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Portfolio @ País Positivo #45

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  1. 1. positivo WWW.PAISPOSITIVO.ORG //// AGOSTO ‘11 / EDIÇÃO Nº 45ESTE SUPLEMENTO FAZ PARTE INTEGRANTE DO JORNAL ‘PÚBLICO’ ANÁLISES CLÍNICAS: “OS LABORATÓRIOS PRIVADOS PRESTAM UM SERVIÇO ESSENCIAL AO SNS - SERVIÇO NACIONAL DE SAÚDE”, refere António Taveira, Presidente da ANL - Associação Nacional dos Laboratórios Clínicos | SAÚDE PELA ÁGUA: O TERMALISMO EM PORTUGAL | A IMPORTÂNCIA DO CAPITAL HUMANO
  2. 2. SAÚDE PELA ÁGUA | PAÍS POSITIVO INDÚSTRIA DE MOBILIÁRIO | PAÍS POSITIVO 24TERMAS DE ALCAFACHEA PAZ PERTO DE SISente-se cansado? Farto da rotina do dia-a-dia, do trânsito infernal e do pouco tempo para cuidar de si? Experimente passar uns dias nas Termasde Alcafache e saborear tudo o que este pólo termal tem para oferecer. Que não é pouco. Até já. †ƒ†‡ †‹˜‡”•‹†ƒ†‡ ‡ ’”‡­‘ ‹„ƒ–À˜‡Ž ‹†ƒ ‘ •‡‰—‹‡–‘ †ƒ “—‡•– ‘ ƒ –‡”‹‘” ± ’”‡‡–‡ ”‡ˆ‡”‹” “—‡ ƒ •ƒï†‡ ’‡Žƒ ž‰—ƒ ‡ ‘ –‡”ƒŽ‹•‘ • ‘ —ƒ ƒŽ –‡”ƒ–‹˜ƒ –—”À•–‹…ƒ ‡šÀ‹ƒ ƒ…–—ƒŽ‡ –‡ ƒŽ‡ ‘• — ’‘—…‘ †‡•–ƒ ƒ’‘•–ƒ ‡ †ƒ• •—ƒ• ’”‹…‹’ƒ‹• ˜ƒ–ƒ‰‡• ž”‡ƒ †‘ ‡ ‡•–ƒ” ± —‹–‘ ‹’‘” –ƒ–‡ ’ƒ”ƒ ƒ• ‡”ƒ• †‡ Ž…ƒˆƒ…Š‡ …‘‘ ’ƒ”ƒ ‘• ‘••‘• ‡”ƒŽ‹•–ƒ• • ˜ƒ–ƒ‰‡• †ƒ •ƒï†‡ ’‡Žƒ ž‰—ƒ …‘‘ ‡‹‘ ’”‹˜‹Ž‡‰‹ƒ†‘ ’ƒ”ƒ ‘• ˜ƒ”‹ƒ†‘• –”ƒ–ƒ‡–‘• ‡ “—‡ ‘• ‡‹‘• ƒ–— ”ƒ‹• †‡ …—”ƒ • ‘ …ƒ†ƒ ˜‡œ ƒ‹• ƒ’”‡ …‹ƒ†‘• ‡ …Ž‹‹…ƒ‡–‡ …‘’”‘˜ƒ†‘• ž‰—ƒ ‹‡”ƒŽ ƒ–—”ƒŽ ± ƒ ƒ‹‘” ”‹“—‡œƒ †‡ —ƒ• –‡”ƒ• †ƒÀ ƒ •—ƒ ˜ƒ–ƒ‰‡ ”‡Žƒ–‹˜ƒ‡–‡ ƒ‘• †‡ƒ‹•‹–—ƒ†ƒ• ‘ ‡–”‘ †ƒ ‡‹”ƒ Ž–ƒ ‡ ƒ ƒ• ’‹•…‹ƒ• ‹†‹˜‹†—ƒ‹• …‘ jacuzziˆ—…‹‘ƒ” †‡•†‡ …‘‘ …ƒ”ƒ… ‡ •‡ …Ž‘”‘ ƒ• …ƒƒ• ƒ“—‡…‹†ƒ• ƒ•–‡”‹œƒ ƒ• ‡”ƒ• †‡ Ž…ƒˆƒ…Š‡ „‡ Žƒƒ• ‹–‡‰”ƒ‹• ‘—–”ƒ ˜‡”–‡–‡ ± ‘…‘‘ ƒ •—ƒ †‹Ÿ‹…ƒ ‡ ‡•–ƒ” ‹•–‘ ± ‘ ’ƒ ‡”ƒŽ ‘†‡ ‘‘ –‡”ƒ• • ‘ …‘•‹†‡”ƒ†ƒ• ’‘” …‘ ‘”‰—ŽŠ‘ •‘‘• ƒ• –‡”ƒ• …‘ ƒ‹ŽŠƒ”‡• †‡ –‡”ƒŽ‹•–ƒ• …‘‘ ƒ• ƒ‹‘” ˜ƒ”‹‡†ƒ†‡ †‡ –”ƒ–ƒ‡–‘• †‡‡ŽŠ‘”‡• ’‘‹• • ‘ ƒ •—ƒ ‘’­ ‘  ‘ ‡ ‡•–ƒ” ‡‘• —ƒ ”‡Žƒ­ ‘ “—ƒŽ‹–‡”ƒ• ˜‘…ƒ…‹‘ƒ†ƒ• ’ƒ”ƒ ƒ …—”ƒ †‘•’”‘„Ž‡ƒ• ”‡•’‹”ƒ–×”‹‘• ”‡—ƒ–‹•‘• ‡ ï•…—Ž‘ ‡•“—‡Ž±–‹…‘• • –‡”ƒ• †‡ Ž…ƒˆƒ…Š‡ †‡•†‡ Šž ƒ‘•–² –‹†‘ —ƒ …‘•–ƒ–‡ ‡˜‘Ž—­ ‘ ’ƒ • • ‡•–Ÿ…‹ƒ• ‡”ƒ‹• ‡•– ‘ Ž‘–‡†‘ –‹†‘ — …”‡•…‹‡–‘ ‰”ƒ†‡ …ƒŽ‹œƒ†ƒ• ‡ ‡•’ƒ­‘• –”ƒ“—‹Ž‘• “—‡•‡†‘ ƒ• •±–‹ƒ• –‡”ƒ• †‡ ‘”–—‰ƒŽ ƒŒ—†ƒ ‘ …‘„ƒ–‡ ƒ‘ stress.‡ ˆ”‡“—²…‹ƒ ‡‘ ‘• ƒˆ‹”ƒ†‘‘ –‡”ƒŽ‹•‘ ‡ ‘”–—‰ƒŽ ’‡Žƒ ‘• ƒ •—ƒ ג–‹…ƒ †‡ “—‡ ˆ‘”ƒ —ƒ•ƒ ‡˜‘Ž—­ ‘ “—ƒŽ‹†ƒ†‡ ‡ ‹‘˜ƒ­ ‘ ƒ’‘•–ƒ ‘ –‡”ƒŽ‹•‘ ’‘†‡ ƒˆ‹”ƒ” •‡ …‘‘ — ‘–‘” †‡ †‡•‡˜‘Ž˜‹—ƒ‹• ‘• ’”‹…‹’ƒ‹• •‡”˜‹­‘• ‘ˆ‡”‡…‹ ‡–‘ ‡ •‡” ˆ—†ƒ‡–ƒŽ —ƒ ’‡”•†‘• ’‡Žƒ• –‡”ƒ• “—‡ ’‘†‡ ‘ …Ž‹‡ ’‡…–‹˜ƒ †‡ ƒ–”ƒ…­ ‘ –—”À•–‹…ƒ–‡ ‡•’‡”ƒ” †‘• ‡•‘•  Ž—œ †ƒ ‡˜‘ –‡”ƒŽ‹•‘ •‡’”‡ •‡ ƒˆ‹”‘— ‘Ž—­ ‘ “—‡ •‡ –‡ ˜‹˜‹†‘ —Ž–‹ƒ‡–‡ ’ƒ••ƒ†‘ –‡†‘ •‹†‘ ‘ ‘–‘” †‘ –—‡•–‡ •‡…–‘” ”‹•‘ ƒ…–—ƒŽ ‡ ‘”–—‰ƒŽ ‘ ‹À…‹‘ • ‡”ƒ• †‡ Ž…ƒˆƒ…Š‡ ‘ˆ‡”‡…‡ †‘ •±…—Ž‘ ‡”ƒ —‹–‘ „‡ ˜‹†ƒ ƒ–”ƒ–ƒ‡–‘• †‡ …—”ƒ ‘• “—ƒ‹• •‡ ƒŒ—†ƒ †‡ ˜ž”‹ƒ• ‡–‹†ƒ†‡• ’‘Ž‹–‹…ƒ•†‡•–ƒ…ƒ ‡“—‹’ƒ‡–‘• …‘• …‘‘ “—‡ —‹–‘ ˆƒŽƒ †‘ •‡…–‘” ‡ “—ƒ†‘
  3. 3. ‘• ’”‘„Ž‡ƒ• †‡ •ƒï†‡ Ž‘‰‡ †ƒ ’‘ Ž…ƒˆƒ…Š‡ Ž—‹­ ‘ ‡ †‘ …‘””‡ …‘””‡ †‘ †‹ƒ ƒ †‹ƒ ‡‘• ˜ž”‹‘• ’”‘Œ‡…–‘• ‡ ‡•–—†‘ ƒŽ ‰—• ’ƒ”ƒ ‘ ’”ך‹‘ ƒ‘ ‡ ‘—–”‘• „‡ —ƒ ’‡”•’‡…–‹˜ƒ ˆ—–—”ƒ “—ƒ‹• ‘• ƒ‹‘”‡• “—‡ ‡•– ‘ ƒ ƒ‰—ƒ”†ƒ” ƒ ‡ŽŠ‘”‹ƒ ’”ך‹‘• ’”‘Œ‡…–‘• †ƒ• ‡”ƒ• †‡ †ƒ •‹–—ƒ­ ‘ ‹ƒ…‡‹”ƒ †‡ ‘”–—‰ƒŽ†‹œ‡ “—‡ ˜ ‘ ƒŒ—†ƒ” •× ƒ–”ƒ’ƒŽŠƒ ‡ƒ†ƒ‡–‡ ƒ• ‡”ƒ• †‡ Ž…ƒˆƒ‡ ‡š‹‰‡ …ƒ†ƒ ˜‡œ ƒ‹• …Š‡ • ˆ±”‹ƒ• ’‘†‡ •‡” —‹–‘ †‹˜‡”•‹ˆ‹…ƒ—ƒ …‘Œ—–—”ƒ ‡ “—‡ ‘ ”‹–‘ †‡ †ƒ• ‡•‘ ‘ ‹–‡”‹‘” ’‘‹• ‡•–ƒ‘•˜‹†ƒ ‡•–ž ƒ••‘…‹ƒ†‘ ƒ ’‹…‘• …ƒ†ƒ ˜‡œ ‡“—ƒ†”ƒ†‘• —ƒ ”‡‰‹ ‘ —‹–‘ ”‹…ƒƒ‹• ƒ‰—†‘• †‡ •–”‡•• †‡ “—‡ ˆ‘”ƒ ‡ …—Ž–—”ƒ ’ƒ–”‹×‹‘ ‰ƒ•–”‘‘‹ƒ± “—‡ ƒ• –‡”ƒ• ’‘†‡ ƒˆ‹”ƒ” •‡ ‡ ƒ–—”‡œƒ ’”‘˜‡‹–ƒ†‘ ƒ• ˆ±”‹ƒ•…‘‘ — „‘ †‡•–‹‘ †‡ ˆ±”‹ƒ• ‘ ’‘†‡ •‡ †‡•…ƒ•ƒ” –”ƒ–ƒ” ƒ ‡–‡ ‡
  4. 4. FORMAÇÃO PROFISSIONAL | PAÍS POSITIVO INDÚSTRIA DE MOBILIÁRIO | PAÍS POSITIVO 32 Capital HumanoESCOLA EB 2,3 DE BEIRIZPOR UMA MAIOR FORMAÇÃOInevitavelmente, falar em ensino é falar no desenvolvimento das competências dos cidadãos e nas novas oportunidades que se têm vindo a criar aolongo dos tempos. Oportunidades para crescer, para saber mais, aumentar conhecimentos sem restrição de idade ou estrato social. –‡‰”ƒ†ƒ ‘ ‰”—’ƒ‡–‘ ‡”–‹…ƒŽ CENTRO NOVASI †‡ •…‘Žƒ• †‡ ‡‹”‹œ ƒ •…‘Žƒ †‡ ‡‹”‹œ ± •‡ †ï˜‹†ƒ —ƒ ‹•–‹–—‹­ ‘ †‡ ”‡ˆ‡”²…‹ƒ ‘ †‡•‡˜‘Ž˜‹‡–‘ OPORTUNIDADES …–—ƒŽ‡–‡ ‘ †‹”‡……‹‘ƒ •‡ ƒŽ‘…ƒŽ ‡ ƒ ˆ‘”ƒ­ ‘ †‡ ‘˜‘• ‡ …‘’‡–‡ ’‡••‘ƒ• “—‡ ’‘” ‹‹…‹ƒ–‹˜ƒ ’”×’”‹ƒ ’”‡–‡• ”‡…—”•‘• Š—ƒ‘• ƒ‹‘”‹–ƒ”‹ƒ‡–‡ –‡†‡ …‡”–‹ ‹…ƒ” ƒ• •—ƒ• …‘’‡–²…‹ƒ•…‘•–‹–—À†ƒ ’‘” —ƒ ’‘’—Žƒ­ ‘ ‡•–— ƒ“—‡Žƒ• “—‡ • ‘ ‡…ƒ‹Šƒ†ƒ• ’‡Ž‘ ‡†ƒ–‹Ž ‘”‹—†ƒ †‡ ˆƒÀŽ‹ƒ• ‹–‡”‡••ƒ†ƒ• ‡ –”‘ †‡ ’”‡‰‘ ‡ ƒ‹†ƒ ƒ“—‡Žƒ• …—Œƒ• ‡’ƒ”–‹…‹’ƒ–‹˜ƒ• ‘ ’‡”…—”•‘ ƒ…ƒ†±‹…‘ †‘• –‹†ƒ†‡• ‡’”‡‰ƒ†‘”ƒ• ‡•–ƒ„‡Ž‡…‡ ’”‘ƒŽ—‘• ‡•–ƒ ‹•–‹–—‹­ ‘ †‡ ‡•‹‘ ”‡…‡„‡ –‘…‘Ž‘• ƒ ‹ †‡ ƒ—‡–ƒ” ƒ “—ƒŽ‹ ‹…ƒ­ ‘–ƒŽ …‘‘ ‘—–”ƒ• ‘ ’ƒÀ• ƒŽ—‘• ‘”‹—†‘• †‘• •‡—• ”‡…—”•‘• Š—ƒ‘• A Iniciativa†‡ ˆƒÀŽ‹ƒ• …ƒ”‡…‹ƒ†ƒ• ‡ †‡•‡•–”—–—”ƒ Novas Oportunidades é um desafio†ƒ• — ƒ•’‡…–‘ “—‡ ƒ…ƒ„ƒ ’‘” •‡ ”‡ Ž‡… constante e diário, até porque temos–‹” ƒ •—ƒ ‡˜‘Ž—­ ‘ ‡†—…ƒ–‹˜ƒ Há anos de responder da melhor ˆorma a todosmais problemáticos que outros em os adultos, cujos ritmos de aprendiza-que é, eˆectivamente, exigido à escola gem e níveis de motivação são distin-um trabalho mais intenso no combate tos. É, pois, muito importante o traba-ao abandono escolar e ao absentismo lho desde a recepção e diagnóstico, ae, também, na sensibilização, junto de fim de os motivar. Esta iniciativa pode-pais e alunos, da importância da es- rá ser melhorada, mas é ˆundamentalcola para o desenvolvimento pessoal para o desenvolvimento do país, poise profissional. O desprendimento dos permite uma maior qualificação dosalunos resulta, na maioria das vezes, portugueses e, dizem estudos ˆeitos,da ˆalta de acompanhamento por par- que os adultos envolvidos neste pro-te dos pais e do desinteresse que estes cesso tornam-se pais mais atentos edemonstram relativamente à sua pro- participativos no percurso educativogressão académica. Obviamente, esta dos filhos. De ˆacto, qualificar é cres-caracterização não reflecte a maioria cer” ”‡˜‡Žƒ †—ƒ”†‘ —‡†‡• …‘‘”†‡ƒdos alunos, mas todos os anos lectivos †‘” †‘ †‡ ‡‹”‹œ –‡†‡†‘ ƒ ‡•–‡deparamo-nos com um conjunto de ˆ‡×‡‘ ƒ˜‹†‡ ƒ”„‘•ƒ ƒ†‹–‡ “—‡ ‘alunos que exigem atenção redobrada Eduardo Guedes, Coordenador do CNO, e Marta Matias, Assistente Técnica do CNO ‹˜‡•–‹‡–‘ †‘ ƒ‰”—’ƒ‡–‘ ‡•–ƒ ž”‡ƒpor parte do corpo docente”, …‘‡–ƒ †‘ ‘”–‡ Ž‹–‘”ƒŽ †‘ ’ƒÀ• ••‹ ‘ …ƒ resposta ˆundamental para recuperar †ƒ ‡†—…ƒ­ ‘ ‡ ˆ‘”ƒ­ ‘ †‡ ƒ†—Ž–‘• ˜ƒ‹ ‹—À•ƒ ‘”‡‹”ƒ †‹”‡…–‘”ƒ †ƒ ‡•…‘Žƒ Ž± ’‘ ˆ‘”ƒ–‹˜‘ ƒŽ± †‘ ‡•‹‘ ”‡‰—Žƒ” ƒ alunos desinteressados pela escola e †‹”‡…–ƒ‡–‡ –”ƒœ‡” „‡‡ À…‹‘• ƒ‘•—…‡•†‘ †‡•‹–‡”‡••‡ ƒ ’”‘‰”‡•• ‘ ƒ…ƒ†±‹ •…‘Žƒ †‡ ‡‹”‹œ †‹•’‘‹„‹Ž‹œƒ ƒ‹†ƒ †‘‹• que no âmbito de um curso mais práti- •‘ ƒ…ƒ†±‹…‘ †‘• •‡—• ‡†—…ƒ†‘• Além…ƒ ‡ ƒŽ‰—• ‘‡–‘• ƒ ‡•…‘Žƒ †‡’ƒ”ƒ —”•‘• †‡ †—…ƒ­ ‘ ‡ ‘”ƒ­ ‘ †‡ co demonstram resultados positivos do CNO e da ˆormação profissional,•‡ …‘ ‰”ƒ˜‡• •‹–—ƒ­Ù‡• †‡ …ƒ”²…‹ƒ •‘…‹ƒŽ †—’Žƒ …‡”–‹ ‹…ƒ­ ‘ †‡ •‡”˜‹­‘ †‡ ‡•ƒ ‡ ƒ…”‡•…‡–ƒ ƒ˜‹†‡ ƒ”„‘•ƒ •—„†‹”‡…–‘” também disponibilizamos cursos de“—‡ ‡š‹‰‡ —ƒ ”‡•’‘•–ƒ ’‘” ’ƒ”–‡ †‡•–ƒ ’ƒ•–‡Žƒ”‹ƒ ’ƒ‹ ‹…ƒ­ ‘ ‡ ’ƒ”ƒŽ‡Žƒ‡–‡ †ƒ ‡•…‘Žƒ alˆabetização para adultos com baixo‹•–‹–—‹­ ‘ ‘ ‡–ƒ–‘ —À•ƒ ‘”‡‹”ƒ — …—”•‘ ’”‘ ‹••‹‘ƒŽ †‡ †—’Žƒ …‡”–‹ ’ƒ” †ƒ ˆ‘”ƒ­ ‘ ’”‘ ‹••‹‘ƒŽ ’ƒ”ƒ Œ‘ nível de escolaridade. Esta é uma ˆor-†‡ˆ‡†‡ ƒ ‹†‡‹ƒ “—‡ ƒ ˜‡”–‡–‡ †‡ ƒ…­ ‘ ‹…ƒ­ ‘ †‡ À˜‡Ž •‡…—†ž”‹‘ †‡ ±…‹…‘ ˜‡• ƒ •…‘Žƒ †‡ ‡‹”‹œ ‹’Ž‡‡ ma de respondermos adequadamente•‘…‹ƒŽ  ‘ †‡˜‡ •‡” ”‡•’‘•ƒ„‹Ž‹†ƒ†‡ †ƒ †‡ ‡•–ƒ—”ƒ­ ‘ ƒ• ˜ƒ”‹ƒ–‡• …‘œ‹Šƒ –‘— ‡ ‘ ‡–”‘ ‘˜ƒ• ’‘”–—‹ às necessidades ˆormativas da comu-‡•…‘Žƒ •‘„ ’‡ƒ †‡ Šƒ˜‡” — …‘ Ž‹–‘ †‡ ’ƒ•–‡Žƒ”‹ƒ ‡ ”‡•–ƒ—”ƒ–‡ „ƒ” Aposta- †ƒ†‡• ƒ •—ƒ ‡•–”—–—”ƒ ’ƒ”ƒ ”‡•’‘†‡” nidade” ƒ†‹…‹‘ƒ Ž‹ž• …‘ ‘ ‹–—‹–‘ †‡’ƒ’±‹• ‡ ’‡”†ƒ ƒ “—ƒŽ‹†ƒ†‡ †‡ ‡•‹‘ mos na vertente profissionalizante • ‡…‡••‹†ƒ†‡• ˆ‘”ƒ–‹˜ƒ• †‘• ƒ†—Ž–‘• …”‹ƒ” ‘˜ƒ• ‘’‘”–—‹†ƒ†‡• †‡ ‡’”‡‰‘ ‡ Deve-se, sim, criar condições no seio porque consideramos ˆundamental ‡‰—†‘ —À•ƒ ‘”‡‹”ƒ ‘ „ƒŽƒ­‘ ƒ–± ƒ–‡†‡†‘  ”‡ƒŽ‹†ƒ†‡ ‡…‘×‹…ƒ †‘ …‘dos vários ministérios e gabinetes ter uma resposta educativa adequada ƒ‘ ‘‡–‘ ± ’‘•‹–‹˜‘ ‡•–‡ Ÿ„‹–‘ …‡ŽŠ‘ †‡ ט‘ƒ †‘ ƒ”œ‹ ƒ •…‘Žƒdas autarquias para a constituição de a todos os alunos e devo realçar que, realço o empenho e rigor impresso †‡ ‡‹”‹œ ‹˜‡•–‹— ƒ …”‹ƒ­ ‘ †‡ …—”•‘• †‡equipas especializadas em acção so- no momento, sinto-me bastante orgu- pela equipa do CNO no ˆuncionamento †—…ƒ­ ‘ ‡ ‘”ƒ­ ‘ †‡ †—Ž–‘• ƒ ž”‡ƒcial, que trabalhem em colaboração lhosa dos alunos que concluem a sua deste processo, há uma grande preo- †ƒ ”‡•–ƒ—”ƒ­ ‘ Aguardamos, nestedirecta com as escolas” ƒ…”‡•…‡–ƒ ˆormação nesta escola devido à sua cupação em garantir que a certificação momento, a autorização para avançar preparação e postura demonstrada de competências seja ˆeita de acordo com este curso. Acredito que este é oRESPOSTAS no ambiente de trabalho. Por outro com os mais elevados níveis de exi- caminho certo para aumentarmos oFORMATIVAS À MEDIDA lado, esta aposta tem sido um sucesso, gência. Notamos, ainda, o interesse desenvolvimento do nosso país. Se uma vez que os nossos alunos, em es- dos adultos em aumentar os seus co- cada um de nós fizer o melhor possível À˜‡Ž †‡ ‘ˆ‡”–ƒ ˆ‘”ƒ–‹˜ƒ ƒ •…‘Žƒ pecial do CEF de serviço de mesa têm nhecimentos em áreas como as novas e investir na sua valorização profis-†‡ ‡‹”‹œ …ƒ”ƒ…–‡”‹œƒ •‡ ’‘” —ƒ •‡Ž‡…­ ‘ uma imensa ˆacilidade em conseguir tecnologias e inglês, por isso mesmo, sional, todos juntos iremos conseguirŽ×‰‹…ƒ †‡ …—”•‘• ƒ–‡†‡†‘ •‡’”‡  ”‡ emprego” ƒ’‘–ƒ ƒ †‹”‡…–‘”ƒ Acredi- procuramos encaminha-los para ˆor- desenvolver Portugal” …‘…Ž—‹ †—ƒ”†‘ƒŽ‹†ƒ†‡ ‡˜‘Ž˜‡–‡ ‡ ƒ‘ –‡…‹†‘ ‡…‘×‹…‘ to que os cursos profissionais são a mações contínuas nessas áreas” —‡†‡•
  5. 5. MUTUALISMO MOBILIÁRIO | PAÍS POSITIVO INDÚSTRIA DE EM PORTUGAL | PAÍS POSITIVO 44ASSOCIAÇÃO ALCACERENSE DE SOCORROS MÚTUOSREINVENTANDO O MUTUALISMO COM ESPÍRITO ABERTOFundada em 1883, a Associação Alca- ção das associações mutualistas que,cerense de Socorros Mútuos, é uma em muitos casos, prestam serviçosdas maiores associações do concelho que o próprio Estado não conseguede Alcácer do Sal e do distrito de Setúbal, suportar, sobretudo ao nível dos cui-tendo absorvido, em 1987, a Associaçãodos Socorros Mútuos dos Trabalhadores dados de saúde primários” ƒ••‡‰—”ƒde Alcácer. Ana Luísa Soares, secretária, ƒ•‡…”‡–ž”‹ƒe Lucinda Ferreira Mira, tesoureira, nos- ‹•–‘”‹…ƒ‡–‡ ’ƒ”ƒ ƒŽ± †ƒ ••‹•–²…‹ƒsas entrevistadas, são apenas dois dos ±†‹…ƒ “—‡ …‘•–‹–—‹ —ƒ †ƒ• ‰”ƒ†‡• ƒ‹•rostos de uma direcção exclusivamente ˜ƒŽ‹ƒ• †ƒ ‹•–‹–—‹­ ‘ ƒ ••‘…‹ƒ­ ‘ Ž…ƒ…‡”‡•‡feminina, centrada no objectivo de abrir †‡ ‘…‘””‘• ‘• ’”‘˜‹†‡…‹ƒ ƒ‘ ƒ„”‹‰‘ †ƒa instituição à comunidade. •—ƒ ‘ˆ‡”–ƒ —–—ƒŽ‹•–ƒ ‘ •—„•À†‹‘ †‡ ˆ—‡”ƒŽ Lucinda Ferreira Mira e Ana Luísa Soares •‡†‘ “—‡ ‘—–”‘”ƒ Œž …Š‡‰‘— ƒ †‹•’‘‹„‹Ž‹œƒ” ƒ••‹•–²…‹ƒ ‡†‹…ƒ‡–‘•ƒ •–ƒ ‘†ƒŽ‹†ƒ†‡ —‡•–‹‘ƒ†ƒ •‘„”‡ ˆ—–—”‘• ’”‘Œ‡…–‘• ƒ —À•“T emos sentido, ao longo 60 anos. Conscientes desta realidade, hoje dos últimos meses, um ’‘†‡”ž ‘ ‡–ƒ–‘ ”‡‰”‡••ƒ”  ƒ••‘…‹ƒ­ ‘ não temos limite de idade, mas às pessoas ‘ƒ”‡• ± ’”ƒ‰ž–‹…ƒ “No concelho há duas aumento significativo de ƒ••‹ •‡Œƒ ’‘••À˜‡Ž …‘‘ ‘• ˆ‘‹ …‘—‹…ƒ†‘ sexagenárias não é concedido o subsídio hipóteses de desenvolvermos a associação.propostas de novos sócios” …‘‡­ƒ ƒ˜ƒ­ƒ” …‘ ‘ ’”‘Œ‡…–‘ †‡ —ƒ ˆƒ”ž…‹ƒ •‘ de ˆuneral” ƒ••‹•–²…‹ƒ±†‹…ƒ‡•–žƒ„‡”–ƒƒ Ou arranjamos mais valências, como uma’‘” ƒ ‹”ƒ” ƒ —À•ƒ ‘ƒ”‡• …‘•…‹‡ …‹ƒŽ ‘„”‡ ƒ ‡–”ƒ†ƒ †‡ ‘˜‘• •×…‹‘• —…‹†ƒ –‘†ƒ ƒ ’‘’—Žƒ­ ‘  ‡š…‡’­ ‘ †ƒ• …‘•—Ž–ƒ• †‡ creche e Atelier de Tempos Livres que, na–‡ †ƒ ‹’‘”–Ÿ…‹ƒ “—‡ ƒ• ’‡••‘ƒ• ˜‘Ž–ƒ ‡””‡‹”ƒ ‹”ƒ …‘–ƒ ‘• “—‡ “há pessoas …ŽÀ‹…ƒ ‰‡”ƒŽ “—‡ •‡ †‡•–‹ƒ ‡š…Ž—•‹˜ƒ‡–‡ minha opinião, ˆaziam sentido implemen-”ƒ ƒ †ƒ” • —–—ƒŽ‹†ƒ†‡• ‡•–ƒ …‘ novas, mas também há pessoas de idade, ƒ‘• ƒ••‘…‹ƒ†‘• “Providenciamos consultas tar, ou temos de desenvolver as valênciasŒ—–—”ƒ ’ƒ”–‹…—Žƒ” †‡ …”‹•‡ ‡…‘×‹…ƒ que assim evitam as listas de espera ma- de especialidades médicas e de enˆerma- que temos com mais preciosismo” •‡‡ ‹ƒ…‡‹”ƒ “Sentimos por parte da drugadoras para as consultas médicas de gem, bem como a realização de exames …”‡–ž”‹ƒ ƒ’‘–ƒ ƒ‹†ƒ “—‡ — †‘• …ƒ‹Š‘• ƒpopulação que ˆaz todo o sentido, e especialidade nos centros de saúde. Anti- complementaresdediagnóstico,atravésde –”‹ŽŠƒ”’ƒ••ƒ’‘”Ž‡˜ƒ”ƒƒ••‘…‹ƒ­ ‘ƒœ‘ƒ•‰‡cada vez mais, apostar na dinamiza- gamente só podiam entrar sócios até aos CONSULTAS MÉDICAS E DE ENFERMAGEM | 9H00 ÀS 12H30 ESPECIALIDADES: Clínica Geral | Neurologia, Psicologia, Pediatria, Otorrinolaringologia, Uro- logia, Alergologia, Ortopedia, Nutrição, Cardiologia, Ginecologia, Odontologia, Oftalmologia e Dermatologia. recursos próprios e de convenções ˆirma- ‘‰”žˆ‹…ƒ• †‘ …‘…‡ŽŠ‘ ‘†‡  ‘ ‡•–ž ’”‡•‡–‡ das com entidades de reˆerência” †‡•–ƒ…ƒ ’‘”‡š‡’Ž‘ƒ‘‘”” ‘ —ƒ˜‹Žƒ‹–‡‰”ƒ–‡†‘ •‘••ƒ•‡–”‡˜‹•–ƒ†ƒ•†‡•–ƒ…ƒƒ‹’‘”–Ÿ …‘…‡ŽŠ‘ “—‡ †‹•–ƒ “—‹Ž×‡–”‘• †‡ Ž…ž…‡” …‹ƒ †ƒ ƒ”–‹…—Žƒ­ ‘ †‘• ”‡…—”•‘• ±†‹…‘• ’ƒ”ƒ †‘ ƒŽ “Temos lá uma grande quantidade ‰ƒ”ƒ–‹” —ƒ ƒ••‹•–²…‹ƒ  ’‘’—Žƒ­ ‘ †ƒ ž”‡ƒ de pessoas que se está a tornar associa- †‡ ‹ˆŽ—²…‹ƒ †ƒ ••‘…‹ƒ­ ‘ Ž…ƒ…‡”‡•‡ †‘• da. Acho que é um caminho a pensar, em ‘…‘””‘•ï–—‘• “Dedicamo-nos de corpo e parceria com associações locais. Um dos alma para rentabilizar o equipamento e as nossos projectos seria a montagem de nossas potencialidades” ƒˆ‹”ƒ ƒ —À•ƒ uma carrinha itinerante, para prestação ‘ƒ”‡• …‡”–ƒ †‡ “—‡ ‡•–ƒ ± —ƒ ˆ‘”ƒ †‡ ’”‘ de serviços de apoio aos sócios que não Œ‡…–ƒ” ƒ ••‘…‹ƒ­ ‘ Ž…ƒ…‡”‡•‡ †‡ ‘…‘””‘• residissem na sede de ˆreguesia, dadas as ‘• ’ƒ”ƒ ‘ ‡š–‡”‹‘” “O que nós sentimos diˆiculdades de transportes” ƒ…”‡•…‡–ƒ quando viemos para a associação ˆoi que a —…‹†ƒ ‡””‡‹”ƒ ‹”ƒ ƒ’‘–ƒ “—‡ “—ƒ‹•“—‡” associação estava muito ˆechada à comuni- ’”‘Œ‡…–‘• “—‡ ˜‡Šƒ ƒ •‡” ‹’Ž‡‡–ƒ†‘• dade. Havia a necessidade de abrir, expan- –² †‡ ƒ–‡†‡” ƒ‘ ˆƒ…–‘ †‡ ƒ ’‘’—Žƒ­ ‘ ‡•–ƒ” dir e divulgar a associação. Uma das ver- ƒ‡˜‡ŽŠ‡…‡”—‹–‘”ƒ’‹†ƒ‡–‡ tentes que implementámos ˆoi a abertura ƒ „—•…ƒ †ƒ …‘•–ƒ–‡ ‹‘˜ƒ­ ‘ ‡ †‡ •‹‡”‰‹ƒ• à população e a outras instituições” …‘ˆ‡• ‹•–‹–—…‹‘ƒ‹• ƒ —À•ƒ ‘ƒ”‡• …‘•‹†‡”ƒ •ƒƒ•‡…”‡–ž”‹ƒ —ƒ‘’‹‹ ‘…‘””‘„‘”ƒ†ƒ’‘” “—‡ “actualmente, o mutualismo tem de —…‹†ƒ ‡””‡‹”ƒ ‹”ƒ “As pessoas vinham ser perˆeitamente enquadrado dentro da até nós, viam o espaço, mas não sabiam o economia social. Existe a necessidade de que se passava cá dentro” žˆ‘”ƒ‘’‡”ƒ†ƒ• se ˆomentar o conhecimento nestas insti- —†ƒ­ƒ• ‡•–”—–—”ƒ–‡• ƒ‘ À˜‡Ž †ƒ ‹ˆ‘”ƒ tuições, que prestam serviços que podem –‹œƒ­ ‘ †‘ ƒ”“—‹˜‘ ƒ••‘…‹ƒ–‹˜‘ ‡ ƒ ”‡ƒ„‹Ž‹–ƒ­ ‘ ser uma alternativa ao Serviço Nacional de †ƒ •‡†‡ •‘…‹ƒŽ ± —ƒ †ƒ• ‰”ƒ†‡• ’”‹‘”‹†ƒ†‡• Saúde e ao sector privado, a custos, em mé- †ƒ†‹”‡…­ ‘ “Neste momento, justiˆicava ter dia, mais reduzidos. Não podemos esperar uma pessoa proˆissionalizada na direcção, que o Estado nos ˆorneça tudo, se perspec- para dar resposta à dinâmica associativa tivarmos com espírito crítico a melhoria que se tem vindo a incrementar” ”‡‹–‡”ƒ contínua da nossa qualidade de vida”
  6. 6. CÂMARA MUNICIPAL DE ÉVORAOS DESAFIOS DA AFIRMAÇÃO DE UM ‘CLUSTER’ AERONÁUTICOÉvora tem, como se diz em bom português, asas para voar, abertas à inovação e ao empreendedorismo. É, mais tem crescido a nível turístico, nosjustamente, na base pioneira dos projectos diferenciadores que do Alto Alentejo se vislumbra a concretiza- últimos anos, um marco bem patente noção de um antigo sonho, o de concentrar num só local empresas de base tecnológica ligadas à aeronáutica, ano passado, pelo aumento registado namaterializando o ambicionado ‘cluster’ do sector. José Ernesto d’Oliveira, Presidente da Câmara Municipal taxa de ocupação da hotelaria e da res-de Évora, é o nosso entrevistado. tauração. Espero que este ano, apesar“D esde há muito que todos os FOTOS POR: CARLOS NEVES das condições excepcionais de crise em estudos de enquadramento que vivemos, sendo a principal porta de do desenvolvimento regio- entrada do turismo no Alentejo, consiga-nal do Alentejo apontam a região e parti- mos confirmar essa tendência” ”‡˜‡Žƒ ‘cularmente a cidade de Évora como uma ƒ—–ƒ”…ƒlocalização detentora de condições de ex- “Portugal tem talentos empresariais,celência para a prática e para a instalação tecnológicos e criativos que devem serde investimentos do domínio da indústria aproveitados, a bem de um país maisaeronáutica” ƒˆ‹”ƒ ‘ ’”‡•‹†‡–‡ …‘…”‡ competitivo e gerador de mais-valias em–‹œƒ†‘ “—‡ “a morfologia do terreno e termos da produção, em detrimento deas condições climáticas, extremamente uma tendência exclusiva de consumo” †‡favoráveis à prática do voo, são duas mais- ˆ‡†‡ ‘•± ”‡•–‘ † Ž‹˜‡‹”ƒ ”‡‹–‡”ƒ†‘ “—‡valias incontornáveis” “Évora tem todos os atributos para, em ƒ—–ƒ”…ƒ ”‡˜‡Žƒ “—‡ ƒ …‹†ƒ†‡ †‡ 2˜‘”ƒ Œž –‡ condições altamente competitivas, se po-†‡–”‘ †‡ ’‘”–ƒ• —ƒ ‡•…‘Žƒ †‡ ’‹Ž‘–‘• †‡ der constituir como um local de excelên- José Ernesto d’Oliveira, Presidente da Câmara Municipal de ÉvoraÀ˜‡Ž —†‹ƒŽ “—‡ ˆ‘”ƒ ’‹Ž‘–‘• †‡ Ž‹Šƒ cia para a instalação de indústrias de base…‘‡”…‹ƒŽ ’‘” ƒ‘ ’ƒ”ƒ ƒŽ± †‡ —‹–ƒ• ‡•…‘ aeronáutica e aeroespacial, bem como deŽƒ•†‡˜‘‘’Žƒƒ†‘‡†‡’ž”ƒ “—‡†‹•‘ 2˜‘”ƒ Ÿƒ”ƒ —‹…‹’ƒŽ †‡ 2˜‘”ƒ ƒ”…‘— ’”‡ “—ƒ†‘ ƒ ’”‹…‹’ƒŽ ‡•–”—–—”ƒ ƒ‡”‘’‘”–—ž”‹ƒ outro tipo de indústrias e de serviços, queƒ’‘”–ƒ — …‘Œ—–‘ ƒŽƒ”‰ƒ†‘ †‡ ‘ˆ‹…‹ƒ• †‡ •‡­ƒ ƒ ‡†‹­ ‘ †‘ ƒ”‹• ‹” Š‘™ †‘ ’ƒÀ• ‡•–‹˜‡” …‘•–”—À†ƒ ‡ Ž…‘…Š‡–‡ “O potenciem o emprego e sejam dinamiza-ƒ—–‡­ ‘ †‡ ƒ‡”‘ƒ˜‡• Ž‹‰‡‹”ƒ• ‡’”‡•ƒ• ‘ ƒ‹‘” …‡”–ƒ‡ †‘ —†‘ †‡†‹…ƒ†‘ ƒ‘ Alentejo tem sido uma das regiões que dores da economia da região”†‡ ’”‡•–ƒ­ ‘ †‡ •‡”˜‹­‘• ƒ‡”‘ž—–‹…‘•  ƒ‰”‹ •‡…–‘” ƒ‡”‘ž—–‹…‘ ‡ ƒ‡”‘‡•’ƒ…‹ƒŽ ƒ …‘˜‹–‡…—Ž–—”ƒ ‡ ƒ ‘—–”ƒ• ƒ…–‹˜‹†ƒ†‡• ‡…‘×‹…ƒ• ‡ †ƒ
  7. 7. ‰²…‹ƒ ’ƒ”ƒ ‘
  8. 8. ˜‡•–‹‡–‘ ‡ƒ…‘ŽŠ‡ƒ„ƒ•‡†‘•ƒ’‘‹‘•”‡‰‹‘ƒ‹•†‡…‘„ƒ ‘±”…‹‘ š–‡”‘ †‡ ‘”–—‰ƒŽ ‘ •‡–‹†‘ †‡–‡ƒ ‹…²†‹‘• ƒ‘À˜‡Ž†‘—Ž†‘ ’ƒÀ• ƒ’”‡•‡–ƒ” ‘ ƒ”“—‡
  9. 9. †—•–”‹ƒŽ ‡”‘ž—–‹…‘“Era nossa intenção e também fizemos †ƒ …‹†ƒ†‡ ‡ ƒ• …‘†‹­Ù‡• ‡š…‡’…‹‘ƒ‹• “—‡tudo ao longo dos anos para captar um –‡ Š‘Œ‡ ’ƒ”ƒ ’‘†‡” ƒ…‘ŽŠ‡” ƒ‹• ‹˜‡•–‹investimento âncora – um ‘cluster’ aero- ‡–‘•‡•–ƒž”‡ƒ “Foi para nós uma honranáutico na nossa cidade. Chegou a opor- partilhar este momento com 34 empre-tunidade de o fazermos. Conseguimos sas portuguesas, a maioria composta porchegar a acordo com a Embraer e com o jovens altamente qualificados, dedicadasEstado Português, fazendo com que esta à produção de elementos tecnológicosempresa brasileira, uma das maiores fa- altamente sofisticados para a indústriabricantes mundiais de aeronaves, instale aeronáutica, e contactar com potenciaisna cidade de Évora duas novas unidades investidores externos. É fundamental quede produção, uma dedicada às estruturas Portugal conheça a sua dinâmica e valo-metálicas, a outra aos materiais compósi- rize a sua produção, uma vez que se des-tos, criando postos de trabalho” ‰ƒ”ƒ–‡ ‘ tina, sobretudo, aos mercados externos”ƒ—–ƒ”…ƒ ˆƒœ‡†‘ ‘–ƒ” “—‡ “estas iniciativas ƒ••‡‰—”ƒ ‘ ’”‡•‹†‡–‡que acontecem no interior do Alentejo de- ”ƒ­ƒ†‘ ƒœ‹—–‡• ’ƒ”ƒ ‘˜ƒ• …‡–”ƒŽ‹†ƒ†‡•vem ser vistas como o fruto da capacidade ‘•± ”‡•–‘ † Ž‹˜‡‹”ƒ ”‡ˆ‡”‡ “—‡ 2˜‘”ƒ •‡ •‹de acreditar nas nossas competências, da –—ƒ Š‘Œ‡ ƒ …‡”…ƒ †‡ ‹—–‘• †‘ ƒ…–—ƒŽdeterminação e da esperança na afirma- ‡”‘’‘”–‘
  10. 10. –‡”ƒ…‹‘ƒŽ †‡ ‹•„‘ƒ — –‡ção de um futuro positivo, não só para os ’‘“—‡‹”ž†‹‹—‹”’ƒ”ƒ…‡”…ƒ†‡ ‹—–‘•nossos jovens, mas também para o país”
  11. 11. O CLUSTER AERONÁUTICO | PAÍS POSITIVO INDÚSTRIA DE MOBILIÁRIO PORTUGUÊS | PAÍS POSITIVO 54AERONÁUTICA PORTUGUESAAERONÁUTICA: UM CLUSTER NO HORIZONTEÉ na base de uma dinâmica de projectos de alto valor acrescentado, de inovação tecnológica e de formação de recursos humanos especializados,que tem sido colocada em evidência a vantagem da afirmação de um cluster aeronáutico português, à semelhança do que já existe na Europa Cen-tral, com a Alemanha e a França a assumirem a dianteira, seguidas da Bélgica, Espanha e Polónia. ˜‘…ƒ­ ‘ ‹‹‡–‡‡–‡ ‡š’‘” †‡ –”ƒ„ƒŽŠ‘ ‡ ”‡†‡ “—‡ ± ‘ ’”‹…À’‹‘ ‡–‘ ’‘–‡…‹ƒ†‘” †ƒ ‘ˆ‡”–ƒ ƒ…‹‘ƒŽ –‹…‘ ƒ ‘’‡”ƒ” ‘ ‘••‘ ’ƒÀ• ‡•–ž ƒ ‰ƒA –ƒ†‘”ƒ †ƒ ‹†ï•–”‹ƒ ƒ‡”‘ž—–‹…ƒ ± †‘ ’‘–‘ †‡ ˜‹•–ƒ ‡…‘×‹…‘‡ ‹ƒ…‡‹”‘ ‘ ƒ‹• ƒ’‡Žƒ–‹˜‘ ‡•–À—Ž‘ †ƒ ‡š‹•–²…‹ƒ †‡ “—ƒŽ“—‡” cluster ‘ •‡… –‘” ƒ‡”‘ž—–‹…‘ –‡ ˜‹†‘ ƒ ƒ••—‹” •‡ ‡ ‘”–—‰ƒŽ …‘‘ —ƒ ”‡ˆ‡”²…‹ƒ  Ž—œ †‡ ’”‘†—–‘• ‡ •‡”˜‹­‘• ƒŽ± ˆ”‘–‡‹”ƒ• ‘’‘•–‘ •‘„”‡–—†‘ ’‘” ’‡“—‡ƒ• ‡ ±†‹ƒ• ‡’”‡•ƒ• …”‹ƒ†ƒ• ‡ ’ƒ”–‡ Šƒ” ƒ••ƒ …”À–‹…ƒ ƒ• ± ’”‡…‹•‘ –‡” …‘•…‹²…‹ƒ †‡ “—‡ •× —ƒ ‡•–”ƒ–±‰‹ƒ †‡ ƒ ‹”ƒ­ ‘ †‡ …‘’‡–²…‹ƒ• ‘”‰ƒ‹ …”‹ƒ­ ‘ †‘ cluster ƒ‡”‘ž—–‹…‘ ƒ…‹‘ †‡ — ‡Ž‡‡–‘ …‘— ƒ ˆ‘”ƒ­ ‘ ’‘” Œ‘˜‡• ƒŽ–ƒ‡–‡ “—ƒŽ‹ ‹…ƒ†‘• ‘ œƒ…‹‘ƒ‹• ‡ …‘‡”…‹ƒ‹• ”‡•—Ž–ƒ”ž ‘ – ‘ƒŽ ƒ”–‹†‘ †‡ —ƒ ‹Ž‘•‘ ‹ƒ ‹–‡‰”ƒ†ƒ …‘Š‡…‹‡–‘ ± ’‘” ‡•–ƒ ˜‹ƒ ‘ ‡Ž‡ –‡…‹†‘ ‡’”‡•ƒ”‹ƒŽ †‘ •‡…–‘” ƒ‡”‘ž— †‡•‡Œƒ†‘ •—…‡••‘
  12. 12. UNIVERSIDADE DA BEIRA INTERIOR | DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS AEROESPACIAISNAS ASAS DA FORMAÇÃODE EXCELÊNCIA Entrevista com Pedro Gamboa, Presidente do Departamento de Ciências Aeroespaciais da Universidade da Beira Interior –ƒ ƒ…–—ƒŽ‡–‡ …‘ ‘˜‡ †‘—–‘”ƒ†‘• …‹…‘ ž—–‹…ƒ ‡•†‡ ƒ •—ƒ …”‹ƒ­ ‘ ‘ Œž ˆ‘”‘— —ƒ‹• ± “—‡ • ‘ ‘• …‹…Ž‘• †‡ ‡•–—†‘• ‡ ”‡•’‡…–‹ ƒŽ—‘• †‡ †‘—–‘”ƒ‡–‘ ‡ ƒ‹• †‡ ƒŽ—‘• ƒ‹• †‡ ‰‡Š‡‹”‘• ‡”‘ž—–‹…‘• ‡•–ƒ ˜ƒ• “—ƒŽ‹ˆ‹…ƒ­Ù‡• “—‡ ƒ ‹˜‡”•‹†ƒ†‡ †ƒ ‡‹”ƒ †‡ ‡•–”ƒ†‘ ƒ †‡•‡˜‘Ž˜‡” –”ƒ„ƒŽŠ‘• ƒ• ž”‡ƒ• †‘ ƒ ƒ‹‘” ’ƒ”–‡ ƒ ‡š‡”…‡” ˆ—­Ù‡• ‘ ”ƒ‘
  13. 13. –‡”‹‘” ‘ˆ‡”‡…‡ ‘ †‘À‹‘ †ƒ• ‹²…‹ƒ• ‡”‘ ƒ…‹ƒ ”‡ˆ‡”‹†ƒ• ‡”‘ ± ˆ‘”–‡ ‡–”‡ ‘—–”‘• ƒ‡”‘ž—–‹…‘ †‡–”‘ ‡ ˆ‘”ƒ †‘ ’ƒÀ• ‘• ‹‘• ‡•’ƒ…‹ƒ‹• –‡ƒ• ‘ ‡•–—†‘ †‡ Œƒ…–‘• …”—œƒ†‘• ‡ Œƒ…–‘• “—ƒ–”‘ ƒ‘• Ž‡…–‹˜‘• ˆ‘”ƒ …‘…Ž—À†ƒ• …‡”…ƒ “—ƒ†”ƒ†‘ •‡ ‘ …‘–‡š–‘ †‘ ’”‘…‡••‘ †‡ ‹…‹†‡–‡• –ƒ‹• …‘‘ ‘• “—‡ • ‘ ’”‘†—œ‹†‘• †‡ †‹••‡”–ƒ­Ù‡• †‡ ‡•–”ƒ†‘ …–—ƒŽ‡–‡ ‘Ž‘Šƒ ƒ…–—ƒŽ‡–‡‘ –‡ƒ•‡—…ƒ”‰‘‘• ’‘” —ƒ ƒ‡”‘ƒ˜‡ †‡ †‡•…‘Žƒ‰‡ ˜‡”–‹…ƒŽ ‡ ‘ ‡•– ‘ ‹•…”‹–‘• ‘• …—”•‘• †‘ …‡”…ƒ †‡ …‹…Ž‘•†‡‡•–—†‘•…‘†—…‡–‡•ƒ‘‰”ƒ—†‡‹…‡ †‡•‡˜‘Ž˜‹‡–‘†‡‘˜‘•…‘…‡‹–‘•†‡ƒ‡”‘ƒ ƒŽ—‘• †‹•–”‹„—À†‘• ƒ’”‘š‹ƒ†ƒ‡–‡ †ƒ •‡ Pedro Gamboa, Presidente do Departamento de …‹ƒ†‘ ‡ ‰‡Šƒ”‹ƒ ‡”‘ž—–‹…ƒ –”²• ƒ‘• ‡ ˜‡• …‘‘ ƒŽ‰—• “—‡ ’‡”‹–‡ ƒ —†ƒ­ƒ †‡ ‰—‹–‡ ˆ‘”ƒ ‘ ‹…Ž‘ ‘ ‹…Ž‘ Ciências Aeroespaciais da Universidade da Beira Interior ƒ‘ ‰”ƒ— †‡ ‡•–”‡ ‡ ‰‡Šƒ”‹ƒ ‡”‘ž—–‹…ƒ ˆ‘”ƒ‡˜‘‘ ‘ “—‡–‡ƒ‹•‹˜‡•–‹‰ƒ ‡ ‘ ‹…Ž‘ ‘• ‹‘• †‘‹• ƒ‘• –‘†ƒ• ƒ•—ƒ†‘ ‡ …‘ “—‡ ‘„Œ‡…–‹˜‘ ± “—‡ ˆ‘‹ ‹•–‹–—À †‘‹• ƒ‘• ‘• “—ƒ‹• ’‡”‹–‡ …‘Œ—–ƒ‡ †‘”‡• •ƒŽ‹‡–ƒ •‡ƒž”‡ƒ†‡†‹Ÿ‹…ƒ‡…‘–”‘Ž‘ ˜ƒ‰ƒ•†ƒ‹…‡…‹ƒ–—”ƒ‡ ‰‡Šƒ”‹ƒ ‡”‘ž—†‘ ‘ ‡’ƒ”–ƒ‡–‘ †‡ ‹²…‹ƒ• ‡”‘‡•’ƒ…‹ƒ‹• –‡ ƒ†“—‹”‹” “—ƒŽ‹ˆ‹…ƒ­Ù‡• ”‡…‘Š‡…‹†ƒ‡–‡ †‡…‘”’‘•‡•’ƒ…‹ƒ‹• –‹…ƒˆ‘”ƒ’”‡‡…Š‹†ƒ•’‘”ƒŽ—‘•‡’”‹‡‹”ƒ ‘•‡‹‘†ƒ‹˜‡”•‹†ƒ†‡†ƒ ‡‹”ƒ
  14. 14. –‡”‹‘” •—ˆ‹…‹‡–‡• ’ƒ”ƒ ‘ ‡š‡”…À…‹‘ †ƒ ’”‘ˆ‹•• ‘ †‡ ‘’­ ‘ ƒ„± ‘• ‹‘• †‘‹• ƒ‘• ‘
  15. 15. ‡‰‡Š‡‹”‘ ƒ‡”‘ž—–‹…‘ ƒ “—ƒŽ •‡ …ƒ”ƒ…–‡”‹œƒ ‘•–ƒ”‹ƒ †‡ †ƒ” ƒ …‘Š‡…‡” ‘ ‡’ƒ”–ƒ‡–‘ †‡ …‡Ž‡„”‘— …‡”…ƒ †‡ †‡œ ’”‘–‘…‘Ž‘• †‡ …‘Žƒ„‘”ƒ ˆ‘‹ ‹•–‹–—À†‘ ‡ …‘ ‘ ‹–—‹–‘ †‡ ’‡Žƒ ”‡ƒŽ‹œƒ­ ‘ †‡ ƒ…–‹˜‹†ƒ†‡• †‡ ‹˜‡•–‹‰ƒ­ ‘ ‹²…‹ƒ• ‡”‘‡•’ƒ…‹ƒ‹• †ƒ
  16. 16. ƒ ג–‹…ƒ †‡ ˆƒ… ­ ‘ …‘ ‡’”‡•ƒ• ‡ ‘—–”ƒ• ‹•–‹–—‹­Ù‡• ‡ ‡•–‡…‘‘”†‡ƒ” ƒ ‹…‡…‹ƒ–—”ƒ ‡ ‰‡Šƒ”‹ƒ ‡”‘ …‘…‡’­ ‘ ‡•–—†‘ ’”‘Œ‡…–‘ ˆƒ„”‹…‘ …‘•–”—­ ‘ –‘•‡ï‡”‘•”‡Žƒ–‹˜‘••—ƒ†‹Ÿ‹…ƒ ƒ‘…‘…Ž—‹——…‘–”ƒ–‘…‘ƒ‘…Š‡‡†ƒ”ž—–‹…ƒ …—”•‘ …”‹ƒ†‘ ‡ ‡•’‡…‹ƒŽ‡–‡ ’”‘†—­ ‘ ˆ‹•…ƒŽ‹œƒ­ ‘ …‘–”‘Ž‘ †‡ “—ƒŽ‹†ƒ†‡ ‡
  17. 17. ˆ‘‹ ƒ ’”‹‡‹”ƒ ‹•–‹–—‹­ ‘ ƒ…‹‘ƒŽ ƒ ‹ –‹ —ƒ†ƒ•ƒ‹‘”‡•‡’”‡•ƒ•ƒ‡”‘ž—–‹…ƒ•†‘˜‘…ƒ…‹‘ƒ†‘’ƒ”ƒƒˆ‘”ƒ­ ‘†‡–±…‹…‘••—’‡ ‰‡•– ‘‘•‡…–‘”ƒ‡”‘ž—–‹…‘ ‘Ÿ„‹–‘†‡— ‹•–”ƒ” —ƒ ‹…‡…‹ƒ–—”ƒ ‡ ‰‡Šƒ”‹ƒ ‡”‘ —†‘”‹‘”‡• ƒ• ž”‡ƒ• †ƒ• …‹²…‹ƒ• ƒ‡”‘‡•’ƒ…‹ƒ‹• ‡ –‡”…‡‹”‘ …‹…Ž‘ †‡ ‡•–—†‘• ‘ …‘ˆ‡”‡ ƒ‹†ƒ”‡•’‘•–ƒ  …ƒ”‡–‡ ‘ˆ‡”–ƒ †‡ ”‡…—”•‘• Š—ƒ‘• ‘ ‘—–‘”ƒ‡–‘ ‡ ‰‡Šƒ”‹ƒ ‡”‘ž—–‹…ƒ“—ƒŽ‹ˆ‹…ƒ†‘•‡•–‡†‘À‹‘ƒÀ˜‡Žƒ…‹‘ƒŽ •–‡ –”²•ƒ‘• “—‡…‘–‡’Žƒ—ƒˆ‘”ƒ­ ‘ƒ˜ƒ…—”•‘ ’”‡–‡†‹ƒ †‘–ƒ” ‘• ˆ—–—”‘• ‰‡Š‡‹”‘• ­ƒ†ƒ ˜‹•ƒ†‘ —ƒ ƒŽ–ƒ “—ƒŽ‹ˆ‹…ƒ­ ‘ …‹‡–Àˆ‹…ƒ ‡”‘ž—–‹…‘•…‘—ƒˆ‘”ƒ­ ‘–±…‹…ƒ‡…‹‡ ƒ†‡“—ƒ†ƒ ƒ‘ †‡•‡’‡Š‘ †‘• ’”‘ˆ‹••‹‘ƒ‹•–Àˆ‹…ƒ •×Ž‹†ƒ ‡ ’”‘Œ‡…–‘ ˆƒ„”‹…‘ ƒ—–‡­ ‘ –ƒ–‘ ‡ ƒ„‹‡–‡ ƒ…ƒ†±‹…‘ …‘‘ ‡’”‡•ƒ‡ ‘’‡”ƒ­ ‘ †‡ ƒ‡”‘ƒ˜‡• ‡ †‘• •‡—• •‹•–‡ƒ• ‡ ”‹ƒŽ ‘ ’”ך‹‘ ƒ‘ Ž‡…–‹˜‘ ‡–”ƒ”ž ‡ ˆ—…‹‘…‘’‘‡–‡• ƒ‡–‘‘‡•–”ƒ†‘
  18. 18. –‡‰”ƒ†‘‡ ‰‡Šƒ”‹ƒ ‡”‘ž—–‹…ƒ …‹…‘ ƒ‘• “—‡ •—„•–‹–—‹”ž ‘• ‘“—‡‡•–”—–—”ƒ‡ƒ–”‹„—‹­Ù‡•±“—‡‘ ‡’ƒ” ƒ…–—ƒ‹• ‡ ‹…Ž‘•‡ ‰‡Šƒ”‹ƒ ‡”‘ž—–ƒ‡–‘ †‡ ‹²…‹ƒ• ‡”‘‡•’ƒ…‹ƒ‹• †ƒ
  19. 19. •‡ –‹…ƒƒ’”‡•‡–ƒ ‡ –‡”‘• †‡ ‡“—‹’ƒ‡–‘• ‡ †‡”‡…—”•‘•Š—ƒ‘• ‡†‘ ƒ ‹‘˜ƒ­ ‘ — ‡Ž‡‡–‘ †‡–‡”‹ƒ–‡ ’‘••—‹ Žƒ„‘”ƒ–×”‹‘• ‡•’‡…Àˆ‹…‘• †‡ ƒ’‘‹‘ ‡ ƒ‰Ž—–‹ƒ†‘” ƒ ƒˆ‹”ƒ­ ‘ †‡ ’”‘Œ‡…–‘• †‡ ”‡• ‘”ƒ‹• ƒ…–‹˜‹†ƒ†‡• Ž‡…–‹˜ƒ• †‘• •‡—• …‹…Ž‘• ˆ‡”²…‹ƒ ‘ •‡…–‘” ƒ‡”‘‡•’ƒ…‹ƒŽ “—ƒ‹• ± “—‡ • ‘†‡ ‡•–—†‘• ‡ ƒ –”ƒ„ƒŽŠ‘• …‹‡–Àˆ‹…‘• ƒ••‘…‹ƒ†‘• Š‘Œ‡ ‘• ï…Ž‡‘• †‡ ‹˜‡•–‹‰ƒ­ ‘ ‡ †‡•‡˜‘Ž˜‹ •—ƒ ‹˜‡•–‹‰ƒ­ ‘ ƒ”ƒ ƒŽ± †‘• Žƒ„‘”ƒ–×”‹‘• ‡–‘–‡…‘Ž×‰‹…‘†ƒ
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