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  • 1. SNC e a Classe 3 – Inventários e Ativos BiológicosÍNDICE1 – Introdução pág.2 – Enquadramento legal pág.3 - POC vs SNC pág.4 – Enquadramento teórico pág.4.1 – Princípios Contabilísticos pág.4.2 – Diferentes óticas pág.4.3 – Tipos de Valorização pág.4.3.1 – Custo Médio Ponderado pág.4.3.2 - FIFO pág.4.3.3 - LIFO pág.4.4 – Sistemas de Inventário pág.4.4.1 – Permanente pág.4.4.2 - Intermitente pág.4.5. Classe – Inventários e Ativos Biológicos pág.5 - A Empresa: Historial pág.5.1 – Património pág.5.2 – Pressupostos Contabilisticos pág.5.3 – Atividade Empresarial pág.5.3.1 – Mês de Abril pág.5.3.2 – Mês de Maio pág.5.4 – Cálculos pág.5.5 – Demonstrações Financeiras: Balanço e Demonstração de Resultados pág.6 – Conclusão pág.7 – Anexos pág.8 - Bibliografia pág. 1
  • 2. SNC e a Classe 3 – Inventários e Ativos Biológicos1 - INTRODUÇÃONo Contexto da disciplina de Análise Financeira e Orçamental e após a solicitação do Dra. AnaHarfouche, elaboramos este documento com a ambição de estudar a Classe 3 do SNC [Sistemade Normalização Contabilística] denominada ―Inventários e Ativos Biológicos‖.O estudo foi realizado com base no SNC e nos princípios contabilísticos que pensamosadequados à realização do mesmo.Ao longo do estudo tencionamos refletir acerca da importância da inventariação dos bens deuma empresa por nós imaginada, à qual chamamos ‘’Acorda,Lda”.Consideramos que a concretização desta análise foi pertinente no sentido em que aplicámosconceitos práticos leccionados nesta disciplina. 2
  • 3. SNC e a Classe 3 – Inventários e Ativos Biológicos2 – ENQUADRAMENTO LEGAL Antes de mais nada optamos por fazer uma pequena incursão histórica, para perceber aorigem deste SNC, para que melhor o percebendo, melhor o apliquemos. Foi através do DL n.º 47/77, de 7 de fevereiro, que foi aprovado o POC [Plano Oficial deContabilidade] e criada a CNC [Comissão de Normalização Contabilística], origem remota doSNC. É a génese do POCque pretende não só contribuir para a proteção dos interesses dosassociados e de terceiros, mas também assegurar a comparabilidade e equivalência dainformação financeira divulgada. Em 25 de julho de 1978 foi adotada pelo Conselho das Comunidades Europeias aDiretiva n.º 78/660/CEE (4.ª diretiva do Conselho), relativa às contas de certas formas desociedades. Com a adesão à CEE em 1986, viu-se Portugal na obrigação de incluir no seu normativoas disposições das diretivas comunitárias. Para tal através do DL 410/89, de 21 de novembroprocedeu-se a diversos ajustamentos e melhorias ao POC de 1977. Outras alterações foramintroduzidas através do DL 238/91, de 2 de julho, pelo DL 44/99, de 12 de fevereiro, bem comopelo DL 35/2005, de 17 de fevereiro, que transpôs para a ordem jurídica interna a Diretiva n.º2003/51/CE, do Parlamento Europeu e do Conselho, de 18 de junho, relativa à modernização dasdiretivas contabilísticas. Esta diretiva veio introduzir alterações relativas às contas anuais e àscontas consolidadas de certas formas de sociedade, bancos e outras instituições financeiras eempresas de seguros, visando assegurar a coerência entre a legislação contabilística comunitáriae as NIC [Normas Internacionais de Contabilidade], em vigor desde 1 de maio de 2002. Atravésdeste Decreto-Lei, o Estado Português exerceu a opção de aplicar as NIC´s. É o ―pontapé de saída‖ para o surgimento do SNC [Sistema de NormalizaçãoContabilística], que foi aprovado pelo DL 158/2009, de 13 de julho. Assim, e por força daorientação estratégica em matéria contabilística da U.E. [União Europeia] esboçada com aapresentação, pela Comissão Europeia, em novembro de 1995, do documento «Harmonizaçãocontabilística — uma nova estratégia relativamente à harmonização internacional» e dosubsequente impulso político dado no Conselho de Lisboa, em março de 2000, que estabeleceu a 3
  • 4. SNC e a Classe 3 – Inventários e Ativos Biológicoscriação de serviços financeiros plenamente integrados, a U.E.decidiu adotar as normasinternacionais de contabilidade do IASB [International Accounting Standards Board]. Entende-se, assim, facilmente, que à luz das profundas alterações verificadas nos últimos25 anos, os princípios contabilísticos geralmente aceites em Portugal, que nos domíniosconcetual e instrumental transitam de 1977, já não respondamadequadamente às exigênciascontemporâneas e que por, conseguinte, se torne importante proceder à suamodificação.Consequentemente, procedeu-se à revogação do POC e legislação complementar,criando-se o SNC, que vem na linha da modernização contabilística ocorrida na UE. Nesses entretantos (1997-2009)surge o POCP [Plano Oficial de Contabilidade Pública]que foi aprovado pelo DL232/97 de 3 de setembro, e que vem procurar adaptar o serviço públicoao POC. Tal plano foi publicado como “sendo obrigatoriamente aplicável a todos os serviços eorganismos da administração central, regional e local que não tenham natureza, forma edesignação de empresa pública, bem como à segurança social, e ainda às organizações dedireito privado sem fins lucrativos que disponham de receitas maioritariamente provenientes doOrçamento do Estado”.Como, infelizmente muitas vezes acontece com os nossos organismos eserviços, não só os Públicos, mas também na área Privada, depois de todo este tempo ainda nãose concretizou em muitos casos essa ―obrigatoriedade‖. Como ao fim destes 15 anos, ainda estamos a implementar um Plano que tinha como―mãe‖ o POC, que o SNC entretanto já veio revogar, acreditamos que seja inevitável que o SNCvenha a ser aplicado com os devidos ajustamentos à AP [Administração Pública], pelo que otrabalho que agora se inicia irá conter as contas e terminologias introduzidas pelo SNC.3 - POC vs SNC Anexam-se os quadros resumo comparativo entre a versão POC e o atual SNC (anexo 1),bem como nota explicativa das mesmas (anexo 2). 4
  • 5. SNC e a Classe 3 – Inventários e Ativos Biológicos4 – ENQUADRAMENTO TEÓRICO4.1 - PRINCIPIOS CONTABILISTICOS O SNC, aprovado pelo DL 158/09, de 13 de julho, trata-se de um modelo denormalização, assente mais em princípios do que em regras explícitas, e que se pretende, emsintonia com as normas internacionais de contabilidade emitidas pelo IASB e adotadas na U.E,estabelecer uma maior harmonização no domínio contabilístico, entre as empresas que laboramno espaço Europeu. No que concerne aos princípios contabilísticos, a principal alteração concetual do SNCrelativamente ao POC/POCP refere-se à eliminação da expressão ―princípios contabilísticos‖,que foram ―convertidos‖ em pressupostos subjacentes, caraterísticas qualitativas ou em bases demensuração (custo histórico) como previsto na Estrutura Concetual (Aviso n.º 15652/2009, de 7de setembro) do SNC e que resumimos no esquema seguinte (fig.1): Fig.1: Princípios Contabilísticos POC vs Características Qualitativas e Pressupostos Subjacentes no SNC 5
  • 6. SNC e a Classe 3 – Inventários e Ativos Biológicos Tal mudança de mentalidade vem permitir ao técnico da área, com o devido respeito pelanorma jurídica, ter uma maior flexibilidade de procedimentos, pois mais do que ter um ―manualde como fazer‖, como era com o POC/POCP, passa com o SNC a ter um ―mapa de como chegarao destino‖, previsto na Estrutura Concetual e respetivas Normas Contabilísticas de RelatoFinanceiro.4.2 - DIFERENTES ÓTICAS Uma Empresa, pode-se definir, genericamente, como um conjunto organizado de meiosmateriais e humanos virados para a produção de bens e/ou serviços. Nessa atividade interativa que a empresa estabelece com o meio envolvente para alcançaresse objetivo, podemos contemplar três óticas: - ótica financeira, que está diretamente relacionada com a remuneração dos fatores e dosbens e serviços vendidos e onde podemos distinguir entre despesa e receita. Por ―despesa‖podemos entender como sendo as obrigações que temos a pagar correspondentes à remuneraçãodos fatores produtivos, e por ―receita‖ os direitos a receber, ou seja, as remunerações a receberdas nossas vendas e/ou serviços prestados; - ótica económica, mais ligada à transformação e incorporação dos diversos materiais atése atingir o produto bem e/ou serviço final, distinguindo aqui entre ―gastos‖, que são os valoresincorporados e gastos na produção, e ―rendimentos‖, que são os produtos acabados e aptos paravenda e/ou para prestação de serviço, e - ótica de tesouraria ou de caixa que corresponde às entradas ou saídas monetárias naempresa, e onde se fala de ―pagamentos‖ e ―recebimentos‖, ou seja, as saídas e entradas devalores monetárias da/na empresa, respetivamente. Podemos, pois, esquematizar da seguinte forma (fig.2): 6
  • 7. SNC e a Classe 3 – Inventários e Ativos Biológicos Fig.2: Diferentes ópticas empresariais A ótica financeira (relação com o exterior, fornecedores/clientes) reflete-se nas contasdas Classe 1 – Meios Financeiros Líquidos, Classe 2 – Contas a Receber e a Pagar, Classe 3 –Inventários e Ativos Biológicos e Classe 4 – Investimentos, espelhando-se tal relação noBalanço, que é uma das peças das demonstrações financeiras e que tem a fórmula base dacontabilidade como grande fiel da balança: Ativo = Passivo + Capitais Próprios Os Capitais Próprios indicados refletem-se na Classe 5 – Capital, Reservas e ResultadosTransitados. A ótica económica ou produtiva, que reflete o prisma ―elementos envolvidos naprodução‖, envolve as contas da Classe 6 – Gastos e da Classe 7 – Rendimentos, espelhando-setais elementos na Demonstração de Resultados, peça contabilística onde podemos determinar oResultado Líquido da empresa (Conta 8 – Resultados) que se pode traduzir em: 7
  • 8. SNC e a Classe 3 – Inventários e Ativos Biológicos - Lucro, quando os Rendimentos são superiores aos Gastos; - Prejuízo, quando os Gastos são superiores aos Rendimentos, e - Break Even Point, quando Gastos e Rendimentos apresentam o mesmo valor. Finalmente, na ótica de tesouraria ou de caixa, através da Classe 1 – Meios FinanceirosLíquidos, teremos uma ideia, mas será sobretudo através do Mapa de Tesouraria queefetivamente veremos a fotografia da empresa bem tirada. Só contemplando as três óticas teremos uma visão mais plena e real da situação daempresa, e isso é possível de alcançar com uma contabilidade bem aplicada e devidamenteestruturada. Para tal o SNC é uma ferramenta legalmente obrigatória sim, mas tecnicamenteimprescindível para alcançar essa meta, até pela uniformização de procedimentos que vemestabelecer. Outra grande ferramenta é a Contabilidade Analítica, que encontramos na Classe 9, e quejá faz parte da Contabilidade de Gestão, não da Contabilidade Patrimonial. Nesta classe,basicamente, desagrega-se a classe 6 em setor de atividade, atividade, centro de custo, conformea opção gestionária do responsável da empresa.4.3 - TIPOS DE VALORIZAÇÃO4.3.1 - CUSTO MÉDIO PONDERADO[CMP] Pela fórmula do CMP, o custo de cada item é determinado a partir da média ponderada docusto de itens semelhantes no começo de um período e do custo de itens semelhantes compradosou produzidos durante o período. A média pode ser determinada numa base periódica ou àmedida que cada entrega adicional seja recebida, o que depende das circunstâncias da entidade.Ou seja: CMP = (custo total dos bens existentes + custo total das novas entradas):(quantidades existentes + novas quantidades entradas). 8
  • 9. SNC e a Classe 3 – Inventários e Ativos Biológicos Pode ser calculado após cada nova entrada de material ou sobre o total de entradas numdeterminado período.4.3.2 - FIFO Tal como o próprio nome indica (First In FirstOut) neste sistema de valorização os itensde inventário que forem comprados ou produzidos em primeiro, devem ser vendidos em primeirolugar e consequentemente os itens que permanecerem em inventário no fim do período devem deser os itens mais recentemente comprados ou produzidos. A sua utilização é adequada em situações de muito rápida rotação dos stocks, e em que senão preveem variações significativas nos custos. As principais vantagens são as suasobjetividade e simplicidade de aplicação prática. Como inconvenientes, são-lhe apontados ofacto de subavaliar o custo das vendas, em períodos de acentuada inflação, logo,sobrevalorizando as existências finais e o resultado, acontecendo exatamente o contrário, emsituações de descida dos custos de aquisição. Por estes motivos, é-lhe imputada falta de rigor, navalorização.4.3.3 - LIFO LIFO, ou "Last In First Out" é um método de contabilização usado por norma, quandouma empresa ou indivíduo negoceia um ativo fungível, ou seja, um ativo que pode sersubstituído por outro da mesma espécie, sem que tal resulte numa perda ou ganho para quem odetém, do qual compra e vende várias quantidades ao longo do tempo, podendo pelo meiomanter stock do mesmo. Tal sistema foi extinto com a aplicação do SNC, que veio a proibi-lo.4.4 - SISTEMAS DE INVENTARIOS Para verificar a qualidade do estado dos stocks (diferença entre stock real e registoinformático do stock), é necessário efetuar inventários e eventualmente atualizar a registoinformático. Um inventário consiste numa operação de contagem física dos artigos nasprateleiras do armazém. Existem basicamente dois tipos de inventário, a saber, o permanente e o intermitente. 9
  • 10. SNC e a Classe 3 – Inventários e Ativos Biológicos4.4.1 - PERMANENTE Consiste em manter permanentemente atualizadas as quantidades de cada artigo em stockatravés das transações informáticas, com entradas e saídas dos materiais adquiridos e dosmateriais fornecidos.4.4.2 - INTERMITENTE É realizado no final do ano contabilístico. Efetua-se para todos os artigos da empresa oque implica uma apreciável carga de trabalho que pode perturbar a sua atividade.4.5. CLASSE 3 – INVENTÁRIOS E ATIVOS BIOLÓGICOS Os Inventários e Ativos Biológicos são ativos: - detidos pela empresa pela venda no decurso ordinário da sua atividade empresarial; - utilizados no processo de produção para tal venda; - sob a forma de materiais ou consumíveis a serem aplicados no processo de produção ouna prestação de serviços. Os inventários englobam bens comprados e detidos para revenda incluindo, por exemplo,mercadorias compradas por um retalhista e detidas para revenda ou terrenos e outraspropriedades detidas para revenda. Os inventários também englobam bens acabados produzidos, ou trabalhos em curso queestejam a ser produzidos pela entidade e incluem materiais e consumíveis aguardando o seu usono processo de produção. As quantidades destes inventários são influenciados pela atividade da empresa, queratravés da compra e vendas dos mesmos, quer através de variação menos normais, tais comoofertas que sejam realizadas mas sobretudo através de quebras e perdas verificadas nos mesmos. Dai que para determinar o CMVMC [Custo das Mercadorias Vendidas e das MatériasConsumidas] tenha que se ter em conta a seguinte fórmula: CMVMC = Existência Inicial + Compras +- Regularizações – Existência Final 10
  • 11. SNC e a Classe 3 – Inventários e Ativos Biológicos A conta ―31 - Compras‖, é uma conta auxiliar e transitória que regista o custo de aquisição das matérias-primas e dos bens aprovisionados (que ficam em armazém/stock) destinados a consumo ou venda. Esta conta regista as compras de mercadorias, matérias-primas, subsidiárias e de consumo e ativos biológicos, incluindo-se as despesas adicionais de compra (eventualmente, estas despesas podem passar pela classe 6, devendo depois, para satisfazer os critérios de valorimetria, ser imputadas às contas de inventários respetivas). É uma conta de passagem para evidenciar as compras cujo montante será posteriormente transferido para as contas a que, especificamente, respeitam (32-Mercadorias, 33-MP, subsidiárias e de consumo, 34-Produtos acabados e intermédios, 35-Subprodutos, desperdícios,resíduos e refugos, 36- Produtos e trabalhos em curso e 37-Ativos biológicos). É uma conta, pois, que deve estar sempre saldada quando se efetuarem as demonstrações financeiras. Tratando-se de compras de serviços a terceiros, ou de elementos utilizáveis na produção, tais valores são imputados às subcontas da 62–Fornecimentos e Serviços Externos. Os documentos base para a movimentação contabilística desta conta são, por norma, Guias de Remessa ou de Transporte e Faturas. Quando estas estão em trânsito, apesar de o material já se encontrar entregue, é utilizada a conta 225 – faturas em recepção e conferência. Estas compras podem ser alvo de descontos comerciais que serão refletidos através da conta 318 – Descontos e abatimentos em compras.Estes descontos são sempre encarados como reduções de custo e não como rendimentos. Os descontos financeiros (desconto de pronto pagamento, p.ex.) são contabilizados numa conta da classe 7 – Rendimentos. 5 - A EMPRESA: HISTORIAL - http://www.sicor.pt/ - A empresa que apresentamos denomina-se “Acorda, Lda” e, como cordoaria que é,dedica-se à comercialização de vários tipos decordas: em polietileno, polipropileno, de nylon,poliester, sisal, ente outras destinadas às maisdiversas atividades, desde a prática de desportosradicais, como escalada, até à área náutica,passando pela pesca e empacotamentos. 11
  • 12. SNC e a Classe 3 – Inventários e Ativos Biológicos Foi fundada em 1977, em Algés, é uma pequena empresa do tipo familiar, com três sócios e dois empregados. A ―Acorda,Lda‖ é possuidora de uma carteira de clientes estável, devido à grande variedade de material que dispõe e à sua especialização nesta área. Está numa localização favorável, com o Tejo bem perto, bem como os milhares de pessoas que todos os dias passam por ela a caminho dos seus trabalhos. Graças à relação de proximidade e lealdade que vai tendo com os seus fornecedores, faceta incorporada na cultura e filosofia desta empresa, tem mantido boas relações que se manifestam em protocolos que tem estabelecidos com algumas das maiores cordoarias nacionais, tais como a Sicor – Soc.Industrial de Cordoaria, SA, e que vem facilitar a sua atividade empresarial, satisfação dos clientes e gestão financeira. A Acorda,Lda. apesar de PME [Pequena Média Empresa], procura estar a par das novas técnológicas, pelo que apesar do seu balcão de atendimento em Algés, também dispõe de um site na internet, onde aceita encomendas de e para todo o Mundo 5.1 – PATRIMÓNIO O património da Acorda,Lda em 31 de Março é o seguinte: VALOR DESIGNAÇÃO PR.UNIT QUANT TOTAL S/IVA C/IVAEdifício sede, sito em Algés, na Rua Major Afonso Palla, com área 1 4.065,04 5.000,00para armazém (valor da contribuição autárquica)Amortizações Acumuladas (cod.2015 tabela II) 100,00Rolo Fio Sisal 3‖ – 5Kg 20 15,00 369,00 12
  • 13. SNC e a Classe 3 – Inventários e Ativos BiológicosRolo Fio Sisal 4‖ – 5Kg 20 18,75 461,25Rolo Fio Sisal 6‖ – 5Kg 20 20,00 492,00Rolo Fio Sisal 8‖ – 5Kg 20 30,00 738,00Rolo Fio Sisal 10‖ – 5Kg 20 35,00 861,00Corda Nylon 12mm – RL 100 mt 1 106,50 131,00Corda Nylon 4mm – RL 30 mt 1 10,60 13,04Corda Nylon 5mm – RL 30 mt 1 11,00 13,53Corda Nylon 6mm – RL 20 mt 1 10,65 13,10Corda Nylon 7mm – RL 20 mt 1 12,25 15,07Secretárias 6 54,20 400,00Cadeiras 7 23,23 200,00Armários 10 24,39 300,00Aparadores c/3 portas 3 54,20 200,00Sofá de 2 lugares 1 203,25 250,00Mesinha 1 4,07 5,00Capital Social 1 7.500,00 ESTE QUADRO VAI TER QUE SER CONVERTIDO EM CONTAS SNC PARA DAQUI SAIR O BALANCETE INICIAL DESTE TRABALHO A 31MAR. 5.2 – PRESSUPOSTOS CONTABILISTICOS Uma das mais valias da Acorda,Lda é a rede de protocolos que detem com os seus fornecedores produtores,que ao abrigo de uma cláusula de excelência, estabelece que o valor do transporte já está incluido no nosso preço de venda. Tal situação aplica-se particularmente a encomendas de grande volume, sendo que o valor do transporte será devolvido ao fornecedor após boa cobrança ao nosso cliente, com o consequente reflexo na conta 228-adiantamento a fornecedores. Para tal é politica da empresa manter um PMP [prazo médio de pagamentos] competitivo (30dias), já que tal permite que o material encomendado saia do produtor para entrega direta no cliente, ou levantamento por parte deste no fornecedor, após tranferência 13
  • 14. SNC e a Classe 3 – Inventários e Ativos Biológicosbancária. A par disso temos venda direta no estabelecimento, em Algés, além de um site naatravés do qual procuramos alargar a nossa carteira de clientes, sendo que a cultura e filosofia daempresa, passa mais pela relação mais direta e acolhedaora com o cliente. O tipo devalorização das mercadorias que utiliza é o FIFO e o sistema de inventário opermanente. Seguem-se informação dos custos fixos que totalizam 8.155,00€ mensais: Equipamento Administrativo = 1.355,00€: 6 secretárias + 7 cadeiras = 600,00 €; 10 armários = 300,00 €; 3 aparadores c/3p portas= 200,00 €; 1 sofá de 2 lugares = 250,00€, e 1 mesinha = 5,00€. Leasing dos computadores, impressoras e veículos (Veiculo Comercial Citroen BerlingoVan 1.6Hdi 90 de 2010Mar + Veiculo Furgão Citroen Jumper 2.0Hdi de Nov.2008) = 3.000,00€. Fornecimentos e Serviços Externos, correspondente aos serviços de limpeza e consumode material de escritório = 400,00€. Gastos gerais, que corresponden aos encargos tidos com água, luz, internet,correspondência, combustivel, seguros, telefones totaliza 600,00€. Custo com o pessoal, que se traduz em nós como os 3 sócios e 2 empregados,corresponde a 2.800,00€/mês, correspondente a 600,00 x 3 sócios + 500,00 x 2 empregados. A margem de lucro que incide sobre o preço de aquisição é de 150% O material, devido a ser comprado ao kg e vendido muitas vezes ao metro, leva a quecom alguma regularidade seja necessário proceder a correcções de inventários, por vezestraduzidas em quebras outras em sobras de mercadorias, com os lançamentos inerentes a nivel daconta 382- Reclassificação e regularização de inventários, mercadorias. 14
  • 15. SNC e a Classe 3 – Inventários e Ativos Biológicos5.3 – ATIVIDADE EMPRESARIAL5.3.1 – Mês de Abril:a) Venda de 50.000 mt de corda torcida de Manila 32mm destinada aos participantes da “VolvoOcean Race”, a ocorrer bem próximo das instalações da empresa.b) Venda de 5.000 mt de cordão polietileno com 6‖ para o festival “Optimus Alive”c) Compra de 1.000 mt de Fios Entrançados Nylon 2mm à Cordicastros.d) Compra de 500 mt de Fio Industrial de Sisal com 6‖ à Sicor.5.3.2 – Mês de Maioa) Venda de 10.000 mt de Fios Entrançados Nylon 2mm ao Clube Naval da Ericeira.5.4 – CÁLCULOS ?????5.5 – DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRASBALANÇO FINALDEMONSTRAÇÃO DE RESULTADOS FINAL6. CONCLUSÃO 15
  • 16. SNC e a Classe 3 – Inventários e Ativos Biológicos7. BIBLIOGRAFIA Rodrigues, J. (2011). SNC - Sistema de Normalização Contabilistico Explicado. PortoEditora, 2.ª Edição Nabais, F.; Nabais, C. (2011). Prática Financeira I – Abnálise Económica e Financeira.Lidel, 6.ª Edição Sociedade Industrial de Cordoaria In http://www.sicor.pt. Acedido em 26 de Maio de 2012em http://www.sicor.pt/8. ANEXOS Anexo 1 – POC vs SNC Anexo 2 – Notas explicativas das contas SNC 16

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