ApresentaçãO Mapas HistóRicos

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ApresentaçãO Mapas HistóRicos

  1. 1. Os mapas foram símbolos complexos que representaram visões muito bem definidas. Resultantes mais dos exercícios de teologia e literatura do que de geografia, diferentes tipos de mapa-múndi coexistiram durante vários séculos. Antes de menosprezar os mapas medievais, devemos não só recordar de que naquela sociedade tudo estava voltado para o objetivo religioso mas que a estrutura dos mapas era controlada pelas autoridades do passado (Padres da Igreja) e elaborada pela elite letrada religiosa. Assim podemos relativizá-los se os comparamos com os mapas árabes da mesma época (Idrisi), que também tinha uma interpretação religiosa e se refletia nestas e noutras representações. Porém as dificuldades de acesso às imagens e representações destas visões de mundo cartografadas puderam ser dribladas através dos recursos do espaço virtual da WEB.
  2. 2. A consulta às imagens através do monitor de vídeo foi mais democrática e rápida do que o deslocamento e os pedidos de consulta aos manuscritos tão raros em bibliotecas de vários países, caso as consultas fossem permitidas. Mais do que isso, a forma de transmissão da pesquisa assume outras formas além do texto impresso. E mesmo nesta forma criada no século XVI, com a imprensa democratizando o acesso às informações, o autor tem a possibilidade de levar ao seu leitor os endereços onde estão as imagens referidas, além da tradicional bibliografia impressa em papel. Superam-se também as dificuldades de impressão de textos com imagens coloridas, fator encarecedor das edições. Esta nova dimensão de tempo e de relações com o espaço geográfico que a Web possibilita e cria abre uma nova dimensão para trabalhos deste tipo, uma busca na direção da Geografia Pré-moderna, porém com uma tecnologia pós-moderna. Podem ser indicados muitos endereços nesta grande rede, que pode ser comparada aos oceanos desconhecidos onde existem muitas ilhas a serem descobertas.
  3. 3. Figura 1. Mapa de Hereford. <ul><li>Fonte: The Hereford Map. Em: http://www.dac.neu.edu/english/kakelly/med/hereford.html </li></ul>
  4. 4. 3. O Mapa do Salmo (ou do Saltério) De tamanho pequenino, com nove centímetros apenas, o Mapa do Salmo (Figura 2) é na verdade uma iluminura de um livro de salmos produzido provavelmente na década de 1260 em Londres. Figura 2. Mapa do Salmo. Fonte: The British Library. http://www.bl.uk/whatson/exhibitions/mapmaker.html#psalter
  5. 5. Náutica Portuguesa <ul><li>Quando as forças de D. Afonso Henriques conseguiram entrar na praça de Lisboa, aprisionando os navios que aí se encontravam e apoderando-se do respectivo porto, criaram-se as condições para o desenvolvimento de uma intensa actividade marítima, na costa ocidental da Península Ibérica. É seguro que nessa altura já o mar era sulcado por navios portugueses, em diversas direcções, e a conquista da barra do Tejo reforçou esta capacidade. No entanto não será antes do reinado de D. Dinis que se organiza e consolida o trato de comércio na costa portuguesa, protegido por uma esquadra permanente, que resulta do contrato efectuado entre a coroa e o marinheiro genovês, Manuel Pessanha, através do qual este se via obrigado a manter vinte homens de Génova, “sabedores do mar”, para servirem como alcaides das galés portuguesas. Nesta altura os navios portugueses já navegavam pela costa e até aos locais habituais do trato próprio da época, mas é normal que o incremento institucional da organização naval tenha concorrido para um aumento do número de práticos nessa arte, e, sobretudo, que a presença dos italianos tenha levado à divulgação de uma técnica náutica típica do Mediterrâneo, que se aceita como sendo a matriz dos conhecimentos desenvolvidos posteriormente, durante os séculos XV e XVI. </li></ul>
  6. 6. Regimento do Norte, Livro de Marinharia de João de Lisboa                               
  7. 7. <ul><li>Medindo a altura de uma estrela com o quadrante </li></ul><ul><li>Medindo a altura de uma estrela com um astrolábio. Desenho de Sous </li></ul>                                                    
  8. 8. Ponto de esquadria para rumos a menos de 45º do meridiano inicial Ponto de esquadria para rumos a menos de 45º do meridiano inicial                                             
  9. 9. Ponto de esquadria para rumos a 45º do meridiano inicial                                             
  10. 10. Ponto de esquadria para rumos a mais de 45º do meridiano inicial                                              

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