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Prof. Luiz Henrique - Citros pragas e doenças
 

Prof. Luiz Henrique - Citros pragas e doenças

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    Prof. Luiz Henrique - Citros pragas e doenças Prof. Luiz Henrique - Citros pragas e doenças Presentation Transcript

    • CITROS PRAGAS E DOENÇASFoto: tudosobreplantas.net Foto: lookfordiagnosis.com
    • Ácaro da FerrugemPhyllocoptruta oleivora em Fruto Fonte: www.centrodecitricultura.com.br
    • Ácaro da Ferrugem Phyllocoptruta oleivora em FrutoFonte: www.centrodecitricultura.com.br
    • Ácaro da Ferrugem Phyllocoptruta oleivora: escurecimento dos frutos de laranja
    • Potencial Biótico 5 a 7 dias1 ÁCARO > 25 ºC 20 ÁCAROS 25 a 30 dias 3.200.0001 ÁCARO > 25 ºC ÁCAROS
    • Ácaro da Ferrugem Phyllocoptruta oleivora : escurecimento dos frutos de laranja
    • Ácaro da Ferrugem Phyllocoptruta oleivora "mancha de graxa" nas folhas
    • Ácaro da Ferrugem Phyllocoptruta oleivora :prateamento nos frutos de limão Tahiti
    • Marcas Comerciais de Enxofre• Dosagem: 10 Kg 2000 L-1 Eficiência (%) 1- Kumulus 95 2- Thiovit 95 3- Sulfur 800 89 4- Agrothio 800 90 5- Monitor 85
    • Ácaro da Ferrugem Marrom dos Citros Tegolophus australis• Regiões mais úmidas.• Não são problemas em regiões secas.• Interior das copas (umidade).• Danos uniformes devido sombra.• Ataca qualquer idade de fruta.
    • Ácaro da Ferrugem Marrom dos Citros Tegolophus australis
    • Ácaro Brevipalpus phoenicisdisseminador do vírus da Leprose
    • Ácaro Brevipalpus phoenicisdisseminador do vírus da Leprose Foto: Marcelo da C. Mendonça
    • Ácaro Brevipalpus phoenicis disseminador do vírus da Leprose – Sintoma em fruto
    • Cochonilhas (Hemiptera) Ortézia Branca VerdeVírgula (Com carapaça) Fotos: Marcelo da C. Mendonça
    • Com carapaça:• Escama Farinha Unaspis citri• Escama Cabeça de prego Chrysomphalus ficus• Escama Vírgula Mytilococcus beckii• Escama Pardinha Selenaspidus articulatusSem carapaça:• Ortézia dos Citros Orthezia praelonga• Cochonilha Branca Planococcus citri• Cochonilha Verde Coccus viridis• Cochonilha Marrom Coccus hesperidium
    • Cochonilha de escama: "cabeça de prego" (com carapaça) – (Hemiptera) Foto: Marcelo da C. Mendonça
    • Cochonilha de escama: "marisco" ou"vírgula“ (Com carapaça) (Hemiptera)
    • Cochonilha de escama: "farinha" -rachaduras no tronco (Com carapaça) (Hemiptera) Foto: Luiz M. S. da Silva
    • Cochonilha Escama Farinha (A) Branca (B)A B Fonte: www.centrodecitricultura.com.br
    • Cochonilha orthezia praelonga (Sem carapaça) (Hemiptera)Fotos: Fundecitrus
    • Cochonilha orthezia praelonga (Sem carapaça) (Hemiptera)• Maiores prejuízos (focos ou reboleiras).• Suga seiva, injeta toxinas (fumagina).• Disseminação: durante colheita (caixaria e outros equipamentos).• Todo ano: período mais seco (outubro a fevereiro) maiores infestações.• Controle difícil e custo elevado: inspeções periódicas (mensais) identificar focos.
    • Cochonilha orthezia praelonga (Sem carapaça) (Hemiptera)• a) capinar e retirar material.• b) podar ramos mais infestados e secos (queimar ou enterrar).• c) controle químico: pulverização ou inseticida sistêmico granulado no solo.• d) adubação: orgânica e mineral
    • Cochonilha orthezia praelonga (Sem carapaça) (Hemiptera)• Dimethoato (75 a 125 ml 100 l d’água-1), Acefato (120 a 150 g 100 l d’água-1) e Aldicarb (40 a 80 g planta-1).• Período mais úmido (maio a agosto) insetos e fungos benéficos reduzem população (controle biológico).• Controle biológico: coccinelídeos (joaninhas) e fungo Cladosporium sp.
    • Moscas das Frutas Anastrepha sp (Diptera) - oviposição
    • Mosca-das-frutas Anastrepha sp (Diptera) - frutoFoto: Marcelo da C. Mendonça
    • Pulgões dos citros
    • Pulgão Marrom Toxoptera citricidas (Hemiptera) Disseminador da Tristeza dos Citros (folhas)Foto: Luiz M. S. da Silva
    • Pulgão Marrom Toxoptera citricidus(Hemiptera) Disseminador da Tristeza dos Citros Fotos: Marcelo da C. Mendonça
    • Dano de arapuá em brotação nova de citros. Foto: Marcelo da C. Mendonça
    • Arapuá Trigona spinipes (Meliponidae)• Abelha: pequena, escura e sem ferrão.• Prejudica brotações novas: folhas e ramos novos (às vezes também frutos maduros).• Descoberta e queima dos ninhos: melhor controle. Se não for possível, usar isca atrativa.
    • Lagarta do "bicho-furão“Ecdytolopha aurantiana (Lepidoptera)
    • Lagarta do "bicho-furão“Ecdytolopha aurantiana (Lepidoptera)
    • Lagarta do "bicho-furão“Ecdytolopha aurantiana (Lepidoptera)
    • Larva Minadora Phyllocnistis citrella (Larva) Lepidóptera
    • Larva Minadora Phyllocnistis citrella (Adulto) Lepidóptera Foto: Marcelo da C. Mendonça
    • Larva Minadora Phyllocnistis citrella (Adulto) Lepidóptera• Viveiro ou pomar recém-instalado: controle químico indispensável;• Pulverizações: intervalos de 8 a 10 dias.• Lufenoron (Match), Abamectin (Vertimec) e Imidacloprid (Confidor ou Winner).• Pomares adultos: evitar controle químico (eficiência dos inimigos naturais alta).• Ageniaspis citricola: > eficiência (60 a 80%).
    • Larva Minadora Phyllocnistis citrella (Fruto) Lepidótera
    • Larva Minadora Phyllocnistis citrella (Folha) LepidópteraFotos: Marcelo da C. Mendonça
    • Brocas dos Citros• Broca dos citros: Cratosomus flavofasciatus• Broca do tronco: Trachyderes thoracicus• Broca do ramo: Trachyderes succintus
    • • Limpeza do pomar e áreas próximas: cortar e queimar galhos brocados.• Maria-preta - Cordia curassavica: atrai inseto adultos (planta armadilha).• Plantio: periferia dos pomares e catação periódica dos besouros.
    • Planta armadilha maria-preta (Cordia curassavica)Fonte: plantes-rizieres-guyane.cirad.fr Foto: Marcelo da C. Mendonça
    • Broca dos Citros Cratosomus flavofasciatusFoto: Marcelo da C. Mendonça
    • Broca dos Citros Cratosomus flavofasciatus• Larva: serragem sobre solo (secar ou quebra ramos mais finos).• Fosfeto de alumínio (gastoxim): injetar no orifício de saída da serragem.• Janeiro a junho: incidência da larva.• Adulto: julho a dezembro (planta armadilha "maria preta", Cordia curassavica).
    • Broca do Ramo: adulto e larva Trachyderes succintus
    • Broca da limeira ácida ‘Tahiti’ Leptostylus sp, (Coleoptera)
    • Broca da limeira ácida ‘Tahiti’ Leptostylus sp, (Coleoptera)• Recôncavo Baiano: sérios prejuízos.• Besouro: 1 cm de comprimento, cor cinza e manchas escuras na parte de cima do corpo.• Adulto: ovos no tronco e ramos.• Larvas: galerias (interrupção da circulação da seiva, murchamento e secamento dos ramos, podendo levar à morte).
    • Broca da limeira ácida ‘Tahiti’ Leptostylus sp, (Coleoptera)• Plantas adultas: corte e queima dos ramos atacados.• Proteção de plantas novas próximo a pomares atacados (pulverização dos ramos e troncos com inseticidas de contato e profundidade).
    • Cigarrinhas (Homóptera) Acrogonia virescensOncometopia facialis Homalodisca ignorataDilobopterus costalimai Fotos: Fundecitrus
    • Moscas brancas ou aleirodídeos Dialeirodes citri Dialeirodes citrifolii Aleurothrixus floccosus Parabemisia myricae
    • Mosca Branca Aleurothrixus floccosus (Diptera)
    • Bicho da Teia Archipsocus brasilianus (Psocoptera) Fotos: Marcelo da C. Mendonça
    • Bicho da Teia Archipsocus brasilianus (Psocoptera)• Aumenta disseminação: cada ano.• Dano indireto: recobrem, com uma teia partes das plantas, causando seca de folhas (muitas vezes totalmente).
    • Caracol Branco Auris bilabiata Fotos: Marcelo da C. Mendonça
    • Caracol Branco Auris bilabiata• Gênero Helix em outras regiões.• Severos desfolhamentos.• Búzio inteiramente esbranquiçado (alguns róseos com 4 espirais para frente).• Ovoposição nas folhas: aderidos até eclosão.• Não foram identificados inimigos naturais.• Uso intensivo de agrotóxicos: surtos de ataque maiores.
    • Danos da Esperança em laranja Foto: Luiz M. S. da Silva
    • Esperanças e Gafanhotos - Orthoptera• Gêneros • Alguns anos: Microcentrum e Scudderia. • gafanhoto marrom• primeira mais Schistocerca sp. comum. causa danos às• danos: parte folhas e frutos externa (flavedo) novos. dos frutos.
    • Psilídeo-dos-citros (Diaphorina citri) - Orthoptera vetor: Huanglongbing (HLB) ou GreeningFonte: www.google.images
    • Psilídeo-dos-citros (Diaphorina citri) - Orthoptera vetor: Huanglongbing (HLB) ou Greening
    • Psilídeo-dos-citros (Diaphorina citri) – Orthoptera vetor: Huanglongbing (HLB) ou Greening Fonte: cpact.embrapa.br
    • Verrugose Sphaceloma fawceti, S. fawceti var. scabiosa e S. australis (Fungo)• Dentre as doenças das plantas cítricas, a verrugose é a mais freqüente tanto em sementeiras e viveiros como em pomares, afetando somente frutos de laranjas doces. Quando a verrugose aparece nas sementeiras e viveiros, afetando os principais porta- enxertos utilizados na citricultura, os tecidos jovens são preferencialmente atacados, causando deformações em folhas e ramos novos com lesões salientes e ásperas. Os sintomas iniciais nas folhas ainda transparentes são pequenas manchas pontuais brilhantes e aquosas.
    • Verrugose Sphaceloma fawceti, S. fawceti var. scabiosa e S. australis (Fungo)• O controle neste caso pode ser feito de preferência preventivo, iniciando-se com o aparecimento das primeiras brotações com benomil (50 g/100 L de água). 30 dias após, aplicar óxido cuproso (100 g/100 L de água) ou oxicloreto de cobre em dosagens que variam de 150-300g/ 100L de água, conforme a marca comercial utilizada. Uma terceira aplicação com benomil pode ser repetida, de quatro a oito semanas após ou no caso novas brotações apresentarem os sintomas iniciais.
    • Verrugose Sphaceloma fawceti, S. fawceti var. scabiosa e S. australis (Fungo)• O fungo afeta somente os frutos durante os 3 primeiros meses de vida, sendo que as lesões no fruto maduro serão maiores quanto mais cedo o fruto for atacado. As lesões são corticosas, salientes e irregulares, medindo em torno de 1,0 a 3,0 mm de diâmetro podendo agruparem-se prejudicando grandes áreas do fruto. O controle é na floração, na fase de frutos chumbinho, (em início de formação). Primeira aplicação preventiva quando 2/3 das pétalas tiverem caído com um fungicida sistêmico do grupo dos triazois, e uma segunda aplicação 20 a 30 dias após a primeira, ou mais cedo se o período for chuvoso com um produto à base de cobre (oxido cuproso 100 g 100 L-1 de água ou oxicloreto de cobre 150-300 g 100 L-1 de água) ou mancozeb (250g 100 L-1 de água ).
    • Verrugose Sphaceloma fawceti, S. fawceti var. scabiosa e S. australis (Fungo)
    • Verrugose Sphaceloma fawceti, S. fawceti var. scabiosa e S. australis (Fungo)
    • Verrugose Sphaceloma fawceti, S. fawceti var. scabiosa e S. australis (Fungo)
    • Verrugose (Fungo)• Na Laranja Azeda, pomelos, limões verdadeiros, Limão Cravo, Volkameriano e Rugoso é causada pelo fungo Sphaceloma fawceti, em tangerinas é causada por S. fawceti var. scabiosa, nestes casos afetando folhas, ramos e frutos e nas laranjas doces afetando somente os frutos é causada por S. australis.
    • Melanose Phomopsis citri (Fungo)• Esta doença torna-se importante em pomares cuja produção destina-se ao mercado de fruta fresca. Causada pelo fungo Phomopsis citri, apresenta lesões salientes escuras, muito pequenas que podem aparecer dispersas na superfície do fruto ou em estrias.• A poda de ramos secos é importante medida de controle reduzindo os focos de infeção, pois o fungo sobrevive de uma estação para outra nestes ramos. As pulverizações preventivas devem ser feitas com os mesmos produtos e na mesma época em que se controla a verrugose pois os frutos também são mais suscetíveis nos primeiros três meses de formação, o que permite o controle das duas doenças simultaneamente.
    • Melanose Phomopsis citri (Fungo)
    • Melanose Phomopsis citri (Fungo)
    • Rubelose Corticium salmonicolor (Fungo)• Provoca a morte dos ramos com o aparecimento de lesões que, geralmente, se iniciam nas forquilhas dos ramos principais. Nesses lugares o teor de umidade é maior favorecendo o desenvolvimento do micélio fungo que em certas situações chega a ser visto a olho nu como um revestimento esbranquiçado, brilhante sobre o tecido apodrecido da casca. O avanço dos sintomas faz com que o micélio desapareça ficando apenas um filamento longo que penetra na parte interna do ramo. Corresponente à lesão, as folhas da copa tornam-se amareladas, porém persistem por muito tempo na planta. Com a morte da casca os ramos apresentam fendilhamentos e descamações. As lesões de rubelose podem tomar grandes áreas e com isso provocar a morte de toda a copa da planta.
    • Rubelose Corticium salmonicolor (Fungo)• Controle: melhorar as condições de aeração da planta por meio de poda de ramos secos, improdutivos e mal posicionados (a operação deve ser realizada após a colheita principal); cortar os ramos atingidos cerca de 30 cm abaixo da margem inferior das lesões; pincelar o corte dos troncos e ramos principais, especialmente as forquilhas com pasta cúprica; queimar todo o material podado. Temperaturas amenas e alto teor de umidade ou quando a incidência da doença causa danos econômicos, recomenda-se monitorar o pomar para definir o início das infecções. Definido este período, aplicar em pulverização sobre as plantas, principalmente nas zonas de forquilhas, Chlorotalonil na dosagem de 300g 100 L-1 de água, aproximadamente 45 dias antes deste período estabelecido, em 3 pulverizações, obedecendo um intevalo de 15 dias.
    • Rubelose Corticium salmonicolor (Fungo) “galho seco”
    • Rubelose Corticium salmonicolor (Fungo) nos ramos e no tronco de laranjeira
    • Gomose Phytophthora parasitica e P. citrophthora (Fungo)• Os sintomas podem variar dependendo da espécie ou cultivar de citros, da idade da planta, dos órgãos onde ocorre o ataque ou das condições ambientais prevalecentes. Em viveiros, o fungo pode atacar os tecidos da região do colo das plantinhas, com lesões deprimidas de cor escura que aumentam de tamanho e acabam provocando a morte das mudas. O fungo pode ainda infectar sementes e causar podridões antes mesmo da germinação.
    • Gomose Phytophthora parasitica e P. citrophthora (Fungo)• Para diminuir a incidência em viveiros recomendam-se as seguintes medidas: desinfestar o solo, tratar as sementes com fungicidas ou com calor (10 minutos a temperatura de 51,7ºC); tratar a água de irrigação com sulfato de cobre 20ppm); evitar adubações nitrogenadas pesadas; pulverizar periodicamente as mudas com fungicidas (Fosetyl-Al); colocar no solo da sementeira entre as linhas o fungicida Metalaxyl na formulação granulada; não repetir o viveiro na mesma área.
    • Gomose Phytophthora parasitica e P. citrophthora (Fungo)• Para controlar a gomose , recomenda-se utilizar porta-enxertos que apresentem alguma resistência aos fungos ( Tangerina Sunki, Citranges, Citrumelos e Poncyrus trifoliata) ; evitar solos pesados e mal drenados; enxertar as plantas a uma altura de 30 a 40 cm do solo; evitar o acúmulo de umidade e detritos junto ao colo das plantas; evitar adubações nitrogenadas pesadas e presença de esterco e terra, amontoados junto ao colo; podar os galhos inferiores a 80 cm evitando, principalmente a podridão de frutos; pincelar o tronco e a base do ramo com um fungicida preventivo ou pasta bordaleza antes do início da estação chuvosa; evitar ferimentos durante os tratos culturais; inspecionar regularmente os pomares, examinando a região da base do tronco (em todo o pomar) e raízes laterais principais (nas plantas da área foco).
    • Gomose Phytophthora parasitica e P. citrophthora (Fungo)• Como tratamento curativo recomenda-se o pincelamento dos troncos com pasta bordaleza (1:1:10) ou fosetyl-Al (4,8 g i.a. L-1) após a cirurgia localizada para retirar os tecidos lesionados, pulverizar a copa com o mesmo produto na dosagem de 2 g i.a. L-1, combinando-se esse tratamento com a aplicação no solo de Metalaxil (60 g planta adulta-1). As aplicações em número de 3 devem ser feitas no início e durante o período chuvoso do ano, quando as condições ambientais são mais favoráveis ao fungo.
    • Gomose Phytophthora parasitica e P. citrophthora (Fungo): lesão no tronco
    • Gomose Phytophthora parasitica e P. citrophthora (Fungo): sintoma de exudação de goma na base do tronco da planta
    • Gomose Phytophthora parasitica e P. citrophthora (Fungo): planta com amarelecimento
    • Gomose Phytophthora parasitica e P. citrophthora (Fungo): esfolhamento da copa no lado das lesões, no tronco ou raízes
    • Podridão Floral Colletotrichum acutatum (Fungo)• Flores com lesões necróticas de coloração róseo alaranjada. As lesões geralmente ocorrem em pétalas, após a abertura dos botões florais. Em ataques severos, podem ocorrer antes mesmo da abertura das flores, causando podridão dos botões florais. Quando as condições são muito favoráveis à doença, as lesões se desenvolvem rapidamente e comprometem todos os tecidos das pétalas. Rígidas e secas, as pétalas ficam firmemente aderidas ao disco basal por vários dias. Nas plantas sadias, as pétalas caem logo após a abertura das flores dando continuidade ao ciclo de formação de frutos. Nas plantas doentes, os frutos recém formados têm uma cor amarelo-pálida e caem rapidamente. Já os discos basais, cálices e pedúnculos ficam aderidos aos ramos por mais de 18 meses, formando estruturas que recebem o nome de "estrelinhas". Essas estruturas não são formadas durante a queda fisiológica normal de frutos recém-formados. O fungo pode sobreviver nas "estrelinhas", folhas, ramos, e outros órgãos verdes da planta por períodos prolongados.
    • Podridão Floral Colletotrichum acutatum (Fungo) Botões com podridão floral de cor pardacenta
    • Podridão Floral Colletotrichum acutatum (Fungo) Discos basais, cálices e pedúnculos presos nos ramos (estrelinha)
    • Podridão Floral Colletotrichum acutatum (Fungo) Lesões em pétalas.
    • Podridão Floral Colletotrichum acutatum (Fungo)• Controle preventivo, antes da abertura dos botões florais, pois, no estágio de flor, o fungo já teria se instalado. São recomendadas duas pulverizações direcionadas às inflorescências, com produto sistêmico . Sendo a primeira, nos botões florais ainda pequenos e verdes. Deve-se acompanhar a florada até realizar a segunda pulverização (7 a 10 dias), quando os botões florais estiverem maiores de coloração branca (Melo & Morais, 1999). É importante saber a intensidade da florada, se o número de flores é suficiente para justificar o custo da aplicação de fungicida; o estágio da florada, indicando o início da florada, com poucas flores, com ou sem a presença de sintomas de podridão floral (PFD-FAD System, 2006).
    • Podridão Floral Colletotrichum acutatum (Fungo) 1ª aplicação: botões florais pequenos e verdes
    • Podridão Floral Colletotrichum acutatum (Fungo) 2ª aplicação: botões florais brancos e fechados
    • Leprose (Vírus - CiLV)• A leprose é causada por um vírus localizado, transmitido pelo ácaro vermelho (Brevipalpus phoenicis) e ocorre principalmente em laranjeiras doces. Os sintomas aparecem nas folhas, ramos e frutos, reduzindo a produtividade e o valor comercial da fruta. Nas folhas, as lesões são rasas, visíveis nas duas faces e bastante variáveis de acordo com o seu aparecimento em diferentes espécies, e variedades. De um modo geral são amareladas arredondadas, às vezes com o centro marrom ou necrosado.
    • Leprose (Vírus - CiLV)• Nos frutos, as lesões começam a aparecer quando as laranjas medem cerca de cinco centímetros de diâmetro e apresentam-se, inicialmente, como manchas rasas, amareladas, que vão aumentando, tornando-se deprimidas e escuras à medida que os frutos amadurecem. As lesões na laranja Pêra são menores e irregulares enquanto na laranja Bahia, limas e tangerinas são maiores e circulares. Nos ramos novos o ataque começa com manchas amareladas, rasas que vão se tornando salientes de cor marrom a avermelhada. Quando mais velhas tomam um aspecto de cortiça, cor de palha e dependendo do número pode causar a seca do ramo.
    • Leprose (Vírus - CiLV)• Controle: plantio de mudas sadias; poda de limpeza - Todas as partes com sintomas da doença devem ser removidas para destruir as fontes de infecção. A eliminação de plantas só é justificada se elas não forem economicamente produtivas; controle de plantas daninhas - algumas plantas podem ser hospedeiras naturais do ácaro, tais como: mata pasto, apaga- fogo, alecrim, capim periquito, manjericão, caruru, picão preto, capim fedogoso, capim carrapicho, corda de viola, lantana, cordão de frade, melão de São Caetano e guanxuma. A erradicação deve ser feita com um acompanhamento técnico para evitar a erradicação de espécies hospedeiras de inimigos naturais do ácaro; colheita antecipada - em áreas muito afetadas não é recomendável deixar frutos maduros, que são mais suscetíveis à doença; inspeções regulares.Um controle eficiente vai depender de uma amostragem que indique o número de ácaro nos frutos. O amostrador deve inspecionar um mínimo de 20 plantas por talhão e caso tenha mais de 5% do ácaro é recomendado o controle.
    • Leprose (Vírus - CiLV)• Como os sintomas da doença aparecem cerca de 20 dias após a picada do ácaro, o conhecimento da época em que ele aparece, facilita a aplicação do acaricida no momento correto. Como o ácaro adquire resistência aos produtos, recomenda-se alternar o uso de acaricidas do mesmo grupo.• A doença ataca com mais efetividade as laranjas doces, mas já foi relatada, em menor intensidade, sobre laranja Azeda, tangerinas Cravo, Mexerica e Cleópatra, limões Siciliano, Ponderosa e Galego, lima da Pérsia, Cidra e Pomelos.
    • Leprose (Vírus - CiLV) - Sintomas em folhas, ramos e frutos
    • Tristeza (grupo dos Closterovírus)• É a principal doença causada por vírus no Brasil. O vírus existe nas plantas cítricas que são vacinadas com raças fracas do patógeno. Afeta os pomares enxertados sobre porta enxerto de laranja azeda. Em geral, as tangerinas têm alta tolerância à tristeza. As laranjas doces e o limão ‘Cravo’, via de regra, não são afetados pelo vírus, mas podem sofrer danos quando infectados por isolados fortes. O vírus afeta principalmente, as limas ácidas Tahiti e Galego, pomelos e algumas laranjas-doces como a ‘Pêra’ (Gasparotto et al. 1998).
    • Tristeza (grupo dos Closterovírus)• Nas folhas causa a palidez nas nervuras e nos frutos o engrossamento do mesocarpo (albedo). O ataque do vírus em plantas de laranja-pêra em qualquer de seus cones e independentemente do porta-enxerto, seus ramos geralmente mostram sintomas de “caneluras” (“stem pitting”), associadas com a presença de goma nos tecidos. Paralisação no crescimento e produção de frutos pequenos e descoloridos são sintomas adicionais nas plantas atacadas. Limoeiro galego e pomeleiros também são sujeitos aos mesmos sintomas, razão da pequena longevidade dessas espécies de plantas cítricas.
    • Tristeza (grupo dos Closterovírus)• O vírus sobrevive principalmente nas espécies ou variedades tolerantes, portadoras da doença, que não se manifesta, ocorrendo a disseminação por vetores: Aphis gossypii, A. spiraecola, A. craccivora, Dactynotus jaceae, Myzus persicae e Toxoptera citricidus (pulgão preto).
    • Tristeza (grupo dos Closterovírus)• A disseminação a longa distância é por material de propagação; o vírus é eficientemente transmitido por enxertia. Plantas hiperparasitas, como a cuscuta, são também vetores do vírus. Enxertos sobre porta-enxerto de laranja-azeda, espécies ou variedades suscetíveis nas proximidades dos pomares e presença de insetos vetores são condições que favorecem o estabelecimento e a disseminação da doença.
    • Tristeza (grupo dos Closterovírus)• Não há medidas de prevenção, em virtude da presença do inseto vetor, que transmite o vírus de árvore a árvore, como também pela borbulha, na ocasião da “enxertia”. O controle é feito através de resistência varietal; as mandarinas são toleráveis; eliminação de insetos vetores; inoculação cruzada com um isolado fraco do vírus. Os pomares estabelecidos sobre porta-enxerto de laranja-azeda devem ser substituídos por plantas enxertadas sobre porta-enxertos tolerantes, como o limão rugoso, lima Rangpur, laranja trifoliada e mandarina. As plantas que apresentam sintomas devem se cortadas e retiradas do pomar. Um programa de quarentena e certificação de gemas livres do vírus deve ser observado na hora do estabelecimento de novos pomares, onde teoricamente não existe a doença.
    • Tristeza (grupo dos Closterovírus)• A subenxertia é uma técnica que substitui o porta-enxerto e cria um novo sistema radicular para alimentar a planta com a doença. A escolha da variedade do porta- enxerto deve ser baseada na localização da propriedade, na capacidade de irrigação, na variedade que será feita a subenxertia, na ocorrência de outras doenças como a gomose, o declínio e a tristeza, e na disponibilidade do porta-enxerto.
    • Tristeza (grupo dos Closterovírus) AlbedoClareamento das nervuras foliares Engrossamento no mesocarpo
    • Sorose Citrus ringspot virus (CtRSV)• Trata-se de uma doença típica dos clones velhos de citros que apresenta ampla distribuição entre variedades e espécies de citros.• Apresenta um período de até doze anos de incubação antes de expressar sintomas, que são caracterizados principalmente por fendilhamento e escamação de tronco e galhos de laranjeiras doce (Citrus sinensis L. Osbeck), tangerineiras (Citrus reticulata Blanco) e pomeleiros (Citrus paradisi Macf) (Müller & Costa, 1993).
    • Sorose Citrus ringspot virus (CtRSV)• O melhor método de controle do complexo sorose é a prevenção, através do emprego de borbulhas sadias na produção de mudas. A eliminação de patógenos sistêmicos pode ser realizada atualmente através da microenxertia de ápices caulinares, sem o inconvenientes da juvenilidade associada ao uso de clones nucelares.• A termoterapia é uma maneira efetiva e ecológica de erradicar patógenos de material propagativo. Esta técnica apresenta importante uso na eliminação de sorose A, sorose B.
    • Sorose Citrus ringspot virus (CtRSV)Sintoma em mudas (Fendilhamento Sintoma em folhas e escamação)
    • Declínio dos Citros• É um dos mais sérios problemas da citricultura, ocorre em plantas com diferentes variedades de copa e porta- enxerto.• É semelhante ao “citrus blight”, “young tree decline” e “sand hill decline” descritos nos Estados Unidos desde de 1891 (Flórida, Texas, Louisiana e Havaí), ao “declinamiento” na Argentina, ao “marchitamiento repentino” no Uruguai e ao “sudden decline” na Venezuela (Fundecitrus, 2006).
    • Declínio dos Citros• Os sintomas chegam a ser confundidos com o da “gomose dos citros”; são a falta de brotação nova, brotação na base dos ramos da parte interna da planta, clorose e queda das folhas. Internamente na planta, ocorrem obstruções amorfas nos vasos do xilema e redução do fluxo de água.• Em plantas com declínio, se verifica ainda: aparecimento de deficiência de zinco nas folhas e excesso nos vasos lenhosos; florada atrasada com produção reduzida; Frutos miúdos e sem brilho, impróprios para o comércio; A evolução da doença provoca a morte de radicelas (Fundecitrus, 2006).
    • Declínio dos CitrosBrotações internas Desfolhamento da planta
    • Cancro Cítrico Xanthomonas axonopodis pv. Citri (Bactéria)• Os sintomas nas folhas iniciam pelo surgimento de manchas amarelas, pequenas que aos poucos crescem transformam-se em lesões corticosas, salientes, localizadas, na mesma região da folha, nos dois lados. Com o envelhecimento da lesão aparece um bem delineado halo amarelo em sua volta. Nos ramos as lesões são crostas salientes de cor parda, semelhantes à das folhas, porem agrupadas, recobrindo extensas áreas. Nos frutos os sintomas são inicialmente superficiais, com lesões necróticas salientes que provocam o rompimento da casca, possibilitando a entrada de outros microorganismos que irão acelerar a podridão.
    • Cancro Cítrico Xanthomonas axonopodis pv. Citri (Bactéria)• A prevenção é a melhor arma contra o cancro cítrico e deve ser feita já na implantação ou renovação do pomar, com mudas sadias, e plantio de quebra ventos. Os cuidados devem ser redobrados durante a colheita. Essa época é a mais favorável para a disseminação da doença por causa do intenso trânsito de pessoas e materiais dentro da propriedade. A bactéria pode sobreviver na madeira, plástico, metal e tecido. As medidas preventivas devem começar com uma rigorosa inspeção dos pomares. A muda deve ser adquirida de viveiros conduzidos em telados com proteção contra insetos; o controle da Larva Minadora deve ser feito de modo eficiente sempre que no talhão, 50% das plantas apresentem brotações novas; as escadas e sacolas e caixas devem ser devem ser desinfetadas.
    • Cancro Cítrico: lesão no pecíolo (Bactéria) Xanthomonas axonopodis pv. Citri
    • Cancro Cítrico: lesão nas folhas (Bactéria) Xanthomonas axonopodis pv. Citri
    • Cancro Cítrico: lesão no fruto (Bactéria) Xanthomonas axonopodis pv. Citri
    • Cancro Cítrico: lesão no fruto (Bactéria) Xanthomonas axonopodis pv. Citri
    • Clorose Variegada dos Citros (CVC) Xilella fastidiosa (Bactéria)• A planta afetada apresenta nas regiões mediana e superior da copa uma clorose foliar semelhante a deficiência de zinco, porém quando as folhas amadurecem, surgem pequenas pontuações de cor marrom claro na sua face inferior em correspondência as áreas amareladas da face superior. Com a continuação estas lesões tornam-se necróticas, de coloração marrom escuro e ligeiramente salientes. É mais severa em plantas jovens, que passam a produzir frutos pequenos, duros, com acidez excessiva e pouco suco, imprestáveis para a comercialização.
    • Clorose Variegada dos Citros (CVC) Xilella fastidiosa (Bactéria)• A CVC é causada pela Xylella fastidiosa, uma bactéria que coloniza o xilema de plantas e depende de insetos vetores (cigarrinhas) para sua disseminação natural. Até 1987 as cigarrinhas praticamente não representavam danos aos pomares cítricos. Com o surgimento da CVC e sua ocorrência de forma endêmica, esses insetos sugadores de seiva passaram a ter maior importância em razão da transmissibilidade da doença conhecida como CVC ou amarelinho. Na região Nordeste (litoral norte da Bahia e Sul de Sergipe) a doença está se disseminado rapidamente. As medidas de controle consistem principalmente no uso de mudas certificadas.
    • Clorose Variegada dos Citros (CVC) Xilella fastidiosa (Bactéria)• Afeta todas as variedades de laranja doce, Pera, Natal, Hamlin, Bahia, Baianinha, Valencia, Folha Murcha, Barão, independente do porta-enxerto utilizado. Não tem sido visualizados sintomas em tangerineira Poncam Mexerica, em limões verdadeiros, tangor Murcotte e lima ácida Galego que apesar de assintomáticas podem ter a bactéria em seus tecidos. A disseminação da doença se dá por meio de insetos como as cigarrinhas específicas da planta cítrica. A dispersão da bactéria para médias e longas distâncias de um foco inicial é feita através da comercialização de mudas contaminadas.
    • Clorose Variegada dos Citros (CVC) Xilella fastidiosa (Bactéria)• Como medidas de controle recomenda-se: plantio de mudas sadias adquiridas em viveiros registrados, evitando a comercialização de mudas provenientes de regiões contaminadas; manter o pomar com as ruas limpas e o mato baixo nas entrelinhas; realizar inspeções periódicas nos pomares para determinar a presença de cigarrinhas e focos iniciais da doença. Plantas com menos de quatro anos com frutos pequenos, tornam-se irrecuperáveis; efetuar poda de ramos, cerca de 50 e 70 centímetros à partir da última folha inferior com sintomas; nos viveiros, utilizar inseticidas, com aplicação quinzenal, no período em que as plantas estiverem emitindo novas brotações; os viveiros devem ser instalados cerca de 200 metros dos pomares cítricos.
    • Clorose Variegada dos Citros (CVC) Xilella fastidiosa (Bactéria)• Na inspeção da larva minadora, em ponteiros novos, efetua-se a observação da presença de cigarrinhas. Ao rodear a planta, o inspetor deve observar os ponteiros novos e quantificar 1 para presença e 0 (zero) para ausência. Para a avaliação com armadilhas amarelas, anotar a quantidade total de cigarrinhas encontradas por armadilha. Em caso de amostragem monitorada, utilizar três a quatro armadilhas ( cartão amarelo medindo 12 X 7 cm) por hectare, espalhadas pelo talhão, dispostas na face Norte da planta a 1,5 metros da sua altura. Anotar semanalmente o número de cigarrinhas encontradas nas armadilhas. deve-se pulverizar quando 10% das plantas estiverem com a presença de uma única cigarrinha, em replantas e pomares em formação.
    • Clorose Variegada dos Citros (CVC) Xilella fastidiosa (Bactéria)Sintoma inicial da CVC Sintomas de CVC, lesõescom manchas amareladas de cor pardacentas na facena face adaxial da folha. abaxial da folha.
    • Clorose Variegada dos Citros (CVC) Xilella fastidiosa (Bactéria) Fruto aparentemente sadio e sintomático.
    • Greening (Candidatus liberibacter spp. – asiaticus e americanus) – Huanglongbing (HLB)• Sintoma inicial: ramo com folhas amarelas;• Intensa desfolha dos ramos afetados, atingindo toda a copa, com seca e morte de ponteiros;• Acentuada deficência de Zinco nas folhas afetadas. Fonte: FUNDECITRUS
    • Greening (Candidatus liberibacter spp. – asiaticus e americanus) – Huanglongbing (HLB)Sintoma inicial: folhas Desfolha seca e morte Deficiência de Zinco amareladas dos ponteiros Fotos: FUNDECITRUS
    • Greening (Candidatus liberibacter spp. – asiaticus e americanus) – Huanglongbing (HLB) A B CA. Manchas irregulares verde claras ou amareladas, mescladas com verde normal;B. Amarelecimento generalizado, com novos brotos e folhas pequenas;C. Engrossamento e clareamento das nervuras. Fotos: FUNDECITRUS
    • Greening (Candidatus liberibacter spp. – asiaticus e americanus) – Huanglongbing (HLB) Manchas circulares Sementes abortadas, Diferença de pequenas amareladas, pequenas, mal maturação,deformado econtrastam com o verde formadas e escuras. assimétrico. Filetes normal. Com a alaranjados na inserção maturação a mancha com o pedúnculo. desaparece. Fotos: FUNDECITRUS
    • Sintoma em fruto e vetor Diaphorina citri (Hemíptera)Frutos deformados assimétricos com Filetes alaranjados na inserção com o pedúnculo.
    • Greening (Candidatus liberibacter spp. – asiaticus e americanus) – Huanglongbing (HLB) Greening - Folhas mosqueadas com clorose assimétrica. CVC – Pequenas manchas amareladas e irregulares, na frente da folha e cor palha nas costas. Gomose – Folhas amareladas com nervura central mais clara. Sintomas são reflexos das lesões no tronco próximo ao solo. Fotos: FUNDECITRUS
    • Greening (Candidatus liberibacter spp. – asiaticus e americanus) – Huanglongbing (HLB) Greening - Folhas mosqueadas com clorose assimétrica. Deficiência de Zinco – Folhas pequenas e estreitas, retorcidas e clorose nolimbo entre as nervuras. Deficiência de Manganês – Partes sombreadas das plantas, clorose entre as nervuras, mais pálida e menos acentuada que a do Zinco. Fotos: FUNDECITRUS
    • Greening (Candidatus liberibacter spp. – asiaticus e americanus) – Huanglongbing (HLB) Greening - Folhas mosqueadas com clorose assimétrica. Deficiência de Magnésio – amarelecimento em “V” invertido, nas folhas velhas. Deficiência de cobre – Folhas dos ponteiros amareladas, ramos novos com ondulações e rachaduras (goma na casca do ramo). Fotos: FUNDECITRUS
    • Greening (Candidatus liberibacter spp. – asiaticus e americanus) – Huanglongbing (HLB) • Vetor: Inclinação de 45º em folhas e ramos Psilídio Diaphorina citri (2 a 3 mm de comprimento), alimentam-se folhas maduras e novas; As ninfas desenvolvem-se em brotos novos; • Outra forma de contaminação: Uso de borbulhas de plantas doentesFoto: FUNDECITRUS
    • Fumagina (Fungo)Presença fungo preto na planta tem papel importante como indicador da presençade homópteros, como a ortézia dos citros, escama verde, moscas brancas epulgões. As folhas, os ramos e os frutos ficam recobertos pelo micélio do fungo.Presença do fungo de coloração escura está associada a praga dos citroscochonilha ortézia, a escama verde, a mosca branca e o pulgão.
    • Fumagina (Fungo)• Causada por fungos de revestimento do gênero Capnodium (micélio espesso, fuligíneo que recobre folhas ramos e frutos). Revestimento envolve associação entre o fungo e cochonilhas, as quais produzem secreções açucaradas para o desenvolvimento do fungo. Revestimento negro pode cobrir toda a planta, confundindo com o principal agente causal do distúrbio que são os insetos. Uma poda de limpeza e o controle das cochonilhas são recomendações de controle.
    • Rachadura dos Frutos• Frutos verdes ou em maturação, (desequilíbrio hídrico e presença de fungos oportunistas).• Lesão surge quando ocorrem chuvas após longo período de estiagem. A polpa se expande em função do fluxo repentino de seiva e a casca, incapaz de acompanhar a dilatação, sofre uma forte pressão que resulta na ruptura do fruto em pontos menos resistentes.• Próximo às rachaduras encontra-se associado um fungo do gênero Alternaria. Irrigar diminui as rachaduras.• Áreas irrigadas a manutenção da umidade do solo em níveis adequados e a umidade do ar entre 70-75% podem reduzir consideravelmente o distúrbio.• Outras medidas de controle: manter o solo livre da concorrência do mato e utilizar cobertura morta, a fim de conservar a umidade e evitar grandes variações no teor de água.
    • Rachadura dos Frutos
    • Rachadura dos Frutos
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