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<ul><li>O uso de travessão duplo (linha 4) justifica-se pela necessidade de </li></ul><ul><li>a) destacar uma explicitação...
<ul><li>O uso repetido do nome «David Crockett» (linhas 6, 7, 13, 16, 20, 24) </li></ul><ul><li>a) constitui um mecanismo ...
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<ul><li>*No Olhanense há um jogador que se chama «Ucra». Presumo que o nome seja uma alcunha vinda de «ucraniano», já que ...
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<ul><li>*Em «Uma índia vigiaria o meu sono  e  uma aborígene cuidaria das minhas feridas», temos orações </li></ul><ul><li...
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<ul><li>*A palavra «corno» é um merónimo de </li></ul><ul><li>a) «diabo»;  «natação» é hipónimo de «piscina» . </li></ul><...
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<ul><li>O segmento textual «Este livro reúne alguns dos textos que mensalmente e ao longo dos últimos anos fui publicando»...
<ul><li>O constituinte «inconsciente» em «Nessa história, o David Crockett (...) ficava inconsciente» (linhas 7-9) desempe...
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<ul><li>Em «molhando-lhe a testa com água, tratando das suas feridas e vigiando o seu coma» (linhas 11 e 12), as formas ve...
<ul><li>Na frase «ela murmurava para o seu prostrado e inconsciente guerreiro» (linhas 12 e 13), os adjectivos têm um valo...
<ul><li>Na frase «preservei-as à luz do seu significado mais óbvio» (linha 15), o referente de «as» é «esta frase e esta c...
<ul><li>A frase «que vigiaria o meu sono» (linha 18) é subordinada relativa restritiva.  [explicativa] </li></ul><ul><li>h...
<ul><li>O conector «Porém» (linha 22) introduz uma relação de oposição entre o que anteriormente foi dito e a ideia expost...
TPC - férias
 
<ul><li>67-68:  Os portugueses começam a entrever as sedutoras ninfas. </li></ul>
<ul><li>69-70:  Miguel Veloso propõe que as sigam, o que todos fazem. </li></ul>
<ul><li>71-74:  Perseguem pois as Nereidas Gallardo e estas fingem-se envergonhadas. </li></ul>
<ul><li>75-81:  Leonardo Da Vinci, sempre azarado nos amores, tenta fazer parar uma ninfa especialmente esquiva. </li></ul>
<ul><li>82:  A ninfa já só fugia para ouvir as meiguices de Leonardo e, por fim, deu-se-lhe. </li></ul>
<ul><li>83-84:  As ninfas já se tinham entregado aos navegantes e há promessas de amor eterno. </li></ul>
<ul><li>85-... [Tétis] </li></ul>
<ul><li>Leitura </li></ul><ul><li>Questionário sobre textos lidos em casa e relidos no momento  (sobre Pessoa, etc.) </li>...
<ul><li>[Informalmente:]  eficiência a resolver fichas de trabalho em aula. </li></ul>
<ul><li>Escrita (em aula) </li></ul><ul><li>Sobre «Gato que brincas na rua» e «Ela canta, pobre ceifeira»; </li></ul><ul><...
<ul><li>Escrita (em casa) </li></ul><ul><li>Exemplos de protótipos textuais; </li></ul><ul><li>Texto à Proust; </li></ul><...
<ul><li>Ouvir </li></ul><ul><li>Questionário de compreensão (Pessoa, série Grandes Portugueses, 1.ª parte) </li></ul><ul><...
<ul><li>Gramática </li></ul><ul><li>Questionário sobre protótipos, modos literários e géneros, figuras de estilo, etc. </l...
 
<ul><li>1888 – Nasce Fernando Pessoa.  </li></ul><ul><li>1901 – Nasce José Rodrigues Miguéis. </li></ul><ul><li>1910 – Com...
 
 
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ApresentaçãO Para DéCimo Segundo Ano, Aula 26

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ApresentaçãO Para DéCimo Segundo Ano, Aula 26

  1. 2. <ul><li>Com a afirmação «esta frase e esta cena viajaram comigo para sempre» (linha 14), o autor quer dizer que </li></ul><ul><li>a) se sentia marcado para toda a vida por aquela frase e por aquela cena. </li></ul><ul><li>b) transportava consigo, sempre que viajava, um livro sobre David Crockett. </li></ul><ul><li>c) se lembrava daquela frase e daquela cena sempre que viajava. </li></ul><ul><li>d) tinha aquela frase gravada na pasta que usava em viagem. </li></ul>
  2. 3. <ul><li>Na frase iniciada por «Foi aí que» (linha 23), o autor assinala o momento em que </li></ul><ul><li>a) leu a história aventurosa e acidentada do desbravador David Crockett. </li></ul><ul><li>b) tomou consciência de que David Crockett era o símbolo da sua infância. </li></ul><ul><li>c) sentiu a necessidade de preservar na memória o herói David Crockett. </li></ul><ul><li>d) julgou que era David Crockett, o mítico combatente de Forte Álamo. </li></ul>
  3. 4. <ul><li>A perífrase verbal em «e ao longo dos últimos anos fui publicando» (linhas 1 e 2) traduz uma acção </li></ul><ul><li>a) momentânea, no passado. </li></ul><ul><li>b) repetida, do passado ao presente. </li></ul><ul><li>c) apenas começada, no passado. </li></ul><ul><li>d) posta em prática, no momento. </li></ul>
  4. 5. <ul><li>A locução «para que» (linha 2) permite estabelecer na frase uma relação de </li></ul><ul><li>a) causalidade. </li></ul><ul><li>b) completamento. </li></ul><ul><li>c) finalidade. </li></ul><ul><li>d) retoma. </li></ul>
  5. 6. <ul><li>O uso de travessão duplo (linha 4) justifica-se pela necessidade de </li></ul><ul><li>a) destacar uma explicitação. </li></ul><ul><li>b) registar falas em discurso directo. </li></ul><ul><li>c) marcar alteração de interlocutor. </li></ul><ul><li>d) sinalizar uma conclusão. </li></ul>
  6. 7. <ul><li>O uso repetido do nome «David Crockett» (linhas 6, 7, 13, 16, 20, 24) </li></ul><ul><li>a) constitui um mecanismo de coesão lexical. </li></ul><ul><li>b) assegura a progressão temática. </li></ul><ul><li>c) constitui um processo retórico. </li></ul><ul><li>d) assegura a coesão interfrásica do texto. </li></ul>
  7. 8. <ul><li>*Em «percebi que toda a minha interpretação daquela cena estava errada» (linha 24), o segmento «que toda a minha interpretação daquela cena estava errada» é </li></ul><ul><li>a) uma oração subordinada adjectiva relativa restritiva. </li></ul><ul><li>b) o complemento directo. </li></ul><ul><li>c) uma oração subordinada adjectiva relativa explicativa. </li></ul><ul><li>d) uma oração subordinada substantiva relativa. </li></ul>
  8. 9. <ul><li>*No Olhanense há um jogador que se chama «Ucra». Presumo que o nome seja uma alcunha vinda de «ucraniano», já que o criativo médio do simpático grémio algarvio tem ar vagamente eslavo e será filho de imigrantes. Se as minhas con-jecturas estiverem certas (o que acontece amiudadas vezes), «Ucra» é </li></ul><ul><li>a) uma derivação regressiva. </li></ul><ul><li>b) uma derivação imprópria. </li></ul><ul><li>c) uma conversão. </li></ul><ul><li>d) uma redução. </li></ul>
  9. 10. <ul><li>*Vê o segundo período do texto: «A estranheza do título justifica uma explicação, para que ele não passe como um mero exercício de estilo.». O antecedente de «ele» é </li></ul><ul><li>a) «A estranheza do título». </li></ul><ul><li>b) «do título». </li></ul><ul><li>c) «título». </li></ul><ul><li>d) «Este livro» (linha 1). </li></ul>
  10. 11. <ul><li>*Em «Uma índia vigiaria o meu sono e uma aborígene cuidaria das minhas feridas», temos orações </li></ul><ul><li>a) coordenadas sindéticas. </li></ul><ul><li>b) copulativas assindéticas. </li></ul><ul><li>c) subordinadas assindéticas. </li></ul><ul><li>d) subordinadas copulativas. </li></ul>
  11. 12. <ul><li>*A frase mais coesa, mais correcta em termos gramaticais, é </li></ul><ul><li>a) Mas, quando o codicioso avançado [,] driblou, todos os girassóis olharam. </li></ul><ul><li>b) Mas [,] quando Paulo Bento aprimorava a táctica do losango, chegou Carvalhal. </li></ul><ul><li>c) E, se considerarmos os prós e os contras, mais vale fazermos uma sesta. </li></ul><ul><li>d) E [,] ao aproximar-se do asteróide, o pinguim lamentou-se amiúde. </li></ul>
  12. 13. <ul><li>*A frase gramaticalmente correcta é </li></ul><ul><li>a) Godofredo deteu [deteve] o poder durante três décadas, conseguindo a adesão do povo ao seu projecto. </li></ul><ul><li>b) Trata m -se de situações melindrosas, que convém rectificar. </li></ul><ul><li>c) Sempre que se entretia [entretinha] a tirar macacos do nariz, o bobo testava a aderência dos ditos macacos à cadeira. </li></ul><ul><li>d) Ouve-se cada vez mais pessoas a queixarem-se da ratificação do Tratado de Lisboa. </li></ul>
  13. 14. <ul><li>*A palavra «corno» é um merónimo de </li></ul><ul><li>a) «diabo»; «natação» é hipónimo de «piscina» . </li></ul><ul><li>b) «adultério» ; «saraquité» é hipónimo de «dança». </li></ul><ul><li>c) «touro»; «espectáculo» é hiperónimo de «tourada». </li></ul><ul><li>d) «corpo»; «desporto» é holónimo de «basquetebol» . </li></ul>
  14. 15. <ul><li>*Entre «coco» e «cocó» há </li></ul><ul><li>a) homonímia ; entre «tráfego» e «tráfico» há paronímia. </li></ul><ul><li>b) paronímia; entre «eminente» e «iminente» há homofonia. </li></ul><ul><li>c) homofonia; entre «molhos» e «molhos» há homografia. </li></ul><ul><li>d) antonímia; entre o adjectivo «são» (< sanu- ) e a forma verbal «são» (< sunt ) há homonímia. </li></ul>
  15. 16. <ul><li>*Na frase «Foi um triste episódio», o adjectivo tem valor </li></ul><ul><li>a) mais denotativo do que se estivesse depois do substantivo. </li></ul><ul><li>b) restritivo. </li></ul><ul><li>c) mais conotativo do que se estivesse depois do substantivo. </li></ul><ul><li>d) semântico idêntico ao que teria depois do substantivo. </li></ul>
  16. 17. <ul><li>O segmento textual «Este livro reúne alguns dos textos que mensalmente e ao longo dos últimos anos fui publicando» (linhas 1 e 2) constitui um acto ilocutório directivo. [assertivo] </li></ul>
  17. 18. <ul><li>O constituinte «inconsciente» em «Nessa história, o David Crockett (...) ficava inconsciente» (linhas 7-9) desempenha, na frase, a função de predicativo do sujeito. </li></ul><ul><li>ficar / estar / ser / parecer / permanecer / ... </li></ul>
  18. 19. <ul><li>Os vocábulos «batalha» (linha 7) e «combates» (linhas 20 e 23) mantêm entre si uma relação de antonímia. </li></ul><ul><li>O antecedente do pronome relativo «que» (linha 10) é «uma índia muito bonita». </li></ul>
  19. 20. <ul><li>Em «molhando-lhe a testa com água, tratando das suas feridas e vigiando o seu coma» (linhas 11 e 12), as formas verbais «molhando», «tratando» e «vigiando» traduzem o modo continuado como a índia cuidava de David Crockett. </li></ul>
  20. 21. <ul><li>Na frase «ela murmurava para o seu prostrado e inconsciente guerreiro» (linhas 12 e 13), os adjectivos têm um valor restritivo. </li></ul><ul><li>Em «não te deixarei morrer, David Crockett!» (linha 12 e 13), «te» e «David Crockett» são referências deícticas pessoais. </li></ul>
  21. 22. <ul><li>Na frase «preservei-as à luz do seu significado mais óbvio» (linha 15), o referente de «as» é «esta frase e esta cena» (linha 14). </li></ul>
  22. 23. <ul><li>A frase «que vigiaria o meu sono» (linha 18) é subordinada relativa restritiva. [explicativa] </li></ul><ul><li>haveria sempre uma índia, que vigiaria o meu sono e cuidaria das minhas feridas, </li></ul>
  23. 24. <ul><li>O conector «Porém» (linha 22) introduz uma relação de oposição entre o que anteriormente foi dito e a ideia exposta posteriormente. </li></ul>
  24. 25. TPC - férias
  25. 27. <ul><li>67-68: Os portugueses começam a entrever as sedutoras ninfas. </li></ul>
  26. 28. <ul><li>69-70: Miguel Veloso propõe que as sigam, o que todos fazem. </li></ul>
  27. 29. <ul><li>71-74: Perseguem pois as Nereidas Gallardo e estas fingem-se envergonhadas. </li></ul>
  28. 30. <ul><li>75-81: Leonardo Da Vinci, sempre azarado nos amores, tenta fazer parar uma ninfa especialmente esquiva. </li></ul>
  29. 31. <ul><li>82: A ninfa já só fugia para ouvir as meiguices de Leonardo e, por fim, deu-se-lhe. </li></ul>
  30. 32. <ul><li>83-84: As ninfas já se tinham entregado aos navegantes e há promessas de amor eterno. </li></ul>
  31. 33. <ul><li>85-... [Tétis] </li></ul>
  32. 34. <ul><li>Leitura </li></ul><ul><li>Questionário sobre textos lidos em casa e relidos no momento (sobre Pessoa, etc.) </li></ul><ul><li>Texto lacunar em torno da estrutura de Mensagem (sobre aula anterior e textos lidos em casa) </li></ul><ul><li>Questionário sobre crónica de Luís Filipe Borges, Clube dos Poetas Mortos e «Ulisses». [+ 1,5 valores] </li></ul>
  33. 35. <ul><li>[Informalmente:] eficiência a resolver fichas de trabalho em aula. </li></ul>
  34. 36. <ul><li>Escrita (em aula) </li></ul><ul><li>Sobre «Gato que brincas na rua» e «Ela canta, pobre ceifeira»; </li></ul><ul><li>Ode à Álvaro de Campos; </li></ul><ul><li>Resposta a grupo I de exame com texto de Pessoa; </li></ul><ul><li>Sobre publicidade a Ómega e heterónimos; </li></ul><ul><li>Respostas de exame sobre Ricardo Reis; </li></ul><ul><li>Sobre «Infante» e «Horizonte» </li></ul>
  35. 37. <ul><li>Escrita (em casa) </li></ul><ul><li>Exemplos de protótipos textuais; </li></ul><ul><li>Texto à Proust; </li></ul><ul><li>Conto para Correntes de'Escritas; </li></ul><ul><li>Correcção do conto; </li></ul><ul><li>Dissertação sobre Herói/Liberdade; </li></ul><ul><li>Alfabeto Pessoano. </li></ul>
  36. 38. <ul><li>Ouvir </li></ul><ul><li>Questionário de compreensão (Pessoa, série Grandes Portugueses, 1.ª parte) </li></ul><ul><li>Questionário de compreensão (Pessoa, série Grandes Portugueses, 2.ª parte) </li></ul><ul><li>Falar </li></ul><ul><li>Leitura em voz alta </li></ul><ul><li>Ibisfilme </li></ul>
  37. 39. <ul><li>Gramática </li></ul><ul><li>Questionário sobre protótipos, modos literários e géneros, figuras de estilo, etc. </li></ul><ul><li>Questionário sobre relativas, restritivas, coesão, etc. (em parte, adaptado de exame) </li></ul>
  38. 41. <ul><li>1888 – Nasce Fernando Pessoa. </li></ul><ul><li>1901 – Nasce José Rodrigues Miguéis. </li></ul><ul><li>1910 – Começa a República. </li></ul><ul><li>1917 – Fátima. Sidónio Pais governa. </li></ul><ul><li>1918 – Assassinado Sidónio. </li></ul><ul><li>1926 – Golpe que levará ao Estado Novo. </li></ul><ul><li>1935 – Morre Pessoa. Miguéis nos EUA. </li></ul><ul><li>1968 – Salazar exonerado. Marcelo Caetano. </li></ul><ul><li>1974 – 25 de Abril. </li></ul><ul><li>1980 – Morre Miguéis. </li></ul>

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