Sonho Escola De Redes 2009

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    Sonho Escola De Redes 2009 - Presentation Transcript

    1. Sonhando em rede na Escola de Redes Campos de Jordão 2009
    2. Reflexões  Tudo vale à pena quando a alma não é pequena;  Que a rede esteja na exploração da potência, da produção do sujeito coletivo e propondo renovação. Imaginando que isso possa ter a adesão de jovens como linfas da rede e que a verticalidade dos integrantes esteja desconstruída.  Somos pessoas interagindo virtual e fisicamente em múltiplos espaços e formas, aprendendo coletivamente, com mais fluidez, levando a rede totalmente para o cotidiano, transcendendo a prática virtual;
    3. Reflexões  Não importa a quantidade de pessoas conectadas, a escola de redes é um meio para difusão de uma forma de viver que extrapola a forma de escola de rede, num futuro que não necessita de uma escola de rede pois a rede esta incorporada na forma de vida, de viver. A rede vai estar no coração, além do espaço físico ou virtual;  A humanidade vira a rede, uma vivência que produz um novo modelo de sociedade: da internet à intermente – com amplo potencial de troca de informação;  A escola de redes como um oásis de compartilhamento com facilidade no encontro virtual, criação de zonas autônomas, sinérgicas, expandindo as possibilidades de criação;
    4. Reflexões  Em 2012 atuaremos intermentes em conexão maior, será "revogada a lei dos direitos autorais, não cabendo nenhum recurso jurídico", esgotam-se os tccs, as monografias, etc... o que gera um movimento maior de interação a partir dessa surpresa agradável.  As pessoas que hoje estão nos sistemas de ensino vão poder olhar a experiência de rede, e a partir de onde estão, identificá-la como possibilidade de um novo paradigma, que inspire para fazer de outro jeito e mudar esse sistema atual em que a pessoa é o carrasco e a vítima ao mesmo tempo;
    5. Reflexões  A escola de rede não é para fazer nada além de conversar, investigar, experimentar e compartilhar. Se as pessoas fizerem suas investigações a partir de seus pontos de vista e compartilharem isso, nesse ambiente amigável, ela será um ambiente criativo, mas não um instrumento;  A escola está numa curva ascendente, atraindo novas pessoas, e agrega hoje grande parte das pessoas que pensam a conexão em rede;  Na conversa sobre o espaço de relação presencial, não cabe dizer que está cada um em um lugar. A interação partiu de uma relação no real, a partir de interações do cotidiano;
    6. Reflexões  Cadê as ferramentas espertas, que geram vida... que a escola da rede tivesse desenvolvedores de novas ferramentas que tem a ver com esse modo de operar em rede, para não nos limitarmos a essas ferramentas criadas para o bloqueio;  Um ambiente em que esses pensadores da escola de redes tivessem um espaço para experimentar, prototipar;
    7. Ações  Nodos nos estados brasileiros conectados com outros em países latino americanos;  Ferramenta de visualização de funcionamento da rede (algo gráfico que registra esses encontros);  Como criar um ambiente virtual que expresse a vivência bem próxima do real;
    8. Ações  Possibilidade de entrar na rede física, seja via computador, celular ou algo que esta sendo criado, de forma a poder ver os projetos de forma ordenada, e ver ao lado as pessoas com quem já se tem alguma afinidade.  Dentre esses projetos, ter um projeto de contação de histórias de como estamos fazendo a transição no nível pessoal.
    9. Conclusões  Quebrar com os paradigmas de controle. As coisas acontecem, e não ficamos sabendo, e tudo bem, que bom, que continuem acontecendo.  As ferramentas não como controle, mas como possibilidade de conhecer.  Ninguém consegue encontrar as coisas exatas, porque tudo está fluindo.  O relato da experiência não substitui a experiência.
    10. Conclusões  Sempre: quanto menos, mais!  Com criatividade, o pouco que temos pode expressar o muito que sentimos.  Impossível sintetizar nessas falas a essência real do que fluiu em cada conversação.  Capturar um pouco do conhecimento e distribuir para o grupo, retroalimenta a conversa, o pensar.  Precisa se encontrar o ponto exato, para que essa captura e difusão não entupa o diálogo.
    11. Para que servia a democracia quando foi inventada? Para nada!

    + Maria Fernanda T. da CostaMaria Fernanda T. da Costa, 7 months ago

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