MUDANÇAS CLIMÁTICAS E SUAS
CONSEQUÊNCIAS NA AGRICULTURA
ANALISE DA CULTURA DO ALGODOEIRO
ORIVALDO BRUNINI-
JOÃO PAULO DE C...
ANALISE DA CONCEITUAÇÃO –MUDANÇAS CLIMÁTICAS
QUAL O FENÔMENO
RELATÓRIO IPCC
EVIDÊNCIAS
CONTROVÉRSIAS
- AGENTE CAUSADOR...
PRINCIPAIS ELEMENTOS E AÇÃO NA
AGRICULTURA
-TEMPERATURA DO AR
-FOTOPERÍODO
-CHUVA- DISTRIBUIÇÃO
-RADIAÇÃO SOLAR
VENTO
UMID...
EFEITO ESTUFA
1,5 a 3-5ºC
-FENÔMENO EL-NIÑO
-FENÔMENO LA-NIÑA
CONSEQUÊNCIAS DO AQUECIMENTO GLOBAL
MUDANÇAS CLIMÁTICAS
AUMENTO NOS EVENTOS EXTREMOS
CHUVAS INTENSAS
-ONDAS CALOR/FRIO
-MÁ...
VARIABILIDADE- MUDANÇAS CLIMÁTICAS
-VARIABILIDADE É CICLICA
-TEM UM CICLO DE REPETIÇÃO
-OSCILAÇÃO
-FENÔMENOS EL-NIÑO
LA NI...
EFEITOS DAS MUDANÇAS NA AGRICULTURA
AGRICULTURA É
ALTAMENTE SENSÍVEL ÀS
MUDANÇAS CLIMÁTICAS
OU QUALQUER FENÔMENO
ADVERSO
FORÇANTES
-AS MESMAS FORÇANTES QUE
MODELAM NOSSO CLIMA SÃO AS
MESMAS CRÍTICAS PARA
PRODUÇÃO AGRÍCOLA
-EM UMA SITUAÇÃO DE C...
MODELOS DE CIRCULAÇÃO GLOBAL
• FAZEM BOA PREDIÇÃO DAS FORÇAS RADIATIVAS E
TENDENCIA DE TEMPERATURA
• INDICAM MUITO BEM A T...
TÉCNICAS PARA ADAPTAÇÃO AO
POSSÍVEL CENÁRIO DE MUDANÇA
CLIMÁTICA
• Sistema de Alerta Antecipado –
Desenvolver metodologias para
alerta e mitigação de eventos
extremos como seca, geada, al...
• Manejo de água e irrigação –
Aplicar água para irrigação para
mitigar efeitos de estresse
hídrico e seca;
• Determinar a...
• Realizar estudos de zoneamento
agroclimático, definindo novas
espécies adaptadas a estas
anomalias.
• Seqüestro de CO2- ...
BASE DO ESTUDO
• CENÁRIOS CLIMÁTICOS E A
CULTURA DO ALGODÃO
HERBÁCEO
• (analise preliminar)
Metodologia de analise
• Analise da aptidão agroclimática considerando-
se o atual cenário
• Analise considerando-se o cen...
• Mapas anuais de aptidão nos diferentes cenários
• Mapas das estações de crescimento com relação
a disponibilidade térmic...
INTERVALO DE
TEMP. MÉDIA DESCRIÇÃO
< 16 Inadequada
16 - 17 Inadequada
17 - 18 Inadequada
18 - 19 Marginal
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INTERVALO DE
PRECIPITAÇÃO DESCRIÇÃO
< 600 Restrita
600 - 800 Marginal a adequada
800 - 1000 Marginal a adequada
1000 - 120...
INTERVALO DE
DEFICIÊNCIA
HÍDRICA ANUAL DESCRIÇÃO
0 - 10 Adequada
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INTERVALO DE
EXCEDENTE HÍDRICO DESCRIÇÃO
0 - 100 Adequada
100 - 200 Adequada
200 - 300 Adequada com restrições moderadas
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Conclusões
• 1º- Os resultados apresentados e analisados neste trabalho baseiam-se
numa premissa simples de aquecimento gl...
• 5º-Deve-se, contudo observar que analises de efeitos de
mudanças climáticas sobre as culturas, deve também
estar atento ...
CONCLUSÃO GERAL
Este estudo partiu de uma analise simples entre
aumento da temperatura do ar e adaptabilidade
da cultura. ...
MUITO
OBRIGADO
HTTP://CIIAGRO.SP.GOV.BR
WWW.INFOSECA.SP.GOV.BR
www.ciiagro.org.br/ema
Mudanças climáticas e suas consequências na agricultura   análise da cultura do algodoeiro
Mudanças climáticas e suas consequências na agricultura   análise da cultura do algodoeiro
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Mudanças climáticas e suas consequências na agricultura análise da cultura do algodoeiro

  1. 1. MUDANÇAS CLIMÁTICAS E SUAS CONSEQUÊNCIAS NA AGRICULTURA ANALISE DA CULTURA DO ALGODOEIRO ORIVALDO BRUNINI- JOÃO PAULO DE CARVALHO VANESSA BANCHIERI CIARELLI ANDREW PATRICK C,BRUNINI INSTITUTO AGRONÔMICO DE CAMPINAS APTA-SAA FUNDAÇÃO DE APOIO À PESQUISA AGRÍCOLA- FUNDAG
  2. 2. ANALISE DA CONCEITUAÇÃO –MUDANÇAS CLIMÁTICAS QUAL O FENÔMENO RELATÓRIO IPCC EVIDÊNCIAS CONTROVÉRSIAS - AGENTE CAUSADOR - PRECISÃO DOS MODELOS - AQUECIMENTO GLOBAL- MUDANÇA CLIMÁTICA
  3. 3. PRINCIPAIS ELEMENTOS E AÇÃO NA AGRICULTURA -TEMPERATURA DO AR -FOTOPERÍODO -CHUVA- DISTRIBUIÇÃO -RADIAÇÃO SOLAR VENTO UMIDADE DO AR EXTREMOS TÉRMICOS
  4. 4. EFEITO ESTUFA 1,5 a 3-5ºC -FENÔMENO EL-NIÑO -FENÔMENO LA-NIÑA
  5. 5. CONSEQUÊNCIAS DO AQUECIMENTO GLOBAL MUDANÇAS CLIMÁTICAS AUMENTO NOS EVENTOS EXTREMOS CHUVAS INTENSAS -ONDAS CALOR/FRIO -MÁ DISTRIBUIÇÃO DAS CHUVAS --DESLOCAMENTO POPULACIONAL -EFEITO NA RESERVA HÍDRICA --MUDANÇA DE HÁBITO(AGRÍCOLA)
  6. 6. VARIABILIDADE- MUDANÇAS CLIMÁTICAS -VARIABILIDADE É CICLICA -TEM UM CICLO DE REPETIÇÃO -OSCILAÇÃO -FENÔMENOS EL-NIÑO LA NIÑA MUDANÇA É GRADATIVA E SE INSTALA DESERTIFICAÇÃO-DEGRADAÇÃO CONSTANTE O RETORNO ÀS CONDIÇÕES ANTIGAS É MUITO DIFÍCIL OU IMPOSSIVEL
  7. 7. EFEITOS DAS MUDANÇAS NA AGRICULTURA AGRICULTURA É ALTAMENTE SENSÍVEL ÀS MUDANÇAS CLIMÁTICAS OU QUALQUER FENÔMENO ADVERSO
  8. 8. FORÇANTES -AS MESMAS FORÇANTES QUE MODELAM NOSSO CLIMA SÃO AS MESMAS CRÍTICAS PARA PRODUÇÃO AGRÍCOLA -EM UMA SITUAÇÃO DE CLIMA MAIS QUENTE PODE INDICAR MELHOR PRODUÇÃO AGRICOLA , MAS FAVORECE O AUMENTO DE DESASTRES NATURAIS COMO: SECA- INUNDAÇÃO- ONDAS DE CALOR E FRIO.
  9. 9. MODELOS DE CIRCULAÇÃO GLOBAL • FAZEM BOA PREDIÇÃO DAS FORÇAS RADIATIVAS E TENDENCIA DE TEMPERATURA • INDICAM MUITO BEM A TEMPERATURA DA SUPERFÍCIE • A PREVISÃO CLIMÁTICA VARIA MUITO DE UMA REGIÃO PARA OUTRA. • -MAIORIA DO MCG NÃO PREVEEM CHUVA MUITO BEM • NÃO EXISTE CONSENSO RELACIONADO A ESTIMATIVA DA UMIDADE DO SOLO • FALHAM NA PREVISÃO NA VARIABILIDADE CLIMÁTICA COMO SECA E GEADA.
  10. 10. TÉCNICAS PARA ADAPTAÇÃO AO POSSÍVEL CENÁRIO DE MUDANÇA CLIMÁTICA
  11. 11. • Sistema de Alerta Antecipado – Desenvolver metodologias para alerta e mitigação de eventos extremos como seca, geada, altas temperaturas, chuvas extremas; • Monitoramento hidrometeorológico – Estabelecer uma rede hidrometeorológica com coleta on- line de dados e geração de produtos para atendimento à defesa civil, manejo de água e praticas agrícola;
  12. 12. • Manejo de água e irrigação – Aplicar água para irrigação para mitigar efeitos de estresse hídrico e seca; • Determinar as melhores épocas de plantio em função de riscos climáticos associados e de cenários de mudança climática e aquecimento global;
  13. 13. • Realizar estudos de zoneamento agroclimático, definindo novas espécies adaptadas a estas anomalias. • Seqüestro de CO2- realizar estudos e desenvolver técnicas para mitigar efeitos de gases estufa, como ´plantio direto, reflorestamento, e outros
  14. 14. BASE DO ESTUDO • CENÁRIOS CLIMÁTICOS E A CULTURA DO ALGODÃO HERBÁCEO • (analise preliminar)
  15. 15. Metodologia de analise • Analise da aptidão agroclimática considerando- se o atual cenário • Analise considerando-se o cenário de aquecimento de 2ºC e 4ºC com aumento e diminuição na precipitação de 20% • Analise considerando-se um aquecimento de 2ºC e 4ºC e sem alteração no regime hídrico • Resfriamento de 2ºC sem alteração no regime hídrico
  16. 16. • Mapas anuais de aptidão nos diferentes cenários • Mapas das estações de crescimento com relação a disponibilidade térmica e hídrica • Mapas mensais dos parâmetros do balanço hídrico indicando as épocas e fases mais críticas • Calendário agrícola para os cenários indicados COMO AVALIAR AS DIFERENTES SITUAÇÕES Analise global
  17. 17. INTERVALO DE TEMP. MÉDIA DESCRIÇÃO < 16 Inadequada 16 - 17 Inadequada 17 - 18 Inadequada 18 - 19 Marginal 19 - 20 Marginal 20 - 21 Marginal a adequada 21 - 22 Adequada 22 - 23 Adequada 23 - 24 Adequada 24 - 25 Adequada 25 - 26 Adequada 26 - 27 Adequada 27 - 28 Adequada 28 - 29 Adequada 29 - 30 Adequada definição de época de plantio 30 -32 Adequada definição de época de plantio 32- 34 Restrita excesso termico epoca ser indicada >34 Inadequada -Estação de crescimento muito curta
  18. 18. INTERVALO DE PRECIPITAÇÃO DESCRIÇÃO < 600 Restrita 600 - 800 Marginal a adequada 800 - 1000 Marginal a adequada 1000 - 1200 Adequada 1200 - 1400 Adequada 1400 - 1600 Adequada 1600 - 1800 Marginal a adequada 1800 - 2000 Restrita 2000 - 2200 Restrita > 2200 Restrita alto excedente hídrico
  19. 19. INTERVALO DE DEFICIÊNCIA HÍDRICA ANUAL DESCRIÇÃO 0 - 10 Adequada 10 - 40 Adequada 40 - 80 Adequada 80 - 120 Adequada com ligeira limitação 120 - 160 Adequada com ligeira limitação 160 - 200 Adequada com limitações de época 200 - 240 Adequada com limitações de época 240 - 400 Marginal a restrito com relação a época 400 - 600 Restrição seria de deficiência hídrica > 600 Restrição seria de deficiência hídrica
  20. 20. INTERVALO DE EXCEDENTE HÍDRICO DESCRIÇÃO 0 - 100 Adequada 100 - 200 Adequada 200 - 300 Adequada com restrições moderadas 300 - 400 Adequada com restrições moderadas 400 - 500 Marginal a adequada com alta restrição 500 - 600 Marginal a adequada com alta restrição 600 - 700 Restrita 700 - 800 Restrita 800 - 900 Restrita > 900 Restrita
  21. 21. Conclusões • 1º- Os resultados apresentados e analisados neste trabalho baseiam-se numa premissa simples de aquecimento global de até 4° C e possíveis alterações na precipitação pluviométrica. • 2º- Os resultados indicam que mesmo com aquecimento de 2° C nas grandes efeitos na distribuição da cultura, e esta avaliação é muito mais bem detalhada quando as estações de crescimento e de repouso da cultura são avaliadas separadamente. • 3º- Com um aquecimento de 2° C na há restrição de maneira geral, se ocorrer um resfriamento de 2° C teremos maiores períodos de frio nas regiões sudeste e parte do Centro Oeste, indicando que o ciclo pode ser mais demorado, e variedades adaptadas necessitam se desenvolvidas. • 4º- Com aquecimento de 2° C e redução de 20% na precipitação há redução em áreas atuais. Porem se ocorrer aumento de 20% nesta precipitação, não há indicação de efeitos negativos marcantes à cultura mesmo com aquecimento.
  22. 22. • 5º-Deve-se, contudo observar que analises de efeitos de mudanças climáticas sobre as culturas, deve também estar atento ás fases fenológicas e períodos onde as variáveis climáticas são mais determinantes ao desenvolvimento da cultura,onde se a analise da deficiência hídrica na estação de crescimento indica que mesmo com aquecimento de 2ºC as condições climáticas são favoráveis à cultura. • 6º- Com aquecimento de 4ºC , termicamente a cultura esta favorecida, porem pode-se ter regiões muito quente as quais reduzirão o ciclo de maneira tal, que a produção pode se comprometida, e ensaios de época deverão ser realizados
  23. 23. CONCLUSÃO GERAL Este estudo partiu de uma analise simples entre aumento da temperatura do ar e adaptabilidade da cultura. Para evitar-se conclusões errôneas sobre estes efeitos, estas situação aqui descritas devem ser avaliadas e com as possíveis alteraçãos fisiológicas impostas à cultura e ajustes osmóticos e de tolerância a calor e seca. Porem , mesmo com possíveis alterações climáticas, a exploração agrícola da
  24. 24. MUITO OBRIGADO HTTP://CIIAGRO.SP.GOV.BR WWW.INFOSECA.SP.GOV.BR www.ciiagro.org.br/ema

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