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<ul><li>Em «Disse- o  já várias vezes. Mas  elas  preferem comprar as velas nas lojas de chineses, em mercearias esconsas,...
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ApresentaçãO Para DéCimo Ano, Aula 123 124

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ApresentaçãO Para DéCimo Ano, Aula 123 124

  1. 3. <ul><li>A partir de sexta-sábado , vou enviar para o aluno que indicarem um mail com um anexo onde estarão as várias primeiras páginas (o aluno responsável procura a página do grupo). </li></ul><ul><li> Se houver devolução ou algum problema enviarei para outro do mesmo grupo. </li></ul>
  2. 4. <ul><li>Esse aluno fará o favor de, ao longo do fim-de-semana, resolver o desafio final (isto é, o envio da página). [mostrar] </li></ul>
  3. 5. <ul><li>É preciso que os grupo fiquem constituídos já. </li></ul><ul><li>É preciso que haja sempre alguém que tenha feito os cinco desafios. </li></ul>
  4. 7. <ul><li>(1) o resumo na manchete não tem muito menos do que os 500 caracteres (e se não excede esse número); </li></ul><ul><li>(2) se os resumos das chamadas/destaques não podem ultrapassar os 100 caracteres; </li></ul><ul><li>(3) se os títulos (de chamadas ou de manchete) não podem ter mais do que 50 caracteres. </li></ul><ul><li>[Os espaços funcionam como caracteres.] </li></ul>
  5. 8. <ul><li>A orelha de um livro </li></ul><ul><li>a) tem informações sobre autor, colecção, etc. </li></ul><ul><li>b) é a contracapa. </li></ul><ul><li>c) tem cera. </li></ul><ul><li>d) é uma badana. </li></ul>
  6. 9. <ul><li>A contracapa de um livro é </li></ul><ul><li>a) o verso da capa. </li></ul><ul><li>b) onde fica, em geral, uma sinopse da história. </li></ul><ul><li>c) por onde se faz a indicação bibliográfica. </li></ul><ul><li>d) onde se verifica a data da edição. </li></ul>
  7. 10. <ul><li>O prefácio de um romance estará </li></ul><ul><li>a) antes do anterrosto. </li></ul><ul><li>b) depois do anterrosto mas antes do rosto. </li></ul><ul><li>c) antes do frontispício. </li></ul><ul><li>d) depois do frontispício. </li></ul>
  8. 11. <ul><li>O título corrente de um livro aparecerá </li></ul><ul><li>a) no anterrosto e no cabeçalho das páginas ímpares. </li></ul><ul><li>b) no frontispício e no cabeçalho das páginas pares. </li></ul><ul><li>c) na lombada, no frontispício e no cabeçalho das páginas. </li></ul><ul><li>d) na folha de guarda, no colofão e na lombada. </li></ul>
  9. 12. <ul><li>Anterrosto </li></ul><ul><li>ou </li></ul><ul><li>Ante-portada </li></ul>
  10. 14. <ul><li>São conectores </li></ul><ul><li>a) os artigos, os verbos, os adjectivos. </li></ul><ul><li>b) «articular», «entretanto», «por outro lado». </li></ul><ul><li>c) sobretudo conjunções e advérbios. </li></ul><ul><li>d) sobretudo os verbos e as conjunções. </li></ul>
  11. 15. <ul><li>«Editoria» é </li></ul><ul><li>a) o acto de fazer o editorial do jornal. </li></ul><ul><li>b) uma secção do jornal. </li></ul><ul><li>c) o chefe de redacção. </li></ul><ul><li>d) a secção de revisão do jornal. </li></ul>
  12. 16. <ul><li>«Scoop» é </li></ul><ul><li>a) uma cacha. </li></ul><ul><li>b) uma notícia em segunda mão. </li></ul><ul><li>c) uma entrevista. </li></ul><ul><li>d) uma crónica. </li></ul>
  13. 17. <ul><li>O «copy-desk» (copidesque) é quem </li></ul><ul><li>a) faz a revisão dos textos. </li></ul><ul><li>b) arquiva notícias de jornais ou de agências e outras e informações úteis no futuro. </li></ul><ul><li>c) cria o «template» das diversas páginas. </li></ul><ul><li>d) faz a assessoria do chefe de redacção. </li></ul>
  14. 18. <ul><li>Se pretender saber a origem de um apelido ou o de um nome de localidade, consulto o </li></ul><ul><li>a) Professor Karamba. </li></ul><ul><li>b) dicionário de topónimos. </li></ul><ul><li>c) dicionário onomástico. </li></ul><ul><li>d) dicionário onomástico-etimológico. </li></ul>
  15. 19. <ul><li>Se pretender obter a definição de uma palavra, consulto </li></ul><ul><li>a) um dicionário geral. </li></ul><ul><li>b) um dicionário etimológico. </li></ul><ul><li>c) um dicionário de sinónimos. </li></ul><ul><li>d) um dicionário analógico. </li></ul>
  16. 20. <ul><li>Uma pausa preenchida é </li></ul><ul><li>a) a pontuação transposta para a oralidade. </li></ul><ul><li>b) o silêncio correspondente à pontuação do escrito. </li></ul><ul><li>c) a entoação que resulta de o locutor estar ainda a pensar no que pode acrescentar. </li></ul><ul><li>d) a ocupação do discurso com sons desnecessários. </li></ul>
  17. 21. <ul><li>Se um professor disser «Bebiana, já viste que horas são?», há provavelmente um </li></ul><ul><li>b) acto indirecto cujo objectivo ilocutório é directivo (‘ordem para começar a trabalhar’). </li></ul>
  18. 22. <ul><li>a) acto directo cujo objectivo ilocutório é expressivo (‘mostrar descontentamento’). </li></ul><ul><li>c) acto perlocutório (‘irritação produzida em Bebiana’). </li></ul><ul><li>d) acto indirecto cujo objectivo ilocutório é compromissivo (‘levar a que Bebiana trabalhe’). </li></ul>
  19. 23. <ul><li>Se o professor disser a Bebiana «Nomeio-te delegada da turma», está a praticar um </li></ul><ul><li>a) acto directo cujo objectivo ilocutório é declarativo (‘Bebiana passa a ser efectivamente delegada ’). </li></ul>
  20. 24. <ul><li>b) acto indirecto cujo objectivo ilocutório é assertivo (‘afirma-se a verdade do que se está a dizer’). </li></ul><ul><li>c) acto directo cujo objectivo ilocutório é compromissivo (‘promete-se a Bebiana o exercício daquele cargo’). </li></ul><ul><li>d) acto indirecto cujo objectivo ilocutório é expressivo (‘felicita-se Bebiana pela nova responsabilidade’). </li></ul>
  21. 25. <ul><li>O período em que o demonstrativo é um termo anafórico (e não um deíctico) é </li></ul><ul><li>a) Dá-me aquele olho de vidro e a prótese que está n esse saco azul. </li></ul><ul><li>b) O tempo estava macambúzio: essa é que era a verdade. </li></ul><ul><li>c) Essas vossas pernas de pau não parecem tão verdadeiras como este meu braço metálico. </li></ul><ul><li>d) Aquelas flores murcharam. </li></ul>
  22. 26. <ul><li>A alínea em que o demonstrativo é um deíctico (e não termo catafórico s nem anáfora) é </li></ul><ul><li>a) Essa trazia-a fisgada. Mandar-lhe a boca na altura devida ia ser óptimo. </li></ul><ul><li>b) Isabel e Luísa aperaltaram-se. Estas raparigas sabiam arranjar-se. </li></ul><ul><li>c) Luísa e Isabel, tragam as sandes de couratos. Este papo - seco com marmelada não presta. </li></ul><ul><li>d) Queria ter pensamentos mais puros. Aquele s não o eram. </li></ul>
  23. 27. <ul><li>O pronome pessoal é termo catafórico (e não uma anáfora) em </li></ul><ul><li>a) Catricoto, olha o Mwepu, mas não o rasteires. </li></ul><ul><li>b) Cada vez lhe achava mais piada, ao raio do tubarão. </li></ul><ul><li>c) Camolas era um avançado gorducho, ainda que Conhé e Tibi o temessem. </li></ul><ul><li>d) O jogador de que mais gostava era Araponga e até lhe dedicou um soneto. </li></ul>
  24. 28. <ul><li>O hiperónimo não funciona como termo anafórico em </li></ul><ul><li>a) A ministra da Educação é falsa. A governante mente com quantos dentes tem na boca. </li></ul><ul><li>b) Os políticos são assim mesmo. José Sócrates é um aldrabão. </li></ul><ul><li>c) A Académica não desceu de divisão. O clube de Coimbra está de parabéns. </li></ul><ul><li>d) Belmiro de Azevedo é do F. C. Porto. O empresário gosta de futebol. </li></ul>
  25. 29. <ul><li>O termo anafórico decorre de pronominalização em </li></ul><ul><li>a) Comi- o bem, ao belo esparregado. </li></ul><ul><li>b) Gosto dos limoeiros. [elipse] São árvores doces. </li></ul><ul><li>c) A salada de pêssego da Colina está cada vez melhor. Delicio-me com ela . </li></ul><ul><li>d) Cada vez mais bonita a Deolinda. [elipse] Está uma bela rapariga, não achas? </li></ul>
  26. 30. <ul><li>Em «Disse- o já várias vezes. Mas elas preferem comprar as velas nas lojas de chineses, em mercearias esconsas, nas drogarias reles. Continuem [elas] pois, que fazem [elas] bem...» temos </li></ul><ul><li>a) anáforas e elipses. </li></ul><ul><li>b) anáforas e catáforas. </li></ul><ul><li>c) catáforas e elipses. </li></ul><ul><li>d) termos referenciais e respectivas catáforas. </li></ul>
  27. 31. <ul><li>A co-referência implica que haja </li></ul><ul><li>a) termos sucedentes. </li></ul><ul><li>b) termos antecedentes. </li></ul><ul><li>c) um referente comum. </li></ul><ul><li>d) vários termos referenciais. </li></ul>

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