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CORREIO DA BEIRA SERRA – 30.09.2008
 

CORREIO DA BEIRA SERRA – 30.09.2008

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Versão integral da edição n.º 64 (ANO 2 – SÉRIE II) do quinzenário “Correio da Beira Serra”, que se publica em Oliveira do Hospital (distrito de Coimbra, Portugal). Director: Henrique ...

Versão integral da edição n.º 64 (ANO 2 – SÉRIE II) do quinzenário “Correio da Beira Serra”, que se publica em Oliveira do Hospital (distrito de Coimbra, Portugal). Director: Henrique Barreto. 30.09.2008.
Para consultar o jornal na web, visite http://www.correiodabeiraserra.com/

Site do Instituto Superior Miguel Torga: www.ismt.pt

Visite outros sítios de Dinis Manuel Alves em www.mediatico.com.pt , www.slideshare.net/dmpa,
www.youtube.com/mediapolisxxi, www.youtube.com/fotographarte, www.youtube.com/tiremmedestefilme, www.youtube.com/discover747 ,
http://www.youtube.com/camarafixa, , http://videos.sapo.pt/lapisazul/playview/2 e em www.mogulus.com/otalcanal
Ainda: http://www.mediatico.com.pt/diasdecoimbra/ , http://www.mediatico.com.pt/redor/ ,
http://www.mediatico.com.pt/fe/ , http://www.mediatico.com.pt/fitas/ , http://www.mediatico.com.pt/redor2/, http://www.mediatico.com.pt/foto/yr2.htm ,
http://www.mediatico.com.pt/manchete/index.htm ,
http://www.mediatico.com.pt/foto/index.htm , http://www.mediatico.com.pt/luanda/ ,
http://www.biblioteca2.fcpages.com/nimas/intro.html

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    CORREIO DA BEIRA SERRA – 30.09.2008 CORREIO DA BEIRA SERRA – 30.09.2008 Document Transcript

    • PUB Terça-feira, 30 de Setembro de 2008 QUINZENÁRIO Ano 2 - Série II - N.º 64 Director: Henrique Barreto Preço: € 0,50 (IVA incluído) www.correiodabeiraserra.com Município passa a integrar região “Turismo do Centro de Portugal” Voluntariado Oliveira do Hospital Trabalhar por um sorriso Numa altura em que cada um vive cada vez mais “a olhar para o umbigo”, ‘abandona’ Serra da Estrela o Correio da Beira Serra acompanhou um grupo de voluntariado que diaria- mente se encarrega de zelar por utentes do hospital e do lar de idosos da Fun- dação Aurélio Amaro Diniz. São mais de 20 pessoas envolvidas num projecto onde – conforme sublinham – “a gran- de paga é um sorriso” Pág. 5 Na área do Agrupamento Territorial da GNR da Lousã O segundo concelho com maior índice Foi tudo decidido à pressa. O executivo ca- do Centro de Portugal”. como no seio da actual comissão política do marário conseguiu autorização da Assembleia A decisão de retirar o concelho da Serra da PSD local. Os principais operadores turísticos de criminalidae Municipal para que Oliveira do Hospital passe Estrela – já consumada –, tem suscitado muitas também discordam, mas mesmo assim a deci- Na área de intervenção do Agrupa- a integrar a futura entidade regional “Turismo críticas não só entre os partidos da oposição são foi tomada. Págs. 8 e 9 mento Territorial da Lousã, Oliveira do Hospital surge como o segundo con- celho com maior índice de criminali- Pobreza aumenta no concelho dade. Nos últimos cinco anos, tem-se registado uma média anual de 440 cri- mes. Pág. 7 Eleições autárquicas Simões Saraiva prefere Mário Alves a José Carlos Mendes O presidente da Assembleia Municipal e destacado militante social-democrata veio a público afirmar que aceitará a de- cisão que sair do PSD nacional ao nível da escolha do candidato às eleições au- tárquicas, mas não deixa de manifestar a sua preferência por Mário Alves face a José Carlos Mendes. “É um homem que já tem o comboio a andar e a andar com velocidade”, afirma António Simões Saraiva em entrevista ao jornal Folha do Centro. Pág. 12 Suplemento C u lt u ra l da OHsXXI O número de pessoas que depen- rativamente ao período homólo- de Julho deste ano –, no concelho foi à procura de uma família que de do Rendimento Social de In- go de 2007. de Oliveira do Hospital existem – nas mais rudimentares con- 10 ANOS serção (RSI) para viver, teve um De acordo com os últimos dados 778 pessoas a receber aquele dições – sobrevive, na Sobreda, E Foi Há Tão Pouco Tempo aumento de 10 por cento compa- do RSI – relativos ao final do mês apoio. O Correio da Beira Serra com o RSI. Págs. 2 e 3 PUB
    • 2 30 de Setembro de 2008 D E S TA Q U E www.correiodabeiraserra.com Número de pessoas em situação de carência económica disparou 10 por cento Aumenta a pobreza em Oliveira do Hospital No espaço de um ano, o número de pessoas que no concelho de Oliveira do Hospital depende do Ren- dimento Social de Inserção para sobreviver, aumentou 10 por cento. Os maiores sinais de pobreza estão na própria sede do concelho e em Seixo da Beira.  HENRIQUE BARRE T O O número de be- neficiários do Rendimento So- cial de Inserção (RSI), que veio substituir o outrora designado Rendimento Mínimo Garantido – instituído no primeiro Gover- no de António Guterres –, tem vindo a aumentar no concelho de Oliveira do Hospital. De acordo com os últimos da- dos estatísticos que o Correio da Beira Serra solicitou ao Centro Distrital de Segurança Social de Coimbra, em Julho deste ano, existiam 778 pessoas carencia- das a quem o Estado atribui este apoio, num total de 274 agrega- dos familiares. Comparativamente ao perío- do homólogo de 2007, registou- se um aumento de sensivelmen- te 10 por cento no número de pessoas e famílias em situação de pobreza. Este flagelo atinge principal- mente duas freguesias: Olivei- ra do Hospital – onde existem 144 pessoas correspondentes a 43 famílias a receberem o RSI – e Seixo da Beira. Nesta últi-  OĐ RETRATO CONCELHIO DA DISTRIBUIÇÃO DO RENDIMENTO SOCIAL DE INSERÇÃO
    • 3 30 de Setembro de 2008 www.correiodabeiraserra.com D E S TA Q U E RSI chega a 43 famílias na freguesia de Seixo da Beira EDITORIAL Casal da Sobreda engrossa Entre o mar e a serra… lista de beneficiários Henrique Barreto À medida que aumentam os sinais de Contudo, confessa que precisa da ajuda da Segurança O Plano Estratégico Nacional de pobreza, aumentam também os be- Social para poder realizar obras em casa e assim rea- Turismo (PENT) aprovado pelo neficiários do Rendimento Social de tar a família. “Esperar” é a palavra de ordem de Maria Governo e com um horizonte até 2015 é o documento que Inserção (RSI). Só na freguesia de Adélia que também quer que a família ponha em seu estabelece as principais linhas Seixo da Beira há 117 pessoas nessas nome o sítio onde habita, porque caso contrário não orientadoras do desenvolvimento condições. Tome-se o exemplo do casal Campos que, poderão ser realizadas as melhorias. do turismo em Portugal para os nem com o RSI consegue fazer face às dificuldades e próximos anos. está, por isso, afastado dos dois filhos mais velhos. “Quase que foram (os filhos) para a adopção” Este Plano considera que “é estra- Maria Adélia e Rui Campos, residentes na Sobre- À mulher que não consegue esconder os sinais de fra- tégico desenvolver 6 novos pólos da, são uma das 43 famílias que na totalidade da fre- gilidade física, tem valido o marido Rui, serralheiro turísticos: Douro, Serra da Estrela, guesia de Seixo da Beira beneficiam do Rendimento de profissão na Sobreda. Mas – como contou – “ele Oeste, Alqueva, Litoral Alenteja- no e Porto Santo”. Social de Inserção. teve um enfarte e tem estado de baixa médica”. Pe- Ao concelho de Oliveira do Hos- Na casa onde habitam, na rua das Carvalhas, as sem embora as dificuldades, Maria Adélia garantiu pital, que tem todo um conjunto necessidades saltam à vista, com a agravante de ape- ao CBS que a família nunca passou fome, sublinhan- de características e especificida- nas um dos três filhos permanecer com o casal, já que do que para isso muito contribuiu o dinheiro que re- des peculiares, não lhe faltam os outros dois foram encaminhados para colégios em cebe do RSI, sem saber revelar a quantia exacta que condições para se impor como um Condeixa e Figueira da Foz por decisão do tribunal. lhe é atribuída. importante “produto” turístico à A morar no espaço que em tempos era usado para Conformado com o dia-a-dia de que dispõe, o ca- boleia dessa grande marca que é a Serra da Estrela. Nunca o soubemos fazer nem temos qual- quer perspectiva que nos possa conduzir a alcançar esse objecti- vo. Falta-nos engenho e arte. Na Câmara Municipal de Oliveira do Hospital, pura e simplesmente, o pelouro do turismo não existe. Manda a verdade dizer que a Região de Turismo da Serra da Es- trela – e tantas outras, incluindo a do Centro –, também nunca teve capacidade de vender aquele que deveria ser um dos mais impor- tantes destinos turísticos do país. Como muitas outras entidades de cariz público, as regiões de turismo serviram muitas das vezes para saciar o apetite voraz das clientelas partidárias e – salvo honrosas excepções – caíram numa confrangedora inoperância. Não sei se bem se mal – vamos ver como é que é para depois contar como é que foi – o Governo decidiu mudar as regras do jogo e reorganizar o sector. Oliveira do Hospital aproveitou a dica e o partido que detém o poder local decidiu – de forma apressada e atabalhoada, na Assembleia ma freguesia, conhecida como  Na freguesia de Seixo da Beira a pobreza atinge níveis preocupantes Municipal – pôr-nos no Centro. aquela que apresenta os piores Não foi uma decisão racional indicadores de desenvolvimen- nem muito menos uma decisão to concelhio, em Julho de 2008 guardar a burra e a carroça dos pai de Maria Adélia, sal tem “atravessado no coração” o rosto dos filhos pensada para servir os superiores interesses do município. Foi – do havia 117 beneficiários do RSI, o casal Campos dá sinais de uma vivência que não se que – como disse a esposa – “quase que foram para meu ponto de vista e do de muito num total de 43 agregados fami- compadece com o mínimo exigível numa era que se adopção”. “Queriam-me levar os meus meninos”, boa gente – uma decisão com liares. diz moderna, embora o cenário se vá repetindo um lamentou, garantindo que “nunca passaram fome e contornos político-partidários. É Às portas da cidade, S. Paio pouco por todo o concelho. andaram sempre bem tratados”. “O que haveria de que na Serra da Estrela está Jorge de Gramaços e Travanca de La- Aos 40 anos, Maria Adélia não sabe o que é tra- ser de mim e dos meus filhinhos”, sustentou Maria Patrão, do PS; e no Centro, encon- gos com 50 beneficiários ins- balhar por conta de outrem, já que nunca esteve Adélia que não vê a hora de a Segurança Social lhe tra-se Pedro Machado, do PSD. critos –, são as duas freguesias empregada e também não trabalha no campo porque mandar arranjar a casa para poder reunir de novo a Na Assembleia Municipal desta sexta-feira o PS bem “esperneou”, onde aparentemente existem – como confessou ao Correio da Beira Serra – “nuca família. mas ficou bem claro que o maior mais casos de pobreza. foi habituada a isso”. Contou que sempre “foi muito Na casa onde reside o casal Campos, faltam as partido da oposição não tinha a Já na zona do Vale do Alva, a fraquinha” e tem tido vários problemas de saúde, re- condições mínimas de sobrevivência, como sejam lição estudada. situação mais problemática en- cordando que em pequena “nem sequer desenvolvia” uma casa-de-banho, bem como um tecto e paredes Ao PSD – seguro na sua confortá- contra-se na freguesia de Aldeia e até chegou a estar internada no hospital. Na escola, que impeçam a entrada da chuva e do vento. A hu- vel maioria de braços quase que das Dez, onde cerca de nove por o percurso também não foi famoso, porque confessa midade é visível por todo o lado e a única torneira “programados” para se levanta- cento da população residente não saber ler, porque nem concluiu a primeira clas- da casa encontra-se logo à entrada do portão. Na rem automaticamente - bastou-lhe – 55 pessoas – depende do RSI se. casa – onde não faltam o frigorífico, nem a televisão invocar a legislação produzida pelo Governo como factor obri- para sobreviver. Conhecida na Sobreda como a filha do senhor Bar- – existe apenas um quarto dividido por um cortinado gatório para a mudança. Não é A freguesia do concelho com reiras, Maria Adélia foi criada no Moinho do Buraco, que separa a cama do casal, do beliche onde dorme assim: Oliveira do Hospital pode- menores problemas de pessoas onde a mãe ganhava sustento para a família – sete o único filho, de seis anos, que têm à sua guarda. A ria – e devia – ter ficado no Pólo dependentes deste rendimen- filhos no total – como moleira. Agora penalizada pelo filha de 14 anos frequenta um colégio na Figueira da de Desenvolvimento Turístico da to social de inserção é Meruge, afastamento do que o convívio popular tem de me- Foz e o filho de 10, frequenta um outro em Condeixa. Serra da Estrela, que como atrás com apenas três beneficiários e lhor – a socialização – Maria Adélia tem intenção de “Ainda no domingo o lá fomos ver de táxi e ele queria escrevi é considerado como um dois agregados familiares a re- dar novo rumo à vida, porque quer reaver os filhos vir embora connosco”, disse desgostosa. dos 6 novos pólos estratégicos para a promoção do turismo em ceberem o RSI. com quem se encontra apenas nas férias escolares. Liliana Lopes Portugal.
    • 4 30 de Setembro de 2008 OPINIÃO www.correiodabeiraserra.com Os (In)dependentes. desde que se demonstre quem está do lado de defesa de ideias, no desbravar de problemas, que quem, de forma a mostrar à população, o que está mostrem que não é o poder que está em causa, ao lado do quê. Parece-me que é precisamente mas a forma de o gerir. isto, que começa a mostrar ser chegada a hora Embora tudo dependa de quem tenha o com- de romper com a confusão tomada de início, que promisso de reservar a si a ribalta de desencade- “Quem pode, resiste. Quem não pode, esconde-se.” a qualquer lista de independentes que se possa ar o processo das candidaturas independentes. A antever, lhe basta, ser opostos unidos em torno Quer-me parecer que entre nós, há quem já tenha s listas independentes, darão por- do abstracto, isto é, das meras e circunstanciais percebido que é preciso encontrar uma saída hon- ventura uma tonalidade nova às palavras de ordem, anti alguém. rosa para o dilema – em que ele próprio se deixou próximas eleições autárquicas, Sob pena, de não se verificar uma integração enredar – de que Mário Alves, parece ser aquele alimentada pelas inúmeras lei- funcional no eleitorado, dos chamados “indepen- tipo de político, que ganha sempre, mesmo sem turas que colocarão os eleitores dentes”, logo numa fase de bastidores. Há aspec- cartas para ir a jogo. António Lopes, que ainda só na posição de árbitro. Não que o crescimento do tos determinantes que caucionam todas e quais- disse publicamente que se aquele for a votos, ele eleitorado que se declara independente, seja hoje quer candidaturas de cariz independente, sejam irá também. Parece, para o bem e para o mal, estar uma efectiva realidade entre nós, mas porque elas de adesão partidária, movimentista, militan- já muito para além daqueles a quem indica o ca- numa vertente de pragmatismo político, alguns dos pré-candidatos a candidatos autárquicos, têm Lusitana te, ou de cidadania activa. Se não há um mago como candidato, não se deve desmerecer quem minho. Nos dias que correm, não só salvaguarda (e bem!) o seu partido, como fala em participação aflorado esse ciclo alternativo, como possibilida- Fonseca tem dito o quê nesta questão. Pelo facto de a via pessoal numa alternativa política aglutinadora, de para dinamizar a sua expressão sócio política dos chamados “independentes”, poder mostrar-se inteiramente dependente, da constituição de uma no tecido cívico do concelho. (…) Quer-me parecer uma mera solução de justaposição de falhas, um formação de combate cívico, em torno de um pro- Esta estratégia conceptual, como opção de par- simples acrescento que em nada altera a lógica jecto político, que se permita a reunir uma quan- ticipação política assente em listas designadas que entre nós, há que muitos tomam como certa – mas erradamente tidade sempre maior de aderentes. Todas as suas como “independentes”, pode efectivamente cati- quem já tenha per- – de que concorrer contra Mário Alves, permiti- ultimas opiniões, expressas na edição online des- var para a sua causa, eleitores habitualmente vo- rá por si só, mobilizar largos sectores da opinião te jornal, denotam que está empenhado a fundo tantes nos partidos políticos, nomeadamente no cebido que é preciso pública. numa coligação de vontades com independentes, partido charneira da governação local: o PSD. É encontrar uma saída Se a capacidade de intervir socialmente, está antes das discussões partidárias das autárquicas, sobre este partido, que recai o facto de estarmos a entre nós disseminada como nunca esteve. Então. de modo a evitar que se perca uma oportunidade braços com uma eleição de contestação, se o can- honrosa para o dilema Mesmo que acreditemos muitíssimo na força dos de intervenção da sociedade civil, de trazer à pra- didato social-democrata for Mário Alves, como – em que ele próprio instintos, o convencimento que existe efectivo ça pública vozes que não se revêem nos partidos. muitos cidadãos alvitram. A vontade pessoal do movimento social a sustentar a fermentação de Temo que se isto não for levado a sério, por próprio confirma. E o principio programático de se deixou enredar quaisquer candidaturas independentes – onde muita gente que hoje está sob a bandeira de um quem é líder hoje no partido nacional, por fim as- – de que Mário Alves, não sejam tratados com deferência os anteceden- partido, se corra o risco de tornar as listas “in- segura. tes, o envolvimento, o estímulo, o propósito – só dependentes”, numa acção de propaganda e vir Esta tese e a prática, fazem desconfiar que há parece ser aquele pode, ter como factores de engajamento, um rol a ser mais uma sombra de intenções e em mais um roteiro político escrito de fora do circulo de tipo de político, que incomensuravelmente grande de sentimentos de uma forma cinzenta de partidarismo. Em momen- quem é hoje poder autárquico, e que a hora de afinidade colectiva, em ambiente de autodeter- to algum os independentes se podem permitir a apresentação de candidaturas não é já a de con- ganha sempre, mesmo minação individual. Somente isto, pode mostrar, sombras em dia já nublado. A auto-reprodução de sensos, mas sim do dissenso, onde os apoios po- sem cartas para ir a que as candidaturas independentes como realida- determinados aparelhos partidários, é dispensá- líticos pré-partidários e pró-independentes, são de política, não serão tomadas como uma casua- vel. Se os cidadãos a agrupar não forem indepen- aparentemente todos bem vindos e gemináveis, jogo(...) lidade, mas uma proposta de fundo, centrada na dentes e continuem comprometidos. A(S) DIFERENÇA(S) ... gências pelo menos durante parte do dia ou da noite. Ainda só não aplicaram tal decisão porque sentiram a forte reacção “contra” tal possibilidade quer por parte da População Oliveirense quer por várias entidades, “Eles” falam, falam, falam, mas... houve (a 22 de Setembro, em Coimbra) uma reunião Autarquias incluídas. Ora, para o ano há três eleições Os partidos maioritários no Concelho - PSD e PS - da “comissão de acompanhamento” autárquica do diferentes e o PS tem receio das consequências elei- gostam de falar e de falar e de falar e até fazem “festas” nosso Município com o actual Presidente da Adminis- torais... Por isso, tem adiado a aplicação prática da para isso mesmo. Porém, raras vezes descem ao con- tração Regional de Saúde do Centro para se discutir decisão enquanto “encana a perna à rã ” nestas con- creto, à proposta detalhada e para cumprir quer pela o “ponto de situação” e as perspectivas para o Centro versatas institucionais. Autarquia Municipal quer pelo Governo. Nisso, o PS de Saúde de Oliveira do Hospital (e em especial para Quanto às “alternativas”, nós, PCP, continuamos até é “campeão” das generalidades e das “boas inten- o SAP/Urgências). a afirmar que a única e verdadeira alternativa é a de ções” embora, depois e especialmente no (des)governo, Pois, no essencial, a “conversa” do actual responsá- melhorar os serviços que temos no Centro de Saú- logo delas se esqueça. Atenção que nos últimos 13 vel do Ministério da Saúde na nossa Região, foi exac- João Dinis* de - público e de serviço público - e criar novas e anos, o PS é (des)governo em 9 desses anos... tamente a mesma que há um ano atrás tivera o seu an- eficazes valências públicas. O “resto” são cantigas Pois bem, aqui se lembra algumas das questões es- tecessor em idêntica reunião. Em síntese:- “ nada está (…) Sendo certo que para nos adormecer...e para nos virem obrigar a pa- tratégicas para o PS nos responder claramente: decidido por parte do Ministério da Saúde...estamos a gar caro pelos serviços de saúde privados que, aliás, - Como é com as novas instalações para a ESTGOH estudar alternativas...os doentes agudos vão continuar a actual direcção estão a nascer como cogumelos em várias Freguesias ? Vão entrar no próximo Orçamento de Estado ? E é a ser atendidos em Oliveira do Hospital...não vão ser concelhia desse par- do Concelho. para serem construídas exactamente aonde ? tomadas decisões de fundo sobre o funcionamento do - E os IC, Itinerários Complementares ? Exacta- Centro de Saúde sem previamente auscultar a Autar- tido ataca (aliás com Alerta ! mente para quando no nosso Concelho ? quia Municipal”. Repete-se:- isto mesmo já nos tinha muita contradição à Entretanto, o Ministério da Saúde não se mostra in- - Então e quando é que o Governo PS vai deixar sido dito há um ano atrás. Porém, note-se, ultimamen- teressado em resolver certos problemas como, por de “chumbar” (como está acontecer agora...) as can- te tem havido certas informações oficiais, prestadas mistura...) a maioria exemplo, o da falta de médicos e de outros técnicos didaturas a vários projectos que o nosso Município a clínicos que prestam serviço do Centro de Saúde, PSD na Câmara, o de Saúde; a colocação de melhores equipamentos; etc; tem apresentado, para passar a aprovar essas e outras segundo as quais vai mesmo haver algumas alterações no Centro de Saúde e respectivas Extensões. Ou seja, candidaturas ? importantes ( nas urgências) a curto prazo ou seja, facto é que não tem o (des)governo PS deixa que as situações se degradem ... logo após a abertura da “Unidade Básica de Saúde” em coragem para retirar e se degradem mais ainda para que as Populações, Quanto ao PSD, por favor, deixem-se de nos querer Arganil. Veremos então... um dia destes, desesperadas, até achem que o melhor convencer que, afinal, estão na “oposição autárquica” No entanto, há que também reflectir sobre a “curio- a confiança política a mesmo é fechar os serviços públicos do nosso Centro a eles próprios, em Oliveira do Hospital. Sendo certo sidade” da Administração Regional de Saúde do Cen- essa mesma maioria de Saúde... Aliás, igual “técnica” já foi usada em situ- que a actual direcção concelhia desse partido ataca tro / Ministério da Saúde andarem a “estudar” as ditas ações idênticas. (aliás com muita contradição à mistura...) a maioria “alternativas” ao SAP / Urgências do nosso Centro de autárquica (…) Assim, aqui se renova o apelo à População e às Au- PSD na Câmara, o facto é que não tem coragem para Saúde há mais de dois anos, sem todavia serem capa- tarquias Oliveirenses para que se mantenham muito retirar a confiança política a essa mesma maioria au- zes de as adiantar, agora, nesta reunião de 22 de Se- atentas ao desenrolar dos acontecimentos e para que tárquica a qual, aliás, está muito bem posicionada pe- tembro. Ou não têm “alternativas” ou são uns grandes não se deixem endrominar pela “publicidade enga- rante a actual direcção distrital de Coimbra e perante a “cábulas” ou... nosa” desta “rapaziada e raparigada” nas próximas própria direcção nacional do mesmo PSD. Portanto... eleições. O (des) governo PS SAP :- “Tudo como dantes já tomou a decisão e há muito, mas... Nota:-em próximo artigo, retomaremos o tema das no quartel-general de Abrantes”... A nosso ver, está já tomada, e há muito, pelo propostas CDU que fazem a diferença. A solicitação do Presidente da Câmara Municipal, (des)governo PS, a decisão de encerrar o SAP/ Ur- * Autarca da CDU – Oliveira do Hospital
    • 5 30 de Setembro de 2008 www.correiodabeiraserra.com SOCIEDADE Mais de 20 pessoas envolvidas no voluntariado da FAAD “a troco de nada” “A grande paga é um sorriso” gina a deixar de ser voluntário. prefiro não tentar saber qual foi o cia para as pessoas sem afazeres de que este trabalho requer uma Bata amarela, sorriso no “Então, hoje como é que se desfecho”, contou Maria da Glória profissionais. grande estabilidade emocional rosto e espírito de entrega. sente?”, começam por perguntar Morais, referindo que até já tem Encontram-se à hora marcada que nem sempre é comum entre os voluntários, que entre a con- ido a alguns funerais. “Há mo- na sala reservada ao voluntaria- os jovens. “Sinto que por vezes há Eis os três instrumentos de versa vão averiguando se cada mentos de grande perda”, acres- do. As chatices ficam do lado de um pouco de inconstância, por- que fazem uso os “traba- utente tomou a medicação ou se centou Paulo Marques que se con- fora do hospital e do lar e, o bom que os jovens vivem a vida com necessita de algum tipo de ajuda. fessa vitorioso em todas as vezes humor começa a contagiar. Irene outra velocidade”, referiu, dando lhadores” que integram o “Tem bebido água? Já sabe que é em que consegue fazer um utente Oliveira, de 55 anos de idade, faz conta de que para se ser volun- grupo de voluntariado que importante…”, vão alertando aos sorrir. “É menos um momento de questão de integrar o grupo de tário é necessário “ter espírito de mais velhos, sem deixarem de dor”, sublinhou, deixando claro Paulo Marques, chegando a falar entrega, em troca de nada”. diariamente contacta com transmitir uma mensagem de con- que “a grande paga” de toda a de- de uma “dupla perfeita”. “Somos cada um dos utentes do forto e de esperança em rápidas dicação do corpo de voluntariado muito brincalhões e fazemos rir Famílias reconhecem benefícios ‘ melhoras. “é o sorriso”. as pessoas com as nossas graças. “Estes senhores dão-nos muito hospital e do lar de idosos É sobretudo na unidade de Mas, se falho um dia, fico doen- conforto”. A afirmação pertence da Fundação Aurélio Ama- cirurgia que a conversa mais (…) “queremos apanhar a te”, confessou, revelando-se de- a Maria do Carmo Lopes que há se desenvolve entre utentes pendente desta actividade que duas semanas foi operada a uma ro Diniz (FAAD). e voluntários, já que – como hora de jantar para poder- um dia a ajudou a ultrapassar um anca e disse estar muito satisfeita explicou Paulo Marques – as processo de depressão nervosa com os cuidados que está a rece- pessoas estão normalmente mos auxiliar quem não pode que a afectou. “Entrei num cari- ber no hospital.  LILIANA LOPES a recuperar de uma cirurgia comer pela própria mão”, nho e numa adaptação ao doente Os sorrisos vão-se abrindo por S e não são tão idosas como que me levou a ser voluntária”, cada um dos quartos que o grupo ão mais de 20 elemen- as que se encontram na uni- explicou o coordenador do sustentou. passa. Seja para um desabafo, ou tos, mas desdobram-se dade de medicina. Contudo, Sempre teve tendência para para um troca de ideias mais alar- em pequenos grupos lembra que em qualquer projecto de voluntariado apoiar os doentes, mas foi sobre- gada, todos os utentes dão ares de que, de manhã, de tar- das situações, a abordagem da FAAD, que nem sequer tudo a doença e a morte do ma- satisfação. E, mesmo sem respos- de ou, ao cair do dia com os utentes deve ser fei- rido que levaram Maria da Glória ta, os voluntários insistem em fa- fazem questão de visitar quem, ta “com muita subtileza e de se imagina a deixar de ser Morais a fazer o curso de voluntá- lar junto ao ouvido do doente, dei- por qualquer motivo, se encontra forma cuidadosa”. Ultrapas- ria. “Tive os meus avós comigo até xando votos de rápidas melhoras. sob o olhar atento de médicos, sada a barreira do primeiro voluntário (…) aos 96 anos”, contou, confessando Conceição Coelho reconhece a enfermeiros, assistentes sociais e contacto, são os próprios que se sente bem com os doentes mais-valia do trabalho dos senho- outros profissionais de saúde. utentes que anseiam pela chegada “Se falho um dia, fico doente” porque percebe que o sentimento res da “bata amarela”. “Acho que é Paulo Marques, Irene Oliveira, dos senhores da “bata amarela”. Constituído com o objectivo de é recíproco. óptimo porque conversam com as Maria da Glória Morais e Olga Du- “Pensei que hoje nem vinham…”, minimizar a dor de uma estada A realização de um curso ante- pessoas e nem sempre as famílias arte participaram na visita da pas- costumam dizer. no hospital ou no lar, o grupo de cipou a actividade de voluntaria- podem vir”, referiu quando visita- sada quinta-feira, entre as 17h30 e A criação de afectos é inevi- voluntariado da FAAD iniciou ofi- do, mas Paulo Marques conta que va a tia que está internada há mais as 19h30. E até o horário tem uma tável e, na rua as abordagens são cialmente a actividade em Janei- desde muito cedo teve tendência de um mês naquela unidade hos- explicação: “queremos apanhar a frequentes entre utentes e volun- ro de 2002. Directamente ligado de passar pelo hospital para visi- pitalar. “Ficamos mais descansa- hora de jantar para podermos au- tários. Pior é quando as camas à Liga de Amigos da FAAD, mas tar os doentes, sobretudo aqueles das e é uma óptima ajuda para as xiliar quem não pode comer pela do hospital ou do lar ficam livres com estatutos próprios, o grupo é que não têm visitas habituais. Ao famílias”, reconheceu, elogiando própria mão”, explicou o coorde- sem que dos utentes em causa se maioritariamente constituído por CBS, realçou que gostaria de ver a capacidade de as pessoas des- nador do projecto de voluntariado esperassem melhoras de saúde. mulheres, com idades entre os 25 mais jovens envolvidos nesta tare- penderem um pouco de tempo em da FAAD, que nem sequer se ima- “Quando sei que o caso é grave, e os 80 anos, com maior prevalên- fa, mas também tem consciência prol dos outros.
    • 6 30 de Setembro de 2008 EDUCAÇÃO www.correiodabeiraserra.com C R O N I Q U E TA No feriado municipal, dia 7 de Outubro Da lousa Município homenageia José Reis ao Magalhães com Medalha de Ouro Municipal Carlos Alberto (Vilaça) Com a reabertura das escolas, há um novo ciclo na aprendizagem das coisas com que os jovens hão-de enfrentar o mundo – um enorme mercado onde (quase) tudo se compra. J osé Joaquim Dinis Reis vai, no próximo dia 7 de Outubro, feriado mu- nicipal em Oliveira do Hospital, ser homenage- ado pelo município com a Meda- lha de Ouro Municipal. Licen- também várias vezes apontado o nome de Reis como um potencial candidato à presidência da Câ- mara Municipal, embora nunca se tenha concretizado qualquer candidatura. Por ora, a festa está para durar durante mais ciado em Economia, José Reis é Medalhas de Mérito Municipal uns tempos porque a alegria de quem reencon- actualmente professor catedrá- para personalidades ligadas tra amigos e colegas de faixas etárias seme- tico na Faculdade de Economia à música lhantes é contagiante. O conhecimento virá da Universidade de Coimbra, Para a atribuição das meda- depois, durante meses de cansaço intelectual investigador e membro do Con- lhas de Mérito Municipal, a até atingir a meta no próximo Verão selho Nacional do Ambiente e autarquia oliveirense decidiu- Debruço-me com alguma nostalgia sobre as do Desenvolvimento Sustentá- se pelos nomes Carlos Alberto descobertas dos mais pequenos no 1º ciclo (ex vel. Aos 54 anos de idade, o seu Rodrigues Lopes, maestro do escola primária); às novas matérias juntam-se nome está também ligado ao En- Grupo Coral de Sant’Ana, José as brincadeiras que fazem de cada intervalo sino Superior por ter exercido da Costa Gomes, executante da um momento único: à falta do pião e das corri- funções de Secretário de Estado Filarmónica Avoense e Carlos das dos “arcos”, inventam-se outros jogos, mas entre 1999 e 2001, bem como à dos Reis Gomes, um falecido a bola e a “macaca” continuam a fazer parte da Comissão de Coordenação de executante da mesma Filarmó- lista que todos soletrámos no tempo certo… Desenvolvimento Regional do nica que será homenageado a A ocupação dos “intervalos” das aulas acom- Centro, cuja presidência ocupou título póstumo. panhou a evolução das mesmas, já não há o entre 1996 e 1999. Sublinhe-se que José da Cos- papaguear dos rios e afluentes, das linhas-fér- Natural de Aldeia das Dez, ta Gomes, de 83 anos de idade, reas e ramais, e até “cantar a tabuada” caiu em José Reis apresenta um percurso é também “homenageado” pelo desuso, para o bem e para o mal na aprendi- marcado pela colaboração com Correio da Beira Serra que nesta zagem das “contas”. A professora Georgina, várias universidades estrangei- edição lhe reserva a página 15. por exemplo, levava tudo muito a sério, e ai de ras, registando-se também o fac- Num trabalho de Carlos Alberto, quem não tivesse na ponta da língua “quantos to de ser autor de vários textos o executante de clarinete, é a Fi- eram 9 x8”! e publicações. A nível local, foi gura escolhida deste jornal. A “minha” escola, por onde passaram milhares de alunos, continua de pé: uma sala de aula de cada lado, e ao centro a residência dos pro- fessores, encimada por um varandim em ferro Director da ESTGOH confiante num bom resultado na 2ª fase “Temos a expectativa de voltar que servia de púlpito à mestra nos intervalos mais prolongados: -Meninos, pouco barulho, já lá para dentro! E nós, claro, obedecíamos porque tínhamos nos ouvidos os sons da régua quando vinha lá do alto “descansar” nas palmas das nossas mãos… a preencher a totalidade das vagas” D As “contas” eram feitas na “pedra” (lousas) epois de uma primeira tes justifica os resultados com um bom gas colocadas a concurso. com um lápis da mesma matéria, e no fundo fase, em que o número de trabalho de divulgação e com a “elevada “Só posso estar confiante”, referiu da sala havia um mapa de Portugal para onde candidaturas quase que empregabilidade” dos quatro cursos. Nuno Fortes ao Correio da Beira Serra, nos dirigíamos quando a professora assim o quadruplicou o número Os resultados da segunda fase do con- notando que na primeira fase concorre- entendia.”Ir ao mapa ou ao quadro” deixava de vagas, a Escola Supe- curso nacional ao ensino superior só é ram quase quatro vezes mais alunos do os alunos com tremedeira nas pernas porque a rior de Tecnologia e Gestão de Oliveira conhecido dia 13 de Outubro, mas a ex- que o número de vagas colocadas a con- professora Georgina fazia-se acompanhar por do Hospital (ESTGOH) está agora con- pectativa do director da Escola Superior curso. “Tínhamos 120 vagas e registá- uma “vara da índia”…para apontar e “espantar fiante na ocupação total das 46 vagas a de Tecnologia e Gestão de Oliveira do mos 466 alunos candidatos”, sublinhou a ignorância” das nossas cabeças. concurso na 2ª fase. O director Nuno For- Hospital é de ocupação total das 46 va- o responsável, notando que em face des- Uma vez, na quarta classe, confundi os feitos tes resultados, acredita numa segunda heróicos de Vasco da Gama e Fernão de Ma- fase participada, porque houve muitos galhães; o castigo não se fez esperar como era alunos que ficaram de fora. moda, por isso deixei de “ver com bons olhos” No dia em que teve início o novo ano estas duas figuras dos mares nunca dantes lectivo na ESTGOH – ontem foi o pri- navegados. Passado meio século, eis que um meiro dia de aulas – Nuno Fortes confes- deles, o “Magalhães”, passa a ser motivo de sou-se satisfeito ao CBS, realçando que conversa em tudo quanto é sítio, só que desta os resultados da primeira fase só foram vez não me apanhou desprevenido: tenho alcançados graças a um trabalho de di- um Toshiba, de quem é “primo”, e agora já vulgação realizado junto das escolas não confundo as aventuras dos dois mestres secundárias e profissionais da região e marinheiros – o Google está ao alcance de um porque estão em causa “cursos com ele- “click” e a resposta vem de imediato! vada empregabilidade”. “É com muito Se a professora Georgina fosse viva, apesar de agrado que assistimos a estes resultados rezinga, a sua competência de mestre-escola e temos a expectativa de voltar a preen- estaria à altura de utilizar as novas tecnolo- cher a totalidade das vagas a concurso gias em benefício dos alunos – disso tenho a certeza! – e eu, quem sabe, teria ido além na segunda fase”, sustentou o director da Taprobana se tivesse um “Magalhães” à da Escola que, pelo segundo ano conse- disposição… cutivo, assiste a um bom resultado no Agora (como antes, mas de outra forma…) já que respeita à ocupação das vagas para não há desculpas para ir mais longe “ sem sair os quatro cursos que lecciona: Engenha- de casa”! Portanto, façam o favor de viajar na ria Civil, Engenharia Informática, Admi- nova “caravela portuguesa” na companhia das nistração e Finanças e Administração e vossas crianças, com estas ao leme. Marketing.
    • 7 30 de Setembro de 2008 www.correiodabeiraserra.com LOCAL 440 crimes cometidos anualmente Oliveira do Hospital é o segundo concelho com maior índice de criminalidade As pessoas e o património são os alvos do maior número de crimes cometidos no concelho de Oliveira do Hospital. Com uma média de 440 crimes por ano, o concelho é o segundo com maior índice de criminalidade na área de intervenção do Agrupamento Territorial da GNR da Lousã.  LILIANA LOPES H omens, com idades acima dos 30 anos, trabalhadores por conta de outrem e pertencen- tes à classe média-baixa. Este é o perfil do vulgar autor de crimes contra as pessoas – difamação, injú- rias e ofensas à integridade física – e contra o património – furto e dano – normalmente praticados no concelho de Oliveira do Hospi- tal. Nas situações de difamação e injúrias há ainda uma tendência para a prevalência do sexo feminino. A informação foi avançada pelo Destaca- mento Territorial da GNR da Lousã que nos últimos cinco anos tem registado uma média anual de 440 crimes praticados no concelho, notando que os índices de criminalidade ten- dem a “manter uma certa estabilidade”. Note- se, por exemplo, que no ano de 2006 se re- gistou um acréscimo de 48 crimes, enquanto que em 2007 se assistiu a uma descida de 30 crimes. Dados relativos ao primeiro semestre deste ano – 181 crimes cometidos – levam  Crimes contra o património têm vindo a aumentar. a GNR a constatar um “ligeiro abaixamento comparativamente ao ano anterior”. crimes são mais frequentes no período de Ve- são referenciadas como “casos pontuais”. “A pobreza é mais preocupante Praticados individualmente contra as rão e de férias, justificados pelo aumento de Assaltos a espaços comerciais e até a obras do que o crime” pessoas e em grupo contra o património, os pessoas no concelho, quer se trate de visitan- de construção civil têm sido, na realidade, as Para Manuel Gandarez, conhecido advogado tes, quer de naturais do conce- ocorrências mais registadas em Oliveira do de Oliveira do Hospital, a incidência de si- lho, não havendo contudo uma Hospital, invertendo-se assim aquela que era tuações de crime no concelho não o assusta, tendência para ocorrerem num a tendência ocorrida no meio do século pas- por constatar que por cá “não abunda o crime momento particular do dia. Pese sado, altura em que predominavam os crimes organizado que por norma inquieta a comuni- embora a incidência de crimes entre vizinhos e até familiares por razões de dade”. Confessa-se mais preocupado com os ‘ em Oliveira do Hospital, o Des- partilhas e passagens de água para regadio. sinais de pobreza e de dificuldades económi- tacamento Territorial da GNR cas, por perceber a existência de uma cone- da Lousã recusa tratar-se de um xão com a ocorrência de crimes como o furto (…) Dos sete municípios “surto”, não negando contudo a e até a prática da prostituição. ocorrência de algum tipo de cri- que integram a área de in- “Temos crimes e vamos ter cada vez minalidade com uma frequência mais, mas não são alarmantes”, referiu o tervenção do Destacamento, fora do normal. advogado, considerando que muita da pro- Dos sete municípios que in- Oliveira do Hospital surge miscuidade detectada deriva das situações tegram a área de intervenção de perturbação e desespero ligadas à falta de no lugar imediatamente a do Destacamento, Oliveira do emprego no concelho. Gandarez chega até Hospital surge no lugar imedia- seguir à Lousã que lidera a a responsabilizar a Câmara Municipal pela tamente a seguir à Lousã que falta de desenvolvimento empresarial e por tabela em matéria de crimi- lidera a tabela em matéria de consequência pela ocorrência de situações criminalidade. Esta posição é nalidade (…) de crime. justificada com o facto de o con- Convidado por este jornal a avaliar a evo- celho oliveirense ser o segundo Num concelho que continua a ostentar lução do crime no concelho, o advogado oli- com maior concentração popu- as marcas da interioridade é também visível veirense nota que o que mais prevalece são lacional urbana, pelo que, tam- uma espécie de barreira que, até agora, tem as ofensas corporais simples, ficando para bém por isso – garante aquela impedido a incidência de crimes violentos trás as injúrias e difamações. Explicou que força de segurança – Oliveira do como o “carjacking”, os homicídios e os assal- as taxas judiciais elevadas têm vindo a inibir Hospital “é sempre alvo de uma tos armados a bancos, postos de combustível os particulares ofendidos de avançar com as atenção especial” e as situações e farmácias que, nos grandes centros urbanos, queixas para tribunal devido aos parcos re- de criminalidade mais graves aumentou no primeiro semestre deste ano. cursos económicos.
    • 8 30 de Setembro de 2008 POLÍTICA www.correiodabeiraserra.com “Ainda vamos ver as nossas ovelhas a pastar no areal da praia da Figueira da Foz” PSD joga ao centro Foi notória a pressa com que a Assembleia Municipal lidou com o polémico dossiê que transfere o município de Oliveira do Hospital da Serra da Estrela para a Região “Turismo Centro de Portugal”. Com o “trabalho de casa” por fazer, a oposição protestou mas a maioria do PSD levantou o braço em sinal de aprovação.  HENRIQUE BARRE T O A inda vamos ver as nossas ove- lhas a pastar no areal da praia da Figueira da Foz. Vai ser porreiro…”, ironizou um munícipe que, esta sexta-feira à noite, dia 26, assistia, na Assem- bleia Municipal (AM), à acesa discussão de uma proposta da Câmara Municipal com vista à inclusão do município de Olivei- ra do Hospital na futura entidade  PSD viabilizou a inclusão de Oliveira do Hospital na região “Turismo do Centro de Portugal” regional “Turismo do Centro de Portugal”. do executivo – e conjuntamente altitude, a Turistrela é quem man- grande maioria composta por pes- Hospital no Pólo Turístico da Ser- A polémica proposta, aprovada com os seus pares – deliberou, da, continuou o autarca de Meru- soas nascidas e criadas nas faldas ra da Estrela”. pela confortável maioria social- com a abstenção dos vereadores ge, afirmando que “foi o senhor da Serra da Estrela, poderia estar Uma questão pertinente, sur- democrata de que o executivo ca- do PS, no sentido de colocar o engenheiro Guterres, amigo dos receptiva a outra “corrente de giu entretanto pela voz do pre- marário dispõe na AM, gerou uma município a que preside na região Costa Pais, que lhes deu isso”. opinião”. Mas o presidente da As- sidente da Junta de Freguesia de quase interminável discussão. “Turismo do Centro de Portugal”. Apesar destas declarações, sembleia Municipal, encarregou- Lagares da Beira, Raul Costa, que O presidente da Câmara de O PS “esperneou”, mas de nada Abreu não se mostrou porém se de “afinar” a orquestra. “… em perguntou por que razão é que Oliveira do Hospital começou a valeu. “Devemos tomar uma posi- muito convicto quanto à integra- face de uma pergunta concreta… “tem que ser a Assembleia a votar preparar o terreno e, quando já ção de modo a não sairmos de for- ção de Oliveira do Hospital na não será melhor irmos para a Re- esta questão se a lei obriga a que ‘ passava da meia-noite, “cansou” ma nenhuma da Serra da Estrela Portugal Centro. “Por deformação gião de Turismo Centro de Por- sejamos integrados na Região de os deputados municipais com – o nosso habitat natural”, salien- ideológica sou contra o centro. tugal?”, perguntou, com ar sério, Turismo “Centro de Portugal”. a leitura da troca de correspon- tou Carlos Mendes sem dei- António Simões Saraiva. “Se é lei é lei. Metam-nos onde dência entre a autarquia olivei- xar contudo de referir que (…) Mário Alves foi taxativo “Nós estamos obrigados por lei quiserem, não me perguntem é se rense e o secretário de Estado do Oliveira do Hospital poucos a estar onde nos meteram. E a lei quero… Eu não subscrevo esta ao explicar que se o municí- Turismo. Foi taxativo ao explicar benefícios tem colhido por tem pais”, sentenciou o deputado lei. Estou indignado”, sentenciou que se o município de Oliveira via da sua presença na Re- pio de Oliveira do Hospital da CDU, João Dinis, advertindo também o deputado municipal do do Hospital não vai pertencer ao gião de Turismo da Serra da no entanto que “outra situação é PS, Carlos Maia. não vai pertencer ao Pólo de Pólo de Desenvolvimento Turísti- Estrela. “O que fala é a valia o que se pode fazer para reparar Da bancada do PSD, Rui co da Serra da Estrela – mas antes dos projectos. Não tem nada Desenvolvimento Turístico da a situação”. Abrantes interveio para notar que à região “Turismo do Centro de a ver estarmos na Serra ou Dinis redigiu logo no momento “podemos dar o benefício da dú- Serra da Estrela – mas antes à Portugal” – é porque “decorre da estarmos no Centro”, ripos- uma moção para que a AM deli- vida à «Turismo do Centro», já que lei que foi produzida pelo Gover- tou Mário Alves. região “Turismo do Centro de berasse “protestar junto do Go- – conforme observou – “nestes 30 no. Não foi produzida pelo muni- “Está aqui uma grande verno e da Assembleia da Repú- anos” o município de Oliveira do Portugal” – é porque “decorre cípio”, sublinhou. salgalhada”, começou por blica contra essa não inclusão do Hospital poucos benefícios obteve Habilmente, Mário Alves apal- notar o deputado municipal da lei que foi produzida pelo município” na Serra da Estrela, com a sua participação na Região pou o terreno e tentou responsa- da CDU, João Abreu, susten- reclamando “a urgente correcção de Turismo da Serra da Estrela. Governo (...) bilizar o Governo socialista por tando no entanto que a res- da situação tendo necessariamen- Invocando o decreto-lei, João precipitar esta situação. Contudo ponsabilidade é da lei que o Go- Ou é para a esquerda ou é para a te em conta a posição e a vontade Esteves, também do PSD, salien- – e como competia à Assembleia verno Socialista criou em matéria direita”, riu-se, alegando não ver do nosso município”. tou por seu turno que Oliveira dar a necessária autorização para de organização do planeamento com bons olhos “como é que se Para o autarca da CDU – con- do Hospital foi excluída do Pólo que Oliveira do Hospital transite turístico. vai promover uma região de Lis- forme refere a moção, que viria de Desenvolvimento Turístico da para a nova entidade de turismo Muito crítico quanto à forma boa até Aveiro”. a ser chumbada com os votos do Serra da Estrela e, como tal, “te- –, Alves declinou as consequên- como se tem lidado com o turis- PSD e de alguns deputados do PS mos que nos inserir à priori e já” cias da decisão. “Esse é um ónus mo na serra, Abreu advertiu que Simões Saraiva “afina” –, esta tomada de posição é im- na região de Turismo «Centro de que não ficará na Câmara… ficará “a Serra da Estrela tem uma en- a orquestra periosa uma vez que é “a actual Portugal». com vossas excelências que têm a tidade – a Turistrela – que é um Nesta altura da discussão – e composição territorial legislada Preparando o caminho para a capacidade de decisão”, advertiu monopólio existente no nosso ainda o debate ia a meio – o PSD pelo Governo que, à partida, não aprovação daquele polémico dos- o autarca do PSD que, em reunião país… acima dos 700 metros de percebeu que a sua bancada, na coloca o município de Oliveira do siê, Esteves não teve dúvidas em Ficha Técnica Administração: António dos Santos Lopes Direcção Editorial: Henrique Barreto - henriquebarreto@correiodabeiraserra.com Jornalista Principal: Liliana Lopes - lilianalopes@correiodabeiraserra.com Desporto: Editor: José Carlos Alexandrino, João Jorge Colaboradores Permanentes: Adelaide Freixinho, António Campos, Carlos Portugal, Carlos Alberto, Carlos Carvalheira, João Dinis, José Augusto Tavares, Luís Lagos, Luís Torgal, Paulo Ribeiro (caricaturista), Rui Santos. Deptº. Comercial: Isabel Mascarenhas Projecto Gráfico: Jorge Lemos Impressão: Coraze - Oliveira de Azeméis – Telef.: 256 600 580 - Fax: 256 600 589 - E-mail: grafica@coraze.com Sede, Redacção e Publicidade: Praceta Manuel Cid Teles, Lote 12 – 1º Esqº - 3400-075 Oliveira do Hospital, Telef.:2380865476 Fax 238086547 Correio Electrónico geral@correiodabeiraserra.com Edição Internet: www.correiodabeiraserra.com Entidade Proprietária: Temactual, Lda, Matric. na Conservatória do Registo Comercial de Oliveira do Hospital sob o número 507601750, Contribuinte: 507601750, Capital Social: www.correiodabeiraserra.com 25,000 Euros Nº de Registo no ICS: 112130 Depósito Legal N.º 54475/92 Tiragem Média Mensal: 6.000 exemplares Detentores de mais de 10% do capital da empresa: AHL -Investimentos e Participações, SGPS, SA.; Henrique Manuel Barreto Pereira de Almeida
    • 9 LOCAL 30 de Setembro de 2008 www.correiodabeiraserra.com afirmar que a AM deveria “vo- tar este ponto a favor e à poste- Em Oliveira do Hospital, dia 4 de Outubro Eduardo Sá fala sobre “Educadores riori defender outra solução”. O problema é que, de acordo com o que estipula o decreto- lei nº 67/2008, “as entidades à beira de um ataque de nervos” que participem numa entidade regional de turismo ficam obri- gadas a nesta permanecer du- rante o período de cinco anos, sob pena de perderem todos os benefícios financeiros e admi- “Educadores à beira de um ata- nistrativos”. que de nervos” é o tema do encontro Francisco Garcia “júnior” que, no próximo dia 4 de Outubro, – é assim que o designa o pre- pelas 17h00, terá lugar no auditório sidente da Câmara, quando da Caixa de Crédito Agrícola, em responde às suas interven- Oliveira do Hospital, destacando-se ções – ainda chegou a sugerir a participação do conhecido psicó- a “marcação de outra reunião logo Eduardo Sá. da Assembleia para renegociar A iniciativa é organizada por um a adesão à Serra da Estrela”, grupo de quatro psicólogos – Caro- mas, decididamente, o PSD lina Veiga, Mafalda Rodrigues, José não estava para aí virado. Sargento e Sílvia Matela – que tra- Na votação do polémico balham na zona de Oliveira do Hos- ponto, a maioria do PSD vo- pital, e tem por objectivo pensar tou favoravelmente e de forma durante duas horas sobre a Saúde, esmagadora a participação do a Educação e a Família. município de Oliveira do Hos- Com entrada livre, o encontro pital na nova entidade regional destina-se à comunidade em geral, de Turismo “Centro de Portu- dos “4 aos 94” e está aberto a todas gal”, sendo que os três eleitos as questões, opiniões e desabafos. da CDU e o PS votaram contra. Contudo, enquanto que o de- CARTAS AO DIRECTOR putado municipal do PS, Ro- “Temos de ser capazes de estimular os jovens” drigues Gonçalves, se absteve, a sua colega de bancada, Dulce Álvaro, votou – com declara- ção de voto – favoravelmente a proposta social-democrata. Nos passados dias 9, 10 e 11 projecto europeu em que Portugal emprego, na criação de novas em- rendas de imóveis para o seu es- Inconformado com a deci- de Setembro vieram a Bruxelas, está, desde sempre, empenhado, presas, na educação, na cultura e tabelecimento; apoio autárquico, são ficou o deputado munici- ao Parlamento Europeu, os 4 me- sairão reforçadas com visitas des- na habitação a custos controlados. financeiro e técnico, ao início de pal do PS, Carlos Mendes, que lhores alunos e uma Professora da ta natureza e com visitantes desta Esta aposta terá de passar, de- actividade de jovens agricultores; protestou com uma declaração Escola Secundária de Oliveira do qualidade. cidida e decisivamente, por incen- apoio financeiro a empresas que de voto. “Eu votei contra por- Hospital no âmbito da primeira Outro ponto, a Escola continua tivos pecuniários ao casamento, criem postos de trabalho qualifi- que acho que o concelho de edição do Prémio António Cam- a formar bem! Isto deve-se, em mi- à fixação no concelho e ao nas- cado (habilitações iguais ou su- Oliveira do Hospital vai ser pos. nha opinião, a uma trilogia de su- cimento de crianças, aptas a dar periores ao 12.º ano). Quanto às bastante prejudicado quer em Este prémio resultou de uma cesso que assenta em professores mais brilho à nossa terra. Mas isenções, a isenção de pagamento termos turísticos e de divulga- iniciativa da Juventude Socialista de muita qualidade, instalações podemos ir mais longe, com me- de taxas relativas à construção, ção, quer em termos de investi- de Oliveira do Hospital em cola- dignas e auxiliares competentes. didas mais eficazes, como oferecer reconstrução, reabilitação, alte- mento”, afirmou aquele depu- boração com a Escola Secundária ração, ampliação ou aquisição de tado municipal socialista. e foi, por fim, patrocinado pelo imóveis para estabelecimento de Também insatisfeito com Deputado ao Parlamento Europeu, empresas, são, para já, medidas a forma como o processo de Armando França. que me parecem tão necessárias “facto consumado” foi apre- Teve como propósito, entre ou- como coerentes e urgentes. sentado em Assembleia, Fran- tros, homenagear o Eng. António Parecer-vos-á muito desconto, cisco Garcia “sénior” usou da Campos. É importante reforçar a apoio e isenção! Ainda mais quan- palavra para criticar o execu- importância da sua actividade po- do não estais habituados a tais dá- tivo do PSD, estabelecendo lítica e humana, como combatente divas. Mas julgo, no meu humilde mesmo uma comparação entre pela liberdade, no País que hoje te- entender, que é para isso que tais o “combate” que tem existido mos. Uma das melhores formas de órgãos devem trabalhar: primei- contra a “falácia” da eventuali- homenagear um homem da liber- ro incentivar, apoiar, sem levar dade de encerramento do SAP dade, da meritocracia, da educa- ao colo, e depois colher conjun- do Centro de Saúde de Oliveira ção e do projecto europeu é preci- tamente os frutos, na proporção do Hospital e a “falta de empe- samente trazer os melhores alunos devida, pois é preciso desafiar os nhamento” que o executivo re- da Escola à capital da Bélgica a jovens à obtenção do mérito atra- velou nesta matéria. visitar o Parlamento Europeu en- vés do esforço pessoal combinado Refira-se que o Plano Es- quanto centro de decisão, de infor- com o das entidades que existem tratégico Nacional do Turismo mação e Casa da liberdade. para os servir a eles e à restante (PENT), que estabelece as prin- A JS de Oliveira do Hospital comunidade. Assim, se os puder- cipais linhas orientadoras do tudo irá fazer para que este prémio mos estimular a criar riqueza es- desenvolvimento do turismo se repita por muitos e bons anos, Esta é uma “receita” que resulta e, descontos na aquisição de lotes tamos a criar riqueza e bem-estar em Portugal e estará em vigor permitindo desta forma celebrar o como se pode constatar, dá frutos. municipais para a instalação de para todos e a fazer do nosso con- até 2015, considera que “é es- esforço e o mérito dos nossos jo- No entanto, temos de ser ca- actividades económicas a empre- celho um melhor sítio para viver e tratégico desenvolver 6 novos vens. pazes de estimular estes jovens, endedores jovens. não só um ponto de passagem para pólos turísticos: Douro, Serra Não podia perder a oportuni- criados aqui, a regressar. A fixação Acredito que o reforço de quem vai visitar o que quer seja. da Estrela, Oeste, Alqueva, Li- dade de acompanhar estes nos- desses e outros no nosso concelho, apoios aos jovens e a concessão Grato pela oportunidade, dei- toral Alentejano e Porto Santo. sos conterrâneos durante a visita, seja ela feita através do regresso da de algumas isenções aos mesmos xo-vos com estas linhas, soltas De acordo com o que refere o bem como de, com eles, partilhar “prata da casa” ou pela captação serão passos decisivos para o futu- ou não, o tempo o dirá, fortes ou PENT, tratam-se de “zonas que, uma refeição. Fiquei, devo dizê- daqueles que frequentam a ES- ro que pretendemos para o nosso fracas é com elas que costuro a mi- pelos conteúdos específicos lo, agradavelmente surpreendido TGOH tem de ser uma prioridade concelho. Esses apoios passariam nha ideia de futuro para a minha e distintivos, justificam a sua com a qualidade dos seus conhe- para qualquer executivo cama- por: apoio na construção ou aqui- terra e a minha saudade. criação para o desenvolvimen- cimentos e das suas intervenções. rário. Só é possível rivalizar com sição de imóveis para estabeleci- João Ramalhete Carvalho to do mercado nacional e inter- Acredito que a formação destes os concelhos limítrofes se houver mento de empresas; apoio durante Presidente da Juventude Socialista de nacional”. jovens, bem como a construção do uma aposta séria na formação de o primeiro ano, no pagamento de Oliveira do Hospital
    • 10 30 de Setembro de 2008 CONCELHO www.correiodabeiraserra.com 15 DIAS | ON-LINE porque “sendo uma IPSS que não tem por deveria “melhorar o serviço público e não objectivo o lucro, também não tem o ob- estropiá-lo”. jectivo de perder dinheiro”. Na leitura do Segundo João Dinis, na reunião – que eleito pelo PCP, a FAAD “não vai assumir teve a duração de cerca de uma hora e de- uma responsabilidade para pagar do pró- correu de forma cordial, como adiantou prio bolso”, o Estado também não estará –, todos os elementos apresentaram o seu disposto para mais custos, logo quem terá ponto de vista e o presidente da Câmara que pagar será o utente ou a Câmara Muni- mostrou-se disponível para colaborar com cipal. “Não acredito nas alternativas”, sus- a ARS Centro no sentido de se encontrar o tentou Dinis, considerando que o Governo melhor desfecho para todo este processo. “Já chegam os restantes custos da interioridade” CAULE insatisfeita com serviço ADSL A CAULE – Associação Florestal da outros têm”. “Já nos chegam os restantes Beira Serra, com sede em Covas, concelho custos da interioridade para dificultar o de Tábua, está indignada com o serviço nosso trabalho e a nossa acção”, sustenta ADSL prestado pela PT Comunicações. O Vasco Campos que, à frente da associação director executivo Vasco Campos denun- que dirige foi também responsável pela cia problemas ao nível da velocidade e da constituição da primeira Zona de Inter- estabilidade do serviço que limita a acti- venção Florestal em Portugal. vidade da associação. Contactado por este diário digital, O problema não é novo, mas foi por Francisco Lucema da PT remeteu para ocasião da apresentação de candidatu- mais tarde uma posição sobre o assunto. Presidente da ARS-Centro reúne com comissão ras ao Programa Operacional Potencial Humano (POPH) que ganhou maiores SAP continua com futuro incerto contornos. “Fomos obrigados a deslocar dois técnicos para o posto público de Internet de Oliveira do Hospital duran- Continua incerto o futuro que vai ser agudos será sempre assegurada. te mais de uma semana para podermos dado ao Serviço de Atendimento Perma- A informação foi avançada ao correio- agilizar os procedimentos”, contou Vasco nente (SAP) do Centro de Saúde de Oli- dabeiraserra.com por João Dinis, elemento Campos que na carta enviada ao provedor veira do Hospital. Numa reunião realiza- da Comissão que também adiantou que de do cliente da PT, no final de Agosto, su- da, dia 22 de Setembro, com a Comissão entre o rol de soluções possíveis para fazer blinha que esta situação deixa a CAULE criada para acompanhar este processo e face a um possível encerramento do SAP “envergonhada”, já que “causou grande elementos do executivo camarário, o presi- continua a Fundação Aurélio Amaro Diniz transtornos e prejudicou gravemente a dente da Administração Regional de Saúde (FAAD), e a localização de uma unidade de operacionalidade da associação”. O res- (ARS) do Centro, João Pedro Pimentel, dis- saúde móvel na cidade. “Nada está decidi- ponsável chega a antecipar um cenário se não haver novidades em relação a este do”, sossegou o eleito pelo PCP, sublinhan- ainda mais desconfortável com a entrada processo e assegurou que o SAP não encer- do que de momento a situação mais pro- em funcionamento do PRODER – Progra- ra sem que estejam encontradas soluções blemática está relacionada com o período ma de Desenvolvimento Rural e do QREN alternativas. entre a meia-noite e as 08h00. 2007/2013, já que devido ao SIMPLEX, Sublinhe-se que foi há cerca de duas “serão muitas as candidaturas” a apresen- semanas que os rumores de encerramento “O SAP não vai fechar tar pela CAULE. do SAP no período nocturno e ao fim-de- até às próximas eleições” Ao correiodabeiraserra.com,Vasco semana voltaram a ganhar peso em Olivei- Sem se querer pronunciar em nome da Campos disse estar disposto a ir mais lon- ra do Hospital, levando a que o presidente Comissão, mas antes em nome individual, ge para conseguir que a situação seja re- da Câmara solicitasse uma reunião à ARS João Dinis confessou não estar mais, nem solvida, porque entende que os cidadãos Centro com vista a esclarecer a situação menos tranquilo com o desfecho da reu- do interior do país não podem ser discri- que se tendia a agravar com a anunciada nião, por acreditar que “se o SAP não fe- minados nesta matéria. abertura da Unidade Básica de Urgência chou até agora, também não vai fechar até “Não esperamos é ter que mudar o edi- em Arganil. Na manhã de 22 de Setembro, às próximas eleições”. “Isso era pôr a popu- fício sede da CAULE, bem como as casas o executivo oliveirense – representado pelo lação em pé de guerra”, considerou Dinis, dos restantes moradores insatisfeitos com presidente Mário Alves e pelos vereadores lembrando que o SAP não fechou até agora o serviço ADSL e colocá-las num sítio Albano Ribeiro de Almeida (PS) e Elsa Cor- porque “a população e a autarquia reagi- onde já se tenha este serviço em condi- reia (PSD) – e a Comissão de Acompanha- ram”. Convidado pelo correiodabeiraser- ções, como um funcionário da PT chegou mento – constituída por um representante ra.com a pronunciar-se sobre as soluções a sugerir”, sustenta o responsável pela dos três partidos com assento na Assem- que se encontram em cima da mesa, Dinis associação, lembrando que à semelhan- bleia Municipal, João Dinis (PCP), Carlos foi peremptório ao afirmar que o ideal era ça dos cidadãos que residem nos grandes Mendes (PS) e João Esteves (PSD) – volta- melhorar o serviço público que existe. Não centros urbanos, também os responsáveis ram a ser informados, à semelhança do que hesitou em posicionar-se em desfavor da e funcionários da CAULE pagam impos- sucedeu há um ano atrás, de que nada está solução que passa pelo hospital da FAAD tos e por isso merecem “ter o mesmo aces- decidido e de que a assistência aos casos poder vir a assegurar a urgência nocturna, so às auto-estradas tecnológicas que os
    • 11 30 de Setembro de 2008 www.correiodabeiraserra.com CONCELHO No Centro de Saúde de Oliveira do Hospital Médica de Emergência e Reanimação foi accionada e chegou mesmo a estar à porta sobre a frequência de acidentes relaciona- dos com o abate de pinheiros e outras árvo- do Centro de Saúde, acabando no entanto res, o comandante António Pinto confessou “Jovem solidário” presta apoio por não ser utilizada. A vítima era natural de Lagares da Beira, mas residia em Meru- que “já não tinha ideia de acontecer uma situação destas”. Recordou que o último na candidatura ao Complemento ge. O funeral realiza-se esta tarde para o caso ocorrido foi há dois anos na freguesia cemitério de Lagares da Beira. de Seixo da Beira, notando que as vítimas costumam ser os madeireiros, por motivo Solidário para Idosos “Já não tinha ideia de acontecer uma situação destas” Questionado pelo correiodabeiraserra.com da sua profissão. “Felizmente, nos últimos tempos estes casos têm sido escassos”, sos- segou. A candidatura ao Programa “Complemen- Tábua, Oliveira do Hospital e Pampilhosa da to Solidário para Idosos” (CSI) é agora mais Serra, onde os Jovens voluntários prestam in- fácil para os idosos do concelho de Oliveira do Hospital, já que podem recorrer ao apoio formação no preenchimento do formulário e apoio na documentação que os idosos deve- Assaltantes levaram dinheiro das máquinas Santa Casa da Misericórdia de um jovem voluntário até Fevereiro de rão apresentar para se candidatarem ao CSI. 2009, no Centro de Saúde local. O apoio consiste na distribuição da bro- No distrito são sete os jovens que partici- chura informativa, esclarecimentos e infor- pam no projecto de voluntariado “Jovens So- lidários” e que é resultado de um protocolo assinado entre o Instituto Português da Ju- mação sobre a prestação, disponibilização do modelo de requerimento e apoio no pre- enchimento do modelo de requerimento. Su- de Galizes foi assaltada ventude (IPJ), o Instituto de Segurança Social blinhe-se que para a realização destas tare- A Santa Casa da Misericórdia de Galizes do edifício”. No interior da SCMG o autor (ISS) e a Administração Central do Sistema fas todos os jovens voluntários participaram (SCMG) foi assaltada este fim-de-semana – ou autores - do furto “arrombaram duas de Saúde (ACSS). numa formação específica, ministrada pelo durante a madrugada de20 para 21 de Se- ou três máquinas” de “vending” de bebidas, A decorrer no âmbito do Programa “Com- IPJ e pela Segurança Social. Até ao momen- tembro. retirando o dinheiro dos cofres num mon- plemento Solidário para Idosos”, o projecto to, o Projecto “Jovens Solidários” regista, na A notícia foi confirmada a este diário tante que “ainda não está contabilizado”. está em funcionamento nos Centros de Saú- Região Centro, a participação de 43 Jovens digital pelo Sargento-Mor do Destacamento A GNR de Oliveira do Hospital tomou de de Cantanhede, Coimbra, Figueira da Foz, voluntários. Territorial da Lousã, Lucénio Martins, que conta da ocorrência e, segundo Lucénio disse tratar-se de um assalto ocorrido por Martins, o assalto está agora sob a alçada via do “arrombamento da porta principal do Núcleo de Investigação Criminal. Oliveira do Hospital: Taxa de desemprego no último trimestre subiu quase 15 por cento O número de desempregados continua a período homólogo de 2007 o desemprego aumentar no concelho de Oliveira do Hos- subiu apenas 3,2 por cento. pital. À data de 31 de Julho deste ano, esta- De acordo com os últimos dados esta- vam inscritas no IEFP 663 desempregados. tísticos publicados pelo Instituto de Em- Este flagelo social continua a atingir prego e Formação Profissional (IEFP), só no principalmente a população feminina, já último trimestre deste ano – entre Maio e que, em 31 de Julho deste ano, dos 663 de- Julho – a taxa de desemprego registou uma sempregados inscritos no IEFP, 444 eram subida de 14,1 por cento, enquanto que no mulheres. Acidente de trabalho Queda de pinheiro foi fatal para habitante de Meruge Foi logo ao início da manhã de 23 de Setembro que José Tavares Monteiro, 64 anos de idade, perdeu a vida, depois de um pinheiro lhe ter caído em cima, quan- do se encontrava a arranjar lenha com dois cunhados num pinhal localizado junto à estrada que liga Meruge a Santa Eulália. O homem ainda chegou com vida ao Centro de Saúde de Oliveira do Hospital, mas aca- bou por falecer por volta das 10h30, depois de entrar em paragem cardíaca. O alerta foi dado aos Bombeiros Volun- tários de Lagares da Beira, pessoalmente, por volta das 08h30, que accionaram para o local duas ambulância s e material de de- realizar na estrada. Segundo adiantou, José sencarceramento. “Quando chegámos ao Tavares Monteiro tinha a tensão arterial e local, a máquina das estradas já tinha reti- os ritmos cardíacos dentro dos parâmetros rado o pinheiro de cima da vítima que ain- normais, mas tinha a zona torácica muito da falava e estava consciente, embora um afectada. pouco desorientada”, contou ao correio- A paragem cardíaca de que foi vítima no dabeiraserra.com o comandante António Centro de Saúde foi fatal para a vítima, já Pinto, sublinhando que a chegada até ao que as lesões ao nível torácico não permi- local do sucedido não foi tão rápida quanto tiram aos profissionais de saúde efectuar o desejável, devido às obras que andam a as compressões de reanimação. A Viatura 15 DIAS | ON-LINE
    • 12 30 de Setembro de 2008 POLÍTICA www.correiodabeiraserra.com Presidente da AM confessa que já devia ter abandonado a vida política Simões Saraiva apoia lista que “irradiar da Comissão Nacional do PSD” “Com uma no cravo e ou- do Hospital, bem como a orienta- ção que o partido vai tomar para tra na ferradura”, o presi- as próximas eleições autárquicas. dente da Assembleia Mu- Contudo, não deixa de notar que o actual presidente da Comissão nicipal acaba por declarar Política Concelhia do PSD, José apoio a Mário Alves. Carlos Mendes daria “um bom presidente”, daqui a “três, quatro  LILI ANA LOPES anos”, enquanto que o presidente da Câmara Municipal, Mário Al- N ves, “é um homem que já tem o uma entrevista comboio a andar e a andar com em que reconhe- velocidade”. ce que “já devia Saraiva não deixa nunca de ter saído há mais ser peremptório quanto às suas tempo” da vida preferências políticas, quando autárquica, o presidente da As- sublinha que “o Mário Alves, sembleia Municipal de Oliveira dada a sua larga experiência e os do Hospital, António Simões Sa- seus muitos conhecimentos que raiva, disse estar disponível para tem, até na vida política, mais apoiar a lista do PSD para as pró- facilmente poderá ter contactos ximas eleições autárquicas “que e trazer vantagens mais directas irradiar da Comissão Nacional do para o concelho que o José Car- partido”. los, que sendo um homem cheio “Para mim fundamentalmente de qualidades, ainda está na fase conta o partido”, afirmou Simões da tarimba”. ‘ Saraiva ao jornal Folha do Cen- tro, revelando-se contra o even- A FRASE tual aparecimento de uma lista de independentes com pessoas (…) Mário Alves “não ligadas ao PSD. “Eu classificaria tem um trato fácil... essa atitude como menos elegan- te”, acrescentou, considerando ele tem uma maneira “desclassificadas” as pessoas que de lidar pouco afecti- – como o próprio já viu – prota- gonizam “pulos esquisitos” e que va. Penso que ele e eu, “passam de uns partidos para os os dois metidos num outros”, porque “ao fim e ao cabo não são seguras, nem firmes”. alambique éramos ca- O presidente da AM diz ser pazes de sair os dois incapaz de antever o desfecho da crise que afecta o PSD de Oliveira perfeitos (…)  António Simões Saraiva declara implícito apoio a Mário Alves como candidato do PSD Fotos com História ARQUIVO CORREIO DA BEIRA SERRA 1998-2008 Final dos anos 90. José Maia Veiga discute o partido com alguns dos seus apoiantes, como João Soares , Rogério Prazeres e Victor Batista. O objectivo da ala crítica do PS, que tem em Veiga o seu prin- cipal rosto, é destituir Francisco Garcia da liderança da concelhia socialista. Pouco tempo antes das eleições, a tragédia acontece: Veiga não consegue resistir a uma doença do foro cardíaco.
    • 13 30 de Setembro de 2008 www.correiodabeiraserra.com PUBLICIDADE Quinta São José Lar Residencial Sénior ... porque os nossos, merecem o melhor C onciliando de forma equilibrada alguns materiais predo- minantes na região com as mais avançadas tecnologias de construção nasceu, no planalto envolvido pela deslumbrante paisagem da Serra da Estrela, a Quinta de S. José. Situada a cerca de 45 minutos de Coimbra e a 10 de Oliveira do Hospital, esta nova unidade de natureza privada foi concebida de forma rigorosa, respeitando todos os critérios e determi- nações legais. A Quinta de S. José tem por objecto, o apoio a cidadãos de ambos os sexos visando proporcionar-lhes excepcionais condições de qualidade, conforto e bem-estar, fornecendo-lhe serviços adequados e perma- nentes às respectivas proble- INSTALAÇÕES A Quinta de S. José possui: máticas biológica, psicológi- Três apartamentos de tipo T1 com quarto par 2 pessoas, casa de ba- ca e social através da oferta nho privativa, sala de estar, Kitchnet, fogão, frigorífico, televisão, rádio/ de invulgares condições de som ambiente, telefone, aquecimento central, varandas para o exterior, acolhimento. chamada de emergência, limpeza e tratamento de roupas; Estabelecendo como lema Treze quartos duplos e 11 individuais equipados com casa de ba- “DAR MAIS E MELHOR nho privativa, televisão, rádio/som ambiente, telefone, aquecimento central, varandas para o exterior, chamada de emergência, limpeza e VIDA AOS ANOS” a Quinta tratamento de roupas. de S. José estabelece como Existem igualmente camas articuladas com comando à distância, prioridade, a admissão em colchão anti-escara, e sistema de oxigénio. regime de internamento SERVIÇOS Todos os quartos possuem instalado no telefone o sistema de desper- a cidadãos que, pela sua A Quinta de S. José coloca à disposição dos seus utentes, um conjunto tar e de comunicação da limpeza efectuada. idade, estrutura física e/ou de serviços de enorme qualidade com especial realce para a assistên- Recepção, em funcionamento permanente; psíquica ou ainda pelas cia na doença e na dependência, através de instalações devidamente Capela/ Sala de recolhimento espiritual; apetrechadas e pessoal técnico altamente especializado, para além dos Biblioteca/Ludoteca/Sala de Informação; condições ou opções de vida naturais e necessários cuidados de higiene e conforto. Salas de Estar com TV Cabo e Sport TV; que justifiquem o respectivo Ao nível da alimentação, salienta-se a possibilidade de escolha diá- Sala de Refeições/Bar; acolhimento quer de forma ria entre duas ementas disponíveis, elaboradas em conformidade com Gabinete Médico e de Enfermagem; transitória quer de natureza nutricionistas experientes na área geriátrica. Cabeleireiro; permanente encontrando-se A existência de instalações e serviços de cabeleireiros e esteticista Salas de Jogos; devidamente apta e prepa- são outro dos factores reveladores da forte aposta na qualidade. Tam- Cozinha/Copa; rada, quer sob o ponto de bém a formação na área musical e informática e a disponibilização de Lavandaria/Engomaria; serviços jurídicos, o acesso à Internet, à biblioteca não foram descura- Gabinete de Vigilância; vista humano quer material, dos constituindo-se como mais uma proposta de valor diferenciadora Jardim interior; a receber utentes acamados da oferta disponível no mercado. Espaço para estacionamento de viaturas. ou em fase terminal. Assente num conceito inovador, esta infra-estrutu- ra de âmbito social reveste, pelas suas características, o carácter de hotelaria sénior com destaque para o fun- cionamento permanente da recepção e de alguns servi- ços de apoio. Isenta do pagamento de qualquer jóia ou direito de aquisição os utentes têm, à sua disposição, um conjunto diversificado de iniciativas Senhor das Almas – Nogueira do Cravo – Oliveira do Hospital internas e externas. Tel. 238 607 030 / 968 293 970 – quintasaojose@mail.telepac.pt
    • 14 30 de Setembro de 2008 ECONOMIA www.correiodabeiraserra.com Em sessão pública sobre o programa “Mais Centro” realizada em Oliveira do Hospital Autarcas denunciam “centralismo” e queixam-se de atrasos do QREN Os presidentes das Câma- Hospital referiu que a autarquia está decidida em encontrar as “parcerias ras Municipais de Oliveira adequadas” para que “o projecto possa do Hospital, Pampilhosa ser uma realidade no centro histórico de Oliveira do Hospital”. Adiantou da Serra e Penalva do que a Câmara já deliberou no sentido Castelo foram esta manhã de isentar todos aqueles que dentro da área do centro histórico promo- unânimes em considerar vam a requalificação dos edifícios que o Quadro de Referên- por cinco anos que podem alargar-se a oito, do pagamento do IMI, estando cia Estratégico Nacional já a ser equacionada isenção seme- (QREN) 2007-2013 está lhante ao nível da tabela de taxas e licenças. “São alguns dos incentivos”, a ser orientado de forma sublinhou, notando que o projecto “muito centralizada”. em causa foi elaborado pelo Gabinete Técnico Local e “está em condições de ser lançado o concurso público  LILIANA LOPES  ”Mais Centro- Programa Operacional do Centro” organiza debate público sobre o QREN para ser lançada a obra”. Também os autarcas de Tábua e “É detrimento de outros. “Espero que importância de também os empre- que não foram abertos os programas”, Seia têm projectos realizados para um problema geral haja isenção”, sustentou, realçando sários deverem aproveitar o Quadro acrescentou Mário Alves. Também o candidatar até ao final de Outubro, do QREN. Está de- que “as candidaturas têm critérios Comunitário para “se inovarem e mo- autarca de Penalva do Castelo fala em destinados à requalificação do centro masiado centraliza- que poderão virar-se mais para um dernizarem”. “dois anos perdidos”, não descurando urbano, no primeiro caso e da zona do e a Associação lado do que para o outro”. Na opinião também a realidade de que para “os baixa da cidade, no segundo. Aos Nacional de Mu- de Leonídio Monteiro “ainda é muito “O problema é que temos pequenos centros urbanos apenas há jornalistas, Eduardo Brito falou ainda nicípios Portugueses já o disse. Mas cedo para se averiguar” a existência dois anos decorridos 10 milhões de euros para os 74 mu- da possibilidade de Seia e Oliveira do estas são as regras que temos e temos de interesses político-partidários. e nenhum projecto aprovado” nicípios”, o que considera “manifes- Hospital poderem avançar com pro- que jogar com elas”, afirmou o autarca Também o autarca Mário Alves disse O atraso que pautou o arranque do tamente insuficiente”. jectos conjuntos na área da valoriza- de Oliveira do Hospital, Mário Alves, esperar que “isso não venha a acon- QREN mereceu também o aval nega- Autarquia oliveirense isenta par- ção urbana, embora se tenha recusado quando abordado pelos jornalistas à tecer”, embora “qualquer autarca se tivo dos autarcas que se queixam de ceiros de IMI, taxas e licenças em concretizar a ideia em causa. “Há margem da Sessão de Divulgação das preocupe”. “Confio na capacidade atrasos ao nível do andamento das Participada por vários autarcas da uma boa colaboração com a Câmara Políticas das Cidades realizada no de decisão dos decisores”, defendeu obras necessárias ao bem-estar da região – destaque para a presença dos de Oliveira do Hospital devido à pro- Salão Nobre da Câmara Municipal, Mário Alves, consciente de que só população. “Travou muitos investi- presidentes de câmara de Seia e Tábua ximidade”, referiu Brito, sublinhan- realizada dia 25 de Setembro, numa serão aprovados “os projectos que ti- mentos previstos”, sublinhou o autar- – a sessão versou sobre os programas do que as novas acessibilidades vão organização do “Mais Centro – Pro- verem mais consistência e em que as ca de Pampilhosa da Serra, notando de acção das Parcerias para a Regene- reforçar o perímetro compreendido grama Operacional do Centro”. parcerias sejam claras e inequívocas que “quase todos os municípios têm ração Urbana e sobre as Redes Urba- pelos dois municípios. O modo como o processo está a e vão ao encontro dos objectivos do as obras lançadas previstas para es- nas para a Competitividade e Inova- O município de Pampilhosa da ser gerido pela Comissão de Coorde- programa”. tas candidaturas, na perspectiva de ção, cujas candidaturas terminam no Serra escolheu o sector educativo no nação de Desenvolvimento Regional Posição semelhante foi a mani- que sejam financiadas”. “O problema final de Outubro. que respeita às candidaturas ao pro- do Centro (CCDRC) mereceu também festada pelo presidente da Câmara é que temos dois anos decorridos e João Ribeiro, vogal executivo do grama, com vista a – como referiu o o parecer desfavorável do autarca de Municipal de Pampilhosa da Serra, nenhum projecto aprovado. É uma Mais Centro, destacou aos jornalis- presidente – melhorar o sucesso dos Penalva do Castelo, Leonídio Mon- José Brito, que aos jornalistas referiu realidade que não podemos escamo- tas o objectivo de proporcionar aos alunos. Ao nível da Associação de teiro, que aos jornalistas se opôs ao até que “as verbas estão a ser geridas tear”, defendeu o autarca de Oliveira “principais centros urbanos a possi- Municípios do Pinhal Interior Norte facto de “tudo se passar na CCDRC”, muito centralmente” e estão a ser ca- do Hospital, contando que a câmara bilidade de se requalificarem “ e de está também a ser equacionado um defendendo a descentralização dos nalizadas “para obras que pouco têm a que preside já avançou com um “melhorarem a qualidade de vida e projecto que deverá envolver a to- processos pelas várias associações de a ver com municípios com necessi- conjunto de obras “a contar com o de ambiente das populações”. O de- talidade dos municípios com vista municípios. “Era muito útil que isso dade absoluta de aproveitar o último financiamento do QREN”. “Com ex- safio passa também – como explicou a promover as aldeias de xisto e as já tivesse sido feito”, sustentou, sem QREN, para conseguirem diminuir cepção da candidatura do centro es- – por dotar as cidades da componente principais entradas. Nesta parceria, querer deixar no ar qualquer tipo de as assimetrias”. “Nem todas as au- colar, nenhuma outra candidatura foi “competitividade económica”. o município de Pampilhosa da Serra reservas no que diz respeito ao QREN tarquias têm feito tudo o que neces- aprovada, porque não houve sequer Orientado para aquele objectivo, o conta também com o apoio da AD- poder vir a beneficiar municípios em sitam”, frisou o autarca, notando a a oportunidade de as apresentar por- presidente da Câmara de Oliveira do XISTUR. Deputado da CDU à espera da clarificação do cenário político em Oliveira do Hospital PS da Covilhã convida António Lopes para candidato O Diário XXI – uma publicação do Hospital, eleito pela CDU, que política a ideia de que é uma arte lavra. Assumi um compromisso que tem a sua área de influência detém vários negócios na Beira nobre que deve ser tratada de uma na casa da democracia de Olivei- na região da Beira Interior – no- Interior e é presidente da Assem- forma séria”, pelo que – conforme ra do Hospital – subentenda-se a ticiou que o empresário António bleia-Geral do Sporting Club da sustentou – a existência de “even- Assembleia Municipal (AM) – e Lopes declinou um convite for- Covilhã, terá sido abordado pelo tuais convites, uma vez que não fo- não tendo ainda condições para mulado pelo Partido Socialista, PS covilhanense, que entretanto ram aceites, devem ficar no âmbito decidir sobre este compromisso, para se candidatar à presidência acaba de anunciar que Margarida dos intervenientes” do processo. naturalmente não podia assumir da Câmara da Covilhã nas eleições Lino é já a candidata oficial do Lopes volta entretanto a reavi- qualquer outro”, declarou Lopes, autárquicas de 2009. partido. var a hipótese de poder vir a parti- recordando a garantia que deixou De acordo com aquele jornal Instado a confirmar esta notícia cipar nas autárquicas de 2009, mas na AM quando afirmou que se Má- diário, aquele membro da As- pelo Correio da Beira Serra, An- em Oliveira do Hospital. “Sempre rio Alves fosse candidato, ele pró- sembleia Municipal de Oliveira tónio Lopes afirmou que “tem da disse que era uma pessoa de pa- prio também avançaria.
    • 15 30 de Setembro de 2008 www.correiodabeiraserra.com C U LT U R A Quando o tempo sobra, depois de Vila Pouca, é obrigatória uma paragem nas “Varandas de Avô”. Contemplamos a paisagem desenhada nas margens do Alva, imaginamos os séculos de história da vila, montes e vales cantados por Brás Garcia de Mascarenhas, e descemos em busca de José da Costa Gomes, bem perto do gracioso coreto. José da Costa Gomes S ubimos a calçada, um – “Isso foi ao princípio, porque os pouco íngreme, e da va- músicos do Rancho eram os mesmo da randa da casa veio o sorri- Banda, mas só íamos quando não tí- so da dona Isabel, esposa nhamos festas. Hoje têm outro tipo de do senhor Gomes, que nos acompanhamento musical, mas tam- espera. Se não soubéssemos de ante- bém foi um tempo bem bonito esse…”. mão que estava avançado na idade, não Pergunto pelas mudanças no repor- acertávamos no número de primaveras tório da Banda… de um dos homenageados pela Câmara – “Hoje tocam-se outras peças, tudo Municipal de Oliveira do Hospital no muda, o grau de dificuldade nem por próximo aniversário concelhio. isso, mas olhe que ainda há dias toquei – “Acho que não merecia nenhuma uma marcha que fizera parte do nosso homenagem, mas se eles (Câmara) que- reportório há uns sessenta anos”. rem…” – refere, humilde - até no sorri- Não há volta a dar à conversa: todos so. Insisto: os caminhos se cruzam com a Filarmó- – “Parece-nos uma homenagem justa”. nica Avoense – até como cobrador de – “O senhor presidente da Câmara quotas ele se dedicou à causa da “mú- sempre foi meu amigo, e um dia, numa sica”: festa, deu-me um abraço e disse que eu – “Durante muitos anos cobrei as merecia uma prenda de ouro”. quotas, sim, mas deixei o ano passado, já me canso um bocado, entreguei a ta- Primeiro o amanho dos campos, de- refa a outro que pode mais das pernas pois a indústria da madeira, o serviço do que eu”. militar, o casamento, os filhos. O per- – “Andar nas arruadas cansa bastan- curso é comum a tantos outros conter- te” – atalhei. râneos, rapazes do seu tempo, incluin- – “Pois cansa, mas as pessoas são do a aprendizagem do solfejo na Banda simpáticas comigo, não querem que Filarmónica Avoense, onde se mantêm saia, por isso, até ter forças vou andan- como executante há sessenta e sete do por lá. anos! – “Aqui há uns tempos fui à médica – “Nasci em 1925 e em 1941, portan- e disse-lhe que se calhar ia sair da Ban- to com dezasseis anos de idade, estreei- da éramos novos, que se juntava sempre viveu de perto e compara no tempo: da, por causa do meu cansaço, mas ela me na Banda. Lembro-me bem – conta que cada um fazia anos e então, depois – “Hoje há na Filarmónica miúdos pediu-me para não o fazer, o exercício – foi na segunda-feira da Páscoa, em de bem comidos e bebidos íamos para que tocam tanto como os mais velhos faz bem à saúde, e eu cá ando”. Vinhó. as ruínas do castelo, já tarde, tocar. Isso que lá andavam quando eu entrei. Ago- – “O meu percurso na Filarmónica acontecia com frequência, mesmo sem ra é tudo diferente, já não vamos a pé Posta de lado a hipótese da reforma começou com o Clarinete, depois pas- haver motivo para festejar, mas uma vez por aí, por essas terras, como antiga- – e ainda bem! – apesar dos seus oitenta sei para o Saxofone Tenor, que toquei deu-nos para ir tocar à porta do doutor mente, saímos de madrugada, regressá- e três anos de vida, José Gomes entende Sessenta e sete anos de harmonia(s) na Banda durante seis anos, e voltei para o Cla- Vasco de Campos – seriam umas três da vamos de noite, e é pena que os mais que há necessidade de renovação nas rinete, sem nenhum problema, tocar madrugada – ele veio à varanda, ficou novos não se dediquem mais à música; nossas Filarmónicas, que continuam a um ou outro é quase a mesma coisa, a ouvir, por fim disse que nunca tinha às vezes digo-lhes: -“ vocês não sabem servir as gentes das Beiras como esco- embora o clarinete seja um pouco mais ouvido na vida coisa mais bonita”. o que perdem, nem se valorizam nem las de música. Além disso, associado à difícil”. Continua simples e humilde nos re- nada “, mas não ligam. Mesmo assim arte, moldam-se caracteres, e aprende- As memórias de mais de meio século latos que se seguiram, alguns brejeiros temos bastante juventude na nossa se a disciplina de comportamento cívi- nas fileiras da Filarmónica davam para mas com graça, a que a esposa Isabel Banda e este Verão tivemos bastantes co em grupo. “escrever um livro…”, ma há um epi- punha cobro: – “deixa-te disso…”, e festas”. – “Reformar-me da música? Canso- sódio que o José Gomes destaca, certa- ele: – “não tem mal nenhum, são estó- me um bocado a andar, é certo, mas a mente pela nostalgia com que o faz: rias engraçadas, mais nada”. Além da Filarmónica Avoense, José tocar, os outros não o fazem melhor do – “Na música (Banda) sempre fomos Estórias antigas, sem dúvida, a que Gomes também colaborou com o Ran- que eu”. amigos uns dos outros mas havia um se podem juntar outras bem mais recen- cho as Camponesas do Alva, também Falou e disse o “jovem” José Gomes. grupo de seis ou sete, nesse tempo, ain- tes, sobretudo pela vivência de quem as em Avô: Carlos Alberto
    • 16 30 de Setembro de 2008 FREGUESIAS www.correiodabeiraserra.com Moradores da Sobreda queixam-se dos acessos para as habitações “O senhor presidente da Câmara tem que compor aquilo que mandou estragar” genária ao Correio da Beira Serra, fa- O estado em que os em- zendo questão de mostrar as marcas preiteiros deixaram as onde o carro do filho costuma bater entradas para as habita- por baixo. “Até com o jipe cá bate”, referiu, recordando a altura em que a ções contíguas à via de entrada para a casa estava ao nível da acesso para a Sobreda está estrada. “Puseram a terra que tiraram dos buracos para o esgoto toda aqui a indignar a população. por cima e, eu logo vi que isto estava Os moradores queixam-se a ser mal feito”, contou, sublinhando que “ se no futuro fizerem sempre das lombas muito elevadas assim, temos que usar uma escada e exigem à Câmara que para virmos para a rua”. Com três entradas a necessitarem de interven- resolva o problema. ção, Maria Branca denuncia ainda a forma inadequada como cimentaram a entrada para o terreno que mantém  LILIANA LOPES contíguo à casa. “Foram tão sujos O que até usaram o portão para servir s moradores da rua de cofragem e não utilizaram madei- Principal, na locali- ra”, contou indignada, sustentando dade da Sobreda, na que tem o direito de ver as entradas freguesia de Seixo arranjadas, já que “também não se da Beira estão in- esquecem de pedir o dinheiro para dignados com a Câmara Municipal os esgotos” de Oliveira do Hospital por continu- ar a adiar o arranjo das entradas para A Junta não tem dinheiro as habitações e terrenos contíguos para arranjar as entradas àquela via.  “Por coincidência, a pior entrada é a dos pais do presidente da Junta” Confrontado pelo CBS sobre o moti- A situação arrasta-se desde o fi- vo pelo qual a Junta não soluciona nal do Inverno passado e resultou Junta de Freguesia (JF) local. “Informei todos os moradores dessa pode entrar com o carro dentro da o problema da elevação das entra- dos trabalhos de beneficiação reali- Desde Março que o desconten- situação”, referiu António Inácio ao propriedade dos pais, nem sequer das, António Inácio referiu que se zados naquela via de acesso ao cen- tamento da população é do conhe- Correio da Beira Serra, garantindo para deixar a mãe mais perto da por- trata de um trabalho que não cabe à tro da localidade, que obrigaram à cimento do presidente da Câmara que nunca mais obteve qualquer ta de casa que, com 85 anos de idade, Junta executar, até porque “não tem elevação do piso, desnivelando as Municipal que foi, inicialmente, resposta da Câmara sobre o assunto. tem a sua mobilidade muito condi- dinheiro para poder pagar”. Não des- entradas já existentes para as ha- alertado pelo presidente da Junta de cionada, fazendo uso de uma muleta cartou contudo essa possibilidade, bitações e terrenos. Na ocasião, a Freguesia, António Inácio e, numa “Por coincidência, a pior para se auxiliar. “Eu tinha cá uma caso a Câmara Municipal não faça solução passou pela construção fase posterior pelos moradores, in- entrada é a dos pais passagem boa e agora não tenho cá essa rectificação. O que o autarca de rampas de acesso, mas que na cluindo o autarca na qualidade de presidente da Junta” nada”, disse a própria ao CBS, acres- estranha é o silêncio do presidente maioria dos casos acabou por acen- filho de uma das habitantes lesadas. Volvido quase um ano desde o iní- centando que “o senhor presidente do município que, por esta altura, tuar ainda mais o desnível e levan- Em nenhuma das vezes, António cio das obras naquela via, o proble- da Câmara tem que compor aquilo já deveria ter dito uma palavra aos do a que a água da chuva entre de Inácio obteve resposta do presidente ma das entradas subsiste e ao CBS que mandou estragar”. moradores. “Se a Câmara Municipal enxurrada pelas entradas. Nalguns do município, mas antes, foi o pró- o presidente da JF não deixou de se Quem já foi contemplada com a não pode fazer, deve informar que casos, o acesso de viaturas tornou- prio engenheiro civil Manuel Cruz revelar incomodado com o facto de a visita do engenheiro da Câmara Mu- não faz”, rematou. se quase impossível e há até a regis- que através de ofício respondeu à entrada para a casa dos pais ter sido nicipal foi a moradora da habitação Sem resposta ficou também o Cor- tar a existência de uma entrada que primeira carta enviada pelo autarca, a única onde o empreiteiro nem se- número seis. Mas, nem por isso, Ma- reio da Beira Serra que, no contacto nem sequer beneficiou de nenhuma informando que caberia aos mora- quer fez uma lomba. ria Branca Pinto se revelou menos com a Câmara Municipal de Oliveira espécie de lomba, e que é tão só a dores lesados contactar o presidente “Por coincidência, a pior entrada indignada com a Câmara Municipal. do Hospital, foi informado de que o que permite o acesso para a casa de da autarquia oliveirense para que é a dos pais do presidente da Junta”, “Já cá veio em Junho e até agora ain- “senhor presidente não tem qualquer Lídia Inácio, mãe do presidente da o problema pudesse ser resolvido. sustentou, contando que nunca mais da não fizeram nada”, contou a octo- declaração a fazer sobre o assunto”. CARTAS AO DIRECTOR A FICACOL não “pertence ao passado” portante para o concelho, temos espaços para a realizar, como por exemplo, o espaço da nova feira ou o Parque do Mandanelho, logo a falta O Sr. Presidente da Câmara Mu- importância, para dar a conhecer níveis. Temos, por exemplo, cer- da estagnação a que Oliveira do Hos- de espaço não pode ser desculpa. nicipal afirmou recentemente, com e a promover o concelho e as suas tames idênticos em Cantanhede pital chegou? Assim sendo, o Partido Socialista toda a determinação, que a FICACOL empresas seja coisa do passado? (Expofacic), em Arganil (Ficabeira), O desemprego no concelho está a entende que a FICACOL não “per- “pertence ao passado”. Mais uma Não é minimamente aceitável que em Tondela (Ficton), em Seia (Fia- subir, não tem havido, nos últimos tence ao passado”, bem pelo contrá- vez demonstrou a sua visão solitária o responsável máximo da autarquia gris), em Gouveia, em Vila Nova de 15 anos, investimentos estruturan- rio, pertence ao presente e ao futuro e completamente ultrapassada que tenha este tipo de visão. Mas afinal: Poiares, em Góis, entre outros, onde tes, apenas obras avulso, de facha- do concelho, podendo trazer um tem das coisas e do concelho. Como quem é do passado e nele vive en- acabamos por constatar que há em- da, com excepção para a criação da novo fôlego à sua promoção e afir- é possível afirmar-se uma barbarida- calhado? presas de Oliveira do Hospital neles ESTGOH, que foi obra dum Governo mação na região e no país. E é por de destas. Ok, já estamos habituados O Partido Socialista tem-se bati- representadas e bem acolhidas. socialista. Temos perdido terreno acreditarmos nas potencialidades do às suas tiradas típicas, mas uma coi- do pelo reactivamento da FICACOL, Insistimos-lhe no desafio Sr. Pre- em relação aos concelhos vizinhos concelho, das suas empresas e ins- sa destas não se poderia imaginar. pois tem plena consciência da falta sidente da Câmara: Não tenha medo e tudo isto sem que o executivo ca- tituições, que acreditamos que Oli- Como é possível que, num mun- que esta Mostra/Feira faz ao conce- de copiar ideias com sucesso, não marário e o PSD (o qual não se pode veira do Hospital tem futuro. E cer- do cada vez mais global e competiti- lho, porque tem a perfeita consciên- tenha medo de aceitar as propostas desassociar destes executivos, nem tamente melhor futuro com novos vo, em que cada vez mais se tem que cia da projecção que fez e que volta- do Partido Socialista. O que está em sequer os seus actuais dirigentes) intervenientes e novos dirigentes à “vender” e projectar a imagem dum ria a fazer de Oliveira do Hospital. causa é o desenvolvimento e o futu- arranjem e procurem novas ideias. E frente da Câmara Municipal. concelho no exterior, um Presidente Basta olhar para os concelhos ro do nosso concelho. pior, rejeitam as propostas da Opo- Ricardo Figueiredo duma Câmara Municipal venha di- vizinhos para ver que esta “receita” Será que o Sr. Presidente da Câ- sição. Coordenador do Núcleo da Juventude zer que um certame de reconhecida funciona e tem impacto a todos os mara e o PSD não têm consciência A realização da FICACOL é im- Socialista de Oliveira do Hospital
    • 17 P O L Í T I C A 30 de Setembro de 2008 www.correiodabeiraserra.com António Campos insurge-se contra a “subsídio-dependência” “É fundamental que as ZIF criem autonomia e não estejam só a parasitar…” Num debate organizado pela candidatura de Má- rio Ruivo à presidência da Federação Distrital do PS/Coimbra, António Campos sustentou que é chegado o momento das Zonas de Interven- ção Florestal ganharem “autonomia”.  LILIANA LOPES A s Zonas de Inter- venção Florestal (ZIF), o seu fun- cionamento e mo- delos de gestão estiveram, dia 15 de Setembro, em análise, no Hotel São Paulo  António Campos: “Precisamos de transformar as ZIF em coisas activas porque não podem andar só a sugar dinheiros...” em Oliveira do Hospital, durante a sessão “Desenvolvimento Sus- associativo que tem vindo a ser tário de Estado da Agricultura e do acelerada, pela promoção da caça António Campos voltou a mani- tentável do Mundo Rural – do dinamizado em torno das flores- Fomento Agrário e é hoje o maior e pelo pastoreio de cabras que festar-se contra o facto de “existir Pinhal à Beira Serra” dinamizada tas. produtor de maçã bravo de Esmol- – como disse – conseguem manter pinheiro e eucalipto por todo o pela candidatura de Mário Ruivo As dificuldades em torno da fe – que se endureceu a crítica em a floresta sempre limpa e sem ma- lado”, dado que não se adequam à Federação Distrital de Coimbra gestão das ZIF, as mais valias do relação às recém-criadas estrutu- terial combustível para a propaga- à natureza, que se encarrega de os do Partido Socialista. trabalho conjunto e os problemas ras de organização florestal. ção de incêndios, ao mesmo tem- destruir através do fogo. “Deviam Participada por Sérgio Cor- resultantes do abandono da pro- “É fundamental que as ZIF po que geram receitas. “Podemos ser criadas grandes manchas de reia, António Campos e António priedade minifúndio começaram criem autonomia e não estejam ser grandes exportadores de cogu- floresta ligadas ao ecossistema”, Abranches, a sessão – moderada por ser referenciadas por Sérgio só a parasitar e a gastar os fundos por José Francisco Rolo e apresen- Correia, natural de Travanca de comunitários”, afirmou António tada por Manuel da Costa – ver- Lagos e profissionalmente ligado Campos, defendendo que o Esta- sou sobre questões como o êxodo à floresta e ao mundo rural. Mas, do premeie aquelas que consigam rural, envelhecimento populacio- foi sobretudo com António Cam- atingir esse objectivo. Chegou até nal, erosão dos terrenos, incên- pos – mítico militante socialista a propor soluções para a criação dios florestais, retorno ao mundo que para além de eurodeputado, de autonomia e que passam pela rural e também sobre o trabalho ocupou também o cargo de secre- produção de cogumelos de forma R U R A L I DA D E S Foto de HENRIQUE BARRETO  Mário Ruivo ladeado por Carlos Mendes e Manuel da Costa melos e as cabras encarregam-se defendeu, constatando que “nós de transformar a carga combustí- só produzimos o que não presta e vel em carne e leite”, explicou An- que depois importamos madeiras tónio Campos, lamentando que ao valiosíssimas”. contrário do que acontece noutros países, em Portugal ainda nem se- Rolo elogiou iniciativa quer se discute a possibilidade de A ideia de realização de um ciclo transformar os restos florestais em de debates por parte da candida- combustíveis celulósicos. “Preci- tura de Mário Ruivo foi alvo de samos de transformar as ZIF em elogios, destacando-se a conside- coisas activas porque não podem ração do presidente da Comissão andar só a sugar dinheiros”, reite- Política Concelhia do PS de Oli- rou o socialista, sem deixar de se veira do Hospital, José Francisco mostrar descontente com as po- Rolo, segundo o qual “a política líticas florestais que vigoram em não pode ser fulanizada”. “Esta Portugal. candidatura lançou um modelo Defensor da manutenção das construtivo de fazer política con- espécies folhosas próprias do frontando projectos e criando este Resineiro engraçado... ecossistema da região do interior, ciclo de debates”, sustentou.
    • 18 30 de Setembro de 2008 PUBLICIDADE www.correiodabeiraserra.com IMOBILIÁRIA Tribunal Judicial de Oliveira do Hospital Secção Única Largo Cabral Metelo – 3400-062 Oliveira do Hospital Telf. 238605230 – FAX 238605239 – E-mail: ohospital.tc@tribunais.org.pt ANÚNCIO Processo: 204/03.4TBOHP Execução Ordinário N/ Referência: 457279 Data: 09-09-2008 Exequente: Caixa Geral de Depósitos, S.A. Executado: António José Pinto Amaro e outro(s)… Correm éditos de 20 DIAS para citação dos credores desconhecidos que gozem de garantia real sobre os bens penhorados ao(s) executado(s) abaixo indicados, para reclamarem o pagamento dos respectivos créditos pelo produto de tais bens, no prazo de 15 dias, findo o dos éditos, que se começará a contar da segunda e última publicação do anúncio. Bens penhorados: TIPO DE BEM: Bem Móvel DESCRIÇÃO: Um aparelho de soldadura, por arco transferido, compostos por dois armários, componen- tes electrónicos, mesa e robot, de marca Reis, modelo SR-V60, Tipo ROK 11, n.º 5421900. PENHORADO EM: 16-12-2003 16:30:00, AVALIADO EM: € 150.000,00 PENHORADO A: EXECUTADO: Serplatec – Manutenção Industrial, Lda.. Documentos de identificação: NIF – 504521470. Endereço: Zona Industrial, Lote 8, 3400-000 Oliveira do Hospital. O Juiz de Direito, Dr.(a) Luís Alves O Oficial de Justiça, José Nobre 1.ª Publicação | Correio da Beira Serra, 30 de Setembro de 2008 Jovem Sincero e Fiel de 30 Anos BOM NEGÓCIO Vendem-se Seis Semanas de Férias PROCURA Periódicas Perpétuas Em Apartamentos Turísticos Rapariga com idade inferior, JOSÉ BERNARDINO para fins de Amizade ou no Algarve (Albufeira – Cerro da Piedade) Por Apenas 6 mil euros PERES DA COSTA Namoro sincero e verdadeiro (Primavera, Verão, Outono e Inverno) (8 / 5 / 1945 - 24 / 9 / 2008) Nogueira do Cravo Tlm. 960 382 608 Contacto: 916 280 641 CARTÓRIOS AGRADECIMENTO CARTÓRIO NOTARIAL SITO EM TÁBUA A cargo do Notário Ricardo Nuno Carvalho da Fonseca Santos A Esposa e restante família, na impossibilidade de o fazerem JUSTIFICAÇÃO pessoalmente, vêm agradecer a TODOS quantos participaram nas Certifico que neste cartório, a cargo de Ricardo Nuno Carvalho da Fonseca Santos, Notário do referido Cartório, foi hoje lavrada uma escritura a folhas 50 e seguintes, do livro de notas com o número cinquenta e quatro mediante a qual JOAQUIM GOMES DIAS e mulher, cerimónias fúnebres, assim como a TODOS aqueles que, de qualquer EDITE MEDEIROS DIAS, contribuintes fiscais n.ºs 245927930 e 264656083, casados em comunhão geral, ele natural da freguesia de Seixo da Beira, concelho de Oliveira do Hospital e ela do Brasil, onde residem em São Paulo na Rua Professor Pedreira de Freitas, 272 – Edifício outro modo, lhes manifestaram o seu pesar. Madri – apartamento 202M, Condomínio Europa, declaram: Que são donos e legítimos possuidores, com exclusão de outrem, dos prédios rústicos seguidamente referidos, todos sito na freguesia de Seixo da Beira, concelho de Oliveira do Hospital: CARTÓRIOS UM – Cultura, sita ao Vale Franguinho, com trezentos e sessenta metros quadrados, a confinar do norte com José Dias dos Santos, do nascente com Ana Nazaré dos Santos, do sul com barroca e do poente com Diamantino Pereira, inscrito na matriz em nome de João Dias NOTARIADO PORTUGUÊS pelo artigo 7 385, com o valor patrimonial tributável de 49,36 €; DOIS – Pastagem com videiras, sita ao Vale Franguinho, com quatrocentos e oitenta metros quadrados, a confinar do norte com Albano CARTÓRIO NOTARIAL DE OLIVEIRA DO HOSPITAL Pereira, do nascente com José Dias dos Santos e outros, do sul com Diamantino Pereira e do poente com Manuel Roque Povoas, inscrito na matriz em nome de João Dias pelo artigo 7 395, com o valor patrimonial tributável de 103,92 €; CERTIFICO, para fins de publicação, que no dia 23 de Setembro de 2008, no livro de notas para escrituras diversas número vinte e um, a folhas TRÊS – Cultura, sita à Ribeira, com duzentos e noventa e sete metros quadrados, a confinar do norte com ribeiro, do nascente com 12 e seguintes, deste Cartório, foi lavrada uma escritura de justificação na qual ANTÓNIO ROQUE, viúvo, natural da freguesia de Lagares, concelho herdeiros de Palmira Nunes, do sul com levada de água de rega e do poente com herdeiros de António Fernandes Povoas, inscrito na matriz em nome de João Dias pelo artigo 8 404, com o valor patrimonial tributável de 43,83 €; de Oliveira do Hospital, onde reside na Rua Nova, nº 10, NIF 121.824.187, declarou ser, com exclusão de outrem, dono e legítimo possuidor do QUATRO – Centeio, pastagem com oliveiras e videiras em cordão, pinhal e terreno rochoso, sito ao Botelho, com dois mil duzentos seguinte bem imóvel situado na freguesia de Lagares, concelho de Oliveira do Hospital: e cinquenta metros quadrados, a confinar do norte com João Santos Figueiredo, do nascente com Manuel Dias dos Santos, do sul com METADE INDIVISA DE UM PRÉDIO URBANO, sito na Rua Nova, composto de casa com um andar e páteo descoberto, com a superfície coberta caminho e do poente com Gracinda Dias, inscrito na matriz em nome de João Dias pelo artigo 8 488, com o valor patrimonial tributável de de quarenta e dois metros quadrados e a descoberta de sete metros quadrados, a confrontar do norte e nascente com Anicete Mendes Pinto, do sul 380,32 €; CINCO – Pinhal, sito ao Saúdo, com mil e duzentos metros quadrados, a confinar do norte com caminho, do nascente com Diamantino com José Pereira e do poente com rua, inscrito na matriz, o referido direito, em nome de Maria Amália Roque Fidalgo, sob o artigo 238, com o valor Alves Loureiro, do sul com José Dias dos Santos e outro e do poente com José Antunes, inscrito na matriz em nome de João Dias pelo artigo patrimonial tributário, correspondente à fracção, de seiscentos e oitenta e oito euros e vinte e oito cêntimos, igual ao atribuído, omisso no registo 8 629, com o valor patrimonial tributável de 199,62 €; predial, o qual veio à sua posse já no estado de viúvo, por doação verbal feita por volta do ano de mil novecentos e oitenta e sete, pela referida Maria SEIS – Pinhal, mato e terreno rochoso, sito às Barcas, com mil quatrocentos e setenta e oito metros quadrados, a confinar do norte com Manuel Roque e outro, do nascente com José Dias dos Santos, do sul com Manuel Gonçalves Lopes e do poente com António Amador Amália Roque Fidalgo, solteira, maior, residente que foi na mencionada freguesia de Lagares, no lugar sede, sem que, todavia, desse facto, tenha ficado Antunes, inscrito na matriz em nome de João Dias pelo artigo 8 654, com o valor patrimonial tributável de 52,10 €; e a dispor de título válido para o seu registo, tendo de imediato entrado na posse do mesmo. SETE – Pinhal, sito ao Vale Franguinho, com mil cento e cinquenta e cinco metros quadrados, a confinar do norte com caminho, do A verdade, porém, é que a partir daquela data possuí assim aquele direito, em nome próprio, há mais de vinte anos, passando a usufruí-lo sem nascente com Joaquim Braz Dias, do sul com Alberto Gonçalves e o poente com Manuel Fernandes Povoas e outros, inscrito na matriz em nome de João Dias pelo artigo 7 442, com o valor patrimonial tributável de 191,39 €, a menor oposição de quem quer que seja desde o seu início, retirando dele todas as utilidades possíveis, habitando o prédio, fazendo nele obras de Os referidos prédios não se encontram registrados na Conservatória do Registo Predial de Oliveira do Hospital. conservação - posse que sempre exerceu sem interrupção e ostensivamente, com o conhecimento da generalidade das pessoas da indicada freguesia, Que os justificantes não são detentores de qualquer titulo formal que legitime o domínio de tais prédios que advieram à sua posse lugares e freguesias vizinhas - traduzida pois em actos materiais de fruição, sendo por isso uma posse pacífica, porque adquirida sem violência, por volta do ano de mil novecentos e oitenta e dois por partilha feita sob a forma meramente verbal por óbito de João Dias e mulher, Maria Celestina Craveiro, casados em comunhão geral e que foram residentes no lugar de Seixas, dita freguesia de Seixo da Beira. contínua, porque sem interrupção desde o seu início, pública, porque do conhecimento da generalidade das pessoas e de boa-fé, porque ignorando Que, não obstante isso, têm usufruído tais prédios nomeadamente colhendo os frutos, a resina, limpando o mato, gozando de todas no momento do apossamento lesar direito de outrem - pelo que verificados os elementos integradores - o decurso do tempo e uma especial situação as utilidades por eles proporcionadas, com ânimo de quem exercita direito próprio, sendo reconhecidos, como seus donos por toda a gente, jurídica - posse - adquiriu o referido direito por usucapião, não tendo, todavia, dado o modo de aquisição, documento que lhe permita fazer prova do fazendo-o de boa fé, por ignorar lesar direito alheio, pacificamente, porque sem violência, contínua e publicamente, à vista e com conheci- mento de toda gente e sem oposição de ninguém – e tudo isto por lapso de tempo superior a vinte anos. seu direito de propriedade perfeita pelos meios extrajudiciais normais Que, dadas as enunciadas características de tal posse, os justificantes adquiriram os mencionados prédios, por usucapião – título este, que, por natureza, não é susceptível de ser comprovado pelos meios normais. Está conforme. Está conforme. Cartório Notarial de Oliveira do Hospital, 23 de Setembro de 2008. Tábua, 17 de Setembro de 2008 A Notária, O Notário, Inês Barreto Amaral Correio da Beira Serra, 30 de Setembro de 2008 Ricardo Nuno Carvalho da Fonseca Santos Correio da Beira Serra, 30 de Setembro de 2008 CARTÓRIO NOTARIAL DE NELAS – EXTRACTO ADMITEM-SE Maria Inês Meira Martins Cepa, Notaria do Cartório Notarial de Nelas, sito na Avenida João XXIII, no Edifício Central, CERTIFICA PARA EFEITOS DE PUBLICAÇÃO QUE de folhas sessenta e sete e seguintes, do Livro de Notas para Escrituras Diversas número Trinta e Oito – F, deste Cartório, se encontra lavrada uma Escritura de Justificação Notarial, com data de vinte e seis de Setembro de dois mil e oito, na qual, ANABELA MARIA MONTEIRO, divorciada, natural da freguesia de Senhorim, concelho de Nelas, residente na Rua Fernando Oliveira, número 2, 1º andar esquerdo, na freguesia de Santo António dos Cavaleiros, concelho de Loures, que outorga na qualidade de procuradora em representação de: ANTÓNIO ALVES MARTINHO, DELEGADOS COMERCIAIS (M/F) contribuinte fiscal número 221 385 932 e mulher, MARIA ARMANDA MONTEIRO MARTINHO, contribuinte fiscal número 221 401 547 casados sob o regime da comunhão de adquiridos, ele natural da freguesia de Seixo da Beira, concelho de Oliveira do Hospital, ela da freguesia de Senhorim, concelho de Nelas, onde residem no Lugar dos Moinhos, qualidade e poderes que verifiquei pela procuração que arquivei na referida escritura, declarou, que o Zona de Trabalho > Oliveira do Hospital, Seia e Tábua seu representado é o único dono e possuidor, de UM QUARTO INDIVISO do seguinte prédio, sito na freguesia de Seixo da Beira, concelho de Oliveira do Hospital: RÚSTICO, composto de centeio e pastagem com oliveiras e videiras em cordão, sito às FONTAINHAS, com a área de mil quatrocentos e cinquenta e oito metros quadrados, com o valor patrimonial de 6,48 euros, a confrontar de norte com José Alves da Quinta, de sul com Manuel de Matos EXIGE-SE Herdeiros, de nascente com João de Matos e de poente com caminho, inscrito na matriz sob o artigo 6 234, na proporção de um quarto em nome do justificante marido, um quarto a favor de Maria Idalina Fernandes e metade a favor de Zulmira de Jesus Matos, não descrito na Conservatória do Registo Predial de Oliveira do Hospital. Idade Superior a 18 anos • Boa Apresentação O justificante além do referido um quarto indiviso deste prédio, sendo comproprietária de outra metade do prédio, Zulmira de Jesus Matos, viúva, residente na Rua da Bica, número dois, no Lugar da Freguesia Velha, dita freguesia de Seixo da Beira. Boa Capacidade de Comunicação Que o referido um quarto indiviso do prédio que ora é justificado, veio à posse deste por compra meramente verbal feita no ano de mil novecentos e oitenta e três quando já se encontrava casado com a actual mulher, sendo certo que a parte indivisa que ora se justifica fica a integrar o património próprio Espírito de Trabalho em Equipa • Dinamismo do justificante, ao abrigo e sem prejuízo do disposto no artigo 1727º do código Civil, já que à data em que se iniciou a posse, este já era dono de um quarto indiviso do prédio por lhe ter sido adjudicado nos Autos de Inventário Obrigatório número dezanove barra oitenta, que se encontram arquivados no maço cento e quarenta e sete, sob o número catorze, a que se procedeu por óbito de João Alves Martinho e mulher, Maria José das Neves, o que tudo verifiquei Capacidade de trabalho por objectivos pela Certidão do Tribunal Judicial de Oliveira do Hospital, emitida em dezanove de Agosto de dois mil e seis, que me foi exibida. Que desde essa data, entrou na posse do referido imóvel na indicada proporção. Que sempre esteve e se tem mantido na posse e fruição do indicado prédio, na indicada proporção, há mais de vinte anos, quer cultivando a terra, OFERECE-SE quer colhendo os frutos, pagando sempre os respectivos impostos, administrando-o com ânimo de quem exercita direito próprio, pacificamente porque sem violĐ Remuneração Base (acima da média) + Comissões Que dadas as enumeradas características de tal posse adquiriu o mencionado prédio, na referida proporção, por usucapião que invoca, justificando o seu direito de propriedade, para efeitos de primeira inscrição no Registo Predial, dado que esta forma de aquisição não pode ser comprovada por qualquer outro título formal extrajudicial. Viatura de Serviço • Outras regalias Está conforme. Cartório Notarial de Nelas, vinte e seis de Setembro de dois mil e oito. Para marcações de entrevistas, os candidatos devem enviar as suas respostas – acompanhadas de currículo vitae – para A Notária, Maria Inês Meira Martins Cepa Correio da Beira Serra, 30 de Setembro de 2008 o nº 801 do Correio da Beira Serra, Praceta Manuel Cid Teles, Lote 12 – 1º Esqº 3400-132 Oliveira do Hospital
    • 19 30 de Setembro de 2008 www.correiodabeiraserra.com C U LT U R A | A G E N D A CINEMA Tondela ESPECTÁCULOS Viseu (ACERT) (Teatro Viriato) Oliveira do Hospital Tondela (Casa da Cultura César de Oliveira) 1 de Outubro> 21h45 (ACERT) 10 e 11 Outubro > 21h30 CARAM EL FEMININE 03 – 04 Outubro > 21h30 De: Nadine Labaki Jazzin’08 Direcção e coreografia Paulo Ribeiro 05 Outubro > 16h00 Com: Nadine Labaki, Yasmine Elmasri, Joanna Auditório 1 Interpretação Elisabeth Lambeck, Erika Guas- 2 de Outubro> 21h45 WALL.E Moukarzel, Gisèle Aouad tamacchia, Leonor Keil, Margarida Gonçalves e Realizador: Andrew Stanton M|12; 95 mins. CARLOS BARRETTO São Castro versão portuguesa com LOKOMOTIV Música Nuno Rebelo Carlos Freixo, Carla Garcia, Mário Bomba, Lui- Não deixe passar a locomotiva e embarque nesta 60 min. s/ intervalo sa Salgueiro, João de Carvalho, Mário Redondo, viagem ao sabor de um jazz livre e aventureiro… Preços: B (7,5€ a 15€) Jovem 5€ | m/12 anos Paula Fonseca Filme de animação Qualidade Animação/Aventura | 98 minutos MUSICA 8 de Outubro> 21h45 Viseu CRISTÓVÃO COLOMBO (Teatro Viriato) 10 – 11 – 12 Outubro > 21h30 O ENIGMA De: Manoel de Oliveira 03 Out PEQUENO GRANDE DAVE Actores: Ricardo Trêpa, Leonor Baldaque, Ma- PEDRO CARNEIRO SONATAS, Realizador: Brian Robbins noel de Oliveira, Maria Isabel de Oliveira Actores: Eddie Murphy, Elizabeth Banks, Ga- M/12; 75 mins. JOGOS E AVENTURAS brielle Union, Judah Friedlander, Ed Helms Recital de percussão a solo 3 Outubro> 21h45 Comédia | M/6 | 90 minutos Sex 21h30 | 90 min. c/ intervalo ELFAD quarteto Preços: A (5€ a 10€) / Jovem 5€ Uma música vigorosa e única que orquestra Todos os públicos uma associação perfeita entre o jazz e as sono- ridades mediterrânicas… Coimbra (Teatro Académico Gil Vicente) DOC TAGV/FEUC Bar Novo Ciclo EXPOSIÇÕES 4 de Outubro> 23h30 Seia 6 de Outubro 21h00 QUIMERA QUINTETO (Casa Municipal da Cultura) TODO O OURO DO MUNDO Tondela Para fechar o festival com chave de ouro. Ou não estivéssemos a falar de uma Quimera de Robert Nugent (ACERT) 18 de Outubro > 21:45 Horas Filme comentado por Gilles Labarthe, Manuel Ennes Ferreira e Joaquim Feio RODRIGO LEÃO Organização TAGV e FEUC Exposição Jazzin’08 & CINEMA ENSEMBLE Entrada gratuita Restaurante Novo Ciclo Concerto integrado na cerimónia de abertura De 2 a 30 Outubro oficial do Cine’Eco – Festival Internacional de PORTUGAL JAZZ Cinema e Vídeo de Ambiente de Seia 9ª FESTA DO CINEMA FRANCÊS RECTROSPECTIVA Organização: Alliance Française de Coimbra e Fotografias de Hélio Gomes Instituto Franco – Português de Lisboa 13 DE OUTUBRO> 21H00 DEUX JOURS À TUER de Jean Becker Antoine (Albert Dupontel), 42 anos, é um publicitário de sucesso com uma vida perfeita. 4 de Outubro> 21h45 É que o rodeiam, destrói, no espaço de uma Auditório 1 25 de Outubro > 21:45 Horas semana, toda a estrutura da sua vida... FREEFLOW VIVIANE Espontaneidade, criatividade e liberdade: as palavras de ordem desta revolução jazzística a não perder! “Confidências da minha rua” Concerto integrado na cerimónia de entrega de prémios do Cine’Eco – Festival Internacional de Cinema e Vídeo de Ambiente de Seia 13 DE OUTUBRO> 23H30 SURVIVRE AVEC LES LOUPS de Véra Belmont
    • 20 30 de Setembro de 2008 D E S P O RT O www.correiodabeiraserra.com OPINIÃO Basquetebol Fora Sampaense conquista troféu N de Jogo o passado fim-de-semana foi disputado o troféu An- tónio Pratas, primeira pro- de Sôr, o Sampaense foi defrontar o Sanga- lhos na segunda partida do troféu António Pratas. pas que somaram duas derrotas até então. O Sangalhos derrotou o Angra por 53-75 con- seguindo assim o terceiro lugar do torneio. va oficial da época onde se À semelhança do dia anterior, o jogo No jogo que seria decisivo, o Sampaen- disputava uma de 3 taças a foi totalmente dominado pelos homens de se mostrou frente ao Eléctrico F.C. como se José Carlos distribuir por equipas da Proliga. Emanuel Seco. A equipa revelou um colec- conquista um troféu. Embora na época transacta já se tenha tivo cada vez mais sólido, com processos Com um primeiro período demolidor, o 1. Já se iniciaram os Campeonatos Distri- disputado este troféu de pré-época, este de jogo mais assimilados e um jogo fluido. Sampaense brindou os seus adeptos com tais onde a bola vai rolar em bons campos rel- ano os moldes impostos pela Federação O Sangalhos nunca chegou a incomodar um basquetebol eficaz, limpo e cativante. vados, noutros pelados com boas condições Portuguesa de Basquetebol foram distin- verdadeiramente a equipa beirã, o que re- Com todos os jogadores tacticamente fun- e outros sem qualquer tipo delas. Vai haver tos e com características mais cansativas sultou numa vitória tranquila. cionais, o Eléctrico respondeu como pode, derbies e durante oito dias não se fala noutra para as equipas participantes. Em campo, O resultado final foi de 68-47, onde se mas só com o passar dos minutos conse- coisa... Mas o mais importante é que o jogo pela zona centro, estiveram o guiu oferecer alguma resis- rei não desapareça das cidades, vilas e aldeias Sampaense, o Eléctrico F.C., tência. Este é rei mas não tem direito a televisão. o Sangalhos e o Angra. Estas O resultado ao intervalo, equipas viajaram em 3 dias 48-36, deixava a equipa da consecutivos pelos pavilhões casa muito perto de conseguir 2. Aos domingos à tarde as pessoas vão ao das mesmas, disputando a o seu objectivo. seu campo ver e apoiar o seu clube, pois ele taça correspondente à zona Com o cansaço a ser nítido é uma parte importante da sua terra. À noite, centro, sendo que no restante em ambas as equipas, o jogo no café ou no largo mais central. Discutem-se país se disputaram também as tornou-se mais equilibrado e os erros do árbitro que são sempre contra a zonas norte e sul. os visitantes chegaram mes- sua equipa. mo muito perto do empate. Sexta-feira, 26 de Setem- Sem receio de perder o jogo, 3. Por sua vez os Directores destes clubes bro de 2008 o Sampaense subiu os seus que trabalham intensamente para criar as me- O Sampaense deslocou-se ao níveis anímicos e, aprovei- lhores condições aos jogadores e treinador, campo do Sangalhos para de- tando a vantagem conseguida desgastam-se sacrificando a sua vida familiar frontar o Angra na primeira nos períodos antecedentes, partida do troféu. superiorizou-se novamente para que haja o futebol. Também sonham que O jogo foi sempre controla- conseguindo resgatar nova este vai ser o ano que tirará o seu clube do do pela equipa de S. Paio de superioridade até ao final. anonimato e que poderá ser campeão. Gramaços, que com simplici- O jogo termina com a vitó- dade e rigor táctico conseguia, ria do Sampaense por 89-82 e 4. Já muitos jogadores esperam fazer uma a espaços, encher o pavilhão assim o troféu António Pratas grande época para que possam dar o salto com jogadas de classe. Á excepção do se- pode ver pelo resultado a diferença entre (zona centro) fica em S. Paio de Gramaços. para divisões superiores onde se paga mais gundo período, todos os restantes regista- ambas as formações. Os indicadores para o campeonato que “milho”. Mas para se dar o salto é preciso sa- ram a superioridade da equipa beirã. No jogo entre as outras duas equipas, o se inicia na próxima semana são optimis- ber sofrer, chegar-se a casa cansado do traba- O resultado final foi de 66-84 e nesta Eléctrico F. C. derrotou o Angra por apenas tas, o Sampaense foi superior aos seus ad- lho, e ainda ter que ir treinar durante horas. fase era evidente a postura de candidato ao um ponto, 70-69. versários neste torneio. O público esteve Que sacrifício. troféu da formação do Sampaense. sempre com a sua equipa até final e a festa No mesmo dia, após o jogo anterior, o Eléc- Domingo, 28 de Setembro de 2008 foi feita à medida do acontecimento. Todos trico F.C. derrotou o Sangalhos por 83-62. Após as desgastantes viagens dos dias ante- juntos no campo, a equipa e os seus adep- 5. Chega o Inverno e o campo está gelado, riores, a jornada decisiva foi disputada no tos, festejaram a conquista do primeiro tro- mas é preciso treinar pois a equipa acumu- Sábado, 27 de Setembro de 2008 pavilhão Serafim Marques. féu da época. la desaires e precisa de melhorar. Uns tantos Com uma dura viagem pela frente até Ponte O primeiro jogo foi entre as duas equi- PNV jogadores já se foram embora, porque o trei- nador não os mete a jogar e quando eles assi- naram era para jogarem. O que é que ele vai Nogueirense empata a zero dizer à miúda que vai ao campo para o ver a jogar e só o vê a correr atrás da baliza e nunca mais entra. FCOH iniciou nova época a ganhar C 6. Lógico que o treinador é um nabo e que ali só jogam aqueles que são afilhados. “Eu ardoso e Barbeiro foram Na mesma nota, a direcção do FCOH Na Divisão de Honra da AF Coimbra, os autores dos golos que, agradece a presença dos cerca de 300 a AD Nogueirense, que no próximo dia 7 sou bom mas não me adianta correr, correr, este domingo, deram a adeptos que se deslocaram ao estádio de Outubro inaugura o seu novo campo pois ele nunca me mete. Quando às vezes me vitória ao Futebol Clube municipal e lança o desafio para que to- com relvado sintético, recebeu o Ançã na mete vinte minutos é para me queimar, pois o de Oliveira do Hospital dos os sócios e simpatizantes do clube primeira jornada do campeonato e não jogo já estava perdido e eu sozinho não posso (FCOH) numa partida frente ao União de apoiem a equipa na caminha à subida de conseguiu ir além de um empate a zero fazer o que deveriam ter feito os meus onze Gavinhos (4-0), a contar para a primeira divisão já a partir do próximo domingo bolas. colegas.” jornada do Campeonato distrital de pri- “num desafio que se adivinha muito di- Na próxima jornada, o Nogueirense meira divisão de honra da Associação de fícil”. recebe o Febres. 7. Mas quando chega a Primavera já muita Futebol de Coimbra. Em desilusão passou porque a bola bateu na tra- nota de imprensa en- ve e não entrou. Os jogadores queixam-se que viada ao correiodabei- os clubes não lhe pagaram o pouco “milho” raserra.com, a direcção que os directores lhe prometeram. Estes di- do FCOH fala de “um bom futebol para início zem que é impossível honrar os compromis- de época confirmando sos com jogadores que nem um pontapé na o estatuto de candidato bola sabem dar. a subida”. O próximo desafio será contra a 8. Outros fazem a Festa porque alguém União de Coimbra, num tem que ser Campeão. É assim a época fu- jogo que se irá realizar tebolística, por isso vamos apoiar as nossas no estádio Sérgio Con- equipas, sempre com “fair play”. Um jogo de ceição em Taveiro, no futebol é apenas um jogo. VIVA O FUTEBOL próximo domingo às DISTRITAL. 15horas.
    • 21 30 de Setembro de 2008 www.correiodabeiraserra.com D E S P O RT O Futsal Vitória folgada da equipa feminina na estreia do campeonato – “O projecto da nossa equipa lançando as raízes para o futuro, rior. Vítor Pereira entende que o reta um sacrifício maior, mas feminina, de certo modo, teve que desejamos sustentado a vá- plantel, apesar de jovem, (cinco tudo faremos para levar de ven- origem na desistência da equipa rios níveis”. atletas ainda podiam participar cida as dificuldades que, natu- de Futsal do Sarzedo e à disponi- A equipa tem como treina- no campeonato de juniores) ofe- ralmente, sempre acontecem em bilidade do treinador Carlos Sér- dor principal Carlos Sérgio, que rece garantias e “… não é esta qualquer equipa. Partimos para gio que, em conversa com Bruno conta com o auxílio da adjunta derrota, no primeiro jogo, que esta competição com algumas Santos, treinador da nossa equi- Ana Campos, e é composta pelas nos vai fazer fraquejar” (na 1ª esperanças, depois se verá…”. pa de masculinos, aventou a via- atletas Ana Fonseca, Marta Dias, jornada da Divisão de Honra da A secção de Futsal do FCOH, bilidade desta iniciativa; apesar Ângela Tavares, Bárbara Cruz, A.F.C., o FCOH deslocou-se a liderada por Vítor Pereira, é com- dos nossos condicionalismos, Constança Marques, Beatrice Ra- Coimbra para aí defrontar o Real posta por Carlos Veloso, Nuno decidimos abraçar a ideia, por- zso, Ana Garcia, Sónia Abrantes, da Conchada, mas o resultado Oliveira (também atleta), Tiago que as senhoras têm o mesmo Sílvia Pedro, Cátia Sousa, Caro- saiu favorável à equipa anfitriã Carvalho, João Paulo Veloso e direito dos homens. (…) Algu- lina Vilela, Liliana Sérgio e Patrí- por 4-2). Miguel Augusto. O responsável mas das nossas atletas vieram do cia Alexandra. – para que conste – “Assinámos um protocolo técnico, Bruno Santos, treinador “…queremos, dignificar Sarzedo, ABC de Nelas, Lagares e se faça história no FCOH. com o Agrupamento da Escolas do nível 3, tem como adjunto o clube, a cidade da Beira e outras são de Oliveira; A equipa masculina defen- da Cordinha e é lá que treinamos Carlos Rocha, e o treinador de e a região…” o grupo é bastante homogéneo, de o prestígio que lhe advém quando não podemos usar o pa- guarda-redes e preparador físico Vítor Pereira queremos, como disse, dignifi- do facto de ter sido campeã no vilhão municipal, que está a re- é Carlos Eduardo. João Amaro é N car o clube, a cidade e a região, ano transacto no escalão infe- bentar pelas costuras. Isso acar- o fisioterapeuta. o arranque dos respectivos campeonatos, as equipas de Fut- sal do Futebol Clube de Oliveira do Hospital (FCOH) tiveram sorte diferente: em masculinos, perderam com a Real Conchada por 4 -2, e em femininos, contra o G.D. Cova Gala, a vitória sorriu por larga margem às atletas oliveirenses – 16 golos sem resposta! Se a equipa masculina procu- ra consolidar o trajecto iniciado há três anos, com o título de cam- peã pelo meio (alcançado no ano passado), o grupo das senhoras procurará, no primeiro ano de actividade, “dignificar o clube, a cidade e a região”, garante Vítor Pereira, coordenador da secção de Futsal do FCOH. – “Se os homens praticam desporto, por que não as mulhe- res? –o dirigente deixou no ar a questão e deu a resposta: Ténis de Mesa CCPOH apresentou equipa sénior de ténis de mesa A ndrey Klimachev, A apresentação ficou ainda marcada venceu o clube oliveirense por 4-1. gadores vareiros deram muito boa fase inicial da época”, enquanto que Pedro Ferreira, An- pela realização de um torneio onde Na análise ao jogo, a mesma nota conta de si e jogaram já a um nível “os atletas do CCPOH evidenciaram dré Abrantes e Nuno estiveram presentes as equipas do de imprensa sublinha que “os jo- muito elevado, tendo em conta a um ritmo de jogo ainda longe do es- Augusto vão conti- Válega de Ovar, da Lapa do Lobo perado, com algumas falhas ao nível nuar a assegurar a (Nelas) e do CARDES de Viseu. da rapidez, destreza e capacidade de formação da equipa sénior de ténis Conforme nota de imprensa en- decisão”. “O reforço Rui Silva mos- de mesa do Clube de Caça e Pesca de viada ao correiodabeiraserra.com, o trou boa técnica, deixando antever Oliveira do Hospital (CCPOH), des- torneio revelou-se num “excelente que quando estiver bem fisicamen- tacando-se ainda o reforço de Rui espectáculo”, permitindo “confir- te poderá atingir um elevado nível Silva que já disputou a 1ª Divisão mar o excelente relacionamento que competitivo”, pode ler-se na mesma Nacional em representação do ACM existe entre estes clubes que lutam nota. No jogo de atribuição do 3.º e de Coimbra. por um maior desenvolvimento da 4.º lugar, o mais equilibrado do tor- Na apresentação oficial, que teve modalidade em Portugal” Nas meias- neio, a equipa do concelho de Nelas lugar no passado sábado, no Pavi- finais do torneio as equipas que dis- venceu por 4-2 o clube visiense. lhão Gimnodesportivo da Escola putam as provas nacionais (CCPOH O clube oliveirense prepara agora da Cordinha, em Ervedal da Beira, e Válega) venceram facilmente (4-0) a jornada inaugural do campeonato o nome de António Coelho foi tam- as equipas que militam no distrital nacional, marcada para 11 de Ou- bém apontado para coordenador de Viseu (Lapa do Lobo e CARDES). tubro, onde vai defrontar, em Vila técnico da equipa que vai disputar o No jogo da final a equipa vareira do Nova de Gaia, a forte equipa do Ca- Campeonato Nacional da 3ª Divisão. Válega, com mais horas de treino, nidelo.
    • 22 30 de Setembro de 2008 REGIÃO www.correiodabeiraserra.com R E V I S TA DE IMPRENSA Seia Coimbra “O meu ciclo enquanto presidente Cerâmica Ceres retomou actividade da Câmara esgota-se em 2009” A cerâmica Ceres,em Coimbra, reto- mou dia 22 de Setembro a laboração com tes’, adiantou. Para já, a laboração foi reto- mada com o fabrico de azulejo, mas a in- Estrela, é de Eduardo Brito. 49 trabalhadores, depois de ter estado tenção da administração é que dentro de O autarca de Seia – conforme noticiou dois anos e dois meses encerrada. um mês mais 35 trabalhadores reforcem o jornal Porta da Estrela (PE) na sua edi- Apostada em exportar para França, esta linha de produção e que, até ao final ção online –, não se recandidata às pró- Finlândia, Inglaterra e Itália sem descu- do ano, atinja os 160 trabalhadores, com a ximas eleições autárquicas. “Se não me rar o mercado nacional, a cerâmica Ceres retoma da produção de louça sanitária. De fizessem essa pergunta eu não diria nada, retomou a actividade. O administrador acordo com Francisco Lemos, entre 120 mas já que me perguntaram e como é Francisco Lemos sublinhou o objectivo a 130 dos cerca de 180 trabalhadores do muita a minha consideração pela Escola, de colocar a fábrica em funcionamento quadro deverão ser reintegrados, enquan- não tenho nenhum problema de afirmar nas áreas de produção de revestimentos to os restantes arranjarão outro emprego em primeira mão e em público – vou fa- (azulejos e mosaicos) e sanitários, sem re- ou reformar-se-ão. António Moreira, da zer isso no domingo – que não serei mais velar o esforço financeiro despendido na União de Sindicatos de Coimbra, defende candidato à Câmara a partir do final do reabertura da unidade. que será preciso avaliar um conjunto de ano de 2009», referiu Brito, citado pelo ‘Estamos mais virados para a expor- factores ‘que vão determinar o futuro da PE, em resposta a um docente que lhe tação, sobretudo para França, Finlândia, empresa’. acabara de colocar a questão. Inglaterra e Itália onde já tínhamos clien- In O Primeiro de Janeiro “Isto tem um tempo para se fazer e, portanto, eu cumpri a minha obrigação o melhor que sabia e podia… é um servi- A afirmação, inesperadamente proferi- ço e um contributo que nós damos e tem da na semana passada durante uma ce- um ciclo e um tempo para ser feito, com Viseu rimónia de recepção aos professores do entusiasmo, com força, com vontade. E a 1º Ciclo de Ensino Básico e jardins-de-in- fância do concelho de Seia, que decorreu nossa vida é feita de mudança permanen- te”, sublinhou o autarca do PS de uma Feira de S. Mateus assegura fórmula de no Centro de Interpretação da Serra da forma inequívoca. sucesso e recebe mais de 200 mil visitantes Mais de 200 mil pessoas passaram pela tes o balanço não é tão satisfatório, mas Feira de S. Mateus, em Viseu. Na edição isso deve-se “à crise instalada, ou seja, as Carregal do Sal deste ano, o certame, que decorreu entre pessoas não gastam porque o dinheiro é 14 de Agosto e 21 de Setembro, registou pouco”. Antigo Colégio Nun’Álvares transformado um acréscimo de cerca de 40 mil entradas pagas, o que representou a maior afluên- A noite mais concorrida foi a da actu- ação dos Xutos & Pontapés, a 17 de Agos- em Centro Educativo cia de sempre. Assim, a organização não hesita em to, que levaram ao recinto mais de 21 mil pessoas. falar de um “balanço bastante positivo”. Em relação ao certame, Jorge Carvalho As antigas instalações do Colégio 1939. O colégio foi posteriormente adquirido Para o gerente executivo da Expovis, Jorge aponta que se trata de uma boa proposta Nun’Álvares vão ser transformadas num pelo Estado a 14 de Janeiro de 1975, passan- Carvalho, os resultados optimistas foram para passar momentos de lazer. “Desde Centro Educativo. do assim, definitivamente, a ensino oficial. registados “em todos os sectores”. “A re- que estivesse bom tempo, as pessoas vi- Há vários anos que as instalações se en- Por este estabelecimento de ensino “pas- ceita das bilheteiras foi de 500 mil euros”, nham passar algum tempo livre, ver a ilu- contravam devolutas, depois de ali ter fun- saram milhares de estudantes, gerações de concretizou. minação ou tomar café com os amigos”, cionado também uma escola preparatória. rapazes e raparigas, que, graças aos conhe- Mais gente no recinto, artistas convida- sustentou. Outro dos aspectos que, na A Câmara carregalense comprou o edi- cimentos adquiridos aquando da frequência dos que cativaram uma grande afluência opinião do responsável, contribuiu para o fício à administração central e apresentou naquele estabelecimento, se encontram hoje e bom tempo são alguns dos ingredientes aumento das receitas foi o que facto de as um projecto de transformação do espaço nas mais diversas funções em variados or- que o responsável apresenta como respon- entradas terem sido fiscalizadas por uma que terá, para além do Centro Educativo ganismos do país”, lembra a autarquia car- sáveis pela chave do sucesso. empresa de segurança, evitando a atribui- Nun’Álvares, um edifício polivalente de regalense. “Mesmo os expositores disseram que ção das designadas “borlas” a pessoas co- apoio ao centro educativo. A vida do Colégio Nun’Álvares “poderá nunca viram tanta gente”, sustentou. Já nhecidas. O concurso público para a construção das ser dividida em duas fases, isto é, a primeira em termos de receitas para os comercian- In Diário Regional de Viseu duas obras já foi lançado. referente ao primeiro edifício, que decorreu Segundo adiantou ao DIÁRIO AS BEIRAS entre 1939 e 1959, e a segunda, já nas novas o presidente da autarquia a obra do Centro instalações, que veio a terminar em 1973, Educativo “alude à remodelação e ampliação visto que o ano lectivo 1973/1974, que an- do Colégio Nun’Álvares com o objectivo de tecedeu o da sua compra pelo Estado, fora já transformá-lo num Centro Educativo, inte- de ensino oficial”. Seia grando o 1º ciclo do ensino básico e a educa- Apesar dos constantes problemas exis- ção pré-escolar”. O prazo de execução do contrato é de tentes no colégio, “como a não existência de subsídios oficiais, as estruturas frágeis e Unidade Local de Saúde da Guarda 540 dias e o preço base do concurso é de 3 milhões e 500 mil euros. Quanto à obra de pouco consistentes e a difícil gestão econó- mica, é de louvar a forma como o Colégio extingue Conselho de Administração do Hospital de Seia construção do Edifício Polivalente de Apoio Nun’Álvares foi sobrevivendo, graças à in- ao Centro Educativo Nun’Álvares, refere-se à tensa actividade e extraordinária dedicação remodelação e ampliação de parte do antigo da directora e ‘alma mater’ daquele estabele- Colégio. O prazo de execução do contrato é cimento, a D.ª Maria Rita Pais Cardoso”. A partir do próximo mês de Outubro, o Guarda e vai contar com um capital es- também de 540 dias e o preço base do con- Em 25 de Janeiro deste ano, o edifício que Hspital Nossa Senhora da Assunção, em tatutário de 2 milhões e 981 mil euros, curso é de 615 mil euros albergou o Colégio Nun’Álvares foi adquiri- Seia, vai deixar de dispor do seu próprio subscrito e integralmente realizado pelo Atílio Nunes frisa que “este é um velho do pela Câmara de Carregal do Sal, visto que Conselho de Administração (CA) para Estado, podendo ser aumentado ou redu- anseio que tínhamos, até para manter as tra- antes pertencia à Direcção Geral do Patrimó- passar a integrar a Unidade Local de Saú- zido por despacho conjunto dos Minis- dições do velho colégio que foi uma marca nio do Estado. de (ULS) da Guarda, com gestão empresa- tros das Finanças e da Saúde. São órgãos em termos de ensino na sua época”. O objectivo da compra “não foi mais que rial, que também vai englobar o Hospital das ULS, o conselho de administração, o A criação de uma escola profissional de o elevar de uma intenção que a autarquia já de Sousa Martins, da Guarda e os cen- fiscal único e o conselho consultivo. artes e ofícios também no ex-colégio é ou- tinha há vários anos, ou seja, a edificação, tros de saúde do distrito, com excepção O mesmo jornal refere ainda que o tra das apostas da autarquia. “Pretendemos naquele espaço, de uma escola de artes e ofí- de Vila Nova de Foz Côa e de Aguiar da actual presidente do CA do Hospital de efectuar uma parceria com os empresários cios e um Centro Educativo onde funciona- Beira. Seia, Eduardo Silva, deverá ser um dos do concelho para avançar com este projec- rão berçário, ensino pré-escolar e 1º Ciclo”, De acordo com a edição online do jor- vogais a nomear pelo Governo, podendo to”, afirma Atílio Nunes. conclui o município. nal Porta da Estrela, a ULS da Guarda terá depois reivindicar no novo órgão o pelou- O Colégio Nun’Álvares foi fundado em In Diário As Beiras a sede na Avenida Rainha D. Amélia, na ro do Hospital de Seia.
    • 23 “O trabalho espanta três males: o vício, a pobreza e o tédio.” 30 de Setembro de 2008 www.correiodabeiraserra.com (Voltaire) TELEFONES ÚTEIS Farmácias de Serviço em Oliveira do Hospital 29 Set. a 5 Outubro • Gonçalves • Telf.: 238 605 130 6 a 12 Outubro • Figueira Diniz • Telf.: 238 604 435 Centro Português de Esoterismo para o Período de 1 a 14 de Outubro Câmara Municipal Bombeiros Voluntários de Oliveira do Hospital ..... 238 605 250 de Lagares da Beira ........... 238 640 110 CARNEIRO LEÃO SAGITÁRIO Piquete de Águas .............. 238 605 256 Correios ............................ 238 600 343 Carta Dominante: O Julga- Carta Dominante: O Diabo, Carta Dominante: Valete de A.T.L. Municipal Hospitais da Universidade mento, que significa Novo que significa Energias Ne- Copas, que significa Lealda- Pavilhão Desportivo........... 238 605 253 de Coimbra ....................... 239 400 400 Ciclo de Vida. Casa da Cultura Hospital de Seia ............... 238 320 700 gativas. de, Reflexão. Amor: Forte poder de con- quista e habilidades de retó- Amor: O seu companheiro Amor: Não seja tão casmurro César Oliveira ................... 238 605 254 Polícia Judiciária rica vão dar-lhe a possibilidade de conseguir vai dar-lhe provas do grande afecto que e desculpe um amigo, pois ele gosta muito Posto de Turismo .............. 238 609 269 Coimbra (piquete) ............. 239 863 000 o que deseja. Que os seus desejos se reali- sente por si. Que a sua alma seja bela e de si. A Realização vem do balanço entre o Centro de Saúde ............... 238 600 250 Criança Maltratada ........... 239 702 233 zem! transparente! dar e o receber. Hospital FAAD ................... 238 600 280 SOS Adolescente ............... 800 202 484 Saúde: Energia em alta e pensamentos posi- Saúde: Tenha atenção pois poderá sentir Saúde: Cuide da sua saúde espiritual. GNR ................................... 238 604 444 SOS Mulher ....................... 239 832 073 tivos são os seus fortes aliados. tonturas e quebras de tensão. Dinheiro: Não deixe que a sua conta ban- Bombeiros Voluntário SOS Amigo ........................ 239 721 010 Dinheiro: Requer-se mais diplomacia no lo- cal de trabalho para poder obter o que mais Dinheiro: Ser-lhe-á exigido um maior em- cária fique com saldo negativo, seja pru- de Oliveira do Hospital ..... 238 602 707 SOS Estudante .................. 808 200 204 penho a nível profissional. dente. deseja. Número da Sorte: 15 Número da Sorte: 47 Número da Sorte: 20 SUDOKU TOURO Carta Dominante: O Depen- VIRGEM CAPRICÓRNIO Preencha os durado, que significa Sacri- Carta Dominante: 2 de Es- Carta Dominante: 10 de espaços com fício. Paus, que significa Sucessos números de 1 a 9 padas, que significa Afei- Amor: Tendência para a dis- ção, Falsidade. Temporários. de forma que cada persão e a tristeza. Quando a Amor: Não entre em depres- tristeza bate à sua porta, peça ao seu Anjo da Amor: Irá surgir uma boa linha, coluna e Guarda que a mande embora. surpresa. Que o seu sorriso ilumine todos são pois tudo na vida tem uma solução e mais cedo ou mais tarde verá o seu proble- quadrado interior Saúde: O seu sistema nervoso está muito em seu redor! sensível, e isso causa-lhe grandes oscilações Saúde: Está na altura de ir ao dentista. ma resolvido. A confiança é a grande força contenha núme- de humor. Dinheiro: Não tome por certo aquilo que da vida! ros de 1 a 9 sem Dinheiro: Pequenos lucros em novos inves- Saúde: Estará com o sistema nervoso des- se repetirem. para já é só promessa. timentos. controlado. Número da Sorte: 52 Número da Sorte: 12 SOLUÇÃO Dinheiro: Tudo estará dentro da normali- dade neste campo. EDIÇÃO ANTERIOR GÉMEOS Carta Dominante: 2 de Ou- BALANÇA Número da Sorte: 32 ros, que significa Dificulda- Carta Dominante: 3 de Ou- de, Indolência. ros, que significa Poder. Amor: Período de tranquili- Amor: Não deixe que a AQUÁRIO dade em que a família requer Carta Dominante: 7 de Ou- toda a sua atenção e cuidado. Seja paciente rotina tome conta da sua relação e use de criatividade. O seu bem- ros, que significa Trabalho. e compreensivo com as pessoas que vivem estar depende da forma como encara os Amor: Conseguirá aproxi- a seu lado! Saúde: Uma onda de energia positiva está a mar-se de si e isso fará com problemas. PALAVRAS CRUZADAS dar um novo vigor à sua vida. que os outros se aproximem também de Saúde: Não coma demasiados doces, pois Dinheiro: Entrada de novos recursos, que si e o façam verdadeiramente feliz. Que o isso só o prejudica. trarão novo fôlego à sua vida. Amor seja uma constante na sua vida! Dinheiro: Deixe de ser demasiado materia- Número da Sorte: 66 Saúde: A sua saúde será o espelho das HORIZONTAIS: 1. Desapa- VERTICAIS: 1. Curado; Rouba lista e pense mais no seu dia a dia. CARANGUEJO Número da Sorte: 67 suas emoções. recer; Uma centena / 2. Jarro / 2. Relativo à urina; Paraí- Dinheiro: Período favorável. Carta Dominante: 7 de Co- (planta); experiência (fig.) / so (fig.) / 3. Oportunidade; Número da Sorte: 71 pas, que significa Sonhos Premonitórios. 3. Sorrir; Peixe clúpeo / 4. Estende / 4. Satélite de Jupíter; ESCORPIÃO Amor: Dinamismo e confian- Carta Dominante: 4 de Co- Amaciava, aveludava / 5. Nota Trama / 5. Capela do Vaticano / ça serão importantes ajudas PEIXES no campo sentimental esta semana. Plante pas, que significa Desgosto. Carta Dominante: Rei de musical; Expande / 6. Suple- 6. Ave canora (embr.); Aspecto Amor: As intrigas e as más- hoje sementes de optimismo, amor e paz. línguas estão presentes na Paus, que significa Força, mentar / 7. Cidade Italiana; / 7. Género de sarda; Contri- Verá que com esta atitude irá colher mais Coragem e Justiça. tarde os frutos da alegria. sua vida, mas mostre que é superior a tudo Gálio (s. quim.) / 8. Ladroeiras buição / 8. Levanta; Arrefecem Amor: Seja o seu melhor Saúde: O sistema renal está muito sensível isso. Você merece ser feliz! / 9. Agarrara; Onda / 10. Miga- / 9. Distensor; Matizara. esta semana, beba muitos líquidos e ingira amigo, e o amor florescerá! A sua felicida- Saúde: Poderá andar com a garganta um alimentos como o kiwi, que evitam a prisão pouco irritada. de depende de si! lha; Amarrar / 11. Membro de de ventre. Saúde: Cuide mais do seu corpo. Dinheiro: As suas economias estão a decair, Dinheiro: Não gaste mais do que aquilo ave; Medida de peso. Dinheiro: Preste mais atenção ao seu saldo deve conter-se mais pois de contrário vai ter que realmente pode, não se esqueça das bancário não deixe que este baixe. um pequeno desfalque nas suas poupanças. contas que tem por pagar. Número da Sorte: 36 Número da Sorte: 43 Número da Sorte: 40 SOLUÇÃO EDIÇÃO ANTERIOR ANEDOTAS Nasceu há 135 anos... O que é mais rápido... Estavam dois homens e um Alentejano. Um dos homens diz assim: Teresa de Lisieux (Alençon, 2 Nascida Marie Françoise – O pensamento é a coisa mais rápida do mundo, basta uma pessoa de janeiro de 1873 — Lisieux, 30 Thérèse Martin (Maria Francisca pensar e já está. Vai outro e diz assim: de Setembro de 1897) foi uma re- Teresa Martin), era filha de Louis – Não, a coisa mais rápida do mundo é a electricidade. Basta uma pessoa ligiosa carmelita francesa e Dou- Martin e Zélie Guérin. Quando ligar o interruptor e acende-se logo a luz. tora da Igreja. É conhecida como nasceu, era muito franzina e do- Vai o Alentejano e diz: Santa Teresa do Menino Jesus e ente e, desde o nascimento, exi- – Nã senhora, estão todos enganados. A coisa mais rápida do mundo é da Santa Face ou, popularmente, gia muitos cuidados. a caganeira. Veja lá que eu está noite nã tive tempo pra pensar nem tã Santa Teresinha. Fonte: wikipédia pouco pra acender a luz e caguei-me todo.
    • Redacção, Direcção, Publicidade: Praceta Manuel Cid Teles, Lote 12 - 1.º Esq. 3400-075 Oliveira do Hospital Telefone Geral 238 086 546 * Fax 238 086 547 Internet: www.correiodabeiraserra.com e-mail: geral@correiodabeiraserra.com www.correiodabeiraserra.com Novamente arguido Duas funcionárias da câmara querem Mário Alves no “banco dos réus” M ário Américo Franco rias do ATL e do pré-escolar, Mário Alves Alves, presidente da terá afirmado, durante a sua intervenção, Câmara Municipal de que “no ATL há duas inválidas que não fa- Oliveira do Hospital zem nem querem fazer”. (CMOH), foi este mês De acordo com o que o Correio da Bei- PUB acusado pelo Ministério Público pela ale- ra Serra conseguiu apurar junto de uma gada prática de dois crimes de “difamação fonte conhecedora do processo, as fun- agravada”. cionárias alegadamente visadas na afir- Os factos remontam a Setembro de mação do autarca social-democrata, que 2007, quando numa reunião realizada no recorrem com alguma frequência a baixas salão nobre dos Paços do Concelho com médicas por razões de saúde – uma so- vista à preparação do arranque do ano lec- fre de uma doença do foro oncológico e tivo 2007/08 entre o autarca, as funcioná- a outra tem problemas ortopédicos que lhe dificultam a locomoção –, decidiram apresentar uma queixa-crime contra Má- rio Alves, já que conforme referiu a mes- ma fonte a este jornal “eram as únicas funcionárias que regularmente recorriam à baixa médica”. Acha que a Câmara Municipal deve A Procuradora do Ministério Público de remover o telhado de fibrocimento Oliveira do Hospital decidiu acompanhar a acusação, mas ao arguido – nos termos (com amianto) da EB 1 da cidade? do processo penal – assiste-lhe agora o di- reito de requerer a abertura de instrução. Segundo este jornal também apurou, apesar da queixa-crime ter sido feita con- tra o cidadão enquanto figura privada e não contra o autarca, Mário Alves nomeou como seu defensor um advogado avençado da Câmara Municipal. O Correio da Beira Serra solicitou uma reacção a Mário Alves sobre esta notícia, mas a sua secretária comunicou ou CBS que o autarca do PSD “não presta decla- rações”. Questionado em assembleia municipal Estes resultados, foram recolhidos entre 216 e 29 de Setembro e correspondem a 114 votos. por Francisco Garcia, que pretendeu saber Os resultados deste inquérito não têm qualquer base científica, mas podem se a acusação era contra o cidadão ou antes constituir um indicador da preferência dos leitores do CBS Online. contra o presidente da autarquia oliveiren- se, já que o defensor de Mário Alves tem uma avença da CMOH, o autarca do PSD Concorda que o Município de Olivei- recusou-se a esclarecer a questão. “A ques- ra do Hospital seja integrado na “Re- tões judiciais respondo no local próprio e gião Turismo do Centro de Portugal”? aqui não lhe vou dar resposta nenhuma”, declarou Alves.