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Ergonomia & Usabilidade

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O tema abordado nessa apresentação diz respeito a um assunto muito importante para os dias atuais, pois trata-se do desenvolvimento de sistemas que proporcionem usablidade na interação homem máquina. …

O tema abordado nessa apresentação diz respeito a um assunto muito importante para os dias atuais, pois trata-se do desenvolvimento de sistemas que proporcionem usablidade na interação homem máquina. O assunto é livre para todos os publicos, porém é de maior interesse dos Desenvolvedores, Arquitetos, Analistas, Testadores e usuários de sistemas/softwares.

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  • 1. Ergonomia & Usabilidade
  • 2. O autor: Walter Cybis
    • Criador e diretor do primeiro laboratório de usabilidade do Brasil (LabIUtil - SC)
    • 3. Responsável pela formação de uma geração de profissionais em usabilidade.
    • 4. É consultor em engenharia de usabilidade na cidade de Montreal, Canadá.
  • O que é Ergonomia?
  • 5. A ergonomia é a disciplina científica relacionada ao entendimento das interações entre seres humanos e outros elementos de um sistema.
  • 6. O que é Usabilidade?
  • 7. Segundo o autor:
    • É a qualidade que caracteriza o uso de um sistema interativo.
  • Segundo a norma ISO – 9241:
    • É a capacidade que um sistema interativo oferece ao usuário em determinado contexto de operação, para realização de tarefas de maneira eficaz, eficiente e agradável.
  • Introdução à Usabilidade:
    • No inicio da informatização, os usuários dos programas de computadores eram os seus próprios desenvolvedores...
  • Níveis de usuários:
    • Iniciante;
    • 8. Intermediário;
    • 9. Avançado;
  • Objetivos dos sistemas ergonômicos:
    • Oferecer usabilidade aos usuários, proporcionando-lhes interações eficazes, eficientes e agradáveis, além de gerar confiança e satisfação com as facilidades que encontram durante a utilização do sistema.
  • Benefícios:
    • Aumento de produtividade;
    • 10. Aumento no número de vendas;
    • 11. Diminuição do tempo de treinamento e estrutura de suporte;
    • 12. Melhor imagem no mercado;
  • Desenvolvimento de interfaces ergonômicas:
    • É fundamental para construção de interfaces ergonômicas que proporcionam usabilidade, que os desenvolvedores de sistema conheçam muito bem o usuário e o seu trabalho.
  • Princípios ergonômicos para IHC:
    Jakob Nielsen (Um dos maiores especialista em usabilidade dos USA), propõe um conjunto de dez heurísticas de usabilidade:
  • 13. Heurísticas de usabilidade
    Visibilidade do estado do sistema;
    Mapeamento entre o sistema e o mundo real;
    Liberdade de controle ao usuário;
    Consistência e padrões;
    Prevenção de erros;
  • 14. Heurísticas de usabilidade
    Reconhecer em vez de relembrar;
    Flexibilidade e eficiência de uso;
    Design estético e minimalista;
    Suporte para o usuário reconhecer, diagnosticar e recuperar erros;
    Ajuda e documentação;
  • 15. Regras de ouro:
    Ben Shneiderman, outro autor bem conhecido da área (Autor do Livro: Designingtheuser interface), propõe oito “regras de ouro” para o projeto e a avaliação de interfaces que proporcionam usabilidade.
  • 16. Regras de ouro:
    Perseguir a consistência;
    Fornecer atalhos;
    Fornecer feedback informativo;
    Marcar o final dos diálogos;
  • 17. Regras de ouro:
    Fornecer prevenção e manipulação simples de erros;
    Permitir cancelamento das ações;
    Fornecer controle e iniciativa ao usuário;
    Reduzir a carga de memória de trabalho;
  • 18. Critérios Ergonômicos:
    • Condução;
    • 19. Carga de trabalho;
    • 20. Adaptabilidade;
    • 21. Gestão de erros;
  • Critérios Ergonômicos:
    • Condução:
    • 22. Visa favorecer principalmente o aprendizado e a utilização do sistema por usuários novatos.
    • 23. Neste contexto a interface deve aconselhar, orientar, informar e conduzir o usuário na interação com o sistema.
  • Critérios Ergonômicos:
    • Condução – Pode ser analisada a partir de quatro dimensões ou sub-critérios:
    • 24. Convite;
    • 25. Agrupamento e distinção entre itens;
    • 26. Legibilidade;
    • 27. Feedback imediato;
  • Critérios Ergonômicos:
    Esta qualidade engloba os meios utilizados para levar o usuário a realizar determinadas ações. Também trata das informações que permitem ao usuário identificar o estado ou o contexto no qual ele se encontra na interação, além da ações alternativas, ferramentas de ajuda e o modo de acesso.
  • 29. Critérios Ergonômicos:
    Uma interface convidativa oferecerá:
    • Títulos claros para as telas, janelas e caixas de diálogos;
    • 31. Informações sobre o preenchimento de um formulário, sobre as entradas esperadas, etc.;
    • 32. Opções de ajuda claramente indicadas;
  • Critérios Ergonômicos:
    • Condução
    • 33. Convite – Exemplo:
    Orientações gerais sobre o preenchimento de um formulário de identificação.
  • 34. Critérios Ergonômicos:
    • Condução
    • 35. Agrupamento e distinção de itens:
    Visa proporcionar a rápida compreensão de uma tela pelo usuário.
  • 36. Critérios Ergonômicos:
    • Condução
    • 37. Agrupamento e distinção de itens - Exemplo:
    Formulário com opções e campos especialmente organizados.
  • 38. Critérios Ergonômicos:
    • Condução
    • 39. Legibilidade:
    É uma qualidade a serviço de todos, mas particularmente das pessoas idosas e com problemas de visão.
  • 40. Critérios Ergonômicos:
    • Condução
    • 41. Legibilidade - Exemplo:
    • 42. Contraste negativo;
    • 43. Letras claras sobre um fundo escuro;
    • 44. Tamanho da fonte;
    • 45. Espaçamento entre palavras;
    • 46. Espaçamento entre linhas;
    • 47. Espaçamento entre parágrafos;
  • Critérios Ergonômicos:
    • Condução
    • 48. Legibilidade - Exemplo:
  • Critérios Ergonômicos:
    • Condução
    • 49. Feedback imediato:
    • 50. Está a serviço de todos, porém os usuários mais novatos precisarão mais dessa qualidade.
    • 51. Tais fatores possibilitam ao usuário ter melhor entendimento sobre o funcionamento do sistema.
    • 52. São importantes para estabelecer satisfação e confiança.
  • Critérios Ergonômicos:
    • Condução
    • 53. Feedback imediato - Exemplo:
    Tela que indica ao usuário que um tratamento demorado está sendo realizado.
  • 54. Critérios Ergonômicos:
    • Condução
    • 55. Feedback imediato - Exemplo:
    Tela que indica ao usuário o resultado do processo.
  • 56. Critérios Ergonômicos:
    • Condução
    • 57. Feedback imediato:
    O Feedback às ações do usuário é muito importante para a qualidade das interações. Tempo de reação sugerido:
    • Para ecoar os caracteres digitados:
    • 58. 150 milésimos de segundo
    • 59. Movimentação entre campos:
    • 60. 250 milésimos de segundo
    • 61. Movimentação do cursor na tela:
    • 62. 100 milésimos de segundo
  • Critérios Ergonômicos:
    • Carga de trabalho:
    Este critério se aplica a um contexto de trabalho intenso e repetitivo, no qual os usuários precisarão de interfaces econômicas, isto é, que lhes economizem leitura e memorização desnecessária.
  • 63. Critérios Ergonômicos:
    • Carga de trabalho:
    • 64. Apresentar os títulos (Telas, janelas, etc...), rótulos (Campos, Botões) e denominações curtas;
    • 65. Fornecer valores Default (Para campos de dados, listas, check-box).
    • 66. Fornecer o preenchimento automático de virgulas, pontos, decimais, etc...
    • 67. Apresentar somente os itens que estão relacionados a tarefa(Remover o restante da tela).
    • 68. Não forçar o usuário a trazer mentalmente dados de uma tela para outra.
  • Critérios Ergonômicos:
    • Adaptabilidade:
    • 69. É uma qualidade particularmente esperada em sistema que o publico alvo é vasto e variado.
  • Critérios Ergonômicos:
    • Adaptabilidade:
    • 70. A interface deve propor maneiras variadas de realizar uma tarefa, deixando ao usuário o direito de escolha. Exemplo:
    • 71. Diferentes maneiras de realizar a entrada de dados( Digitação, seleção).
    • 72. Diferentes caminhos para chegar a uma funcionalidade freqüentemente utilizada(ícones na barra de ferramenta, opção em um painel de menu, teclas de atalho).
  • Critérios Ergonômicos:
    • Adaptabilidade – Exemplos:
  • Critérios Ergonômicos:
    • Gestão de Erros:
    A gestão de erros diz respeito a todos os mecanismos que permitem evitar ou reduzir a ocorrências de erros e que favoreçam sua correção.
  • 73. Critérios Ergonômicos:
    • Gestão de Erros:
    Uma interface que protege uma interação contra erros:
    • Informa o usuário sobre o risco de perda de dados não gravados;
    • 74. Não oferece um comando destrutivo como opção default;
    • 75. Detecta os erros no momento da inserção dos dados, em vez de deixar para o final.
  • Critérios Ergonômicos:
    • Gestão de Erros - Exemplos:
  • Critérios Ergonômicos:
    • Gestão de Erros - Exemplos:
  • Exemplo de tela que não proporciona usabilidade:
  • 76. Exemplo de tela que não proporciona usabilidade:
  • 77. Exemplo de tela que não proporciona usabilidade:
  • 78. Exemplo de tela que não proporciona usabilidade:
  • 79. Exemplo de tela que não proporciona usabilidade:
  • 80. Exemplo de tela que não proporciona usabilidade:
  • 81. Exemplo de tela que não proporciona usabilidade:
  • 82. Exemplo de tela que não proporciona usabilidade:
  • 83. Exemplo de tela que não proporciona usabilidade:
  • 84. Exemplo de tela que não proporciona usabilidade:
  • 85. Exemplo de tela que não proporciona usabilidade:
  • 86. Exemplo de tela que não proporciona usabilidade:
  • 87. Exemplo de tela que não proporciona usabilidade:
  • 88. Exemplo de tela que não proporciona usabilidade:
  • 89. Exemplo de tela que não proporciona usabilidade:
  • 90. Luiz Alberto Ferreira
  • 91. Referências Bibliográficas
    Ergonomia e Usabilidade – Conhecimento, Métodos e aplicações – Walter Cybis
    http://usabilidoido.com.br/as_10_heuristicas_de_nielsen_.html
    http://www.podcast1.com.br/programas.php?codigo_canal=2203&numero_programa=1
    http://www.podcastone.com.br/canal.php?codigo_canal=2171
    http://www.pinceladasdaweb.com.br/blog/author/Pedro/
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