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ApresentaçãO Para DéCimo Ano, Aula 51 52

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Correcção do trabalho de gramática na aula 51-52

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Transcript

  • 1.  
  • 2.
    • Construção da intriga
    • (organização das sequências narrativas)
    • por encadeamento
    • por encaixe
    • por alternância
  • 3.  
  • 4.  
  • 5.  
  • 6.
    • Autobiografia
    • estilo retrospectivo
    • uso do passado
  • 7.
    • Memórias
    • idem , mas preocupação mais com o contexto do que com o papel do próprio narrador nos acontecimentos.
  • 8.
    • Resoluções para o novo ano
    • Cumprir prazos (e formatos) dos trabalhos
    • Devolverei redacções mais rapidamente
  • 9.
    • Levar a gramática (e ortografia) mais a sério; ir estudando informações dadas em aula (ter as folhas consultáveis)
    • Atentar nas correcções feitas nas redacções
    • De preferência: redacções a tinta e em folhas com margens
  • 10.
    • Resolver acesso ao moodle
    • Fazerem microfilmes os que ainda não fizeram
    • Trazer sempre o manual
  • 11.
    • «Come Joana a sopa.» Nesta frase faltam duas vírgulas, que serviriam para isolar o
    • a) aposto.
    • b) complemento directo.
    • c) sujeito.
    • d) vocativo.
  • 12.
    • Come , Joana, a sopa.
    • Pred Vocativo Compl. directo
    • Sujeito [tu]
    • Joana come a sopa
    • Sujeito Predicado Compl. directo
  • 13.
    • A alínea que tem a pontuação correcta é
    • a) E, quando os cavalos comem cenouras docinhas, a Isaura, linda papoila, adormece.
    • b) E quando os cavalos comem cenouras docinhas, a Isaura, linda papoila, adormece.
    • c) E quando os cavalos comem cenouras docinhas, a Isaura linda papoila adormece.
    • d) E, quando os cavalos comem cenouras docinhas a Isaura, linda papoila, adormece.
  • 14.
    • E, quando os cavalos comem cenouras docinhas , a Isaura, linda papoila , adormece.
    • [oração subordinada] [aposto]
  • 15.
    • Em «Ontem, se chovesse , eu teria ido num instantinho à praia», as vírgulas visam delimitar
    • a) uma oração subordinada condicional.
    • b) um vocativo.
    • c) uma oração temporal.
    • d) um aposto.
  • 16.
    • A alínea que tem a pontuação correcta é
    • a) A maioria dos energúmenos que tenho como alunos vai errar esta questão.
    • b) A maioria dos energúmenos, que tenho como alunos, vai errar, esta questão.
    • c) A maioria dos energúmenos, que tenho como alunos vai errar esta questão.
    • d) A maioria dos energúmenos que tenho como alunos, vai errar, esta questão.
  • 17.
    • Em «O vento varre a praia a neve polvilha a serra», falta uma vírgula, que separaria
    • a) dois nomes.
    • b) aposto e vocativo.
    • c) duas orações.
    • d) verbo e complemento directo.
  • 18.
    • * O vento varre a praia a neve polvilha a serra.
    • O vento varre a praia, a neve polvilha a serra.
    • O vento varre a praia; a neve polvilha a serra.
    • O vento varre a praia. A neve polvilha a serra.
  • 19.
    • A alínea que apresenta apenas palavras bem grafadas é
    • a) fizemos, sózinho, perú.
    • b) pusémos, sozinho, peru.
    • c) fizemos, sozinho, peru.
    • d) pusémos, sózinho, nú.
  • 20.
    • comi bebi
    • tabu nu
    • sozinho Zezinha mazinha
  • 21.
    • dissemos
    • fizemos
    • pusemos
    • Presente Perfeito
    • andamos / andámos
    • chegamos / chegámos
  • 22.
    • A alínea que apresenta melhor redacção é
    • a) Apesar da Zulmira ser mazinha, vou amá-la.
    • b) Apesar de a Zulmira ser mázinha, eu vou amá-la
    • c) Apesar da Zulmira ser mazinha, eu vou ama-la.
    • d) Apesar de a Zulmira ser mazinha, vou amá-la.
  • 23.
    • Apesar de a Zulmira ser mazinha , vou amá-la.
    • oração infinitiva
    • ama-la / amá-la
    • eu vou amá-la / vou amá-la
  • 24.
    • A alínea que apresenta melhor redacção é
    • a) Os rapazes estão alegres. Eles vêem ao jogo de basquetebol.
    • b) Os rapazes estão alegres. Eles vêm ao jogo de basket.
    • c) Os rapazes estão alegres. Vêem ao jogo de básquete.
    • d) Os rapazes estão alegres. Vêm ao jogo de básquete.
  • 25.
    • básquete ou basquetebol
    • vêm (vir)
    • vêm / eles vêm
  • 26.
    • A referência bem redigida é
    • a) Luís Vaz de Camões, «Os Lusíadas».
    • b) Luís de Camões, «Os Lusíadas».
    • c) Luís de Camões, zarolho estúpido, Os Lusíadas .
    • d) Luís de Camões, Os Lusíadas .
  • 27.
    • aspas: títulos de contos, artigos, poemas;
    • itálico (ou sublinhado): livros, filmes.
  • 28.
    • Não há rima entre as duas palavras em
    • a) árvores / cores
    • b) mãe / também
    • c) amorzinho / vinho
    • d) porca / Lorca
  • 29.
    • ÁRVORES
    • ORES
    • ÃE [= ãj]
    • ÉM [= ãj]
    • INHO
    • INHO
    • ORCA
    • ORCA
  • 30.
    • O verso que não tem dez sílabas métricas é
    • a) Esta pergunta é difícil, não é?
    • b) Estejam mais atentos doravante,
    • c) Meus sacaninhas tão faladores,
    • d) Que ficarão a saber bem a métrica.
  • 31.
    • Meus / sa/ca/ni/nhas /tão/ fa/la/do
    • 1 2 3 4 5 6 7 8 9
    • Es/ta/ per/gun/ ta é / di/fí/cil/, não/ é?
    • 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10
    • Es/te/jam/ mais/ a/ten/tos/ do/ra/van
    • 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10
    • Que/ fi/ca/rão/ a/ sa/ber/ bem/ a/ mé/
    • 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10
  • 32.
    • O verso que tem obrigatoriamente cinco sílabas métricas é
    • a) Mas as flores encostam
    • b) Andámos por vales
    • c) Viva o Natal.
    • d) Pintadas de amarelo
  • 33.
    • An/dá/mos/ por/ va
    • 1 2 3 4 5
    • Mas/ as/ flo/res/ en/cos
    • 1 2 3 4 5 6
    • Vi/ va o / Na/tal.
    • 1 2 3 4
    • Pin/ta/das/ de a /ma/re
    • 1 2 3 4 5 6
  • 34.
    • O neologismo de Mia Couto «rondância» ( rondar + vigilância ) é uma palavra
    • a) composta.
    • b) entrecruzada.
    • c) derivada.
    • d) formada por derivação imprópria.
  • 35.
    • A alínea em que não há palavras que costumem ter função deíctica é
    • a) ali, este, amanhã.
    • b) vir, já, agora.
    • c) deíctico, Lisboa, Dezembro
    • d) isso, coprólito , eu.
  • 36.
    • Palavras com função deíctica encontramo-las em várias classes, mas mais frequentemente
    • a) nos verbos e nos nomes.
    • b) nos nomes.
    • c) em verbos e nos pronomes.
    • d) nos adjectivos e nos nomes.
  • 37.
    • A alínea em que o demonstrativo não tem uso deíctico é:
    • a) Dá-me aquela tartaruga, a da direita, a que tem um piercing.
    • b) Vi a Isabel. Esta não me cumprimentou, o que me desiludiu.
    • c) Esse tecido é muito transparente. Leve antes este.
    • d) Dá-me esses. Os da esquerda estão estragados.
  • 38.
    • Vi a Isabel . Esta não me cumprimentou, o que me desiludiu.
    • Dá-me aquela tartaruga, a da direita, a que tem um piercing.
    • Esse tecido é muito transparente. Leve antes este .
    • Dá-me esses . Os da esquerda estão estragados.
  • 39.
    • Um deíctico é
    • a) uma palavra que remete para a enunciação.
    • b) um pronome ou um determinante.
    • c) um neologismo.
    • d) uma palavra que remete para outra já no enunciado.
  • 40.
    • Não há deícticos em
    • a) Ó Isaltina, não te exalt es com esta minha observação.
    • b) Florbela Espanca espancava as anémonas holandesas.
    • c) José Saramago trouxe-me a medalha.
    • d) Se [eu] pusesse uma pala no meu olho esquerdo, escreveria como Camões.
  • 41.
    • Um trecho com deícticos
    • a) apresentará pronomes e determinantes.
    • b) tem determinantes demonstrativos e pronomes pessoais.
    • c) remete para o enunciado.
    • d) tem marcas da enunciação.
  • 42.
    • Dos seguintes, o período em que não há deícticos espaciais é
    • a) A oeste da pequena cidade moldava de Zpfgrt, as flores crescem viçosíssimas e tristes.
    • b) Ontem, cheguei tarde.
    • c) Vê-me o refogado de chocolate e almôndegas que está aí à tua esquerda.
    • d) Aqui estou eu, ali estás tu, acolá está uma fotografia de um panda gigante.
  • 43.
    • O período em que há menos deícticos temporais é
    • a) Durante a Idade Média, a produção de chocolates Mars foi escassa.
    • b) Vou agora para a arena.
    • c) Daqui a pouco seguimos para a venda ambulante de gomas com sabor a peixe espada.
    • d) Dir-me-ás se sempre vais ler as Páginas Amarelas.
  • 44.
    • Num enunciado diarístico, o contexto de comunicação revela-se
    • a) pela presença de marcas de 1.ª pessoa.
    • b) pelo uso do presente.
    • c) pelo uso de preposições.
    • d) pelo acto de enunciação.
  • 45.
    • A alínea que não contém deícticos pessoais é
    • a) Orlanda estava cada vez mais inteligente. Ela até já sabia deícticos.
    • b) Não me digas isso, Sancho.
    • c) Naquele tempo, Conhé, guarda-redes da Cuf, era o meu ídolo.
    • d) Lembro-me que o Benje agarrava a bola só com uma mão.
  • 46.
    • Considerada a pergunta «Como está?» — entre pessoas que se tivessem cruzado apressadamente —, a resposta «Estou bem. Mas ontem estive com uma ligeira dor no fígado. E tenho-me ressentido da humidade, o que origina uma impressão desagradável nos ossos da face. Por outro lado, estou melhor das enxaquecas» infringiria
    • a) a máxima de qualidade.
    • b) o princípio de cortesia.
    • c) a máxima de correcção.
    • d) a máxima de paciência.
  • 47.
    • Se um aluno não tiver trazido livro a Português e justificar-se com «Julgava que não se usava livro nesta disciplina», estará a
    • a) infringir a máxima de quantidade.
    • b) infringir a máxima de modo.
    • c) infringir a máxima de qualidade.
    • d) infringir a máxima de relevância.
  • 48.
    • Máximas | A sua infracção
    • conversacionais | afecta o princípio da
    • | cooperação em
    • | termos de...
    • Quantidade | economia
    • Modo | clareza
    • Qualidade | verdade
    • Relevância | foco do assunto
  • 49.
    • O tipo de discurso que no sketch é designado como «manuelmachadês» resulta, na prática, numa série de infracções à máxima conversacional de modo , já que é sobretudo a clareza da mensagem que sai prejudicada.
  • 50.
    • Porém, não podemos dizer que o princípio de cooperação seja verdadeiramente posto em causa, porque a linguagem de Manuel Machado será compreensível para os intervenientes do meio futebolístico, a quem ele se dirige. É certo que há um exagero de sinónimos mais «aperaltados» (usuais na gíria do futebol), mas percebemos que esse esforço de requintar o que podia dizer-se de forma simples até obedece à vontade de cumprir bem o papel de entrevistado.
  • 51.
    • (Ou seja: é o princípio de cortesia que leva o treinador a ser tão complicativo. Se ele respondesse liminarmente, o jornalista não teria grande entrevista e considerá-lo-ia um convencido.)
  • 52.
    • Quais são os recursos estilísticos (as figuras de estilo) usados por Manuel Machado para conseguir a tal complexificação? Não são muitos. Em geral, pode dizer-se que usa perífrases (ou circunlóquios; isto é, diz em muitas palavras o que poderia ser dito em poucas). Vendo mais de perto, essas perífrases resultam de:
  • 53.
    • (1) troca de palavras/expressões por outras suas sinónimas mas de registo mais cuidado (nestes casos, pode surgir uma ou outra expressão com origem em metafóra ).
    • (2) troca de palavras/expressões por outras mais abrangentes, ou mesmo inadequadas, por eufemismo (evitando ‘ferir susceptibilidades’).
  • 54.
    • 1
    • 2
    • 1
    • 1
    • 1/ 2
    • 2
    • 2
    • 1
  • 55.
    • Na última fala — «este tipo que andou no meio do terreno não presta» —, o inesperado é Machado não ter recorrido a um eufemismo (adocicando a crítica ao árbitro).
  • 56.
    • O tratamento adequado para falar com um professor de Português da ESJGF é
    • a) acenar-lhe com uma cenoura.
    • b) usar a 3.ª pessoa do singular.
    • c) usar a 2.ª pessoa do singular.
    • d) usar a 2.ª pessoa do plural.
  • 57.
    • O stor corrigiu os testes? / 3.ª
    • Corrigiste os testes? / 2.ª sing.
    • Dareis negativas? / 2.ª pl.
  • 58.
    • O tratamento de 2.ª pessoa do plural dirigido a um só indivíduo
    • a) já se usou (e ainda aparece em peças de teatro).
    • b) usa-se no Brasil.
    • c) usa-se no Norte do país.
    • d) usa-se em todo o Portugal.
  • 59.
    • No Brasil, o tratamento mais generalizado é
    • a) você + 2.ª pessoa do singular.
    • b) você + 3.ª pessoa do singular.
    • c) tu + 3.ª pessoa do singular.
    • d) ocê + 2.ª pessoa do singular.
  • 60.
    • Você vai na praia?
    • (3.ª)
  • 61.
    • Determinante + Primeiro nome + 3.ª pessoa é o tratamento que
    • a) uso com os meus alunos do décimo ano.
    • b) usaria se tivesse alunos adultos.
    • c) uso com os alunos do sétimo mas não com os do décimo.
    • d) uso com todos os meus actuais alunos.
  • 62.
    • A Elisabete achou a prova difícil?
    • det nome 3.ª
  • 63.
    • O tratamento que os alunos da ESJGF usam com os professores é
    • a) artigo + título académico + 3.ª pessoa.
    • b) artigo + título académico + 2.ª pessoa.
    • c) você + 3.ª pessoa.
    • d) 2.ª pessoa.
  • 64.
    • O stor [= senhor doutor] corrigiu os testes?
    • det título académico 3.ª
  • 65.
    • «Você» tem como étimo
    • a) cê.
    • b) ocê.
    • c) Vossa excelência.
    • d) Vossa mercê.
  • 66.
    • Vossa Mercê > Vossemecê
    • Vossemecê > Vo(s)mecê
    • Vo(s)mecê > Você
    • Você > Ocê
    • Ocê > Cê
  • 67.
    • Em geral, um adulto usa o tratamento de 2.ª pessoa do singular, quando se dirige a
    • a) crianças e a adultos que tenham estatuto social inferior.
    • b) crianças, adultos de quem seja amigo ou com estatuto social inferior.
    • c) brasileiros e crianças.
    • d) alguns dos seus colegas.
  • 68.
    • São elementos do campo semântico de «bolas»
    • a) ‘que chatice!’, ‘objectos esféricos de borracha’, ‘bolos doces fritos em óleo’.
    • b) bolinhas, bolita, carambola, rebolar. [família de «bola]
    • c) basquetebol, futebol, bolada, remate. [campo lexical]
    • d) borracha, desportos, saltar, remate. [campo lexical]
  • 69.
    • Integram o campo lexical de «deserto»
    • a) areia, sede, desabitado, cáfila.
    • b) ‘desejoso de’, ‘abandonado’, ‘despovoado’. [campo semântico]
    • c) desertar, desértico, desertor.
    • d) água, futebol, amor, ler.
  • 70.
    • São cognatos de «bolsa»
    • a) ‘subsídio’, ‘oferta de’, ‘mala de mão’.
    • b) bola, bomba, bolseiro, reembolso.
    • c) moedas, dinheiro, roubar, rico.
    • d) desembolsar, bolsista, bolseiro, embolso.
  • 71.
    • cognatos (ou palavras cognatas )
    • =
    • 'palavras da mesma família', 'que têm a mesma raiz'
  • 72.
    • em sentido menos lato, porém:
    • cognatos = 'palavras divergentes'
    • atrium > adro
    • > átrio
    • arena > areia
    • > arena
  • 73.
    • Há uma sequência de «hiperónimo, hipónimo; merónimo, holónimo» em
    • a) país, Portugal; deserto, areia.
    • [HIPER, HIPO; HOL, MER]
    • b) piano, tecla; corda, harpa.
    • [HOL, MER; MER, HOL]
    • c) flor, rosa; bolso, casaco.
    • d) Lisboa, Jerónimos; braguilha, calças.
    • [HOL, MER; MER, HOL]
  • 74.
    • A relação que há entre «gato» e «cão» é de
    • a) hiperónimo e hipónimo.
    • b) merónimo e holónimo.
    • c) co-hipónimos.
    • d) holónimo e merónimo.
  • 75.
    • Não há relação de hipónimo / hiperónimo em
    • a) casa de banho / divisão de casa
    • b) coca-cola / bebida
    • c) Francês / 9.º ano
    • [MER / HOL]
    • d) Os Lusíadas / epopeia
  • 76.
    • Há uma relação de holónimo / merónimo em
    • a) miolo / pão
    • [MER / HOL]
    • b) alimento / pão
    • [HIPER / HIPO]
    • c) pão / côdea
    • d) pão / trigo
    • [HOL / MER] ?
  • 77.
    • Há uma sequência «merónimo, holónimo; hipónimo, hiperónimo» em
    • a) livro, objecto cultural; torneira, lavatório.
    • [HIPO, HIPER; MER, HOL]
    • b) chão, casa; verde, cor.
    • c) prédio, andar; Porto, distrito.
    • [HOL, MER; HIPO, HIPER]
    • d) atacador, ténis; literatura, F. Pessoa.
    • [MER, HOL; HOL, MER]
  • 78.
    • Vai até à p. 236 e lê a crítica relativa ao filme Cartas de Iwo Jima . Cartas de Iwo Jima e As Bandeiras dos Nossos Pais são dois filmes paralelos (sobre o mesmo assunto, mudando apenas a focalização, o ponto de vista). Veremos o início de As Bandeiras dos Nossos Pais.
  • 79.  
  • 80.
    • TPC — O texto que vais receber, «A casa dos animais», é o início de um conto de Lídia Jorge (cujo final, creio, nem será conhecido — julgo que a escritora o cedeu assim mesmo). O texto destina-se ao Concurso Internacional de Literatura «Terminemos este conto». Para já, o que vale a pena citar do regulamento desse concurso é isto:
  • 81.
    • «Os alunos deverão escrever a conclusão do conto. [...] O texto deverá ser redigido em 2 a 3 folhas de formato A4 , apenas na parte da frente da folha, em espaço duplo , letra Times New Roman , tamanho 12 .»
  • 82.
    • «O júri deverá considerar, entre outros, os seguintes parâmetros na análise dos textos: coerência do final do conto com a parte inicial do mesmo; originalidade; nível da linguagem utilizada; qualidade literária».
  • 83.
    • Todos devem entregar-me o texto — nos formatos pedidos ; e com nome — na próxima aula . Devolverei o tepecê na aula seguinte e logo se verá como se fará o envio (dos melhores textos, pelo menos).

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