Sonho Escola De Redes 2009 - Presentation Transcript
Sonhando
em rede
na
Escola de
Redes
Campos de
Jordão
2009
Reflexões
Tudo vale à pena quando a alma não é pequena;
Que a rede esteja na exploração da potência, da
produção do sujeito coletivo e propondo renovação.
Imaginando que isso possa ter a adesão de jovens
como linfas da rede e que a verticalidade dos
integrantes esteja desconstruída.
Somos pessoas interagindo virtual e fisicamente em
múltiplos espaços e formas, aprendendo
coletivamente, com mais fluidez, levando a rede
totalmente para o cotidiano, transcendendo a prática
virtual;
Reflexões
Não importa a quantidade de pessoas conectadas, a
escola de redes é um meio para difusão de uma forma
de viver que extrapola a forma de escola de rede, num
futuro que não necessita de uma escola de rede pois a
rede esta incorporada na forma de vida, de viver.
A rede vai estar no coração, além do espaço físico ou
virtual;
A humanidade vira a rede, uma vivência que produz
um novo modelo de sociedade: da internet à intermente
– com amplo potencial de troca de informação;
A escola de redes como um oásis de compartilhamento
com facilidade no encontro virtual, criação de zonas
autônomas, sinérgicas, expandindo as possibilidades
de criação;
Reflexões
Em 2012 atuaremos intermentes em conexão maior,
será "revogada a lei dos direitos autorais, não cabendo
nenhum recurso jurídico", esgotam-se os tccs, as
monografias, etc... o que gera um movimento maior de
interação a partir dessa surpresa agradável.
As pessoas que hoje estão nos sistemas de ensino vão
poder olhar a experiência de rede, e a partir de onde
estão, identificá-la como possibilidade de um novo
paradigma, que inspire para fazer de outro jeito e
mudar esse sistema atual em que a pessoa é o
carrasco e a vítima ao mesmo tempo;
Reflexões
A escola de rede não é para fazer nada além de
conversar, investigar, experimentar e compartilhar. Se
as pessoas fizerem suas investigações a partir de seus
pontos de vista e compartilharem isso, nesse ambiente
amigável, ela será um ambiente criativo, mas não um
instrumento;
A escola está numa curva ascendente, atraindo novas
pessoas, e agrega hoje grande parte das pessoas que
pensam a conexão em rede;
Na conversa sobre o espaço de relação presencial, não
cabe dizer que está cada um em um lugar. A interação
partiu de uma relação no real, a partir de interações do
cotidiano;
Reflexões
Cadê as ferramentas espertas, que geram vida... que a
escola da rede tivesse desenvolvedores de novas
ferramentas que tem a ver com esse modo de operar
em rede, para não nos limitarmos a essas ferramentas
criadas para o bloqueio;
Um ambiente em que esses pensadores da escola de
redes tivessem um espaço para experimentar,
prototipar;
Ações
Nodos nos estados brasileiros conectados com
outros em países latino americanos;
Ferramenta de visualização de funcionamento
da rede (algo gráfico que registra esses
encontros);
Como criar um ambiente virtual que expresse a
vivência bem próxima do real;
Ações
Possibilidade de entrar na rede física, seja via
computador, celular ou algo que esta sendo
criado, de forma a poder ver os projetos de
forma ordenada, e ver ao lado as pessoas com
quem já se tem alguma afinidade.
Dentre esses projetos, ter um projeto de
contação de histórias de como estamos
fazendo a transição no nível pessoal.
Conclusões
Quebrar com os paradigmas de controle. As
coisas acontecem, e não ficamos sabendo, e
tudo bem, que bom, que continuem
acontecendo.
As ferramentas não como controle, mas como
possibilidade de conhecer.
Ninguém consegue encontrar as coisas exatas,
porque tudo está fluindo.
O relato da experiência não substitui a
experiência.
Conclusões
Sempre: quanto menos, mais!
Com criatividade, o pouco que temos pode
expressar o muito que sentimos.
Impossível sintetizar nessas falas a essência
real do que fluiu em cada conversação.
Capturar um pouco do conhecimento e
distribuir para o grupo, retroalimenta a
conversa, o pensar.
Precisa se encontrar o ponto exato, para que
essa captura e difusão não entupa o diálogo.
Para que
servia a
democracia
quando foi
inventada?
Para
nada!
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