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1.2.
No poema de Pessoa, a loucura é
entrevista numa perspetiva positiva e
produtiva semelhante à abordada no
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1.
Segundo o sujeito poético, a sua
loucura é produto da sua ambição, do
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c. Com a afirmação dos versos 6 e 7,
1. o eu enunciador salienta o carácter
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d. Com a interrogação retórica (vv. 8-10),
3. o eu lírico chama a atenção para os
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4. o sujeito poético serve-se do seu caso
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a = 2; b = 5; c = 1; d = 3; e = 4
3.1.
D. Sebastião adquire em Mensagem
um valor simbólico que ultrapassa a sua
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Sebastião, que não poderá, obviamente,
voltar, mas à ideologia que lhe está
subjacente. Depois do «ser que houve» e
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Os Loucos Estão Certos
(Diabo na Cruz)
Os loucos estão certos
Os certos estão fartos
Os fartos são modernos com os pés no chão
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Os loucos estão certos
É preciso ouvi-los
Foram avisados não nos querem mal
Os loucos estão parvos
Os parvos estão no tron...
Os padres comem putos
Os putos comem ratos
Na igreja de São Torpes hoje há bacanal
Os loucos estão certos
É preciso ouvi-l...
Já que a borga continua
Já que o ritmo não recua
Seja o filho avô do pai
Os loucos estão certos
Os certos estão fartos
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Os padres comem putos
Os putos comem ratos
Na igreja de São Torpes hoje há bacanal
Os loucos estão certos
É preciso ouvi-l...
Ai, ai, ai
Já que a gente se habitua ao ai
Ai, ai, ai
Já que a borga continua
Já que o ritmo não recua
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(dissertação sobre loucura), mas
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Apresentação para décimo segundo ano de 2013 4, aula 145-146
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Apresentação para décimo segundo ano de 2013 4, aula 145-146

  1. 1. * Parece passar-se em … [poucos] dias [quase no início do ato II] Manuel — Esta madrugada prenderam Gomes Freire... [umas páginas depois sem que parecesse ter havido elipse] Rita — Desde aquela noite que só penso em si. Estava lá na rua quando prenderam o general.
  2. 2. [mais à frente, sem também elipses explícitas] Sousa Falcão — Ao chegar a S. Julião da Barra, meteram-no logo numa masmorra e aí ficou todo o dia, às escuras [...] Só ao fim de seis dias lhe abonaram dinheiro para comer. [já perto do final] Matilde — Há quatro dias que não me deito e que não sinto, na minha, qualquer mão amiga
  3. 3. 1.2. No poema de Pessoa, a loucura é entrevista numa perspetiva positiva e produtiva semelhante à abordada no editorial. É ela que, como afirma Sofia Barro-cas, apresenta «alguma coisa que não sabemos definir bem» e que o poema concretiza como o traço humano distintivo dos seres humanos face aos restan-tes animais. D. Sebastião surge no poema de Mensagem como um dos «símbolos vivos» que, pelo seu exemplo, levanta «questões» (l. 23) aos nossos outros «eus» (l. 24).
  4. 4. 1. Segundo o sujeito poético, a sua loucura é produto da sua ambição, do seu sonho de «grandeza» que a «Sorte», ou destino, não dá sem que se empenhe algum esforço na sua concretização.
  5. 5. a. Com a repetição do adjetivo «louco» e o uso do advérbio de afirmação no primeiro verso, 2. o sujeito poético reforça orgulhosamente a sua autocaracterização.
  6. 6. b. Com o jogo de tempos verbais presente no verso 5, 5. o sujeito enunciador distingue a sua figura histórica da sua personalidade mítica.
  7. 7. c. Com a afirmação dos versos 6 e 7, 1. o eu enunciador salienta o carácter exemplar da sua personalidade e estimula a sua reprodução.
  8. 8. d. Com a interrogação retórica (vv. 8-10), 3. o eu lírico chama a atenção para os traços distintivos do ser humano.
  9. 9. e. Com o uso da primeira pessoa, 4. o sujeito poético serve-se do seu caso particular para refletir sobre o valor da loucura.
  10. 10. a = 2; b = 5; c = 1; d = 3; e = 4
  11. 11. 3.1. D. Sebastião adquire em Mensagem um valor simbólico que ultrapassa a sua figura histórica. São os valores da determinação e da coragem que ele corporiza que funcionam como mito inspirador e, nessa aceção, «fecundam a realidade»: "É Esse que regressarei». O Sebastianismo em Mensagem não se liga, pois, ao caso específico e concreto de D.
  12. 12. Sebastião, que não poderá, obviamente, voltar, mas à ideologia que lhe está subjacente. Depois do «ser que houve» e que ficou no «areal» com a «morte», regressará a força inspiradora de D. Sebastião necessária ao ressurgimento anímico da nação.
  13. 13. Os Loucos Estão Certos (Diabo na Cruz)
  14. 14. Os loucos estão certos Os certos estão fartos Os fartos são modernos com os pés no chão Os sogros estão pobres Os pobres estão mortos Os mortos são vivos em preservação O bairro está cheio As cheias estão à porta O António das chamuças mudou de canal
  15. 15. Os loucos estão certos É preciso ouvi-los Foram avisados não nos querem mal Os loucos estão parvos Os parvos estão no trono O trono que era bênção fez-se maldição Os trilhos estão cruzados A fome aí à espera O tio veio ao casório para insultar o irmão
  16. 16. Os padres comem putos Os putos comem ratos Na igreja de São Torpes hoje há bacanal Os loucos estão certos É preciso ouvi-los Foram avisados não nos querem mal Ai, ai, ai Já que a gente se habitua ao ai Ai, ai, ai
  17. 17. Já que a borga continua Já que o ritmo não recua Seja o filho avô do pai Os loucos estão certos Os certos estão fartos Os fartos são modernos com os pés no chão Os trilhos estão cruzados A fome aí à espera O tio veio ao casório para insultar o irmão
  18. 18. Os padres comem putos Os putos comem ratos Na igreja de São Torpes hoje há bacanal Os loucos estão certos É preciso ouvi-los Foram avisados não nos querem mal
  19. 19. Ai, ai, ai Já que a gente se habitua ao ai Ai, ai, ai Já que a borga continua Já que o ritmo não recua Seja o filho avô do pai.
  20. 20. Resolve o ponto 1 / Escrita da p. 215 (dissertação sobre loucura), mas escrevendo apenas o guião respetivo (ao estilo do exemplo no verso da folha da aula).
  21. 21. Afirmação «Todos os homens são doidos e, apesar das precauções, só diferem entre si em virtude das proporções. Este mundo está cheio de loucos e quem não os queira ver deve fechar-se e partir o espelho.» Instrução Partindo da citação de Nicolas Boileau, redige um texto […] no qual apresentes uma reflexão sobre a loucura. Introdução (1.º parágrafo) Na citação apresentada, Boileau defende que todos são loucos: veríamos um, assim que nos olhássemos ao espelho.
  22. 22. TPC Lê Felizmente há luar! (reproduzi o livro na íntegra em Gaveta de Nuvens, mas, é claro, é mais cómodo ler por volume em papel). [Pedia a quem emprestei volumes de Felizmente que mos trouxesse para os usarmos em aula.]
  23. 23. Passar a estar atento ao que há para fazer a partir da lista de tarefas que está em Gaveta de Nuvens. (Ainda há algumas coisas porém que tenho de especificar melhor e links para preencher.)
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