Apresentação para décimo ano de 2011 2, aula 21
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  • 1.  
  • 2.
    • texto
    • ser sentido como natural (não se suspeitar que havia a obrigatoriedade de se usarem aquelas seis palavras);
    • seguir o registo típico de uma notícia-reportagem (e ter em conta que era uma continuação).
  • 3.
    • do Mourinho > de José Mourinho
    • o Roberto Leal > Roberto Leal
    • meter > pôr, colocar
    • comer refeições > tomar refeições
    • mandar > enviar
    • cara > rosto
    • a vida dele > a sua vida
  • 4.
    • Um quil inho de kunami.
    • N N
    • É kunami do bom.
    • N A
    • É fruta tropical raríssima.
    • N A A
    • Paiz inho !
    • N
  • 5.
    • Isto é bom, muito raro.
    • A A
    • Por isso o preço é upa-upa, puxad ote .
    • N (A) A
    • Olh'ò kunami fresqu inho !
    • N A
    • Isto é só fruta podre.
    • N A
  • 6.
    • É preciso ter um gosto sofisticado.
    • N A
    • Doc inho ... Maravilha!
    • A N
    • Isto faz um sum inho ...
    • N
    • Alface velha, ameixas podres, ...
    • N A N A
  • 7.
    • Com todo o respeito, a sua mulher é uma pega.
    • A N N
    • É um bocad inho , é.
    • N
    • Ainda há gente simpática.
    • N A
  • 8.
    • Valores do diminutivo (p. 336)
    • pequenez (lomb inho , got ícula , ilh ota )
    • carinho (quil inho , [está] boaz inha ?, filh ote )
    • ironia (pentead inho , gord ucho , talhantez inho )
    • depreciação (cretinaz inha , livr eco )
    • intensificação (doc inho , puxad ote , baixinho)
  • 9.
    • Valores do aumentativo (p. 336)
    • grandeza
    • ironia
    • depreciação
    • afecto
    • mulher aça dent uça moleng ão boc arra
  • 10.
    • Aumentativo / Diminutivo são formas de variação em grau , possíveis em
    • nomes (suminho)
    • adjectivos (fresquinho)
    • advérbio (poucochinho, depressinha)
  • 11.
    • Adjectivos e Advérbios costumam ter o grau expresso (sintatica e morfologi-camente) pelo «grau propriamente dito» :
    • inteligentíssimo (Adj.)
    • o mais palerma de todos (Adj.)
    • tão alegremente como (Adv.)
  • 12.
    • Nem todos os adjetivos são graduáveis: só os adjectivos qualificativos (os relacionais , não) — cfr. p. 300.
  • 13.
    • greve estudantil
    • língua materna
    • campeonato mundial
  • 14.
    • TPC [destas duas aulas]
    • Enquanto revisão, no manual lê a secção ‘Relações semânticas entre as palavras’ (pp. 314-316). Depois, no Caderno de Actividades , e talvez durante toda a semana, vai resolvendo — desportivamente, digamos — os exercícios relativos a ‘Relações entre as palavras’ (pp. 28-37), cujas correções estão na p. 90.
  • 15.
    • Hiperonímia / Hiponímia (hierarquia)
    • Holonímia / Meronímia (todo-parte)
    • Sinonímia / Antonímia (semelhança-oposição)
    • Homonímia, Homografia, Homofonia
    • Paronímia
    • (palavras escritas e grafia-fonia)
    • Campo lexical
    • Campo semântico
    • (estrutura lexical)
  • 16.  
  • 17.
    • antecedente = a expressão anterior que o pronome substitui
    • Comi sete rins de chocolate . Adorei- os .
  • 18.
    • Bem... Olá. Eu sou o Dr. Bean (pelo que parece).
    • O meu trabalho consiste em sentar-me a olhar os quadros. Portanto, O que aprendi eu que possa dizer sobre este quadro?
    • Bem, Primeiro que tudo, que ele é muito grande. O que é magnífico, pois, se ele fosse muito pequeno — microscópico , estão a ver —, ninguém conseguiria vê-lo, o que seria lastimável.
  • 19.
    • Em segundo lugar — e estou a aproximar-me do fim desta análise do quadro —, em segundo lugar, porque é que se justifica que este homem tenha gast ado 50 milhões dos vossos dólares na sua compra?
    • E a resposta é... Bem, Este quadro vale tanto dinheiro, porque é um retrato da mãe de Whistler e, como eu aprendi ao ficar em casa do meu melhor amigo, David Langley, e da sua família, as famílias são muito importantes , e,
  • 20.
    • apesar de o Sr. Whistler saber perfei-tamente que a sua mãe era uma avan-tesma atroz com ar de quem se sentara num cato, ele não a abandonou e até se deu ao trabalho de pintar este extraor-dinário retrato dela. Não é apenas um quadro, é um retrato de uma velha tara-lhoca e feiosa que ele estimava acima de tudo.
    • E isso é maravilhoso. Pelo menos é o que eu penso.
  • 21.
    • Bem... Olá. Eu s o u o Dr. Bean (pelo que parece).
    • O meu trabalho consiste em sentar-me a olhar os quadros. Portanto, o que aprendi eu que possa dizer sobre este quadro?
    • Bem, primeiro que tudo, que ele é muito grande. O que é magnífico, pois, se ele fosse muito pequeno — microscópico, e s t ã o a ver —, ninguém conseguiria vê-lo, o que seria lastimável.
  • 22.
    • Em segundo lugar — e estou a aproximar-me do fim desta análise do quadro —, porque é que se justifica que este homem tenha gastado 50 milhões dos vossos dólares na sua compra?
  • 23.
    • E a resposta é... Bem, este quadro vale tanto dinheiro, porque é um retrato da mãe de Whistler e, como eu a p r e nd i ao ficar em casa do meu melhor amigo, David Langley, e da sua família, as famílias são muito importantes e, apesar de o Sr. Whistler saber perfeitamente que a sua mãe era uma avantesma atroz com ar de quem se sentara num cato, ele não a abandonou e até se deu ao trabalho de pintar este extraordinário retrato dela. Não é apenas um quadro, é um retrato de uma velha taralhoca e feiosa que ele estimava acima de tudo.
    • E isso é maravilhoso. Pelo menos é o que eu p e n s o .
  • 24.
    • Portanto, o que aprendi eu que possa dizer sobre este quadro ?
    • Bem, primeiro que tudo, que ele é muito grande . O que é magnífico, pois, se ele fosse muito pequeno — microscópico, estão a ver —, ninguém conseguiria vê- lo , o que seria lastimável.
  • 25.
    • [...] e, apesar de o Sr. Whistler saber perfeitamente que a sua mãe era uma avantesma atroz com ar de quem se sentara num cato, ele não a abandonou e até se deu ao trabalho de pintar este extraordinário retrato d ela . Não é apenas um quadro, é um retrato de uma velha taralhoca e feiosa que ele estimava acima de tudo.
    • E isso é maravilhoso . Pelo menos é o que eu penso.
  • 26.  
  • 27.