois disse que noutro dia me ia ensinar a mergulhar.
  • 5.
    • Quando acordei de manhã tinha uma folha do Dunas que dizia que se eu quisesse aprender a mergulhar que fosse ter á praia. Vesti o fato de banho e fui para a praia. Quando cheguei á beira do Dunas mostrou-me duas vezes como fazer. Quando chegou a minha vez mergulhei de olhos fechados e quando estava debaixo de água senti um ardor no peito e na barriga. Quando cheguei á superfície o Dunas estava-se a rir e disse que tinha de repetir. Quando acabamos ele disseque não tinha sido lá grande coisa. Depois perguntou-me se ainda tinha medo. Eu perguntei-lhe o quê que ele achava, e ele disse que ainda tinha medo mas não queria confessar.
  • 6.
    • Os dias que se seguiram foram passados na máquina. Certo dia fui á aldeia e quando reparei no Dunas a jogar futebol. Quando saí da mercearia vi um círculo apertado de rapazes. Aproximei-me de um rapaz que me disse que o Dunas tinha tido outro ataque. Ao chegar á beira do Dunas peguei nele e levei-o ao posto médico. Quando lá cheguei tive de esperar que ele estivesse melhor. Depois de sairmos do posto perguntei-lhe se estava melhor. Ele respondeu que sim mas pediu-me que se alguma vez visse a sua avó que não lhe contasse o que tinha acontecido. Eu prometi-lhe que nunca contaria á avó dele.
  • 7.
    • Dois das depois o Dunas apareceu e perguntei-lhe se tinha estado na praia e ele disse que sim. Depois ele perguntou-me se eu tinha ficado com medo e eu disse que não tinha tido muito medo. Logo a seguir perguntou-me se eu pensava que ele ia morrer e eu respondi que não porque a asma era uma doença muito vulgar. Pouco depois ele perguntou-me se eu queria ir á praia e eu disse, que não. Depois perguntei-lhe se sabia alguma coisa sobre aquela gaivota.
  • 8.
    • se sabia alguma coisa sobre aquela gaivota. Ele disse que ela tinha de vir todas as noites pois não conseguia acompanhar as outras gaivotas por ser velha. E disse que ela ia sempre á praia para ele lhe dar comida.
  • 9. Quando acordei, montei a bicicleta fui para a mata quando de repente bati contra uma árvore e um senhor pegou em mim e levou-me para casa dele para me curar. Depois agradeci-lhe e fui-me embora. Na manhã seguinte chovia muito. Quando de repente o Dunas apareceu e perguntou-me se já tinha ido mergulhar. Eu respondi que não. Depois ele perguntou-me que arranhão era aquele que eu tinha no braço e então eu respondi que o tinha feito na mata.
  • 10.
      • Ele calou-se e cheirou o ar dizendo, que naquele momento é que ia começar a chover a sério. Depois de termos saído da praia a correr o Dunas deu-me a concha dele e tirou-me a minha dizendo que aquela não me ia fazer nódoas negras.
      • Como o tempo continuava chuvoso eu fiquei em casa de manhã. Depois do almoço olhei para a praia e via cheia de lixo. Quando me sentei no banco do café o senhor perguntou-me se eu sabia o que tinha acontecido ao garoto. Eu respondi que não, então o senhor disse-me que estava na esquadra. Então dirigi-me á esquadra. Quando lá cheguei perguntei-lhe como é que ele estava, ele disse que estava bem.
  • 11.
    • Então disse-me para me ir embora pois a sua avó estava e chegar. Mas antes de ir-me embora ele pediu-me para eu cuidar da gaivota dele pois ela não sabia como arranjar alimento. Eu prometi-lhe que cuidaria dela e fui logo arranjar comida para ela. Depois de arranjar comida para ela fui a correr para a praia para lhe dar de comer. Tal como estava previsto o Dunas tinha ficado de castigo 3 dias. Ao 4º dia ao chegar ao terraço tinha uma carta do Dunas a agradecer. Depois fui ver se ele estava na praia. Quando lá cheguei o Dunas estava sentado numa rocha. Quando cheguei á beira dele tivemos a falar um bocado. Quando notei que as ondas estavam a ficar maiores.
  • 12.
    • Então disse-lhe para ir-mos para a praia para eu lhe dizer uma coisa. Ele ordenou-me que eu lhe contasse naquele lugar. Então contei-lhe que tinha adorado o seu texto. Certo dia fiquei preocupada com o Dunas porque não o via. Fui a casa dele vê-lo, então foi aí que soube que ele tinha estado com febre. Fui falar com ele e fui-me embora. Quando de repente vi o senhor que tinha conhecido na mata que ía á pesca. Então foi aí que ele me disse que eu era parecida com a mãe do Dunas.
  • 13.
    • Corri para casa e fui-me ver ao espelho. Nessa noite deitei-me sem jantar, rezando para que o Dunas não
    • visualizasse qualquer parecença minha com a mãe dele. Na manhã seguinte o Dunas apareceu vindo da praia e estivemos a falar. E disse-me que no dia seguinte me ía mostrar o seu «sítio». Então o Dunas pediu-me a bicicleta emprestada. Á noite adormeci sem que o Dunas tivesse vindo entregar-me a bicicleta.
  • 14.
    • Depois vi o Dunas com uns senhores na praia quando lá cheguei para me juntar a eles só lá estava o Dunas. Disse-lhe para ir para a cama pois estava a fazer-se tarde, e ele disse que só ía depois de ir dar um mergulho.
    • Tal como tínhamos combinado o Dunas mostrou-me o «sítio». Fui ter com ele e fomos de barco até uma grande duna e então mostrou-me as coisas dele. Após isto fomos dar um mergulho. Dois ou três dias depois acordei a ouvir uma tosse, era o Dunas a fingir. Perguntei-lhe se queria ir aos correios comigo, ele disse que não porque ainda tinha de ir buscar umas ervas para a avó.
  • 15.
    • Depois de sair dos correios, fui ao café e quando o senhor do café do café me viu perguntou-me se já conhecia o velho. E ficamos a falar um pouco sobre o velho, até que me senti farta da conversa e pedi a conta ao senhor e fui-me embora . Como a curiosidade que tinha sobre o velho era grande fui ter com ele mas quando lá cheguei estava tudo a arder. Quando cheguei á beira dele tentei levanta-lo, mas não conseguia tira-lo dali, por isso fui chamar a avó do Dunas mas em vão, porque pouco depois o velho morreu.
  • 16.
    • Depois do enterro um bando de turistas invadiram a praia. Então procurei o Dunas, até que o encontrei a observar os turistas. Quando os turistas se foram embora eu e o Dunas estivemos a falar sobre a morte do velho. E foi então que ele me disse ía dar um mergulho. Depois do jantar ouvi o Dunas dizer cento e vinte seis. E perguntei-lhe o que estava a contar e ele respondeu que estava a contar as estrelas dizendo que dali se viam bem as estrelas e também lhe disseque havia mais coisas bonitas para ver pelo mundo fora. Vendo o Dunas entusiasmado pensei em leve-lo á biblioteca no dia seguinte de tarde.
  • 17.
    • No dia seguinte combinado fomos á biblioteca. E quando chegamos fomos logo ver o atlas. Depois de vermos o atlas voltamos para casa.
  • 18.
    • Quando acabei o livro fui ao areal despedir-me do Dunas. E o Dunas começou a correr para a água depois de lhe dizer que tinha de voltar. E quando o encontrei eu despedi-me. Quando saí da praia e voltei para o terraço senti que o meu coração tinha ficado na praia, mas sabia que ele o guardaria na praia do seu peito para sempre!
  • 19.
    • Trabalho apresentado por: Gilberto Costa
    • Nº: 9/7ºC
    • OBRIGADO PELA VOSSA ATENÇÃO
    • ESPERO QUE TENHAM GOSTADO!