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Correcção do trabalho de gramática na aula 51-52

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  • 1.  
  • 2. <ul><li>Construção da intriga </li></ul><ul><li>(organização das sequências narrativas) </li></ul><ul><li>por encadeamento </li></ul><ul><li>por encaixe </li></ul><ul><li>por alternância </li></ul>
  • 3. &nbsp;
  • 4. &nbsp;
  • 5. &nbsp;
  • 6. <ul><li>Autobiografia </li></ul><ul><li>estilo retrospectivo </li></ul><ul><li>uso do passado </li></ul>
  • 7. <ul><li>Memórias </li></ul><ul><li>idem , mas preocupação mais com o contexto do que com o papel do próprio narrador nos acontecimentos. </li></ul>
  • 8. <ul><li>Resoluções para o novo ano </li></ul><ul><li>Cumprir prazos (e formatos) dos trabalhos </li></ul><ul><li>Devolverei redacções mais rapidamente </li></ul>
  • 9. <ul><li>Levar a gramática (e ortografia) mais a sério; ir estudando informações dadas em aula (ter as folhas consultáveis) </li></ul><ul><li>Atentar nas correcções feitas nas redacções </li></ul><ul><li>De preferência: redacções a tinta e em folhas com margens </li></ul>
  • 10. <ul><li>Resolver acesso ao moodle </li></ul><ul><li>Fazerem microfilmes os que ainda não fizeram </li></ul><ul><li>Trazer sempre o manual </li></ul>
  • 11. <ul><li>«Come Joana a sopa.» Nesta frase faltam duas vírgulas, que serviriam para isolar o </li></ul><ul><li>a) aposto. </li></ul><ul><li>b) complemento directo. </li></ul><ul><li>c) sujeito. </li></ul><ul><li>d) vocativo. </li></ul>
  • 12. <ul><li>Come , Joana, a sopa. </li></ul><ul><li>Pred Vocativo Compl. directo </li></ul><ul><li>Sujeito [tu] </li></ul><ul><li>Joana come a sopa </li></ul><ul><li>Sujeito Predicado Compl. directo </li></ul>
  • 13. <ul><li>A alínea que tem a pontuação correcta é </li></ul><ul><li>a) E, quando os cavalos comem cenouras docinhas, a Isaura, linda papoila, adormece. </li></ul><ul><li>b) E quando os cavalos comem cenouras docinhas, a Isaura, linda papoila, adormece. </li></ul><ul><li>c) E quando os cavalos comem cenouras docinhas, a Isaura linda papoila adormece. </li></ul><ul><li>d) E, quando os cavalos comem cenouras docinhas a Isaura, linda papoila, adormece. </li></ul>
  • 14. <ul><li>E, quando os cavalos comem cenouras docinhas , a Isaura, linda papoila , adormece. </li></ul><ul><li>[oração subordinada] [aposto] </li></ul>
  • 15. <ul><li>Em «Ontem, se chovesse , eu teria ido num instantinho à praia», as vírgulas visam delimitar </li></ul><ul><li>a) uma oração subordinada condicional. </li></ul><ul><li>b) um vocativo. </li></ul><ul><li>c) uma oração temporal. </li></ul><ul><li>d) um aposto. </li></ul>
  • 16. <ul><li>A alínea que tem a pontuação correcta é </li></ul><ul><li>a) A maioria dos energúmenos que tenho como alunos vai errar esta questão. </li></ul><ul><li>b) A maioria dos energúmenos, que tenho como alunos, vai errar, esta questão. </li></ul><ul><li>c) A maioria dos energúmenos, que tenho como alunos vai errar esta questão. </li></ul><ul><li>d) A maioria dos energúmenos que tenho como alunos, vai errar, esta questão. </li></ul>
  • 17. <ul><li>Em «O vento varre a praia a neve polvilha a serra», falta uma vírgula, que separaria </li></ul><ul><li>a) dois nomes. </li></ul><ul><li>b) aposto e vocativo. </li></ul><ul><li>c) duas orações. </li></ul><ul><li>d) verbo e complemento directo. </li></ul>
  • 18. <ul><li>* O vento varre a praia a neve polvilha a serra. </li></ul><ul><li>O vento varre a praia, a neve polvilha a serra. </li></ul><ul><li>O vento varre a praia; a neve polvilha a serra. </li></ul><ul><li>O vento varre a praia. A neve polvilha a serra. </li></ul>
  • 19. <ul><li>A alínea que apresenta apenas palavras bem grafadas é </li></ul><ul><li>a) fizemos, sózinho, perú. </li></ul><ul><li>b) pusémos, sozinho, peru. </li></ul><ul><li>c) fizemos, sozinho, peru. </li></ul><ul><li>d) pusémos, sózinho, nú. </li></ul>
  • 20. <ul><li>comi bebi </li></ul><ul><li>tabu nu </li></ul><ul><li>sozinho Zezinha mazinha </li></ul>
  • 21. <ul><li>dissemos </li></ul><ul><li>fizemos </li></ul><ul><li>pusemos </li></ul><ul><li>Presente Perfeito </li></ul><ul><li>andamos / andámos </li></ul><ul><li>chegamos / chegámos </li></ul>
  • 22. <ul><li>A alínea que apresenta melhor redacção é </li></ul><ul><li>a) Apesar da Zulmira ser mazinha, vou amá-la. </li></ul><ul><li>b) Apesar de a Zulmira ser mázinha, eu vou amá-la </li></ul><ul><li>c) Apesar da Zulmira ser mazinha, eu vou ama-la. </li></ul><ul><li>d) Apesar de a Zulmira ser mazinha, vou amá-la. </li></ul>
  • 23. <ul><li>Apesar de a Zulmira ser mazinha , vou amá-la. </li></ul><ul><li> oração infinitiva </li></ul><ul><li>ama-la / amá-la </li></ul><ul><li>eu vou amá-la / vou amá-la </li></ul>
  • 24. <ul><li>A alínea que apresenta melhor redacção é </li></ul><ul><li>a) Os rapazes estão alegres. Eles vêem ao jogo de basquetebol. </li></ul><ul><li>b) Os rapazes estão alegres. Eles vêm ao jogo de basket. </li></ul><ul><li>c) Os rapazes estão alegres. Vêem ao jogo de básquete. </li></ul><ul><li>d) Os rapazes estão alegres. Vêm ao jogo de básquete. </li></ul>
  • 25. <ul><li>básquete ou basquetebol </li></ul><ul><li>vêm (vir) </li></ul><ul><li>vêm / eles vêm </li></ul>
  • 26. <ul><li>A referência bem redigida é </li></ul><ul><li>a) Luís Vaz de Camões, «Os Lusíadas». </li></ul><ul><li>b) Luís de Camões, «Os Lusíadas». </li></ul><ul><li>c) Luís de Camões, zarolho estúpido, Os Lusíadas . </li></ul><ul><li>d) Luís de Camões, Os Lusíadas . </li></ul>
  • 27. <ul><li>aspas: títulos de contos, artigos, poemas; </li></ul><ul><li>itálico (ou sublinhado): livros, filmes. </li></ul>
  • 28. <ul><li>Não há rima entre as duas palavras em </li></ul><ul><li>a) árvores / cores </li></ul><ul><li>b) mãe / também </li></ul><ul><li>c) amorzinho / vinho </li></ul><ul><li>d) porca / Lorca </li></ul>
  • 29. <ul><li>ÁRVORES </li></ul><ul><li>ORES </li></ul><ul><li>ÃE [= ãj] </li></ul><ul><li>ÉM [= ãj] </li></ul><ul><li>INHO </li></ul><ul><li>INHO </li></ul><ul><li>ORCA </li></ul><ul><li>ORCA </li></ul>
  • 30. <ul><li>O verso que não tem dez sílabas métricas é </li></ul><ul><li>a) Esta pergunta é difícil, não é? </li></ul><ul><li>b) Estejam mais atentos doravante, </li></ul><ul><li>c) Meus sacaninhas tão faladores, </li></ul><ul><li>d) Que ficarão a saber bem a métrica. </li></ul>
  • 31. <ul><li>Meus / sa/ca/ni/nhas /tão/ fa/la/do </li></ul><ul><li>1 2 3 4 5 6 7 8 9 </li></ul><ul><li>Es/ta/ per/gun/ ta é / di/fí/cil/, não/ é? </li></ul><ul><li>1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 </li></ul><ul><li>Es/te/jam/ mais/ a/ten/tos/ do/ra/van </li></ul><ul><li>1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 </li></ul><ul><li>Que/ fi/ca/rão/ a/ sa/ber/ bem/ a/ mé/ </li></ul><ul><li>1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 </li></ul>
  • 32. <ul><li>O verso que tem obrigatoriamente cinco sílabas métricas é </li></ul><ul><li>a) Mas as flores encostam </li></ul><ul><li>b) Andámos por vales </li></ul><ul><li>c) Viva o Natal. </li></ul><ul><li>d) Pintadas de amarelo </li></ul>
  • 33. <ul><li>An/dá/mos/ por/ va </li></ul><ul><li>1 2 3 4 5 </li></ul><ul><li>Mas/ as/ flo/res/ en/cos </li></ul><ul><li>1 2 3 4 5 6 </li></ul><ul><li>Vi/ va o / Na/tal. </li></ul><ul><li>1 2 3 4 </li></ul><ul><li>Pin/ta/das/ de a /ma/re </li></ul><ul><li>1 2 3 4 5 6 </li></ul>
  • 34. <ul><li>O neologismo de Mia Couto «rondância» ( rondar + vigilância ) é uma palavra </li></ul><ul><li>a) composta. </li></ul><ul><li>b) entrecruzada. </li></ul><ul><li>c) derivada. </li></ul><ul><li>d) formada por derivação imprópria. </li></ul>
  • 35. <ul><li>A alínea em que não há palavras que costumem ter função deíctica é </li></ul><ul><li>a) ali, este, amanhã. </li></ul><ul><li>b) vir, já, agora. </li></ul><ul><li>c) deíctico, Lisboa, Dezembro </li></ul><ul><li>d) isso, coprólito , eu. </li></ul>
  • 36. <ul><li>Palavras com função deíctica encontramo-las em várias classes, mas mais frequentemente </li></ul><ul><li>a) nos verbos e nos nomes. </li></ul><ul><li>b) nos nomes. </li></ul><ul><li>c) em verbos e nos pronomes. </li></ul><ul><li>d) nos adjectivos e nos nomes. </li></ul>
  • 37. <ul><li>A alínea em que o demonstrativo não tem uso deíctico é: </li></ul><ul><li>a) Dá-me aquela tartaruga, a da direita, a que tem um piercing. </li></ul><ul><li>b) Vi a Isabel. Esta não me cumprimentou, o que me desiludiu. </li></ul><ul><li>c) Esse tecido é muito transparente. Leve antes este. </li></ul><ul><li>d) Dá-me esses. Os da esquerda estão estragados. </li></ul>
  • 38. <ul><li>Vi a Isabel . Esta não me cumprimentou, o que me desiludiu. </li></ul><ul><li>Dá-me aquela tartaruga, a da direita, a que tem um piercing. </li></ul><ul><li>Esse tecido é muito transparente. Leve antes este . </li></ul><ul><li>Dá-me esses . Os da esquerda estão estragados. </li></ul>
  • 39. <ul><li>Um deíctico é </li></ul><ul><li>a) uma palavra que remete para a enunciação. </li></ul><ul><li>b) um pronome ou um determinante. </li></ul><ul><li>c) um neologismo. </li></ul><ul><li>d) uma palavra que remete para outra já no enunciado. </li></ul>
  • 40. <ul><li>Não há deícticos em </li></ul><ul><li>a) Ó Isaltina, não te exalt es com esta minha observação. </li></ul><ul><li>b) Florbela Espanca espancava as anémonas holandesas. </li></ul><ul><li>c) José Saramago trouxe-me a medalha. </li></ul><ul><li>d) Se [eu] pusesse uma pala no meu olho esquerdo, escreveria como Camões. </li></ul>
  • 41. <ul><li>Um trecho com deícticos </li></ul><ul><li>a) apresentará pronomes e determinantes. </li></ul><ul><li>b) tem determinantes demonstrativos e pronomes pessoais. </li></ul><ul><li>c) remete para o enunciado. </li></ul><ul><li>d) tem marcas da enunciação. </li></ul>
  • 42. <ul><li>Dos seguintes, o período em que não há deícticos espaciais é </li></ul><ul><li>a) A oeste da pequena cidade moldava de Zpfgrt, as flores crescem viçosíssimas e tristes. </li></ul><ul><li>b) Ontem, cheguei tarde. </li></ul><ul><li>c) Vê-me o refogado de chocolate e almôndegas que está aí à tua esquerda. </li></ul><ul><li>d) Aqui estou eu, ali estás tu, acolá está uma fotografia de um panda gigante. </li></ul>
  • 43. <ul><li>O período em que há menos deícticos temporais é </li></ul><ul><li>a) Durante a Idade Média, a produção de chocolates Mars foi escassa. </li></ul><ul><li>b) Vou agora para a arena. </li></ul><ul><li>c) Daqui a pouco seguimos para a venda ambulante de gomas com sabor a peixe espada. </li></ul><ul><li>d) Dir-me-ás se sempre vais ler as Páginas Amarelas. </li></ul>
  • 44. <ul><li>Num enunciado diarístico, o contexto de comunicação revela-se </li></ul><ul><li>a) pela presença de marcas de 1.ª pessoa. </li></ul><ul><li>b) pelo uso do presente. </li></ul><ul><li>c) pelo uso de preposições. </li></ul><ul><li>d) pelo acto de enunciação. </li></ul>
  • 45. <ul><li>A alínea que não contém deícticos pessoais é </li></ul><ul><li>a) Orlanda estava cada vez mais inteligente. Ela até já sabia deícticos. </li></ul><ul><li>b) Não me digas isso, Sancho. </li></ul><ul><li>c) Naquele tempo, Conhé, guarda-redes da Cuf, era o meu ídolo. </li></ul><ul><li>d) Lembro-me que o Benje agarrava a bola só com uma mão. </li></ul>
  • 46. <ul><li>Considerada a pergunta «Como está?» — entre pessoas que se tivessem cruzado apressadamente —, a resposta «Estou bem. Mas ontem estive com uma ligeira dor no fígado. E tenho-me ressentido da humidade, o que origina uma impressão desagradável nos ossos da face. Por outro lado, estou melhor das enxaquecas» infringiria </li></ul><ul><li>a) a máxima de qualidade. </li></ul><ul><li>b) o princípio de cortesia. </li></ul><ul><li>c) a máxima de correcção. </li></ul><ul><li>d) a máxima de paciência. </li></ul>
  • 47. <ul><li>Se um aluno não tiver trazido livro a Português e justificar-se com «Julgava que não se usava livro nesta disciplina», estará a </li></ul><ul><li>a) infringir a máxima de quantidade. </li></ul><ul><li>b) infringir a máxima de modo. </li></ul><ul><li>c) infringir a máxima de qualidade. </li></ul><ul><li>d) infringir a máxima de relevância. </li></ul>
  • 48. <ul><li>Máximas | A sua infracção </li></ul><ul><li>conversacionais | afecta o princípio da </li></ul><ul><li>| cooperação em </li></ul><ul><li>| termos de... </li></ul><ul><li>Quantidade | economia </li></ul><ul><li>Modo | clareza </li></ul><ul><li>Qualidade | verdade </li></ul><ul><li>Relevância | foco do assunto </li></ul>
  • 49. <ul><li>O tipo de discurso que no sketch é designado como «manuelmachadês» resulta, na prática, numa série de infracções à máxima conversacional de modo , já que é sobretudo a clareza da mensagem que sai prejudicada. </li></ul>
  • 50. <ul><li>Porém, não podemos dizer que o princípio de cooperação seja verdadeiramente posto em causa, porque a linguagem de Manuel Machado será compreensível para os intervenientes do meio futebolístico, a quem ele se dirige. É certo que há um exagero de sinónimos mais «aperaltados» (usuais na gíria do futebol), mas percebemos que esse esforço de requintar o que podia dizer-se de forma simples até obedece à vontade de cumprir bem o papel de entrevistado. </li></ul>
  • 51. <ul><li>(Ou seja: é o princípio de cortesia que leva o treinador a ser tão complicativo. Se ele respondesse liminarmente, o jornalista não teria grande entrevista e considerá-lo-ia um convencido.) </li></ul>
  • 52. <ul><li>Quais são os recursos estilísticos (as figuras de estilo) usados por Manuel Machado para conseguir a tal complexificação? Não são muitos. Em geral, pode dizer-se que usa perífrases (ou circunlóquios; isto é, diz em muitas palavras o que poderia ser dito em poucas). Vendo mais de perto, essas perífrases resultam de: </li></ul>
  • 53. <ul><li>(1) troca de palavras/expressões por outras suas sinónimas mas de registo mais cuidado (nestes casos, pode surgir uma ou outra expressão com origem em metafóra ). </li></ul><ul><li>(2) troca de palavras/expressões por outras mais abrangentes, ou mesmo inadequadas, por eufemismo (evitando ‘ferir susceptibilidades’). </li></ul>
  • 54. <ul><li>1 </li></ul><ul><li>2 </li></ul><ul><li>1 </li></ul><ul><li>1 </li></ul><ul><li>1/ 2 </li></ul><ul><li>2 </li></ul><ul><li>2 </li></ul><ul><li>1 </li></ul>
  • 55. <ul><li>Na última fala — «este tipo que andou no meio do terreno não presta» —, o inesperado é Machado não ter recorrido a um eufemismo (adocicando a crítica ao árbitro). </li></ul>
  • 56. <ul><li>O tratamento adequado para falar com um professor de Português da ESJGF é </li></ul><ul><li>a) acenar-lhe com uma cenoura. </li></ul><ul><li>b) usar a 3.ª pessoa do singular. </li></ul><ul><li>c) usar a 2.ª pessoa do singular. </li></ul><ul><li>d) usar a 2.ª pessoa do plural. </li></ul>
  • 57. <ul><li>O stor corrigiu os testes? / 3.ª </li></ul><ul><li>Corrigiste os testes? / 2.ª sing. </li></ul><ul><li>Dareis negativas? / 2.ª pl. </li></ul>
  • 58. <ul><li>O tratamento de 2.ª pessoa do plural dirigido a um só indivíduo </li></ul><ul><li>a) já se usou (e ainda aparece em peças de teatro). </li></ul><ul><li>b) usa-se no Brasil. </li></ul><ul><li>c) usa-se no Norte do país. </li></ul><ul><li>d) usa-se em todo o Portugal. </li></ul>
  • 59. <ul><li>No Brasil, o tratamento mais generalizado é </li></ul><ul><li>a) você + 2.ª pessoa do singular. </li></ul><ul><li>b) você + 3.ª pessoa do singular. </li></ul><ul><li>c) tu + 3.ª pessoa do singular. </li></ul><ul><li>d) ocê + 2.ª pessoa do singular. </li></ul>
  • 60. <ul><li>Você vai na praia? </li></ul><ul><li>(3.ª) </li></ul>
  • 61. <ul><li>Determinante + Primeiro nome + 3.ª pessoa é o tratamento que </li></ul><ul><li>a) uso com os meus alunos do décimo ano. </li></ul><ul><li>b) usaria se tivesse alunos adultos. </li></ul><ul><li>c) uso com os alunos do sétimo mas não com os do décimo. </li></ul><ul><li>d) uso com todos os meus actuais alunos. </li></ul>
  • 62. <ul><li>A Elisabete achou a prova difícil? </li></ul><ul><li>det nome 3.ª </li></ul>
  • 63. <ul><li>O tratamento que os alunos da ESJGF usam com os professores é </li></ul><ul><li>a) artigo + título académico + 3.ª pessoa. </li></ul><ul><li>b) artigo + título académico + 2.ª pessoa. </li></ul><ul><li>c) você + 3.ª pessoa. </li></ul><ul><li>d) 2.ª pessoa. </li></ul>
  • 64. <ul><li>O stor [= senhor doutor] corrigiu os testes? </li></ul><ul><li>det título académico 3.ª </li></ul>
  • 65. <ul><li>«Você» tem como étimo </li></ul><ul><li>a) cê. </li></ul><ul><li>b) ocê. </li></ul><ul><li>c) Vossa excelência. </li></ul><ul><li>d) Vossa mercê. </li></ul>
  • 66. <ul><li>Vossa Mercê &gt; Vossemecê </li></ul><ul><li>Vossemecê &gt; Vo(s)mecê </li></ul><ul><li>Vo(s)mecê &gt; Você </li></ul><ul><li>Você &gt; Ocê </li></ul><ul><li>Ocê &gt; Cê </li></ul>
  • 67. <ul><li>Em geral, um adulto usa o tratamento de 2.ª pessoa do singular, quando se dirige a </li></ul><ul><li>a) crianças e a adultos que tenham estatuto social inferior. </li></ul><ul><li>b) crianças, adultos de quem seja amigo ou com estatuto social inferior. </li></ul><ul><li>c) brasileiros e crianças. </li></ul><ul><li>d) alguns dos seus colegas. </li></ul>
  • 68. <ul><li>São elementos do campo semântico de «bolas» </li></ul><ul><li>a) ‘que chatice!’, ‘objectos esféricos de borracha’, ‘bolos doces fritos em óleo’. </li></ul><ul><li>b) bolinhas, bolita, carambola, rebolar. [família de «bola] </li></ul><ul><li>c) basquetebol, futebol, bolada, remate. [campo lexical] </li></ul><ul><li>d) borracha, desportos, saltar, remate. [campo lexical] </li></ul>
  • 69. <ul><li>Integram o campo lexical de «deserto» </li></ul><ul><li>a) areia, sede, desabitado, cáfila. </li></ul><ul><li>b) ‘desejoso de’, ‘abandonado’, ‘despovoado’. [campo semântico] </li></ul><ul><li>c) desertar, desértico, desertor. </li></ul><ul><li>d) água, futebol, amor, ler. </li></ul>
  • 70. <ul><li>São cognatos de «bolsa» </li></ul><ul><li>a) ‘subsídio’, ‘oferta de’, ‘mala de mão’. </li></ul><ul><li>b) bola, bomba, bolseiro, reembolso. </li></ul><ul><li>c) moedas, dinheiro, roubar, rico. </li></ul><ul><li>d) desembolsar, bolsista, bolseiro, embolso. </li></ul>
  • 71. <ul><li>cognatos (ou palavras cognatas ) </li></ul><ul><li>= </li></ul><ul><li>&apos;palavras da mesma família&apos;, &apos;que têm a mesma raiz&apos; </li></ul>
  • 72. <ul><li>em sentido menos lato, porém: </li></ul><ul><li>cognatos = &apos;palavras divergentes&apos; </li></ul><ul><li>atrium &gt; adro </li></ul><ul><li>&gt; átrio </li></ul><ul><li>arena &gt; areia </li></ul><ul><li> &gt; arena </li></ul>
  • 73. <ul><li>Há uma sequência de «hiperónimo, hipónimo; merónimo, holónimo» em </li></ul><ul><li>a) país, Portugal; deserto, areia. </li></ul><ul><li> [HIPER, HIPO; HOL, MER] </li></ul><ul><li>b) piano, tecla; corda, harpa. </li></ul><ul><li>[HOL, MER; MER, HOL] </li></ul><ul><li>c) flor, rosa; bolso, casaco. </li></ul><ul><li>d) Lisboa, Jerónimos; braguilha, calças. </li></ul><ul><li>[HOL, MER; MER, HOL] </li></ul>
  • 74. <ul><li>A relação que há entre «gato» e «cão» é de </li></ul><ul><li>a) hiperónimo e hipónimo. </li></ul><ul><li>b) merónimo e holónimo. </li></ul><ul><li>c) co-hipónimos. </li></ul><ul><li>d) holónimo e merónimo. </li></ul>
  • 75. <ul><li>Não há relação de hipónimo / hiperónimo em </li></ul><ul><li>a) casa de banho / divisão de casa </li></ul><ul><li>b) coca-cola / bebida </li></ul><ul><li>c) Francês / 9.º ano </li></ul><ul><li>[MER / HOL] </li></ul><ul><li>d) Os Lusíadas / epopeia </li></ul>
  • 76. <ul><li>Há uma relação de holónimo / merónimo em </li></ul><ul><li>a) miolo / pão </li></ul><ul><li>[MER / HOL] </li></ul><ul><li>b) alimento / pão </li></ul><ul><li> [HIPER / HIPO] </li></ul><ul><li>c) pão / côdea </li></ul><ul><li>d) pão / trigo </li></ul><ul><li> [HOL / MER] ? </li></ul>
  • 77. <ul><li>Há uma sequência «merónimo, holónimo; hipónimo, hiperónimo» em </li></ul><ul><li>a) livro, objecto cultural; torneira, lavatório. </li></ul><ul><li>[HIPO, HIPER; MER, HOL] </li></ul><ul><li>b) chão, casa; verde, cor. </li></ul><ul><li>c) prédio, andar; Porto, distrito. </li></ul><ul><li>[HOL, MER; HIPO, HIPER] </li></ul><ul><li>d) atacador, ténis; literatura, F. Pessoa. </li></ul><ul><li>[MER, HOL; HOL, MER] </li></ul>
  • 78. <ul><li>Vai até à p. 236 e lê a crítica relativa ao filme Cartas de Iwo Jima . Cartas de Iwo Jima e As Bandeiras dos Nossos Pais são dois filmes paralelos (sobre o mesmo assunto, mudando apenas a focalização, o ponto de vista). Veremos o início de As Bandeiras dos Nossos Pais. </li></ul>
  • 79. &nbsp;
  • 80. <ul><li>TPC — O texto que vais receber, «A casa dos animais», é o início de um conto de Lídia Jorge (cujo final, creio, nem será conhecido — julgo que a escritora o cedeu assim mesmo). O texto destina-se ao Concurso Internacional de Literatura «Terminemos este conto». Para já, o que vale a pena citar do regulamento desse concurso é isto: </li></ul>
  • 81. <ul><li>«Os alunos deverão escrever a conclusão do conto. [...] O texto deverá ser redigido em 2 a 3 folhas de formato A4 , apenas na parte da frente da folha, em espaço duplo , letra Times New Roman , tamanho 12 .» </li></ul>
  • 82. <ul><li>«O júri deverá considerar, entre outros, os seguintes parâmetros na análise dos textos: coerência do final do conto com a parte inicial do mesmo; originalidade; nível da linguagem utilizada; qualidade literária». </li></ul>
  • 83. <ul><li>Todos devem entregar-me o texto — nos formatos pedidos ; e com nome — na próxima aula . Devolverei o tepecê na aula seguinte e logo se verá como se fará o envio (dos melhores textos, pelo menos). </li></ul>

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