Apresentação para décimo ano de 2011 2, aula 27

4,436 views

Published on

Published in: Education
0 Comments
0 Likes
Statistics
Notes
  • Be the first to comment

  • Be the first to like this

No Downloads
Views
Total views
4,436
On SlideShare
0
From Embeds
0
Number of Embeds
3,387
Actions
Shares
0
Downloads
20
Comments
0
Likes
0
Embeds 0
No embeds

No notes for slide

Apresentação para décimo ano de 2011 2, aula 27

  1. 2. <ul><li>Os deíticos remetem para </li></ul><ul><li>a) o recetor da mensagem. </li></ul><ul><li>b) o espaço. </li></ul><ul><li>c) o próprio enunciado. </li></ul><ul><li>d) a enunciação. </li></ul>
  2. 3. <ul><li>A deixis pode ser </li></ul><ul><li>a) espacial e textual. </li></ul><ul><li>b) espacial, temporal, causal, pessoal. </li></ul><ul><li>c) espacial e terrena. </li></ul><ul><li>d) espacial, pessoal, temporal, textual. </li></ul>
  3. 4. <ul><li>A alínea que não tem deíticos é </li></ul><ul><li>a) Traz-me aí a cobra, aquela que está ao pé das iguanas. </li></ul><ul><li>b) Encontrou o Armando. Este estava furioso. </li></ul><ul><li>c) Ainda agora te vi ali atrás . </li></ul><ul><li>d) Comprei a caneta na mercearia. Esta ficava acolá . </li></ul>
  4. 5. <ul><li>Quando um enunciado tem marcas do processo de enunciação, isso significa que </li></ul><ul><li>a) não tem deíticos. </li></ul><ul><li>b) tem apenas elementos cujos referentes são absolutamente compreensíveis, mesmo sem apelo ao contexto. </li></ul><ul><li>c) terá decerto algum deítico. </li></ul><ul><li>d) tem obrigatoriamente demonstrativos ou possessivos. </li></ul>
  5. 6. <ul><li>O período em que não há deíticos espaciais é </li></ul><ul><li>a) Traz -me, José, o próximo adversário político a enforcar. </li></ul><ul><li>b) Amanhã vou ser feliz na Lapónia, mas agora estou aqui . </li></ul><ul><li>c) Aquele quadro ali é bué fofo. </li></ul><ul><li>d) Na Lapónia, os coelhos são cozinhados em bonitas caçarolas às riscas verdes. </li></ul>
  6. 7. <ul><li>O período em que há mais deíticos temporais é </li></ul><ul><li>a) Dá -me aí aquele deítico temporal. </li></ul><ul><li>b) No dia 3 de Novembro de 2007, às 23 horas da manhã, durante o lanche, Camões será eleito futebolista do ano. </li></ul><ul><li>c) Há uns minutos estava com acessos de frases estúpidas, mas, presentemente, as minhas frases gramaticais revelam-se na sua habitual pertinência. </li></ul><ul><li>d) No espaço, as narinas incham cerca de três metros na direção dos cangurus que haja por perto. </li></ul>
  7. 8. <ul><li>O período que não contém deíticos pessoais é </li></ul><ul><li>a) Estou muito aborrecido por ainda não ter havido frases com cocó de cão. </li></ul><ul><li>b) Setúbal é talvez a cidade portuguesa onde eu preferia viver. </li></ul><ul><li>c) Eça de Queirós é um autor estudado no 11.º ano e consta que era boa pessoa. </li></ul><ul><li>d) A minha felicidade é, neste momento, enorme: acabei de encontrare um deítico. </li></ul>
  8. 9. <ul><li>A alínea em que não há palavras que costumem ter função deítica é </li></ul><ul><li>a) ali, este, amanhã . </li></ul><ul><li>b) vir, já, agora . </li></ul><ul><li>c) deítico, Lisboa, dezembro. </li></ul><ul><li>d) isso , hortaliça, eu . </li></ul>
  9. 10. <ul><li>A alínea em que o demonstrativo não tem uso deítico é: </li></ul><ul><li>a) Dá-me aquela tartaruga, a da direita, a que tem um piercing. </li></ul><ul><li>b) Vi a Isabel. Esta não me cumprimentou, o que me desiludiu. </li></ul><ul><li>c) Esse tecido é muito transparente. Leve antes este . </li></ul><ul><li>d) Dá-me esses . Os da esquerda estão estragados. </li></ul>
  10. 11. <ul><li>Não há deíticos em </li></ul><ul><li>a) Ó Isaltina , não te exalt es com esta minha observação. </li></ul><ul><li>b) Bocage espancava as anémonas holandesas. </li></ul><ul><li>c) Bean trouxe- me uma recordação de Cannes. </li></ul><ul><li>d) Se pusesse uma pala no meu olho esquerdo, escreveria como Camões. </li></ul>
  11. 12. <ul><li>O período em que não há deíticos espaciais é </li></ul><ul><li>a) A oeste da pequena cidade moldava de Zpfgrt, as flores crescem viçosíssimas e tristes. </li></ul><ul><li>b) Ontem, cheguei tarde. </li></ul><ul><li>c) Vê-me o refogado de chocolate e almôndegas que está aí à tua esquerda. </li></ul><ul><li>d) Aqui estou eu, ali estás tu, acolá está uma fotografia de um panda gigante. </li></ul>
  12. 13. <ul><li>O período em que há menos deíticos temporais é </li></ul><ul><li>a) Durante a Idade Média, a produção de chocolates Mars foi escassa. </li></ul><ul><li>b) Vou agora para a arena. </li></ul><ul><li>c) Daqui a pouco seguimos para a venda ambulante de gomas com sabor a peixe espada. </li></ul><ul><li>d) Dir-me-ás se sempre vais ler as Páginas Amarelas. </li></ul>
  13. 14. <ul><li>A alínea que não contém deíticos pessoais é </li></ul><ul><li>a) Orlanda estava cada vez mais inteligente. Ela até já sabia deíticos. </li></ul><ul><li>b) Não me digas isso, Sancho . </li></ul><ul><li>c) Naquele tempo, Conhé, guarda-redes da Cuf, era o meu ídolo. </li></ul><ul><li>d) Lembr o-me que o Benje agarrava a bola só com uma mão. </li></ul>
  14. 15. <ul><li>A alínea que não tem nenhum termo intruso, considerado o campo lexical que dela se infere é </li></ul><ul><li>a) alface, tomate, vegetal, verde, verduras, vitaminas, Afonso Henriques , couve, couve-flor. [vegetais] </li></ul><ul><li>b) bruços, iogurte , touca, piscina, nadar, braçada, água. [natação] </li></ul><ul><li>c) Vasco da Gama, Camões, carica , cantar, ninfa, musa, épico. [ Lusíadas ] </li></ul><ul><li>d) casaco, calças, sapato, gravata, chapéu, blusa. </li></ul>
  15. 16. <ul><li>A relação que há entre «advérbio» e «nome» é a de </li></ul><ul><li>a) hiperonímia. </li></ul><ul><li>b) merónimo e holónimo. </li></ul><ul><li>c) co-hipónimos. </li></ul><ul><li>d) holónimo e merónimo. </li></ul>
  16. 17. <ul><li>Merónimo de «palavra» é </li></ul><ul><li>a) gramática </li></ul><ul><li>b) frase </li></ul><ul><li>c) língua </li></ul><ul><li>d) letra </li></ul>
  17. 18. <ul><li>A alínea em que não há relação de «hipónimo / hiperónimo» é </li></ul><ul><li>a) Whistler / impressionista </li></ul><ul><li>b) Whistler / pintor </li></ul><ul><li>c) Whistler / americano </li></ul><ul><li>d) Whistler / impressionismo </li></ul>
  18. 19. <ul><li>Há um holónimo e o seu merónimo em </li></ul><ul><li>a) laranja / gomo </li></ul><ul><li>b) casca / laranja (merónimo / holónimo) </li></ul><ul><li>c) fruto / laranja (hiperónimo / hipónimo) </li></ul><ul><li>d) cor / laranja (hiperónimo / hipónimo) </li></ul>
  19. 20. <ul><li>A alínea em que há a sequência «merónimo, holónimo; hipónimo, hiperónimo» é </li></ul><ul><li>a) CRE, ESJGF; ESJGF, estabelecimento de ensino </li></ul><ul><li>b) Madrid, Espanha; Espanha, Europa </li></ul><ul><li>merónimo, holónimo; merónimo, holónimo </li></ul><ul><li>c) estômago, corpo humano; cantor, Toni Carreira </li></ul><ul><li>merónimo, holónimo; hiperónimo, hipónimo </li></ul><ul><li>d) cesto, apetrecho de básquete; rede, cesto </li></ul><ul><li>hipónimo, hiperónimo; merónimo, holónimo </li></ul>
  20. 21. <ul><li>O verso que não tem dez sílabas métricas é </li></ul><ul><li>a) Esta pergunta é difícil, não é? </li></ul><ul><li>b) Estejam mais atentos doravante, </li></ul><ul><li>c) Meus sacaninhas tão faladores, </li></ul><ul><li>d) Que ficarão a saber bem a métrica. </li></ul>
  21. 22. <ul><li>Meus / sa/ca/ni/nhas /tão/ fa/la/do </li></ul><ul><li>1 2 3 4 5 6 7 8 9 </li></ul><ul><li>Es/ta/ per/gun/ ta é / di/fí/cil/, não/ é? </li></ul><ul><li>1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 </li></ul><ul><li>Es/te/jam/ mais/ a/ten/tos/ do/ra/van </li></ul><ul><li>1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 </li></ul><ul><li>Que/ fi/ca/rão/ a/ sa/ber/ bem/ a/ mé/ </li></ul><ul><li>1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 </li></ul>
  22. 23. <ul><li>O verso que tem obrigatoriamente cinco sílabas métricas é </li></ul><ul><li>a) Mas as flores encostam </li></ul><ul><li>b) Andámos por vales </li></ul><ul><li>c) Viva o Natal. </li></ul><ul><li>d) Pintadas de amarelo </li></ul>
  23. 24. <ul><li>An/dá/mos/ por/ va </li></ul><ul><li>1 2 3 4 5 </li></ul><ul><li>Mas/ as/ flo/res/ en/cos </li></ul><ul><li>1 2 3 4 5 6 </li></ul><ul><li>Vi/ va o / Na/tal. </li></ul><ul><li>1 2 3 4 </li></ul><ul><li>Pin/ta/das/ de a /ma/re </li></ul><ul><li>1 2 3 4 5 6 </li></ul>
  24. 25. <ul><li>O verso que tem seis sílabas métricas é </li></ul><ul><li>a) Seus energúmenos... </li></ul><ul><li>b) Comi as caracoletas. </li></ul><ul><li>c) Evaristo, tens cá disto? </li></ul><ul><li>d) Go / lo / de / Por / tu / gal! </li></ul>
  25. 26. <ul><li>Considerada a pergunta «Como está?» — entre pessoas que se cruzassem apressadamente —, a resposta «Estou bem. Mas ontem estive com uma ligeira dor no fígado. E tenho-me ressentido da humidade, o que origina uma impressão desagradável nos ossos da face. Por outro lado, estou melhor das enxaquecas» infringiria </li></ul><ul><li>a) a máxima de qualidade. </li></ul><ul><li>b) o princípio de cortesia. </li></ul><ul><li>c) a máxima de correção. </li></ul><ul><li>d) a máxima de paciência. </li></ul>
  26. 27. <ul><li>Se um aluno não tiver trazido livro a Português e se justificar com «Julgava que não se usava livro nesta disciplina», estará a </li></ul><ul><li>a) infringir a máxima de quantidade. </li></ul><ul><li>b) infringir a máxima de modo. </li></ul><ul><li>c) infringir a máxima de qualidade. </li></ul><ul><li>d) infringir a máxima de relevância. </li></ul>
  27. 28. <ul><li>O tratamento que os alunos da ESJGF usam com os professores é </li></ul><ul><li>a) artigo + título académico + 3.ª pessoa. </li></ul><ul><li>b) artigo + título académico + 2.ª pessoa. </li></ul><ul><li>c) você + 3.ª pessoa. </li></ul><ul><li>d) 2.ª pessoa. </li></ul>
  28. 29. <ul><li>«Você» tem como étimo </li></ul><ul><li>a) cê. (< ocê < você) </li></ul><ul><li>b) ocê. (< você) </li></ul><ul><li>c) Vossa excelência. </li></ul><ul><li>d) Vossa mercê. </li></ul><ul><li>(> vossemecê > vosmecê > você) </li></ul>
  29. 30. <ul><li>Em geral, um adulto usa o tratamento de 2.ª pessoa do singular, quando se dirige a </li></ul><ul><li>a) crianças e a adultos que tenham estatuto social inferior . </li></ul><ul><li>b) crianças, adultos de quem seja amigo ou com estatuto social inferior . </li></ul><ul><li>c) brasileiros e crianças. </li></ul><ul><li>d) alguns dos seus colegas. </li></ul>
  30. 31. <ul><li>O período com pontuação correcta é </li></ul><ul><li>a) E [,] se o jogador do Dínamo de Zagreb não tivesse sido expulso, o Lyon não ganhava por tantos. </li></ul><ul><li>b) Quando o árbitro [,] não expulsou o jogador russo, adivinhei que o Porto não ganharia. </li></ul><ul><li>c) E, quando estou a escrever esta frase, ainda está 0-0. </li></ul><ul><li>d) Moutinho [,] o melhor portista [,] intercetou a bola e prosseguiu pela linha de fundo. </li></ul>
  31. 32. <ul><li>No período «Professor Manuel Esperança, digníssimo diretor da ESJGF, apresento-lhe a minha demissão, porque as cortinas brancas cheiram mal.», os constituintes «Professor Manuel Esperança» e «digníssimo diretor da ESJGF» são, respectivamente, </li></ul><ul><li>a) sujeito e modificador apositivo. </li></ul><ul><li>b) vocativo e sujeito. </li></ul><ul><li>c) vocativo e modificador apositivo. </li></ul><ul><li>d) sujeito e vocativo. </li></ul>
  32. 33. <ul><li>Confere valor de pequenez o diminutivo em </li></ul><ul><li>a) Querid ucha , você está cada vez mais linda! </li></ul><ul><li>b) Comprei uma ilh ota ainda grande ao largo da Grécia. </li></ul><ul><li>c) Vamos abrir um vinh inho mesmo bom. </li></ul><ul><li>d) O 10.º 10.ª é uma turm inha difícil. </li></ul>
  33. 34. <ul><li>O grau diminutivo pode ocorrer em </li></ul><ul><li>a) adjetivos, nomes, advérbios. </li></ul><ul><li>b) preposições e adjetivos. </li></ul><ul><li>c) nomes e adjetivos. </li></ul><ul><li>d) nomes e pronomes. </li></ul>
  34. 35. <ul><li>O período que tem uma preposição é </li></ul><ul><li>a) Comi a laranja e a maçã. </li></ul><ul><li>b) Scordia ficou sem braço. </li></ul><ul><li>c) Como tu sabes, vou-me embora. </li></ul><ul><li>d) Diziam sempre a verdade. </li></ul>
  35. 36. <ul><li>No período «O ensaísta e poeta Vasco Graça Moura tem sido um dos mais acérrimos opositores do acordo ortográfico — muitos o admiram por isso.», o antecedente do pronome «o» é </li></ul><ul><li>a) «Vasco Graça Moura». </li></ul><ul><li>b) «O ensaísta e poeta Vasco Graça Moura». </li></ul><ul><li>c) «o acordo». </li></ul><ul><li>d) «muitos». </li></ul>
  36. 37. <ul><li>No trecho « Responde a esta pergunta, circundando a alínea que seja a mais a correta. Para isso, deves fazer um círculo em torno da letra respectiva, de modo claro», predomina o tipo textual </li></ul><ul><li>a) expositivo-explicativo. </li></ul><ul><li>b) explicativo. </li></ul><ul><li>c) instrucional-injuntivo. </li></ul><ul><li>d) preditivo. </li></ul>
  37. 38. <ul><li>Numa carta, o remetente é </li></ul><ul><li>a) o destinatário da carta. </li></ul><ul><li>b) quem escreveu a carta. </li></ul><ul><li>c) o carteiro. </li></ul><ul><li>d) para quem a carta é remetida. </li></ul>
  38. 39. <ul><li>A 1.ª pessoa do plural do Pretérito Imperfeito do Conjuntivo de «ficar» é </li></ul><ul><li>a) ficássemos. </li></ul><ul><li>b) ficáramos. (Pret. Mais-que-perfeito) </li></ul><ul><li>c) ficava-mos. (Pretérito Asneirento) </li></ul><ul><li>d) ficávamos. (Pret. Imperf. do Indicativo) </li></ul>
  39. 40. <ul><li>As palavras «rio» («O rio Tejo desagua no Porto»; étimo: lat. rivum ) e «rio» («Rio com todos os dentes, exceto com os cariados»; étimo: lat. rideo ) são </li></ul><ul><li>a) parónimas. </li></ul><ul><li>b) convergentes e homónimas. </li></ul><ul><li>c) divergentes e homónimas. </li></ul><ul><li>d) homófonas. </li></ul>
  40. 41. <ul><li>Em «Dona Noémia, não me arranja um rato?» e «Vi um rato enorme no parapeito das janela da sala D9», «rato» e «rato» são </li></ul><ul><li>a) evidências de polissemia. </li></ul><ul><li>b) palavras monossémicas. </li></ul><ul><li>c) palavras homónimas. </li></ul><ul><li>d) elementos do campo lexical de «queijo». </li></ul>
  41. 42. <ul><li>As palavras do meio em «Vou à praia» e «Hoje há peixe» são exemplos de </li></ul><ul><li>a) homografia. </li></ul><ul><li>b) homonímia. </li></ul><ul><li>c) polissemia. </li></ul><ul><li>d) homofonia. </li></ul>
  42. 43. <ul><li>As palavras «estufar» e «estofar» são </li></ul><ul><li> [u] [u] </li></ul><ul><li>a) homónimas. </li></ul><ul><li>b) parónimas. </li></ul><ul><li>c) homógrafas. </li></ul><ul><li>d) homófonas. </li></ul>
  43. 45. <ul><li>funcionamento da língua [= gramática] </li></ul><ul><li>Variação e normalização linguística; Variedades do português </li></ul><ul><li>Propriedades prosódicas (altura, duração, intensidade); Constituintes prosódicos (entoação, pausa) </li></ul><ul><li>Estruturas lexicais (campos lexical e semântico) </li></ul><ul><li>Relações semânticas entre palavras (hiperonímia, hiponímia; holonímia, meronímia) </li></ul>
  44. 46. <ul><li>Deíticos (pessoais, espaciais, temporais) </li></ul><ul><li>Actos ilocutórios (diretos e indiretos; assertivos, diretivos, compromissivos, expressivos, declarativos) </li></ul><ul><li>Princípios reguladores da interação discursiva (de cooperação; de cortesia) </li></ul><ul><li>Formas de tratamento </li></ul><ul><li>Oral e escrito; Registos formal e informal </li></ul>
  45. 47. <ul><li>Modos de relato do discurso (direto, indireto, indireto livre); Verbos introdutores </li></ul><ul><li>Coesão textual; Anáfora e catáfora; Co-referência </li></ul><ul><li>Coerência </li></ul><ul><li>Protótipos textuais (descritivo, narrativo, argumentativo, expositivo, instrucional, conversacional, preditivo ) </li></ul><ul><li>Paratextos (título, índice, prefácio, posfácio, rodapé, bibliografia) </li></ul><ul><li>Dicionário, glossário, enciclopédia, terminologia, thesaurus </li></ul>
  46. 48. <ul><li>leitura & escrita </li></ul>
  47. 49. <ul><li>1.º período </li></ul><ul><li>3. Espelhos do eu textos de caráter autobiográfico </li></ul><ul><li>2.º período </li></ul><ul><li>3. Espelhos do eu Camões lírico </li></ul><ul><li>3.º período </li></ul><ul><li>5. Conto eu </li></ul><ul><li>contos do séc. XX | </li></ul><ul><li>sem cronologia </li></ul><ul><li>0. O que sei eu? </li></ul><ul><li>1. Eu e os outros </li></ul><ul><li>textos transacionais e educativos </li></ul><ul><li>2. Eu com o Mundo </li></ul><ul><li>textos dos media </li></ul><ul><li>4. (M)eu Mundo </li></ul><ul><li>textos expressivos e criativos </li></ul><ul><li>poetas do século XX </li></ul>
  48. 50. <ul><li>2.º período </li></ul><ul><li>poesia lírica de Camões (3) </li></ul><ul><li>textos transacionais e educativos (1) </li></ul><ul><li>textos dos media (2) </li></ul><ul><li>textos expressivos (4) </li></ul><ul><li>3.º período </li></ul><ul><li>Contos do século XX (5) </li></ul><ul><li>restos de 1 </li></ul><ul><li>restos de 2 </li></ul><ul><li>restos de 4 </li></ul>
  49. 51. <ul><li>2.º e 3.º período </li></ul><ul><li>leituras combinadas </li></ul><ul><li>(«contrato de leitura») </li></ul><ul><li>[proximamente direi] </li></ul>
  50. 52. <ul><li>compreensão oral [= ouvir] </li></ul><ul><li>Entrevista (radiofónica e televisiva) </li></ul><ul><li>Crónica radiofónica </li></ul>
  51. 53. <ul><li>expressão oral [= falar] </li></ul><ul><li>Reconto </li></ul><ul><li>Relato de vivências/experiências </li></ul><ul><li>Descrição/Retrato </li></ul><ul><li>Entrevista </li></ul>
  52. 54. <ul><li>Falar & Ouvir </li></ul><ul><li>[= Compreensão oral & Expressão oral] </li></ul><ul><li>ques tioná rios de com preen são (de gra va ções áu di o ou ví de o) </li></ul><ul><li>leitura em voz alta, recitação , etc. (em geral, preparados em casa) </li></ul><ul><li>trabalhos que impliquem gravação da fala ( , gravações áudio) </li></ul>
  53. 55. <ul><li>Vai até à p. 142 </li></ul>
  54. 56. <ul><li>[ Sou ] </li></ul><ul><li>«Sou o indivíduo com o BI n.º 10244230 do Arquivo Nacional de Lisboa» / V </li></ul><ul><li>resposta demasiado literal </li></ul>
  55. 57. <ul><li>«mas eu estiquei-me todo» / F caricatura para se ridicularizar </li></ul><ul><li>«sou um idiota» / F / idem </li></ul>
  56. 58. <ul><li>«sou um “workaholic” moderado» / V </li></ul><ul><li> antítese, paradoxo </li></ul>
  57. 59. <ul><li>«ando a pensar contratar um gestor de tempo» / F </li></ul><ul><li>absurdo (profissão não existe nestes termos) </li></ul>
  58. 60. <ul><li>«sou mesquinho» / F </li></ul><ul><li>absurdo de enunciar defeito que é mesmo defeito (contra o estereótipo da resposta a inquéritos) </li></ul>
  59. 61. <ul><li>«ainda gosto de levar a minha namorada às costas até ao segundo andar» / F </li></ul><ul><li>estereótipo do romantismo </li></ul>
  60. 62. <ul><li>«estive quatro anos apaixonado por uma rapariga que não queria nada comigo» / F </li></ul><ul><li>estereótipo do obsessivo </li></ul>
  61. 63. <ul><li>«[envergonha-me] ficar com farinha na boca quando como pão em público» / F </li></ul><ul><li>escolhe um exemplo ridículo, quando se esperaria verdadeiros motivos de vergonha </li></ul>
  62. 64. <ul><li>«o meu espelho vê-me pouco» / V </li></ul><ul><li>troca de papel; personificação </li></ul>
  63. 65. <ul><li>«tenho um cabelo bizarro» / V </li></ul><ul><li>hipérbole (= exagero) </li></ul><ul><li>«é a minha pior característica física» / V </li></ul><ul><li> hipérbole </li></ul>
  64. 66. <ul><li>[ Quero ser ] </li></ul><ul><li>«Quero ser nome de beco» / F </li></ul><ul><li>ridiculariza-se quem quer ver o seu nome em lápides </li></ul>
  65. 67. <ul><li>«Quero ser dono de um avião, para viajar como quem anda a pé» / V </li></ul><ul><li>paradoxo, embora a comparação se justifique </li></ul>
  66. 68. <ul><li>«Na velhice desejaria ser o Capitão Iglo» / V </li></ul><ul><li>metáfora inesperada torna a frase risível </li></ul>
  67. 69. <ul><li>«[Desejaria ser um velho de barbas brancas, simpático, [...] que diverte as crianças com os seus douradinhos» / F </li></ul><ul><li>desmonta-se a figura de estilo anterior </li></ul>
  68. 70. <ul><li>[ Pareço ser ] </li></ul><ul><li>«Um sobredotado. Um homem inteligentíssimo. Um visionário. Bonito e sexy . Um Galileu pós-moderno com poderes extrassensoriais» / F </li></ul><ul><li>gaba-se excessivamente para se perceber de imediato que está a ser irónico </li></ul>
  69. 71. <ul><li>«Os meus detratores consideram-me afetado, tonto» / V </li></ul><ul><li>‘ detratores’ possibilita negar e afirmar ao mesmo tempo — «tonto» cria efeito risível por ser de outro registo </li></ul>
  70. 72. <ul><li>«O que parece fazer de mim um palerma» / V </li></ul><ul><li>cfr. «idiota» — caracterização abrupta cria surpresa por ir contra o registo de linguagem usado até aí </li></ul>
  71. 74. <ul><li>É do conhecimento geral que gostas de motas... </li></ul><ul><li>Gostas mais de fazer rádio ou televisão? </li></ul>
  72. 75. <ul><li>TPC </li></ul><ul><li>[Recuperação de trabalhos anteriores para quem não tenha feito:] </li></ul><ul><ul><li> (1) completar ainda trabalho de microfilme autobiográfico; </li></ul></ul><ul><ul><li>(2) escrever história de/vida. </li></ul></ul>

×