Por que o carro é mais barato na Argentina e no Chile?- Veja o que as montadoras falam (e o que não falam) sobre o assunto...
“As principais razões para a diferença de preços do veículo no Chile e no Brasilpodem ser atribuídas à diferença tributári...
Mas quanto poderá ser o custo dos equipamentos importados no City? Comcerteza é menor do que a diferença de preço entre o ...
“Me diga, por que a Louis Vuitton deveria baixar os preços das suas bolsas?”,questionou.Ele se refere ao “valor percebido”...
os benefícios sociais - representam no preço final do carro. Muito menos oscustos de produção, um segredo protegido por le...
A carga tributária caiu e o preço do carro subiuO imposto, o eterno vilão, caiu nos últimos anos. Em 1997, o carro 1.0 pag...
A margem de lucro é três vezes maior que em outros paísesO Banco Morgan concluiu que esses carros são altamente lucrativos...
Já o Hyundai ix35 é vendido na Argentina com o nome de Novo Tucson 2011 por R$ 56 mil,37% a menos do que o consumidor bras...
Muitas são desconhecidas do grande público, outras são grife do mundo do automóvel, masem comum elas têm o pequeno volume ...
6) Porsche                  346      641       85%7) Nissan                   13.601   24.021    77%8) Kia                ...
A Dafra (+0,73%) e a Suzuki (+1,71%) tiveram aumentos expressivos em junho, enquanto aHonda teve uma alta insignificante, ...
A Harley Davidson está convocando donos de 18 modelos Harley e quatro Buell (marca daempresa que está fora de linha) para ...
quinzena (onze dias úteis), ficando na frente da Honda (que despencou para a 11ª posição,com apenas 2.897 carros) e da Toy...
A diferença do volume de vendas entre os países da América do Sul é tão grande que não dápra falar num mercado regional. V...
O presidente da Associação de Concessionárias de Veículos da Espanha, Juan AntonioSánchez Torres, quer que o governo intro...
Coreia), Pacífico, Oriente Médio e África (39.924 unidades), enquanto as vendas no mercadolocal da Coreia diminuíram 5% (3...
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A mais agressiva delas, a JAC, lidera o ranking chinês, com 5.595 unidades vendidas até maio.É preciso ressaltar que esse ...
O Grupo Effa, que vende veículos da marca Lifan no Brasil, está lançando o seu consórciooficial. Agora, quem quiser compra...
Ficou mais barato andar de carro em maio. Pela primeira vez neste ano a Inflação do Carro daAgência AutoInforme registrou ...
O aumento dos combustíveis e o atraso na produção dos carros japoneses devido ao terremotode 11 de março também tiveram im...
A Strada, da Fiat, alcançou este ano a quinta posição no ranking dos veículos mais vendidosno Brasil. Em maio, a picape ve...
Com crescimento de 22,7% no primeiro quadrimestre do ano, a Kia é a marca que mais cresceno mundo. De janeiro a abril a co...
Joel Leite02/06/2011Palio é o carro mais recomendado pelos mecânicosSe você tem um Palio saiba que estará bem com os mecân...
reparadores. Nos seis quesitos avaliados, a montadora aparece em último lugar. Isso nãosignifica, no entanto, que os veícu...
Joel Leite01/06/2011Vendas passam de 300 mil e batem novo recordeMaio registrou novo recorde de vendas de carros e comerci...
não haverá uma invasão de chineses no Brasil, mas Chery e JAC vão ganhando participaçãono mercado.O que se vê é a Hyundai ...
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  • Eu comprei um carro semi-novo recentemente e felizmente eu não perdi dinheiro,
    porque realmente é dificil não perder dinheiro na compra de um seminovo,
    isso porque eu comprei um livro que me deu dicas muito boas para comprar seminovos,
    até recomendo pra vcs o link é esse: http://bit.ly/segredodoscarros1
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Por que o carro é mais barato na argentina e no chile

  1. 1. Por que o carro é mais barato na Argentina e no Chile?- Veja o que as montadoras falam (e o que não falam) sobre o assunto- O Lucro Brasil não fica só na montadora, mas em toda a cadeia produtivaA ACARA, Associacion de Concessionários de Automotores De La RepublicaArgentina, divulgou no congresso dos distribuidores dos Estados Unidos(N.A.D.A), em São Francisco, em fevereiro deste ano, os valorescomercializados do Corolla em três países:No Brasil o carro custa US$ 37.636,00, na Argentina US$ 21.658,00 e nos EUAUS$ 15.450,00.Outro exemplo de causar revolta: o Jetta é vendido no México por R$ 32,5 mil.No Brasil esse carro custa R$ 65,7 mil.Por que essa diferença? Vários dirigentes foram ouvidos com o objetivo deesclarecer o “fenômeno”. Alguns “explicaram”, mas não justificaram. Outros senegaram a falar do assunto.Quer mais? O Gol I-Motion com airbags e ABS fabricado no Brasil é vendido noChile por R$ 29 mil. Aqui custa R$ 46 mil.O Corolla não é exceção. O Kia Soul, fabricado na Coréia, custa US$ 18 mil noParaguai e US$ 33 mil no Brasil. Não há imposto que justifique tamanhadiferença de preço.A Volkswagen não explica a diferença de preço entre os dois países. Solicitadapela reportagem, enviou o seguinte comunicado:
  2. 2. “As principais razões para a diferença de preços do veículo no Chile e no Brasilpodem ser atribuídas à diferença tributária e tarifária entre os dois países etambém à variação cambial”.Questionada, a empresa enviou nova explicação:“As condições relacionadas aos contratos de exportação são temasestratégicos e abordados exclusivamente entre as partes envolvidas”.Nenhum dirigente contesta o fato de o carro brasileiro ser caro. Mas o assuntoé tão evitado que até mesmo consultores independentes não arriscam a falar,como o nosso entrevistado, um ex-executivo de uma grande montadora, hojesócio de uma consultoria, e que pediu para não ser identificado.Ele explicou que no segmento B do mercado, onde estão os carros de entrada,Corsa, Palio, Fiesta, Gol, a margem de lucro não é tão grande, porque asfábricas ganham no volume de venda e na lealdade à marca. Mas nossegmentos superiores o lucro é bem maior.O que faz a fábrica ter um lucro maior no Brasil do que no México, segundoconsultor, é o fato do México ter um “mercado mais competitivo” (?).Um dirigente da Honda, ouvido em off, responsabilizou o “drawback”, paraexplicar a diferença de preço do City vendido no Brasil e no México. O“drawback” é a devolução do imposto cobrado pelo Brasil na importação depeças e componentes importados para a produção do carro. Quando essecarro é exportado, o imposto que incidiu sobre esses componentes é devolvido,de forma que o “valor base” de exportação é menor do que o custo industrial,isto é: o City é exportado para o México por um valor menor do que os R$ 20,3mil. Mas quanto é o valor dos impostos das peças importadas usadas no Cityfeito em Sumaré? A fonte da Honda não responde, assim como outrosdirigentes da indústria se negam a falar do assunto.
  3. 3. Mas quanto poderá ser o custo dos equipamentos importados no City? Comcerteza é menor do que a diferença de preço entre o carro vendido no Brasil eno México (R$ 15 mil).A conta não bate e as montadoras não ajudam a resolver a equação. Apesarda grande concorrência, nenhuma das montadoras ousa baixar os preços dosseus produtos. Uma vez estabelecido, ninguém quer abrir mão do apetitoso“Lucro Brasil”.Ouvido pela AutoInforme, quando esteve em visita a Manaus, o presidentemundial da Honda, Takanobu Ito, respondeu que, retirando os impostos, opreço do carro no Brasil é mais caro que em outros países porque “aqui sepratica um preço mais próximo da realidade. Lá fora é mais sacrificado venderautomóveis”.Ele disse que o fator câmbio pesa na composição do preço do carro no Brasil,mas lembrou que o que conta é o valor percebido. “O que vale é o preço que omercado paga”.E porque o consumidor brasileiro paga mais do que os outros?“Eu também queria entender – respondeu Takanobu Ito – a verdade é que oBrasil tem um custo de vida muito alto. Até os sanduíches do McDonalds aquisão os mais caros do mundo”.“Se a moeda for o Big Mac – confirmou Sérgio Habib, que foi presidente daCitroën e hoje é importador da chinesa JAC - o custo de vida do brasileiro é omais caro do mundo. O sanduíche custa US$ 3,60 lá e R$ 14,00 aqui”. SérgioHabib investigou o mercado chinês durante um ano e meio à procura por umamarca que pudesse representar no Brasil. E descobriu que o governo chinêsnão dá subsídio à indústria automobilística; que o salário dos engenheiros edos operários chineses não são menores do que os dos brasileiros.“Tem muita coisa errada no Brasil – disse Habib, não é só o preço do carro queé caro. Um galpão na China custa R$ 400,00 o metro quadrado, no Brasil custaR$ 1,2 mil. O frete de Xangai e Pequim custa US$ 160,00 e de São Paulo aSalvador R$ 1,8 mil”.Para o presidente da PSA Peugeot Citroën, Carlos Gomes, os preços doscarros no Brasil são determinados pela Fiat e pela Volkswagen. “As demaismontadoras seguem o patamar traçado pelas líderes, donas dos maioresvolumes de venda e referência do mercado”, disse.Fazendo uma comparação grosseira, ele citou o mercado da moda, talvez oque mais dita preço e o que mais distorce a relação custo e preço:
  4. 4. “Me diga, por que a Louis Vuitton deveria baixar os preços das suas bolsas?”,questionou.Ele se refere ao “valor percebido” pelo cliente. É isso que vale.“O preço não tem nada a ver com o custo do produto. Quem define o preço é omercado”, disse um executivo da Mercedes-Benz, para explicar porque obrasileiro paga R$ 265.00,00 por uma ML 350, que nos Estados Unidos custa oequivalente a R$ 75 mil.“Por que baixar o preço se o consumidor paga?”, explicou o executivo.Amanhã a terceira e última parte da reportagem especial LUCRO BRASIL:“Quando um carro não tem concorrente direto, a montadora joga o preço lá pracima. Se colar, colou”.Leia abaixo a 1º parte da reportagemJoel Leite27/06/2011Lucro Brasil faz o consumidor pagar o carro mais caro domundoO Brasil tem o carro mais caro do mundo. Por quê? Os principais argumentosdas montadoras para justificar o alto preço do automóvel vendido no Brasil sãoa alta carga tributária e a baixa escala de produção. Outro vilão seria o “altovalor da mão de obra”, mas os fabricantes não revelam quanto os salários – e
  5. 5. os benefícios sociais - representam no preço final do carro. Muito menos oscustos de produção, um segredo protegido por lei.A explicação dos fabricantes para vender no Brasil o carro mais caro do mundoé o chamado Custo Brasil, isto é, a alta carga tributária somada ao custo docapital, que onera a produção. Mas as histórias que você verá a seguir vãomostrar que o grande vilão dos preços é, sim, o Lucro Brasil. Em nenhum paísdo mundo onde a indústria automobilística tem um peso importante no PIB, ocarro custa tão caro para o consumidor.A indústria culpa também o que chama de Terceira Folha pelo aumento docusto de produção: gastos com funcionários, que deveriam ser papel doestado, mas que as empresas acabam tendo que assumir, como condução,assistência médica e outros benefícios trabalhistas.Com um mercado interno de um milhão de unidades em 1978, as fábricasargumentavam que seria impossível produzir um carro barato. Era precisoaumentar a escala de produção para, assim, baratear os custos dosfornecedores e chegar a um preço final no nível dos demais países produtores.Pois bem: o Brasil fechou 2010 como o quinto maior produtor de veículos domundo e como o quarto maior mercado consumidor, com 3,5 milhões deunidades vendidas no mercado interno e uma produção de 3,638 milhões deunidades.Três milhões e meio de carros não seria um volume suficiente para baratear oproduto? Quanto será preciso produzir para que o consumidor brasileiro possacomprar um carro com preço equivalente ao dos demais países?Segundo Cledorvino Belini, presidente da Anfavea, “é verdade que a produçãoaumentou, mas agora ela está distribuída em mais de 20 empresas, de modoque a escala continua baixa”. Ele elegeu um novo patamar para que o volumepossa propiciar uma redução do preço final: cinco milhões de carros.
  6. 6. A carga tributária caiu e o preço do carro subiuO imposto, o eterno vilão, caiu nos últimos anos. Em 1997, o carro 1.0 pagava 26,2% deimpostos, o carro com motor até 100cv recolhia 34,8% (gasolina) e 32,5% (álcool). Paramotores mais potentes o imposto era de 36,9% para gasolina e 34,8% a álcool.Hoje – com os critérios alterados – o carro 1.0 recolhe 27,1%, a faixa de 1.0 a 2.0 paga 30,4%para motor a gasolina e 29,2% para motor a álcool. E na faixa superior, acima de 2.0, o impostoé de 36,4% para carro a gasolina e 33,8% a álcool.Quer dizer: o carro popular teve um acréscimo de 0,9 ponto percentual na carga tributária,enquanto nas demais categorias o imposto diminuiu: o carro médio a gasolina paga 4,4 pontospercentuais a menos. O imposto da versão álcool/flex caiu de 32,5% para 29,2%. No segmentode luxo, o imposto também caiu: 0,5 ponto no carro e gasolina (de 36.9% para 36,4%) e 1ponto percentual no álcool/flex.Enquanto a carga tributária total do País, conforme o Instituto Brasileiro de PlanejamentoTributário, cresceu de 30,03% no ano 2000 para 35,04% em 2010, o imposto sobre veículo nãoacompanhou esse aumento.Isso sem contar as ações do governo, que baixaram o IPI (retirou, no caso dos carros 1.0)durante a crise econômica. A política de incentivos durou de dezembro de 2008 a abril de 2010,reduzindo o preço do carro em mais de 5% sem que esse benefício fosse totalmente repassadopara o consumidor.As montadoras têm uma margem de lucro muito maior no Brasil do que em outros países. Umapesquisa feita pelo banco de investimento Morgan Stanley, da Inglaterra, mostrou que algumasmontadoras instaladas no Brasil são responsáveis por boa parte do lucro mundial das suasmatrizes e que grande parte desse lucro vem da venda dos carros com aparência fora-de-estrada. Derivados de carros de passeio comuns, esses carros ganham uma maquiagem e umestilo aventureiro. Alguns têm suspensão elevada, pneus de uso misto, estribos laterais. Outrostêm faróis de milha e, alguns, o estepe na traseira, o que confere uma aparência maisesportiva.
  7. 7. A margem de lucro é três vezes maior que em outros paísesO Banco Morgan concluiu que esses carros são altamente lucrativos, têm uma margem muitomaior do que a dos carros dos quais são derivados. Os técnicos da instituição calcularam que ocusto de produção desses carros, como o CrossFox, da Volks, e o Palio Adventure, da Fiat, é 5a 7% acima do custo de produção dos modelos dos quais derivam: Fox e Palio Weekend. Massão vendidos por 10% a 15% a mais.O Palio Adventure (que tem motor 1.8 e sistema locker), custa R$ 52,5 mil e a versão normalR$ 40,9 mil (motor 1.4), uma diferença de 28,5%. No caso do Doblò (que tem a mesmaconfiguração), a versão Adventure custa 9,3% a mais.O analista Adam Jonas, responsável pela pesquisa, concluiu que, no geral, a margem de lucrodas montadoras no Brasil chega a ser três vezes maior que a de outros países.O Honda City é um bom exemplo do que ocorre com o preço do carro no Brasil. Fabricado emSumaré, no interior de São Paulo, ele é vendido no México por R$ 25,8 mil (versão LX). Nestepreço está incluído o frete, de R$ 3,5 mil, e a margem de lucro da revenda, em torno de R$ 2mil. Restam, portanto R$ 20,3 mil.Adicionando os custos de impostos e distribuição aos R$ 20,3 mil, teremos R$ 16.413,32 decarga tributária (de 29,2%) e R$ 3.979,66 de margem de lucro das concessionárias (10%). Asoma dá R$ 40.692,00. Considerando que nos R$ 20,3 mil faturados para o México amontadora já tem a sua margem de lucro, o “Lucro Brasil” (adicional) é de R$ 15.518,00: R$56.210,00 (preço vendido no Brasil) menos R$ 40.692,00.Isso sem considerar que o carro que vai para o México tem mais equipamentos de série: freiosa disco nas quatro rodas com ABS e EBD, airbag duplo, ar-condicionado, vidros, travas eretrovisores elétricos. O motor é o mesmo: 1.5 de 116cv.Será possível que a montadora tenha um lucro adicional de R$ 15,5 mil num carro desses? Oque a Honda fala sobre isso? Nada. Consultada, a montadora apenas diz que a empresa “nãofala sobre o assunto”.Na Argentina, a versão básica, a LX com câmbio manual, airbag duplo e rodas de liga leve de15 polegadas, custa a partir de US$ 20.100 (R$ 35.600), segundo o Auto Blog.
  8. 8. Já o Hyundai ix35 é vendido na Argentina com o nome de Novo Tucson 2011 por R$ 56 mil,37% a menos do que o consumidor brasileiro paga por ele: R$ 88 mil.Leia amanhã a 2º parte da reportagem especial LUCRO BRASIL: Porque o mesmo carro é mais barato na Argentina e no Chile?Joel LeitePlano da Nissan prevê 50 carros novos até 2016A Nissan anunciou um plano de negócios para acelerar o crescimento da empresa em novosmercados. O plano entra em vigor este ano e vai até 2016.O objetivo é chegar em 2016 com uma participação de 8% no mercado mundial e um aumentodo lucro operacional também de 8%.A montadora vai colocar no mercado um carro totalmente novo a cada seis semanas duranteesses seis anos, o que significa 50 novidades. O objetivo é construir um catálogo paraabranger 92% do mercado.A empresa vai ampliar o número de concessionárias de seis para sete mil em todo o mundo eno Brasil vai construir uma nova fábrica, com uma capacidade para 200 mil unidades como umprimeiro passo nesse processo.Além do Brasil, a marca irá aumentar sua presença na Rússia, na Índia, assim como "napróxima onda de mercados emergentes".A China já é o maior mercado da marca no mundo e o objetivo é ampliar a participação,buscando 10% das vendas no país. Em 2012 a Nissan deverá produzir 1,2 milhão de unidadesna China.Os carros elétricos desenvolvidos em conjunto com a parceira Renault fazem parte desseprojeto. O objetivo é vender 1,5 milhão de unidades de veículos com emissão zero em conjuntocom a marca francesa."À medida que acelerarmos nosso crescimento, vamos trazer mais inovação e emoção aosnossos produtos, bem como carros mais limpos e acessíveis para todos ao redor do mundo,em linha com os desafios energéticos e ambientais do século 21", disse Carlos Ghosn,presidente e CEO da Nissan.Joel Leite22/06/2011O grande crescimento das pequenas
  9. 9. Muitas são desconhecidas do grande público, outras são grife do mundo do automóvel, masem comum elas têm o pequeno volume de venda e um crescimento percentual espantoso, oque mostra a disposição do consumidor brasileiro em conhecer novas marcas e apostar nasnovidades e, por outro lado, investir no luxo quando tem poder aquisitivo.Os números de venda de carros e comerciais leves este ano mostram que essas pequenasmarcas duplicaram, triplicaram, quadruplicaram as vendas de primeiro de janeiro até ontem(21/6), período em que o mercado total teve um crescimento de 9,9%.Algumas marcas, como a Jinbei, que comercializa a van Topic, têm um volume insignificante:apenas 39 unidades de janeiro a junho de 2010 e de 273 unidades vendidas este ano, atéontem. Por isso não é de admirar que ela tenha crescido 600% e ocupado a primeira posiçãono ranking de aumento de vendas. Mas montadoras com alguns milhares de carros vendidos,como a Chery (6.368 de janeiro até ontem) e Hafei (7.449), cresceram mais de 200% noperíodo: 235% e 220%, respectivamente (veja quadro).Das 14 marcas que mais cresceram acima de 50% este ano, apenas duas - Nissan (+ 77%) eKia (+ 76%) - são de grande volume. A primeira vendeu 24.021 carros até ontem e a Kia37.750. Veja a tabela.Também tiveram aumento expressivo a Changan (132%), a Porsche (85%) e a Ssangyong(76%).Observe que a presença das chinesas é constante entre as marcas que mais crescem. Das 14que cresceram acima de 50% este ano, cinco vêm da China.As pequenas avançando 2010 (*) 2.011 (*) Var.%Marca1) Jinbei 39 273 600%2) Chery 1.387 6.368 360%3) Hafei 2.220 7.449 235%4) Jeep 272 870 220%5) Changan 307 712 132%
  10. 10. 6) Porsche 346 641 85%7) Nissan 13.601 24.021 77%8) Kia 21.378 37.750 76%9) Ssangyong 1.294 2.281 76%10) Míni 717 1.186 65%11) Effa 271 448 65%12) Suzuki 1.781 2.873 61%13) Iveco 1.413 2.220 57%14) Volvo 1.188 1.781 50%(*) Período de 1/1 a 21/6Joel Leite21/06/2011Motos: preços estáveis pelo segundo mês consecutivoPelo segundo mês consecutivo os preços das motos zero quilômetro ficaram absolutamenteestáveis: em maio a variação foi mais uma vez 0%, conforme índice AutoInforme/Molicar, queavalia o Preço de Verdade, isto é, o preço realmente praticado no mercado.Desde a crise, no final de 2008, os preços das motos vêm caindo. No ano passado houve umaqueda de 5,42% e neste ano a queda acumulada até maio é de 1,37%. A novidade é que pelaprimeira vez nesse período o mercado fica estável por dois meses seguidos.Mas é cedo pra dizer que se trata de uma inversão da tendência de queda. É preciso esperarmais alguns meses para saber se essa estabilidade se confirma. Afinal, ela é resultadoprincipalmente da estabilidade dos preços da Honda, que domina o mercado com 77,5% dasvendas.Algumas marcas com menor participação tiveram variação grande de preço. Caso da Yamaha,que teve uma queda de preço de 0,97% no mês e da Kasinski, cujos preços caíram 0,78%.
  11. 11. A Dafra (+0,73%) e a Suzuki (+1,71%) tiveram aumentos expressivos em junho, enquanto aHonda teve uma alta insignificante, de 0,07% (veja o gráfico).Joel Leite20/06/2011Mercedes-Benz prepara um papamóvel híbridoHá 80 anos a Mercedes-Benz fornece para o VaticanoA Mercedes-Benz está construindo um "papamóvel" híbrido e deverá estarpronto para a visita do papa Bento XVI à Alemanha no final de setembro. Ainformação é do semanário alemão Wirtschaftswoche.A montadora alemã informou que "por razões de confiabilidade a empresa não dá informaçõessobre seus clientes privados. Mas, sabe-se que o "papamóvel" foi projetado sobre o Mercedesmodelo classe M, mas com motor híbrido. Sua bateria elétrica recarregável permite umaautonomia de 30 quilômetros sem emissões.Por questões de segurança, o Papa não pode ter um carro elétrico 100%, pois em caso deataque o veículo precisa empreender fuga rapidamente, o que não é possível com um carrocom motor elétrico e baixa autonomia. O Vaticano é cliente da Mercedes-Benz há mais de 80anos.Joel LeiteRecall por atacado
  12. 12. A Harley Davidson está convocando donos de 18 modelos Harley e quatro Buell (marca daempresa que está fora de linha) para fazer revisões, que apresentaram vários tipos deproblemas, como luz de freio, cabo de bateria, disjuntor principal, carcaça do filtro decombustível, cano de escapamento, válvula de combustível, regulador de voltagem, pneudianteiro.As motos Bell têm problemas na tubulação do freio dianteiro, eixo da embreagem, guia detensão do cilindro traseiro, descanso lateral, senso do ângulo de inclinação.No total estão envolvidas na chamada 2.480 unidades dos modelos Touring, V-Road, Sportstere Softail, da Harley Davidson e o Ulysses, da Buell. O recall começa hoje. Maisinformações: www.buell.com/pt_PT/home.html, SAC (0800 724 1188). sac@harley-davidson.com.br.Joel Leite17/06/2011Citroën sobe para o 7º lugar no rankingA Citroën aumentou as vendas na primeira quinzena e obteve a sétima colocação do rankingparcial de junho. A marca francesa, de carro novo na praça, vendeu 4.336 unidades na primeira
  13. 13. quinzena (onze dias úteis), ficando na frente da Honda (que despencou para a 11ª posição,com apenas 2.897 carros) e da Toyota, nona colocada com 3.224.O C3 Picasso vendeu até ontem 109 unidades e o Aircross 894.A Kia, com 3.796 unidades até aqui, também teve grande crescimento de vendas e está naoitava posição. O bom desempenho da Citroën e da Kia foi combinado com a queda das duasjaponesas, que sofrem com os problemas de abastecimento de peças que vêm do Japão, cujaprodução foi afetada pelo terremoto no país.Joel Leite16/06/2011Venda diária é a segunda pior do anoO mês de junho não está tendo um bom desempenho de vendas como nos meses anteriores.As vendas de carros e comerciais leves na primeira quinzena estão num ritmo fraco. Foramvendidos até ontem 12.875 carros e comerciais leves por dia, contra 13.662 em maio e 14.337em abril.Nos primeiros onze dias úteis do mês, as vendas atingiram 141.631 unidades. Mas aexpectativa é de uma reação na segunda quinzena, período sempre mais animado nomercado. E como junho tem 21 dias úteis (fevereiro teve 20 e abril 19), o mercado aposta emvendas em torno das 280 mil unidades no encerramento do mês.Líder, a Fiat ficou com 24,1% na primeira quinzena. A Volks caiu para 19,9% ea GM ficou com 18,7%.Joel Leite15/06/2011América do Sul é desigual em vendas e crescimento
  14. 14. A diferença do volume de vendas entre os países da América do Sul é tão grande que não dápra falar num mercado regional. Veja na tabela, os dados relativos ao mês de abril deste ano.O Brasil é o líder absoluto e distante de qualquer concorrente. É responsável pela venda desete de cada dez carros no Continente. Em abril vendeu 272 mil, das 380 mil comercializadasna América do Sul no período. A Argentina, que se recupera de uma crise profunda, vendeuapenas 61 mil carros e o terceiro colocado, o Chile, vendeu em abril o equivalente ao que oBrasil comercializa num dia, 14,2 mil unidades.A seguir vêm a Colômbia, 10,9 mil unidades e a Venezuela, com 8,5 mil, números muito baixosconsiderando que são países de importância no Continente.Equador e Peru venderam cerca de cinco mil carros cada um em abril e ambos estãocrescendo. O Peru vendeu 14,7% mais do que mesmo período de 2010, enquanto o Equadorcresceu 3%.O Uruguai vendeu apenas dois mil carros e Paraguai e Bolívia cerca de 500 cada um. Ambosestão tendo queda de vendas este ano.Os países melhor posicionados no ranking, no entanto, estão em crescimento. A exceção é oUruguai, que vende apenas 2 mil carros/mês, mas é o país que mais cresce: + 30,8% em abril.O aumento de vendas mais consistente, no entanto, é da Argentina, que cresceu 26,9%,passando de 48.598 em abril do ano passado para 61.673 unidades neste ano.Peru, Chile, Brasil e Equador crescem, enquanto a Venezuela, ao lado de Bolívia e Paraguai,experimentam queda nas vendas. A Colômbia mantém as vendas estáveis.Joel LeiteEspanha discute a retirada de carro velho de circulação
  15. 15. O presidente da Associação de Concessionárias de Veículos da Espanha, Juan AntonioSánchez Torres, quer que o governo introduza um plano no país para retirar de circulação carrocom mais de dez anos de uso. Eles representam 40% da frota espanhola, segundo o dirigente.Para Juan Torres, a queda de 40% nas vendas de carros nos últimos três anos na Espanha,com o elevado número de negócios feitos com carros usados e de alta quilometragem, causoua deterioração da frota espanhola, retornando a níveis de 15 anos atrás.O dirigente mostra que quatro de cada dez veículos que circulam nas estradas espanholas têmmais de uma década, enquanto que em 2007 - antes da eclosão da crise, o percentual decarros com mais de dez anos era de 35,6%.Para o dirigente, o governo não pode ignorar esta realidade, "que pode ter sérias implicaçõespara a segurança rodoviária e para o meio ambiente". Ele lembrou que um carro de 15 anospolui o mesmo que 100 veículos atuais.Para o presidente da Ganvam é paradoxal o fato do governo incentivar a venda de veículoselétricos, tendo como discurso o fato de se "limpar" o ar, apontando este tipo de veículo como ofuturo, mas não pensa em soluções realistas e urgentes que é a retirada de carros poluidoresde circulação.Juan Torres quer que o governo volte a dar incentivos fiscais, com subvenções para quemtrocar um carro com mais de cinco anos por um novo. A proposta é que estes carros antigossejam desmanchados e retirados de vez de circulação. Torres quer também, com esta atitude,aquecer as vendas e ajudar as concessionárias que empregam 278 mil trabalhadores e tem umvolume de negócios de 95 milhões de euros, o que representa 9% do PIB.Joel Leite14/06/2011Kia cresceu 18,7% no mundo em maioA Kia vendeu em maio, 207.839 veículos no mundo, o que significa um aumento de 18,7% emrelação ao mesmo mês de 2010. Separando as regiões, os resultados foram: 48,4% naAmérica do Norte (55.140 unidades), 28,8% na China (33.624 unidades), 19,2% na Europa,incluindo números da Europa Ocidental e Oriental (41.139 unidades) e 7% nos mercadosgerais, que incluem as regiões da América Central e do Sul, Caribe, Ásia (excluindo China e
  16. 16. Coreia), Pacífico, Oriente Médio e África (39.924 unidades), enquanto as vendas no mercadolocal da Coreia diminuíram 5% (38.012 unidades).As vendas globais da empresa nos cinco primeiros meses do ano chegaram a 988.011unidades, registrando um aumento de 20,4% em relação ao mesmo período do ano passado.América do Norte obteve o maior ganho nesse período, com crescimento de 42,4% (226.078unidades vendidas), enquanto as outras regiões também apresentaram crescimento de doisdígitos no acumulado: 17,6% na China (169.691 unidades), 15,9% nos mercados gerais(202.389 unidades), 15% na Europa (183.708 unidades) e 12,2% na Coreia (206.145unidades).O Cerato foi o mais vendido da marca, com 38.204 unidades comercializadas em maio. O KiaSportage vem a seguir, com 28.563 unidades, enquanto o Kia Sorento, o Kia Rio e o Kia Soulvenderam respectivamente 18.459, 18.191 e 17.812 unidades.Joel Leite13/06/2011Ford enfrenta JAC reduzindo preçosPromoção iniciada para combater a marca chinesa, estende-se agora para todo o País:Fiesta equipado ao preço do J3.No último balanço mensal da Abeiva - Associação Brasileira dos Importadoresde Veículos, o presidente da JAC, Sérgio Habib, afirmou que a Ford estavadando desconto em alguns dos seus carros apenas em cidades onde a JACtem concessionária, mostrando claramente que era uma estratégia paraenfrentar a marca chinesa. Habib ainda disse:"Os carros chineses estão cumprindo um bom papel, que é de fazer com que as grandesmarcas brasileiras baixem seus preços ou pelo menos não aumentem".
  17. 17. Agora a Ford anuncia a sua promoção, que era válida apenas em São Paulo e Rio de Janeiro(locais de maior concentração de concessionárias da JAC), vendendo o Fiesta RoCam 1.6completo, com air bag duplo e ABS, por R$ 37,9 mil na versão hatch e R$ 39,9 mil na versãosedã.Oswaldo Ramos, gerente nacional de vendas da Ford, diz que "o lançamento deste novocatálogo a esse preço trouxe um aumento de mais de 263% na venda de modelos com essesequipamentos. Diante do sucesso, resolvemos aumentar a produção deste catálogo e estendera promoção para todos os cerca de 500 distribuidores no País".Os modelos que estão nesta promoção têm ar-condicionado, direção hidráulica, vidros e travaselétricas, computador de bordo, faróis de neblina e travamento automático das portas a 15 km/h.Joel LeiteDeputado quer faixas exclusivas para motosArgumento é o aumento do número de mortes no trânsito: só na cidade de São Paulomorreram 478 motociclistas no ano passado.O Supremo Tribunal Federal já considerou ilegal a lei paulista que determina faixas exclusivaspara motociclistas. Mesmo assim, o deputado federal Newton Lima (PT-SP) apresentou umProjeto de Lei em Brasília que determina a criação obrigatória de faixas exclusivas para acirculação de motos em todo o Brasil.O parlamentar também propõe a proibição do tráfego de motos e demais veículos ciclomotoresentre veículos de faixas adjacentes ou entre a calçada e a pista a ela contígua. Para NewtonLima essa medida "é essencial para a segurança dos milhares de motoristas que diariamentecorrem grandes riscos no trânsito."Para apresentar o Projeto de Lei, o deputado baseou-se em estatísticas sobre o trânsitobrasileiro. Em 2010, as mortes de motociclistas aumentaram no Brasil 11,7% em relação aoano anterior, enquanto o aumento da frota ficou em torno de 7,2%. Na capital paulista,levantamento da Companhia de Engenharia de Tráfego de São Paulo (CET) mostra que 478motoqueiros perderam a vida no ano passado.Newton Lima afirma que "entre os anos de 1998 e 2008 houve no Brasil um crescimento de753% no número de motociclistas acidentados e o total de vítimas fatais subiu 23,9%. Aengenharia de trânsito das cidades de médio e grande porte tem enfrentado o grande desafiode conciliar, com segurança e agilidade, a convivência de carros e motos. Acredito que este PLé uma solução viável para todo o Brasil".Joel LeiteAlemanha exige transparência nas negociações da OpelA possível venda Opel deixou a chanceler alemã, Angela Merkel, preocupada. Ela pediutransparência à GMC nas negociações da empresa, já que correram vários boatos, entre elesque a empresa tinha sido vendida para a Volkswagen e também para uma empresa chinesa.
  18. 18. Steffen Seibert, porta-voz alemão, afirmou que "a chanceler está preocupada com ostrabalhadores da Opel, que foram colocados em uma situação de insegurança devido aosboatos sobre a venda da empresa".A irritação da chanceler seria porque a GM se recusou a comentar o assunto e também nãomanteve contato com a chanceler ou do Ministério da Economia, para esclarecer o que estavaacontecendo.A GMC havia desistido da venda da Opel em 2009, depois de uma longa negociação comaFiat, optando em fazer uma reestruturação drástica para voltar a ser viável economicamente, jáque a empresa havia perdido US$ 1,6 bilhão no ano passado.Um novo relatório divulgado na sexta-feira pelo site Welt Online, afirmava que a BeijingAutomotive Industry Holding Co, da China, estava entre os interessados em uma aproximaçãoda diretoria da GMC. Mas todos se recusam a fazer qualquer comentário a respeito do assunto.Joel Leite09/06/2011Marcas chinesas são maioria no mercado brasileiro- Com oito representantes, chineses ganham dos japoneses e ingleses (sete cada)- Em dois meses a JAC já é líder, com 5,6 mil unidades vendidas.- Mais uma chinesa, a Haima, começa a vender este ano.Já são oito as marcas chinesas presentes no Brasil. Nenhum outro país tem oficialmente tantasmarcas atuando no mercado interno, seja como importador, seja como fabricante. As maispróximas são as alemãs e as inglesas, ambas com sete representantes. A Alemanha tem seise os Estados Unidos cinco (veja a lista completa)As chinesas, em conjunto, ainda têm uma participação limitada no mercado, com volume devendas reduzido, mas estão avançando mês a mês.Em maio foram vendidos no Brasil 16.704 carros e utilitários chineses
  19. 19. A mais agressiva delas, a JAC, lidera o ranking chinês, com 5.595 unidades vendidas até maio.É preciso ressaltar que esse número de carros foi vendido em apenas dois meses.A Hafei é a segunda mais vendida, com 4.644 carros de janeiro a maio e em terceiro está aChery, com 3.866. Lifan, Changan, Chana, Effa e Jinbei vêm a seguir, nesta ordem, naclassificação por volume vendido (veja tabela). A Haima foi a última a chegar e começa acomercializar seus carros até o fim do ano, aumentando para nove os representantes da Chinano mercado brasileiro.JAC tem 2,5% da vendas em grandes centrosO aumento de vendas da JAC em maio foi de 45% em relação a abril, crescimento que já eraesperado. Foram vendidas 3.041 unidades, sendo 1.928 do hatch J3 e 1.113 do sedã J3 Turin.Mas o mais marcante é a participação nos grandes centros, onde está melhor instalada, commaior número de concessionárias.Em São Paulo, a JAC fechou maio com 2,28% de participação, na frente da Mitsubishi. No Rio,com 2,62%, vendeu mais do que Mitsubishi e Toyota e em Brasília superou também a Nissan,com 2,79% das vendas.Joel Leite08/06/2011Carros antigos podem ser isentos de InspeçãoOs colecionadores de carros antigos tiveram um aliado para isentar a obrigatoriedade de sefazer a inspeção veicular nos seus carros, que, por serem antigos, estão fora do limite deemissões, já que quando foram construídos não se pensava em poluição e a tecnologia nãopermitia os motores serem eficientes como os de hoje. O deputado Itamar Borges (PMDB)apresentou uma emenda ao projeto de lei do Executivo isentando estes carros da inspeçãoveicular.Como Itamar é deputado estadual, se a lei for aprovada com a emenda, será válido apenaspara carros do Estado de São Paulo. A proposta do Governo é regularizar os carros dentro doPrograma Ambiental de Inspeção e Manutenção de Veículos em Uso no Estado de São Paulo.O deputado quer definir e regularizar os carros antigos de coleções e filiados a clubes oficiaisde carros antigos. Por isso, ficam de fora "carros velhos", mas que não sejam enquadrados em"carros antigos".Itamar Borges afirma que "esses veículos, devido ao tempo que foram fabricados, não podemser submetidos aos mesmos testes de emissão de poluentes que um carro novo. Geralmenteos carros antigos são filiados a clubes e circulam apenas para participar de eventos,exposições e, eventualmente, para passeio. Portanto, não podem ser equiparados, nemtratados, como um veículo de utilização habitual".Joel LeiteEffa terá consórcio nacional
  20. 20. O Grupo Effa, que vende veículos da marca Lifan no Brasil, está lançando o seu consórciooficial. Agora, quem quiser comprar um veículo da marca basta ir até uma das 85 revendedorasEffa e 22 da Lifan.Todos os veículos vendidos no mercado nacional pelas duas marcas poderão ser adquiridospor consórcio, neste primeiro momento, com prazos de 36 e 48 meses. O Lifan 320, que custaR$ 29.980,00 pode ser comprado com prestação mensal de R$ 740,58 no plano de quatroanos. Já o modelo Effa Picape, com custo de R$ 20.480,00, sai por 48 parcelas de R$ 507,14.Nas prestações, estão incluídos seguro prestamista (o consórcio é quitado em caso defalecimento do titular), seguro de vida e auxílio funeral. Além disso, os consorciados aindaconcorrem, semanalmente, a um prêmio de R$ 5.000,00 (Título de Capitalização Bradesco).Dos 7.248 veículos vendidos pela Effa no ano passado, 63% foram á vista e 37% financiadas.Para este ano a empresa tem a expectativa de que o consórcio seja responsável por 6% dasvendas, ficando 54% em financiamentos e 40% à vista. O Grupo Effa quer fechar o ano comvendas de 35 mil veículos, sendo 20 mil unidades da Effa e 15 mil carros da Lifan.Joel LeiteInflação do Carro: Deu deflação em maio: - 0,75%
  21. 21. Ficou mais barato andar de carro em maio. Pela primeira vez neste ano a Inflação do Carro daAgência AutoInforme registrou queda nos preços dos serviços e produtos usados pelomotorista para fazer a manutenção e rodar como carro.Houve uma "deflação" de 0,75% no mês, causada principalmente pela redução do preço doálcool na bomba. O preço do combustível caiu 9,06% em trinta dias.No acumulado do ano o álcool continua com uma alta de 13,30%. Houve outras quedas depreço que contribuíram para a deflação no mês. O alinhamento de direção ficou 5,22% maisbarato e o preço da pastilha de freio caiu 2,42%.Na lista dos itens que mais subiram, destaque para o estacionamento mensal, + 4,83% no mês(+17,37% do ano). O jogo de velas teve alta de 3,89% e a gasolina subiu 2,77%.O custo do uso e manutenção do carro em maio foi de R$ 991,43. O cálculo inclui todas aspeças de reposição, serviços, impostos, seguros e combustíveis.Veja os ítens que mais caíram e subiram de preço em MaioJoel Leite07/06/2011Vendas de carros na China devem cair neste anoO mercado chinês pode ter queda de vendas este ano. O jornal Shanghai Daily, da China,publicou matéria afirmando que o fim das políticas de estímulo econômico lançado em Pequimlogo depois de começar a crise e as restrições para reduzir o número de emplacamentos emgrandes cidades, para evitar mais congestionamento, podem provocar esta queda nas vendas.O jornal salienta ainda que a expectativa é de uma queda de até 10%.
  22. 22. O aumento dos combustíveis e o atraso na produção dos carros japoneses devido ao terremotode 11 de março também tiveram impacto na redução das vendas.Em abril, as vendas caíram 0,25%, conforme a Associação de Fabricantes de Automóveis daChina. O presidente do Centro de pesquisas, Zhao Hang, disse que "a queda das vendasacontecerão pelas medidas governamentais para combater os engarrafamentos, que estãocada vez mais insustentáveis nas grandes cidades."Zhao Hang lembra que os fabricantes chineses estão sendo os mais afetados pela queda dasvendas, já que eles fabricam carros mais populares, um segmento mais sensível à crise. Aqueda de vendas de carros vai na contramão do crescimento do PIB chinês, que deve ser de8% neste ano.Joel Leite06/06/2011Ford vai produzir motor 1.0 nos EUANo trabalho para produzir motores de baixo consumo, a Ford anunciou que vai fabricar o seumenor motor nos Estados Unidos até 2013. Os engenheiros da empresa estão trabalhando emum motor de um litro e três cilindros, que estará à disposição de carros da marca fabricados emtodo o mundo. Por enquanto a Ford não diz quais carros serão equipados com o novo motor. Oanúncio será feito até o fim do ano.Atualmente o menor motor da Ford disponível nos Estados Unidos é um 1.6 de quatro cilindros,usado no Fiesta. Este motor tem 120 cavalos de potência e faz 16 quilômetros com um litro decombustível, na rodovia.A Ford garante que o novo motor, apesar de menor, terá a mesma potência, mas será maiseficiente. O motor terá tecnologia EcoBost, que utiliza turbocompressor e injeção direta. Deveráser mais rápido do que o de quatro cilindros.Joel Leite03/06/2011Strada é o 5º veículo mais vendido no Brasil
  23. 23. A Strada, da Fiat, alcançou este ano a quinta posição no ranking dos veículos mais vendidosno Brasil. Em maio, a picape vendeu 10.227 unidades, confirmando a posição conquistadadesde fevereiro.É a primeira vez nos últimos 60 anos que uma picape ocupa um posto dessa relevância.Nos anos 1950 a F100, da Ford, era um dos veículos mais vendidos, chegando a ficar emsegundo lugar em 1957 e em terceiro em 1958 (veja quadro). Na época predominavam asvendas de veículos de uso misto. Essa tendência se reverteu com a chegada do Fusca, em1960.Mas uma picape nunca esteve entre os cinco mais vendidos no País.A concorrente Saveiro, da Volks, também teve ótimo desempenho, ocupou a 11ª. posição emmaio, com 7.128 unidades.Nas primeiras posições não houve alterações: o Gol manteve a liderança, o Uno permaneceem segundo e o Celta em terceiro. Completam a lista dos Dez Mais o Corsa sedã (incluídas asvendas do Classic), Siena, Fox, Fiesta hatch, Palio e Voyage.O Corolla, apesar da queda de vendas, mantém a posição de mais vendido no segmento e oCity perdeu espaço para o Cerato. O sedã da Kia vendeu 3.064 unidades em maio.Outro destaque é o Jetta, da Volks, que no primeiro mês cheio de vendas vendeu 1.745unidades.O J3, da JAC vendeu 1.927 unidades. A versão sedã, J3 Turin, 1.113. São os dois chinesesmelhor classificados no ranking (veja tabela).Joel LeiteKia é a marca que mais cresce no mundo
  24. 24. Com crescimento de 22,7% no primeiro quadrimestre do ano, a Kia é a marca que mais cresceno mundo. De janeiro a abril a coreana vendeu 608.425 unidades, 22,7% a mais que os495.994 carros comercializados no mesmo período do ano passado, conforme a Jato Consult.A Volkswagen é a segunda que mais cresce, com índice de 17,9% em relação ao quadrimestrede 2010. A Toyota mantém a liderança de vendas mundiais, com 1.699.279 unidades, mas estáprestes a perder a posição. De janeiro a abril a marca vendeu 8,6% a menos do que no mesmoperíodo do ano passado e é a que mais perdeu entre as dez primeiras do ranking (vejaquadro). Com apenas 60 mil carros atrás da japonesa, a Volks poderá assumir a liderançamundial.Com 16,5% em relação ao ano passado, a GM foi a terceira marca que mais cresceu, seguidapela Nissan, Hyundai, Ford e Renault. Além da Toyota, Honda e Fiat amargaram queda devendas neste ano.Joel LeiteEUA passam China e lideram vendas em abrilOs EUA venderam mais do que a China em abril, com crescimento de 17,9% em comparaçãoao mesmo período de 2010. A China cresceu apenas 3,5% no mês e continua reduzindo oritmo de vendas. Números provisórios de maio mostram que os chineses tiveram uma pequenaqueda de vendas em maioA Alemanha sem em terceiro, cresceu 2,8% em abril, menos que o Brasil, quanto colocado,que teve um aumento de vendas de 4,2% em relação a abril de 2010.O balanço de abril confirma crescimento dos países em desenvolvimento e queda de vendasnos países europeus. A Rússia e a Índia cresceram 42,4% e 14,1% em relação ao ano anterior,respectivamente, enquanto França e Itália tiveram queda de 10,3% e 1,1%.Pior foi o Japão, em crise por causa dos acidentes. As vendas no país caíram 47,4%.No acumulado do ano a China permanece na liderança, com 621.432 carros vendidos (*) amais que os EUA. O Japão mantém a terceira posição, a Alemanha em quarto e o Brasil emquinto.(veja tabela)
  25. 25. Joel Leite02/06/2011Palio é o carro mais recomendado pelos mecânicosSe você tem um Palio saiba que estará bem com os mecânicos caso necessite leva-lo até umaoficina. Essa constatação foi feita na pesquisa Melhor Carro e Imagem das Montadoras, queouviu 1.169 reparadores de veículos em vários estados brasileiros.A pesquisa é feita pela Cinau, responsável pela edição do jornal Oficina Brasil, dirigido amecânicos. Ela avalia todos os anos a preferência dos mecânicos em relação aos carrosvendidos no mercado brasileiro. Este é o segundo ano consecutivo que o Palio é o maisrecomendado pelos mecânicos.A mesma pesquisa aponta que a Fiat é a marca de automóveis com maior acesso a informaçãotécnica, mais tecnologia e a que apresenta melhor relação custo benefício.O Uno novo foi o mais recomendado entre os carros com motor 1.0 e a Strada é a preferidaentre as picapes leves.O Palio quebrou uma série de vitórias do Gol, que deteve a primeira posição na preferência dosmecânicos durante anos seguidos. Desta vez o carro da Volks ficou em segundo lugar, com13,2% das preferências. O Palio recebeu o voto de 14,3% dos entrevistados.Na terceira posição, mas bem mais distante, aparece o Corsa, que volta a figurar entre os trêsprimeiros, no lugar do Toyota Corolla, com 6,1% da preferência dos reparadores.Na outra ponta do ranking, o Fiesta aparece como o carro menos recomendado pelosreparadores de veículos. O carro da Ford recebeu a nota negativa de 11% dos jurados e ficouna frente date do Marea entre os piores. O velho sedã da Fiat teve 7,2% de reprovação,seguido pelo Peugeot 206, com 5,5%. Dos três, o Fiesta é o único que continua em fabricação.O 206 rejeitado é o modelo anterior.Segundo os autores da pesquisa, o mau resultado da Ford em consequência da negligênciacom o setor: "É fácil entender porque um carro da Ford é considerado o pior na visão dos
  26. 26. reparadores. Nos seis quesitos avaliados, a montadora aparece em último lugar. Isso nãosignifica, no entanto, que os veículos da marca sejam carros ruins, mas a Ford não se relacionacom o mercado em geral, principalmente o de reparação".A Fiat foi indicada também a melhor marca nos quesitos Acesso a Informação Técnica, Custo eBenefício e Tecnologia. A Volkswagen ganhou no item Confiança na MarcaOs dados da pesquisa CINAU Melhor Carro/Imagem das Montadoras foram levantados emdezembro de 2010 (veja tabela).Vendas de motos têm melhor maio da históriaEste foi o melhor maio da história de vendas de motos no Brasil. Com emplacamento de171.314 unidades, neste ano as vendas superaram maio de 2008, quando o mercado bateu orecorde, antes de se iniciar a crise que derrubaram as vendas.Os dados da Abraciclo - Associação brasileira dos Fabricantes de Motos mostram que maioteve um aumento de vendas de 17,2% em relação a abril, quando se vendeu 146.124unidades. Se comparado com maio de 2008 o aumento foi de 3%.Se as vendas totais do mês foram bem maiores, o mesmo não aconteceu com as vendasdiárias, que cresceram apenas 1,3% em comparação com abril. Foram comercializadas 7.787motos por dia. Em abril foram vendidas 7.690 unidades diariamente."As restrições de crédito têm limitado bastante o crescimento do setor, mas as alternativas demodalidade de vendas, como o consórcio, colaboram para a recuperação do segmento.Estamos agora começando a nos recuperar dos efeitos da crise, mas ainda temos um longocaminho a seguir", afirma Roberto Akiyama, presidente da entidade.Para este ano a Abraciclo prevê um crescimento de 10% nas vendas e de 12,5% na produção.
  27. 27. Joel Leite01/06/2011Vendas passam de 300 mil e batem novo recordeMaio registrou novo recorde de vendas de carros e comerciais leves. Foram vendidas no mêspassado 300.566 unidades, superando as 288.661 vendidas em março, que também teve osmesmo 22 dias úteis de maio.Pela primeira vez no ano as vendas superam o patamar de 300 mil unidades, o que aconteceusomente em três, dos doze meses do ano passado.Mas em relação às vendas diárias houve uma queda de 4,71%. Foram vendidas no mês13.662 unidades por dia, contra 14.337 em abril que teve apenas 19 dias úteis.Maio superou em 10,3% as vendas de abril e cresceu nada menos que 27,4% em relação amaio do ano passado.Agora, no acumulado do ano, o crescimento do mercado - janeiro a maio - é de 8,1%, com1.349.941 carros e comerciais leves vendidos no mercado interno.Joel LeiteVeja o ranking das 62 marcas em maioTudo bem que as quatro grandes montadoras do Brasil estão com folga nos primeiros lugares.Ali não há quase mudança, apenas a GM que fica muito próxima da Volks. A Fiat mantém aliderança, sem novidades, com 22,23% de participação. A Volks tem 20,7% e a GM 18,49%.A Ford continua sem ameaçar a terceira colocada, mas também distante da quinta. Ficou com9,09% em maio e a Renault, líder entre as novas, com 4,48%.O que chama a atenção é que as chinesas e as coreanas estão ganhando espaço. SergioHabib, presidente da JAC, afirmou que chegar aos 3% é fácil, mas a partir daí as coisas ficambem mais difíceis. Chegar aos 9% da Ford é uma missão quase impossível. Habib lembrou que
  28. 28. não haverá uma invasão de chineses no Brasil, mas Chery e JAC vão ganhando participaçãono mercado.O que se vê é a Hyundai se aproximando perigosamente da Renault enquanto Kia trava umabatalha de milímetros com Honda e Citroën. É esperar até o fim do ano para ver as mudanças,que certamente acontecerão, mesmo porque a Honda está com problemas para produzir seuscarros, com falta de peças que vêm do Japão.Veja o ranking completo das 62 marcas de carros vendidas no mercado internoJoel LeitePSA cria fundação "Um mundo em movimento"O nome é um plágio deste blogO Grupo PSA, que tem as marcas Peugeot e Citroën anunciou, através de seu presidentemundial, Philippe Varin, a criação da Fundação "Um Mundo em Movimento" (que plageia esteblog), que tem como objetivo apoiar projetos sociais, educacionais e culturais ou ambientais nocampo da mobilidade.A Fundação participará do financiamento de projetos executados por associações e instituiçõesde caridade ou apoiando programas filantrópicos realizados localmente pelas unidadesindustriais da PSA Peugeot Citroën. Vai também atuar em especial nas regiões onde o Grupoestá implantado, para agir de acordo com as necessidades e especificidades locais. Esta deveser uma oportunidade de todos, especialmente para os funcionários do Grupo, apoiaremprojetos com base local.Joel LeiteFiat vai comprar o que resta da ChryslerA Fiat vai mesmo comprar o que resta da Chrysler, que está em poder doTesouro dos Estados Unidos. O governo detém 6% da empresa. Assim, aChrysler ficará livre da propriedade do governo, que socorreu a empresa nacrise de 2008.O valor a ser pago será definido até o dia 10 de junho. Se não houver um acordo entre a Fiat eo governo estadunidense, o valor será definido por três bancos de investimentos. A Fiat já tem52% da empresa. Em 2009, quando foi anunciada a falência da Chrysler, o grupo italianoadquiriu 20% da montadora. Aos poucos a sua participação foi aumentando, chegando a 52%.A última investida foi comprar 16% da empresa por US$ 1,3 milhão.

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