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CONSIDERAÇÕES CLÍNICAS IMPORTANTES AO PROCEDIMENTO NÃO CONVENCIONAL<br />PACIENTES DE ALTO RISCO<br />IMPLANTE DA VÁLVULA ...
CONSIDERAÇÕES TÉCNICAS IMPORTANTES AO PROCEDIMENTO NÃO CONVENCIONAL<br />DIMENSÃO DA ARTÉRIA ILÍACA – ACESSO A AORTA<br />...
TIPOS DE ABORDAGEM CIRÚRGICA<br />02 TIPOS DE ABORDAGEM<br />           INTERCOSTAL (APEX CARDÍACO OU TRANS-APICAL)<br /> ...
TÉCNICA PERCUTÂNEA<br />TÉCNICA TRANS-APICAL<br />
TÉCNICA PERCUTÂNEA<br />TÉCNICA TRANS-APICAL<br />
DISPOSITIVO VALVULAR<br />Edwards-SAPIEN Valve®<br />PRÓTESE VALVULAR JUSTAPOSTA AO BALÃO NA PONTA DO CATÉTER<br />
DISPOSITIVO VALVULAR<br />PRÓTESE VALVULAR JUSTAPOSTA AO BALÃO NA PONTA DO CATÉTER<br />Medtronic CoreValve®<br />
CONSTITUIÇÃO DAS VÁVULAS<br />ENXERTO DE PERICÁRDIO NÃO HUMANO<br />CONTÊM 3 CÚSPIDES<br />APRESENTA 2 TAMANHOS E DIMENSÕE...
PROCEDIMENTO PERCUTÂNEO<br />ACESSO FEMURAL ARTERIAL E VENOSO<br />ACESSO ARTERIAL – FIO GUIA<br />ACESSO VENOSO – MARCAPA...
PROCEDIMENTO PERCUTÂNEO<br />PRODEDIMENTO = 2 FASES<br />- DILATAÇÃO DAS CÚPIDES VALVULARES PELO BALÃO<br /> - INTRODUÇÃO ...
PROCEDIMENTO PERCUTÂNEO<br />AÇÕES FACILITADORAS (AMBAS AS FASES)<br />- MARCAPASSO EMELEVADA FREQÜÊNCIA (190bpm) <br /> -...
MARCAPASSO – FREQÜÊNCIA ELEVADA<br />AnesthAnalg 2009;108:1453–62.<br />Minerva Anestesiologica 2010;76(2):100–108.<br />
PROCEDIMENTO TRANS-APICAL<br />MINITORACOTOMIA ≅10cm<br />5° A 6° ESPAÇO INTERCOSTAL<br />ABERTURA DO PERICÁRDIO<br />BOLS...
PROCEDIMENTO TRANS-APICAL<br />AÇÕES FACILITADORAS (AMBAS AS FASES)<br />- MARCAPASSO DE ELEVADA FREQÜÊNCIA (190bpm) <br /...
MARCAPASSO – FREQÜÊNCIA ELEVADA<br />AnesthAnalg 2009;108:1453–62.<br />Minerva Anestesiologica 2010;76(2):100–108.<br />
VANTAGENS DO ACESSO TRANS-APICAL<br />http://pie.med.utoronto.ca/TEE/<br />
VÁLVULA PÓS-IMPLANTE<br />
TÉCNICA FEMURAL RETRÓGRADA<br />
TÉCNICA TRANS-APICAL<br />
VANTAGENS DO ACESSO PERCUTÂNEO<br />EVITAR TORACOTOMIA<br />EVITAR MANIPULAÇÃO DO ÁPICE DO V.E.<br />Clin Cardiol 2009; 32...
VANTAGENS DO ACESSO TRANS-APICAL<br />EVITAR COMPLICAÇÕES ARTERIAIS PERIFÉRICAS<br />EVITAR COMPLICAÇÕES NA AORTA<br />CON...
O QUE DEVE-SE LEVAR EM CONSIDERAÇÃO NO PLANEJAMENTO DO PROCEDIMENTO? <br />ANESTESIA GERAL / SEDAÇÃO (T. FEMURAL RETRÓGRAD...
SALA HÍBRIDA  -  AMBAS AS TÉCNICA<br />Toronto General Hospital – Toronto/Canadá<br />
O QUE DETERMINA A ESCOLHA DA TÉCNICA QUE ABORDARÁ O ANEL VALVAR AÓRTICO?<br />PREFERÊNCIA E EXPERIÊNCIA DA EQUIPE CIRÚRGIC...
CONSIDERAÇÕES IMPORTANTES A TÉCNICA NÃO CONVENCIONAL<br />PREPARO ADEQUADO (PACIENTE E ESTRUTURA TÉCNICA)<br />CUIDADOS AN...
CONSIDERAÇÕES FINAIS À TÉCNICA CIRÚRGICA<br />ANESTESIA GERAL – EXTUBAÇÃO AO TÉRMINO DO PROCEDIMENTO<br />PRONTO PREPARO P...
ECOTRANSESOFÁGICO (ETE-IO) <br />FUNDAMENTAL!!!! HÁ SERVIÇO QUE NÃO UTILIZAM(?)<br />           UTILIZAM APENAS A FLUOROSC...
ECOTRANSESOFÁGICO (ETE-IO) <br />ACOMPANHA COLOCAÇÃO DA VÁLVULA (INSUFLAÇÃO PELO CATÉTER BALÃO)<br />AVALIA A CORRETA FIXA...
TAMANHO DO ANEL VALVAR<br />Savage RM et al. Comprehensive Textbook Of Perioperative Transesophageal Echocardiography. 2th...
PRÓTESE VALVAR IMPLANTADA - Edwards-SAPIEN Valve®<br />DIÁSTOLE<br />SÍSTOLE<br />http://pie.med.utoronto.ca/TEE/<br />
COMPLICAÇÕES CLÍNICAS MENORES<br />ARRITMIAS E INSTABILIDADE HEMODINÂMICA (M.P.)<br />LESÃO ILÍACA E FEMURAL – TÉCNICA PER...
QUAIS AS COMPLICAÇÕES TÉCNICAS ASSOCIADAS A COLOÇÃO DA VÁLVULA?<br />LEAK PERIVALVAR AÓRTICO<br />ALTERAÇÃO FUNCIONAL DA V...
COMPLICAÇÕES QUE LEVAM A CIRCULAÇÃO EXTRA-CORPÓREA DE EMERGÊNCIA<br />RUTURA TRANS-APICAL DO V.E. – TÉCNICA TRANS-APICAL<b...
DISSECÇÃO DA AORTA<br />DISSECÇÃO DA AORTA<br />http://pie.med.utoronto.ca/TEE/<br />
COMPLICAÇÕES MAIORES<br />ALTERAÇÕES COGNITIVAS DEFINITIVAS<br />AVC<br />MORTE<br />AnesthAnalg 2009;108:1453–62.<br />Mi...
CONSIDERAÇÕES ANESTÉSICAS<br />ANESTESIA GERAL<br />              VIA PERCUTÂNEA (TEE)<br />              VIA TRANS-APICAL...
MONITORIZAÇÃO<br />ELETROCARDIOGRAMA<br />OXIMETRIA DE PULSO<br />CAPNOGRAFIA (ANESTESIA GERAL)<br />PRESSÃO ARTERIAL MÉDI...
AQUECIMENTO PASSIVO – MANTA TÉRMICA<br />http://pie.med.utoronto.ca/TEE/<br />
TÉCNICA ANESTÉSICA<br />ACESSO PERIFÉRICO DE GROSSO CALIBRE 16G A 18G<br />ACESSO CENTRAL – DUPLO LÚMEN<br />DESFIBRILADOR...
TÉCNICA ANESTÉSICA<br />PRESENÇA DE INSTABILIDADE HEMODINÂMICA – M.P.<br />                FÁRMACOS INOTRÓPICAS<br />     ...
QUAIS AS COMPLICAÇÕES ASSOCIADAS A UTILIZAÇÃO DO MARCAPASSO (OVERDRIVE!)?<br />FREQÜÊNCIA ELEVADA INDUZIDA PELO MARCAPASSO...
MARCAPASSO – ELEVADA F.C.<br />http://pie.med.utoronto.ca/TEE/<br />
A SEDAÇÃO É UMA BOA ESCOLHA?<br />AUSÊNCIA DO ETE-IO (??????)<br />POSICIONAMENTO DA VÁVULA AÓRTICA – FLUOROSCOPIA <br />C...
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UM ESTUDO MULTICENTRICO - BRASIL<br />Dados procedimentos transapicais – Unifesp<br /> <br />Número total de procedimentos...
UM ESTUDO MULTICENTRICO - BRASIL<br />N = 80<br />Idade média: 76,5 anos<br />Complicações: 16<br />Re-operação por sangra...
AGRADECIMENTO ESPECIAL<br />Dra. Carolina Baeta Neves Duarte Ferreira <br />UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO PAULO<br />
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Considerações anestésicas no tratamento da doença valvar aórtica por via cirúrgica ou percutânea

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Considerações anestésicas no tratamento da doença valvar aórtica por via cirúrgica ou percutânea

  1. 1. CONSIDERAÇÕES ANESTÉSICAS NO TRATAMENTO DA DOENÇA VALVULAR AÓRTICA POR VIA CIRÚRGICA OU PERCUTÂNEA<br />KLEBER MACHARETH DE SOUZA, TSA, CAAD, MSc<br />CO-RESPONSÁVEL CET/SBA – SANTA CASA DE CAMPO GRANDE<br />MEMBRO DO COMITÊ DE ANESTESIA CARDIOVASCULAR E TORÁCICA - SBA<br />
  2. 2. PREVALÊNCIA DA ESTENOSE DE VÁLVULA AÓRTICA (US)<br />50.000 PROCEDIMENTOS ANO - U.S. (SECUNDÁRIA A CALCIFICAÇÃO POR DEGENERAÇÃO SENIL)<br />TRATAMENTO CLÍNICO – SOBREVIDA DE 3 ANOS (ESTENOSES GRAVES)<br />TRATAMENTO CIRÚRGICO – SOBREVIDA DE 12 ANOS (ESTENOSES GRAVES) <br />ABORDAGEM POR CATÉTER BALÃO (VALVULOPLASTIA) – RETORNO EM 6 MESES A SITUAÇÃO ANTERIOR<br />ABORDAGEM CIRÚRGICA CONVENCIONAL – MORTALIDADE DE 4 A 18% + MORBIDADES ASSOCIADAS<br />AnesthAnalg 2009;108:1453–62.<br />
  3. 3. CLASSIFICAÇÃO DA ESTENOSE AÓRTICA<br /> <br />Leve Moderada Grave<br />Velocidade máxima na valva aórtica (m/s) 2,5 – 3,0 3,0 – 4,0 >4,0<br />Gradiente pressórico máximo (mmHg) <40 40 – 65 >65<br />Gradiente pressórico médio (mmHg) <20 20 – 40 >40<br />Área valvar estenótica (cm2) >1,5 1,5 – 1,0 <1,0<br />European Journal of Echocardiography 2009; 10: 11 – 19 (3).<br />
  4. 4. ESTRATIFICAÇÃO DE RISCO – TROCA VALVULAR<br />EuroSCORE E STS-score<br />VELOCIDADE TRANS-VALVAR – VÁLVULA AÓRTICA<br />RESPOSTA AO EXERCÍCIO<br />PRESENÇA DE COMORBIDADE (I.R.C.)<br />PRESENÇA DE BIOMARCADORES ELEVADOS (PEPTÍDEO ATRIAL NATRIURÉTICO)<br /> DISFUNÇÃO VENTRICULAR ESQUERDA<br />CIRURGIA DE EMERGÊNCIA<br /> REOPERAÇÃO <br />Lancet 2009; 373: 956–66.<br />Ann ThoracSurg 2009; 88 (2): 468-74.<br />
  5. 5. BUSCA DE TÉCNICAS DE MENOR IMPACTO NA MORBI-MORTALIDADE<br />IDADE MÉDIA DA POPULAÇÃO IDOSA TÊM AUMENTADO<br />AUMENTO DA PRESENÇA DE COMORBIDADES<br />AUMENTO NA INCIDÊNCIA DE PATOLOGIA AÓRTICA DEGENERATIVA <br />BUSCA DE PROCEDIMENTOS MENOS INVASIVOS<br />AnesthAnalg 2009;108:1453–62.<br />Anesthesiology Clin 26 (2008) 465–479<br />
  6. 6. TERAPÊUTICA CIRÚRGICA É CONSENSO MUNDIAL – A QUESTÃO É: OS CANDIDATOS A TÉCNICAS ALTERNATIVAS!<br />IDOSOS – 70 A 80 ANOS<br />A DEPENDER DAS COMORBIDADES<br /> I.R.C.<br /> D.P.O.C.<br /> DIABETES<br />Circulation2007; 116: I240 - I245.<br />
  7. 7. HISTÓRICO DO MÉTODO<br />2002 – CRIBER ET AL. REALIZOU O MÉTODO PELA PRIMEIRA VEZ<br />VIA PERCUTÂNEA – VEIA FEMURAL RETRÓGRADA<br /> ABORDAGEM VENOSA VIA A.D.<br />PERFURAÇÃO DO SEPTO INTER-ATRIAL <br />PASSANDO ATRAVÉS DA VALVULA MITRAL<br />AnesthAnalg 2009;108:1453–62.<br />Anesthesiology Clin 26 (2008) 465–479<br />
  8. 8. PRÓTESES VALVULARES UTILIZADAS ATUALMENTE<br />Medtronic CoreValve® - U.S (APROVADA PELO FDA!)<br />Edwards-SAPIEN Valve® - CENTROS EUROPEUS<br />AnesthAnalg 2009;108:1453–62.<br />
  9. 9. CONSIDERAÇÕES CLÍNICAS IMPORTANTES AO PROCEDIMENTO NÃO CONVENCIONAL<br />PACIENTES DE ALTO RISCO<br />IMPLANTE DA VÁLVULA AÓRTICA MÉTODO NÃO CONVENCIONAL (VANTAGEM) <br /> ESTERNOTOMIA<br />CIRCULAÇÃO EXTRA CORPÓREA<br /> CLAMPEAMENTO AÓRTICO<br />AnesthAnalg 2009;108:1453–62.<br />Anesthesiology Clin 26 (2008) 465–479<br />
  10. 10. CONSIDERAÇÕES TÉCNICAS IMPORTANTES AO PROCEDIMENTO NÃO CONVENCIONAL<br />DIMENSÃO DA ARTÉRIA ILÍACA – ACESSO A AORTA<br />PATOLOGIA ASSOCIADA AO APEX CARDÍACO<br /> ANEURISMA EM ÁPICE DE V.E.<br /> DOENÇA PERICÁRDICA<br /> TORACOTOMIA PRÉVIA<br /> RADIOTERAPIA TORÁCICA<br />AnesthAnalg 2009;108:1453–62.<br />Anesthesiology Clin 26 (2008) 465–479<br />
  11. 11. TIPOS DE ABORDAGEM CIRÚRGICA<br />02 TIPOS DE ABORDAGEM<br /> INTERCOSTAL (APEX CARDÍACO OU TRANS-APICAL)<br /> 5° A6° ESPAÇO INTERCOSTAL<br /> VIA PERCUTÂNEA (ARTÉRIA FEMURAL)<br />AnesthAnalg 2009;108:1453–62.<br />Anesthesiology Clin 26 (2008) 465–479<br />
  12. 12. TÉCNICA PERCUTÂNEA<br />TÉCNICA TRANS-APICAL<br />
  13. 13. TÉCNICA PERCUTÂNEA<br />TÉCNICA TRANS-APICAL<br />
  14. 14. DISPOSITIVO VALVULAR<br />Edwards-SAPIEN Valve®<br />PRÓTESE VALVULAR JUSTAPOSTA AO BALÃO NA PONTA DO CATÉTER<br />
  15. 15. DISPOSITIVO VALVULAR<br />PRÓTESE VALVULAR JUSTAPOSTA AO BALÃO NA PONTA DO CATÉTER<br />Medtronic CoreValve®<br />
  16. 16. CONSTITUIÇÃO DAS VÁVULAS<br />ENXERTO DE PERICÁRDIO NÃO HUMANO<br />CONTÊM 3 CÚSPIDES<br />APRESENTA 2 TAMANHOS E DIMENSÕES<br />MONTADA EM STENT DE AÇO INOXIDÁVEL<br />DIMENSÕES: COMPRIMENTO X DIÂMETRO<br /> - 14mm X 23mm<br /> - 16mm X 26mm<br />Semin Thorac Cardiovasc Surg 2007; 19(4): 304-10.<br />N Engl J Med. 2010; 363(17): 1597-607.<br />
  17. 17. PROCEDIMENTO PERCUTÂNEO<br />ACESSO FEMURAL ARTERIAL E VENOSO<br />ACESSO ARTERIAL – FIO GUIA<br />ACESSO VENOSO – MARCAPASSO TRANS-VENOSO <br />FIO GUIA – REVESTIDO POR UM INTRODUTOR (BALÃO NO ÁPICE) <br />INTRODUTOR (CATÉTER BALÃO) = SHEATH<br /> - 12F<br />Semin Thorac Cardiovasc Surg 2007; 19(4): 304-10.<br />N Engl J Med. 2010; 363(17): 1597-607.<br />
  18. 18. PROCEDIMENTO PERCUTÂNEO<br />PRODEDIMENTO = 2 FASES<br />- DILATAÇÃO DAS CÚPIDES VALVULARES PELO BALÃO<br /> - INTRODUÇÃO E ACOPLAMENTO DA VÁLVULA NO ANEL VALVULAR NATIVO CALCIFICADO (VALVULO-MONTAGEM POR BALÃO)<br />- 24F<br /> - 26F<br />Clin Cardiol 2009; 32(6): 296-301.<br />J Thorac Cardiovasc Surg 2010; 139(5): 1107-13.<br />
  19. 19. PROCEDIMENTO PERCUTÂNEO<br />AÇÕES FACILITADORAS (AMBAS AS FASES)<br />- MARCAPASSO EMELEVADA FREQÜÊNCIA (190bpm) <br /> - INTERRUPÇÃO DA V.M.C. – INTERROMPER BALANÇO CARDÍACO<br />Clin Cardiol 2009; 32(6): 296-301.<br />J Thorac Cardiovasc Surg 2010; 139(5): 1107-13.<br />
  20. 20. MARCAPASSO – FREQÜÊNCIA ELEVADA<br />AnesthAnalg 2009;108:1453–62.<br />Minerva Anestesiologica 2010;76(2):100–108.<br />
  21. 21. PROCEDIMENTO TRANS-APICAL<br />MINITORACOTOMIA ≅10cm<br />5° A 6° ESPAÇO INTERCOSTAL<br />ABERTURA DO PERICÁRDIO<br />BOLSA E ABERTURA DO ÁPICE CARDÍACO<br />PASSAGEM DO FIO GUIA<br />INTRODUÇÃO DO SHEATH (16F) COM BALÃO – VALVULOPLASTIA<br />INTRODUÇÃO DO SHEATH ACOPLADA A PROTESE VALVULAR<br />ACOPLAMENTO E DILATAÇÃO DA VÁLVULA (ANEL VALVAR CALCIFICADO) <br />J Thorac Cardiovasc Surg 2010; 139(5): 1107-13.<br />
  22. 22. PROCEDIMENTO TRANS-APICAL<br />AÇÕES FACILITADORAS (AMBAS AS FASES)<br />- MARCAPASSO DE ELEVADA FREQÜÊNCIA (190bpm) <br /> - INTERRUPÇÃO DA V.M.C. – INTERROMPER BALANÇO CARDÍACO<br />J Thorac Cardiovasc Surg 2010; 139(5): 1107-13.<br />
  23. 23. MARCAPASSO – FREQÜÊNCIA ELEVADA<br />AnesthAnalg 2009;108:1453–62.<br />Minerva Anestesiologica 2010;76(2):100–108.<br />
  24. 24. VANTAGENS DO ACESSO TRANS-APICAL<br />http://pie.med.utoronto.ca/TEE/<br />
  25. 25. VÁLVULA PÓS-IMPLANTE<br />
  26. 26. TÉCNICA FEMURAL RETRÓGRADA<br />
  27. 27. TÉCNICA TRANS-APICAL<br />
  28. 28. VANTAGENS DO ACESSO PERCUTÂNEO<br />EVITAR TORACOTOMIA<br />EVITAR MANIPULAÇÃO DO ÁPICE DO V.E.<br />Clin Cardiol 2009; 32(6): 296-301.<br />J Thorac Cardiovasc Surg 2010; 139(5): 1107-13.<br />
  29. 29. VANTAGENS DO ACESSO TRANS-APICAL<br />EVITAR COMPLICAÇÕES ARTERIAIS PERIFÉRICAS<br />EVITAR COMPLICAÇÕES NA AORTA<br />CONTROLE DIRETO DO POSICIONAMENTO E FIXAÇÃO DA PRÓTESE<br />J Thorac Cardiovasc Surg 2010; 139(5): 1107-13.<br />
  30. 30. O QUE DEVE-SE LEVAR EM CONSIDERAÇÃO NO PLANEJAMENTO DO PROCEDIMENTO? <br />ANESTESIA GERAL / SEDAÇÃO (T. FEMURAL RETRÓGRADA)<br />INTENSA MANIPULAÇÃO HEMODINÂMICA (FLUOROSCOPIA)<br />USO DA ECOCARDIOGRAFIA TRANS-ESOFÁGICA INTRA-OPERATÓRIA<br />PRESENÇA DE SALA HÍBRIDA<br />Minerva Anestesiologica 2010;76(2):100–108.<br />
  31. 31. SALA HÍBRIDA - AMBAS AS TÉCNICA<br />Toronto General Hospital – Toronto/Canadá<br />
  32. 32. O QUE DETERMINA A ESCOLHA DA TÉCNICA QUE ABORDARÁ O ANEL VALVAR AÓRTICO?<br />PREFERÊNCIA E EXPERIÊNCIA DA EQUIPE CIRÚRGICA<br />DIMENSÃO E TORTUOSIDADE DA ARTÉRIA ILÍACA<br />ESTADO ATEROMATOSO DO ARCO AÓRTICO<br />PATOLOGIA ACOMETENDO A REGIÃO APICAL CARDÍACA <br />Yan TD - J Thorac Cardiovasc Surg2010; 139(6): 1519-28.<br />
  33. 33. CONSIDERAÇÕES IMPORTANTES A TÉCNICA NÃO CONVENCIONAL<br />PREPARO ADEQUADO (PACIENTE E ESTRUTURA TÉCNICA)<br />CUIDADOS ANESTÉSICOS<br />INTERCORRÊNCIAS NO PERIOPERATÓRIO<br />ECOTRANSESOFÁGICO NO INTRA-OPERATÓRIO<br />COMPLICAÇÕES INTRA-OPERATÓRIAS <br />Minerva Anestesiologica 2010;76(2):100–108.<br />
  34. 34. CONSIDERAÇÕES FINAIS À TÉCNICA CIRÚRGICA<br />ANESTESIA GERAL – EXTUBAÇÃO AO TÉRMINO DO PROCEDIMENTO<br />PRONTO PREPARO PARA ESTERNOTOMIA E USO DA CIRCULAÇÃO EXTRA-CORPÓREA (EMERGÊNCIA) <br />MARCAPASSO EM OVERDRIVE<br />INTERRUPÇÃO DA VMC – INTERROMPER O BALANÇO CARDÍACO<br />FIXAÇÃO VALVAR = ECOTRANSESOFÁGICO + FLUOROSCOPIA<br />AnesthAnalg 2009;108:1453–62.<br />Minerva Anestesiologica 2010;76(2):100–108.<br />
  35. 35. ECOTRANSESOFÁGICO (ETE-IO) <br />FUNDAMENTAL!!!! HÁ SERVIÇO QUE NÃO UTILIZAM(?)<br /> UTILIZAM APENAS A FLUOROSCOPIA<br />TAMANHO DO ANEL<br />DEFINE A PATOLOGIA AÓRTICA COMO UM TODO<br />AVALIA A FUNÇÃO VENTRICULAR<br />DETERMINA PRESENÇA OU NÃO DE INSUFICIÊNCIA MITRAL<br />Savage RM et al. Comprehensive Textbook Of Perioperative Transesophageal Echocardiography. 2th Edition. LW&W. 2011; 31: 566-589.<br />
  36. 36. ECOTRANSESOFÁGICO (ETE-IO) <br />ACOMPANHA COLOCAÇÃO DA VÁLVULA (INSUFLAÇÃO PELO CATÉTER BALÃO)<br />AVALIA A CORRETA FIXAÇÃO DA VÁLVULA <br />PERMITE AVALIAR “LEAK” PERI-PROTÉTICO<br />AVALIA INTEGRIDADE DA AORTA JUSTA VALVAR<br />Savage RM et al. Comprehensive Textbook Of Perioperative Transesophageal Echocardiography. 2th Edition. LW&W. 2011; 31: 566-589.<br />
  37. 37. TAMANHO DO ANEL VALVAR<br />Savage RM et al. Comprehensive Textbook Of Perioperative Transesophageal Echocardiography. 2th Edition. LW&W. 2011; 31: 566-589.<br />
  38. 38. PRÓTESE VALVAR IMPLANTADA - Edwards-SAPIEN Valve®<br />DIÁSTOLE<br />SÍSTOLE<br />http://pie.med.utoronto.ca/TEE/<br />
  39. 39. COMPLICAÇÕES CLÍNICAS MENORES<br />ARRITMIAS E INSTABILIDADE HEMODINÂMICA (M.P.)<br />LESÃO ILÍACA E FEMURAL – TÉCNICA PERCUTÂNEA<br />ALTERAÇÕES COGNITIVAS TEMPORÁRIAS<br />COMPROMETIMENTO RENAL (CONTRASTE)<br />J Thorac Cardiovasc Surg 2010; 139(5): 1107-13.<br />
  40. 40. QUAIS AS COMPLICAÇÕES TÉCNICAS ASSOCIADAS A COLOÇÃO DA VÁLVULA?<br />LEAK PERIVALVAR AÓRTICO<br />ALTERAÇÃO FUNCIONAL DA VÁLVULA MITRAL<br />VÁLVULA MITRAL<br />VÁLVULA AÓRTICA<br />
  41. 41. COMPLICAÇÕES QUE LEVAM A CIRCULAÇÃO EXTRA-CORPÓREA DE EMERGÊNCIA<br />RUTURA TRANS-APICAL DO V.E. – TÉCNICA TRANS-APICAL<br />OBSTRUÇÃO DOS ÓSTIOS CORONARIANOS<br />EMBOLIZAÇÃO DA PRÓTESE<br />DISSECÇÃO DA AORTA<br />AnesthAnalg 2009;108:1453–62.<br />Minerva Anestesiologica 2010;76(2):100–108.<br />
  42. 42. DISSECÇÃO DA AORTA<br />DISSECÇÃO DA AORTA<br />http://pie.med.utoronto.ca/TEE/<br />
  43. 43. COMPLICAÇÕES MAIORES<br />ALTERAÇÕES COGNITIVAS DEFINITIVAS<br />AVC<br />MORTE<br />AnesthAnalg 2009;108:1453–62.<br />Minerva Anestesiologica 2010;76(2):100–108.<br />
  44. 44. CONSIDERAÇÕES ANESTÉSICAS<br />ANESTESIA GERAL<br /> VIA PERCUTÂNEA (TEE)<br /> VIA TRANS-APICAL<br />SEDAÇÃO<br /> VIA PERCUTÂNEA (TTE)<br />AnesthAnalg 2009;108:1453–62.<br />Minerva Anestesiologica 2010;76(2):100–108.<br />
  45. 45. MONITORIZAÇÃO<br />ELETROCARDIOGRAMA<br />OXIMETRIA DE PULSO<br />CAPNOGRAFIA (ANESTESIA GERAL)<br />PRESSÃO ARTERIAL MÉDIA<br />CATÉTER DE ARTÉRIA PULMONAR (? – ALGUNS SERVIÇOS: P.O.)<br />ECOTRANSESOFÁGICONO INTRA-OPERATÓRIO<br />TEMPERATURA<br />AnesthAnalg 2009;108:1453–62.<br />Minerva Anestesiologica 2010;76(2):100–108.<br />
  46. 46. AQUECIMENTO PASSIVO – MANTA TÉRMICA<br />http://pie.med.utoronto.ca/TEE/<br />
  47. 47. TÉCNICA ANESTÉSICA<br />ACESSO PERIFÉRICO DE GROSSO CALIBRE 16G A 18G<br />ACESSO CENTRAL – DUPLO LÚMEN<br />DESFIBRILADOR EXTERNO CUTÂNEO<br />ANESTESIA GERAL – TÉCNICA TRANS-APICAL<br />ANESTESIA GERAL X SEDAÇÃO (?) – T. FEMURAL RETRÓGRADA<br />MANUSEIO ANESTÉSICA - ESTABILIDADE HEMODINÂMICA<br />AnesthAnalg 2009;108:1453–62.<br />Minerva Anestesiologica 2010;76(2):100–108.<br />
  48. 48. TÉCNICA ANESTÉSICA<br />PRESENÇA DE INSTABILIDADE HEMODINÂMICA – M.P.<br /> FÁRMACOS INOTRÓPICAS<br /> FÁRMACOS VASOATIVOS<br />CONSIDERAR PERDAS SANGÜÍNEAS IMPORTANTES<br /> RETIRADA DO DISPOSITIVO TRANS-APICAL<br /> RETIRADA DOS DISPOSITIVOS FEMURAIS<br />AnesthAnalg 2009;108:1453–62.<br />Minerva Anestesiologica 2010;76(2):100–108.<br />
  49. 49. QUAIS AS COMPLICAÇÕES ASSOCIADAS A UTILIZAÇÃO DO MARCAPASSO (OVERDRIVE!)?<br />FREQÜÊNCIA ELEVADA INDUZIDA PELO MARCAPASSO<br />HIPOTENSÃO – DROGAS INOTRÓPICAS / VASOATIVAS<br />ARRITMIAS – ANTIARRITMICOS<br />ISQUEMIA MIOCÁRDICA – VASODILATADOR CORONARIANO<br />AnesthAnalg 2009;108:1453–62.<br />Minerva Anestesiologica 2010;76(2):100–108.<br />
  50. 50. MARCAPASSO – ELEVADA F.C.<br />http://pie.med.utoronto.ca/TEE/<br />
  51. 51. A SEDAÇÃO É UMA BOA ESCOLHA?<br />AUSÊNCIA DO ETE-IO (??????)<br />POSICIONAMENTO DA VÁVULA AÓRTICA – FLUOROSCOPIA <br />COMPLICAÇÕES – CIRCULAÇÃO EXTRA-CORPÓREA (??????)<br />PRESENÇA DE VENTILAÇÃO ESPONTÂNEA<br />DESCONFORTO DO PACIENTE – MARCAPASSO EM ELEVADA F.C.<br />AnesthAnalg 2009;108:1453–62.<br />Minerva Anestesiologica 2010;76(2):100–108.<br />
  52. 52. CONSIDERAÇÕES ADICIONAIS<br />CLOPIDOGREL – 300mg/dia + 75mg/dia (6 meses)<br />ÁCIDO ACETIL SALICÍLICO – 325mg/dia<br />HEPARINIZAÇÃO TCA > 250segs.<br />AVALIAR PADRÃO DA REGURGITAÇÃO MITRAL (TEE-IO)<br />AnesthAnalg 2009;108:1453–62.<br />Minerva Anestesiologica 2010;76(2):100–108.<br />
  53. 53. UM ESTUDO MULTICENTRICO - BRASIL<br />Dados procedimentos transapicais – Unifesp<br /> <br />Número total de procedimentos: 74 PACIENTES<br /> <br />Aórticos: <br />41 no Hospital São Paulo<br />12 no Incor + Hospital Bandeirantes + Hospital Alvorada (DrNoedir) <br />10 em Porto Alegre (pacientes do Prof. Lucchese)<br />2 em Recife (pacientes do Dr. Fernando Moraes)<br />4 na Beneficiência Portuguesa (pacientes do Prof. Januário)<br />1 na Índia (procedimento realizado na na Índia! - UNIFESP!)<br />2 en São José do Rio Preto (pacientes do Dr. João Leal)<br />1 em Curitiba (paciente do Dr. Guarita)<br />1 no Hospital Francisco Costa em Curitiba<br />
  54. 54. UM ESTUDO MULTICENTRICO - BRASIL<br />N = 80<br />Idade média: 76,5 anos<br />Complicações: 16<br />Re-operação por sangramento da ponta do VE: 4<br />Embolização da prótese para a aorta ascendente - entrada em CEC de urgência:1<br />Embolização da prótese para dentro do VE - entrada em CEC de urgência:1<br />IAM no primeiro PO por oclusão do tronco da coronária esquerda:1<br />Óbitos (disfunção ventricular):2<br />Caso de complicação vascular (hematoma inguinal):1<br />AVC durante o procedimento:1<br />Necessidade de marcapassodefinitivo por bloqueio AV:1 <br />8 óbitos em até 30 dias (choque séptico).<br />EuroSCORE médio: 39,5<br />STS Score: 30, 65<br />37 pacientes com Classe funcional NYHA > 3<br />FE média = 50,55%<br />
  55. 55. AGRADECIMENTO ESPECIAL<br />Dra. Carolina Baeta Neves Duarte Ferreira <br />UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO PAULO<br />
  56. 56. N > 3.000 (5ANOS) – 2 MESESOBRIGADO!<br />Toronto General Hospital – Toronto/Canadá<br />

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