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Portfolio @ País Exportador - Revista 'Caju'

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    Portfolio @ País Exportador - Revista 'Caju' Portfolio @ País Exportador - Revista 'Caju' Document Transcript

    • País Exportador NAS ROTAS DA FLEXIBILIDADE DESDE 1932 INTEGRANDO AS EXPORTAÇÕES DE PRODUTOS ALIMENTARES E BEBIDAS NO SEU «CÓDIGO GENÉTICO», A ACTIVIDADE DA CASA ANGOLA ASSENTA, NA VISÃO DE RUI PEDRO MOREIRA, CEO E NOSSO ENTREVISTADO, NO SERVIÇO QUE É PRESTADO AOS CLIENTES, PERMITINDO O ACESSO, A PARTIR DE UM ÚNICO INTERLOCUTOR, A MAIS DE SEIS MIL REFERÊNCIAS DE PRODUTOS NACIONAIS, E SIMPLIFICANDO O CONTACTO, EM TERMOS ADMINISTRATIVOS E LOGÍSTICOS COM OS MERCADOS EX- TERNOS, NOS QUAIS ANGOLA REPRESENTA CERCA DE 40 POR CENTO DO VOLUME DE NEGÓCIOS. xos regulares de passageiros e matérias-primas entre a metrópole e as províncias ultramarinas. Parte do negócio que a empresa detinha desapareceu, mas, fruto de alguns conhecimentos, a Casa Angola co- meçou a apostar na exportação propriamente dita, a partir da década de 70, inicialmente com Angola, já como país independente e depois com os restantes PALOP – Países Africanos de Língua Oficial Portu- guesa. “Nos anos 80 começámos a trabalhar o mer- cado dos Estados Unidos da América, na década de 90 voltámo-nos para a Europa, pela primeira vez, e,// Rui Pedro Moreira, CEO da Casa Angola nos finais dos anos 90 concretizámos as primeiras apostas no mercado asiático e na Austrália. HojeH istoricamente, a Casa Angola é deten- em dia temos exportações regulares para mais de tora de grandes marcos que moldaram 49 países situados nos cinco continentes”, destaca o o posicionamento que tem assumido CEO, considerando que este crescimento se baseou no mercado. Fundada em 1932, em numa evolução natural de abertura de mercados ex-Matosinhos, como uma pequena mercearia, que ternos aos produtos portugueses. “Felizmente temosvendia essencialmente café, era conhecida popular- uma comunidade portuguesa espalhada por todo omente como a «Casa do Café de Angola», devido à mundo que mantém o apego à produção nacional eproveniência do produto. “À medida que a merce- se assume como a sua melhor embaixadora”, louvaaria foi crescendo, o café perdeu a importância e o Rui Pedro Moreira.nome foi encurtado para «Casa Angola». Assim se A Casa Angola está a apostar, desde há quatro anos,foi mantendo por muitos anos, até ao surgimento do num projecto de referência na área dos vinhos, de-Porto de Leixões. Nessa época, o meu avô viu ali a senvolvendo marcas exclusivas para exportação,possibilidade de começar a abastecer as cantinas dos entre as quais se destaca a marca Borrelho (www.navios, sobretudo frota pesqueira que ia para a faina borrelho.pt). Realizado em parceria com alguns dosdurante cerca de seis meses”, evoca Rui Pedro Mo- mais prestigiados enólogos de Portugal, este traba-reira, revelando que aí se verificou a primeira opor- lho visa estruturar uma gama de vinhos nacionais,tunidade de crescimento da empresa, uma aposta de diferentes regiões e castas, que vá ao encontroque se revelou ganha. Com a gradual internaciona- das necessidades e das preferências de cada mer-lização do Porto de Leixões e o aumento dos fluxos cado, previamente estudadas. “Estamos a produzirde atracagem de navios de bandeira estrangeira, a vinhos de excelente qualidade, quer para mercadoscasa Angola começou a ter os primeiros contactos maduros, quer emergentes, com um preço muitocom a exportação. A partir de Leixões a Casa Angola competitivo”, afirma o CEO, destacando que não // CONTACTOS...estendeu-se a outros portos comerciais portugueses só nesta, mas também noutras áreas de negócio, ae ao porto de Vigo, na região espanhola da Galiza, Casa Angola tem vindo a dar a mão a pequenos pro- Estrada Nacional 107, K, 10 4470-628 Moreira da Maiapela proximidade geográfica com o Norte de Por- dutores e a marcas que, de outra forma, não teriam Portugaltugal. Esta realidade manteve-se até 1974, ano em oportunidade de fazer exportação, dados os eleva- Tel.: +351 229.43.6570que, no seguimento da Revolução do 25 de Abril, dos investimentos necessários à concretização deste Fax: +351 229.43.6571Portugal assistiu à perda da frota mercante e dos flu- ambicionado desígnio nacional. info@cai-sa.pt | www.cai-sa.pt
    • País Exportador.04 // José Lourenço LÍDER DO MERCADO NACIONAL NO UM LEQUE DE SOLUÇÕES DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS INFORMÁTICOS DE GESTÃO PARA O DE GESTÃO QUE SE SECTOR DOS TRANSPORTES DE MER- CADORIAS, ONDE DETÉM UMA VASTA ABRE EM ÁFRICA EXPERIÊNCIA, A LOCALSOFT TEM DIREC- CIONADO NOVAS APOSTAS DE NEGÓCIO PARA AS ÁREAS DA LOGÍSTICA, OFICINAS “N ão nascemos no ramo E SAÚDE, NÃO SÓ EM PORTUGAL, MAS da informática, mas TAMBÉM EM ANGOLA E MOÇAMBIQUE, sim no sector da lo- PAÍSES ONDE ESTÁ PRESENTE DESDE gística e dos trans- portes. Na base da formação dos nossos 2010. JOSÉ LOURENÇO, ADMINISTRADOR, colaboradores, temos caminhado cada É O ROSTO DESTA ENTREVISTA ONDE vez mais na área dos sistemas de infor- FICAMOS A CONHECER ESTA EMPRESA mação”, evoca José Lourenço, ciente de QUE QUER CRESCER E CONSOLIDAR A uma premissa: “Ao invés de produzirmos SUA POSIÇÃO EM ÁFRICA. software genérico, estamos no mercado a analisar constantemente as necessi- dades dos clientes de modo a produzir que é o processo natural de evolução, soluções de gestão à medida da sua es- abrindo duas empresas de direito local, pecificidade. Vocacionamo-nos para o em Angola, no mês de Julho de 2010, e desenvolvimento de software vertical, Moçambique, em Março de 2011”. Em dirigido a soluções de gestão de áreas Angola, a TEIA - Tecnologias de Infor- muito concretas, que integramos depois mação de Angola, Lda., é responsável com o software de gestão da área finan- pela área de Implementação e Apoio ao ceira e contabilística, numa óptica de Software que é produzido quer em Mo- parceria com diversas empresas que o çambique, um mercado de proximidade, produzem”. pela GSM - Global Solutions Mozambi- A Localsoft é constituída por um grupo de profissionais detentores de uma vas- ta experiência nos sectores da logística, “SOMOS LÍDERES DE MERCADO EM dos transportes, das oficinas e da saúde, PORTUGAL, ONDE ESTAMOS estando estruturada em três pilares orga- nizacionais principais – o Departamento INSTALADOS NAS REGIÕES DA Comercial, o Departamento de Investi- GRANDE LISBOA E DO GRANDE gação e Desenvolvimento e o Departa- mento de Apoio ao Cliente. “Fazemos PORTO, TRABALHAMOS COM CLI- Desenvolvimento de Software, Imple- ENTES DAS REGIÕES AUTÓNOMAS E mentação e Apoio e também temos uma pequena componente de Hardware e APROVEITÁMOS ESSA EXPERIÊNCIA Redes Informáticas para os nossos clien- DE SUCESSO PARA NOS tes do mercado nacional. Somos líderes de mercado em Portugal, onde estamos INTERNACIONALIZARMOS, instalados nas regiões da Grande Lisboa MARCANDO PRESENÇA e do Grande Porto, trabalhamos com clientes das regiões autónomas e apro- EM ANGOLA E MOÇAMBIQUE” veitámos essa experiência de sucesso para nos internacionalizarmos, marcan- que, Lda, na sua unidade de Desenvolvi- do presença em Angola e Moçambique”, mento, quer em Portugal, pela Localsoft. revela o administrador, explicando: “Co- Devido ao forte crescimento no sector meçámos as operações com a empresa da Construção Civil e Obras Públicas, portuguesa, a Localsoftware – Sistemas bem como Alugueres de Máquinas e de Gestão, S.A., inicialmente com par- Equipamentos, a Localsoft apostou na ceiros locais e depois encetámos aquele localização dos seus produtos para es- /////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////
    • .05 tes mercados, estando actualmente pre- muito neste sector, um paradigma que // “VOCACIONAMOS-NOS... parada para ajudar estas empresas tan- espera que venha a despontar em África, to na Gestão e Controlo dos Custos das continente onde quer crescer, fruto das para o desenvolvimen- suas Frotas e Oficinas, como também no apostas no mercado angolano e moçam- to de software vertical, Controlo Operacional das Cedências e bicano, que já contam com três anos de Alugueres desses Equipamentos aos seus actividade. O nosso entrevistado afirma dirigido a soluções de Clientes, ou às suas obras internas. Si- que a tecnologia ao serviço da logísti- gestão de áreas muito multaneamente, criou soluções de apoio ca tem evoluído muito, nomeadamente concretas, que integra- à Gestão dos Parques de Contentores, nos dispositivos de GPS, assumindo-se, mos depois com o soft- indo desde a Gestão dos Processos de na vertente da integração de equipa- ware de gestão da área fi- Entradas, Saídas, e Débitos de Estadias, mentos, como os «olhos» dos sistemas até à Gestão Gráfica dos Parques Físi- que são desenvolvidos no quotidiano nanceira e contabilística, cos, mostrando de forma fácil e intuitiva da Localsoft. “Complementarmente, ou numa óptica de parceria o lay-out dos Parques de Contentores, não, com estes sistemas de monitoriza- com diversas empresas sugestão de arrumação dos contentores ção georreferenciada, disponibilizamos que o produzem”. entrados e informação de onde se loca- as ferramentas para fazer a ponte com a lizam os contentores a sair. tipologia de carga do veículo, gerimos Neste momento, a Localsoft orienta-se a sua disponibilidade, sabemos de onde como parceiro privilegiado de qual- a mercadoria vem e para onde vai, bem quer empresa que necessite de definir como as recomendações sobre o seu ou optimizar os seus sistemas de infor- transporte. Estes sistemas de gestão de mação no universo dos Transportes e frota permitem fazer a decomposição de Logística (Trans- custos fixos e variáveis, um aspecto crí- portadores, Arma- tico das operações, detalhando o custo zenistas, Frotistas por quilómetro, essencial na gestão de e Oficinas), bem transportes e análise de rentabilidades”, como no sector destaca o Administrador. da Saúde, ao nível “Somos parceiros de diversas entidades de centros tera- como a ANTRAM - Associação Nacional pêuticos públicos de Transportadores Públicos Rodoviários e privados, onde de Mercadorias, a SECTRAM, que acon- assumem uma par- selha os nossos produtos aos associa- ticular importân- dos, a INOSAT, na área da localização cia as clínicas de por GPS e a Multifrota, que representa radiologia, que em Portugal uma marca de tacógrafos, exigem uma pro- providenciando a gestão dos dados re- gramação muito colhidos por esses equipamentos, para cuidada dos tem- além de colaborarmos historicamente pos de operação com a Primavera Software, na integração dos equipamen- de sistemas, que se têm vindo a impor tos. Consciente de em Angola e em Moçambique”, certifi- que o conceito de ca José Lourenço, fazendo um balanço «Logística» é de muito positivo da actividade da Local tal forma lato que Soft: “Em 2010 contámos com o contri- é passível de ser buto de 23 colaboradores, 400 clientes alvo de diferen- na área dos transportes e 50 no sector tes interpretações, da saúde, tendo atingido 850 mil euros José Lourenço con- de facturação. Este ano somamos cerca sidera-o na óptica de 600 mil euros em Portugal, aos quais da incorporação se juntam 240 mil euros realizados em de valor acrescen- África - 115 mil em Moçambique e 125 tado às operações mil em Angola -, pelo que vamos fechar de transporte e 2011 em linha com 2010, com 25 por define que Portu- cento do volume de negócios a ser feito gal está a evoluir nos mercados africanos”./////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////
    • .011 “A BACALHÔA E ALIANÇA VINHOS DE PORTUGAL GOSTARIA DE O CONVIDAR “ARTE, VINHO E PAIXÃO” A VISITAR-NOS, PROVAR OS NOSSOS VINHOS E CONHECER AS NOSSAS QUINTAS QUE, NO SEU CONJUNTO, gia, as Operações Industriais são geri- CONSTITUEM A MAIOR E MELHOR das também de forma integrada, com OFERTA DO ENOTURISMO EM a centralização de engarrafamentos PORTUGAL”. a ser efectuada em Vila Nogueira de Azeitão, e a gestão comercial e de marketing está também devidamen- nhos a preços muito competitivos. A Jancis Robinson, te integrada, com a existência duas prestigiada jornalista inglesa, seleccionou o Tinto da direcções, Direcção de Marketing & Ânfora 2008 (Alentejo) como um dos TOP 25 melho- Vendas Mercado Nacional e Direção res vinhos tintos do ano, no jornal Financial Times. O de Exportação. vinho é apresentado no início da lista organizada por ordem de preço ascendente, o que reafirma o nosso Ao nível da oferta final, de que forma esforço em produzir vinhos com uma excelente rela- é que está estruturada a gama dos ção preço/qualidade em todos os nossos segmentos vinhos e quais é que são as marcas e regiões.Quando, onde e como é que nasceu a Bacalhôa Vi- próprias da Bacalhôa Vinhos de Portugal?nhos de Portugal? As nossas marcas estão organizadas por quatro seg- Sendo conhecida a longa tradição do Enoturismo noA Bacalhôa Vinhos de Portugal nasceu em 1922 sob mentos, Value for Money (Entrada de Gama), Pre- seio da Bacalhôa Vinhos de Portugal, quais é que sãoa designação João Pires & Filhos, tendo feito um lon- mium, Quinta e Super Premium. No primeiro seg- as ofertas propostas aos turistas que queiram usufruirgo percurso desde então, afirmando-se como um dos mento, criamos vinhos de grande qualidade a preços de uma experiência única, bem como os projectosmais inovadores produtores de vinhos em Portugal. muito competitivos, produzindo vinhos para o con- futuros nesta área?Nos finais dos anos 70 e início dos anos 80, a empresa sumidor que gosta de beber vinho diariamente. Nos O lema do nosso Grupo é “Arte, Vinho e Paixão”, sen-levou a cabo levou a cabo uma revolução na enologia outros três segmentos, os volumes produzidos são do que todo o nosso Enoturismo está focado em pro-em Portugal, utilizando técnicas de vinificação inova- mais pequenos, sendo utilizando métodos de produ- porcionar uma experiência que liga o vinho à arte, dedoras, introduzindo novas castas e vinhos no mer- ção que requerem um maior investimento, tais como uma forma apaixonante. Nas nossas adegas, temos ocado, tendo apresentado um enorme dinamismo e a vinificação em barricas novas de carvalho francês, que chamamos um museu vivo. Quem nos visita pas-capacidade de inovação, através de uma aposta forte a proveniência das uvas sendo exclusivamente das seia por entre barricas e garrafas onde o vinho está anas mais modernas técnicas de viticultura e enologia. nossas vinhas, uma selecção cuidada das uvas que envelhecer e fica a conhecer grandes obras de arte daEm 1998, o Comendador José Berardo tornou-se o escolhemos para cada marca, provêm de uma Quinta colecção do Sr. Comendador José Berardo. Na adegaprincipal accionista e prosseguiu a missão da empre- específica, tal como os vinhos da Quinta da Bacalhôa da Bacalhôa Vinhos de Portugal em Vila Nogueira desa, investindo no plantio de novas vinhas, na moderni- na Península de Setúbal. O Grupo Bacalhôa tem vá- Azeitão, apresentamos a vinificação do Moscatel dezação das adegas e na aquisição de novas proprieda- rias marcas internacionalmente reconhecidas, tais Setúbal juntamente com painéis de azulejos desde odes, iniciando, em 2000, uma parceria com o Grupo como: no Alentejo, o Alabastro, Quinta do Carmo, século XVI. No Palácio Renascentista da Quinta daLafitte Rothschild na Quinta do Carmo. Em 2008 a Quinta da Terrugem, Monte das Ânforas, em Setúbal, Bacalhôa, considerado Património Mundial, conhece-empresa comprou a totalidade da Quinta do Carmo e o JP (líder de vendas no Off Trade em Portugal), Quinta se a história de um dos mais bonitos palácios de Por-tornou-se a maior accionista das Caves Aliança, hoje da Bacalhôa, Serras de Azeitão ou o Bacalhôa Mos- tugal e a história da produção de um dos vinhos maisAliança Vinhos de Portugal, um dos produtores mais catel de Setúbal, na Bairrada o Angelus, no Douro o inovadores do século XX. Na Aliança Vinhos de Por-prestigiados nas categorias de espumantes de alta qua- Foral ou Quinta dos Quatro Ventos, o Casal Mendes tugal, o Aliança Underground Museum proporcionalidade, aguardentes e vinhos de mesa. no Rosé e no Vinho Verde, os nossos reconhecidos es- uma experiência única nas caves subterrâneas utiliza- pumantes Aliança e nas Aguardentes, a Aliança Velha, das para envelhecer os espumantes. Ao longo de 1,5Como é que caracteriza o sector organizacional e de Antiqua e XO. km, os nossos visitantes ficam maravilhados com osprodução da Bacalhôa Vinhos de Portugal, em termos fósseis e minerais expostos nas paredes, como a arteda estrutura do grupo? Constituindo um factor de prestígio e referência, quer africana e a colecção Bordalo Pinheiro que apresen-O Grupo Bacalhôa integrou, desde 2008, com a aqui- em Portugal, quer além fronteiras, quais é que são os tamos. Na Quinta dos Loridos, temos o maior Jardimsição da Aliança Vinhos de Portugal e Quinta do Car- reconhecimentos e prémios atribuídos à Bacalhôa Vi- Oriental da Europa, o Jardim Buddha Eden um lugarmo, as várias etapas da cadeia de valor do produto. A nhos de Portugal que gostaria de destacar? em que convidamos todos a meditar e a descontrair.produção da matéria-prima é da responsabilidade do Recentemente, o nosso Bacalhôa Moscatel de Setúbal No futuro, iremos crescer o Aliança UndergroundDepartamento de Viticultura que gere mil hectares de 2004 ganhou um dos dez Troféus concedidos pela Museum, teremos um anfiteatro para proporcionarvinha espalhados pelas principais regiões produtoras Decanter Magazine. Foi seleccionado como o me- momentos musicais no Jardim Buddha Eden e ambi-do País, o Departamento de Enologia é coordenado lhor vinho fortificado do mundo, abaixo de dez libras, cionamos oferecer todas estas experiências a cada vezcentralmente e integra 4 diretores regionais de enolo- demonstrando a nossa capacidade de criar grandes vi- mais pessoas./////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////