Testando um dos sentidos
Material Necessário: Um pedaço de papelão grosso; Grãos de feijão; Uma venda
para os olhos; Cola
...
c) Qual a distância dos clipes na outra região do corpo testada?
d) Os resultados obtidos nesta atividade permitem conclui...
3. Funcionamento do aparelho auditivo humano
Material necessário
 Tigela redonda; Elástico forte; Panela metálica; Pedaço...
 Papelão grosso; Régua; Cinco parafusos (3 cm de comprimento); Dois
elásticos; Tesoura sem ponta; Lápis; Cinco rolhas de ...
Material Necessário:
 Radiografias; Imagens do esqueleto humano; Ossos de galinha (sobras de refeição); Uma caixa
de sapa...
Material Necessário:
 Radiografias; Imagens do esqueleto humano; Ossos de galinha (sobras de refeição); Uma caixa
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Experimentos 8 ano

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Experimentos 8 ano

  1. 1. Testando um dos sentidos Material Necessário: Um pedaço de papelão grosso; Grãos de feijão; Uma venda para os olhos; Cola Procedimento 1. Cortar o papelão, cuidadosamente, em quadrados de 20 cm de lado. 2. Em cada um dos quadrados, façam um desenho. (Os alunos podem, também, escrever letras ou algarismos nos quadrados). 3. No contorno dos desenhos, colem os grãos de feijão. 4. Cubram os olhos de um dos colegas com a venda. 5. Espalhem os quadrados sobre uma mesa. Peçam ao colega que está com os olhos vendados que identifique o que está desenhado em cada um dos quadrados. Diga-lhe para tocar levemente, com a ponta dos dedos, os grãos de feijão que formam o contorno das figuras. Repita a atividade com outros colegas. Análise dos resultados (Sugestão) a) Quais foram os desenhos que vocês fizeram? b) Quais foram os desenhos que vocês não conseguiram identificar? c) Neste caso, qual é o sentido que nos permite identificar as formas desenhadas sobre o papelão? 1. Identificando a sensibilidade da pele ao toque: o tato Comentário: A sensibilidade da nossa pele ao toque está relacionada com a quantidade e a proximidade dos receptores (terminações nervosas sensoriais). Que área da nossa pele é mais sensível ao toque: os dedos, os braços ou as costas? Para responder a essa questão, você deverá trabalhar em grupo e organizar, no caderno, uma tabela com duas colunas e quatro linhas. A primeira linha deve ser preenchida com o modelo a seguir. Na primeira coluna escreva as regiões da pele que serão testadas: ponta de um dedo da mão, braço e outra área da sua escolha: perna, costas, por exemplo. Região da Pele Menor distância em que são percebidos dois toques Ponta do dedo Braço Perna ou outra... O objetivo da atividade é verificar a partir de qual distância não é mais possível, ou é mais difícil, reconhecer que a pele está sendo tocada em dois pontos. Dessa forma, a sensibilidade tátil que uma pessoa tem em várias áreas do seu corpo será testada. Para isso, o teste deve começar com dois toques simultâneos distantes o suficiente para que o voluntário perceba ambos os toques. Para evitar que a resposta seja induzida, alterne testes com toques únicos, isto é, com a ponta de apenas um clipe. As respostas a esses testes não precisam ser consideradas. Material necessário Dois clipes de metal de tamanho médio (nº 2, por exemplo);Uma régua. Procedimento 1. Desdobre uma das pontas de cada clipe. Ela será usada para tocar a pele do seu colega. 2. Decidam qual o colega do grupo será voluntário para a atividade. 3. Peça ao colega que feche os olhos (se achar necessário, poderá usar uma venda). 4. Faça quantos testes forem necessários na ponta de um dos dedos da mão do colega voluntário, preferencialmente o indicador, o anular ou o médio. Atenção: O toque não precisa ser muito rápido nem muito forte. 5. Com uma régua, meça, aproximadamente, a distância em que o seu colega passou a ter dificuldade em identificar o toque dos dois clipes. Anote o resultado na tabela copiada no caderno. 6. Repita os procedimentos de C até E no braço do mesmo voluntário. 7. Repita os procedimentos de C até E na outra área escolhida do corpo do voluntário: a panturrilha ou as costas, por exemplo. Análise dos resultados (Sugestão) a) Qual a distância em que o colega tem dificuldades para identificar os dois toques dos clipes na ponta do dedo? b) Qual a distância em que o colega começa a ter dificuldade para identificar os dois toques dos clipes no braço?
  2. 2. c) Qual a distância dos clipes na outra região do corpo testada? d) Os resultados obtidos nesta atividade permitem concluir qual das áreas testadas tem maior número de receptores ao toque? Qual é essa área? e) Compare os resultados com os dos outros grupos. Os valores encontrados foram os mesmos? 2. O gosto do cheiro ou cheiro do gosto? Comentário O objetivo desta atividade é obter informações que ajudem a entender a relação entre paladar e olfato. Organize o seu grupo e distribua a função e a responsabilidade de cada colega na atividade. Um será encarregado de preparar as gelatinas e providenciar as colheres. Outro vai anotar os resultados na tabela. Um terceiro será voluntário para o teste do paladar. Uma vez feita a distribuição das tarefas, o responsável pelas gelatinas deve pedir ajuda a um adulto da sua casa e preparar com antecedência o material. Mantenha as gelatinas na geladeira e transporte-as para a sala de aula em um saco plástico limpo (sem uso) dentro de um pequeno isopor ou pote plástico com gelo. Material necessário Três colheres das de chá (uma para cada sabor de gelatina); Dois guardanapos de papel; Três sabores diferentes de gelatina (abacaxi, tangerina, limão, morango, framboesa, pêssego, laranja, uva ou outra), preferencialmente de cores diferentes, em copos plásticos para café. Não utilize gelatinas que sejam misturas de sabores – frutas tropicais, por exemplo. Procedimento 1. Prepare uma tabela no caderno conforme a sugerida a seguir. Escreva os sabores das gelatinas que você usará nos testes. Sabor da gelatina utilizada nos testes Resposta do voluntário quanto está... ...tapando o nariz Sem tapar o nariz Laranja Morango 2. Solicite ao voluntário que fique sentado e informe-o de que nos testes será utilizada apenas gelatina. Dê a ele um guardanapo, para que o utilize se necessário. Peça ao colega que mantenha os olhos fechados ou coloque um lenço vendando os seus olhos. 3. Com uma colher limpa, pegue uma porção de uma das gelatinas que está em um dos copos de plásticos. 4. Peça a um colega que tape o nariz do voluntário e ponha na boca dele a gelatina da colher. O nariz do colega que está testando o sabor dos alimentos deverá ficar tapado até que ele engula a porção de gelatina que lhe foi oferecida. Pergunte qual o sabor que ele está sentindo. Lave a colher e deixe-a junto ao copo de gelatina. Anote o resultado na segunda coluna da tabela que preparou. Não informe ao colega voluntário os sabores que serão testados. 5. Repita os procedimentos de 3 e 5, utilizando os outros dois copos de gelatina. Nesta situação, é comum as pessoas dizerem que não sentiram o gosto do alimento. Não dê informações sobre o acerto ou o erro dos sabores testados. Isso só deve ser feito no fim da atividade. 6. Após os testes com o nariz tapado, é hora de repeti-los. Agora, com o nariz destapado e vendo os alimentos que foram usados. Diga ao colega que ele vai fazer outros testes, porém usando também os sentidos da visão e da olfação. 7. Dê ao voluntário uma das gelatinas que foi usada na primeira etapa. Não repita os testes na mesma sequência da primeira etapa da atividade. 8. Após a degustação de cada uma das gelatinas, anote os resultados na terceira coluna da tabela que montou no caderno. Análise dos resultados (Sugestão) a) A degustação da gelatina com o nariz tapado permitiu ao voluntário identificar todos os sabores das gelatinas que comeu? Quais os sabores que ele teve maior dificuldade em identificar? b) Ao utilizar a olfação e a visão, além da gustação, o colega conseguiu identificar os sabores das gelatinas? c) Por que as pessoas resfriadas ou gripadas tem dificuldades em sentir o gosto dos alimentos? d) Quais são os sentidos envolvidos na determinação dos sabor dos alimentos? Comentário Esta atividade pode ser realizada também com balinhas de formato idêntico, mas sabores diferentes.
  3. 3. 3. Funcionamento do aparelho auditivo humano Material necessário  Tigela redonda; Elástico forte; Panela metálica; Pedaço de plástico ; Colher de pau; Grãos de arroz cru Procedimento 1. Cubra a boca da tigela com o plástico e prenda-o nas laterais com o elástico. Veja a figura. Certifique-se de que o plástico esteja bem esticado. 2. Espalhe alguns grãos de arroz sobre o plástico. 3. Aproxime a panela do plástico, sem encostar nele ou na tigela. Bata com a colher de pau na panela e observe o que acontece com os grãos de arroz. Comentário A experiência nos ajuda a responder a seguinte pergunta: Como nosso ouvido capta as ondas sonoras? Ao bater na panela, os grãos de arroz pulam. A batida na panela produz vibrações no seu metal, que são transferidas par o ar e nele se propagam como ondas sonoras. Parte dessas ondas atinge o plástico esticado e faz com que ele comece a vibrar. Como conseqüência, vemos os grãos de arroz pularem. O plástico esticado e os grãos de arroz funcionam como um detector para as ondas sonoras. 4. Simulando o funcionamento do olho humano Material necessário Papel de seda branco; Papel cartão (de qualquer cor); Tesoura sem ponta; Fita adesiva; Lente de aumento; Sala pouco iluminada, com uma janela aberta, que dê visão para uma paisagem bem-iluminada pelo Sol.; Régua e lápis ou caneta Procedimento 1. Recorte um pedaço retangular de papel cartão, com lados medindo 25 centímetros e 20 centímetros. No centro dele, desenhe um outro retângulo com lados de 19 centímetros e 14 centímetros e recorte-o, de modo a obter uma moldura retangular de espessura 3 centímetros, como mostra a figura A. 2. Recorte um pedaço retangular de papel de seda com lados de 21 centímetros e 16 centímetros e cole-o com fita adesiva na moldura, como aparece na figura B 3. Na sala pouco iluminada, volte-se de frente para a janela. Segure a moldura e a lente de aumento como aparece na figura C. Movimente a lente devagar até conseguir projetar a imagem da janela no papel de seda. A imagem está direita ou invertida ( de cabeça para baixo)? 5. Utilidade da visão binocular Material necessário Ajuda de um colega;Dois lápis Procedimento 1. Você e seu colega seguram um lápis cada um e ficam a 1 metro de distância, um de frente para o outro. 2. Mantendo um olho fechado o tempo todo, você e seu colega devem tentar encostar a ponta dos dois lápis, como mostra a figura. 3. Repitam o procedimento, mas com ambos os olhos abertos. A que conclusão vocês chegam. 6. Músculos antagônicos Comentário Todo movimento voluntário do nosso corpo (moverá, as pernas, os braços, o dedos da mão, por exemplo) está relacionado à associação entre músculos e ossos. Nesta atividade, você vai montar um modelo para analisar a ação de diferentes ossos e músculos do braço. Material necessário
  4. 4.  Papelão grosso; Régua; Cinco parafusos (3 cm de comprimento); Dois elásticos; Tesoura sem ponta; Lápis; Cinco rolhas de cortiça Procedimento 1. Recorte o papelão nas formas e nas dimensões indicadas na figura ao lado. 2. Prenda as duas peças com a rolha e o parafuso nos locais indicados pelo número 1. 3. Agora coloque os parafusos nos locais indicados pelo número 2. Não aperte todo o parafuso na rolha. Deixe um espaço de até 0,5 cm entre a cabeça do parafuso e o papelão para poder prender os elásticos. 4. Não se esqueça de escrever as letras A, B e C no papelão, conforme a figura. Coloque os elásticos unindo os parafusos do papelão A com os do papelão C. O modelo que você montou refere-se ao ombro, ao braço, ao antebraço e à mão. a) Com base na figura, quais ossos do corpo estão representados pelas partes A, B e C do modelo? Nesse modelo, os elásticos representam dois músculos diferentes: o bíceps e o tríceps. 5. Coloque o modelo na posição que corresponderia ao braço esticado e meça o tamanho do elástico que representa o bíceps. 6. Mova a parte C do modelo em direção à parte A e meça novamente o tamanho do elástico que corresponde ao bíceps. b) Nesse caso, o elástico que representa o músculo bíceps aumentou ou diminuiu de tamanho? 7. Repita os procedimentos E e F, agora medindo o elástico que representa o músculo tríceps. c) O elástico que representa o músculo tríceps aumentou ou diminuiu de tamanho? Na representação, o elástico que fica menor corresponde ao nosso músculo contraído e o fica maior corresponde ao músculo relaxado. 8. Agora deixe o braço do modelo esticado. d) O bíceps ficou contraído ou relaxado? e) O tríceps ficou contraído ou relaxado? 7. O que acontece com os músculos? Procedimento 1 1. Coloque-se entre os batentes de uma porta estendendo os braços de forma que o dorso de suas mãos encoste nos batentes. Observe a figura ao lado. 2. Faça força com as mãos como se as estivesse empurrando contra os batentes da porta. Empurre o mais forte que puder! 3. Conte até 30, lentamente, enquanto exerce a força. 4. Ao fim da contagem, retire rapidamente as mãos do batente, deixando cair os braços ao longo do corpo. 5. Observe o que acontece com seus braços. Procedimento 2 1. Coloque alguns clipes numa caneta ou lápis, conforme mostra a figura. 2. Segure na ponta da caneta/lápis e aproxime-se de uma mesa. Tente segurar a caneta com os clipes de modo que estes quase toquem a superfície da mesa. 3. Tente não se mexer e mantenha a caneta com os clipes em repouso. 4. Observe o que acontece. Análise dos resultados (Sugestão) a) No primeiro experimento, o que você sentiu logo que retirou as mãos dos batentes da porta? b) No segundo experimento, o que acontece com o braço após algum tempo? c) Discuta com seus colegas e busque explicações para os dois casos acima. Se necessário pesquise em outros livros. 8. Um pequeno Kit de ossos
  5. 5. Material Necessário:  Radiografias; Imagens do esqueleto humano; Ossos de galinha (sobras de refeição); Uma caixa de sapatos; Um envelope grande; Saquinhos plásticos pequenos; Etiquetas; Fita adesiva Procedimento 1. Para que possamos guardar em saquinhos os ossos de galinha é necessário limpá-los e deixá-los secar vários dias ao Sol. Para isso utilizem uma bandeja. Não se esqueçam de recolhê-los todo final de tarde para que não peguem umidade durante a noite. 2. Após os ossos estarem bem secos, coloquem cada um deles em um saquinho de plástico transparente. Façam também uma etiqueta informando o nome do osso, o animal ao qual ele pertence, quando foi feita a coleta e quem o coletou. Fechem o saquinho com fita adesiva. 3. Depois de guardarem em saquinhos e etiquetarem todos os ossos, guardem-nos em uma caixa de sapatos. 4. Procurem identificar a que parte do corpo da galinha cada um dos ossos pertence. Desenhem os ossos no caderno e anotem as conclusões. Esse trabalho pode ser realizado por toda a turma, e a caixa de sapatos pode ficar guardada em um armário na escola. 5. Observem atentamente as radiografias que vocês coletaram e identifiquem nelas a parte do corpo que foi radiografada.Façam uma etiqueta informando qual é a parte do corpo apresentada na imagem, quando a radiografia foi feita e coloquem também o nome de quem a trouxe. Isso os ajudará a encontrá-la com facilidade caso fique guardada no armário da escola. 6. Guardem todas as radiografias e outras imagens do esqueleto humano que vocês coletaram em um envelope grande. 9. Móbiles de esqueletos A proposta desta atividade é a montagem de móbiles representando esqueletos. Material necessário  Cartolina branca; Tesoura; Lápis; Cola; Linha branca; Palito de sorvete ou churrasco Procedimento 1. Você pode escolher um animal (peixe, anfíbio, réptil, ave ou mamífero) e fazer um desenho esquemático dos ossos de seu esqueleto. 2. Repita esse desenho em diversos tamanhos. 3. Corte as peças e amarre-as com a linha branca. 4. Pendure em um palito de churrasco ou de sorvete de tal modo que o conjunto fique equilibrado. 5. Enfeite sua sala de aula ou o seu quarto de dormir pendurando o móbile no teto. Comentário Essa atividade pode ser feita com vários temas: frutas, folhas, órgãos, tudo depende da criatividade.
  6. 6. Material Necessário:  Radiografias; Imagens do esqueleto humano; Ossos de galinha (sobras de refeição); Uma caixa de sapatos; Um envelope grande; Saquinhos plásticos pequenos; Etiquetas; Fita adesiva Procedimento 1. Para que possamos guardar em saquinhos os ossos de galinha é necessário limpá-los e deixá-los secar vários dias ao Sol. Para isso utilizem uma bandeja. Não se esqueçam de recolhê-los todo final de tarde para que não peguem umidade durante a noite. 2. Após os ossos estarem bem secos, coloquem cada um deles em um saquinho de plástico transparente. Façam também uma etiqueta informando o nome do osso, o animal ao qual ele pertence, quando foi feita a coleta e quem o coletou. Fechem o saquinho com fita adesiva. 3. Depois de guardarem em saquinhos e etiquetarem todos os ossos, guardem-nos em uma caixa de sapatos. 4. Procurem identificar a que parte do corpo da galinha cada um dos ossos pertence. Desenhem os ossos no caderno e anotem as conclusões. Esse trabalho pode ser realizado por toda a turma, e a caixa de sapatos pode ficar guardada em um armário na escola. 5. Observem atentamente as radiografias que vocês coletaram e identifiquem nelas a parte do corpo que foi radiografada.Façam uma etiqueta informando qual é a parte do corpo apresentada na imagem, quando a radiografia foi feita e coloquem também o nome de quem a trouxe. Isso os ajudará a encontrá-la com facilidade caso fique guardada no armário da escola. 6. Guardem todas as radiografias e outras imagens do esqueleto humano que vocês coletaram em um envelope grande. 9. Móbiles de esqueletos A proposta desta atividade é a montagem de móbiles representando esqueletos. Material necessário  Cartolina branca; Tesoura; Lápis; Cola; Linha branca; Palito de sorvete ou churrasco Procedimento 1. Você pode escolher um animal (peixe, anfíbio, réptil, ave ou mamífero) e fazer um desenho esquemático dos ossos de seu esqueleto. 2. Repita esse desenho em diversos tamanhos. 3. Corte as peças e amarre-as com a linha branca. 4. Pendure em um palito de churrasco ou de sorvete de tal modo que o conjunto fique equilibrado. 5. Enfeite sua sala de aula ou o seu quarto de dormir pendurando o móbile no teto. Comentário Essa atividade pode ser feita com vários temas: frutas, folhas, órgãos, tudo depende da criatividade.

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