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Mapa Conceitual

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  • 1. Aprendizagem colaborativa para uma educação global Rosana Romanó Mestre em Engenharia de Produção
  • 2. Colaborar Significa trabalhar com o outro para alcançar objetivos comuns Participar
  • 3. Colaboração  Colaborar no emergente ambiente multimídia significa compartilhar um ambiente de trabalho virtual.
  • 4. Internet  Acesso a informação.  Atualização com velocidade maior do que em materiais impressos.  Comunicação.  Necessidade de eduçação continuada. Criação de aprendizes para a vida inteira. Life long learning Aprender ao longo da vida
  • 5. Internet - Pontos desfavoráveis  Acesso à informações incorretas ou inadequadas.  Perda da privacidade.  Navegação através de identidades falsa  Copiar/colar (“ctrl c” e “ctrl v”)
  • 6. weblog ou blog  O blog é uma página web atualizada freqüentemente, composta por pequenos parágrafos apresentados de forma cronológica.  É como um jornal/diário dos jovens, só que interativo.  Alguns blogs são voltados para diversão, outros para trabalho e já estão sendo utilizados em projetos educacionais.
  • 7. weblog ou blog Blogs podem promover um pensamento crítico e analítico. Blog é um meio de desenvolver a colaboração. Blogar desenvolve a criatividade , o pensamento intuitivo e associativo. Blogar combina o melhor da refleção solitária com a interação social.
  • 8. Estão surgindo novas linguagens “Internetês” - Pq vc naum xego na hr q eu t flei? Traduzindo: "Por que você não chegou na hora em que eu te falei?". - Vc tá maluko, kra? - Soh toh fazendu o q me mandaru. - Ei, p/ onde eles estaum inu? - Sei lah! - bjuxxxx! Também conhecido como "miguxês", dialeto usado por adolescentes em chats, fotologs e IRC, repleta de palavras abreviadas e corruptelas como "fzr" (fazer), "cmg" (comigo) e "9dades" (novidades)
  • 9. “Internetês” “B4” traduzindo:B four = before = depois Bloguinho da Turma da Mônica “4U” traduzindo:four you = para você A principal função da linguagem, tanto escrita quanto falada, é a comunicação entre duas ou mais pessoas. O internetês estimula a criatividade?? ou empobrece a Lingua Portuguesa???
  • 10. Estão surgindo novas linguagens “Emoticons” :0)) fazendo graça :o) feliz, bom humor :-)(-: fingindo :-T fazer cara séria :-D sorriso :O> feliz :o) :o) :o) gargalhada :*) fazendo palhaçada :-? de lamber os lábios %-} bobagem
  • 11. Ansiedade de Informação Segundo Richard Wurman, autor do livro Ansiedade de Informação “este é o resultado da distância cada vez maior entre o que compreendemos e o que achamos que deveríamos compreender.”
  • 12. A Sociedade na Era da Informação  “Vivemos numa era em que a maioria das profissões desaparecerão ou mudarão radicalmente em 20 anos,  Os jovens que estão ingressando no mercado de trabalho têm uma probabilidade dez vezes menor do que seus pais e avós de terminar sua carreira na mesma atividade;  70% das profissões que existirão em 2025 ainda não existem. “ Giomar Namo de Mello
  • 13. Homos studiosus Com a revolução microeletrônica as capacidades do homem foram ampliadas.
  • 14. A escola não pode desconhecer a realidade audiovisual da nossa sociedade e, muito menos, caminhar em sentido oposto ao que ocorre do lado de fora de seus muros.
  • 15. Comunidades Virtuais  Comunidade de pessoas compartilhando interesses comuns, idéias e relacionamentos, através da Internet, ou outras redes colaborativas.  Os participantes de uma comunidade virtual se agrupam para auxiliarem-se mutuamente na tarefa de produzir conhecimento.
  • 16. Cooperação e Colaboração  A cooperação é uma estrutura de interação projetada para facilitar o desenvolvimento ou realização de um produto ou objetivo específico.  A colaboração é uma filosofia de interação onde os indivíduos são responsáveis pelas suas ações, incluindo o aprender e respeitando as habilidades e as contribuições de seus colaboradores.
  • 17. Cooperação e Colaboração  No modelo cooperativo o professor mantém o controle completo da classe, mesmo que os estudantes trabalhem em grupos para realizarem os objetivos de um curso.  No modelo colaborativo, o grupo pode assumir total responsabilidade para realizar uma atividade do curso. Os estudantes é que determinam os caminhos que vão seguir.
  • 18. Como é este novo aprendizado?  O interesse do aluno depende da estratégia utilizada pelo professor.  O professor é mais participativo e mais orientador, devendo deixar clara sempre a regra do jogo.  Professores e alunos devem consultar a ferramenta de aprendizado freqüentemente.  Há dificuldades de julgamento por parte do professor, pois os trabalhos dos alunos chegam em horas e dias diferentes.
  • 19. Material Didático  Os materiais utilizados em ambientes colaborativos de aprendizagem deverão ser concebidos de forma a estimular os alunos a desempenhar um papel ativo em sua própria aprendizagem.  A interatividade é a palavra-chave deste processo e é muitas vezes o que falta em atividades desenvolvidas a distância.
  • 20. Multimídia Comunicação através de múltiplos meios de representação da informação
  • 21. Sistema hipertextual acesso não-linear às informações. O usuário define sua própria seqüência de leitura. “O que vejo como contribuição real da mídia digital à educação é a flexibilidade que pode permitir que cada indivíduo descubra seus próprios caminhos pessoais ao aprendizado.” Seymour Papert
  • 22. Softwares de Autoria “Oficina de criação”, equipado com diversas ferramentas que permitem o desenvolvimento de projetos multimídia. Condução da não linearidade de conteúdos. Pesquisa de campo para obtenção de informações e mídias (imagens, sons e vídeos); PERSONALIZAÇÃO! Alunos e professores não precisam se adaptar aos softwares fechados e podem criar seus próprios conteúdos Favorecimento dos aspectos regionais;
  • 23. Papel do professor Os alunos estão crescendo num mundo digital e como resultado eles aprenderão de modo diferente. O desafio do educador está em compreender o que isto significa. O professor passa a ser um orientador, aquele que fomenta o desequilíbrio cognitivo do aluno na busca de um reequilíbrio em um nível cognitivo mais elevado. Estimular e intensificar o desejo de aprender.
  • 24. Motivação do Ensino  Motivar é relacionar o trabalho escolar aos desejos e necessidades do aluno.  É apresentar incentivos que despertem, no aluno, certos motivos que o levarão a estudar. Inspiração e criação O desafio das escolas hoje é proporcionar um espaço privilegiado para que se experimentem e se desenvolvam as capacidades.
  • 25. Os 3 estágios da aprendizagem Seymour Papert 1° Os bebês quando nascem exploram o mundo ativamente, são dirigidos pelo próprio interesse, estão no comando e aprendem muito. 2° Estágio da aprendizagem escolar onde dependem de um adulto que dita as regras e nem sempre aprendem o que estão interessadas em saber. 3° É o que toda pessoa criativa faz, segue aprendendo o que precisa saber ou que realmente interessa.
  • 26. Trilha singular do aprendizado Conexões de interesse Ninguém se perde nos caminhos do interesse!
  • 27. Construcionismo •Significa aprender fazendo •O aluno não conquista o conhecimento interiorizando-o de fora para dentro, mas construindo-o internamente em sintonia com o ambiente. •O ambiente de aprendizagem é construído em clima de diversidade de escolhas, cheio de possíveis deduções. “O que você aprende no processo de construção tem raízes mais profundas na mente do que qualquer coisa que alguém possa te contar.” Seymour Papert
  • 28. Habilidade para Pensamento adquirir novos criativo conhecimentos Solução de Problemas Cooperação Comunicação
  • 29. “Quando as crianças dizem: - isto é ótimo, isto foi divertido, isto foi um divertimento difícil..., elas querem dizer que não foi divertido apresar de difícil, mas que foi divertido porque foi difícil.” Seymour Papert
  • 30. Educomunicação EDUCAÇÃO OU FORMAÇÃO PESSOAL + RECURSOS DE COMUNICAÇÃO E CULTURA •Ex: uma rádio interna tendo a programação feita pelos alunos, ou a produção de jornais no processo educativo. •Designa projetos que formam para a cidadania utilizando a produção de jornais, vídeos, ou qualquer outro meio de comunicação. •Promove a reflexão e da percepção crítica sobre os meios de comunicação.
  • 31. Inclusão Digital “O analfabeto do futuro será aquele que não souber ler as imagens geradas pelos meios eletrônicos de comunicação” ...Do total de 170 milhões de brasileiros, apenas 26 milhões têm acesso ao computador. A média nacional de inclusão digital é de 8,2%. Fonte: http://www.cdi.org.br/midia/midia_20030526.htm
  • 32. Inclusão Digital Acesso ao computador 70 70 60 60 50 40 1999 30 23 2003 20 13 10 0 Escola Pública (%) Escola Particular (%) Fonte: O Estado de São Paulo 04/2003
  • 33. Inclusão Digital Acesso à Internet 35,0 32,0 30,0 25,0 20,0 17,0 1999 15,0 2003 10,0 8,2 5,0 1,3 0,0 Escola Pública (%) Escola Particular (%) Fonte: O Estado de São Paulo 04/2003
  • 34. O perfil do professor brasileiro revelado pela pesquisa da UNESCO SEXO •Idade Média: 38 anos 100 81,3 Feminino •82% rede pública e 18% rede privada •Formação profissional: 50 18,6 Masculin •68% nível superior o •32% ensino médio 0 Inclusão digital 59,6% nunca usam o correio eletrônico 58,4% não navegam na Internet 53,9% não se divertem com o computador 49,5% não tem computador em casa
  • 35. Inclusão Digital Existem 24 milhões de máquinas em uso no Brasil. Três milhões a mais do que há um ano. O Brasil está acima da média mundial: BRASIL 13,8 micros para cada 100 habitantes MUNDO 13 micros para cada 100 habitantes EUA 68 micros para cada 100 habitantes Fonte: Jornal da Globo 04/2005 Pesquisa da FGV
  • 36. Formação na Era Digital  Os processos de aprendizagem se tornam mais ricos e mais proveitosos em termos do principal objetivo a que se propõem, que é a produção e o compartilhamento do conhecimento.  Aprendizado mais centrado nos alunos.  Alunos, professores e pais colaborando.  Preparação para um ambiente de tecnologia.  Criação de aprendizes para a vida inteira.
  • 37. Bibliografia HOLSINGER, Erik. Como funciona a multimídia - Quark do Brasil, São Paulo, 1994 LÉVY, Pierre. Cibercultura. São Paulo: Editora 34, 1999; LÉVY, Pierre. As tecnologias da inteligência – o futuro do pensamento na era da informática. São Paulo: Editora 34, 1993; LITWIN, Edith. Tecnologia Educacional – Política, histórias e propostas. Porto Alegre: Artes Médicas, 1995; LITWIN, Edith. Educaçào à Distância. Porto Alegre: Artes Médicas,2000. PAULA FILHO Wilson de Pádua. Multimídia: Conceitos e Aplicações Rio de Janeiro, LTCE S.A, 2000. PRETTO, Nelson. Uma escola com/sem futuro – educação e multimídia, São Paulo: Papirus, 1999. SUPERINTERESSANTE. São Paulo: Abril.2001, especial Educação Digital. TAPSCOTT, D. Geração digital - A crescente e irreversível ascensão da geração Net - São Paulo: Makron Books do Brasil, 1999 WURMAN, RichardS. Ansiedade de Informação - tradução Virgílio Freire - Sào Paulo: Cultura Editores Associados, 1991 .
  • 38. Rosana Romanó rromano@expoente.com.br rromano@uniexp.edu.br Home Page http://www.expoente.com.br http://uniexp.edu.br http://www.escolainterativa.com.br