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Maabe   Metodologias De OperacionalizaçãO L
 

Maabe Metodologias De OperacionalizaçãO L

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sessão 4 MAABE

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    Maabe   Metodologias De OperacionalizaçãO L Maabe Metodologias De OperacionalizaçãO L Document Transcript

    • MAABE Metodologias de Operacionalização l 1. Escolha do Domínio e selecção dos indicadores O domínio escolhido para a tarefa desta sessão foi o domínio B – Leitura e Literacia. A escolha deste domínio justifica-se, desde logo, pelo facto de representar uma área essencial para que a BE cumpra os seus objectivos no processo educativo. Por outro lado, poderemos considerar este domínio como uma área de acção “forte” na BE, pelo que pretendemos aferir o seu real impacto na escola. O facto de se desenvolverem projectos directamente vocacionados para a promoção da leitura, será outro dos factores que facilitará o seu acompanhamento mais incisivo e respectiva avaliação. 2. Selecção e análise dos indicadores: Neste domínio seleccionei os indicadores: B1 – Trabalho da BE ao serviço da promoção da leitura na escola/agrupamento. B3 - Impacto do trabalho da BE nas atitudes e competências dos alunos, no âmbito da leitura e da literacia. Relativamente aos indicadores seleccionados, o indicador B1, referente ao Processo, foca a promoção da leitura em diversos suportes, junto dos alunos. Nessas escolhas procura-se ir ao encontro dos seus interesses e necessidades. Neste caso, poderia destacar como factores críticos de sucesso:  a realização de projectos de promoção da leitura recreativa e informativa, em articulação com os docentes;  o desenvolvimento de actividades no âmbito do PNL;  o incentivo ao uso de novos ambientes digitais.
    • O outro indicador seleccionado - B3, considerado de impacto, permite percepcionar a eficácia das acções da BE, no âmbito da promoção da leitura e da literacia, nas aprendizagens dos alunos. Enquanto o primeiro indicador se reporta às acções da BE para conseguir realizar, efectivamente, o domínio no qual se enquadra; o segundo permite verificar em que medida essas acções produzem resultados e quais, aos níveis do trabalho, atitudes e competências dos alunos. Estes resultados possibilitam a verificação dos efeitos dessas acções na própria BE, ou seja, a eficácia do seu trabalho. Desse modo, apresentam linhas orientadoras para a implementação de um plano de acção com vista a uma melhoria. 3. Plano de Avaliação “An evaluation plan is a (…) written document that specifies the evaluation design and details the practices and procedures to use to conduct the evaluation.” The Program Manager’s Guide to Evaluation  Problema / Diagnóstico A escolha do domínio B e dos respectivos indicadores pareceu (-nos) a mais adequada, pelo facto de ir ao encontro da missão da BE na escola. Uma vez que a “Promoção da leitura e da escrita com vista à aquisição da literacia”, é um dos objectivos estratégicos do Projecto Educativo de Agrupamento, será importante vir a conhecer o contributo da BE para a sua concretização. Importa saber em que medida a BE contribui para a aquisição de competências de leitura e literacia, por parte dos alunos.
    •  Identificação do objecto da avaliação A avaliação do domínio B vai incidir sobre os indicadores B1 e B3 adores Factores críticos de Sucesso Evidências Acções para a melhoria/ exemplos B.1 Trabalho da BE ao serviço da promoção da leitura na escola/agrupamento. Factores Críticos de Sucesso:  A BE disponibiliza uma colecção variada e adequada aos gostos, interesses e necessidades dos utilizadores.  A BE identifica novos públicos e adequa a colecção e as práticas às necessidades desses públicos (CEF, EFA, CNO, outros – alunos estrangeiros).  A BE identifica problemáticas e dificuldades neste domínio e delineia acções e programas que melhorem as situações identificadas.  A BE promove acções formativas que ajudem a desenvolver as competências na área da leitura.  A BE incentiva o empréstimo domiciliário.  A BE está informada relativamente às linhas de orientação e actividades propostas pelo PNL e desenvolve as acções implicadas na sua implementação.  A BE incentiva a leitura informativa, articulando com os departamentos curriculares no desenvolvimento de actividades de ensino e aprendizagem ou em projectos e acções que incentivem a leitura.  A BE desenvolve, de forma sistemática, actividades no âmbito da promoção da leitura: sessões e clubes de leitura, fóruns, blogs ou outras actividades que associem formas de leitura, de escrita ou de comunicação em diferentes ambientes e suportes.  A BE promove encontros com escritores ou outros eventos culturais que aproximem os alunos dos livros ou de outros materiais/ambientes e incentivem o gosto pela leitura.  A BE incentiva a leitura em ambientes digitais explorando as possibilidades facultadas pela WEB, como o hipertexto, o e-mail, blogs, wikis, slideshare, youtube…  A BE organiza e difunde recursos documentais que, associando-se a diferentes temáticas ou projectos, suportam a acção educativa e garantem a transversalidade e o desenvolvimento de competências associadas à leitura.  A BE apoia os alunos nas suas escolhas e conhece as novidades literárias e de divulgação que melhor se adequam aos seus gostos. B.3 Impacto do trabalho da BE nas atitudes e competências dos alunos, no âmbito da leitura e da literacia. Factores Críticos de Sucesso:
    •  Os alunos usam o livro e a BE para ler de forma recreativa, para se informar ou para realizar trabalhos escolares.  Os alunos, de acordo com o seu ano/ciclo de escolaridade, manifestam progressos nas competências de leitura, lendo mais e com maior profundidade.  Os alunos desenvolvem trabalhos onde interagem com equipamentos e ambientes informacionais variados, manifestando progressos nas suas competências no âmbito da leitura e da literacia.  Os alunos participam activamente em diferentes actividades associadas à promoção da leitura: clubes de leitura, fóruns de discussão, jornais, blogs, outros.  Tipo de avaliação de medida a empreender A implementação da auto-avaliação da BE é uma parte integrante da avaliação interna do Agrupamento e é uma base para a avaliação externa realizada pela Inspecção Geral de Educação. De acordo com o MAABE, trata-se da implementação de uma auto-avaliação que se baseia na recolha sistemática de um conjunto de evidências, com vista a aferir a eficácia da BE e seu impacto nas aprendizagens dos alunos. A medição dos outcomes, visa dar a “conhecer o benefício para os utilizadores da sua interacção com a BE”. Deste modo, contraria a abordagem tradicional de carácter quantitativo, focando-se nos resultados, ou seja, numa avaliação qualitativa.  Métodos e instrumentos a utilizar A avaliação é realizada com recurso à recolha sistemática de evidências. A recolha de evidências é feita em cada indicador através dos instrumentos sugeridos pelo MAABE, necessitando alguns de adaptação, uma vez que serão aplicados a alunos de 1ºCEB: B.1 Trabalho da BE ao serviço da promoção da leitura na escola/agrupamento.  Estatísticas de requisição, circulação na escola e uso de recursos relacionados com a leitura.  Estatísticas de utilização informal da BE.  Estatísticas de utilização da BE para actividades de leitura programada / articulada com outros docentes.  Registos de actividades/projectos.  Questionário aos docentes (QD2).  Questionário aos alunos (QA2).  Entrevistas.
    • B.3 Impacto do trabalho da BE nas atitudes e competências dos alunos, no âmbito da leitura e da literacia.  Estatísticas de utilização da BE para actividades de leitura.  Estatísticas de requisição domiciliária.  Observação da utilização da BE (O3; O4).  Trabalhos realizados pelos alunos  Análise diacrónica das avaliações dos alunos.  Questionário aos docentes (QD2).  Questionário aos alunos (QA2)  Entrevistas. Constatamos que de acordo com o leque alargado de fontes de evidências, apresentado pelo MAABE, as que utilizamos na avaliação deste domínio têm a seguinte natureza: a) Dados quantitativos referentes ao funcionamento da BE b) Consultas a docentes, alunos e outros elementos c) Observação e análise de recursos e de actividades d) Análise de documentação  Intervenientes Implementação – Coordenadora das BE’s, Professora Bibliotecária (não existem mais elementos na equipa da BE eb1), Director/Coordenadora de Estabelecimento e Grupo responsável. Colaboração recolha de evidências – Professores = 30 % = 2 - Alunos = 10% = 18 (1º e 4º anos)  Calendarização Etapas do processo Calendarização Constituição do grupo responsável ao nível Julho ou Setembro 2009 da escola/agrupamento pela condução do processo de AA BE. Dezembro 2009 Reunião da Equipa BE/ grupo responsável para avaliação diagnóstica, elaboração do Julho ou Setembro 2009
    • perfil da BE e prospecção do domínio a avaliar. Novembro 2009 Sensibilização e envolvimento do Director Setembro 2009 do Agrupamento e Coordenadora de Estabelecimento na selecção do domínio. Novembro 2009 ------------------------------------------------- Outubro 2009 Elaboração do Plano de Avaliação anual. Novembro 2009 Divulgação do Plano de Avaliação à Outubro 2009 escola/Agrupamento no Conselho Pedagógico Dezembro 2009 Preparação, adaptação dos instrumentos e Novembro/Dezembro 2009 levantamento de recursos necessários. Dezembro 2009 Recolha de dados Janeiro – Maio 2010 Tratamento e análise dos dados: identificação dos pontos fortes e fracos; elaboração de avaliações; relação com os standards de desempenho apresentados no MAABE. Janeiro – Junho 2010 ------------------------------------------------- Definição do nível de desempenho e perfil da BE. Junho 2010 Elaboração do Relatório Anual da Biblioteca Escolar. Julho 2010 Reunião com o Director e Coordenadora de Estabelecimento para avaliação dos resultados obtidos e definição de acções Julho 2010 para a melhoria. Apresentação dos resultados ao Conselho Pedagógico/Comunidade Educativa e definição de acções para a melhoria. Julho 2010 Divulgação do Plano de Acção. Setembro 2010 Observações Atendendo ao desfasamento entre o cronograma ideal do processo de auto-avaliação da BE e a realidade com a qual me deparo, optei por distinguir: * Roxo - datas que me parecem aconselháveis para a concretização das etapas a realizar no 1º período. * Preto – aquelas que, dada a situação actual, poderão ser concretizadas. Destaco, ainda, o facto de colocar a constituição do grupo responsável, em Julho, uma vez que essa função deverá ser ponderada na organização horária dos docentes.
    • Salvaguardando o papel do Director do Agrupamento, a inclusão da Coordenadora de Estabelecimento em algumas das etapas deste processo justifica-se pelas suas funções na escola de 1º CEB.
    •  Planificação da recolha e tratamento de dados Tarefas Calendarização Selecção do grupo de alunos a observar e Professores a envolver Dezembro 2009 Recolha de evidências nos seguintes documentos: Estatísticas de utilização da BE, registo de actividades/projectos, Trabalhos dos alunos Janeiro – Maio 2010 Observação da utilização da BE Janeiro – Maio 2010 Aplicação dos questionários Março/Abril 2010 Entrevistas Março/Abril 2010 Reuniões Janeiro – Maio 2010 Tratamento de dados* Janeiro a Junho de 2010 * O tratamento de dados é realizado em simultâneo com a recolha para evitar acumulação de dados.  Análise e comunicação da informação A análise e apreciação dos dados recolhidos permitir-nos-á, não só, conhecer melhor o trabalho da BE, bem como a forma como é visto e apreciado pelos utilizadores. Dos dados analisados distinguiremos os factores positivos e aqueles que têm de ser melhorados. Ambos se apresentam como linhas orientadoras para a elaboração do plano de acção. A análise dos dados permitirá um cruzamento entre os factores críticos de sucesso e os perfis de desempenho, para a identificação de um nível, sendo este aquele em que se encontrará a BE. O passo seguinte diz respeito à elaboração de um relatório final que permite a apresentação sistematizada da informação recolhida e
    • consequentes acções de melhoria. Este relatório está estruturado em três secções: Secção A – Elementos relativos ao domínio avaliado Secção B – Elementos relativos ao trabalho desenvolvido nos restantes domínio Secção C – Síntese relativa à avaliação nos quatro domínios A comunicação dos resultados do processo de auto-avaliação é fundamental para o envolvimento de toda a Comunidade Educativa. Dando a conhecer os aspectos positivos mas também aqueles que requerem mais investimento, conseguimos um maior comprometimento de todos aqueles que, de acordo com as suas responsabilidades, estão implicados no desenvolvimento e melhoria da BE e da escola, em geral. Os resultados devem ser apresentados a: - Órgãos de administração e gestão da escola/agrupamento * Conselho Geral; * Director; * Coordenadora do 1º Ciclo; * Coordenadora de estabelecimento; * Conselho Pedagógico; - Conselhos de docentes – 1ºCEB (Departamentos Curriculares – 2º,3ºciclos) - Coordenadores de Directores de Turma (2º, 3º ciclos) - Coordenadora de Ensino Especial - Coordenador das Actividades de Enriquecimento Curricular – 1ºCEB - Equipa da BE - Alunos - Encarregados de Educação/Associação de Pais - Restantes elementos da Comunidade Educativa - Direcção Regional de Educação - Rede de Bibliotecas Escolares - Comunidade Local: Autarquia Biblioteca Municipal Outras entidades com as quais estabelecemos parcerias A auto-avaliação da BE deve ser parte integrante da auto-avaliação da escola, tanto mais que a avaliação dos quatro domínios corresponde ao ciclo de gestão das escolas/agrupamentos. A informação resultante da auto- avaliação da BE deverá ser incluída no Relatório Anual de Actividades do Agrupamento. Uma vez que o agrupamento a que pertence esta BE vai ser, agora, objecto de avaliação externa, a sua súmula deverá incorporar no
    • Relatório de Auto-Avaliação do Agrupamento e ser referida na entrevista com a IGE.  Limitações Uma das limitações que podemos encontrar diz respeito à falta de disponibilidade, por parte dos docentes, para integrarem o grupo responsável pela aplicação do MAABE.  Levantamento de necessidades Humanos • Elementos da CE disponíveis para integrar o grupo responsável Recursos • Professores • Alunos • Gravador áudio Materiais • Fotocópias • Computadores • Internet • Material de arquivo • Gravador áudio = 100 € Financeiros • Fotocópias = 50 € • Material de arquivo = 45 €