Prof. Luiz Henrique - Mamoeiro doenças, pragas e adubação
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Prof. Luiz Henrique - Mamoeiro doenças, pragas e adubação Prof. Luiz Henrique - Mamoeiro doenças, pragas e adubação Presentation Transcript

  • MAMOEIRO DOENÇAS, PRAGAS E ADUBAÇÃO
  • Broca-do-mamoeiro, Pseudopiazurus papayanus (Coleoptera: Curculionidae) Foto: Marcos Moreira
  • Broca-do-mamoeiro, Pseudopiazurus papayanus (Coleoptera: Curculionidae) Larvas e pupas: difícil controle, ficam no interior do caule e não afetadas pelo controle químico. Ocorre durante todo ano: pomares mal manejados e baixo nível tecnológico, são condições ideais para proliferação. View slide
  • Broca-do-mamoeiro, Pseudopiazurus papayanus (Coleoptera: Curculionidae) • Exsudação de seiva (solidificada - contato com ar), formando uma saliência resinosa na superfície do tronco. • Larvas, penetram no interior do caule fazendo galerias, causando destruição dos tecidos e podem provocar, sob altas densidades populacionais, tombamento da planta e morte. View slide
  • Broca-do-mamoeiro, Pseudopiazurus papayanus (Coleoptera: Curculionidae) Sintoma Adultos (fêmea à esquerda e macho à direita) Foto: Marcos Moreira
  • Broca-do-mamoeiro, Pseudopiazurus papayanus (Coleoptera: Curculionidae) • Inimigos naturais: Digonogastra sp. (Hymenoptera: Braconidae), larvas e adultos de Estafilinideos (Coleoptera: Stafylinidae); larvas de Sirfideos (Diptera: Syrfidae), larvas de Taquinideos (Diptera: Taquinidae), formigas e aranhas. • Pincelamento da área afetada com calda bordaleza ou sulfocálcica;
  • Frutos altamente infestados com cochonilha Aonidiella comperei McKenzie, 1937. Fonte: www.fundagres.org.br
  • Ocorrência e danos no tronco de Aonidielle comperei McKenzie, 1937. Fonte: www.fundagres.org.br
  • Inimigo natural de(Aonidielle comperei McKenzie, 1937). A BLarva (A) e adulto (B) de joaninha Pentilia egena alimentando-se de Aonidiellacomperei. Fonte: INCAPER - ES
  • Joaninha Coccidophilus citricola Brèthes, 1905, predadora de Aonidielle comperei A B Larva (A) e adulto (B) de Coccidophilus citricola Fonte: INCAPER - ES
  • Inimigo natural Bicho Lixeiro Chrysoperla sp. (Neuroptera)Fonte: greenhousesupply.com.ve Foto: answers.com
  • Inimigo natural Sirfídeos afidófagos (Diptera, Syrphidae)Larvas e adultos de: A) Ocyptamus gastrotactus, B) Pseudodorus clavatus, C)Allograpta exotica. Adulto de Ocyptamus anthiphates. Fonte: scielo.br
  • Predadores Sirfídeos afidófagos (Diptera, Syrphidae) Adulto de Syrphidae Larva de Syrphidaealimentando-se de recursos alimentando-se de pulgões. florais (pólen e/ou néctar) Fonte: Embrapa
  • Lagarta aranha – Euphobetron sp - Lepidoptera Fonte: flickr.com
  • Frutos infestados com cochonilhaCoccus hesperidum Linnaeus, 1758. Fonte: www.fundagres.org.br
  • CIGARRINHA-VERDESolanasca bordia (Langlitz, 1964) Hemiptera: Cicadellidae Formas jovens de cigarrinha verde (S. bordia.) e seus danos na folha Fotos: www.fundagres.org.br
  • CIGARRINHA-VERDE Solanasca bordia (Langlitz, 1964) Hemiptera: Cicadellidae• Formas jovens e adultas sugam seiva das folhas mais velhas, normalmente na página inferior do limbo, com manchas amareladas (semelhante deficiência de Mg).• Folhas: encarquilhadas, margens amarelecidas e recurvadas para baixo, com posterior secamento e queda prematura, afetando desenvolvimento e produção da planta.• Vetores potenciais: doenças viróticas.
  • Cigarrinha verde Empoasca sp (Hemiptera) Problemas com cigarrinhas em lavouras consorciadas com feijoeiro, ou próxima a esta cultura, e esta espécie ser muito semelhante à cigarrinha- verde-do-feijoeiro (Empoasca kraemeri Rose & More, 1957) têm levado a alguns, erroneamente, a tratá-las como mesma espécie.Fonte:Toda Fruta
  • Mosca-das-frutas, Ceratitis capitata Wiedemann, 1824 (Diptera: Tephritidae) Dano em fruto e adultoFoto: www.ceinfo.cnpat.embrapa.br Foto: Cherre Sade
  • Mosca-das-frutas, Ceratitis capitata Wiedemann, 1824 (Diptera: Tephritidae)• Larvas (polpa flácida na região atacada ).• Níveis não prejudiciais: colheita início da maturação, evitar frutos maduros nas plantas e frutos refugados no interior do pomar e não permitir presença de lavouras abandonadas.• Monitoramento: frascos caça-moscas, isca atrativa rapadura - 7,5% ou suco de mamão - 30% + 2 ml de triclorfom 50% litro de solução -1 (Martins et al., 1993).• Condições normais: inseto não traz problemas; por ser hospedeiro desta praga, a exportação tem sido limitada, devido restrições quarentenárias de vários países.
  • Controle da cigarrinha verde Empoasca sp.Fonte:Toda Fruta
  • Mandarová (Erinnyis ello L., 1758) (Lepidoptera: Sphingidae) Fonte: Correio Agrícola, n. 3, 1979, p. 220.
  • Mandarová (Erinnyis ello L., 1758) (Lepidoptera: Sphingidae) Fêmea Macho Fotos: Murilo
  • Mandarová (Erinnyis ello L., 1758) (Lepidoptera: Sphingidae) Foto: www.cpafac.embrapa.com.br
  • Mandarová (Erinnyis ello L., 1758) (Lepidoptera: Sphingidae)Cinco instares do estádio larval: a) primeiro estádio; b) segundo estádio; c) terceiro estádio; d) quarto estádio; e) quinto estádio. Fotos: www.cpafac.embrapa.com.br
  • Mandarová (Erinnyis ello L., 1758) (Lepidoptera: Sphingidae) Estádio pré-pupal Pupas Fotos: Murilo Fazolin
  • Mandarová (Erinnyis ello L., 1758) (Lepidoptera: Sphingidae)• Bacillus thuringiensis: lagartas pequenas (produto é mais eficiente).• Controle químico: ataque generalizado e em ataques isolados (focos), catação manual e destruição das lagartas (FARIAS et al., 1994).
  • Dinâmica do efeito de Bacillus thuringiensis em lagartas do mandarová-da-mandioca. Fonte: ABBOT
  • Armadilha luminosa modelo “Luiz de Queiroz”utilizada na captura de adultos de Erinniys ello. Adultos: hábito noturno, atraídos por focos luminosos (fototrópicos positivos). Foto: Murilo Fazolin
  • Mandarová (Erinnyis ello L., 1758) (Lepidoptera: Sphingidae) Sintomas característicos de infecção por Baculovirus erinnyis. Foto: Murilo Fazolin
  • Polybia (Hymenoptera: Vespidae)Vespas do gênero Polybia predando Ninho da vespa do gênero Polybia lagartas de E. ello. Foto: Murilo Fazolin
  • Ácaro branco polyphagotarsonemus latus (Banks, 1904) Ovo, ninfa e adulto Limbo reduzido folhas Brotação lateral novas (ácaro do chapéu) Fonte: Toda Fruta
  • Ácaro rajado (Tetranychus urticae)Adulto Sintoma inicial Rasgadura em folha Fonte: Toda Fruta
  • Joaninha Stethorus sp predadora de ácarosA B COvos (A) próximos à eclosão, larva (B) e adulto (C) de Stethorus sp. Fonte: INCAPER - ES
  • Joaninha Cycloneda sanguinea predando pulgões Fonte: Embrapa
  • Joaninha Scymnus (Pullus) sp. Predadora de pulgõesLarva (A) predando um pulgão e adulto (B) de Scymnus (Pullus) sp. Fonte: INCAPER - ES
  • Cadeia alimentar:couve – insetosfitófagos-praga(vaquinhas,lagartas epulgões) –inimigos naturais(parasitóidese predadores) Fonte: Embrapa
  • Joaninha Psyllobora confluens(Fabricius, 1801), predadora de fungos. A B C D Ovos (A), larva (B), pupa (C) e adulto (D) de Psyllobora confluens Fonte: INCAPER - ES
  • Antracnose : pré-colheita forma convencional - tratamento 1, eASM (100 mg i.a. l-1) + azoxistrobina (160 mg i. a. l-1) - tratamento 5, após 7 dias de armazenamento - 25ºC e 80% UR. Fonte: Cia (2003).
  • Antracnose Colletotrichum gloeosporioides Fotos: Toda Fruta
  • Antracnose Colletotrichum gloeosporioides• Frutos verdes (penetração pela cutícula). Infecção latente, mostra atividade apenas sobre pecíolos e folhas com ferimentos e frutos no período de maturação. Frutos jovens cessam desenvolvimento, mumificam e caem (DICKMAN & ALVAREZ, 1983; OLIVEIRA, 1994).• Aumento precipitação e umidade relativa: casca dos frutos pequenos com pontos pretos que aumentam de tamanho formando manchas deprimidas (até 5cm de diâmetro). Em torno das manchas, forma-se um halo de tecido aquoso, com coloração diferente da parte central.
  • Antracnose Colletotrichum gloeosporioides• Manchas coalescem, espalham-se pela superfície do fruto, penetram e aprofundam- se na polpa, ocasionando podridão-mole.• Frutificação do fungo: parte central da lesão, com aspecto gelatinoso de coloração rósea, que desprende-se facilmente (DICKMAN, 1994; OLIVEIRA, 1994).
  • Antracnose Colletotrichum gloeosporioides• Controle: programa contínuo de pulverizações e freqüência depende da incidência e do clima, 2 vezes ao mês (época quente e outra na época fria do ano).• Controle efetivo: retirada e enterrio dos frutos em plantios onde haja fonte de inóculo em grandes quantidades.• Colheita de frutos ainda em estado verde, que devem ser desinfectados em galpões de armazenamento (OLIVEIRA, 1994).
  • Mosaico-do-mamoeiro ou Mancha Anelar Papaya ringspot virus - PRSV - WSintomas de Mosaico no fruto. Detalhe do mosaico nas folhas.
  • Mosaico-do-mamoeiro ou Mancha Anelar Papaya ringspot virus - PRSV - W Anéis nos frutos Foto: Cleômenes N. Tôrres
  • Mosaico-do-mamoeiro ou Mancha Anelar Papaya ringspot virus – PRSV - W• Clorose: folhas com mosaico, deformações e bolhas em áreas elevadas (coloração verde- escura em contraste acentuado com restante da folha de cor amarelada).• Manchas alongadas de coloração verde-escura ou de aparência oleosa na parte nova da haste e nos pecíolos das folhas.• Frutos verdes: manchas anelares e oleosas, menos evidentes a medida que amadurecem.
  • Mosaico-do-mamoeiro ou Mancha Anelar Papaya ringspot virus – PRSV - W Deformação foliar e ocorrência de bolhas Pecíolos com manchas oleosas www.incaper.es.gov.br
  • Mosaico-do-mamoeiro ou Mancha Anelar Papaya ringspot virus – PRSV - W• Redução: 70% na produção, 60% no número de frutos planta-1 e 20% no peso médio dos frutos.• Medidas preventivas: retardar ou reduzir disseminação, com erradicação sistêmica de plantas infectadas, práticas culturais, melhoramento genético (tolerância e pré- imunização).• Barreira física natural (cana-de-açucar).• Plantas geneticamente modificadas resistentes ao vírus (restrições legais ao uso destes organismos no Brasil.
  • Mosaico-do-mamoeiro ou Mancha Anelar Papaya ringspot virus – PRSV - W• Inspeções semanais: eliminar plantas infectadas (”ROGUING”).• Instalar viveiros e novos pomares distante de áreas infectadas.• Evitar cucurbitáceas (abóbora, melão, melancia, pepino, maxixe e etc. - hospedeiras do vírus) e plantas hospedeiras de pulgões dentro e nas proximidades do pomar.• Eliminar pomares abandonados e plantas no fim do ciclo de produção.
  • Mosaico-do-mamoeiro ou Mancha Anelar Papaya ringspot virus – PRSV - WManchas alongadas: coloração verde-escuraou aparência oleosa na parte nova da haste e nos pecíolos Fotos: Toda Fruta
  • Mosaico-do-mamoeiro ou Mancha Anelar Papaya ringspot virus – PRSV - W• Legislação específica do Ministério da Agricultura (IN nº 04 de 01/03/2002, DOU nº 42-Seção 1 de 04/03/2004): imediata erradicação das plantas doentes, e o não cumprimento configurará as penalidades previstas no art. 259 do código penal.
  • Meleira Papaya meleira virus (PMeV) Frutos: manchas claras na casca e necrose na polpaFolhas: margens necróticas após exsudação de látex Fotos: www.agr.feis.unesp.br
  • Meleira Papaya meleira virus (PMeV) • Perdas: até 20% das plantas (sem medidas de prevenção 100%). • Exsudação de látex frutos: expontânea ou ferimentos, oxida, escuro e aspecto “melado”. • Folhas novas: queima das pontas (marrom). • Frutos: não confundir com “queima” do fungo Phoma caricae-papayae (manchas concêntricas nas folhas mais velhas). • Frutos doentes há mais de três meses: manchas zonadas de cor verde mais clara (“ilhas” verdes).
  • Meleira Papaya meleira virus (PMeV) Manchas zonadas Fruto sadio: látex leitoso Látex escorrendo Fruto doente: látex aquoso Queima: folhas novas Fotos: Incaper
  • Meleira Papaya meleira virus (PMeV)
  • Meleira Papaya meleira virus (PMeV) • Inspeções semanais: eliminar plantas doentes (Roguing). • Não coletar sementes de plantas doentes ou em pomares infectados. • Instalar viveiros e pomares novos: longe de outros pomares. • Roçar entrelinhas: ervas daninhas (gramíneas). • Não deixar frutos maduros nas plantas. • Eliminar plantas ao fim do ciclo (fonte de inóculo).
  • Meleira Papaya meleira virus (PMeV) Exsudação a partir de inúmeras lesões necróticas na superfície. Foto: Valmir
  • Meleira Papaya meleira virus (PMeV) Frutos Sunrise Solo 15 dias após exposição à mosca-de-frutas Ceratitis capitata: Esq.: frutos infectados pela meleira, 100% infestados por C. capitata. Dir.: frutos sadios, 100% livres do ataque da mosca.
  • Oídio Ovulariopsis papayae Van der Byl. Oidium caricae F. Noack Lesões verde- amareladas (contorno verde-escuro). Folhas de todas idades são suscetíveis (mais velhas). Também: hastes, flores e frutos. Podem formar massa pulverulenta branco- acinzentada.
  • Oídio Ovulariopsis papayae Van der Byl. Oidium caricae F. Noack• Controle: enxôfre (praticamente única opção de produto com baixa toxicidade).• Pode causar fitotoxidez: em pulverizações realizadas com temperatura superior a 28°C.
  • Podridão-de-estenfílioStemphylium lycopersici (Erh. ex Fr.) Vuillemin
  • Podridão-de-estenfilio Stemphylium lycopersici (Erh. ex Fr.) Vuillemin • Lesões circulares, • Embalagem adequadas, manuseio delicado e seleção dos frutos no pequenas campo. (coloração marrom). • Pode acontecer no campo (usar luvas que previnam cortes aos frutos pela • Posteriormente unhas). aumentando e desenvolvendo • Controle químico: pode ser utilizado coloração de para prevenção. avermelhada a púrpura. • Frutos armazenados em temperatura ambiente e sem ferimento não têm seu tecido invadido pelo fungo.
  • Podridão-de-rizopus Rhizopus stolonifer (Erh. ex Fr.) Vuillemin Foto: Scot Nelson
  • Podridão-de-rizopus Rhizopus stolonifer (Erh. ex Fr.) Vuillemin• Típica de pós-colheita (armazenamento, transporte e raramente ocorre no campo).• Apodrece fruto inteiro (intacta apenas cutícula).• Podridão mole e aquosa. Área infectada coberta (micélio branco e massa de esporângios negros).• Alta umidade e temperaturas (25°C).• Controle pós-colheita: embalagem e armazenamento adequadas e manuseio cuidadoso (evitar ferimentos).
  • Podridão-do-pé ou gomose Phytophthora palmivora Butler
  • Podridão-do-pé ou gomose Phytophthora palmivora Butler • Perdas de frutos: 7 a 10%. Malásia, Havaí, Austrália e Espanha. Brasil: Bahia, Espírito Santo, São Paulo e Pernambuco. • Lesões: marrom-escura (sistema radicular). Laterais para principal. Sistema radicular totalmente infectado: folhas amareladas e murchas (desfolha prematura, somente pequenas folhas no ápice (extremo: morte da planta). • Colo da planta: lesões encharcadas e exsudação gomosa.
  • Podridão-do-pé ou gomose Phytophthora palmivora Butler • Frutos: muito suscetíveis em períodos chuvosos e infectados em qualquer idade. • Frutos: manchas brancas e exsudação de látex (massa esbranquiçada de aspecto cotonoso). • Frutos: mumificação e queda.
  • Podridão-do-pé ou gomose Phytophthora palmivora Butler Fotos: Toda Fruta
  • Podridão-do-pé ou gomose Phytophthora palmivora Butler
  • Podridão-do-pé ou gomose Phytophthora palmivora Butler • Períodos chuvosos e solos pesados, excessivamente úmidos e mal drenados e temperaturas entre 28 - 32°C. • Patógeno: lesões e solo. Disseminação: vento, chuva e mudas doentes. Raízes suscetíveis: 3 primeiros meses após emergência. • Patógeno na área: erradicação praticamente impossível. • Controle: mudas sadias, instalação do pomar em áreas de baixa pluviosidade e boa drenagem, evitar cultivo sucessivo de mamão na mesma área, evitar ferimentos e remover os frutos caídos. • Controle químico: colo das plantas - fungicidas à base de cloro. • Técnica solo virgem: replantio. Covas 30 cm de diâmetro e 10 cm de profundidade e substituir este solo por outro nunca cultivado com mamão. Raízes protegidas durante fase mais suscetível.
  • Podridão-do-pedúnculo Phoma caricae-papayae (Tarr)
  • Podridão-do-pedúnculo Phoma caricae-papayae (Tarr) • Típica de pós-colheita: pequenas pregas na superfície do fruto. Lesões com margens translúcidas marrons desenvolvem-se tardiamente. Tecido preto, rugoso e seco, de margens translúcidas. • Folhas e pecíolos mortos e a disseminação (chuva). • Infecção somente via ferimento. • Condições ambientais favoráveis à doença: temperaturas entre 18 a 30°C.
  • Podridão-do-pedúnculo Phoma caricae-papayae (Tarr) • Prevenção e erradicação de infecções no campo, prevenção de ferimentos e supressão do desenvolvimento e disseminação da doença. • Pulverizações e tratamentos pós-colheita: imersão ou pulverização dos frutos com água quente ou fungicidas e armazenamento sob condições adequadas pra minimizar apodrecimento de frutos sem afetar qualidade.
  • Varíola, Sarna ou Pinta-preta Asperisporium caricae (Speg.) Maub.Foto: João Roberto P. Oliveira Foto: Antônio Alberto R. Oliveira
  • Varíola, Sarna ou Pinta-preta Asperisporium caricae (Speg.) Maub.• Doença mais comum: elevada frequência e danos (diminui valor econômico dos frutos e enfraquecimento das plantas).• Folhas: manchas necróticas arredondadas, pardo-claras, circundadas por halo amarelo (3 a 4mm diâmetro). Face inferior folhas (massa escura e pulverulenta formada pelos esporos do fungo, dando um aspecto cinza-preto).• Frutos novos: áreas circulares aspecto aquoso e ponto esbranquiçado no centro. Manchas salientes, marrom, semelhantes às das folhas.• Fruto: lesões (escura, até 0,5 cm de diâmetro), não atinge polpa e endurecimento no local atacado.
  • Varíola, Sarna ou Pinta-preta Asperisporium caricae (Speg.) Maub. Foto: fitopatologia1.blogspot.com
  • Varíola, Sarna ou Pinta-preta Asperisporium caricae (Speg.) Maub.• Temperaturas: 23 e 27oC (vento forte e elevada precipitação pluviométrica).• Lesões e dispersão: folhas mais velhas, principal fonte de inóculo.• Frutos: infectados ainda verdes.• Remover e monitorar folhas mais velhas, principalmente nos 5 primeiros meses após plantio (mais suscetíveis). Fungicidas: quando observados primeiros sintomas (plantas na fase inicial de crescimento).
  • Varíola, Sarna ou Pinta-preta Asperisporium caricae (Speg.) Maub. Fotos: www.agr.feis.unesp.br
  • Podridão-do-colo Pythium sp Colo da planta: manchas aquosas, (apodrecimento, murcha, tombamento e morte da planta). Foto: www.cnpat.embrapa.br
  • Efeito de Benzothiadiazole (BTH) sobre podridão de Phytophthora palmivora em plântulas Foto: Cortesia Zhu et al. (2003).
  • B-glucanase: 24h após imersão das raízes ‘SunUp’ emsuspensão de zoosporos de Phytophthora palmivora e 100 μM de Benzothiadiazole (BTH). Fonte: Zhu et al.(2003).
  • Quitinase 24h após a imersão das raízes ‘SunUp’ suspensão dezoosporos de P. palmivora e 100 μM de Benzothiadiazole (BTH) Fonte: Zhu et al. (2003).
  • Efeito da aplicação de BTH, em várias concentrações, sobre a severidade de pinta preta em ‘Rainbow’. As barras verticais representam ± o desvio padrão da média.
  • Deficiência Nitrogênio Fonte: INCAPER - ES
  • Manchas amareladas entre as nervuras pela deficiência de Magnésio Fotos: INCAPER/ES
  • Folhas novas com limbo reduzido e fruto deformado pela deficiência de BORO Fonte: INCAPER - ES Fonte: Embrapa - CNPMF
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