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Estudio elaborado en 2008-2009 por un equipo internacional integrado por: Herrn Norman Spitzegger …

Estudio elaborado en 2008-2009 por un equipo internacional integrado por: Herrn Norman Spitzegger
(Studienteamleiter, Österreich), Herrn Luis Alberto Montalvan Avendano
(Ökonom, Nikaragua), Frau Karin Reinprecht (Ökonomin, Südafrika), Herrn
Gerhard Kovatsch (Entwicklungsexperte, Nikaragua), Frau Oglacela Aleman Benavides (Rechtsexpertin,
Nikaragua), Frau Anke Urbina (Übersetzerin, Nikaragua) und Herrn
Peter Maurer (Lektor, Wien).

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Transcript

  • 1. Microfinance Sector Studyin NicaraguaAnalyse und OptionenIm Auftrag der OeEB, durchgeführt von N. SpitzeggerWien, Juli 2009
  • 2. !"#$%&"()*"*+"#($(,-(*!"#$%&()"*(+,-./""((0."(1"-2&)34)"5(.6(!)7-2#5((*2(+&-22.34.&34"(0"-8.39$)"5&:#"9(!;((
  • 3. ( Inhaltsverzeichnis./01234+56782389:;+96 <<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<< =!7>2?>2@ <<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<< A!8B8:4@978*64!!.2C <<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<DD!D<! E82*!902>F9+.+3680@>2*9+*+90.2.54.<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<DG!!"!"! #$%&($)*+,-(%*.%,/(0,1&+%234$5%26)&%&234*2,785*)0 """""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""!9!!":"! #;4*+*,<*%+$34%/(=,0*+,<+$(34* """""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""!>! "#$#"#! %&!()*+,)-+,!./+*0!)-!1&/023&,4,5-/+20-!&,!6&/4047*4!&8!9*:&!$;;<##############"=! 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"#B#$#! %&!N2::!)0!Q4,/,4*3-&FG+###################################################################################################################HY!!"G"! H*+26*D%&E*(,/(0,A*2%+&D%&(*(,&8,I&($(@2J2%*8 """""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""FK! "#S#"#! K0-V/+&@,!*,)!C&,-FG0U,/*,7,!&8!NFG+-(0&FG################################################################H=! "#S#$#! 1Z7:&FG/&+,!3[0!@0(--0+!>&,4,5V02)*/+!&,!6&/4047*4 ##################################################Y;! "#S#B#! O0,)-W!)&!),!7-+5:&FG,!N4G8,!(+033, #############################################################################Y"!H<! 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FG:*--32:70*,7,![(0!1&/023&,4,5, ############################################################################################YA! B#"#$#! FG:*--32:70*,7,![(0!)&!1>M###########################################################################################################=;! B#"#B#! FG:*--32:70*,7,![(0!)&!140/+V2+,+&4: #################################################################################=$! B#"#S#! FG:*--32:70*,7,![(0!N7*:&0*,7!-2E&![(0!0FG+:&FG!*,)!&,-+&+*+&2,::! N4G8,()&,7*,7, #################################################################################################################################=B! 3
  • 4. 3.2. Strategien zur Geschäftstätigkeit der OeEB in Nikaragua .......................................................................75 3.2.1. Kurzfristige Szenarien der Geschäftstätigkeit .................................................................................. 75 3.2.2. Die potenziellen Partner im Überblick ................................................................................................ 77 3.2.3. Tabellenübersicht der vier Partner ....................................................................................................... 81 3.2.4. Szenarien einer längerfristigen Geschäftstätigkeit ........................................................................ 893.3. Potenzielle Auswirkungen der Geschäftstätigkeit auf die Entwicklungspolitik des Landes ...........................................................................................................................................................................90 3.3.1. Kurzfristige Auswirkung eines Engagements der OeEB im MF-Bereich .............................. 91 3.3.2. Längerfristige Auswirkung ....................................................................................................................... 923.4. Synergien mit der OEZA und anderen Gebern ...............................................................................................934. ANNEXE ................................................................................................................... 944.1. Die Feldstudie .............................................................................................................................................................94 4.1.1. Anhänge zur Untersuchung des Angebotes ....................................................................................... 94 Anhang 1: Liste der interviewten Institutionen ............................................................................. 95 Anhang 2: Leitfaden der Interviews .................................................................................................... 96 Anhang 3: Ergebnisse der Interviews ................................................................................................. 99 4.1.2. Anhänge zur Untersuchung der Nachfrage (Kundenzufriedenheit) .................................... 112 Anhang 4: Terms of Reference und Auswahl der Umfrage ..................................................... 113 Anhang 5: Umfrage – Fragebogen ...................................................................................................... 116 Anhang 6: Umfrage – Ergebnisse ........................................................................................................ 117 4.1.3. Anhänge zur Vertiefung der Ergebnisse (Kundenzufriedenheit durch Fokusgruppen) ............................................................................................................................................ 127 Anhang 7: Fokusgruppen – Liste der Teilnehmer ....................................................................... 128 Anhang 8: Fokusgruppen – Programm und methodischer Leitfaden ................................ 130 Anhang 9: Fokusgruppen – Ergebnisse ............................................................................................ 132 4.1.4. Anhänge zur Analyse der rechtlichen Rahmenbedingungen und Regulierung ............... 134 Anhang 10: Gutachten über den rechtlichen Rahmen ............................................................... 135 Anhang 11: Matrix – gesetzlicher Rahmen für Finanzinstitutionen in Nikaragua........ 151 Anhang 12: Liste der interviewten Entscheidungsträger ........................................................ 166 Anhang 13: Leitfaden der Interviews ............................................................................................... 167 Anhang 14: Hinweis auf die Ergebnisse .......................................................................................... 1674.2. Sonstige Anlagen .................................................................................................................................................... 168 4.2.1. Relevante Statistiken ................................................................................................................................. 168 4.2.2. Grunddaten Mikrofinanz zu Nikaragua ............................................................................................. 178 4.2.3. Quellen – Nationaler Kontext ................................................................................................................. 179 4.2.4. Quellen – Mikrofinanzbranche .............................................................................................................. 180 4.2.5. Quellen – Gesetzlicher Rahmen ............................................................................................................ 182 4.2.6. Quellen – Empfehlungen .......................................................................................................................... 183 4.2.7. Bankenbilanzen von ProCredit und BDF 2008 .............................................................................. 185 4.2.8. Refinanzierung FDL und FUNDESER .................................................................................................. 192 4.2.9. Empfehlungen zur Verbreitung der Studie ...................................................................................... 199 4.2.10. Landkarte von Nikaragua ........................................................................................................................ 199 4
  • 5. ( Abkürzungsverzeichnis000C in tausend gold cordoba (NIO)20 de Abril R.L. Cooperativa de Servicios Multiples 20 de Abril R.L.ACCION/CAMEL Tool for capital adequacy, asset quality, management, earnings and liquidity of MFIsACCOVI Asociación Cooperativa de Ahorro y Crédito Magisterial Vicentina de R.L., El SalvadorACODEP Asociación de Consultores para el Desarrollo de la Peque- ña, Mediana y Micro EmpresaACORDE Asociación Costarricense para Organizaciones de Desar- rolloADIM Asociación Alternativa para el Desarrollo Integral de las MujeresADRI Apoyando la Micro y Pequeña Empresa, Costa RicaAECID Agencia Española de Cooperación Internacional para el Desarrollo (Ministerio de Asuntos Exteriores y de Cooper- ación)AFODENIC Asociación para el Fomento al Desarrollo de NicaraguaALBA Alternativa Bolivariana para las AméricasASEI Asociación de Extensionistas Empresariales del INCAEASOBANP Asociación de Bancos Privados de NicaraguaASODERI Asociación del Desarrollo de RivasASOMI Asociación de Organizaciones de Microfinanzas de El SalvadorASOMIF Asociación Nicaragüense de Instituciónes de Microfinan- zasASSA (Grupo) Assa Compañía de SegurosBAC Banco de América CentralBANCENTRO Banco CentroamericanoBANCOUNO nunmehr CITIBANKBANDES Banco de Desarrollo Económico y Social de VenezuelaBANEX Banco del Exito (früher FINDESA)BANPRO Banco de la ProduccionBCIE Banco Centroamericano de Integracion EconomicaBDF Banco de FinanzasBDS Business Development ServicesBIP Brutto InlandsproduktBNP Brutto NationalproduktCARUNA Caja Rural NacionalCDRO Asociación Cooperación para el Desarrollo Rural de Occi- denteCEI Center for Export and Investment NicaraguaCEO Chief Executive OfficerCEPAL Comisión Económica para América Latina (UNO)CEPRODEL Centro de Promoción del Desarrollo LocalCGAP Consultative Group to Assist the Poor 5
  • 6. (CONIMIPYME Consejo Nicaragüense de la Micro, Pequeña y Mediana EmpresaCONSUMIPYME Consejo superior de la Micro, Pequeña y Mediana Empre- saCOSUDE Agencia Suiza para el Desarrollo y la Cooperación (DEZA)CRYSOL Fundación CRYSOLDAC/OECD Development Assistance Committee der Organisation für wirtschaftliche Zusammenarbeit und Entwicklung (Organi- sation for Economic Co-operation and Development)DANIDA Danish Ministry of Foreign AffairsDEZA Die Direktion für Entwicklung und Zusammenarbeit (DEZA) eine Agentur für internationale Zusammenarbeit im Eidgenössischen Departement für auswärtige Angele- genheiten (EDA)DPYME - MIFIC Dirección de Políticas de Fomento de la Pequeña y Me- diana Empresa – Ministerio de Fomento Industria y Co- mercioENLACE ENLACE – Servicios Financieros S.A de C.V.EZA EntwicklungszusammenarbeitFAFIDESS Fundación de Asesoría Financiera a Instituciónes de Des- arrollo y Servicio SocialFAMA Fundación para el apoyo de la MicroempresaFAMA OPDF Familia y Medio Ambiente ODPFFDL Fondo de Desarrollo LocalFEM Fundación entre mujeresFEMUPROCAN Federación de mujeres productoras de NicaraguaFENACOP Federación Nacional de Cooperativas Agropecuarias y AgroindustrialesFIA Fundación Interamericana (ACODEP)FIDEG Fundación Internacional para el Desafío Económico Glo- bal (International Foundation for Global Economic Chal- lenge)FIDERPAC Fundación Integral de Desarrollo Rural del Pacífico Cen- tral, Costa RicaFINCA Nicaragua Fundación Internacional para la Asistencia ComunitariaFINDESA Financiera Nicaraguense de Desarrollo S.A.FJN Fundación José NieborowskiFMO The entrepreneurial development bank of the NetherlandsFNI Financiera Nicaragüense de InversionesFODEM Fondo de Desarrollo para la MujerFOGADE Fondo de Garantía de Depósitos de las Instituciónes Fin- ancierasFOMIC Fondo de Microproyectos Costarricenses Sociedad CivilFUDEMI Fundación para el Desarrollo de la MicroempresaFUNDEA Fundación para el Desarrollo Empresarial y AgrícolaFUNDECOCA Fundación Unión y Desarrollo de las Comunidades Cam- pesinas, Costa RicaFUNDENUSE Fundación para el Desarrollo de Nueva SegoviaFUNDEPYME Fundación del Desarrollo Empresarial de la Pequeña y Mediana Empresa. 6
  • 7. (FUNDESER Fundación para el Desarrollo Socioeconómico RuralGEZA Gemeinnützige Entwicklungszusammenarbeit (Österreich- ische NRO)GL General LawIADB Inter-American Development BankIDE International Development EnterprisesINCAE Centroamericano de Administración y EmpresasINFOCOOP Instituto Nacional de Fomento CooperativoINPYME Instituto Nicaragüense de Apoyo a la Pequeña y Mediana Empresa (Teil des MIFIC)INSS Instituto Nicaraguense de Seguridad SocialISF Ingeniería Sin FronterasKfW Kreditanstalt für WiederaufbauMAGFOR Ministerio Agropecuario y ForestalMDG Millennium Development GoalsMF MikrofinanzMFI MikrofinanzinstitutionMFIs Microfinance InstitutionsMIFIC Ministerio de Fomento, Industria y ComercioMIX/REDCAMIF The Mix Market for Red Centroamericana de Microfinan- zasMKMB Mikro-, Klein- und MittelbetriebeNGO Non Governmental OrganisationNITLAPAN/UCA Instituto de investigacion aplicada y promocion del des- arrollo local/Universidad Centroamericana NicaraguaNRO Nicht-RegierungsorganisationOeEB Oesterreichische Entwicklungsbank AGOEZA Österreichische EntwicklungszusammenarbeitODEF-OPDEF Organización de Desarollo Empresarial FemininoPASA-DANIDA Programa de Apoyo al Sector Agrícola-Danish Ministry of Foreign AffairsPRESTANIC Fondo Nicaragüense para el Desarrollo ComunitarioPRODESA Fundación para la Promoción y DesarrolloPROMIFIN PROMIFIN-COSUDE ist ein Geberprogramm der DEZAPROMUJER Programa para la MujerRAAS Region Autonoma del Atlantic SurREDCAMIF The Red Centroamericana de MicrofinanzasREDCOM Red Costarricense de Organizaciones para la Microem- presaREDIMIF Red de instituciónes de microfinanzas de GuatemalaREDMICROH Red Nacional de Instituciónes de Microfinanzas de Hon- durasREDPAMIF Red Panameña de MicrofinanzasROA or ROAA Return On Assets (or Return On Average Assets)ROE or ROAE Return On Equity (or Return On Average Equity)SIBOIF/SIB Superintendencia de Bancos y Otras Instituciónes Finan- cieras (Aufsichtsbehörde von Banken und anderen Fin- anzinstitutionen)UCOSEMUN Unión de Cooperativas de Servicios Multiples del Norte (Kaffeekooperative) 7
  • 8. (UNAG Unión Nacional de Agricultores y GanaderosUNDP United Nations Development ProgrammeURL Uniform Resource LocatorUSAID United States Agency for International Development 8
  • 9. ( VorwortAnfang 2008 nahm die damals neu gegründete Oesterreichische Ent-wicklungsbank AG (OeEB) ihre Tätigkeit auf. Die OeEB-AG ist eine privateFinanzinstitution mit öffentlichem Auftrag. Um bestimmte Grundlagen für ihreentwicklungspolitische finanzielle Kooperation mit Entwicklungsländern herzu-stellen, vergab die OeEB einen Auftrag für einen umfassenden Bericht zumThema der Mikrofinanzierung: In einer systematischen Untersuchung desMikrofinanzsektors in Nikaragua soll der Sektor analysiert und dessen Akteurevorgestellt werden.Der Auftrag enthält die Entwicklung eines konzeptionellen Rahmens für denBereich Mikrofinanzierung als potenzielles zukünftiges Handlungsfeld derOeEB (Geschäftsmöglichkeit) durch die Darstellung von werthaltigen Mikro-finanzierungsprojekten in Nikaragua mit Fokus auf die Sektoren- und Ziel-gruppenbestimmung sowie auf die Analyse von Nachfrage und Angebot. Aufder Grundlage der Auswertung der Ergebnisse der Analysen wird einebegrenzte Auswahl an konkreten Finanzierungseinrichtungen beschrieben,welche als mögliche Partner der OeEB fungieren könnten. Diese Auswahlumfasst gleichermaßen kommerzielle Banken als auch sogenannte nichtregulierte Mikrofinanzinstitutionen (MFI).Das Studienteam bestand aus Herrn Luis Alberto Montalvan Avendano(Ökonom, Nikaragua), Frau Karin Reinprecht (Ökonomin, Südafrika), HerrnGerhard Kovatsch (Entwicklungsexperte, Nikaragua), Herrn Norman Spitzeg-ger (Studienteamleiter, Österreich), Frau Oglacela Aleman Benavides (Rechts-expertin, Nikaragua), Frau Anke Urbina (Übersetzerin, Nikaragua) und HerrnPeter Maurer (Lektor, Wien).Das Befragungsteam für die Feldstudie an 375 MKMB setzte sich aus FrauDanelia Benavides (Nueva Guinea), Frau Scarlett Guillen (Nueva Guinea),Frau Claudia Martinez (León y Chinandega), Frau Angeles Caceres (Esteli),Herrn Douglas Ruiz (Catarina), Frau Emma Calero (La Concepcion), HerrnHarold Vilchez (Masaya), Herrn Marvin Calero (Masaya) und Herrn MassielZeledon (San Juan de Oriente) zusammen.Unser Dank gilt der OeEB, die uns den Auftrag zu dieser interessanten Arbeiterteilte, und ergeht dort vor allem an Frau Susanne Wegl, die den Studien-fortschritt stets mit ihrem Erfahrungsschatz und ihrer Sachkenntnis bereicherthat.Die in diesem Bericht verwendeten personenbezogenen Ausdrücke umfassenFrauen und Männer gleichermaßen. Sofern nicht anders angegeben, beziehensich die ausgewiesenen Internetquellen (URL) auf Zugriffe, die im Zeitraumvon Juli 2008 bis März 2009 erfolgten. N. Spitzegger Studienteamleiter Wien, Juni 2009 9
  • 10. (10
  • 11. ( Executive SummaryIm Auftrag der Oesterreichischen Entwicklungsbank (OeEB) hat eine interna-tional besetzte Expertengruppe unter der Leitung von Mag. Norman Spitzeggereine umfassende Analyse des Mikrofinanzsektors in Nikaragua erarbeitet.Die Studienbeauftragten richteten ihre Aufmerksamkeit in erster Linie auf dieErfahrungen und die wirtschaftliche Situation der Betroffenen: Mit einer Befra-gung von 375 Mikro-, Klein- und Mittelbetrieben sowie von Fachleuten ausPolitik und (Finanz)Wirtschaft in Nikaragua hat die OeEB ausführliche Detail-kenntnisse über den aktuellen Stand des Mikrokreditwesens in dem zentral-amerikanischen Land erhoben.Nikaragua ist das zweitärmste Land in Lateinamerika. Seine Geschichte istvon Aufstand, Krieg, politischer Instabilität und verheerenden Naturkatastro-phen geprägt. Die Hälfte seiner Bevölkerung lebt heute unter der Armuts-grenze. Zugleich hat sich in diesem Schwerpunktland der österreichischenEntwicklungszusammenarbeit das Mikrokreditwesen zu einem dynamischenSektor mit Zukunftspotential entwickelt. Eine große Anzahl an Entwicklungs-banken aus den Industrieländern kooperiert heute mit nikaraguanischenMikrofinanzinstitutionen und kommerziellen Banken um das Angebot anFinanzdienstleistungen auszubauen. Diese Erweiterung des Kreditangeboteshat bisher allerdings mehr der Befriedigung des Konsums gedient und weitweniger der Unterstützung der Produktion. Dies gilt auch für die ländlichen Be-reiche, wo Mikrokredite für landwirtschaftliche Dienstleistungen und den Han-del zur Verfügung stehen jedoch kaum für die Primärproduktion und derenVerarbeitung. Auch haben Städte und Ballungsräume von Siedlungen meistZugang zu Mikrofinanzdienstleistungen, doch entspricht diese Konzentrationeher der politisch-administrativen Einteilung des Landes, als der Wirtschafts-dynamik der einzelnen Regionen. So sind Zonen mit hohem wirtschaftlichemPotential ausserhalb der urbanen Zentren weiterhin marginalisiert und ohneVersorgung durch Mikrokredite. Aufgrund der genannten Faktoren bleibt dergegenwärtige Impakt des Mikrofinanzwesens im Kampf gegen die Armutbeschränkt.Die von der OeEB in Nikaragua beauftragte Studie hat die Durchleuchtung desMikrofinanzsektors und die Beschreibung seiner bedeutendsten Akteure zumZiel. In einem ersten Schritt wurden das wirtschaftspolitische Umfeld, die der-zeitigen Formen der Kreditvergabe, die sozialen und wirtschaftlichen Effekteder Mikrofinanzaktivitäten sowie Perspektiven und Restriktionen im nikaragua-nischen Finanzsystem behandelt. Besonderes Augenmerk galt der Rolle derFrauen sowie der Erhebung der Kundenmeinung zu Auswirkungen des Kredi-tes auf gewerbliche oder landwirtschaftliche Betriebe und dem Bedarf anangepassten Finanzprodukten. Zusätzlich wurden Einzelanalysen der wichtig-sten Akteure vor Ort angefertigt, wobei sowohl die unter staatlicher Regulie-rung stehenden als auch nicht regulierte Institutionen Berücksichtigung fanden.Ein weiterer Fokus der Studie bestand in der Untersuchung der rechtlichen 11
  • 12. (Rahmenbedingungen und von bereits existierenden bzw. geplanten Regulie-rungen im Mikrofinanzwesen von Nikaragua.Das Kernstück der Studie stellt die Auswertung der direkten Befragung von375 kleingewerbetreibenden Mikrokreditkunden dar, die in Kapitel 2 widerge-geben wird. Dies diente der Untersuchung der Nachfrage und der Kundenzu-friedenheit. Die Ergebnisse der Umfrage bezogen sich unter anderem auf dieHöhe der Kredite und Zinsen, auf die Laufzeiten und Problematiken rund umdas Thema Zahlungsaufschub, auf den Bereich Garantien, Sicherstellungenund Bürgschaften sowie auf den Bedarf an neuen Produkten. Diese Nachfra-geforschung wurde weiter durch strukturierte Fokusgruppen vertieft, die miteiner Auswahl an Vertretern der zuvor in der Umfrage interviewten Personenabgehalten wurden. Im Gegenzug erfolgte die Untersuchung des Angebotesan Leistungen im Bereich des Mikrofinanzsektors durch Interviews mit Fach-leuten, leitenden Angestellten der Branche und von staatlichen Institutionen,Unternehmensverbänden sowie der vor Ort vertretenen internationalen Geber-gemeinschaft.Die Studie erstellte schließlich Schlussfolgerungen zum Reformbedarf an Ver-besserung der rechtlichen und politischen Rahmenbedingungen, zu demMarktpotential des Mikrofinanzsektors sowie den Perspektiven der verschie-denen Akteure (MFI und Banken). Abschließend wurden Vorschläge undOptionen für die Geschäftstätigkeit der OeEB in kurz- und mittelfristigerPerspektive vorgestellt und dazu mögliche Partner identifiziert. Dazu zählt dieKooperation mit jenen Banken, die aus Mikrofinanzinstitutionen hervorgegan-gen sind und sich noch heute auf Mikrofinanztätigkeiten konzentrieren ge-nauso wie die Zusammenarbeit mit soliden, nicht regulierten Mikrofinanzinsti-tutionen, die aber schwerpunktmäßig im ländlichen Raum tätig sind. In einemweiteren Schritt erwägt die Studie Geschäftsbeziehungen mit Konsortien ausöffentlichen und privaten Stakeholdern und mit lokalen Treuhandfonds. FürMKMB der dynamischen Sektoren Nahrungsmittelverarbeitung, Tourismus undKunsthandwerk empfiehlt die Studie neue Produkte wie Altersvorsorge, Fort-bildungskredite, Leasing und Factoring anzubieten. Längerfristige Finanzie-rungsmöglichkeiten bestehen, vor allem im Hinblick auf die wirtschaftlicheRegionalentwicklung, in den Bereichen erneuerbare Energie und im Aufbaumunizipaler Unternehmungen wie Märkte und Touristenzentren. 12
  • 13. ( 1. Der Mikrofinanzsektor in Nikaragua 1.1. Nationaler Kontext und wirtschaftspolitisches UmfeldIn Nikaragua, das an das Karibische Meer sowie an den Pazifischen Ozeangrenzt und als Nachbarstaaten Costa Rica und Honduras hat, leben 5,6 Mill-ionen Menschen. Die durchschnittliche Lebenserwartung beträgt 71 Jahre, dasDurchschnittsalter 22 Jahre. Die Analphabetenrate von 32,5% ist sehr hoch fürein lateinamerikanisches Land.Wirtschaftlich ist Nikaragua das nach Haiti zweitärmste Land in Lateinamerika.Dazu haben Bürgerkrieg, Jahre politischer Instabilität und eine Reihe vonNaturkatastrophen beigetragen. Das Pro-Kopf-Einkommen von USD 1.023(2007) ist niedriger als im restlichen Lateinamerika (durchschnittlich über USD5.000). Im Jahr 2007 betrug die offizielle Arbeitslosenrate1 (unemploymentrate) 4,9%, die Unterbeschäftigung (underemployment rate2) wurde auf 46,5%geschätzt und die Staatsverschuldung machte USD 4,510 Mio. (2007) aus,das sind 62,9% vom BNP. Die Situation der Bevölkerung wird zudem durchsehr hohe Lebenshaltungskosten erschwert. Die Verteilung des Volks-einkommens ist weltweit unter den «ungleichsten». Fast die Hälfte (46%) derBevölkerung lebt unter der Armutsgrenze und mehr als ein Viertel derNikaraguaner, darunter viele Kinder, sind unterernährt. Frauen sind weitausärmer als Männer, was teilweise dadurch bedingt ist, dass 39% der Frauen,die in Städten leben, und 28% jener Frauen, die am Land leben, alleine einemHaushalt vorstehen und damit für die schwächeren Haushaltmitglieder, wieKinder und Alte, auch finanziell verantwortlich sind.Die Regierung von Präsident Daniel Ortega, die 2007 gewählt wurde, planteinzelne Politiken, die im Zentrum der Armutsbekämpfung stehen, zu überar-beiten. Für das wichtigste Dokument zur Armutsbekämpfung, den nationalenEntwicklungsplan3 2005 bis 2009, hat die neue Regierung Kontinuitätsignalisiert. Dieser nationale Entwicklungsplan wird derzeit als sogenannter«Nationaler Plan der menschlichen Entwicklung» aktualisiert. Es ist1 Von den formell Beschäftigten arbeiten 52,2% im Servicesektor, 30,5% in der Landwirtschaftund 17,3% in der Industrie.2 In economics, the term underemployment has different distinct meanings and applications.While it is related to unemployment, a situation in which a person who is searching for workcannot find a job, in the case of underemployment, a person is working. All of the definitions of«underemployment» involve underutilization of labor that critics say is missed by most official(governmental agency) definitions and measurements of unemployment. The term can des-cribe the employment of workers with high skill levels in low-wage jobs that do not require suchabilities, as in the case of a medical doctor who is driving a cab. A related kind of under-employment refers to «involuntary part-time» workers. These are workers who could (andwould like to) be working for a full work-week who can only find part-time work. The term isalso used in regional planning to describe regions where economic activity rates are unusuallylow, due to a lack of job opportunities, training opportunities, or due to a lack of services suchas childcare and public transportation.3 Bezeichnung des Entwicklungsplans: Plan Nacional de Desarrollo Humano (PNDH). Quelle:Gobierno de Reconciliación y Unidad Nacional, 2008 (URL: www.pndh.gob.ni). 13
  • 14. (vorgesehen, die Bekämpfung der Armut und die Verbesserung des Lebens-standards der Bevölkerung durch Stärkung des Wirtschaftswachstums unddurch optimierte Verteilung des Volkseinkommens in den Mittelpunkt desProgramms zu stellen.Fünf strategische Gebiete sind im neuen nationalen Entwicklungsplan vorge-sehen und werden durch die Regierung explizit unterstützt: • Förderung des Wirtschaftswachstums im Privatsektor als treibender Faktor zur Schaffung von Arbeitsplätzen und zur Reduktion der Armut • Schaffung von Entwicklungschancen für die Bevölkerung und Einrich- tung einer Sozialversicherung • Verstärkte Entwicklung der produktiven, öffentlichen und sozialen Infra- struktur • Gute Regierungsführung und Staatsreform • Makroökonomische Stabilität (z.B. im fiskalischen Bereich)Um die Millennium-Entwicklungsziele der Vereinten Nationen zu erreichen,müsste die Entwicklung in Nikaragua schneller als bisher vorangehen können.Äußerst positiv zu vermerken ist, dass die Ziele im Bereich der Armutsbe-kämpfung und bei der Sterblichkeit von Neugeborenen und Kleinkindern bis2015 voraussichtlich erreicht werden: Die größten Herausforderungen besteh-en derzeit in den Bereichen Unterernährung, Müttersterblichkeit, Einschul-ungsrate, Analphabetismus und beim Zugang zu Wasser4. Dazu wird esnotwendig sein, makroökonomische Stabilität und ein positives Investitions-klima zu erreichen, sowie Effizienz in der öffentlichen Verwaltung nachhaltigherzustellen. Weiters muss die große Anzahl an einkommensschwachenBevölkerungsschichten durch Zugang zu Ausbildung, dem Erwerb praktischerFähigkeiten und Kenntnisse, zu Wissen und Schulung, Finanzkapital, Pro-duktionsmitteln etc. die Chance erhalten, an der Wirtschaft in viel größeremAusmaß als bisher teilzunehmen, vor allem in den ländlichen Gebieten. Hierfürscheint auch eine verbesserte Harmonisierung der Geberhilfe notwendig.Externe Einflüsse, wie zum Beispiel der Ölpreis, können diese Entwicklungenpositiv oder negativ beeinflussen: Wie in anderen Ländern auch hatte einsteigender Ölpreis in Nikaragua eine starke inflationäre Wirkung (z.B.steigende Transport- und Energiekosten für MKMB). Im ressourcenarmenNikaragua fällt dann das Handelsdefizit weit negativer aus als in einemressourcenstarken Entwicklungsland. In Nikaragua haben im Jahr 2007 derhohe Ölpreis und Stromausfälle zu einer Verschlechterung der Rückzahlungs-bereitschaft der Kredit nehmenden Mikrounternehmen geführt. Der derzeitsinkende Ölpreis sollte aber, im Prinzip, eine Wachstum stimulierende Aus-4 Quelle: Internet, MDG Monitor Nikaragua, Stand der letzten Aktualisierung 1.11.2007, ZugriffNov. 2008 (URL: www.mdgmonitor.org/factsheets_00.cfm?c=NIC). 14
  • 15. (wirkung5 haben. Leider wird dieser positive Effekt durch den derzeitigenMangel an Refinanzierung für Nikaraguas Banken und damit auch für seineWirtschaft und seine KMU gebremst.70% der Bevölkerung Lateinamerikas haben keinen Zugang zu Finanzdienst-leistungen durch den kommerziellen Bankensektor. In ländlichen Gebietenhaben sogar 96% der Bevölkerung keinen Zugang zu einem Bankkredit. DieseSituation wird seit den achtziger Jahren durch ein sich kontinuierlichentwickelndes Finanzangebot von NRO gemildert. Die Mikrofinanzindustrie istin einigen lateinamerikanischen Ländern (Bolivien, Peru, Kolumbien undNikaragua) besonders gut entwickelt. Die umfangreichsten Mikrofinanz-aktivitäten in Zentralamerika im Sinne von Kreditvergaben durch formelle undinformelle Finanzsysteme weist Nikaragua auf. Mikrofinanzinstitutionen be-dienten 2005 rund 7%6 der Bevölkerung Nikaraguas. In Honduras sind es nur1,3%, in Guatemala 1,2%, in El Salvador und Costa Rica nur 0,6%. Imrestlichen Lateinamerika7 werden in den Ländern höchstens bis zu max. 3%der Bevölkerung erreicht, wobei dieses Niveau von 3% weltweit als bereitssehr zufriedenstellend eingestuft wird. Nationale Dachorganisationen vonMikrofinanzorganisationen in Zentralamerika haben sich in Nikaragua, Hon-duras, El Salvador, Guatemala und Costa Rica herausgebildet. Diese habensich zu einem regionalen Mikrofinanznetzwerk in Zentralamerika, dem RED-CAMIF, zusammengeschlossen. Es bietet seinen Mitgliedern verlässlichefinanzielle Informationen über die Mikrofinanzinstitutionen an.In den zentralamerikanischen Ländern, vor allem auch in Nikaragua, bestehtnach wie vor die Sorge über die starke Einmischung der Regierung in denFinanzsektor. Die nikaraguanische Regierung hat die Gründung einerEntwicklungsbank (Banco del Fomento) angekündigt, um die Kreditkosten fürKunden zu senken. Mit Hilfe der Regierung von Venezuela möchte sieFinanzmittel mit niedriger Zinsenrate über Produktionskooperativen und Spar-und Kreditgesellschaften in den Markt einbringen. Weiters begann diestaatliche Bank Venezuelas (BANDES) im Juni 2007 ihre Aktivitäten inNikaragua. Es besteht nun die Befürchtung8 (bereits 2005 hat CGAP aus-drücklich vor einer solchen staatlichen Bank gewarnt), dass diesesubventionierten Zinsen für die geförderten Mikrofinanzinstitutionen an derenKunden weitergegeben und somit jene Marktrate, die die Selbstfinanzierungder Institutionen ermöglicht, unterlaufen wird. In diesem Zusammenhang wirdvon einer Marktverzerrung genauso gewarnt wie von einer möglichenUntergrabung der Rückzahlungsdisziplin der Kunden anderer Mikrofinanz-institutionen.5 Ein paradoxer Effekt der sinkenden Ölpreise ist die Verringerung der Finanzhilfe ausVenezuela: Nikaragua bezahlt an Venezuela nur die Hälfte des tatsächlichen Ölpreises in barund erhält die zweite Hälfte als Entwicklungshilfekredit.6 Davon 58,3% Kleinstbetriebe mit Darlehen von durchschnittlich USD 652. Keine aktuellerenZahlen verfügbar.7 Siehe auch Kapitel 4. Annexe, Anlage 4.2.1., Tabelle 4: «2007: Mesoamerikanischer Län-dervergleich».8 CLEAR Report 2005. 15
  • 16. (Tatsächlich aber sind die Zinsen im nikaraguanischen Mikrofinanzmarkt derzeitsehr hoch, da die Finanzierungskosten, vor allem für nicht regulierte MFI,ebenfalls hoch sind. Das kann ein wichtiger Grund dafür sein, dass sich nichtregulierte Mikrofinanzinstitutionen um Regulierung bemühen, weil sie dann Zu-gang zu günstigerer Finanzierung durch Spareinlagen haben (ProCredit undFINDESA sind Vorreiter dieser Strategie in Nikaragua).Eine regulierte Mikrofinanzinstitution zu werden ist allerdings besondersschwierig, vor allem auch für Institutionen, die im ländlichen Raum arbeitenund ungewöhnliche Garantien akzeptieren müssen, weil zum Beispiel derLandbesitz in vielen Gebieten Nikaraguas ungeklärt erscheint. Es wäre daherwahrscheinlich eine bessere Strategie, einerseits die Regulierungsvoraussetz-ungen für Mikrofinanzinstitutionen zu überarbeiten und andererseits denZugang zu (subventionierten) Krediten für Mikrofinanzinstitutionen zu öffnen,zum Beispiel durch ein Antrags- und Genehmigungsverfahren, in dem dieBonität und Finanzierungskapazität der Antrag stellenden MFI überprüft wird9. 1.2. Nähere Betrachtung der BrancheNikaragua stellt die größte Anzahl an Kreditnehmern bei regulierten sowieunregulierten Mikrofinanzinstitutionen in Zentralamerika. Hier sind die größtenMikrofinanzorganisationen mit der stärksten Reichweite tätig. Von etwa900.000 Kreditnehmern in fünf zentralamerikanischen Ländern waren im Jahr2005 39,5% Nikaraguaner10. An zweiter Stelle lag Guatemala mit 18% (2005)aller Kreditnehmer im Mikrofinanzsektor. Im Vergleich zum Rest von Latein-amerika sind aber Nikaraguas Mikrofinanzinstitutionen von kleiner Größe. Diesergibt sich aus der Verknüpfung von geringem Spezialisierungsgrad der MFImit einer geringen Bevölkerungsdichte im Land.Es gibt drei Typen von Finanzinstitutionen in Lateinamerika: • Nicht regulierte NRO, die auf Mikrofinanzierung spezialisiert sindDas sind im Allgemeinen die ursprünglichen Anbieter von Mikrofinanzierung.Sie behalten meistens ihren rechtlichen Status als NRO, weil dies, ihrenEigenangaben zufolge, den Anforderungen ihrer Mikrofinanzkunden und ihrer9 Nach unserer Einschätzung geht es um den allgemeinen, für alle MFI gleichberechtigtenZugang zu Krediten, seien diese subventioniert oder nicht. Der CLEAR Report zeigt alsproblematisch auf, dass jeder Geber seine eigene MFI unterstützt, aufbaut und einen mit denanderen Gebern nicht koordinierten finanzsystemischen Ansatz verfolgt. Dies wird im Berichtangesprochen, wenn dargestellt wird, dass der Zugang zu (subventionierten) Krediten undRefinanzierung für MFI allgemein sein sollte und nicht nur spezifische, von einem Geberausgewählte Institutionen, diesen Zugang erhalten. Gewährt man keinen allgemeinen Zugang,so führt das unserer Einschätzung nach zu weiterer Wettbewerbsverzerrung (gerade bei sub-ventionierten Krediten, aber auch bei der Refinanzierung generell), zur Einzementierung derZersplitterung des Finanzsektors und zu einer erschwerten Konsolidierung des MF-Sektors inNikaragua.10 Diese Daten entstammen einer Vergleichsstudie, welche im Jahr 2005 von MIX/REDCAMIFgemacht (Benchmarking Microfinance in Nicaragua 2005) und 2006 veröffentlicht wurde, so-wie dem Boletin REDCAMIF No. 8 aus 2007. 16
  • 17. (Organisation eher entspricht als der Status einer regulierten Finanzinstitution.Meistens haben ihre Mikrofinanzaktivitäten zudem noch einen zu geringenUmfang, um dem Status einer regulierten Finanzinstitution gerecht zu werden. • Regulierte MikrofinanzinstitutionenDer Großteil dieser Institutionen waren zuvor NRO, die sich in eine regulierteMFI umwandelten. Der größte Anteil der Kunden dieser Institutionen sindimmer noch Mikrofinanzkunden, auch wenn nun Finanzprodukte für Kundenmit anderen Anforderungen angeboten werden. Die jüngsten Erfahrungen inNikaragua weisen darauf hin, dass die regulierten Finanzinstitutionen eineZwischenstation auf der Entwicklung zur Bank darstellen (Beispiel: ProCredit,FINDESA-BANEX) • Kommerzielle Banken, die Mikrofinanzdienstleistungen anbietenDas sind die neuen Anbieter in diesem Bereich. Sie haben erkannt, dassMikrofinanz ein einträgliches Geschäft ist oder sie wurden vom Staat dazu an-gehalten (z.B. in Brasilien und Venezuela) auch Mikrofinanzdienstleistungenanzubieten, durchaus mit dem Motiv, ihre soziale Verantwortung gegenüberden Armen wahrnehmen zu wollen.In Zentralamerika gibt es nur drei regulierte Mikrofinanzinstitutionen, eine inNikaragua (FAMA und in Kürze auch ACODEP), eine in El Salvador und einein Honduras. Zusammen bedienen sie etwa 19% aller Mikrokreditkunden Zen-tralamerikas. Im Juni 2005 wurden 94 nicht regulierte Mikrofinanzinstitutionengezählt die etwa 74% aller Mikrokreditkunden Zentralamerikas (davon allein40,5% in Nikaragua) Mikrofinanzdienstleistungen anbieten. Die restlichen 7%der Mikrofinanzkunden werden von Banken bedient. Das zeigt klar, Bankenspielen in diesem Bereich noch keine große Rolle. Das Kreditportfolio dernikaraguanischen MFI wuchs 2005 um erstaunliche 48%11, da auf Basis derstabilen Wirtschaftslage unversorgte Märkte in von der Hauptstadt weit ent-fernten Gebieten durch neue Zweigstellen erschlossen wurden. 1.2.1. Die bedeutendsten Akteure des Mikrofinanzsektors in Nikaragua im Juli 2008Detailaufstellung zu Banken, regulierten Mikrofinanzinstitutionen sowie nichtregulierten MFI: A) Banken:Banco de América Central (BAC)Banco Centroamericano (BANCENTRO)11 Für Vorjahresvergleiche und absolute Kundenzahlen der Dachorganisationen siehe Kapitel4. Annexe, Anlage 4.2.1., Tabellen 1 bis 3 «2005-2007: Mesoamerikanischer LändervergleichMFI». Konkrete Angaben zur Entwicklung der Kreditgröße pro Kunde liegen nicht vor. Esscheint, dass das Kreditportfolio nicht nur durch Neukunden gewachsen ist, sondern vor allemdurch bestehende Kunden. Allerdings ist ein derartiges Wachstum ohne Neukunden nicht zuerreichen. 17
  • 18. (BANCOUNO, nunmehr CITIBANKBanco de Finanzas (BDF)Banco de la Producción (BANPRO)Banco ProCredit12Banco del Exito (BANEX, vormals FINDESA) B) Regulierte Mikrofinanzinstitutionen:13Fundación para el apoyo de la Microempresa (FAMA) C) Nicht regulierte Mikrofinanzinstitutionen:14a) Alle Mitglieder des Dachverbandes der Mikrofinanzinstitution ASOMIF (Aso-ciación Nicaragüense de Instituciónes de Microfinanzas). ASOMIF ist eineDachorganisation von nicht regulierten MFI aus 18 NRO und 1 Spar- undKreditkooperative und verzeichnete 341.37015 Kunden in ganz Nikaragua. Zuihren Mitgliedern zählen:Asociación Alternativa para el Desarrollo Integral de las Mujeres (ADIM)Asociación de Consultores para el Desarrollo de la Pequeña, Mediana y MicroEmpresa (ACODEP)Asociación del Desarrollo de Rivas (ASODERI)Asociación para el Fomento al Desarrollo de Nicaragua (AFODENIC)Centro de Promoción del Desarrollo Local (CEPRODEL)Cooperativa de Servicios Multiples 20 de Abril. R.L (20 de Abril R.L.)Fondo de Desarrollo Local (FDL)Fondo de Desarrollo para la Mujer (FODEM)Fondo Nicaragüense para el Desarrollo Comunitario (PRESTANIC)Fundación 4i-2000 (Fundación 4i-2000)Fundación del Desarrollo Empresarial de la Pequeña y Mediana Empresa(FUNDEPYME)Fundación Internacional para la Asistencia Comunitaria (FINCA Nicaragua)Fundación José NieborowskiFundación León 2000 (León 2000)Fundación para el Desarrollo de la Microempresa (FUDEMI)Fundación para el Desarrollo de Nueva Segovia (FUNDENUSE)Fundación para el Desarrollo Socioeconómico Rural (FUNDESER)Fundación para la Promoción y Desarrollo (PRODESA)Programa para la Mujer (PROMUJER)12 ProCredit wird in weiterer Folge mit anderen Mikrofinanzinstitutionen verglichen und wenigermit Banken, da sie in ihrer Geschäftsgebarung eher den Mikrofinanzinstitutionen entspricht.Wiewohl Bank, erscheint ProCredit als eine quasi regulierte Mikrofinanzinstitution.13 Unterliegen der Bankenaufsicht.14 Alle nicht regulierten MFI in Nikaragua sind NRO (als Vereine oder Stiftungen konzipiert) sosie nicht Genossenschaften sind (es gibt eine eigene Judikatur für Genossenschaften).15 Nicht alle der rund 90 in Nikaragua tätigen MFI sind unter ASOMIF organisiert. Es wirddaher vermutet, dass die landesweite Anzahl an MFI-Kunden höher ausfällt, als die Zahl derreinen ASOMIF-Kunden. 18
  • 19. (b) Verschiedene Genossenschaften, Spar- und Kreditkassen, Dorfbanken16 D) Die Programme finanziert aus der venezolanischen Entwick- lungszusammenarbeit, Fondos del ALBA (Alternativa Bolivariana para las Américas). 1.2.2. Formen der KreditvergabeKreditvergabe in ländlichen Gebieten ist die hervorstechende Eigenschaft desnikaraguanischen Mikrofinanzsektors, da sonst in Lateinamerika Mikro-finanzdienstleistungen fast nur den städtischen Kleinbetrieben angebotenwerden und der ländliche Raum von MFI sehr stark vernachlässigt erscheint.Von 100 Mikrokrediten, welche nicht regulierte MFI im Jahr 2005 fürLandwirtschaft und Viehzucht in Zentralamerika zuteilten, wurden 75 inNikaragua vergeben. Fast die Hälfte der Gesamtkreditsumme aller Portfoliosder MFI in Nikaragua ist für die Landwirtschaft bestimmt, doch sind nur 25%aller Kunden den Wirtschaftszweigen Ackerbau, Viehzucht und Forstwirtschaftzuzuordnen. Außerdem ist hier anzumerken, dass diese Kredite nicht nur fürAktivitäten des Primärsektors (Ackerbau und Viehzucht) zur Verfügung gestelltwerden, sondern in beträchtlichem Ausmaß die Vermarktunglandwirtschaftlicher Produkte und verwandte Dienstleistungen im ländlichenRaum finanzieren17.Der durchschnittliche Kredit an die 86.199 nikaraguanischen Kunden imlandwirtschaftlichen und Viehzuchtbereich betrug im Jahr 2007 USD 1.20118wobei das vergebene Gesamtvolumen bei USD 103.564.800 lag. Es bestehen243 Büros und Zweigstellen von Mikrofinanzinstitutionen im ganzen Land.27,1% der Darlehen in Nikaragua gingen an den Handel.57% aller Kunden der MFI in Nikaragua sind Frauen. Ein Prozentsatz, derallerdings von anderen zentralamerikanischen Ländern übertroffen wird. Auchder lateinamerikanische Durchschnitt liegt höher. Von den näher untersuchtenMFI in Nikaragua weisen vor allem FAMA (rund 65%) und FDL (rund 57%)19einen relativ hohen Anteil an Kreditnehmerinnen auf20.16 Beispiele für Dorfbanken (Bancos Comunales) wären FINCA NIC oder ProMujer NIC. Dorf-banken stellen keine Form der Konstituierung von MFI dar, sondern entsprechen vielmehr derOrganisationsform einer bestimmten Methode der Kreditvergabe. Der Kredit wird (von einerMFI) an eine Dorfbank gegeben. Diese wiederum vergibt an ihre Mitglieder kleinste Mikro-kredite, verwaltet die Rückzahlung und bürgt für die Tilgung des Kredits an das Dorf.Dorfbanken oder Stadtteilbanken sind informell organisierte Großgruppen, die in der Regelkeine Rechtspersönlichkeit aufweisen.17 Siehe Kapitel 4. Annexe, Anlage 4.2.1., Tabelle 4 zur Aufteilung der Anzahl an MFI-Kundenvon ASOMIF-Organisationen sowie Kreditvolumen in USD gegliedert nach wirtschaftlicherAktivität.18 Quelle: Memoria REDCAMIF, 2007.19 Quelle: Memoria Anual FDL, 2007. Im Jahr 2007 hatte die FDL 72.200 Kunden wovon 57%(das sind 41.154) Frauen waren. Eine absolute Zahl für den Frauenanteil liegt bei FAMA nichtvor.20 Quelle: Análisis e Informe de Benchmarking de las Microfinanzas en América Latina 2008,MIX, Microfinance Information eXchange, septiembre 2008, (URL: www.themix.org). Laut denDaten aus 2007 (Sample: 283 lateinamerikanische MFI) und den Daten zu den Tendenzen 19
  • 20. (In Nikaragua werden im Wesentlichen drei Kreditvergabemethoden unter-schieden: • Dorfbanken (Banco Communal als dezentralisierte Form der Kreditvergabe mit Ent- gegennahme von Spareinlagen, die von der Dorfbank verwaltet werden) • Einzelkreditvergabe (Meistens werden unübliche Besicherungen wie die Verpfändung von mobilen Gütern oder Warenlagern akzeptiert) • Solidargruppenkredit (Die Solidargruppe bürgt für den Kredit an jedes ihrer Mitglieder)Quelle: MIX/REDCAMIF, 2007Vertikal: Anzahl der Institutionen 21Horizontal: Jahr2005-2007 (Sample: 179 lateinamerikanische MFI) ist der Prozentsatz an Kredit nehmendenFrauen im Segment der Mikrounternehmen mit 79,2% angegeben. Im Vergleich dazu beträgtdieser Prozentsatz für Nikaragua nur 57%. Eine Grundlage dieser Angaben stellt die «Análisise Informe de Benchmarking de las Microfinanzas en América Latina 2008» dar. SpezifischeDaten für Zentralamerika sind darin nicht ausgewiesen.21 Es konnten keine Angaben zu Vorjahreswerten ermittelt werden. 20
  • 21. (Die meisten Kredite werden in Nikaragua durch Institutionen vergeben, dieSolidargruppenkredite und Einzelkredite kombinieren, wobei Einzelkreditemeist für die «graduierten» langjährigen Kunden zur Verfügung stehen, diehöhere Kreditsummen leihen. Dorfbank Gruppen- und Einzelkredit (Großgruppenbank) EinzelkreditFINCA – NIC ACODEP, ADIM, Cáritas Estelí, FAMA,ProMujer – NIC AFODENIC, FDL, FODEM, CEPRODEL, Coop. FUDEMI, Fundación 20 de Abril, Coop. 4i-2000, Fundación Avances, FJ León 2000, Nieborowski, FUNDENUSE, PRESTANIC, FUNDEPYME, PRODESA FUNDESERFINCA ist die führende Institution für die Dorf- oder Großgruppenmethode beiden städtischen Kleinstunternehmern. ACODEP führt die nicht regulierten MFIin der Einzelkreditmethode an und FDL die nicht regulierten MFI, die beides,sowohl Einzel- als auch Gruppenkredite anbieten. Zahlen aus dem Jahr 2005zeigen, dass Darlehen die mit der Einzelkreditmethode (durchschnittlichUSD 761; ca. 96,4% des BNP pro Kopf) vergeben wurden bedeutend höhersind als bei Solidargruppenkrediten (durchschnittlich USD 503; ca. 63,7% desBNP pro Kopf)22.Drei der fünf größten Finanzinstitutionen (regulierte und nicht regulierte) imMikrokreditbereich in Zentralamerika sind aus Nikaragua. Die Reihenfolgeist23: ProCredit-El Salvador (66.617 Kredite), ProCredit-Nikaragua (58.117),Génesis Empresarial von Guatemala (55.184), Fondo de Desarrollo Local(FDL) von Nikaragua (50.969) und ACODEP von Nikaragua (45.582). Einigeder größten nicht regulierten Mikrofinanzinstitutionen Zentralamerikas befindensich in Nikaragua (FDL, ACODEP und FINCA). Das durchschnittliche Kredit-portfolio von zentralamerikanischen MFI betrug 2007 USD 5,8 Millionen: einBetrag der von ProCredit, FDL, ACODEP und FAMA bei weitem übertroffenwird24.Nachfolgend wird eine genauere Analyse von 6 Institutionen (ACODEP,FAMA, FDL, FINCA, ProCredit und ProMujer) vorgenommen:Als neu geschaffene Bank mit Fokus auf MKMB-Finanzierung finanziertProCredit Kredite mit dem höchsten Durchschnittsbetrag von USD 1.289. Auf-grund ihrer unterschiedlichen Kundengruppen vergibt die auf die Finanzierungvon Landwirtschaft und Viehzucht spezialisierte FDL höhere Durchschnitts-kredite (USD 740) als die auf städtische Betriebe (Handel und Gewerbe)spezialisierte ACODEP mit USD 446. Die Dorfkreditbanken (Bancos Commu-22 Quelle: MIX/REDCAMIF, 2007.23 Quelle: MIX/REDCAMIF, 2007.24 Siehe Kapitel 4. Annexe, Anlage 4.2.1., Tabelle 5: «MFI in Nikaragua Gesamtkreditvolumenund Portfolio at Risk». 21
  • 22. (nales) FINCA und ProMujer, die auch Trainings und andere Unterstüt-zungsmaßnahmen ihren besonders einkommensschwachen, aber alsselbstständig tätigen Zielgruppen anbieten, finanzieren durchschnittlich Kreditemit sehr kleinen Beträgen von USD 148 und USD 177. Im restlichen Zentral-amerika beträgt die durchschnittliche Höhe der Kredite USD 682 und imrestlichen Lateinamerika 780 USD.Die Qualität des Kreditportfolios ist in der größten nicht regulierten Mikrofi-nanzinstitution FDL mit 1,6% at Risk (30 Tage nach Fälligkeit) und in derregulierten MFI ProCredit mit 1,4% am besten. In der erst seit kurzem regu-lierten MFI FAMA und in der vor der Regulierung stehenden ACODEP ist dasKreditportfolio at Risk mit jeweils 3,4% und 5,5% um einiges höher als der vonExperten als gut angesehene internationalen Richtwert von 3%. Dieseerhöhten Risikowerte sind dem starken Wachstum der Kreditportfolios dieserInstitutionen zuzurechnen.Bei den MFI in ganz Zentralamerika lag das Portfolio at Risk (30 days) bei3,3% (2007). Einen ähnlichen Wert erreichen die MFI im restlichenLateinamerika. Generell schneiden, in dieser Region (Lateinamerika), Mikro-finanzinstitutionen mit Dorfgruppenkrediten besser ab (2007: 2,9% portfolio atRisk)25 da offensichtlich der Gruppendruck auch die bessere Zahlungsmoralbewirkt. Abschreibungen von uneintreibbaren Krediten sind in zentral-amerikanischen MFI für etwa 0,8% des Kreditportfolios notwendig. Ein Wert,den auch FDL und ProCredit in Nikaragua aufweisen.Von den bedeutenderen Institutionen in Nikaragua26 schneiden ACODEP, FDLund FAMA im Bereich der Rentabilität (ROA bis 4% und ROE bis zu 34%) undbei der Kosteneffizienz relativ gut ab27. Ein zentralamerikanischer Vergleich28zeigt, dass es vor allem kleinere29 Institutionen sind, deren Rentabilität beson-ders hoch ist: der ROA beträgt in Nikaraguas MFI durchschnittlich 2%,während in ganz Zentralamerika der Schnitt bei 1,6% liegt.Lateinamerikaweit erreichen die profitabelsten MFI ROA zwischen 6,7% und19,6% und ROE zwischen 10% und 42% (kombiniert mit sehr niedrigemPortfolio at Risk 30 Tage von 1,2% oder weniger). Dieses Niveau wird in Nika-ragua weder von den großen nicht regulierten MFI noch von Banken erreicht.Während es in den Jahren 2005 und 2006 ein ausgeprägtes Wachstum derRentabilität in den zentralamerikanischen MFI gab, war dieser Trend im Jahr25 Quelle: Benchmarking en Centroamerica, 2007 (URL: www.themix.org).26 Vergleiche Kapitel 4. Annexe, Anlage 4.2.1. Tabelle 7: «2007: MFI in Nikaragua mit derbesten operativen Effizienz».27 Im Jahr 2007 schneiden gemessen am Indikator Betriebskosten/Bruttokreditportfolio zentral-amerikaweit die nikaraguanischen nicht regulierten MFI PRODESA (5,2%) und die Cooper-ativa 20 de Abril (10,9%) am besten ab. Die Prozentsätze beziehen sich auf Betriebskosten/Bruttokreditportfolio.28 Vergleiche auch Kapitel 4. Annexe, Anlage 4.2.1., Tabelle 8: «2007: Effizienz der MFI inZentralamerika».29 Klassifizierung der Größe von MFI nach ASOMIF auf Basis von Kreditportfolio und Gesamt-kundenanzahl: 15.001-72.000 Kunden (Segment groß), 5.001-15.000 (Segment mittel), 1.000-5.000 (Segment klein). 22
  • 23. (2007 schwächer ausgeprägt30. Im restlichen Lateinamerika sank die Renta-bilität sogar leicht. Der durchschnittliche ROA in Zentralamerika betrug 20071,6% (im restlichen Lateinamerika 1,8%). Der ROE in Zentralamerika betrug6,1% (im restlichen Lateinamerika 7,3%). Die in Zentralamerika durch-schnittlichen Kosten pro Kredit von USD 132 (2007) werden von den obengelisteten Institutionen Nikaraguas unterschritten. In den vergangenen Jahrenwaren nikaraguanische MFI generell effizienter (im Sinne von Kosten proKredit und Anzahl von Kunden pro Kreditverantwortlichem) als MFI in Zentral-und Lateinamerika. Die durchschnittlichen 192 Kredite pro Kredit-verantwortlichem werden in Nikaragua von großen Institutionen wie zumBeispiel von ACODEP (323) und FINCA (311) überschritten, wobei para-doxerweise in Nikaragua MFI, welche die Einzelkreditmethode verwenden,effizienter sind als Institutionen mit der Solidaritätsgruppenmethode.Zentralamerikanische MFI hatten 2007 Jahr eine relativ verbesserte Gewinn-situation, weil die Kosten (vor allem Betriebs- und Finanzierungskosten) proKredit sanken und es eine leichte Steigerung in den Einkünften pro Kredit gab.Die in der Tabelle oben aufgelisteten MFI erreichen allerdings diedurchschnittlichen Indikatoren von Betriebskosten/Aktiva von nicht reguliertenzentralamerikanischen Mikrofinanzinstitutionen nicht.Quelle: Bankenbilanzen publiziert von Superintendencia Nicaragua, 2007.Nur etwa 7% der Mikrokredite an Unternehmen wurden in Nikaragua 2007durch Banken vergeben. Eine große Anzahl der kleineren Kredite in diesenBanken sind Konsumkredite an Personen mit fixer Anstellung und damit regel-mäßigem Gehalt. Das durchschnittliche Portfolio at Risk aller Banken Nikara-guas31 liegt bei 2,2%. Die Qualität der Kredite wird durch die Banken aufgutem Niveau gehalten, um sich gute Ratings und damit Zugang zu Finanzie-rung zu erhalten.Die Rentabilitätssituation der nikaraguanischen Banken ist gekennzeichnetdurch große Gleichförmigkeit. Der ROA lag bei allen in Tabelle 9 (siehe30 Vergleiche Kapitel 4. Annexe, Anlage 4.2.1., Tabelle 6: «2007: Rentabilität der MFI in Zen-tralamerika».31 Vergleiche dazu auch Kapitel 4. Annexe, Anlage 4.2.1., Tabelle 10: «Banken in Nikara-gua/Portfolio at Risk». 23
  • 24. (Annexe Kapitel 4., Anlage 4.2.1.) näher betrachteten Banken im Jahr 2007 beietwa 2,5%. Ein Wert der von Mikrofinanzinstitutionen in Nikaragua (und ineinem noch größeren Ausmaß in Zentralamerika) übertroffen wird.Üblicherweise ist das rentabelste Produkt einer Bank der Kredit gefolgt vonGeldtransfer und Schalterdienstleistungen32.Auch die Kapitaladäquanz33 der meisten nikaraguanischen Banken ist akzep-tabel. Die Eigenkapitalquote liegt am Minimalniveau von 10% (Eigenkapitalgesamt / Passiva gesamt).Von den in der oben genannten Tabelle 9 angeführten Banken bieten Ban-Centro, BanPro, BDF, ProCredit und FINDESA direkte MFI-Services an. DerBereich ist für diese Banken aber nicht vorrangig. BAC und Banco Uno habenvorerst Interessensbekundung an MFI-Services als zukünftiges Geschäftsfeldangekündigt. BAC hat über die Grupo Pellas, zu der die Bank gehört, eineStiftung zugunsten von MKMB ins Leben gerufen.32 Es existieren keine offiziellen Analysen über die Rentabilität der spezifischen Produktewelche von den Banken angeboten werden. Folgendes kann festgestellt werden: Das Kredit-portfolio konzentriert sich vorwiegend auf Handel, Wohnbau, Konsum und Dienstleistungenund in geringem Ausmaß auf Produktion. Die meisten Kredite sind kurz- bzw. mittelfristig undnur zu einem geringen Ausmaß langfristig ausgegeben.33 Kapitaladäquanz: Eigenkapital gesamt durch Passiva gesamt: Für Banken und unter Zen-tralbankaufsicht stehenden Institutionen mit Verpflichtung zur Bilanzlegung. Die Kapitaladä-quanz wird durch die Superintendenz (SIBOIF) festgelegt und basiert auf den Standards vonBasel II. 24
  • 25. ( 1.2.3. Einzelanalyse wichtiger Akteure im Mikrofinanzsektor34ACODEPAsociación de Consultores para el Desarrollo de la Pequeña, Mediana yMicro Empresa a) Eigentümerstruktur, Organisationsform, Eigenkapital und FinanzierungGegründet durch das Instituto Centroamericano de Administración y Empresas(INCAE) im Jahr 1989. Die Umwandlung in eine regulierte Finanzinstitutionwird angestrebt.Der Indikator Schulden/Eigenkapital verschlechterte sich von 3,1 im Juni 2006auf 3,8 im Juni 2007, ist aber nach wie vor adäquat, vor allem auch deshalb,weil sich die Finanzierungsstruktur der Institution im Jahr 2007 durchlangfristige Kredite (7 Jahre, subordinierter Kredit) durch die Deutsche Bankund Symbiotics verbessert hat.Durch die Umwandlung in eine regulierte Finanzinstitution wird ACODEP dieSpareinlagen des Institutes zur Finanzierung von Kundenkrediten verwendenkönnen. Eine Diversifizierung der Finanzierungsquellen (Eigenkapital undKredite) wäre wünschenswert. Dies ist allerdings ein wettbewerbsintensivesUnterfangen, da viele MFI um nur wenige Investoren werben.Die Stärken von ACODEP sind gutes Management und ein engagierter Auf-sichtsrat, eine gute Organisationsentwicklung sowie eine gut funktionierendeinterne Kontrolle. Die Organisation wird sich den SIBOIF35-Anforderungen gutanpassen können. b) Umfang MF-Aktivitäten und Qualität des KreditportfoliosACODEP ist die drittgrößte MFI in Nikaragua. Im Juni 2007 hatte die Institution77.421 Kreditnehmer bei 42 Zweigstellen, die nicht nur wie bisher in urbanenund semi-urbanen Gebieten verortet waren, sondern auch in schwer zugäng-lichen Regionen wie der Region an der Karibikküste.Das Portfolio at Risk (30 days) hat sich 2007 mit 5,5% verschlechtert und ist imVergleich mit anderen Finanzinstitutionen relativ hoch. Es gehört zu denHerausforderungen von ACODEP weiter zu wachsen zum Beispiel mitKrediten für die Landwirtschaft unter Erhaltung guter Portfolioqualität (zumBeispiel auch beim Ankauf von Kreditportfolios von nicht regulierten MFI).34 Alle im Rahmen der Einzelanalyse angegebenen Zahlen stammen, sofern nicht andersangegeben, aus den Institutionen.35 SIBOIF: Superintendencia de Bancos y Otras Instituciónes Financieras, die Aufsichtsbehör-de von Banken und anderen Finanzinstitutionen. 25
  • 26. (c) Produkte und Dienstleistungen für MKMB • Produkte für Personen die unterschiedlichen wirtschaftlichen Aktivitäten nachgehen • Kredite von USD 20 bis zu einigen Tausend, hauptsächlich durch Einzelkredite, aber auch Gruppenkredite (Kunde muss min- destens 18 Jahre alt sein, 6 Monate Erfahrung mit der derzeit ausgeübten Aktivität/Beschäftigung haben und an einem fixen Ort arbeiten) • Sparprodukte auch für einkommensschwächere Segmente der Bevölkerung • Versicherung: Freiwillige Versicherung über das Instituto Nicara- güense de Seguridad Social (INSS) sowie Lebensversicherung in Verbindung mit Krediten. • Training und Consulting: ACODEP unterstützt die Entwicklung von Mikrobetrieben und KMU durch Kreditvergabe, Management Training (auch Bewusstseinsbildung betreffend und Unterneh- mensberatung ebenso wie öffentliche Information und Advocacy betreffend den KMU Sektor) • Devisen- und Valutenhandel (vor allem US Dollar und Euro) • Spezielle Dienstleistungen für Regierungsangestellte (da diese regelmäßige Gehaltsbezieher sind) wie z.B. Überziehungs- rahmen am Girokonto, Kreditlinien für die Anschaffung von Haushaltsgeräten (z.B. Kühlschränken etc.) • Lokaler Geldtransfer an alle Orte landesweit (zu niedrigen Kosten) • Internationaler Geldtransfer aus den USA und aus Costa Rica • Service: Bezahlung von Stromrechnungen, Telefonrechnungen und Ähnlichem in den Zweigstellen von ACODEP möglich • Pensionsauszahlungen • «Rapicréditos» («Schnellkredite»), welche den Unternehmern er- möglichen, kurzfristige Investitionen zu tätigen und damit ihr Betriebskapital zu vermehren. 26
  • 27. ( d) StrategienACODEP plant die Umwandlung in eine regulierte Finanzinstitution, die dannunter der nikaraguanischen Bankenaufsicht, der SIBOIF, steht36. Die NROACODEP, welche die Eigenkapitalmajorität behält (zusätzlich zu Investoren,die auf Mikrofinanz spezialisiert sind) überträgt dann ihr Portfolio auf die neueFinanzinstitution FIA. Die Umwandlung bedeutet vor allem, dass die InstitutionSparguthaben entgegennehmen kann und daher bessere Refinanzierungs-konditionen vorfindet als nicht regulierte MFI37.Zusätzlich strebt ACODEP eine Verbesserung bei ihrer eigenen Verwaltungund beim internen Rechnungswesen an, wobei insbesondere ein verbessertesinternes Controlling und Auditing geschaffen werden soll. e) Betrieblicher Erfolg (betriebliche und finanzielle Kostendeckung)Die hohe Produktivität von 323 Kunden pro Kreditangestelltem (credit officer)spiegelt sich im hohen ROE von 34% (einem der höchsten in Zentralamerika)wieder. Die höchste Kostensteigerung 2007 wurde bei Kosten von Kreditaus-fällen verzeichnet. Durch mehr Fokus auf den ländlichen Sektor haben dieProdukte eine geringere Kostendeckung dennoch wurde das hohe Gewinn-niveau gehalten. In Zukunft sollte die Erweiterung der Kundenbasis und diedamit verbundenen Effizienzverluste genau beobachtet werden.36 Eine interne Krise hat diese Transformation bis dato verhindert.37 Die Änderungen ergeben sich dadurch, dass die regulierte MFI den folgenden Gesetzenunterworfen ist: Ley No. 314, Ley General de Bancos sowie Ley Especial de Asociaciones deMicrofinanzas (nur in allgemeiner Form approbiert). Siehe Kapitel 1.3. «GesetzlicherRahmen». 27
  • 28. (FAMAFundación para el apoyo de la Microempresa a) Eigentümerstruktur, Organisationsform, Eigenkapital und FinanzierungFAMA (Fundación para el Apoyo a la Micro Empresa) wurde 1992 durchACCION gegründet (auf Basis einer Initiative von UNDP). Die österreichischeEntwicklungszusammenarbeit war damals eine der ersten Organisationen, dieFAMA unterstützte (bereits mit Mitwirkung von Victor Tellería, der heute derCEO von FAMA Nikaragua ist). Im Jahr 2002 hat FAMA den Inter-AmericanDevelopment Bank Award for Excellence in Microfinance for Non-RegulatedInstitutions gewonnen. 2004 erhielt FAMA den erstmals vergebenen Preis fürExzellenz im Management in Mikrofinanz durch die Banco Centroamericanode Integración Económica.FAMA ist eine regulierte Mikrofinanzinstitution unter der Aufsicht von SIBOIFund hat 23 Zweigstellen landesweit: 7 in Managua, 16 verteilt auf die Pazifi-sche Region: Chinandega, León, Masaya, Jinotepe, Granada Rivas; Zentral-region: Ocotal, Estelí, Jinotega, Matagalpa, Matiguas, Sebaco, Boaco andJuigalpa; Atlantik Region: New Guinea.FAMA hat einen akzeptablen Eigenkapital/Activa-Indikator38 von 15,4%. 2005hat Triodos Fair Share Fund gemeinsam mit Triodos-Doen and Hivos-TriodosFund FAMA mehrere Darlehen gewährt, um damit das kontinuierliche Wach-stum der Institution in ihrem Transformierungsprozess zu einer regulierten MFIzu unterstützen. Weitere Kreditgeber an FAMA: ACCION International-CAMEL, Banco Interamericano de Desarrollo, Banca Promerica, Banco Cent-roamericano de Integración Económica und Banco Centroamericano de Inte-gración Económica. b) Umfang MF-Aktivitäten und Qualität des KreditportfoliosFAMA ist eine der größeren MFI in Nikaragua. Die Zielkundengruppe derInstitution ist eine der einkommensschwächsten, aber ökonomisch aktivstenKundengruppe. Der Durchschnittskredit39 ist mit ca. USD 760 im Jahr 2007 imhöheren Bereich von Mikrokrediten angesiedelt.FAMA ist vor allem im städtischen Bereich tätig hat aber nun auch ein neuesMarktsegment für ländliche Kleinst- und Kleinunternehmen geöffnet. 2007lebten 54% der FAMA Kunden unter der Armutsgrenze (der durchschnittlicheKredit dieser Kundengruppe lag 2007 bei USD 400). Die Qualität des Kredit-portfolio ist mit Portfolio at Risk (30 days) 3,4% gut.38 Der Eigenkapital/Passiva-Indikator beträgt 26%.39 Durchschnittskredit Kunden aller Segmente, August 2008, USD 943. Quelle: Zugriff Nov.2008. URL: www.financierafama.com.ni 28
  • 29. ( c) Produkte und Dienstleistungen für MKMBHandel: 74,13%Konsumentenkredite: 22, 04%Wohnungsfinanzierung: 3,67%Industrie: 0,16%Hauptkundengruppe sind Kleinunternehmer mit folgenden Produkten: • Gruppenkredite und Einzelkredite (wachsen mit den Stammkunden mit) für Working Capital und Fixed Assets • Überziehungskredite • Kurzfristige Kredite (Konsumentenkredite) für Finanzierung von Ausga- ben zum Schulbeginn, für Weihnachtsgeschenke, Osterurlaub und Festtage: Typischerweise handelt es sich dabei um Kredite mit einer Laufzeit von 3 Monaten bzw. um eine Kredithöhe zwischen USD 300 und maximal USD 5.000 • Überweisungen von Nikaraguanern aus den USA: Dieses Produkt umfasst schlicht nur das Service des Geldtransfers • Produkt zur Verbindung von Geldrückflüssen aus dem Ausland (remittances) mit Kreditrückzahlung: Hier wird der Geldtransfer direkt mit einer Kreditrückzahlung verknüpft (z.B. der besser verdienende Verwandte im Ausland verpflichtet sich zu regelmäßigem Geldtransfer für die Kreditrückzahlung in Nikaragua und ermöglicht seinen Ange- hörigen damit höhere und längerfristige Kredite wie z.B. für den Haus- bau) • Training für Mikrobetriebe, speziell für Frauen (z.B. wurde das Trainingsprogramm Diálogo de Gestiones von FAMAs Centro Accion entworfen) d) StrategienUmwandlung in eine regulierte Finanzinstitution vor zwei Jahren um größereMarktsegmente zu erschließen, die Produktpalette zu erweitern und zukünfti-ges Wachstum mit Sparguthaben zu finanzieren 29
  • 30. ( e) Betrieblicher Erfolg (betriebliche und finanzielle Kostendeckung)Mit einem ROA von 4,3% (1,6% Durchschnitt MFI Zentralamerika) und einemROE 13,6% (7,9% Durchschnitt MFI Zentralamerika) im Jahr 2008 verzeich-nete FAMA einen guten Erfolg und liegt etwa im oberen Mittelfeld vergleich-barer MFI40. Die operativen Kosten sind im Vergleich zu anderen MFI relativniedrig wohl auch deshalb, weil noch wenig Aktivitäten im ländlichen Raumstattfinden.40 Quelle: Benchmarking comparativo de Centroamerica elaborado por MIX, 2007; FAMAelaborado por Fitch Ratings en abril 2008. 30
  • 31. (FDLFondo de Desarrollo Local a) Eigentümerstruktur, Organisationsform, Eigenkapital und FinanzierungDer Fondo de Desarrollo Local (FDL) ist eine NRO, die durch die Jesuiten-universität (Universidad Centroamericana) 1992 gegründet wurde um Finanz-dienstleistungen an städtischen und ländlichen Kleinst- und Kleinunternehmenanzubieten und damit deren Lebensstandard zu verbessern. FDL finanziertsich aus Zuschüssen (Grants) und Krediten.FDL hat einen guten Eigenkapital/Activa Indikator von 18,4%: Hivos-TriodosFund finanziert gemeinsam mit Triodos-Doen ein Darlehen an FDL, vor allemum diese nicht regulierte Mikrofinanzinstitution, die keine Sparguthaben entge-gennehmen darf, dabei zu unterstützen, noch mehr Kreditnehmer auf demLand zu erreichen. b) Umfang MF-Aktivitäten und Qualität des KreditportfoliosFDL hat wahrscheinlich das größte Kreditportfolio in Landwirtschaft und Vieh-zucht sowie die meisten ländlichen Kreditnehmer in ganz Lateinamerika41. DieOrganisation rangiert unter den 10 besten Lateinamerikas in Bezug auf dieMarktpenetration42. 62,5% des FDL-Portfolio und 47,3% seiner Kunden43 sinddem Agrarsektor zuzuordnen. 2005 hatte FDL 18.906 Kunden auf dem Landmit Krediten von durchschnittlich USD 809. FDL ist die größte der nicht regu-lierten Finanzinstitutionen Nikaraguas. Die Qualität des Kreditportfolio ist mitPortfolio at Risk (30 days) 1,6% sehr gut. c) Produkte und Dienstleistungen für MKMBKredite vor allem an Landwirtschaft und Viehzucht, Kredite an ländlicheKleinstbetriebe, Fund Transfer. d) Strategien • Beitrag zur lokalen wirtschaftlichen Entwicklung • Die Träger der ländlichen Entwicklung, wie vor allem kleine ländliche landwirtschaftliche und gewerbliche Betriebe, durch Training, techni-41 Quelle: Bastiaensen, Johan and Marchetti, Pedro: «A critical review of CGAP-IADB policiesinspired by the Fondo de Desarrollo Local, Nicaragua» Enterprise Development & Micro-finance Journal, June/September 2007; Carlos Arenas: Microfinance in Central America:Nicaraguas place in the industry, Nicaraguan Developments, Summer 2006, Vol. 22, No. 2.42 Quelle: Análisis de las Microfinanzas en Latinoamerica 2008, MIX.43 Quelle: FDL Memoria, 2007. 31
  • 32. ( sche Assistenz und Organisationsentwicklung zu stärken und dafür internationale sowie nationale Finanzierung zu erhalten und zu mana- gen • Gender und Umweltaspekte spielen in der Kreditvergabestrategie von FDL eine große Rolle e) Betrieblicher Erfolg (betriebliche und finanzielle Kostendeckung)Ein guter ROA von 4% trotz relativ hoher operationeller Kosten und Kosten-deckung von über 120% machen FDL zu einer auch wirtschaftlich erfolgrei-chen Institution. Bemerkenswert ist außerdem, dass die Gewinnspanne von17,65% deutlich über der durchschnittlichen Gewinnspanne der MFI inNikaragua von 13% im Jahr 2005 lag. 32
  • 33. (FINCAFundación Internacional para la Asistencia Comunitaria a) Eigentümerstruktur, Organisationsform, Eigenkapital und FinanzierungFINCA ist eine Stiftung die 1992 gegründet wurde. Die Organisation ist Teildes Netzwerkes FINCA International und wird von einem Aufsichtsrat mit inter-nationaler Erfahrung geführt. Die Stiftung ist durch FINCA International undeinem Darlehen durch BCIE im Juni 2007 finanziert. Derzeit befindet sich dieOrganisation im Prozess der Umwandlung zu einer regulierten MFI (deshalbauch hoher Indikator Schulden/Kapital von 2,2 im Juni 2007). Die Stiftung hatein gutes internes Controlling. b) Umfang MF-Aktivitäten und Qualität des KreditportfoliosFINCA gehört zu den kleineren MFI in Nikaragua. Im Juni 2007 hatte FINCANikaragua 25.781 Kunden mit einem Durchschnittskredit von etwa USD 150,die in 9 Filialen und 5 Agenturen landesweit (Managua, León, Chinandega,Masaya, Granada, Rivas, Jinotepe, Boaco, Chontales, Matagalpa, Jinotega)bedient wurden. FINCA erreicht sehr gut jene sonst von der Finanzierungausgeschlossenen armen Bevölkerungsschichten.Die Qualität des Kreditportfolios ist, mit einem Portfolio at Risk (30 days) von4,9%, akzeptabel. Dieser Index ist bedeutend höher als bei anderen MFI derDorfbankenmethode in Nikaragua oder bei FINCA Honduras. Im Dezember2006 hatte man deshalb eine großen Anteil des Kreditportfolios (etwa 30%) zurSanierung der Institution abgeschrieben. c) Produkte und Dienstleistungen für MKMB • Mikrokredite mit der Dorfbankenmethode • Einzelkredite seit 2006 • Versicherung • Fund Transfer Dienstleistungen • Business Development ServicesDie meisten Kunden von FINCA sind im informellen Sektor selbstständig tätigeFrauen mit meist sehr niedrigem Einkommen. Die meisten haben kleineGeschäfte, aber auch Handwerks-, Dienstleistungs-, Landwirtschafts- undFischereibetriebe. Viele der Frauen sind Haushaltsvorstände, die das einzigeEinkommen des Haushalts erwirtschaften. Kunden aus Masaya gehören über-wiegend der indigenen Gemeinschaft der Monimbó an. Diese Einbeziehung 33
  • 34. (von indigenen Gruppen hat besondere Auswirkungen auf die Organisations-formen der Kreditzuteilung: Sie nützt Kollektivbewusstsein und Gruppen-loyalität zur Erhöhung der Rückzahlungsbereitschaft. d) Strategien • Verbesserung des Lebensstandards der Kunden durch technische Assistenz, Finanzierung und Ausbildung • Umwandlung in eine regulierte Mikrofinanzinstitution unter SIBOIF- Aufsicht um Märkte landesweit zu erschließen und Sparguthaben entge- gennehmen zu können e) Betrieblicher Erfolg (betriebliche und finanzielle Kostendeckung)Der ROE von FINCA ist negativ und der schlechteste unter vergleichbarenMFI. Obwohl die Produktivität von 311 Kunden pro Kreditsachbearbeiter sehrgut ist, sind die operativen Kosten mit 50,5%44 vergleichsweise sehr hoch(andere Dorfbanken in Lateinamerika: 38,4%) und bewirken damit wegen desgeringen Gewinns den schlechten ROE Indikator. Auch die Kreditausfällehaben sich auf die Gewinnlage und Kostendeckungsrate von FINCA negativausgewirkt. Analysten sehen dies als Konsequenzen der Restrukturierung undUmwandlung in eine regulierte MFI.44 Operative Kosten / Bruttokredite. 34
  • 35. (PROCREDITBanco ProCredit a) Eigentümerstruktur, Organisationsform, Eigenkapital und FinanzierungProCredit wurde 2000 als Bank zur Finanzierung von MKMB durch die Pro-Credit Holding AG gegründet. Sie ist weltweit eine der erfolgreichsten Mikro-finanzierungsinstitutionen mit einem Netzwerk von 22 Banken. ProCredit BankNikaragua hat heute 29 Filialen, 790 Angestellte und weist eine Risiko-bewertung von BBB- 45 auf.Eigentümerstruktur:ProCredit Holding AG 82,28%Stichting Doen 17,65%Andere (24) 00,07%Hohe 32,1% der Sparguthaben und liquiden Passiva (vor allem Einlagen aufverschiedenen Arten von Konten, kurzfristige Finanzierungen von Banken undStaatsanleihen) werden von nur 20 Einzahlern gehalten. Es wird angenom-men, dass es sich bei diesen Einzahlern um Institutionen wie Versicherungenund um private Großkunden handelt (genaue Angaben sind hier nichtveröffentlicht). Das daraus resultierende Risiko ist wahrscheinlich noch einResultat aus der Umwandlung der Institution von nicht reguliert in reguliert.Weiters stehen ProCredit Finanzierungslinien bei anderen Banken zurVerfügung um dieses Risiko abzuschwächen (vermutlich handelt es sich umKreditlinien von FMO und/oder der KfW). Dem Fitch Rating waren diese nichtnäher angegebenen Kreditlinien ausreichend, um ein gutes Rating für Pro-Credit zu vergeben. ProCredit ist im internationalen Bankenverband derProCredit Banken eingebunden, weshalb davon ausgegangen wird, dass dieRefinanzierung für ProCredit leichter erfolgen kann als für andere kleineBanken Nikaraguas.Aufgrund der Expansion von ProCredit steht das Eigenkapital über Aktiva aufdem relativ niedrigen Niveau von 10,4% (2007). Für 2008 war eine Kapital-zuführung durch die ProCredit Holding AG von USD 2 Millionen vorgesehen(etwa 13% des derzeitigen Eigenkapitals). b) Umfang MF-Aktivitäten und Qualität des KreditportfoliosProCredit ist heute, gemessen an nicht regulierten oder erst kürzlich regu-lierten MFI, die größte Mikrofinanzinstitution in Nikaragua, aber eine eherkleinere Bank, gemessen am Marktanteil (Kreditvolumen46) im offiziellen45 Quelle: Fitch Ratings, 19. Mai 2008.46 Quelle: Bankenbilanzen publiziert von Superintendencia Nicaragua, 2007. Vergleiche inKapitel 4. Annexe, Anlage 4.2.1., Tabelle 10: «Banken in Nikaragua/Portfolio at Risk (Spaltefür Gesamtvolumen Kredit»): Diesen Daten entsprechend verfügt ProCredit über ein Kredit- 35
  • 36. (Bankenmarkt in Nikaragua. Ende Juni 2008 hatte ProCredit 89.686 Kredit-nehmer aus dem MKMB- und Landwirtschaftsbereich mit einem durchschnitt-lichen Kredit von USD 1.500. Das durchschnittliche Sparguthaben (derzeit200.000 Sparer) betrug im Juni 2008 etwas weniger als USD 30047. DieQualität des Kreditportfolios hat sich 2007 leicht verschlechtert ist aber nochimmer sehr gut mit allen fälligen Krediten (bei 1,4%) und Krediten, die vor-aussichtlich abgeschrieben werden müssen (bei 0,8%). c) Produkte und Dienstleistungen für MKMBDie wichtigste Kundengruppe von ProCredit ist jene der Kleinstunternehmen.ProCredit verfolgt das Ziel mehr KMU als (Kredit-)Kunden zu gewinnen alsbisher und bietet dazu folgende Produkte an: • Kredite48 für Kleinstbetriebe von USD 25 bis USD 10.000, für bis zu 24 Monaten Laufzeit • Kredite für Kleinbetriebe von USD 25 bis USD 50.000, für bis zu 43 Monaten Laufzeit • Kredite für Landwirtschaftsbetriebe von USD 25 bis USD 50.000, für bis zu 43 Monaten Laufzeit • Kredite für Renovierung, Bau, Kauf von Wohnstätten von USD 25 bis USD 50.000, für bis zu 60 Monaten Laufzeit • Kredite zur Wahrnehmung von Geschäftsmöglichkeiten bis zu USD 30.000 für 3 Monate Laufzeit • Schnellkredit für Betriebe bis zu USD 1.000, für bis zu 24 Monaten Lauf- zeit • Zusätzliche Kreditlinien für Betriebe zu günstigen Konditionen • Services zur Zahlung von Löhnen und Gehälter (zu günstigen Konditio- nen für Angestellte) • Internationale Geldtransfers • Verschiedene Sparproduktevolumen, das dem eines Drittels der größten Banken entspricht (BAC, BanPro, Bancentro)bzw. gleich groß ist, wie jenes der neugegründeten Banco de Exito (ehemals FINDESA).47 Geprüfte Statistik von Memoria PROCREDIT. Im Jahr 2007 rund USD 58 Mio. Einlagen.48 Es gibt keine formale Definition von Mikrokrediten (in Bezug auf die Höhe). Es gibt allerdingsseitens des Ministeriums für Industrie und Handel (MIFIC) eine Klassifizierung der Mikro-unternehmen nach ihrer Kapitalausstattung (von USD 100 bis USD 10.000). 36
  • 37. (Aufteilung des Kreditportfolios bei ProCredit: Dez 2007 Dez 2006 % %Handel 37,05 38,96Viehzucht 14,79 11,42Wohnung 8,02 9,80Ackerbau 8,46 7,51Industrie 3,59 3,55Konsum 1,12 1,83Andere 26,97 26,92 d) StrategienEine Strategie von ProCredit ist es, Anteilsscheine (Bonds) im Wert vonUSD 40 Millionen in Nikaragua zu emittieren um dadurch weiteres Wachstumzu finanzieren. Aus dem gleichen Grund möchte man mehr Sparguthabenakquirieren.Für mehr geografische Diversifikation sind weitere 8 neue Filialen im Innerendes Landes geplant.Voraussichtliche Kreditvergabestrategie: Weiterhin Fokus auf Vergabe vonMikrokrediten in den semi-urbanen Gebieten Nikaraguas. e) Betrieblicher Erfolg (betriebliche und finanzielle Kostendeckung)Nach rückläufigen Gewinnen haben sich im Jahr 2007 aufgrund von Effizienz-steigerung in den operativen Abläufen die Indikatoren zu ROA (2,09%) undROE (17,01%) wiederum verbessert.Die Zinsmarge bleibt dennoch hoch (18,2%), obwohl sich die Zinsen für dieKunden in den letzten 3 Jahren senkten. Dies war möglich, da die Finan-zierungskosten aufgrund verbesserter Kompetenz der Bankangestellten redu-ziert werden konnten.Wie andere MFI auch, generiert die ProCredit den größten Teil ihres Einkom-mens aus der Vergabe von Mikrokrediten (und nicht wie andere Banken durchInvestments oder Gebühren für Geldtransfer, Bankgarantien etc.). Das Mikro-kreditgeschäft stellt für die junge Bank eine entscheidende Einkommensquelledar. Dies gelingt nicht zuletzt durch die Sicherung von Know-how und großemSpezialwissen bei den Mitarbeitern. Eine Erweiterung der Produktpalette wäreim Sinne der Kunden. 37
  • 38. (PROMUJERProMujer-Nicaragua a) Eigentümerstruktur, Organisationsform, Eigenkapital und FinanzierungProMujer-Nicaragua ist eine NRO des Netzwerkes ProMujer-International (Sitzin New York und weitere Niederlassungen in Bolivien, Peru, Mexiko undArgentinien) die 1996 von USAID (finanzierte Portfolio und Start-up-Kosten) inLeón gegründet wurde. In der Organisation ist der häufige Wechsel von Perso-nal problematisch .Die Investoren sind Global Partnerships und der Oxfam Novib Fund. Analystenloben die solide Finanzstruktur und die gute interne Kontrolle bei ProMujer. b) Umfang MF-Aktivitäten und Qualität des KreditportfoliosTätig in León (Chinandega) seit 1999 auch in Managua und Masaya istProMujer eine relativ kleine MFI mit 22.000 Mikrokrediten durchschnittlicherHöhe von USD 177.Analysten bestätigen ProMujer eine gute Portfolioqualität. Trotz Naturkata-strophen und populistischen Programmen der nikaraguanischen Regierung dieden Markt verzerren, konnte die erprobte Methodologie von ProMujer die gutePortfolioqualität erhalten. c) Produkte und Dienstleistungen für MKMB • Kredite an Dorfbanken • Kredittraining für Frauen, die eine selbstständige, einkommenschaf- fende Tätigkeit starten oder ein bestehendes Kleinunternehmen verbes- sern wollen • Ausbildungen in den Bereichen menschliche Entwicklung (Bewusstsein- bildung, Rechte, Empowerment), Gesundheit, Familienplanung, Kinder- erziehung, Unternehmensmanagement in Verbindung mit anderen be- triebsorientierten Dienstleistungen (Business Development Services) • Dienstleistungen: Medizinische Beratung und spezialisierte Gesund- heitsservices d) StrategienProMujers Strategie ist es, die Lebenssituation von Frauen und ihren Familiendurch Kreditvergabe, Beratung und Training zu verbessern. 38
  • 39. (Derzeit wird die Organisation von einem externen Konsulenten beraten, wiedie hohe Rotation des Personals bei ProMujer gesenkt werden kann. Einekürzlich erfolgte Reorganisation von ProMujer hat geholfen, den Aufsichtsratzu stärken und eine kontinuierliche Führung der Organisation zu ermöglichen. e) Betrieblicher Erfolg (betriebliche und finanzielle Kostendeckung)Die Institution hat das Problem, dass es eine hohe Anzahl von Kunden gibt,die ProMujer wieder verlassen. Teilweise liegen die Gründe dafür in denAngeboten von Regierungsprogrammen wie «usura cero» («Null Wucher»),die als Konkurrenz der Aktivitäten vom ProMujer angesehen werden können,zumal die Kundenschichten der Programme ähnlich strukturiert sind: Meisthandelt es sich um sehr arme, unterpriviligierte Gruppen, die von den Bankenund anderen MFI als Kunden nicht in Betracht gezogen werden. Die nebenProMujer ebenfalls von der Konkurrenz der Regierungsprogramme betroffenenOrganisationen sind FODEM, FINCA und ADIM. Ein anderes Problem vonProMujer stellen die hohen Betriebskosten dar. 39
  • 40. (BANCO UNO/CITIBANKBanco Uno a) Eigentümerstruktur, Organisationsform, Eigenkapital und FinanzierungDie Banco Uno steht im Eigentum der Grupo Financiero Uno S.A. (Panama)die ihrerseits zu Citigroup Overseas Investment Corporation aus den USAgehört. Banco Uno Nikaragua hat 750 Angestellte. Die Eigenkapitalaus-stattung ist adäquat49 aufgrund der vor kurzem erfolgten Kapitalaufstockungdurch den neuen Aktionär Citigroup.Dieser neue Eigentümer ist auch der Grund für die ausgezeichnete Risikobe-wertung von AA+ (2008) durch Fitch Ratings, da Banco Uno mit CitigroupZugang zu günstiger Finanzierung hat.Es gibt allerdings noch immer eine starke Konzentration im Einlagenbereichdurch einen hohen Anteil der 20 größten Einleger (vor allem Regierungsinstitu-tionen) an den Guthaben, was die Sicherheit der Finanzierung der Institutiondurch Einlagen schwächt. b) Umfang MF-Aktivitäten und Qualität des KreditportfoliosBanco Uno ist die fünftgrößte Bank Nikaraguas mit einem Marktanteil von8,3% (März 2007). Zudem ist sie eine der Banken mit dem größten Anteil anKonsumkrediten. In den vergangenen 3 Jahren ist die Bank um jährlich 25%gewachsen und weist derzeit mehr als 1 Million Kunden auf.Das Kreditportfolio der Banco Uno ist mit 44% besonders stark im Jahr 2007gewachsen. Im selben Zeitraum wuchsen die Interbankkredite mit 30%.Im Hinblick auf dieses starke Wachstum des Kreditportfolios kann seineQualität immer noch als gut bezeichnet werden, wobei größere Kredit-abschreibungen vorgenommen werden mussten. Die am schlechtestenklassifizierten Kredite machten im März 2007 10% aus (11% im März 2006). c) Produkte und Dienstleistungen für MKMBKonsumkredite machten im März 2007 mit 76% den bei weitem größten Anteilim Kreditportfolio aus. 63% davon wurden in US Dollar vergeben, der Rest inder Landeswährung Cordoba.Banco Uno ist führend in der Entwicklung und Einführung von Finanzdienstlei-stungen mit hohem Technologieanteil. Neben verschiedenen Typen von49 Siehe Kapitel 4. Annexe, Anlage 4.2.1., Tabelle 10: «Banken in Nikaragua (Portfolio atRisk)». 40
  • 41. (Konten bietet die Bank Kreditkarten, Geldtransferservices und Versicherungenan. Eine Spezifizierung von speziellen Dienstleistungen für MKMB wird von derBanco Uno nicht angegeben. d) Strategien • Weiteres Wachstum • Bessere Diversifizierung von Bankprodukten • Effizienzsteigerungen e) Betrieblicher Erfolg (betriebliche und finanzielle Kostendeckung)Aufgrund guter Kostenkontrolle und einer Expansion des Kreditportfolios hatsich die Zinsmarge von Banco Uno verbessert und liegt über dem Durchschnittdes nikaraguanischen Bankensektors. Verbesserungen müssen allerdings inder betrieblichen Effizienz erfolgen. 41
  • 42. (BANPROBanco de la Producción a) Eigentümerstruktur, Organisationsform, Eigenkapital und FinanzierungBanPro (Banco de la Producción S.A.) gehört zu 100% der Tenedora BanproS.A. und wurde von ihr als Holding im Dezember 2006 in Panama gegründet.Die Eigenkapitalausstattung von BanPro ist niedrig: Eigenkapital gesamt/Passiva gesamt von 9,4% (mind. 10% wären wünschenswert). Es ist aber zuerwarten50, dass, wie in den vergangenen Jahren, die Kapitalisierung der Bankweiter steigt. Diese Kapitalisierungsposition beschränkt auch die Möglichkeitendes zukünftigen Wachstums der Bank, vor allem ihres Kreditportfolios.BanPro ist zu einem überwiegenden Anteil durch Spareinlagen finanziert(Spareinlagen/Passiva 2007 bei 85,7%) und auch die Konzentration dieserSpareinlagen auf die 20 wichtigsten Einleger ist sehr hoch, was in diesem Falldie Liquidität der Bank besonders gefährdet. b) Umfang MF-Aktivitäten und Qualität des KreditportfoliosBanPro betreibt 50 Kundenzentren (Zweigstellen) in Nikaragua. Das Kredit-portfolio von BanPro wuchs in der ersten Hälfte 2007 mit 11% stark, wobei dieBereiche Privatkredite und Kreditkarten am stärksten wuchsen.Aufteilung der Kredittypen bei BanPro: Jun 2007 Dez 2006 % %Privatkredite 11,1 10,6Geschäftskredite (Handel) 32,5 32,2Ackerbau 8,4 9,5Viehzucht 9,8 9,8Industrie 8,8 10,7Hypothekarkredite 16,8 16,2Kreditkarte 6,4 4,9Andere 6,3 6,1Die Qualität der Aktiva von BanPro wird von Analysten als gut bezeichnet. Mitinsgesamt 2,8% an fälligen Krediten liegt sie im Mittelfeld.50 Eigendarstellung von BanPro, Fitch Ratings, 17. Oktober 2007. 42
  • 43. ( c) Produkte und Dienstleistungen für MKMBBanPro weist eine für Banken typische Produktpalette auf. Sie hatte bisher ihreKredite auf wenige Kunden konzentriert. Mit der Automatisierung und derzunehmenden Einführung von Kreditkarten wird eine breitere Streuung er-reicht. Mit dem Wachstum des Kreditportfolios wird sich die Konzentrationweiter auf ein adäquates Niveau reduzieren. d) StrategienDie Strategie der Zusammenarbeit mit regionalen Banken und mit gutenKorrespondenzbanken erlaubt BanPro, ihre Kunden finanziell mit dem Restder Welt in Verbindung zu setzen.BanPro hat im Kreditbereich die Strategie, mit den Sektoren der höchstenRentabilität zu arbeiten, zielt jedoch auch auf Diversifizierung ab. e) Betrieblicher Erfolg (betriebliche und finanzielle Kostendeckung)Der ROA ist im Vergleich zu den anderen Banken Nikaraguas im durch-schnittlichen51 Bereich. Allerdings hat sich die Gewinnposition verschlechtert,weil die Betriebs- und Finanzierungskosten gestiegen sind.Das Wachstum der Zinsmarge wurde mit dem Wachstum des Kreditportfolioserzielt. Die Kreditmarge allerdings, und damit die Rentabilität des Kreditpor-tofolios, ist in den letzten 3 Jahren gestiegen.Die Effizienz hat sich 2007 verschlechtert52 (Betriebskosten / Einnahmen58,5%). Dies hängt ebenfalls mit dem Wachstum des Kreditportfolios zusam-men: Wachstum hat Kostenerhöhung zur Folge (wegen der Ausweitungs-kosten z.B. durch die Errichtung neuer Zweigstellen und auch durchzusätzliche Aufwände bei der Schulung neuer Angestellten).51 Siehe Kapitel 4. Annexe, Anlage 4.2.1., Tabelle 9: «Banken in Nikaragua (Kapitaladä-quanz)»: BanPro ROA bei 2,4%.52 Quelle: BanPro, Fitch Ratings, 17. Oktober 2007. 43
  • 44. (BDFBanco de Finanzas a) Eigentümerstruktur, Organisationsform, Eigenkapital und FinanzierungDie BDF (Banco de Finanzas) wurde im Juni 1992 als Bank zur Konsumfinan-zierung gegründet. Seit 2004 hat die Grupo ASSA S.A. 21% der Aktien vonBDF erworben und die Kontrolle der BDF in Nikaragua sowie ihrer Mutter inPanama erlangt. Auch in dieser Gesellschaft übernahm ASSA die Mehrheit.Die BDF verfügt über eine geringe, aber noch ausreichende Eigenkapital-ausstattung (10,7%). b) Umfang MF-Aktivitäten und Qualität des KreditportfoliosBDF hat Zweigstellen in den wichtigsten wirtschaftlichen Zonen Nikaraguasund weist eine gute Kreditportfolioqualität auf, die im mittleren53 Bereich vomRanking des nikaraguanischen Bankensektors liegt. c) Produkte und Dienstleistungen für MKMB • Kredite • Spareinlagen • Angebot von nicht-finanziellen Dienstleistungen wie Beratung für Unter- nehmen und Fortbildung d) Strategien • Wachstum beim Kreditportfolio, bei den (Spar-)Einlagen der Bevölker- ung und beim Eigenkapital • Unterstützung der sozialen und wirtschaftlichen Entwicklung von benachteiligten Sektoren in Bereichen der Finanzierung (Kredite, Spar- einlagen) e) Betrieblicher Erfolg (betriebliche und finanzielle Kostendeckung)Trotz vergleichsweise sehr hoher Betriebskosten (78% der Nettoeinnahmen)liegt der Portfolio at Risk im üblichen Bereich für Banken in Nikaragua (2007:2,4%). Dies ist ein Hinweis auf relativ hohe Einnahmen durch Zinsen undGebühren.53 Siehe Kapitel 4. Annexe, Anlage 4.2.1., Tabelle 10: «Banken in Nikaragua/Portfolio at Risk»mit BDF 2,4% Portfolio at Risk. 44
  • 45. ( 1.2.4. Analyse des MikrofinanzmarktesDie aktuellsten Zahlen (2005) weisen aus, dass etwa 6 Millionen Kunden inZentralamerika Mikrokredite geborgt und etwa 65% davon regulierteFinanzinstitutionen in Anspruch genommen haben. Nationale Haushalts-statistiken zeigen, dass etwa 45% aller Haushalte mit Kleinstunternehmenverbunden sind.In Nikaragua gibt es etwa 159.000 MKMB in städtischen Gebieten und ca.197.000 landwirtschaftliche Betriebe54 (die sogenannte Campesino-Wirt-schaft). Der Landwirtschaftssektor beschäftigt etwa 740.000 Personen, dassind 43% aller Arbeitsplätze in Nikaragua, und generiert 33% des BIP. DerGroßteil (56%) der Beschäftigten im Landwirtschaftssektor arbeitet in Kleinst-und Kleinbetrieben. Obwohl Nikaragua bezüglich Marktpenetration an ersterStelle (2005) steht, ist die Nachfrage nach Mikrokrediten in Nikaragua nachwie vor sehr stark (vor allem auf dem Land), wobei die Qualität des Kredit-portfolios im Allgemeinen recht gut ist und auch besser als im Rest Latein-amerikas. Das Wachstum der vergangenen Jahre bei den Kundenzahlen undden Kreditportfolios von ca. 20% jährlich kam vor allem (etwa zur Hälfte) ausdem Landwirtschaftssektor und von den mit diesem Sektor verbundenenKleinbetrieben.Die Kunden der meisten Mikrofinanzinstitutionen (und hier vor allem der nichtregulierten Institutionen) gehören zu den einkommensschwachen Bevölke-rungsschichten, denen mehr als die Hälfte der Nikaraguaner zuzurechnen ist.Typischerweise gehören etwa 30% der Kunden einer MFI zu sehr armenHaushalten, 38% zu den weniger armen und 32% zu jenen Haushalten mitbesserem Lebensstandard innerhalb der Gruppe der einkommensschwachenHaushalte.Die typischen Probleme in diesem Markt sind: • Hohe Kreditausfallsraten (seit kurzem vor allem im städtischen Bereich und in Verbindung mit Kreditkarten)55 • Hohe Betriebskosten und geringe GewinneDie Nachfrage nach Mikrokrediten ist im Steigen begriffen, wie das jährlicheKreditportfolio-Wachstum der zentralamerikanischen Mikrofinanzinstitutionenvon durchschnittlich 34% jährlich in der Periode von 2005 bis 2007 zeigt. Dasübertraf sogar das sehr hohe Wachstum von 26% jährlich in der Periode davor(1999 bis 2004).54 Quelle: 3er censo agropecuario 2001, MAGFOR. Entsprechend dem Directorio económicourbano (MIFIC): Landwirtschaftliche Betriebe und Kleinbauernwirtschaft werden als eigeneKategorie angeführt. 197.000 landwirtschaftliche Betriebe.55 Kreditkarten sind als Mikrofinanzierung zu verstehen. Sie sind einerseits wichtig für Klein-und Mittelbetriebe, die Betriebsausgaben auch über Kreditkarten tätigen. Andererseits sind dieKredithöhen auf diesen Kreditkarten im Mikrokreditbereich angesiedelt. Regulierte Mikro-kreditinstitutionen, wie z.B. ProCredit, geben an ihre Kunden nur Debitkarten aus. 45
  • 46. (Die private Risikozentrale SinRiesgo S.A. ermöglicht den Austausch vonInformationen zwischen Finanzinstitutionen über Kundenrisiko. Nur ein Teil dernikaraguanischen Finanzinstitutionen ist bis dato Mitglied in dieser Kredit-informationszentrale.Weiters gibt es in Zentralamerika 38 Spar- und Kreditvereine, 12 davon inNikaragua, mit insgesamt 156.942 Kreditnehmern und einem durch-schnittlichen Kredit von USD 2.55656. Alle kleinen Vereine zusammen-genommen würden also die größte nicht regulierte MikrofinanzinstitutionZentralamerikas, das ist derzeit unangefochten die FDL, übertrumpfen.Innerhalb Nikaraguas erreichen MFI mit der Einzelkreditmethode mehrKunden, als jene MFI, die Einzel- und Gruppenkredit gleichzeitig anbieten.Institute mit Einzelkrediten zeigen allerdings eine geringere Markttiefe. Dasbedeutet, sie haben weniger Kunden aus einkommensschwachen Bevöl-kerungsschichten.Die Genehmigung eines Mikrokredites dauert üblicherweise für den erstenKredit 20 bis 30 Tage und für den zweiten Kredit 10 Tage. Kleingewerbe-treibende müssen 15 bis 25 Tage auf einen ersten Kredit warten. Diese Zeitwird benötigt, um die Bonität des Unternehmens zu prüfen und die Garantienfür den Kredit sicherzustellen. Finanzierungsinstitutionen, die diese Zeit unter-schreiten, haben bei gleichbleibender Portfolioqualität einen entscheidendenMarktvorteil.Banken haben weit mehr Kunden als MFI (Reichweite)57. MFI hingegen habenein engmaschigeres Netz an Filialen als die Banken. Diese dezentraleVerortung der MFI hat allerdings nicht unbedingt eine größere Markttiefe(Outreach bzw. Erreichung der Armen) zur Folge. Außerdem ist anzumerken,dass die Standorte von MFI-Filialen zwar mit der politisch-administrativenEinteilung des Landes, nicht jedoch mit den Regionen großer Wirtschafts-potentiale korrelieren.Die Marge zwischen Primezinsen (das sind Zinssätze für Unternehmen mitbester Risikoposition) und Inflationsrate58 ist in Nikaragua mit 3,1% relativhoch. Der Wettbewerb erhöht auch die Zinsen auf Sparguthaben, doch dieKreditzinsen steigen schneller als die der Sparguthaben. Die durchschnitt-lichen Zinsenmarge von BanCentro war im November 2007 bei 9,4%, die vonder Banco Uno im März 2007 15,2% und von ProCredit im Dezember 200718,2%. Die durchschnittliche Zinsmarge aller Banken Nikaraguas lag im März2007 bei 7,8%59.56 Quelle: Carlos Arenas: Microfinance in Central America: Nicaraguas place in the industry,Nicaraguan Developments, Summer 2006, Volume 22, No. 2; Homepage der Weltvereinigungder Spar- und Kreditvereine.57 Siehe Kapitel 4. Annexe, Anlage 4.2.1., Tabelle 11: «2007: Reichweite von Mikrofinanz-institutionen in Zentralamerika».58 Üblicherweise liegen Primezinsen, das sind die Zinsen für Unternehmen mit bester Risiko-position, etwa 1 bis 1,5 Prozentpunkte über Inflation.59 Quelle: Aus den verschiedenen Homepages der Finanzinstitutionen (Zugriff Nov. 2008) undREDCAMIF, 2007. Für KMU liegen die Zinsen üblicherweise bei 24% bis 36%, für Groß- 46
  • 47. (Im Mikrofinanzbereich bewegen sich die Zinsen auf ähnlichem und für sehrkurzfristige Kredite auf wesentlich höherem Niveau. So berechnet ACODEPZinsen für Working Capital Kredite (also kurzfristige Kredite von einigenMonaten) von 24% (entspricht etwa den Zinsen der Banken) bis 72% p.a.(flat)60. Bei verspäteter Einzahlung von fälligen Kreditbeträgen wird 1% desausstehenden Kapitals als Strafzins verlangt, zuzüglich von 10% des nochoffenen Betrages. ASOMIF sagt dazu, dass eine Zinssenkung für die meistenMFI in Nikaragua schwierig wäre, da die MFI selbst mit kurz- bis mittelfristigenKrediten mit Zinsen von etwa 11,5% p.a. refinanziert sind61.Diese Zinsensituation im Mikrofinanzbereich könnte sich bald leichtverbessern, da es nun zusätzlich neue Akteure62 in diesem Markt gibt, die sichmit Spareinlagen finanzieren dürfen und die mit ihrer Umwandlung zu einer re-gulierten Mikrofinanzinstitution auch Zugang zu günstigeren Finanzierungs-quellen bekommen werden. Derzeit machen Spareinlagen in zentral-amerikanischen MFI, die diese entgegennehmen können, 30% ihrer Passivaaus. Im Jahr 2007 haben regulierte Mikrofinanzinstitutionen etwa 27% ihresKreditportfolios mit Spareinlagen finanziert.Dieser verbesserte Zugang zu günstigeren Finanzierungsquellen wirdzusammen mit Effizienzsteigerungen und der Erhöhung der Wettbewerbs-fähigkeit zu einer Verbesserung der Kostenstruktur führen und die Rentabilitätstabilisieren. Das könnte allerdings auch bedeuten, dass sich diese MFIgewinnbringenderen Kundengruppen zuwenden müssen, mit der Gefahr, dieeinkommensschwachen Bevölkerungsschichten zu vernachlässigen und damitan Markttiefe einzubüßen. Dies könnte ein wahrscheinliches Entwicklungs-szenario sein, dessen sich die im Markt intervenierenden Institutionen (wieausländische Entwicklungsbanken) bewusst sein sollten.Derzeit allerdings haben zentralamerikanische MFI noch keinen so guten Zu-gang zu kommerzieller Finanzierung. 2007 wurden 75,6% (2005: 58,5%) desKreditportfolios mit Krediten zu kommerziellen Zinsen finanziert. Zentralameri-kanische MFI erreichen weniger Hebelwirkung mit ihrer Finanzierung. Siebrauchen daher relativ mehr Mittel für ein gleich großes Kreditportfolio. 2005war der durchschnittliche Leverage63 in Zentralamerika bei 1,5%, in Nikaraguabei 2,4% und in ganz Lateinamerika bei 3,7% (2007: 3,4%).unternehmen (prime rate) bei 12% bis 20%. Vergleiche auch Kapitel 4. Annexe, Anlage 4.2.1.,Tabelle 12: «2007: Durchdringung des Marktes» und Tabelle 13: «Zinsentwicklung in Nikara-gua».60 Zinsen werden auf gleichbleibendem Niveau des Kreditbetrages berechnet. ZurückbezahlteBeträge kommen dabei nicht zum Tragen.61 Quelle: ASOMIF Homepage, Zugriff Nov. 2008.62 ProCredit und FINDESA haben sich zuerst in regulierte MFI und anschliessend in Bankenumgewandelt. Zum Zeitpunkt der Studie existiert nur FAMA als regulierte MFI. ACCOPDEPhat seinen geplanten Umwandlungsprozess nicht vollzogen.63 Die Solidität einer Bank kommt u.a. von einem ausgeglichenen Verhältnis zwischen Fremd-und Eigenkapital (Leverage-Ratio). Eine Leverage-Ratio von 4 Prozent, das ist ein Hebel von25, wird als gut befunden. 47
  • 48. (Besonders schwierig war die Situation für MFI, welche die Dorfbankenmethodebenutzen und oft keine Selbstkostendeckung erreichten, bis in das Jahr 2007hinein. Diese Situation verhinderte ihren Zugang zu kommerzieller Finan-zierung. Ab 2007 scheint sich diese Situation stark verbessert zu haben, indemdie Bancos Communales zumindest Selbstkostendeckung erreichten, wennnicht sogar Gewinne machten. Langfristig dürfte dies ihre Finanzierungs-situation verbessern, obwohl sich die Situation sicherlich erst stabilisierenmuss (vor allem auch in Hinblick auf die aktuelle Entwicklung im Oktober 2008auf den Finanzmärkten, die selbst gut eingeführten Finanzinstituten den Zu-gang zu Finanzierung stark erschwert hatte). Institutionen in Nikaragua unterdenen es auch große Mikrofinanzinstitutionen gibt, weisen im Allgemeineneine höhere Finanzierung64 durch kommerzielle Kredite auf als MFI andererzentralamerikanischer Länder.Die längste Kreditlaufzeit, die derzeit im nikaraguanischen Markt erhältlich ist,beträgt 6 Jahre für KMU und 2 Jahre (in seltenen Fällen 3 Jahre) für Mikro-kreditkunden. Üblicherweise sind die Kredite mit Pfandgarantien, Solidaritäts-garantien und vor allem mit Hypotheken besichert.Drei Faktoren bestimmen, ob sich der Mikrofinanzsektor erfolgreich weiterent-wickeln wird65: • Ausmaß der Abhängigkeit von der internationalen Entwicklungszusam- menarbeit: Die meisten MFI hängen finanziell stark von externer Kooperation, nämlich von jener der internationalen finanziellen Entwicklungs- zusammenarbeit ab, weil die meisten von ihnen keine Sparguthaben annehmen dürfen. • Grad der Fragmentierung bzw. Potential der Konsolidierung des Marktes: Gibt es eine Aussicht auf die Entwicklung einer economy of scale im MFI-Sektor und damit auf eine größere Bandbreite der Produktpalette? Dies würde eine Überwindung der Fragmentierung des Marktes in viele kleine Einheiten erfordern. Das relativ große Angebot an externer (und oft subventionierter) Finanzierung für MFI (in Nikaragua operieren 23 bilaterale und multilate- rale Geberorganisationen und fünf sozial motivierte Mikrofinanzinvesto- ren) führte zu einer Fragmentierung des Marktes in viele kleine Einheiten. 2007 waren das etwa 300, die sich auf sehr spezialisierte64 Jedenfalls höher als 75,6% (Durchschnitt Zentralamerika). Der genaue Prozentsatz fürNikaragua alleine konnte noch nicht ermittelt werden. Siehe auch Kapitel 4. Annexe, Anlage4.2.1., Tabelle 14: «2005: Kommerzielle Finanzierung von MFI».65 Dies ist die Betrachtungsweise aus der Perspektive des MFI-Sektors. Diese wäre um diePerspektive von Kundenseite, der MKMB und der Personen und Gruppen ohne Zugang zuMFI noch zu ergänzen. 48
  • 49. ( Kundengruppen beschränkten. Eine Konsolidierung des Marktes wird aber nicht stattfinden können, solange die einzelnen MFI jeweils ihre eigenen Sponsoren haben. • Qualität der Regulierung: Inwiefern entsprechen vorgeschriebene Regeln den Bedürfnissen des MF-Marktes und inwieweit werden diese Regeln den Institutionen angepasst sein? Das heißt, die Branche wird sich erfolgreich entwickeln, wenn es gelingt, die Regulierung an das spezielle Geschäft der MFI anzupassen und eine (Regierungs-)Politik zu vermeiden, die zu Politisierung und Polarisierung führt, die Effizienz des MFI-Sektors unterminiert und seine Überlebensfähigkeit gefährdet. 1.2.5. Wirtschaftliche und soziale Effekte der Mikrofinanzaktivitäten in NikaraguaDie Mikrofinanzindustrie Nikaraguas nimmt in Zentralamerika einen herausra-genden Platz ein, da Nikaraguas MFI die größte Markttiefe und die meistenFrauen erreichen. Eine wichtige Aufgabe scheint aber noch immer ungelöst zusein, nämlich fühlbare Resultate in der Armutsreduktion zu erarbeiten.Eine Studie von ASOMIF66 zeigt, dass Nikaraguas Mikrofinanzkunden einesehr heterogene Gruppe sind. Die meisten Mikrofinanzkunden sind Frauen(62%)67, die in städtischen Gebieten leben. Was fast allen Mikrofinanzkundengemeinsam ist: Sie leben in Familien, bei denen es an den notwendigstenBasisgütern mangelt (davon sind bis zu 80% der Kunden betroffen). Amgravierendsten ist die Armutssituation für ländliche Mikrofinanzkunden.Im Mikrofinanzbereich wurden bereits etliche Zugangsbarrieren ausgeräumt(z.B. durch die Akzeptanz von unterschiedlichen Formen von Garantien, durchangepasstere Zulassungsbestimmungen) sowie eine Verkürzung der Dauer fürdie Bearbeitung von Kreditanträgen erreicht. In den Diskussionen desStudienteams mit Mikrofinanzkunden in vier Provinzen Nikaraguas wurde klar,dass eine Nachfrage nach neuen Services und Produkten besteht, die einestärkere und spürbarere Auswirkung auf die soziale und wirtschaftliche Lageder Kreditnehmer haben. Größere Beträge sollen zur Verfügung gestellt undein vielfältigeres Service angeboten werden können. Die Mikrofinanzkundenerkennen aber auch an, dass sich in den letzten Jahren die Konditionen undDienstleistungen verbessert haben und mit zunehmendem Wettbewerb derMFI sich deren Angebot vergrößert hat. Die MFI sind nun aufgefordert, sichund ihre Dienstleistungen bzw. Produkte zu konsolidieren und zu entwickeln,66 Quelle: El Impacto Social de las Microfinanzas en Nicaragua. Consejo Coordinador deWisconsin con Nicaragua; Fundación Internacional para el Desafío Económico Global.(FIDEG). Asociación Nicaragüense de Instituciónes de Microfinanzas (ASOMIF). 2007, Mana-gua, Nicaragua.67 Siehe Kapitel 4. Annexe, Anlage 4.2.1., Tabelle 1: «2007: Mesoamerikanischer Länderver-gleich MFI». Quelle: Datos del 2007 REDCAMIF, Boletin de REDCAMIF No. 8 und Memoriaanual REDCAMIF 2007. 49
  • 50. (und ihre Angebotspalette, Markttiefe und letztendlich die sozioökonomischenAuswirkungen ihrer Geschäftstätigkeit zu verbessern.Marktabdeckung im städtischen und ländlichen RaumAlle Departements und städtischen Zentren Nikaraguas haben Zugang zuMikrofinanzdienstleistungen. Doch entspricht diese Konzentration und Versor-gungsdichte eher der politisch-administrativen Einteilung des Landes als derWirtschaftsdynamik der einzelnen Regionen und Subregionen. So bleibenZonen mit hohem wirtschaftlichen Potential weiterhin ohne eine Versorgungdurch Finanzdienstleistungen.Die meisten Mikrofinanzkunden finden sich in der pazifischen RegionNikaraguas: In Managua leben 17,7% und in Chinandega 13,3% aller Kundendes Landes. Bezogen auf die 19 MFI die Mitglieder in ASOMIF sind, war dieAufteilung im Jahr 200768 wie folgt:Regionale Aufteilung der Mikrokreditnehmer: Anzahl der MFI Region Prozentsatz KundenManagua, Pazif. 60.262 17,7%RegionChinandega, 44.500 13,0%Pazif. RegionLeón, Pazif. 29.313 8,6%RegionMatagalpa 29.105 8,5%Nueva Segovia 24.140 7,1%Quelle: Revista ASOMIF No. 8, 2007, Managua, Nicaragua.Die Hälfte des Kreditportfolios der ASOMIF Mitglieder (das sind 47,9%) wirdKunden aus der Landwirtschaft und der Viehzucht zur Verfügung gestellt undnur 27,2% gehen an Kunden mit Handelsaktivitäten69. Dies ist weltweit fürMikrofinanzinstitutionen sehr ungewöhnlich, da meistens der Handel dominiert.Landwirte und Viehzüchter sowie andere am Land tätigen Produzenten stellendas zukünftige Potential für MFI auch in Nikaragua dar.68 Revista ASOMIF No. 8, Managua, Nicaragua.69 Hier sei wiederholt, dass die Hälfte des Portfolios nur ca. 25% der Kunden der MFI zugutekommt. Das erklärt auch die hohen Durchschnittsbeträge der Kredite für Landwirtschaft undlässt weiter vermuten, dass auf dem Land die Ärmsten der Armen nicht erreicht werden. 50
  • 51. (Empowerment der Frauen und JugendausbildungIn diesem Zusammenhang ist die wirtschaftliche Stärkung der Position derFrauen in der Gesellschaft gemeint, das heißt vor allem eine Verbesserungihres Einkommens, ihrer ökonomischen Unabhängigkeit und Verfügung überausreichende Mittel zum Leben. Einige NRO, die Mikrofinanz anbieten (wiezum Beispiel ProMujer), führen kostenlos oder zu sehr niedrigenKursgebühren Ausbildungsprogramme nur für Frauen durch, insbesondere zurStärkung ihrer (Verhandlungs-)Position in der Familie und gegenüber ihrenPartnern sowie innerhalb der Gemeinschaft oder Ausbildung in Gesundheits-fragen.Die Strategie der wirtschaftlichen Stärkung der Frauen sieht vor, diese inProduktionsgruppen zu organisieren bzw. (bestehende) Frauengruppen diebereits für einen besseren Zugang zu Land kämpfen, zu unterstützen. Mitmanchen dieser Gruppen ist auch die Kreditvergabe in kind (in Naturalien)verbunden: Das bedeutet, Produktionsmittel werden gegen Zurückzahlungihres Wertes mit landwirtschaftlichen Produkten zur Verfügung gestellt.Einige NRO, die mit Frauen arbeiten wie FEMUPROCAN (Federación demujeres productoras de Nicaragua) und FEM (Fundación entre mujeres),unterstützen die Ausbildung von Jugendlichen und jungen Erwachsenen, dieaufgrund ihrer Armut von jeglichen Bildungsmöglichkeiten ausgeschlossenwaren. Weiters werden Kurse angeboten, um Grundfähigkeiten als Tischlerin,Elektrikerin, Schweißerin zu erlernen. Die Programme dieser NRO erreichenjedoch nur einen geringen Teil der Bevölkerung und der Mikrokreditkunden.Motive, einen Mikrokredit zu beantragenWirtschaftstreibende, die im Rahmen einer Studie des FIDEG befragt wurdengaben folgende Motive an, die sie zur Beantragung eines Mikrokredits veran-lasst haben: Gesamt Gesamt Gesamt Motive % Stadt % Land %Working Capital für dengewerblichen oder 67,4 65,4 76,7landwirtschaftlichen BetriebVerbesserung der Wohnung 13,9 14,3 12,7Konsum für die Familie 3,3 2,8 5,4 51
  • 52. (Haushaltskosten 8,2 8,8 5,4Zurückzahlung von Schulden 3,1 3,8 0,0Um in ein anderes Geschäft zu 3,6 4,4 0,0investierenUm Chancen aufGeschäftsabschlüsse 0,4 0,5 0,0wahrzunehmen70Quelle: El Impacto Social de las Microfinanzas en Nicaragua. Consejo Coordinador deWisconsin con Nicaragua; Fundación Internacional para el Desafío Económico Global.(FIDEG). Asociación Nicaragüense de Instituciónes de Microfinanzas (ASOMIF). 2007,Managua, Nicaragua.Erhebung der Kundenmeinung zur Auswirkung des Kredites auf gewerblicheoder landwirtschaftliche Betriebe und Bedarf an neuen Produkten81,4% der Befragten geben an, dass sich ihr Betrieb nach einem Mikrokredit(durch eine MFI, die Mitglied von ASOMIF ist) verbessert habe. Diese Zahl istin ländlichen Gebieten höher (92,2%), wobei die Frauen (87,1%) weniger alsdie Männer (97,5%)71 profitiert haben dürften.In der Feldstudie, die im Rahmen der vorliegenden Studie in vier ProvinzenNikaraguas ausgeführt wurde ergaben sich folgende Tendenzen in der Nach-frage nach Produkten von Mikrofinanzinstitutionen: a) Gleiche oder größere Kreditbeträge b) Niedrigere Zinsenraten oder zumindest nicht steigend c) Längere Kreditlaufzeiten oder zumindest gleichbleibend d) Geringere Erfordernisse (Konditionalitäten) oder gleichbleibend e) Schnellere Auszahlung der Kredite oder gleichbleibend70 Übersetzung aus dem Englischen «to seize an opportunity» bzw. um Chancen auf einenGeschäftsabschluss wahrnehmen zu können z.B. Teilnahme an Messen, Teilnahme an Aus-schreibungen etc.71 Zitierte Studie: El Impacto Social de las Microfinanzas. Periodo: 2006-2007, FundaciónInternacional para el Desafío Económico Global (FIDEG), Nicaragua, 2008. 52
  • 53. ( f) Gleichbleibende Anforderungen an Sicherheiten und Garantien oder ge- ringere Ansprüche g) Gleichbleibende oder verbesserte Sorgfalt im Service h) Technische Unterstützung, um das Geschäft des Kreditnehmers zu ver- bessern i) Ausserdem wird gewünscht: zusätzliche Garantie- und Besicherungs- möglichkeiten sowie Bankgarantien für Import und ExportVon den MFI, welche als NRO konstituiert sind, erwarten sich die befragtenKleingewerbetreibenden zudem: a) Verbesserten Zugang zu Gesundheitsservices b) Verbesserten Zugang zu Ausbildung für die Kinder der Finanzierten c) Entwicklung und Zugang zu Pensionsprogrammen d) Verbesserung der Wohnverhältnisse und Werkstätten 1.3. Der gesetzliche Rahmen für MikrofinanzaktivitätenDer gesetzliche Rahmen72 für Mikrofinanzinstitutionen erscheint heute nachwie vor zu undefiniert. Dies hat Instabilität und Intransparenz im MFI-Sektorzur Folge. Die «Ley Reguladora de Préstamos entre Particulares» (sieheunten) schreibt eine Deckelung der nominalen Maximalzinsen in Verbindungmit der durchschnittlichen Zinsrate der Kommerzbanken vor. Beinahe alle MFIerheben zusätzliche Kommissionen und Gebühren ein, deren Höhe vondiesem Gesetz aber nicht geregelt ist. Dies führt zu einem Mangel anTransparenz in Bezug auf Preise und Kosten im Mikrofinanzmarkt.Zurzeit regeln folgende Gesetze die Aktivitäten von Mikrofinanzinstitutionen inNikaragua: 1. Gesetz Nr. 176, Ley de Préstamos entre Particulares (Gesetz zur Regelung für Darlehen zwischen Privatpersonen): Das ist das wichtigste Gesetz zur Regelung der Mikrofinanzaktivitäten mit dem Ziel, Kontrollen zu etablieren, die dem Interesse der Bevölkerung dienen, mit der MFI arbeiten. 2. Reform dieses Gesetzes Nr. 176, auch bekannt als Gesetz Nr. 374 (aus dem Jahr 2000). Diese Gesetzesreform hat das Ziel, Wucher- zinsen zu verhindern. Aus diesem Grund wurden die Zinsen des Mikro-72 Eine ausführliche Analyse zum gesetzlichen Rahmen durch eine Rechtsberaterin wurde fürdiese OeEB-Studie vom Studienteamleiter in Nikaragua in Auftrag gegeben. Dieses juristischeGutachten in Spanisch ist der Studie im Kapitel 4. Annexe als Anhang 4.1.4. Nr. 10 beigefügt. 53
  • 54. ( finanzsektors auf die durchschnittlichen Zinsen des Bankensektors reduziert. Kreditkarten, die heute die größte Überschuldungsgefahr der Nikaraguaner bedeuten, und Kontoüberziehungen wurden allerdings nicht in dieser Gesetzesreform berücksichtigt. 3. Das Gesetz 147 über juristische Personen mit Tätigkeiten ohne Gewinnabsichten oder besser bekannt als das NRO Gesetz, das 1992 approbiert wurde. Dieses Gesetz wurde eingeführt als Anfang der neunziger Jahren die NRO begannen für Banken und Staat in die Bresche zu springen und Kredite an MKMB und kleine landwirtschaftli- che Betriebe zu vergeben, die keinen Zugang zu Finanzierung hatten, da deren Risikoprofil (Information über die Betriebe, Sicherheiten) nicht zu den Strukturen und Produktpaletten der Banken passte. Kredite wurden damals nur in Ausnahmefällen und zu überhöhten Zinsen gewährt. 4. Der Strafrechtskodex und das Strafrecht Nikaraguas stellen in Artikel 263 Wucher unter Strafe73. Eine Person, die Geld verleiht oder in anderer Form einer anderen Person die rechtliche Verpflichtung auferlegt, Zinsen oder andere finanzielle Zuwendungen zu zahlen unterliegt den Zinssätzen die im Gesetz für Darlehen zwischen Privat- personen und im Kreditkartengesetz festgelegt sind. Werden diese Sätze überschritten, sollen die verantwortlichen (natürlichen) Personen mit Gefängnis von mehr als vier Jahren bestraft werden können, während die Institution «nur» mit der Einstellung ihrer Aktivitäten bestraft werden kann. Mit diesem Gesetz wird jede Form des Wuchers bestraft (auch zum Beispiel das Eintreiben von Zinsen auf aussteh- enden Zinsen). 5. Das Gesetz für gegenseitige Garantien (Ley de garantía recíproca74). 6. Der Entwurf des Mikrofinanzgesetzes wird derzeit in der National- versammlung diskutiert, wobei Anträge der unterschiedlichsten Art vorliegen. Der Rechtsberater der Zentralbank legte Empfehlungen vor, hier eine Auswahl der wichtigsten: • Außer-Kraft-Setzen jener Bestimmung, welche den MFI untersagt, Spareinlagen der Bevölkerung anzunehmen • Volle Zuständigkeit der Bankenaufsicht auch für MFI ohne Erlaubnis zu Spareinlagen73 Zur Zeit gilt als Wucher Zinsen ab 20,97% p.a. Quelle: Homepage Banco Central, ZugriffNov. 2008.74 La Ley de Sistemas de Sociedades de Garantías Recíprocas para las Micro, Pequeña yMediana Empresa Ley No. 663, aprobada en lo general en septiembre 2008. Da die zudiesem Gesetz notwendigen Verordnungen noch nicht erstellt sind, kann das Gesetz nochnicht in Kraft treten. 54
  • 55. ( • Keine Erhöhung des derzeit im Gesetzesentwurf vorge- sehene Minimalkapitals von USD 200.000 auf USD 500.000 • Die Festlegung des Zinssatzes soll den Institutionen überlassen bleiben 7. Gesetzesinitiative zur Anwendung der Zwangsvollstreckung für Kre- dite mit persönlichen Garantien (Bürgschaften): Die Aufsichtsbehörde für Banken und Finanzinstitutionen diskutieren derzeit mit ASOBANP (dem Verein der Privatbanken), der Zentralbank und der Konsumenten- vereinigung die Klärung der gesetzlichen Regelung, in welchen Fällen die Zwangsvollstreckung im Zusammenhang mit Krediten mit persönlichen Garantien angewendet werden soll, vor allem wenn die Garantien nicht industrielle oder Handelsgarantien sind. Dies steht im Zusammenhang mit der Verfassungsbestimmung75, dass niemand auf- grund von Schulden festgenommen und ins Gefängnis kommen darf. 1.3.1. Die Rolle der Zentralbank und relevanter InstitutionenIn Nikaragua gibt es eine große Anzahl von Akteuren, die mit dem Mikrofi-nanzsektor zu tun haben. Die wichtigsten davon und ihre Rolle sind:1. Die Nationalversammlung: Gesetzgebung2. Das Industrie- und Handelsministerium (Ministerio de Fomento de Industria y Comercio): Entwickelt Vorschläge, macht Voruntersuch- ungen, ermöglicht die Abstimmung zwischen verschiedenen Interes- sensgruppen und setzt teilweise auch eigenständig MF-Programme um3. Das Ministerium für Land-, Forstwirtschaft und Viehzucht (Ministerio Agropecuario y Forestal): Ähnliche Rolle wie das Wirtschaftsminis- terium, nur in Bezug auf land- und forstwirtschaftliche Aktivitäten4. Die Zentralbank: Geldpolitik und monetäre Steuerung des Landes Die Zentralbank erfüllt ihre üblichen Rollen wie Bankenfinanzierung, Umsetzung der Geldreservenpolitik des Staates, Vertretung Nikaraguas bei internationalen Finanzorganisationen (wie etwa bei der Weltbank). Die Zentralbank Nikaraguas ist beauftragt, internationale Kredite zur Stützung der Zahlungsbilanz aufzunehmen und zu verwalten sowie im Auftrag des Staates (des Präsidenten) Staatsanleihen für Nikaragua auszugeben. Der Verwaltungsrat der Bank hat gesetzlich den Auftrag, die Zinspolitik festzulegen, die Bedingungen für die Emission von75 Artikel 41 der Constitución Política de Nicaragua: «Nadie será detenido por deudas. Esteprincipio no limita los mandatos de autoridad judicial competente por incumplimiento dedeberes alimentarios. Es deber de cualquier ciudadano nacional o extranjero pagar lo queadeuda.» 55
  • 56. ( Staatsanleihen sowie allgemeine Marktbedingungen des Finanzsektors zu bestimmen. Weiters bestimmt die Zentralbank die Reservenbildung der nikaraguanischen Finanzinstitutionen. Die Zentralbank agiert also als die zuständige Körperschaft für die Finanzverwaltung des Staates.5. Die Aufsichtsbehörde für Banken und andere Finanzinstitutionen (Súperintendencia de Bancos y Otras Instituciónes Financieras): Super- vision und Kontrolle6. Die staatliche Förderungsbank (Banco de Fomento) zur Entwicklung der MKMB (Hat jedoch noch nicht die Arbeit aufgenommen. Der für den Start der Geschäftstätigkeit notwendige politische Konsens ist noch nicht zustande gekommen)7. Der Kreditfonds für ländliche Gebiete (Fondo de crédito rural): Macht Mittel und Dienstleistungen für den ländlichen Sektor zugänglich, vor allem für Genossenschaften8. Das Institut zur Förderung von Kooperativen (Instituto Nacional de Fomento Cooperativo, INFOCOOP76): Körperschaft zur Regelung von Genossenschaften; übt die Aufsicht über Genossenschaften aus, ein- schließlich der Spar- und Kreditgenossenschaften in Nikaragua9. Die nikaraguanische Finanzierungsstelle für Investitionen (Financiera Nicaragüense de Inversiones, FNI): Macht Mittel für regulierte Institu- tionen frei und gibt ihnen Unterstützung 1.3.2. Die Rolle der BankenaufsichtDie Rolle der Bankenaufsicht und Aufsicht anderer Finanzinstitutionen (Super-intendencia de Bancos y de Otras Instituciónes Financieras) ist in den Gesetz-en Nr. 552 und Nr. 55777 sowie im Gründungsgesetz Nr. 125 aus dem Jahr1991 bestimmt.Das wichtigste Ziel der Bankenaufsicht ist die Bonität und Funktionsfähigkeitaller Finanzinstitutionen, die Einlagen annehmen, zu kontrollieren und damitdie Öffentlichkeit vor dem Verlust ihrer Einlagen zu schützen. Die Kontrolleschließt staatliche und private sowie nationale und internationale Finanzinstitu-tionen und ihre Ableger ein.76 Der Artikel 113 des allgemeinen Genossenschaftsgesetzes schreibt die Gründung einesInstitutes zur Förderung des Genossenschaftswesens vor. Dem wurde durch die Gründungdes INFOCOOP (Nikaraguanisches Institut für die Förderung des Genossenschaftswesens)entsprochen. Das Institut hat eine eigene Rechtsperson, besitzt administrative Autonomie mitden Hauptfunktionen der Normierung, des Schutzes, der Förderung und Entwicklung desGenossenschaftswesens. Das Institut hat die Aufsicht über die Genossenschaften inne und istzu deren Kontrolle und Suspendierung befugt. Die Regulierung der als Genossenschaftenkonstituierten MFI fällt ebenfalls in die Kompetenz von INFOCOOP.77 Allgemeines Gesetz betreffend Banken, Finanzinstitutionen und Finanzgruppen (LeyGeneral de Bancos, Instituciónes Financieras no Bancarios y grupos financieros). 56
  • 57. (Die Bankenaufsicht erfüllt folgende Funktionen: • Entscheidung über Anträge, eine Bank oder Finanzinstitution in Nika- ragua zu gründen • Aufsicht und Kontrolle aller Banken und regulierten Finanzinstitutionen in Nikaragua mit jährlichen Inspektionen vor Ort unter Einhaltung des Bankgeheimnisses • Regulieren der Kapitaladäquanz, Konzentration der Kredite, der Kredit- klassifizierung und der Reservenbildung in den beaufsichtigten Finanz- institutionen • Aufsicht über der Einhaltung der gesetzlichen Regelungen bei der Gründung, beim Betrieb, der Umwandlung und Liquidierung von regu- lierten Finanzinstitutionen wie Banken • Intervention in die Geschäftstätigkeit von Finanzinstitutionen, wenn ge- setzlich notwendig • Adäquate Information der Öffentlichkeit • Einspruch bei Ernennungen von Direktoren, Managern, Auditoren oder internen Kontrollorganen, wenn diese Personen nicht den gesetzlichen Vorgaben entsprechen. • Vorschreibung von korrigierenden Maßnahmen bei Unregelmäßigkeiten in den beaufsichtigen Finanzinstitutionen und Banken 1.4. Perspektiven und Restriktionen im Finanzsystem 1.4.1. Perspektiven und Einschränkungen im RechtsbereichDie bestehenden rechtlichen Regelungen betreffend Supervision, Einlagen,Kapitaluntergrenzen und anderes (zum Beispiel betreffend Treuhänder-schaften, Garantiefonds, Instrumente zur Handelsfinanzierung) werden dennicht regulierten MFI, die sich in den letzten Jahren spezialisierten und zurführenden Mikrofinanzindustrie Zentralamerikas aufstiegen, nicht gerecht. Biszur vollkommenen Genehmigung der «Ley Especial de Microfinanzas» (demMikrofinanzgesetz) müssen diese NRO mit den beiden früheren Gesetzen der«Ley General de Personas Jurídicas sin Fines de Lucro» (1992) das ist dasallgemeine Gesetz für juridische Personen ohne Gewinnabsichten und der«Ley de Préstamos entre Particulares» (1994), dem Gesetz für Darlehen zwi-schen Privatpersonen das Auslangen finden.Das Gesetz für Darlehen zwischen Privatpersonen schreibt, wie erwähnt, eineDeckelung der nominalen Zinsenrate vor. Die betroffenen NRO reagierendarauf mit der Einführung verschiedener Gebühren und Kommissionen, die 57
  • 58. (dem Zinssatz zugeschlagen werden. Damit können nun zwar die Kostendieser Mikrofinanzinstitutionen gedeckt werden, aber die Transparenz gegen-über den Kunden, Kontrollinstanzen und Financiers leidet.Viele Mikrofinanzinstitutionen wie zum Beispiel die Spar- und Kreditvereinekönnen das Mindestkapital zur Bankengründung nicht aufbringen, um imgegenwärtigen Gesetzesrahmen zu einer regulierten und supervisiertenMikrofinanzinstitution zu werden. Dies beschränkt den Zugang dieser MFI zuFinanzierung. Selbst staatliche Fonds wie FNI (Financiera Nicaragüense deInversiones) sind gesetzlich angehalten Finanzierungen nur regulierten MFIzur Verfügung zu stellen. Eine Maßnahme der Verbesserung des gesetzlichenRahmens wäre es diesen MFI Finanzierung zu günstigen Bedingungen (wiesie die staatlichen Fonds anbieten) zu ermöglichen. Die FNI selbst zeigtderzeit wenig Interesse, den nicht regulierten NRO, die kaum Zugang zurFinanzierung im regulierten Bankensektor haben, Finanzmittel zukommen zulassen, mit dem Argument, die Gebergemeinschaft tue dies bereits in großemUmfang.Es gibt derzeit zwei Risikoinformationszentralen die ihre Mitglieder übersäumige Kreditkunden informieren. Eine der beiden Zentralen wird von SIBOIFkontrolliert. Sie informiert das Bankensystem, allerdings mit der Beschränkungder Beachtung des Bankgeheimnisses. Die andere Risikozentrale wird vonASOMIF betrieben und bedient ihre Mitlieder ebenfalls mit Information, diedurch Datenschutzgesetze in ihrer Bandbreite beschränkt ist. ASOMIFMitglieder haben keinen Zugang zu der mit den Banken assoziiertenRisikozentrale - genauso wenig umgekehrt - was die Informationsbreite weiterbeschränkt, da MFI bzw. Banken über die jeweilige Zentrale schließlich nur dieim eigenen Netz verfügbaren Informationen austauschen können. Informationvon Klienten der Spar- und Kreditvereine wird in keiner Weise zur Verfügunggestellt.Folgende Empfehlungen wurden im Rahmen der vorliegenden OeEB-Studievon Entscheidungsträgern78 aus dem MFI-Sektor gemacht: • Verschiebung der Debatte des Mikrofinanzgesetzes auf das nächste Jahr (2009), das heißt bis nach den Gemeinderatswahlen. Dieses Gesetz erscheint sehr kontrovers. Es wäre das Beste, zuerst mit einer Reform des Gesetzes für Finanzgesellschaften zu beginnen und diese Reform als Basis für die weitere Gesetzgebung im Bereich MFI zu nehmen. • Schaffen von Regelungen im Entwurf des Mikrofinanzgesetzes, die den Mikrofinanzinstitutionen erlauben, Einlagen von Kunden zu empfangen (Derzeit ist das im Artikel 20 des diesbezüglichen Entwurfes verboten). • Einführung von klaren Limits im Mikrofinanzgesetz (zum Beispiel einen bestimmten Prozentsatz) betreffend den Umfang von Einlagen wie z.B. Sparguthaben, die eine Mikrofinanzinstitution annehmen darf.78 Siehe Annex 4.1.4. Anhang 12: «Liste der interviewten Entscheidungsträger». 58
  • 59. ( • Eine Alternative wäre, Mikrofinanzorganisationen in FOGADE79, den Garantiefonds für Sparguthaben, zu inkludieren. • Eine Mikrofinanzinstitutionsaufsicht (Intendencia de Supervisión de las Micro Financieras) zu gründen, die ausschließlich für Mikrofinanz- institutionen zuständig ist. • Eine Deckelung der Zinsenrate ist im Gesetzesentwurf zur Mikro- finanzregelung nicht erwünscht: Diese zu bestimmen sollte dem Markt, den Institutionen überlassen bleiben (siehe Artikel 19, Abschnitt 6 im Zentralbankengesetz Nikaraguas). • Im Gesetz zur Förderung und Regelung von Mikrofinanzinstitutionen (das in großem Umfang genehmigt ist) findet sich im Artikel 26 (Kosten- deckung) die Bestimmung, dass die Kosten der regulierenden Kommis- sion von den MFI getragen werden sollen. Die Kommission legt auf Basis eines bestimmten Parameters diese Kosten fest, die gemäß einiger Gesprächspartner aus dem Mikrofinanzsektor sehr hoch ange- setzt sind. Es wird daher vorgeschlagen (i) die Regelungen und Normen in einer Weise anzupassen, die letztendlich für MFI leistbarer ist, (ii) das Delegieren der Supervision an eine auf MFI spezialisierte Rechnungs- prüfungsfirma, anstatt einer von der Aufsichtsbehörde selbst durchge- führten Vor-Ort-Supervision, (iii) die Vertragsbedingungen für eine solche Rechnungsprüfung und Supervision durch eine spezialisierte Audit-Firma sollen im voraus mit den MFI besprochen werden können, um vorweg die Tiefe und Detaillierung der Prüfung zu bestimmen. • Beibehaltung der Mindesthöhe des Eigenkapitals von USD 200.000 statt USD 500.000 wie es die Zentralbank vorschlägt, verknüpft mit der Auflage dieses Eigenkapital nicht zur Vergabe von Krediten verwenden zu dürfen. • Gewisse Richtlinien der Zentralbank sind in der Gesetzesnovelle zu streng ausgeführt. Als Beispiel gilt die Bestimmung, dass Aufsichtsräte keine Spesen absetzen können und diese sich daher, als negative Konsequenz, von der Funktion des Aufsichtsrates zurückziehen. • Eine nochmalige Einbeziehung der Regelungen zu Leasing und Factor- ing durch die Abgeordneten. • Die Vorschläge der Mikrofinanzinstitutionen, die über ASOMIF einge- bracht wurden, sollten in die Gesetzgebung aufgenommen werden.Aus der Analyse der rechtlichen Rahmenbedingungen und aus den durch-geführten Befragungen ergibt sich folgende Schlussfolgerung: Die Zentralbankund die Bankenaufsicht verfügen über die gesetzlichen und technischen79 Der Fondo de Garantía de Depósitos de las Instituciónes Financieras (FOGADE) sichertGuthaben bis zu USD 10.000 pro Einleger ab. 59
  • 60. (Instrumente, um die Kreditbranche in Nikaragua zu kontrollieren und derenKunden zu schützen. Es gibt diesbezüglich jedoch juristische Unklarheiten, wiez.B. die beiden folgenden: • Die Zentralbank setzt die Zinsobergrenzen für MFI entsprechend dem «gewichteten Durchschnitt der Bankzinssätze» fest. Dieses Kriterium ist entsprechend dem Urteil von Experten technisch unpräzise und führt zu willkürlichen Vorgangsweisen bei der Zinssatzfestlegung. • Die Zuständigkeit der SIBOIF (Aufsichtsbehörde für Banken) für die MFI und die Einrichtung einer Spezialabteilung innerhalb der SIBOIF für die MFI werden davon abhängig gemacht ob die MFI Spareinlagen erfassen dürfen oder nicht. Dieses Kriterium erscheint realitätsfern, denn der Mikrofinanzsektor benötigt auf jeden Fall Aufsicht und Kontrolle gleichgültig ob Spareinlagen angenommen werden dürfen oder nicht. Diese Notwendigkeit sollte sowohl von SIBOIF als auch von den MFI eingesehen werden. 1.4.2. Möglichkeiten für verbesserte Finanzprodukte in NikaraguaAusgehend von den Vorschlägen von Mikrofinanzkunden in den für die vorlie-gende OeEB-Studie organisierten Fokusgruppen80 in vier Provinzen Nikara-guas sollten Finanzinstitutionen vor allem in folgenden Bereichen Verbes-serungen ihrer Angebote für die verschiedenen Segmente von Mikro-finanzkunden überlegen: • Angebot größerer Kreditbeträge bei gleichbleibende Anforderungen an die Sicherheiten von den Kunden • Niedrigere Zinsen, eventuell durch (an das tatsächliche Risiko der Kun- den) angepasste Preissetzung und Declining-balance-Kredite, auch bei sehr kleinen Kreditbeträgen • Längere Kreditlaufzeiten auch für Mikrokredite (zum Beispiel im Land- wirtschaftsbereich) • Schnellere Auszahlung der Kredite, also eine Verbesserung der Vergabeprozesse (mehr Automation, weniger Genehmigungshierar- chien etc.) • Neue Möglichkeiten der Besicherung (zum Beispiel größere Akzeptanz von mobilen Gütern, abgedeckt auch durch die Gesetze und Anforde- rungen, die das Risiko von Finanzinstitutionen bestimmen, aber auch Akzeptanz von Garantien von Bürgschaftsgesellschaften) • Größeres Eingehen auf die verschiedenen Kundengruppen im Service80 Siehe Kapitel 4. Annexe 4.1.3. Anhänge 7 bis 9: «Vertiefung der Ergebnisse bezüglichKundenzufriedenheit durch Fokusgruppen». 60
  • 61. ( • Finanzdienstleistung für Import und Export und internen Handel (zum Beispiel unter der Verwendung von Mobiltelefonen, was aber eine Innovation darstellt, die teilweise von den Mobiltelefonanbietern aus- gehen müsste) 1.4.3. Trends, die den gesetzlichen Rahmen betreffenAuf institutioneller Ebene ist der gesetzliche Rahmen für Mikrofinanzinstitutio-nen noch unzureichend, obwohl es einige Erfolge wie die Bewilligung desGesetzes Nr. 64581 im Jänner 2008 (das Gesetz zur Förderung von MKMB),das Gesetz für gegenseitige Garantien oder das Gesetz82 zur Errichtung vonFörderungsbanken gab. Es steht noch die Bewilligung des Gesetzes für Mikro-finanzinstitutionen aus sowie die Definition der Supervisionsmechanismen und-verfahren.81 Ley No. 645, Aprobada el 24 de Enero del 2008. Publicada en La Gaceta No. 28 del 08 deFebrero del 2008 (Status: In Kraft getreten).82 Ley de Garantía de Depósitos en Instituciónes del Sistema, Ley No. 371 del 2001, publicadaen La Gaceta, Diario Oficial, Número 21 del 30 de Enero del 2001, Reglamento internooperativo, publicado en La Gaceta No. 205 del 29 de Octubre del 2002 (Status: In Kraftgetreten). 61
  • 62. (62
  • 63. ( 2. Die Feldstudie: Vorgehensweise und SchritteDie Einzelergebnisse und alle Arbeitsunterlagen der Feldstudie sind im Kapitel4. Annexe 4.1. als Anlagen enthalten. Es handelt sich dabei um die folgendenDokumente: • Zur Untersuchung des Angebotes: Liste der interviewten Fachleute, Leitfaden der Interviews und Ergebnisse der Interviews • Zur Untersuchung der Nachfrage: Terms of Reference und Sample der Umfrage, Fragebogen sowie Ergebnisse der Umfrage • Zur Vertiefung der Ergebnisse: Liste der Teilnehmer der Fokusgruppen, Programm und methodischer Leitfaden der Fokusgruppen, Ergebnisse der Fokusgruppen • Zur Analyse der rechtlichen Rahmenbedingungen: Spezielles Rechts- gutachten im Rahmen der Studie, Matrix zum gesetzlichen Rahmen für Finanzinstitutionen, Liste der interviewten Entscheidungsträger, Leit- faden zu den Interviews, Hinweis auf die Ergebnisse 2.1. Untersuchung des Angebotes an Leistungen im Bereich des MikrofinanzsektorsDie Untersuchung zum Angebot erfolgte, neben der bibliographischen Rech-erche, durch Interviews mit Fachleuten und leitenden Angestellten der MFI-Branche, staatlichen Institutionen, Unternehmensverbänden und der inter-nationalen Gebergemeinschaft. Insgesamt wurden 12 qualitative Interviews mitLeitfaden83 durchgeführt. Konkret wurden für eine Beurteilung des AngebotesInterviews mit Schlüsselpersonen von 12 Institutionen herangezogen: Darunter3 Ministerien der Zentralregierung, 1 Unternehmerverband, 1 MFI-Dach-verband, 1 MFI-Geberprogramm, 2 Genossenschaften die als MFI im länd-lichen Raum tätig sind, sowie 4 nicht regulierte MFI die als NRO konstituiertsind. Alle diese Institutionen haben entweder auf die Gestaltung der direktenAngebote an Mikrofinanzdienstleistungen oder auf die Rahmenbedingungendieser Angebote unmittelbaren Einfluss.In strukturierten Interviews wurde (a) nach der Einschätzung der Rahmen-bedingungen für Mikrofinanzdienstleistungen im allgemeinen, (b) nach derBeurteilung der gegenwärtigen Rolle sowie nach den Stärken und Schwächender Institutionen (MFI, Banken), (c) nach den Perspektiven der Marktentwick-lung (Perspektiven der Nachfrage) sowie (d) nach der Einschätzung der Ent-wicklung der Finanzinstitutionen (Wettbewerb, Konkurrenz der Angebote)gefragt.83 Siehe Kapitel 4. Annex 4.1.1. Anhang Nr. 2. 63
  • 64. (Alle Befragten kritisieren die fehlende Regulierung und sehen darin einenNachteil für die Entwicklung der Mikrofinanzen. Als NRO konstituierte MFIsehen den Hauptvorteil der Regulierung in der Möglichkeit, Spareinlagen zuerfassen, wehren sich aber gegen die Fixierung von Maximalzinssätzen durchdie Regierung und gegen «unlautere» Konkurrenz durch MF-Regierungs-programme.Die Haltung der Regierungsvertreter gegenüber MF-Institutionen erscheintdurchwegs kritisch: Letztere werden als «notwendiges Übel in der Nähe desWuchers» betitelt und auch der Verband der Kleinunternehmer sparte nicht mitKritik an den MFI: «Die MFI wachsen mithilfe der Weltbank und der inter-amerikanischen Entwicklungsbank auf unsere Kosten». Vertreter des Landwirt-schaftsministeriums und der MF-Programme der Regierung betonen zudemauch die Notwendigkeit der Selbstkontrolle von Seiten der MFI und schließendabei auch die von der jetzigen Regierung favorisierte Form der MFI, nämlichdie Genossenschaften, mit ein. Zu beachten wären auch jene kritischenStimmen, welche die Verantwortung für das Nicht-Zustandekommen desGesetzes der MFI dem Dachverband ASOMIF und seinen Mitgliedernzuschreiben und nicht mit einer baldigen Lösung dieser Situation rechnen.Alle Befragten sehen die größten Marktpotentiale im ländlichen Raum, in denvoraussichtlich auch zunehmend die Kommerzbanken drängen werden.Tourismus und die Landwirtschaft mit besonderem Bezug zur Viehzucht geltenals die dynamischsten Branchen.Fast alle Gesprächspartner sprachen von der Notwendigkeit einer Spezia-lisierung bei den MFI und ein großer Teil der Befragten führte die Notwendig-keit der Fusionierung von MFI ins Treffen. Doch wird diese Fusionierungwahrscheinlich nicht freiwillig von den MFI eingeleitet, sondern vielmehr vomMarkt bzw. den ausländischen Gebern erzwungen werden. Kleinunternehmer-verband und Regierungsvertreter plädieren für eine stärkere Rolle des Staatesund für die Einrichtung einer staatlichen Förderbank. Staatliche Vertretersehen den größten Veränderungsbedarf bei den institutionellen Strukturen derMFI und bei der Einführung neuer Produkte. Die MFI sprechen sich für sichereKanäle der Refinanzierung und für die Möglichkeit der Gewährung vonlängerfristigen Krediten an ihre Kunden aus. 2.2. Untersuchung der Nachfrage (Kundenzufriedenheit)Die Untersuchung zur Nachfrage erfolgte, neben der bibliographischenRecherche, durch eine Befragung von MKMB-Mikrokreditkunden aus den Sek-toren Kleingewerbe, Handel und Landwirtschaft. Die Befragung umfasste eineAuswahl von 37584 Kleingewerbetreibenden85. Das ursprünglich anvisierte Zielvon 450 Befragungen konnte aufgrund von unwetterbedingten Über-schwemmungen und unpassierbaren Zufahrtswegen in Matagalpa (50) und inMasatepe (25) nicht erreicht werden. Die Befragung erfolgte zur Beurteilung84 156 aus Warenproduktion, 80 aus Dienstleistungen und 139 aus Handel.85 Die Umfrage wurde unter Zusicherung der Anonymität durchgeführt. Die genauen Sample-Daten mit Identitäten liegen dem Studienteam vor. 64
  • 65. (folgender Themen durch die Befragten: Höhe der Kredite, Laufzeiten,Zahlungsaufschub, Schnelligkeit der Zuteilung (Zeit zwischen Antrag undAuszahlung), Garantien und Sicherstellungen, Kundenbetreuung, TechnischeAssistenz sowie neue Produkte. Folgende Ergebnisse können zusammen-fassend festgehalten werden: • Höhe der Kredite und ZinsenKredite sollen netto ausgezahlt und nicht um die Beträge für Kommissionenund Gebühren reduziert werden. Neukredite sollen in gleicher oder größererHöhe gewährt werden, wenn der vorangegangene Kredit abbezahlt wurde. DieZinsen bei den staatlichen Programmen sind am niedrigsten. • LaufzeitenEs gibt zu wenig langfristige Kredite für Investition in Werkstätten und in dieInfrastruktur der Betriebe. Die Laufzeiten scheinen nicht optimal an dieBedürfnisse der jeweiligen Branchen angepasst zu sein. Es wurde starke Kritikan der Unmöglichkeit geübt, die Kredite vorzeitig komplett tilgen zu könnenund auch daran, dass selbst Teilzahlungen zur vorzeitigen Tilgung meist nichtakzeptiert werden. Bei der durch Todesfälle bedingten Notwendigkeit der Um-schuldung und Umstrukturierung von Kreditvereinbarungen gibt es großeadministrative Hürden für die Kunden. • ZahlungsaufschubIn der Regel werden Zahlungsaufschübe von Kreditraten nicht gewährt. Hierwird von den Befragten eine Regelung für Notfälle gefordert. • Schnelligkeit der Zuteilung (Zeit zwischen Antrag und Auszahlung)Die Zeitspanne vom Antrag bis zur Zuteilung erscheint als einer derwichtigsten Parameter: Durch die meist stark verzögerte Zuteilung gehenoftmals Geschäftschancen verloren, kann es zu Verteuerungen von Produktenkommen. Eine Hauptkritik bezieht sich auf die langen Wartezeiten, selbst fürStammkunden, deren Daten eigentlich bereits erfasst sind. Ein weiterer Kritik-punkt ist die oftmals fehlende Auskunft und Information, welche konkretenVoraussetzungen (hier vor allem welche Unterlagen, Dokumente, Belege etc.)für das Kreditansuchen bei der Antragstellung beizubringen sind. VieleGewerbetreibende verlieren 3 - 4 Tage allein schon für die Anreise zu der MFI-Filiale. • Garantien und SicherstellungenErworbene Maschinen oder Teile der Betriebsausstattung werden, ohne dasHeranziehen von zusätzlich 2 Bürgen, nicht als Sicherstellungen akzeptiert.Teilhypotheken auf Immobilien sind selbst bei kleinen Kreditbeträgen nichtdurchführbar, da es die Möglichkeit der Eintragung von Teilhypotheken nichtgibt. Es wird von den Kunden eine grundsätzliche Verbesserungen diesesBereiches verlangt: Das Gesetz zum Pfandrecht soll, wie auch jenes der 65
  • 66. (wechselseitigen Bürgschaften, möglichst rasch in Kraft treten können. DieEinrichtung eines Garantiefonds für MKMB wird gefordert. • KundenbetreuungEs wurde Kritik am Verhalten der Kundenbetreuer (besonders beim Eintreibenvon Schulden) geübt, da diese den Kunden oft als schlecht ausgebildet undnur mäßig über den Einzelfall informiert erscheinen. Die Forderung nachEhrlichkeit und Unbestechlichkeit von Kreditpromotoren wurde laut. • Technische AssistenzDie Kunden erwünschen grundsätzlich technische Assistenz alsBegleitmaßnahme zu den Krediten, besonders im Bereich des Managements,der Handhabung von Krediten und der Vermarktung von Dienstleistungen undProdukten. Besonders geschätzt werden nicht finanzielle Zusatzleistungen immedizinischen Bereich wie sie zum Beispiel von PROMUJER angebotenwerden. • Neue ProdukteVon Kundenseite wurden hier die folgenden Kreditformen angegeben: Kreditezur Verbesserung der Infrastruktur (vor allem für den Ausbau von Werkstättensowie für die bauliche Trennung von Wohn- und Arbeitsraum), Versicherungengegen Krankheit, Unfall, Todesfall, Kredite mit längerfristigen Laufzeiten undSchnellkredite zur Nutzung von unerwarteten Geschäftschancen. 2.3. Vertiefung der Ergebnisse bezüglich Kundenzufriedenheit durch FokusgruppenZur Vertiefung der Untersuchung zur Kundenzufriedenheit wurden im Rahmender Nachfrageforschung zusätzlich Fokusgruppen (Workshops) mit einer Aus-wahl an Vertretern der zuvor in der Umfrage interviewten Personen abgehal-ten. Es wurden 4 Fokusgruppen86 in 4 Regionen Nikaraguas (Masaya, León,Estelí und Nueva Guinea) mit 12 bis 16 Personen abgehalten.Diese Gruppendiskussionen gingen von den folgenden Fragen aus: • Wie lange nehmen Sie bereits Mikrofinanzdienstleistungen in An- spruch? Entsprechen die Leistungen Ihren Erwartungen? Bevorzugen Sie Individual- oder Gruppenkredite? • Haben Sie in den letzten Jahren Änderungen bei den Kredit- programmen festgestellt? Sind diese Änderungen für Kunden wie Sie positiv oder negativ verlaufen?86 Siehe Kapitel 4. Annexe, Anhang 4.1.3. Nr. 7: «Fokusgruppen: Liste der Teilnehmerinnenund Teilnehmer». 66
  • 67. ( • Beurteilung der gegenwärtig angebotenen Produkte: Haben die heute verfügbaren Produkte zur Entwicklung ihres Unternehmens beigetra- gen? • Welche neuen Finanzprodukte sind aus Ihrer Sicht erwünscht? Welche Charakteristika sollten diese haben und unter welchen Bedingungen sollten sie vergeben werden?Folgende Ergebnisse können zusammenfassend festgehalten werden: MitAusnahme von Masaya haben die Teilnehmer langjährige Erfahrungen mit MFIund ihren Programmen. Die meisten Gewerbetreibenden ziehen den Indivi-dualkredit dem Gruppenkredit vor, doch optiert vor allem in der Region Leóndie Gruppe der Frauen für die Vergabe von kollektiven Krediten.Insgesamt besteht eine Unzufriedenheit mit den aktuellen Kreditprogrammen.Die Kritik konzentriert sich vornehmlich auf fehlende Flexibilität der FMI unddem Mangel an Kreditprodukten, die auf spezielle Bedürfnisse und Geschäfts-gelegenheiten zugeschnitten sind.Die Teilnehmer aus den Regionen Masaya und León äußerten sich etwaspositiver: Die Gründe dafür liegen einerseits im Förderprogramm für Regional-entwicklung (betrieben von der OEZA über die GEZA/Nord-Süd in Masaya),welches Darlehen zu niedrigen Zinsen mit technischer Assistenz kombiniertund anbietet. Andererseits existiert durch das Programm von PROMUJER inLeón, welches zusammen mit Krediten auch nicht finanzielle Dienstleistungenvor allem im medizinischen Bereich für Frauen anbietet, ein von der Bevölker-ung sehr positiv aufgenommenes Beispiel für eine innovative und angepassteVergabe von Mikrokrediten. 2.4. Analyse der rechtlichen Rahmenbedingungen und Regu- lierung sowie Stellungnahmen von Entscheidungsträgern zu dieser ThematikDie Bearbeitung des wichtigen Themenbereiches zum gesetzlichen Rahmenund der Regulierung erfolgte mit (i) einer Befragung von Entscheidungsträgern(Abgeordnete, Zentralbank- und Ministerialbeamte, Direktoren von MFI-Ver-bänden) sowie durch (ii) eine im Kontext der Studie in Auftrag gegebenenAnalyse der rechtlichen Rahmenbedingungen durch eine namhafte lokaleRechtsexpertin87. Die relevanten Abschnitte des Rechtsgutachtens88 sind inden folgenden Kapiteln ausführlich dargestellt:Kap. 1.3. «Der gesetzliche Rahmen für Mikrofinanzaktivitäten»Kap. 1.3.1. «Die Rolle der Zentralbank und relevanter Institutionen»Kap. 1.3.2. «Die Rolle der Bankenaufsicht»Kap. 1.4.1. «Perspektiven und Einschränkungen im Rechtsbereich»Kap. 1.4.3. «Trends, die den gesetzlichen Rahmen betreffen»87 Frau Oglacela Aleman Benavides, Abogada y Notaria, Consultora.88 Siehe Kap. 4.1.4. Anhang Nr. 10. 67
  • 68. (68
  • 69. ( 3. Empfehlungen zur weiteren Vorgangsweise der OeEB im MikrofinanzsektorAuf Basis der vor Ort gesammelten und vom Studienteam aufbereitetenInformation, die in den Kapiteln 1., 2. und 4. analysiert werden, ist in diesem 3.Kapitel von möglichen Szenarien bzw. Optionen die Rede, die Interventions-aktivitäten, Ziele und Resultate, Kundengruppen, involvierte Finanzinstitutio-nen und andere Akteure in bestimmten Marktsegmenten oder Produkttypenberücksichtigen.Am Rande der Studie wird zusätzlich aufgezeigt werden, wie sich einEngagement der OeEB in den lokalen Kontext einfügen und welchewirtschaftlichen und sozialen Auswirkungen sich daraus ergeben könnten.Zudem werden mögliche Synergien zwischen der OeEB und der vor Ortvertretenen internationalen Gebergemeinschaft, speziell jene mit der OEZA,näher beleuchtet. 3.1. Wichtigste SchlussfolgerungenDie bisherigen Analysen (siehe vorangegangene Kapitel) haben sowohl die inden Studien CGAP und USAID aufgezeigten Tendenzen als auch die Arbeits-hypothesen des Projektteams bestätigt: 3.1.1. Schlussfolgerungen über Mikrofinanzen • Mikrofinanzen werden in erster Linie von der Angebotsseite entwickelt. Für die Anbieter dieser Produkte wäre eine genauere Kenntnis über die tatsächlichen Bedürfnisse der Nachfrageseite wünschenswert. • Der Umstand, dass die Programme der Mikrofinanzen durch zahlreiche Fonds der internationalen EZA finanziert werden, hat zu einer starken Fragmentierung des Mikrofinanzmarktes geführt: Jeder Geber (donor) besteht auf seine Konditionen und Präferenzen. In den letzten 3 Jahren sind in Nikaragua bei den Gebern allerdings Fortschritte bezüglich Eigenverantwortung (ownership), Ausrichtung auf nationale Entwick- lungspläne und Harmonisierung der Geberaktivitäten untereinander im Sinne der Pariser Erklärung (DAC/OECD) zu verzeichnen. Die Vorschläge der nikaraguanischen Regierung zur allgemeinen und sektoriellen Budgetunterstützung sind ebenfalls ein Schritt in die richtige Richtung. • Ende 2008 sind in Nikaragua die Mikrofinanzdienstleistungen stark auf den Landwirtschaftssektor konzentriert (47,5%). Dieses Wachstum betraf aber nicht notwendigerweise die Unterstützung der landwirt- schaftlichen Produktion, sondern nur die landwirtschaftlichen Dienst- 69
  • 70. ( leistungen und den Handel. Die letzteren beiden Bereiche sind in den vergangenen Jahren in den ländlichen Gebieten stark gewachsen. • Weniger als 20% der im Mikrofinanzbereich tätigen Institutionen neh- men Spareinlagen entgegen. Das bestehende Angebot an Mikrofinan- zen wird daher in erster Linie durch (Re-)Finanzierungen internationaler Banken sowie durch die internationale Gebergemeinschaft finanziert. • Die bestehende Regierung hat zwar das Angebot an Krediten, nicht aber jenes an Finanzdienstleistungen erheblich ausgeweitet. Die bereits erwähnten Programme «Null Hunger, null Wucher» sowie die Finanzier- ung zur Verbesserung von Wohnhütten und -häusern, als auch Aktivitäten im Tourismus seien hier erwähnt. Entsprechende Gelder werden dabei vor allem über CARUNA (Caja Rural Nacional), eine Genossenschaft, welche vom Bauernverband UNAG (Unión Nacional de Agricultores y Ganaderos) gegründet worden ist, kanalisiert. CARUNA verließ bei Aufnahme dieser neuen Tätigkeiten den Dachver- band der nicht regulierten nikaraguanischen MFI ASOMIF89. • Das Gesamtportfolio der Mikrofinanzen in Nikaragua hat sich in den letzen 10 Jahren versiebenfacht (Anstieg von USD 36,8 Millionen 1999 auf USD 254 Millionen Ende 2008)90. Das ist das größte Wachstum in der zentralamerikanischen Region. Im Hinblick auf das Entwicklungs- ziel, dass auch den niedrigsten Einkommensschichten qualitativ hoch- wertige Finanzdienstleistungen zustehen und dass diese Dienst- leistungen am besten mit kommerziellen Modellen der Mikro- finanzinstitutionen, in denen soziale Anliegen enthalten sind, zustande kommen (financial inclusion), wird auf das Kapitel 1.2. verwiesen, in dem der MFI-Sektor in Nikaragua dargestellt wird. 3.1.2. Schlussfolgerungen über die MFI • In den letzten Jahren gab es eine starke Zunahme der Zahl der Anbieter im Mikrofinanzbereich: Zurzeit gibt es ca. 300 MF-Organisationen im ganzen Land und in unterschiedlicher Rechtsform, nämlich als NRO, Genossenschaften (Cajas Rurales), Banken, Vereinigungen, Wohltätig- keitseinrichtungen (Montes de Piedad) und andere mehr. Diese Frag- mentierung wirkt sich negativ auf die Qualität der derzeit angebotenen Finanzprodukte aus.89 CARUNA (Caja Rural Nacional) wurde als Genossenschaftssparkasse von der Interessens-vertretung der Kleinbauern und kleinen Viehzüchter UNAG (Unión Nacional de Agricultores yGanaderos) gegründet. Mit Amtsantritt der sandinistischen Regierung unter Daniel Ortega imJanuar 2007, wird ein Teil der venezolanischen Entwicklungshilfe über sie (als ALBA-CARUNA) abgewickelt. CARUNA verlässt in diesem Moment die NRO-dominierte ASOMIF«im Guten und um Interessenskonflikte zu vermeiden» (Aussage des CARUNA-Geschäfts-führers Manuel Aburto gegenüber Gerhard Kovatsch, Regionaldirektor der GEZA, im Oktober2008).90 Quelle: Informe Annual, Asociación de Instituciónes de Microfinanzas de Nicaragua,ASOMIF (2008). 70
  • 71. ( • Die Aktivität der MFI ist vor allem auf mittlere und kleinere Städte91 kon- zentriert. Noch aber lässt ihre Präsenz in ländlichen Gebieten mit gro- ßer Wirtschaftsdynamik und in den sogenannten «puertos de monta- ñas»92 zu wünschen übrig. • Die nikaraguanische Regierung ist im Jahr 2007 dem lateinameri- kanischen Bündnis ALBA (Alternativa Bolivariana para las Américas) beigetreten und ging in diesem Rahmen eine strategische Allianz mit Venezuela ein. Nikaragua bezieht Erdöl aus Venezuela zu präferen- tiellen Preisen und günstigen Kreditlinien. Die Kreditrückzahlungen werden unter anderem für die oben erwähnten Programme «Null Hunger, null Wucher» verwendet. Laut Bericht der Zentralbank vom Februar 2008 belief sich die gesamte technische und finanzielle Ent- wicklungszusammenarbeit Venezuelas mit Nikaragua im Jahre 2007 auf USD 184,9 Millionen. Dies ist für eine «Süd-Süd-Kooperation» ein beachtliches Volumen. • Ebenso wie das Volumen des Gesamtportfolios ist auch die Reichweite der MFI gestiegen: Die Kundenanzahl hat sich in knapp 9 Jahren von 1999 bis Ende 2008 vervierfacht93 (Anstieg von 84.300 auf 355.000 Kunden). • Die nicht regulierten MFI weisen im allgemeinen Schwächen in Bezug auf Management und Controlling auf sowie Mängel im Software- Bereich94 der Kreditbetreuung und -verwaltung. Steigende Konkurrenz sowie die Auswirkungen der internationalen Finanz- und Wirtschafts- krise können bei einem beträchtlichen Teil der MFI zu Problemen der wirtschaftlichen Nachhaltigkeit und Existenz führen. • Kurz- und mittelfristig könnten durch einen Zusammenschluss von MFI in Konsortien oder durch Fusionierungen einige der im Analyseteil der Studie angeführten Beschränkungen überwunden werden. Damit würde die Position der MFI auf dem Finanzmarkt weiter behauptet werden können bzw. diese sogar gestärkt werden.91 Mittlere Städte: Die Hauptstädte der Departments. Kleinere Städte: Städte von 10.000 bis25.000 Einwohnern.92 «Puertos de montañas» ist eine nikaraguanische Redewendung. Sie bezeichnet ländlicheGebiete in die keine befahrbaren Straßen oder Wege mehr führen, diese aber dennoch dichtbesiedelt sein können. In nicht wenigen Fällen stellen die «Puertos de montañas» wirtschaft-lich dynamische Zonen dar.93 Quelle: Informe Annual, Asociación de Instituciónes de Microfinanzas de Nicaragua,ASOMIF (2008).94 Der hier angeführte Software-Bereich umfasst vor allem die Computer-Programme, welchein der Anschaffung und der Wartung bzw. der Betreuung teuer und somit für MFI nur schwerleistbar sind. 71
  • 72. ( 3.1.3. Schlussfolgerungen über die Marktpotentiale • Zurzeit ist es der MKMB-Sektor der Güterproduktion, der die gering- fügigsten Finanzdienstleistungen erhält (nur 5,4% des Gesamtportfo- lios95). Entscheidendes Hindernis von Seiten der Gewerbetreibenden ist das Fehlen von geeigneten Garantien. • Der augenscheinlichste Hemmfaktor für die Unterentwicklung des Klein- handwerks sind obsolete Technologien und unzureichendes Know-how. Dies zieht Qualitätsprobleme, fehlende Kapazitäten und beschränkten Marktzugang nach sich. • Nach Meinung von Spezialisten96 der Entwicklungszusammenarbeit (Bereich Finanzprodukte), haben Kreditprogramme für die Allerärmsten zweifellos einen sozialen Impakt, denn sie federn die Auswirkungen von familiären Notlagen wie plötzliche Arbeitslosigkeit oder Krankheitsfälle gut ab. Ihre Auswirkung auf die Verbesserungen der lokalen und regio- nalen Wirtschaftsentwicklung war bisher verschwindend gering. Eine direkte Unterstützung dieser Bevölkerungsgruppe sollte vor allem auch andere, nicht-finanzielle Dienstleistungen (Ausbildung, Gesundheit, Wohnen, Jugendarbeit) vorsehen, welche die soziale Kohärenz steigern und integrative Effekte zeigen können. • Die Segmente der Portfolios mit der besten Rückzahlungsperformance (geringe Zahlungsrückstände) im Mikrokreditbereich sind jene zwischen USD 5.000 bis USD 50.00097. • Laut der Feldstudie, die mittels einer Umfrage im Rahmen der gegen- ständlichen Studie bei mehr als 350 Kleingewerbetreibenden gemacht wurde, existiert eine unbefriedigte Nachfrage nach neuen Finanz- produkten, die zurzeit noch nicht von MFI angeboten werden, bzw. nach Marktnischen, die von den MFI bisher nicht bedient worden sind. • Einige Institutionen, die Mikrofinanzierungen anbieten (im speziellen PROCREDIT, FUNDESER, ASODERI), teilen diese Ansicht, neue Pro- dukte einführen zu müssen, nicht. Nach ihnen geht es in erster Linie um die Verbesserung der Qualität bestehender Produkte, insbesondere der Mikrokredite in 4 Aspekten: Schnelligkeit der Zuteilung, Kredithöhe, Laufzeiten und Zinssätze.95 Quelle: Informe Annual, Asociación de Instituciónes de Microfinanzas de Nicaragua,ASOMIF (2008).96 Stefan Platteau, Leiter des Programms PROMIFIN-COSUDE: Ein Programm für die Ent-wicklung von Finanzdienstleistungen für die unteren Einkommensschichten. Dieses Programmwird von der Schweizer Entwicklungszusammenarbeit (DEZA) finanziert und von FACETHolland und FACETA GUATEMALA umgesetzt.97 Angaben von PROCREDIT bzw. von in diesem Bereich tätigen Experten der Entwicklungs-zusammenarbeit. 72
  • 73. ( 3.1.4. Schlussfolgerungen über Regulierung sowie über rechtliche und institutionelle Rahmenbedingungen • Trotz einiger Fortschritte betreffend der Beschlussfassung von Gesetzen, wie jene zur Förderung der MKMB und der Bürgschaftsge- sellschaften, sowie die Erarbeitung von Gesetzesnovellen zu Pfändung, zu MFI und zu den Hypotheken, besteht in diesem Bereich nach wie vor ein großer Bedarf an Regelung und Transparenz. Die Langsamkeit der Behandlung der genannten Gesetzesvorschläge weist auf starke Wider- stände und Obstruktion hin, welche von wichtigen Akteuren der nikara- guanischen Gesellschaft und Wirtschaft betrieben werden. • Die fehlende Aufsicht der Geschäftstätigkeit der MFI hemmt auch deren Entwicklung. Eine Aufsichtsinstanz innerhalb der bestehenden Super- intendencia de Bancos wäre, entsprechend dem Gesetzesvorschlag zu MFI, vorgesehen. Der Vorschlag, eine eigene Aufsicht innerhalb des Gremiums der MFI/ASOMIF einzurichten (im Sinne von Selbstkontrolle) fand nicht die Zustimmung aller Mitglieder. • Für das Jahr 2009, und anlässlich der Bedrohung durch die inter- nationale Finanz- und Wirtschaftkrise, hat die nikaraguanische Regierung ein Sparprogramm vorgestellt, das unter anderem den Kredit für produktive Tätigkeiten gegenüber dem Kredit für Konsum fördert. Ebenso soll zu verstärkter Investition in den produktiven Sektor ange- regt werden. • In den Kreditportfolios der Kommerzbanken nehmen die Konsumkredite einen der ersten Ränge ein (insgesamt 32% des Gesamtportfolios98). Diese Kredite wurden zu überwiegender Mehrheit mittels Kreditkarten aufgenommen. Banken haben in den letzten Jahren mit großer Aggressivität für Kreditkarten geworben. Eine der 4 größten Banken (CITIBANK, früher BANCOUNO) gibt an, über 300.000 Kreditkartenkun- den zu haben. Kreditkartenschulden werden in der Regel in den Bilanzen der Banken als Mikrokredite ausgewiesen. • Laut Ansicht von einigen Bankdirektoren und -managern (im speziellen angeführt sei jener von PROCREDIT) tragen zurzeit die Mikrokredite in der Größenordnung zwischen USD 300 bis USD 5.000 das größte Risiko. Dieses Niveau entspricht normalerweise den Kleinst- unternehmern. Ausschlaggebend dafür ist der beträchtliche Anteil an Arbeitslosen, die nach Verlust ihres Arbeitsplatzes im informellen Sektor Gelegenheitsarbeiten auf eigene Faust betreiben. Ein weiterer entscheidender Faktor ist die bereits existierende Über- schuldung von großen Teilen der ärmeren Bevölkerung, welche nicht zuletzt aus der aggressiven Politik der Kreditkartenzuteilung her rührt. Die Kommerzbanken betreiben statt einer positiv zu bewertenden98 Quelle: Informe de la Superintendencia de Bancos, Nicaragua, 2008. 73
  • 74. ( «bancarización» («Jedem Nikaraguaner sein Bankkonto!») eine «Tarje- tización» der Bevölkerung («Jedem Nikaraguaner eine oder mehrere Kreditkarten!»). Während der Großteil der MFI beträchtlichen Aufwand für die Analyse zur Feststellung der Notwendigkeit eines Kredites betreibt sowie die Zahlungsfähigkeit der Kunden im Mikrogewerbebereich sehr genau prüft, werden Kreditkarten von den Kommerzbanken mit Keilermetho- den vermarktet, wobei meist persönliche Bürgschaften der Verwandten als Garantien angenommen werden. • Entsprechend der Angaben der Kreditschutzverbände SINRIESGO (den MFI zuzuordnen) und Central de Riesgo (Teil der staatlichen Banken- aufsicht), haben im Jahr 2008 65% der Bankkunden mehr als nur einen laufenden Kredit und benützen zusätzlich noch diverse Kreditkarten. Das Auftreten einer «Kreditkartenblase» in der nikaraguanischen Finanzwirtschaft mit negativen Auswirkungen auf Banken und MFI wird von etlichen Analysten für die allernächste Zeit erwartet. Die Bankaufsichtsbehörde Nikaraguas (Superintendencia de los Ban- cos) hat in dem oben erwähnten Zusammenhang verfügt, dass Banken ab Januar 2009 bei der Kreditvergabe eine Norm einzuhalten haben, welche den maximalen monatlich zu leistenden Schuldendienst auf 40% der Einkünfte des Kreditnehmers beschränkt. 3.2. Strategien zur Geschäftstätigkeit der OeEB in NikaraguaAusgehend von den Analysen in Kapitel 1. und 2. und in Anbetracht des Inter-esses der Oesterreichischen Entwicklungsbank, potenzielle Kunden im Mikro-finanzbereich zu identifizieren, die an Refinanzierungen interessiert sind, sowieein großes Ausmaß an Sicherheit und Rentabilität garantieren können, schlag-en wir folgende Optionen vor. 3.2.1. Kurzfristige Szenarien der GeschäftstätigkeitOptionen: Kooperation mit bewährten Institutionen der Mikrofinanz für dieRefinanzierung von ausgewählten Kreditportfolios: a. Kooperation mit Banken, die aus Mikrofinanzinstitutionen hervor- gegangen sind, bzw. sich seit den vergangenen Jahren auf Mikro- finanztätigkeiten konzentrieren. Dazu schlagen wir namentlich (1) PROCREDIT und/oder (2) BDF (Banco de Finanzas) vor99.99 Begründung der Auswahl erfolgt weiter unten im Text. 74
  • 75. ( b. Zusammenarbeit mit soliden, nicht regulierten Mikrofinanzinstitutio- nen, die schwerpunktmäßig im ländlichen Raum tätig sind. Dazu schlagen wir namentlich den (3) FDL (Fondo de Desarrollo Local) und/oder (4) die FUNDESER (Fundación para el Desarrollo Socioe- conómico Rural) vor100.Die Auswahl und Priorisierung der Zielgruppen erfolgt in der ersten Phaseinnerhalb der von den potenziellen Partnern bearbeiteten Portfolios. Wirschlagen eine Priorisierung von Betrieben der Lebensmittelproduktion (inkl.Verarbeitung101), des Tourismus und des Kleingewerbes (mit Güterproduktion,Kunsthandwerk und Dienstleistungen) vor.Was die Auswahl und Priorisierung von Finanzprodukten betrifft, bestand inden intensiven, vom Studienteam geführten Sondierungsgesprächen mit den 4oben angeführten potenziellen Partnern Konsens darüber, kurzfristig diebestehenden, bereits angebotenen Produkte zu verbessern: Dabei ginge esvor allem um die Verbesserung des Angebots an Kleinkrediten bezüglich derParameter der Rechtzeitigkeit bzw. Schnelligkeit der Zuteilung, der Kredit-höhen, der Laufzeiten und der Zinssätze102, sowie um den Ausbau der in denletzten Jahren eingeführten Dienstleistungen wie Überweisungen aus demAusland, Versicherungen und Kleinsparkonten.Die Begründung der spezifischen Auswahl erfolgt nachstehend in derjeweiligen Kurzbeschreibung der Institution. Insgesamt wurden die 4 vorge-stellten potenziellen Partner jenen anderen im Kapitel 1.2. beschriebenenInstitutionen vorgezogen, da sie im Gegensatz zu diesen: • Besondere Verdienste im Bereich des Marktes in ländlichen Gebieten aufweisen • Erfolgreiche Erfahrungen bei der Kreditvergabe an Frauen vorweisen • Einen relativ hohen Diversifizierungsgrad ihrer Finanzdienstleistungen aufweisen • Interesse an neuen Herangehensweisen und Methoden der Mikro- finanzen zeigen • Die Bereitschaft zur Innovation und zur Erprobung neuer Produkte bei ihnen besteht100 Begründung der Auswahl erfolgt weiter unten im Text.101 Es bestünde für die nikaraguanische Wirtschaft eine wertvolle Chance in der Ausnützungeines komparativen Vorteils: Sie besitzt die größte landwirtschaftliche Fläche (6,3 MillionenHektar) in Zentralamerika. Es würde einer Wiederbelebung der «Kornkammer Zentral-amerikas» sowie einer Orientierung der Produktion auf den regionalen Lebensmittelmarkt(Mittelamerika u. einige Länder Südamerikas) bedürfen.102 Siehe auch Schritte zur Einführung neuer Produkte im Kapitelabschnitt 3.2.4. «Länger-fristige Szenarien». 75
  • 76. ( 3.2.2. Die potenziellen Partner im ÜberblickBANCO DE FINANZAS (BDF)Die Banco de Finanzas (BDF) wurde am 2 Juni 1992 gegründet und hat sich inden vergangenen 10 Jahren erfolgreich progressiv an ärmere Schichten dernikaraguanischen Gesellschaft angenähert und dieser Zielgruppe verschie-dene Finanzdienstleistungen angeboten, darunter vor allem Wohnbaukrediteund Versicherungen. Die BDF streicht als ihre besondere Stärke die an diejeweiligen speziellen Bedürfnisse ihrer Kunden angepassten Dienstleistungenheraus. In ihrer eben erstellten aktuellen strategischen Planung räumt die BDFinsbesondere dem MKMB-Sektor einen Schwerpunkt ein. Die Bank will sichdabei vor allem auf jenes Segment an Kleinst- und Kleinunternehmenkonzentrieren, welche den informellen Sektor verlassen wollen und durchFormalisierung (Konstituierung gemäß dem geltenden Handelsrecht, Anmel-dung bei der Steuerbehörde, Einführung einer internen Buchhaltung etc.)größere Chancen auf dem nikaraguanischen und dem regionalen Marktwahrnehmen können. Dabei handelt es sich insbesondere um Unternehmenaus den oben bereits erwähnten Bereichen der Holz- und Metallverarbeitung,des Lebensmittelgewerbes und des Tourismus. Die Autoren der gegenständ-lichen Studie erwarten von dieser Initiative besondere Impulse für dieEntwicklung der entsprechenden Sektoren und der Regionen, in denen dieseUnternehmungen tätig sind.Noch machen Konsumkredite den Grossteil des Portfolios der BDF-Krediteaus, doch ist das Portfolio für MKMB im Wachsen. Als Kleinstkredite bzw.Kredite für Mikrobetriebe gelten innerhalb der BDF solche zwischen USD 250und USD 10.000. Als Kredite für Kleinunternehmen solche von USD 10.000 bisUSD 30.000.Kredite im Bereich der Kleinunternehmen sind in erster Linie für Betriebskapi-tal, die Anschaffung von Werkzeugen und Maschinen, für die Verbesserungder betrieblichen Infrastruktur, den Ausbau von Werkstätten und für denErwerb von Immobilien und Grundstücken bestimmt. Im Speziellen bietet dieBDF eine Konsolidierung von Kreditschulden, die Refinanzierung von Hypo-thekarkrediten und eine «Kreditkarte MKMB» an, welche dem Gewerbetreiben-den eine kontinuierliche Refinanzierung seiner Betriebsmittel garantiert.Daneben bietet BDF ihren Kunden eine Reihe von Sparformen an (z.B. Spar-bücher, Wertpapiere).Mit der BDF und ihrem Programm für den MKMB-Sektor könnte vor allemjener in der gegenständlichen Studie festgestellte Bedarf an längerfristigenFinanzdienstleistungen abgedeckt werden, der insbesondere in der Touris-musbranche, sowie im Möbelgewerbe und der verarbeitenden Kleinindustrievon Nahrungsmitteln besteht. 76
  • 77. (FONDO DE DESARROLLO LOCAL (FDL)Der lokale Entwicklungsfonds FDL begann seine Tätigkeit im Jahr 1992 alsProgramm des Forschungsinstituts Nitlapán der Jesuitenuniversität UCA.Dabei wurden revolvierende Fonds an einzelne Kleinbauerngruppen gewährt.1993 wurde als Dach- und Finanzierungsorganisation der lokalen Banken derFondo de Bancos Locales eingerichtet. Das Modell wurde aufgrund negativerErfahrungen (unter anderem wegen hoher Zahlungsverzugsraten) bald aufge-geben und der FDL begann seine Tätigkeit als Mikrofinanzorganisation.FDL ist ein Pionier der Mikrokreditzuteilung im ländlichen Gebiet und hat nachwie vor in Bezug auf Kredite für landwirtschaftliche Aktivitäten der Kleinbauerneine Führungsposition unter den MFI (größte Reichweite und längste Erfah-rungen in diesem Bereich103). Eine weitere Stärke ist sein gut ausgebildetesPersonal in seinem Filialnetz104 sowie die geringe Fluktuation im Personal-stand (ausgeprägte Arbeitsplatztreue).Seine Hauptkunden sind landwirtschaftliche Produzenten, sowie Kleingewer-betreibende (Mikrounternehmen in städtischen Randgebieten). Das Portfolioweist nur einen geringen Anteil von Krediten für Handel und Konsum aus.FDL hat im Laufe seiner Tätigkeit spezifische Produkte für Einzelkunden undKundengruppen im ländlichen Raum entwickelt. So zum Beispiel das«Paquete Verde», ein mittelfristiger Kredit für Kleinbauern zur Diversifizierungihres Betriebes, sowie zur Anwendung von umweltschonenden Bewirtschaft-ungstechniken. Weiters hat der FDL spezielle Kredite für den Feldanbau mitkünstlicher Bewässerung, für exportorientierten Landbau, für die Veredelungund Verarbeitung von landwirtschaftlichen Produkten sowie für den Wohnbauim ländlichen Raum in seinem Angebot.Wir empfehlen eine Zusammenarbeit mit FDL in den letztgenannten Bereicheninsbesondere in der Nahrungsmittelproduktion mit hoher Wertschöpfung durchdie sogenannten MIPYMES rurales105.103 Vergleiche Kapitel 4. Annexe, Anlage 4.2.1., Tabelle Nr. 4.: «2007: Aufteilung der Anzahlan MFI-Kunden von ASOMIF-Organisationen sowie Kreditvolumen in USD gegliedert nachwirtschaftlicher Aktivität».104 Dazu hat ein von NITLAPAN/UCA und von der OEZA finanziertes Programm der Bildungvon Humanressourcen für die lokale Entwicklung einen wesentlichen Anteil (1997 bis 2002).105 Bisher war es in Nikaragua nicht üblich, von MIPYMES (das sind die MKMB) im ländlichenRaum zu sprechen. Landwirtschaftliche Betriebe sind «Fincas» und ihre Akteure werden als«Campesinos» bezeichnet. Siehe dazu auch die Anmerkungen im Analyseteil. Im Jänner 2009hat die nikaraguanische Regierung mit Unterstützung von COSUDE/DEZA ein Programm zurEntwicklung der ländlichen MKMB begonnen. Das Programm wurde am 1.9.2008 gestartet.Seine offizielle Präsentation durch die Regierung von Nikaragua und COSUDE fand am30.1.2009 statt. Quelle: Programa MIPYME rural COSUDE. Siehe auch: URL: www.cosude.org.ni/es/Home_26191/Item_26192/Item_26193?itemID=174069. 77
  • 78. (FUNDACIÓN PARA EL DESARROLLO SOCIOECONÓMICO RURAL(FUNDESER)FUNDESER, eine Stiftung für wirtschaftliche und soziale ländliche Entwick-lung, entstand aus einem landwirtschaftlichen Projekt der CARITAS Nikara-gua106 , welches sich im Laufe der Zeit zu einem Programm der technischenund finanziellen Assistenz im ländlichen Raum entwickelte und schließlich zueiner nicht regulierten MFI wurde.Die Organisation betont ihren sozialen Charakter und ihren Gender-Schwer-punkt. FUNDESER hat, ausgehend von einem spezifischen Territorium(Chontales), in einem beachtlichen Wachstumsprozess seine Reichweite undsein Portfolio ständig ausgebaut. Ihre Stärken liegen in klar identifizierten, sogenannten lessons learned, welche aus ihrem Prozess der Betreuung vonKleinbauern und der Institutionalisierung der MFI sowie aufgrund der Kunden-nähe und ihrer Arbeit speziell mit Frauen aus den ländlichen Gebieten alsErfahrungsschatz abgeleitet wurden.Die Hauptklientel besteht aus Kleinbauern und kleinen Viehzüchtern aus demZentrum des Landes, aus Kleinstgewerbe der städtischen Randgebiete sowieaus Angestellten von staatlichen Institutionen107. Aus der Palette der Kredite,die FUNDESER vergibt (Viehzucht, Ackerbau, Kleinhandel am Land) sind be-sonders jene für Innovation (z.B. Sonnenenergie), sowie jene zur Schaffungvon Beschäftigung für Frauen hervorzuheben. Insbesondere für die Finanzie-rung solcher Initiativen wäre FUNDESER besonders zu empfehlen108.BANCO PROCREDIT NICARAGUADie BANCO PROCREDIT NICARAGUA wurde 2005 gegründet, blickt jedochauf eine neunzehnjährige Geschichte in der Mikrofinanzwelt zurück. Siebegann 1990 als Kreditprogramm CHISPA für Kleingewerbe, entwickelte sichschließlich zur regulierten MFI CONFIA (2004) und benannte sich, als sie sichals Bank konstituierte, in BANCO PROCREDIT NICARAGUA um. Sie ist Mit-glied der internationalen PROCREDIT-Familie109.106 Eine wesentliche Unterstützung erfolgte damals durch die Caritas Österreich via der Ko-finanzierungsstelle der österreichischen Bischofskonferenz, eine österreichische katholischeNRO, die später in HORIZONT 3000 aufging.107 FUNDESER vergibt Privatkredite an Angestellte mit gesichertem Einkommen (das sind fastausschließlich die Staatsbediensteten) zu Zinssätzen (36% bis 48% p.a.) die über jenenliegen, die für Kleinstkredite für landwirtschaftliche Aktivitäten verlangt werden (12% bis 24%p.a.).108 Vor kurzem (Anfang 2009) wählte die spanische Agentur für EntwicklungszusammenarbeitAECID FUNDESER zur Durchführung eines landwirtschaftlichen Kreditprogramms mit einemVolumen von EURO 3 Millionen aus.109 OeEB hat gemeinsam mit der KfW Bankengruppe eine Kreditlinie im Dezember 2008 fürPROCREDIT Georgien eingerichtet. 78
  • 79. (Wir schlagen sie als mögliche Geschäftpartnerin der OeEB vor, denn siebesitzt die längste Erfahrung im Mikrofinanzbereich in Nikaragua. In ihrerKreditpolitik als Bank priorisiert sie auch weiterhin die Mikro- und die kleinenUnternehmen. PROCREDIT hat außerordentliche Verdienste in der Bewusst-seinsarbeit und im Aufbau einer Sparkultur im Land erworben. Die Bank hältweit mehr als die Hälfte aller existierenden Sparkonten in Nikaragua undnimmt offen gegen die aggressive Kreditkartenvermarktung und die Konsum-kredite der Konkurrenten Stellung110. Sie bietet dem Gegenüber eine breitePalette von Kleinkrediten für die Produktion von Gütern und Dienstleistungenbzw. für den Kleinhandel und die Landwirtschaft an. PROCREDIT hatte Ende2008 mehr als 60.000 Kreditkunden. Die meisten von ihnen sind dem Mikro-Bereich und dem Kleingewerbe zuzuordnen, relativ wenige kommen aus demBereich der Mittelbetriebe (Interne Klassifizierung der Kredite nach Größe:USD 300 bis 10.000 Mikrobereich, 10.000 bis 50.000 Kleinbetriebe und 50.000bis 100.000 Mittelbetriebe).PROCREDIT unternimmt Anstrengungen111 die Transferzahlen der Auslands-nikaraguaner nutzbar zu machen und tut dies unter anderem auch im ländlich-en Bereich. Besonderes Augenmerk soll in der nächsten Zeit der Betreuungvon Mikro- und Kleinunternehmen zukommen, die ein beachtliches Potentialfür die Arbeitsplatzschaffung darstellen. Dieser Bereich ist, laut Angaben derGeschäftsführung von PROCREDIT, noch nicht so sehr von der weiter obenbeschriebenen Überschuldung betroffen wie der Bereich der Einpersonen-Unternehmungen und ist, was die Kreditzuteilung anlangt, unterversorgt (dieMFI geben Mikrounternehmen Kredite mit bis zu USD 5.000, sehr oft auchdarunter).Die nikaraguanischen Kommerzbanken erreichen, mit Ausnahme von BDF undPROCREDIT, meist nur das Segment der Mittelunternehmen und der größtenKleinbetriebe. Sie vergeben Kredite ab USD 15.000 bis USD 20.000 aufwärts.Ähnlich wie bereits bei der Beschreibung der anderen potenziellen Partner undZielgruppen erwähnt, schlagen wir auch hier die Branchen Nahrungsmittel-industrie, Tourismus und Kleingewerbe (Holz- und Metallbearbeitung), sowiedie Dienstleistungen vor.110 PROCREDIT verlangt als einzige Bank Nikaraguas keine Mindestsumme für Spareinlagen.Ein Sparbuch kann bereits mit C$ 1 (Cordoba 1 = ca. EURO 0,04) eröffnet werden. PRO-CREDIT gibt als die einzige Bank Nikaraguas keine Kreditkarten, jedoch so genannte Debit-Karten aus.111 Als diesbezügliches Beispiel kann die Arbeit der Bank ProCredit im ländlichen Gebiet umden Grenzort zu Honduras, Jalapa, angegeben werden, der eine hohe Auswanderungsrateaufweist. ProCredit hat den dort ansässigen Familienangehörigen von Auslandsnikaraguanernangeboten, ihre Transferzahlungen zumindest teilweise zu günstigen Bedingungen ansparenzu können bzw. die Transferzahlungen als (Teil-)Garantien für Kleinkredite verwenden zudürfen. Auf diese Weise entstand um Jalapa (mit einer Methodologie, die an das Bausparenerinnert) eine Reihe von kleinen familiären Investitionsprojekten. 79
  • 80. ( 3.2.3. Tabellenübersicht der vier PartnerDie wichtigsten Kennzahlen der 4 potenziellen Partner sind nachstehend ineiner Übersichtstabelle zusammengefasst. Die Daten berücksichtigen unteranderem die Profitabilität der letzten 2 Jahre, das Gründungsjahr des Instituts,die Eigentümer (und gegebenenfalls auch deren eventuelle politische Ver-flechtungen), das Portfolio, die Eigenkapital- & Finanzierungsstruktur112, an-dere Entwicklungsfinanzierungsinstitute als Kreditgeber, die Einlagenpolitik(funding structure), die Marktposition, das Vorhandensein eines Ratings unddie Produktpalette.Bei der Auswahl der potenziellen Partnerorganisationen wurden unter ande-rem auch die folgenden Kriterien berücksichtigt (siehe auch Kapitel 3.2.1.): 1. Nachgewiesene Verdienste im Bereich des Marktes in ländlichen Ge- bieten aufweisen (trifft vor allem auf FDL und FUNDESER zu) 2. Erfolgreiche Erfahrungen bei der Kreditvergabe an Frauen (trifft auf FUNDESER, FDL und PROCREDIT zu) 3. Hoher Diversifizierungsgrad ihrer Finanzdienstleistungen (trifft auf PROCREDIT und FDL zu, letztere MFI ist vor allem auf den ländli- chen Raum konzentriert) 4. Bestehendes Interesse an neuen Herangehensweisen und Methoden der Mikrofinanzen (trifft in erster Linie auf BDF zu) 5. Bestehende Bereitschaft zur Innovation und zur Erprobung neuer Produkte (trifft auf BDF zu)FDL ist Spitzenreiter in Bezug auf das erste Kriterium der Markterschließungim ländlichen Raum. Die MFI hat für diesen Raum eine diversifizierte Palettevon Produkten anzubieten und verfügt über wertvolle Erfahrungen in der Arbeitspeziell mit Frauen.FUNDESER hat besondere Lehren und Erfahrungen aus der Arbeit mit Frauengezogen und weist gleichfalls viel Erfahrung im ländlichen Raum auf.PROCREDIT verfügt über den höchsten Diversifizierungsgrad an Finanz-dienstleistungen und über viel Erfahrung in der Vergabe von Krediten anFrauen.112 Anmerkung zur Wechselkursrechnung: Indikative Währungsumrechnung für (4.), (5.) und(7.) per 29. April 2009: 1 NIO = 0.05282 USD bzw. 1 USD = 18.93400 NIO. Am 13. Oktober1990 wurde die heute gültige Währung eingeführt: Ein Córdoba Oro entsprach bei seinerEinführung einem US-Dollar. Er wird seitdem von der nikaraguanischen Zentralbank jedenMonat um etwa 1% abgewertet. Diese Bindung an den USD erlaubt eine Berechnung desKurses in der Zukunft. 80
  • 81. (BDF ist von den 4 potenziellen Partnern jene Organisation die am stärksten ander Erprobung von neuen Produkten und neuen Herangehensweisen interes-siert ist. Ihre große Innovationsfreudigkeit hängt sicherlich auch damit zusam-men, dass sie sich im MFI-Markt derzeit verstärkt etablieren will. 81
  • 82. ! BANCO DE FINANZAS FONDO DE DESARROLLO FUNDESER PROCREDIT BDF LOCAL FDL (Typ: Bank) (Typ: nicht regulierte MFI) (Typ: nicht regulierte MFI) (Typ: Bank) 2007 2006 2006 2007 1,93% ROA 4,43% ROA 6,72% ROA 2,09% ROA 21,19% ROE 24,79% ROE 36,40% ROE 17,01% ROE 6,48% Operating Profit Margin114 19,17% Operating Profit Margin 22,55% Operating Profit Margin 12,12% Operating Profit Margin1. Profitabilität der letzten 2Jahre113 2008 2007 2007 2008 1,07% ROA (Nov. 08)115 4,04% ROA 5,34% ROA 1,35% ROA 11,99% ROE (Nov. 08) 22,3% ROE 34,64% ROE 12,16% ROE 7,02% Operating Profit Margin (Nov. 08) 17,65% Operating Profit Margin 21,40% Operating Profit Margin 8,01% Operating Profit Margin2. Gründungsjahr des 1992 1995 1992 1997Instituts (1. Juni ) (2. August) 55,2%: Grupo ASSA 100% Eigentümer ist die FDL als 100% Kapital im Eigentum der NRO 82,3%: Holding ProCredit 21%: Instituto de Revision Social Militar Verein, der in Nahverhältnissen (Verein). 17%: DOEN Holanda (Holländische 23,8%: Kleinaktionäre zum Jesuitenorden und der vom Organisation) Orden geführten Universidad Eigentümer stehen im Nahebereich 0,7%: Kleinaktionäre Die Bankengruppe ASSA aus Panama hält Centroamericana steht. der katholischen Kirche Nikaraguas3. Eigentümer die Mehrheit der Aktien. Ein weiterer und steht den Sandinisten näher als Die Bank hat kein ausgeprägtes wichtiger Aktionär ist der Pensionsfonds den anderen Parteien. Naheverhältnis zu einem der nikaraguanischen Armee. Der Eigen- bestimmten politischen Lager. tümer steht den Sandinisten näher als den anderen Parteien.113 Quelle für FDL, FUNDESER, ProCredit: The MixMarket: URL: http://www.mixmarket.org114 Operating Profit Margin: Operating profits (before the loan loss provision and excluding gains or losses from asset sales and amortization expense ofintangibles) / Net operating revenues (interest income less interest expense plus noninterest income). This ratio measures the percent of net operatingrevenues consumed by operating expenses, providing the remaining profit (the higher the margin the more efficient the bank).115 Kumulierte Zahlen per Nov. 2008. Quelle: Superintendencia de Bancos y de Otras Institutiones Financieras de Nicaragua, Indicadores Financieros, Nov.2008. Siehe URL: http://www.superintendencia.gob.ni/documentos/bancos/informes/inf200811bdf.htm 82
  • 83. ! 07 C$ 4.494.164.552 06 C$ 1.121.279.121 06 C$ 169.019.518 06 C$ 1.883.787.516 US$ 237.381.772 US$ 59.225.963 US$ 8.927.611 US$ 99.501.657 08 C$ 5.012.820.379 07 C$ 1.289.137.431 07 C$ 282.282.326 07 C$ 2.610.618.2284. Portfolio US$ 264.777.172 US$ 68.092.239 US$ 14.910.152 US$ 137.892.855 85,74% bis U$ 10.000 für KMU 100% für KMU 56% für KMU unter US$ 50.000 14,26% über U$ 10.000 für KMU 08 C$ 2.649.859.000 US$ 139.965.5525. Eigenkapitalstruktur & 07 EK: 9,65%: C$ 717.610.300 05 EK: 17,99%: C$ 125.212.562 06 EK: 16,12%: C$ 29.602.267 06 EK: 12,11%: C$ 245.041.400Finanzierungsstruktur116 US$ 37.904.176 US$ 6.613.728 US$ 1.563.592 US$ 12.943.087 FK: 90,35%: C$ 6.718.546.000 FK: 82,01%: C$ 570.787.208 FK: 83,88%: C$ 154.014.438 FK: 87,89%: C$ 1.778.187.300EK = Eigenkapital (Passiva) US$ 354.873.600 US$ 30.148.980 US$ 8.135.043 US$ 93.923.853FK = Fremdkapital (Passiva) BS: 100%: C$ 7.436.156.300 BS: 100%: C$ 695.999.770 BS: 100%: C$ 183.616.705 BS: 100%: C$ 2.023.228.700BS = Bilanzsumme (EK+FK) US$ 392.777.776 US$ 36.762.708 US$ 9.698.634 US$ 106.866.940 08 EK: 9,87%: C$ 736.823.700 06 EK: 17,76%: C$ 175.015.974 07 EK: 14,98%: C$ 46.092.126 07 EK: 10,36%: C$ 295.217.864 US$ 38.919.028 US$ 9.244.344 US$ 2.434.586 US$ 15.593.408 FK: 90,13%: C$ 6.730.905.600 FK: 82,24%: C$ 810.346.886 FK: 85,02%: C$ 261.540.728 FK: 89,64%: C$ 2.553.555.800 US$ 355.526.434 US$ 42.802.523 US$ 13.814.581 US$ 134.878.817 BS: 100%: C$ 7.467.729.300 BS: 100%: C$ 985.362.860 BS: 100%: C$ 307.632.854 BS: 100%: C$ 2.848.773.664 US$ 394.445.462 US$ 52.046.866 US$ 16.249.167 US$ 150.472.225 07 EK: 18,22%: C$ 227.506.289 08 EK: 9,86%: C$ 337.278.000 US$ 12.016.882 US$ 17.815.024 FK: 81,78%: C$ 1.021.077.087 FK: 90,14%: C$ 3.082.413.400 US$ 53.933.292 US$ 162.813.076 BS: 100%: C$ 1.248.583.376 BS: 100%: C$ 3.419.691.400 US$ 65.950.174 US$ 180.628.100116 FDL und FUNDESER dürfen, als nicht regulierte MFI, keine Spareinlagen annehmen. Bei den beiden Banken, BDF und ProCredit, beinhaltet dasFremdkapital (auf der Seite der Passiva aufgeführt) die Spareinlagen. Die Bilanzsumme, als der Betrag, der sich ergibt, wenn man entweder sämtliche Aktivaoder sämtliche Passiva addiert (Summe Aktiva=Summe Passiva), beinhaltet die Einlagen der beiden Banken bei der Zentralbank als Aktiva. Die Summe derangegebenen Prozentsätze (100%) ist das verfügbare Kapital der Institutionen für ihre Geschäftstätigkeit. Zur Struktur und formalen Ausführung derBankenbilanzen von BDF und ProCredit siehe beide Originalbilanzen (Annex 4.2.7.: «BDF und ProCredit Bilanzen 2008»). Indikative Währungsumrechnungfür (4.), (5.) und (7.) per 29. April 2009: 1 NIO = 0.05282 USD bzw. 1 USD = 18.93400 NIO. 83
  • 84. !6. Vorhandensein anderer - Financiera Nicaragüense de Europäische & Nordamerikanische Auf nationaler Ebene: Institutionen die einjährige KrediteEntwicklungsfinanzierungs- Inversiones (FNI) NRO und Stiftungen: - FNI Financiera Nicaragüense de an PROCREDIT vergeben:institute als Kreditgeber117 - Bancos del Exterior Inversiones - FNI Financiera Nicaragüense de - CORDAID Catholic Organisation for - Fondo de crédito Rural Inversiones (NIC) Relief and Development (HOL) - FONDEAGRO - BCIE Banco Centroamericano de - HTF The Hivos-Triodos Fund (HOL) - Fondo Persa de la Comisión Integración Económica (HON) - Oikocredit (HOL) Nacional de Energía - TFSF Triodos Fair Share Fund (HOL) Institutionen die mehrjährige - Triodos-Doen Foundation (HOL) Auf internationaler Ebene: Kredite an PROCREDIT vergeben: - Versch. Nordamerikanische religiöse - WCCN Working Capital for - FNI Financiera Nicaragüense de Kongregationen Community Needs (USA) Inversiones (NIC) - Oikocredit (HOL) - Latin America Challenge Investment Multilaterale Organisationen: - IMPULSE-INCOFIN (BEL) Fund SA (PER) - Banco Interamericano de Desarrollo - RESPONSABILITY Symbiotics - BID Banco Interamericano de (BID) (SWI) Desarrollo - Banco Centroamericano de Integración - Fundación Vientos de Paz (USA) - OFID Opec Fund for International Económica (BCIE) - Banco Centroamericano de for Development Integracion Economica BCIE - IFC International Finance Corpora- Europäische Entwicklungsagenturen: - BlueOrchard (SWI) tion - SIDA (SWE) - Gray Ghost-ELF (USA) - Responsability SICAV (SUI) - DANIDA (DAN) - Microvest (USA) - Belgian Investment Company for - Micro Credit Enterprises (USA) Developing Countries (BEL) Andere: - Developing World Markets (USA) - Corporación Interamericana de - Fondos Nacionales de Proyectos Inversiones (USA) Públicos y banca de segundo piso (NIC)117 Informationen in Bezug auf die Höhe der Kredite, welche von den Entwicklungsfinanzierungsinstituten an die beiden MFI FDL und FUNDESER gewährtwerden (Refinanzierung), sind im Annex 4.2.8. angeführt. Von den beiden Kommerzbanken sind keine Angaben zu Finanzbeträgen in Bezug auf derenRefinanzierung per Entwicklungsfinanzierungsinstitut weitergegeben worden. Im Zuge etwaiger bilateralen Gespräche zwischen BDF bzw. ProCredit und derOeEB sind diese Daten jedenfalls zu erhalten. 84
  • 85. ! 2007 2006 C$ 5.361.381.600 112.969 Kunden mit Spareinlagen Spareinlagen (43,3% vom Fremdkapital oder C$ (US$ 283.188.176) 770.856.100 bzw. US$ 40.716.619) Darf keine Spareinlagen7. Einlagenpolitik Darf keine Spareinlagen annehmen. annehmen. 2008 2007 C$ 4.825.622.100 200.691 Kunden mit Spareinlagen Spareinlagen (42,6% vom Fremdkapital oder C$ (US$ 254.889.359) 1.088.754.200 bzw. US$ 57.507.997)8. Funding Structure Institutionen die einjährige Kredite Ident mit Spalte Nr. 3 - Consorzio Etimos S.c.a r.l. (ITA) - MicroCredit Enterprises an PROCREDIT vergeben: «Eigentümer»: - CORDAID Catholic Organisation for Relief and (USA) - FNI Financiera Nicaragüense de Development Aid (HOL) - MicroVest I L.P. (USA) Inversiones (NIC) - Grupo ASSA (PAN) - HTF The Hivos Triodos Fund (HOL) - Oxfam Novib Fund (HOL) - BCIE Banco Centroamericano de - Instituto de Revision - Oikocredit (HOL) Integración Económica (HON) Social Militar (NIC) - TFSF Triodos Fair Share Fund (HOL) - ProCredit Bulgaria (BUL) - Triodos-Doen Foundation (HOL) - ProCredit Holding AG (GER) Inst. die mehrjährige Kredite an PROCREDIT vergeben: - FNI Financiera Nicaragüense de Inversiones (NIC) - Latin America Challenge Investment Fund SA (PER) - BID Banco Interamericano de De- sarrollo - ProCredit Holding (GER) - OFID Opec Fund for International for Development - IFC International Finance Corporation - Responsability SICAV (SUI) - Belgian Investment Company for Developing Countries (BEL) - Corporación Interamericana de Inversiones (USA) 85
  • 86. ! Nr. 4 unter den Banken Nr. 6 unter den MFI nach Nr. 1 als Bank für MKMB9. Marktposition118 Nr. 1 unter den MFI nach Portfolio allgemein. Portfolio Nr. 6 unter den Banken allgemein Fitch Ratings Fitch Ratings MicroFinanzas Rating MicroRating International10. Vorhandensein Aktuell per 20.04.2009: AA+ Aktuell per 13.06.2008: AA- Aktuell per 04. 2008: AA- Aktuell per 12.2008: !+eines internat. Zuvor per 20.03.2009: AA- Zuvor per 27.4.2007: AA- Zuvor per 04.2007: AA- Zuvor per 12.2007: "-Ratings119 Zuvor per 27.10.2008: AA- Zuvor per 24.5.2006: BBB+ Zuvor per 04.2006: AA- Zuvor per 02.2007: !+ Zuvor per 19.05.2008: BBB-11. Produktpalette120 - Arbeitskapital - «Automatischer» Kleinkredit für die Anschaffungen - Landwirtschaftliche - Kredite für Mikrounternehmungen - Betriebsmittelkredite von Konsumgütern: Sobald ein Kredit fristgerecht zu- Kredite - Kredite für KMU - Schuldentilgungskredite rückgezahlt wurde, kann sogleich der nächste - Kredite speziell für die - Kredite für Landwirtschaft und - Refinanzierung von beantragt werden. Viehzucht Viehzucht Hypothekarkrediten im - Kredite für kleinere Anschaffungen (US$ 300 bis US$ - Kredite für den kleinen - Kredite für Eigenheim Zusammenhang mit 5.000) Handel und die kleine - Fast Business Kredite mit rascher kommerziellen Immobilien - Investitionskredite Industrie (US$ 500 bis US$ Zuteilung - Kredite zur Umgestaltung - Wohnungs- und Eigenheimkredite 5.000) - Fast Credit für Marktfrauen und kleine oder Verbesserung der - Landwirtschaftliche Kredite - Kredite für die Sanierung Gewerbetreibende geschäftlichen Infrastruktur - Kredite nur für die Viehzucht von Eigenheimen - Parallelkredite: Möglichkeit für weitere - Kredite zur Errichtung und - Kommerzkredite - Kredite speziell für den Kredite für gute Kunden mit für den Ankauf von - Kreditlinien für Hypothekargarantien Bereich der Solarenergie entsprechender Bonität (unter- Immobilien - Kombinierte Kredite für Landwirtschaft und Viehzucht - Kredite für Frauen aus schiedliche Höhen und Laufzeiten) - Kreditkarte für die - Konsumentenkredite dem ländlichen Raum - Präferenzialkredit mit Sonder- Eigentümer von KMU - Fonds für Investitionen und Entwicklung («Paquete konditionen für Stammkunden je nach - «Automatischer» Verde») bankinterner Klassifizierung in Kleinkredit (Revolving - Investitionskredit für Frauen aus dem ländlichen Verbindung mit personenbezogener Credit) für Arbeitskapital in Raum Kreditkarte (bis max. US$ 5.000) Verbindung mit einer - Kredit für die Ausstattungen von Kreditkarte für Bewässerungsanlagen Betriebsmittel - Spezielle Investitionskredite für Kaffeebauern mit landwirtschaftlichen Flächen die über 1.000 Meter liegen da die Bohne hier eine besondere Qualität erreicht - Wohnbaukredit für Familien, die Geldsendungen aus dem Ausland erhalten118 Quelle: Für Banken Bankenaufsicht (Super Intendencia de Bancos, 2008). Für MFI Benchmarking REDCAMIF, 2007.119 Aktuellsten Ratings für FDL (vom April 2008) und FUNDSER (vom Dezember 2008). Verbesserung für ProCredit im April 2009 von AA- auf AA+. 86
  • 87. !12. Kontakte, Adresse: BDF Centro de Crédito Oficinas centrales campus UCA, Edifico FDL, Apartado De la Iglesia El Carmen 1 Rotonda Güegüense 75 vrs. al sur PYME: CDN Rubenia, postal A 339, Managua, Nicaragua cuadra al Sur, Managua, Edificio El Retiro, Managua, Nicaragua contiguo a Pelí 1ro de Mayo NicaraguaTel. Nr.: (+505) 2557250 (+505) 2774245, (+505) 2707371, (+505) 2707338, (+505) 2681520, 2681152 (+505) 2557676, (+505) 2681630 Cell: (+505) 8772936Homepage: https://secure.bdfnet.com/b http://www.fdl.org.ni/index.es http://www.fundeser.org.ni http://www.procredit.com.ni df/quienes.aspxName der Lic, Ramiro Perez Msc. Elizabeth Campos Ing. Rene Romero, Lic. Jaime Perez LeivaKontaktperson: AltamiranoFunktion der Gerente PYME Gerencia Financiera Director Ejecutivo Gerente GeneralKontaktperson:Email der ramiro.perez@bdfnet.com ecampos@fdl.org.ni rromero@fundeser.org.ni jperez@procredit.com.niKontaktperson:Tel. Nr. der Cell: (+505) 4657509 Cell: (+505) 9201029 Cell: (+) 505 8541666 Tel: (+505) 2557676 / 1174Kontaktperson:120 Die Statistiken über die anteilsmäßige Aufteilung der verschiedenen Produkte sind öffentlich nicht zugänglich. Im Rahmen von etwaigen Stakeholder-Gesprächen wären die Institute bereit diese internen Information der OeEB zu übermitteln. 87
  • 88. ! 3.2.4. Szenarien einer längerfristigen GeschäftstätigkeitOptionen: Längerfristig angedacht, kann die OeEB mit neuen Partnern zusam-menarbeiten und Finanzierungen in Form von neuen Produkten für neue Ziel-gruppen zur Verfügung stellen. Die OeEB wirkt gestaltend bei der wirtschaft-lichen Entwicklung des Landes mit. In der Folge werden die Szenarien dieseslängerfristigen Engagements kurz skizziert:Neue potenzielle Partner:Mittel- und längerfristig bieten sich Gelegenheiten der Zusammenarbeit mitneuen Partnern wie Konsortien (aus öffentlichen und privaten Stakeholdern),sowie lokalen Treuhandfonds an. Diese Partner haben meist nur einen lokalenAktionsradius (auf der Ebene der Gemeinden und der Departements).Die nikaraguanische Gemeindegesetzgebung121 erlaubt die Bildung von Kon-sortien, bestehend aus der Gemeinderegierung und Privatunternehmen zurnachhaltigen Entwicklung des Gemeindegebietes oder der Region einesGemeindeverbandes. Diese Konsortien haben Rechtspersönlichkeit und kön-nen unter anderem auch Finanzdienstleistungen anbieten bzw. sich an Unter-nehmungen zur Entwicklung der Region beteiligenNeue Produkte für Einzelunternehmen und für als Gesellschaften konstituierteUnternehmen (empresas individuales y corporativas):122Neben den Finanzprodukten, welche von den MFI und von den auf Klein-unternehmen spezialisierten Banken derzeit angeboten werden (Kleinkredite,Versicherung, Transferzahlungen, Spareinlagen), könnten zusammen mit denhier vorgeschlagenen 4 Finanzinstitutionen und neuen Partnern (Gemeinde-verbände, Unternehmerverbände, Konsortien siehe oben) neue Finanzpro-dukte entwickelt werden, welche dem erhobenen Bedarf der kleinen Wirt-schaftstreibenden und korporativen Akteuren der regionalen und nationalenEntwicklung entsprechen.Für Kleinunternehmer der dynamischen Sektoren der Nahrungsmittelver-arbeitung, des Tourismus und des Kunsthandwerks könnten Produkte wieAltersvorsorge, Fortbildungskredite, Leasing und Factoring angeboten werden.Die Einführung von neuen Finanzprodukten und Finanzdienstleistungen sollteschrittweise erfolgen: Design und Marketingplan, Monitoring der Impakte in121 Ley de Municipios, Ley No. 40. Asamblea Nacional de Nicaragua. 2 de julio 1988, Publi-cada en La Gaceta No. 155 el 17 de agosto de 1988.122 Als «empresas individuales» werden Klein- und Kleinstunternehmen im Eigentum einernatürlichen Person bezeichnet. «Empresas corporativas», im Text auch als «korporativeAkteure» bezeichnet, sind hier als Gesellschaften konstituierte Unternehmen mit Rechtsper-sönlichkeit zu verstehen: Aktiengesellschaft, Genossenschaften, Gesellschaften mit be-schränkter Haftung, Unternehmen im Besitz der öffentlichen Hand, Konsortien aus privatenund öffentlichen Gesellschaftern mit eigener Rechtsperson. 88
  • 89. !Verbindung mit kontinuierlicher Beobachtung der Nachfrage, Aus- und Fort-bildung des Personals und Adaptierung der institutionellen Strukturen.Für die wirtschaftliche Regionalentwicklung könnten längerfristige Finanzie-rungsmöglichkeiten für erneuerbare Energie, für den Aufbau munizipalerUnternehmen wie Märkten und Touristenzentren sowie damit in Verbindung fürden Landschafts- und Ressourcenschutz als auch für den Erhalt der Bio-diversität angeboten werden123.Die längerfristigen Szenarien der Zusammenarbeit enthalten (neben den Ele-menten der Partnerschaft, Zielgruppen und neuen Finanzprodukten) gleichfallsbegleitende technische Maßnahmen des Aufbaus und der Stärkung institu-tioneller Strukturen des Finanzsektors sowie Maßnahmen für den Ausbau vonKapazitäten und personellen Ressourcen (Fachkräfte). Diese Schritte könnenin Arbeitsteilung mit Entwicklungsagenturen (wie ADA) gesetzt werden undrichten sich sowohl an die Institutionen des Finanzsektors als auch anstaatliche und private Instanzen der Wirtschaftsentwicklung des Landes(Wirtschaftsministerium, Institut für Kleingewerbeförderung, Unternehmens-verbände, Gemeindeverwaltungen und Gemeindebünde). Entscheidend füreine erfolgreiche Entwicklung mit sozialer Kohärenz sind dabei vor allem neueFormen der Zusammenarbeit zwischen dem öffentlichen und dem privatenSektor. 3.3. Potenzielle Auswirkungen der Geschäftstätigkeit auf die Entwicklungspolitik des LandesDer unmittelbare Impakt eines Engagements der OeEB im Mikrofinanzbereichin Nikaragua wäre im Rahmen der Auswirkungen der gegenwärtigen Welt-finanz- und Wirtschaftskrise zu sehen. Für Nikaragua wird ein Rückgang derExporte, eine Stagnation oder ein Rückgang der Transferzahlungen von imAusland lebenden Nikaraguanern, eine starke Restriktion der Kreditvergabe(zuallererst bei Konsumkrediten) und die damit verbundene Kontraktion derInlandsnachfrage erwartet. Optimistische Schätzungen124 gehen von einemWachstum von 1,9% für 2009 aus, pessimistische sagen ein Wachstum vonunter 1,3% voraus. Die Finanz- und Wirtschaftskrise und die noch nicht über-wundene Nahrungsmittelkrise werden in Nikaragua voraussichtlich einen An-stieg der Armut schon in den nächsten Monaten auslösen. Entscheidend fürein erfolgreiches Entgegenwirken wird die aktuelle Agrarpolitik der Regierungsein und ihre Bereitwilligkeit, Finanzmittel für den landwirtschaftlichen Sektorzur Verfügung zu stellen. Die Regierung hält an ihren Plänen zur Ausweitung123 Nikaragua verfügt über einzigartige Landschaften und Naturdenkmäler, die zum größtenTeil durch unangemessene Ressourcennutzung stark gefährdet sind. Der Erhalt und die Reha-bilitierung dieser Landschaften und Naturdenkmäler sind für die Tourismusentwicklung vonentscheidender Bedeutung.124 Sämtliche Schätzungen von Jänner 2009: Die CEPAL (Comisión Económica para AméricaLatina, das ist die UN-Wirtschaftskommission für Lateinamerika und die Karibik) geht von 2%aus, der Währungsfonds, gemeinsam mit der nikaraguanischen Regierung, führt 3,5% oderdarunter an. Unabhängige Wirtschaftsforscher wie Acevedo Vogl bringen Werte von 1,3% bismaximal 1,9%. 89
  • 90. !der Finanzdienstleistungen für den ländlichen Raum via ALBA-CARUNA festund die nationale Entwicklungsbank soll noch im laufenden Jahr gegründetwerden. Beide Schritte werden von allen Analysten als positive Beiträge zurBewältigung der Krise bewertet. Eine völlig neue Entwicklung, welche ebensopositiv aufgenommen wurde, stellt die Einladung der Regierung an die inASOMIF organisierten MFI dar, sich im Zuge der für den Landwirtschaftssektorgeplanten neuen Maßnahmen mit den staatlichen Instanzen zu koordinierenund mit ihnen zusammenzuarbeiten.Für die MFI stehen schwierige Zeiten bevor. Verfügbare Mittel zur Finan-zierung und Refinanzierung ihrer Tätigkeit werden knapper. Die durchschnitt-lichen Zinsen für Kredite für nicht regulierte MFI sind bereits von 2007 auf2008 von 8% auf 9%, in Einzelfällen bis auf 11% gestiegen125. Die Tendenz für2009 lässt weitere Zinssteigerungen vermuten und das bedeutet für dieZukunft ein geringeres Wachstum im Bereich der Mikrofinanzen. Je nach Ent-wicklung des landwirtschaftlichen Sektors, der in bestimmten Regionen starkeÜberschuldung und sinkende Rentabilität aufweist, könnte unter Umständeneine Abkehr der MFI vom ländlichen Sektor und deren Zuwendung zu sichere-ren Kunden erfolgen. Das hieße, dass ein beachtlicher Teil wirtschaftlicherAkteure erneut nur über Wucher und Pfandleiher zu Finanzierungsmittel kom-men würde. 3.3.1. Kurzfristige Auswirkung eines Engagements der OeEB im MF- BereichIn Bezug auf das Engagement der OeEB in diesem Kontext erwarten dieAutoren126 der Studie die folgenden unmittelbar positiven Auswirkungen(Impakte): • Die OeEB würde einen wesentlichen Beitrag zur Liquidität nationaler MFI und für deren Kleinkreditprogramme im ländlichen und städtischen Raum leisten • Das Engagement der OeEB hätte den Erhalt von Arbeitsplätzen vor allem im Bereich der MKMB zur Folge • Die OeEB würde einen messbaren Beitrag zur Verhinderung der Zunah- me von Armut leisten • Die OeEB würde an der Stabilisierung von Einkommen in Krisenzeiten mitwirken • Das Engagement der OeEB hätte durchwegs positive Auswirkungen auf die Ernährungssituation im Land (Beitrag zur Ernährungssicherheit aufgrund der sektoriellen Ausrichtung der möglichen Optionen)125 Quelle: Alfredo Alaniz, Director Ejecutivo ASOMIF, Artikel in der Tageszeitung «La Prensa»(Jänner 2009).126 Mag. Gerhard Kovatsch, Luis Montalvan, Dr. Karin Reinprecht, Mag. Norman Spitzegger. 90
  • 91. ! 3.3.2. Längerfristige AuswirkungEin längerfristiges Engagement der OeEB mit Bereitschaft zur Mitgestaltungvon strukturellen Rahmenbedingungen könnte weitere substantielle Beiträgeliefern: • Zur Schaffung von permanenten Arbeitsplätzen mit, im Vergleich zum informellen Sektor, verbesserter Arbeitsplatzqualität • Für Wachstum und Diversifizierung der MKMB als Motor der lokalen Entwicklung vor allem im ländlichen Raum • Für Einkommenssteigerung • Für die Integration von ausgegrenzten Bevölkerungsgruppen, insbe- sondere Frauen, und für die Stärkung der sozialen Kohärenz • Für die Armutsverminderung • Für eine integrierte Regionalentwicklung mit verbesserten Sozialindi- katoren (die den Millenniumszielen entsprechen)Die Autoren dürfen in diesem Zusammenhang nochmals auf 4 Faktorenhinweisen, die in Bezug auf Finanzdienstleistungen und MFI für die Erreichungeiner dynamischen und nachhaltigen Entwicklung von Bedeutung sind: • Eine Regulierung der MFI, mit der gesetzlichen Möglichkeit der Erfass- ung von Spareinlagen, in Kombination mit einer konsequenten Einla- genpolitik, welche die Nachhaltigkeit des MFI Sektors garantiert: Ein wesentlicher Teil der Finanzierung der Kreditportfolios soll aus Einlagen finanziert werden können. • Eine Stärkung der institutionellen Strukturen der MFI, die Verbesserung ihres Instrumentariums und Controllings, Verwendung moderner und angepasster Technologien. • Die Identifizierung von Klein- und Mittelunternehmen mit großem Poten- tial, welche die Rolle eines Zugpferdes in der lokalen Wirtschaft über- nehmen können und Arbeitsplätze entstehen lassen. Schaffung von für ihre Bedürfnisse zugeschnittenen Finanzierungsangeboten. • Eine verbesserte Kenntnis des Marktes der Mikrofinanzen vor Ort und die Entwicklung von Produkten, die der Nachfrage eher entsprechen. 91
  • 92. ! 3.4. Synergien mit der OEZA und anderen GebernAus einem Engagement der OeEB würden sich schon hinsichtlich derkurzfristigen Optionen Synergien mit den folgenden Programmen ergeben,welche die ADA/OEZA in Nikaragua bzw. länderübergreifend in Zentralamerikabetreibt: • Programm der ländlichen Entwicklung mit Schwerpunkten in der süd- lichen autonomen Atlantikregion und dem Departement Rio San Juan • Programm der lokalen Wirtschaftsentwicklung mit Schwerpunkt auf das Kleingewerbe im Departement Masaya • Landesweite Projekte im Bereich der Cleaner Production • Projekte der erneuerbaren Energie in der Region Zentralamerika127In allen diesen Projekten bzw. bei den Partnerinstitutionen, welche diesedurchführen, bestehen detaillierte Kenntnisse über den lokalen Kontext,langjährige Erfahrungen mit Zielgruppen, wie MKMB und Kleinbauern, sowietechnisches und branchenspezifisches Know-how in Landwirtschaft, Kleinge-werbe, sowie bei der Vermarktung. Viele der genannten Projekte enthalten inihrem bisherigen Design Kreditkomponenten (meist revolving funds), welcheentweder von der Durchführungsorganisation selbst oder von ausgewähltenMFI verwaltet werden. Die Erfahrungen sind seit der Jahrtausendwendepositiv, jedoch ist die Verwaltung sowie vor allem das phasing-out der Projektekostspielig und aufwendig und trägt zu der im obigen Analyseabschnittkritisierten Atomisierung des MF-Marktes bei.Statt individuelle Kreditfonds für jedes einzelne Projekt anzulegen, könnte dieOEZA in Zusammenarbeit mit anderen Gebern und den inländischenInstanzen128 den Zugang zu Finanzdienstleistungen der ausgewählten Ziel-gruppen verbessern. Zu dieser Verbesserung könnte die OeEB bereits überdie kurzfristige Zusammenarbeit und Finanzierung einer oder mehrerer dervorgeschlagenen MFI bzw. Banken ansatzweise beitragen. Die obenskizzierten längerfristigen Optionen eröffnen (zusammen mit anderenPartnern) größere Möglichkeiten der Mitgestaltung und Verbesserung derVersorgung der Zielgruppen mit adäquaten Finanzdienstleistungen.Diesbezüglich ist für Nikaragua besonders die KoordinierungskommissionSEGUIPYME erwähnenswert, in der mehrere ausländische Agenturen derEntwicklungszusammenarbeit vereint sind und die die Aktivitäten des MKMB-Sektors in Nikaragua sehr genau verfolgen. Darüber hinaus versuchen dieMitglieder der Kommission SEGUIPYME, ihre Interventionen bezüglich Wirt-127 Als Programm in Kooperation mit Finnland.128 Inländische Instanzen sind Ministerien der Bereiche Wirtschaft, Landwirtschaft, Tourismus,Kleingewerbe sowie Strukturen wie Handels- und Industriekammern, Unternehmerverbände,als auch öffentlich-private (public-private) Strukturen wie die genannten Konsortien (z.B.CIDEL-Consorcio Intermunicipal de Desarrollo Economico Local, Gründung Okt. 2008). 92
  • 93. !schaftszusammenarbeit zu harmonisieren129. Es nehmen daran die staatlichenAgenturen von Spanien, Österreich, der Schweiz, der Niederlande, Luxem-burg, Schweden, USA, Dänemark und Finnland teil, sowie Vertretungen derWeltbank, der Interamerikanischen Entwicklungsbank und die EU-Delegation.129 Die nikaraguanische Regierung verfolgt zusammen mit der Gebergemeinschaft die Zieleder Pariser Erklärung zur Erhöhung der Effektivität der Entwicklungszusammenarbeit ent-sprechend den Prinzipien der Eigenverantwortung des Entwicklungslandes, der Ausrichtungder Unterstützungen auf die strategischen Ziele des Landes und der Harmonisierung derHilfsmaßnahmen untereinander. Dabei spielen sowohl die allgemeine als auch die sektorielleBudgethilfe eine wichtige Rolle. 93
  • 94. ! 4. Annexe 4.1. Die FeldstudieDie Feldstudie wurde mittels mündlicher Befragungen durchgeführt. Die in dennachfolgenden Anhängen transkribierten und übersetzten Antworten sindbewusst in der selben, vereinzelt sehr einfach gehaltenen, mündlichenAusdrucksweise bzw. Redensart (sic!) wiedergegeben, so wie von denBefragten selbst formuliert und von den Interviewern aufgenommen (AnhängeNr. 3, 6 und 9). Dies ermöglicht eine authentische Interpretation der Antwortenund Kommentare der Befragten und ein besseres Verständnis der Sichtweiseder Betroffenen. Die analytische Auswertung der Feldstudie ist den Kapiteln 1.bis einschließlich 3. erfolgt. 4.1.1. Anhänge zur Untersuchung des AngebotesDie Untersuchung zum Angebot erfolgte neben der bibliographischenRecherche durch Interviews von Fachleuten und leitenden Angestellten derMFI-Branche, von staatlichen Institutionen, Unternehmerverbänden und Ver-tretern der internationalen Kooperation (Gebergemeinschaft). Insgesamtwurden 12 qualitative Interviews mit Leitfaden durchgeführt. 94
  • 95. Anhang 1: Liste der interviewten Institutionen Öffentliche Institutionen und Vertretungen der Geber Institution bzw. Organisation 1) Ministerio de Fomento Industria y Comercio (MIFIC) 2) Ministerio Agropecuario y Forestal (MAGFOR) 3) Instituto Nicaragüense de Apoyo a la Pequeña y Mediana Empresa (INPYME) 4) Consejo Nicaragüense de la Micro, Pequeña y Mediana Empresa (CONIMIPYME) 5) Programa de Fomento de Servicios Financieros para Poblaciones de Bajos Ingresos (PROMIFIN) 6) Asociación de Instituciónes de Microfinanzas de Nicaragua (ASOMIF) Kooperativen bzw. Genossenschaften 7) Cooperativa 20 de abril en Quilali 8) Cooperativa Unión Campesina en Nueva Guinea (RAAS) NRO Institution bzw. Organisation 9) Fundación para el Desarrollo Socioeconómico Rural (FUNDESER) 10) Asociación de Desarrollo de Rivas (ASODERI) 11) Asociación de Consultores para el Desarrollo de la Pequeña y Mediana Empresa (ACODEP) 12) Asociación para el Fomento y Desarrollo de Nicaragua (AFODENIC) 95
  • 96. !Anhang 2: Leitfaden der InterviewsFRAGEBOGEN FÜR SCHLÜSSELINSTITUTIONENTeil I und II werden für Institutionen angewandt, die nicht direkt den Mikrofin-anzsektor bearbeiten, jedoch damit verbunden sind. Für den Mikrofinanz-bereich wird der gesamte Fragebogen, Sektionen I, II, III und IV eingesetzt.I. ÄUSSERE FAKTOREN UND EXTERNE BETRACHTUNGSWEISE1. Wie ist Ihrer Meinung nach die Marktentwicklung der Mikrofinanzinstitu-tionen einzuschätzen?WachstumStarrer MarktUnzugänglicher Markt2. Ihre Wertung des regulatorischen Rahmens und seiner Auswirkungen aufden Markt:Gesetzlicher RahmenKapitalanforderungenZinsniveau3. Wie bewerten Sie das Umfeld?KooperativKompetitivSkrupellosKomplementärII. INSTITUTIONELLE FAKTORENKommentieren Sie Ihre Antworten und geben sie an, worauf sie sich beziehen:1. Bei welcher Art von Institution haben Sie Ihren Mikrokredit bzw. welcherInstitution gehöen Sie an?Öffentliche InstitutionNROGeberprojektKommunale BankBank mit kommerzieller AusrichtungAndere Institution 96
  • 97. !2. Wie schätzen Sie das Entwicklungsstadium der Institution ein?BeginnendIn EntwicklungErfahren3. Welche Ziele verfolgt Ihre Institution?Erleichterung der ArmutRentabilität4. Angaben zur Verfügbarkeit von Finanzierungen bei Ihrer Institution5. Angaben zu Verwaltung / Aufsichtsbehörde6. Wie sehen Sie die Entwicklung Ihrer MFI für die Zukunft?7. Welche neuen finanziellen Angebote/Produkte werden entsprechend IhrerMarkteinschätzung benötigt?III. MARKETING UND KOMMERZIALISIERUNG (VISION DES BEDARFS) Niveau des Charakteristik des Marketings & Marketings & der Kommerzialisierung eines Befürchtungen & der üblichen Programms. Machen Sie FragestellungenKommerzialisier- Vorschläge für die wichtigsten ung Programmkomponenten: ZUFRIEDENHEIT DER KUNDEN Sind meine Kunden zufrieden? Werde ich rentabel sein und woraus ergibt sich meine Rentabilität? 1 Warum verliere ich Kunden? Warum vergrößert sich mein Kundenkreis nicht? Welche Wachstumsrate hat mein Geschäft und wovon ist sie abhängig? Wie verhält sich meine Konkurrenz? 97
  • 98. ! PRODUKTE UND KUNDEN Habe ich die richtige Kundschaft? Welche Kunden möchte ich eigentlich erreichen? Welche Produkte sind am besten zu vermarkten? Wie kann ich meine Produkte verbessern? 2 Welche neuen Produkte kann ich einführen? Wie kann meine Institution so rentabel wie möglich werden? Welche Kenntnisse brauche ich, um auf Gefährdungen von außen reagieren zu können? Wie kann ich meine Produkte diversifizieren?IV. ANMERKUNGEN ZUR KONKURRENZ (DAS ANGEBOT)Nach welchem System verkauft die Konkurrenz ihr Produkt?Welche Marktposition hat das Konkurrenzprodukt? Auf welches Marktsegmentist das Produkt ausgerichtet?Wie wird das Produkt in der Öffentlichkeit angenommen? Was gefällt bzw.gefällt Ihnen nicht an dem Produkt der Konkurrenz?Wie würde die Konkurrenz auf die Einführung eines neuen Produktes seitensIhrer Mikrofinanzeinrichtung reagieren? (z.B. Würde Ihre Konkurrenz daraufhinauch neue Produkte einführen? Würde sie Preise, Bedingungen und Lauf-zeiten an ihre Produkte angleichen? Würde sie gar nicht darauf eingehen?) 98
  • 99. !Anhang 3: Ergebnisse der InterviewsErgebnisse der Befragungen von Schlüsselpersonen der InstitutionenDie Ergebnisse werden pro Institution und in Beziehung zu den wichtigstenAspekten des Fragebogens vorgestellt. Die befragten Personen haben sichdahingehend geäußert, dass die von ihnen angegebenen Informationen nichtin Verbindung mit ihren Namen und nicht als offizielle Interviews veröffentlichtwerden sollten. Die dargebrachten (Insider-)Informationen und Ansichtensollen lediglich analytischen Zwecken dienen. Marketing & Kommerziali- Externe Betrachtungs- Institutionelle Die Konkurrenz Institution sierung weise Faktoren Vision des Angebotes Vision des Bedarfs Die regulierten und nicht Das Ministerium ist Die beste Marktnische ist Es werden neue Finanz-MIFIC regulierten MFI sind ein per Gesetz die führ- der ländliche Bereich, instrumente benötigt, dieMinisterio de notwendiges Übel, da es ende Körperschaft der jedoch in Abhängigkeit dann auch die AkzeptanzFomento de ohne sie nur «Kredi- MKMB. Es wurde ein einer entsprechend ange- der GewerbetreibendenIndustria y thaie» und Banken als Verfahren zur Gründ- passten Unternehmensdich- finden: Zum BeispielComercio Kreditbezugseinrichtun- ung und Legalisierung te. Modelle wechselseitiger(Ministerium gen gäbe. Die MFI sind von Unternehmen an- Garantien. Ausserdemzur Förder- Teil dieser Branche und geboten. Diese Le- MIFIC hat eine Studie zur soll auch die Abwicklungung von haben sich auf bestimm- galisierung wird Systematisierung der der Finanzdienst-Industrie und te Sektoren und jedoch abgelehnt, da MKMB in Matagalpa in leistungen verbessertHandel) Aktivitäten spezialisiert. sie Regulierung mit Auftrag gegeben. Die werden. Sie priorisieren den einschließt. Analyse der bedürftigsten Handel, Konsumgüter, Sektoren in Rivas, Masaya, Ein Teil des Marktes ist persönliche Kredite und Die Produktionsbran- Estelí, Matagalpa stehen noch unbearbeitet: Es Dienstleistungen, jedoch che wartet darauf, noch aus. gibt keine Finanzierung nicht den industriellen dass eine nationale für Technologien, für die Bereich. Förderbank ihre Tätig- Die kleinen Industriefirmen Importe von Betriebs- keit aufnimmt. Es geht benötigen mehr Kapital für mitteln und für die Kom- Die DPYME130 im MIFIC noch nicht um Geld- ihre Modernisierung. Das merzialisierung von setzt die vorgegebenen mengen, der Bedarf gilt für die Bereiche Maschi- Produkten. Aktivitäten und Instru- für eine solche nenbau, landwirtschaftliche mente des Gesetzes Nr. Institution ist jedoch Industriebetriebe, Bäcker- 645 um (z.B. Suche nach akut. Es gibt 17.000 eien und in geringerem geeigneten Instrumenten Industrieunternehmen Maße auch für die zur Unternehmensförder- im Land die eine Lederbranche, die Schuh- ung). INPYME131 kon- große Marktlücke für Textil und Bekleidungs- zentriert sich mehr auf den Sektor der industrie. Ausbildung und tech- Finanzdienstleis- nische Assistenz. tungen darstellen. Der Bedarf sollte dahin- gehend formuliert werden, dass das Thema Techno- logie (Investition bei den vor- und den nachgelager- ten Schritten der Produk- tionskette) und der Bereich Energie einbezogen werden.130 DPYME (MIFIC): Dirección de Políticas de Fomento de la Pequeña y Mediana Empresa(Ministerio de Fomento Industria y Comercio).131 INPYME: Instituto Nicaragüense de Apoyo a la Pequeña y Mediana Empresa. Teil desMIFIC. 99
  • 100. ! Marketing & Kommerz- Externe Betrachtungs- Institutionelle Die Konkurrenz Institution ialisierung weise Faktoren Vision des Angebotes Vision des Bedarfs Das System weist ein Das Ministerium ist Umweltmanagement Die Ökonomie des länd-MAGFOR strukturelles Problem auf, eine öffentliche Insti- verbunden mit den lichen Raumes kommtMinisterio insbesondere bei der Be- tution die für die Aktivitäten im Rahmen nicht an der Bereit-Agropecuario ziehung des Ministeriums Bereiche Land-, Vieh- finanzieller Service- und stellung von landwirt-y Forestal zu den MFI im ländlichen und Forstwirtschaft Garantieleistungen, schaftlichen Dienst-(Ministerium Raum. Es gibt hier keinen zuständig ist. Schutz der Bäume und leistungen und amfür Land-, regulatorischen Rahmen Naturressourcen. Thema der Ernährungs-Vieh- und und das verursacht Miss- Der Bereich Land- und sicherung vorbei, wennForstwirt- trauen. Ein Teil der Koo- Viehwirtschaft hat Kredite für Dienstleist- sie sich entwickeln will.schaft) perativen arbeiten ohne einen großen Anteil am ungen im Umweltbe- ministerielle Supervision. BIP verfügt jedoch über reich und für Ressour- Finanzielle Serviceleist- Die Kooperativen könnten zu geringe Mittel aus cenmanagement ungen müssen sich in entscheidende Akteure im dem öffentlichen (Stichwort: Wasserge- diesem Sinne einfügen, ländlichen Raum sein. Sie Haushalt. setz, Schutz der Wälder das Bewusstsein zum berücksichtigen jedoch und erneuerbare Sparen muss angeregt nicht den unseres Erachten Es gibt einen Vorschlag Ressourcen). werden. nach wichtigen industriellen des MAGFOR für Bereich. finanzielle Service- Das MAGFOR will einen Es ist nicht einfach, im leistungen im ländlich- Ansatz zur Unterstü- ländlichen Bereich mit Das Institut INFOCOOP en Raum. tzung von Produktions- dem Sparen zu beginnen. hat erst kürzlich seine ketten mit angepassten Es ist erforderlich, die Tätigkeit aufgenommen: Ein Kreditfonds im Fianzdienstleistungen Bevölkerung zu Aktionen Da gibt es noch ein ländlichen Raum entwickeln, im Sinne zu gewinnen, die zu solch weitgehend unbearbeitetes könnte der Ausgangs- von Verbesserungen im einer Entwicklung beitra- Feld. Hier gibt es noch viel punkt für die Gründung ländlichen Raum, ein- gen können. Sparen ist Potenzial. einer nationalen För- schließlich der Verbin- nicht üblich: Die MFI derbank sein. Für dungen zu Märkten und können es aufgrund der Angeboten werden Kredite, Investoren ist die zu landwirtschaftlichen Gesetzeslage nicht nicht aber Finanzdienst- Situation rund um die Produzenten. anbieten und die Koo- leistungen im weiteren Gründung der För- perativen haben ihre Sinn. Und das Fehlen von derbank noch unklar Das Produkt wird vom natürlichen Grenzen. Finanzdienstleistungen (die Mitglieder ihres MAGFOR stets als der merkt man besonders im Aufsichtsrates müssen zentrale Ausgangspunkt Bereich der landwirt- erst noch vom Staats- angesehen (z.B. ist schaftlichen Produktion. präsidenten ernannt Kakao Teil eines land- werden). und forstwirtschaftlichen Systems). 100
  • 101. ! Marketing & Kommerz- Externe Institutionelle Die Konkurrenz Institution ialisierung Betrachtungsweise Faktoren Vision des Angebotes Vision des Bedarfs INPYME ist ein Teil Das Nikaraguanische Der Bezugsrahmen für INPYME ist die führendeINPYME des Ministeriums für Institut zur Unterstü- die Geschäftstätigkeit Institution für Service-Instituto die Förderung von tzung der MKMB (INP- von INPYME besteht leistungen zur Entwick-Nicaragüense de Industrie und Handel YME) wurde durch den aus: lung von MKMB, sie istApoyo a la (MIFIC). Es handelt Erlass No. 6-94 vom 8. - dem nationalen Ent- Vermittler zwischen demPequeña y sich um eine Insti- März 1994 (veröffen- wicklungsplan Nikara- Staat und MKMB sowieMediana Empresa tution zur Förderung tlicht im Gesetzblatt Nr. guas ausführendes Organ der(Institut zur Unter- der Wettbewerbs- 59 vom 24. März 1994) - den Prioritäten der Re- verschiedenen staat-stützung der fähigkeit der MKMB gegründet. Bisher gierung der Versöhnung lichen Programme undMKMB) und zur Entwicklung unterlag der Erlass und Nationalen Einheit Projekte. neuer Unternehmun- zwei Novellen: - dem Wirtschafts- und(Abt. des MIFIC) gen. INPYME de- Finanzprogramm Nika- finiert Politiken, Pro- (i) durch das Gesetz raguas gramme und Nr. 290 vom 1. Juni - der Haushaltspolitik Projekte, die auf die 1998 und zur Erstellung des MKMB zugeschnitten Staatshaushaltes der sind. (ii) den Erlass Nr. 29- Republik 2002 vom 12. März - dem Rahmen der UN- 2002. Hilfsleistungen für die Entwicklung - der Förderung der Entwicklungsachse Regierung & Privat- sektor - den Fortschritten der Arbeitsgruppen im Kabinett - der abgestimmten Agenda zwischen Ministerien und Reprä- sentanten der Bürger- räte im Land - den Beiträge und Beobachtungen der Wirtschaftsberater der Regierung der Versöhn- ung und Nationalen Einheit 101
  • 102. ! Marketing & Kommerz- Externe Institutionelle Die Konkurrenz Institution ialisierung Betrachtungsweise Faktoren Vision des Angebotes Vision des Bedarfs Die finanziellen CONIMIPYME ist eine Es gibt eine Chance zur Es wird erwartet, dass dieCONIMIPYME Dienstleistungen sind Organisation von und Strukturierung neuer nationale Entwicklungs-Consejo Nicara- ein sehr umstrittenes für MKMB. Finanzprodukte über bank (Förderbank) jenenguense de la Thema und sie unter- Fonds mit niedrigem Raum ausfüllt, den auchMicro, Pequeña y liegen einem unge- Der gesetzliche und Zinsniveau und mit jede Privatbank bedienenMediana Empresa regelten Manage- institutionelle Rahmen Fokus auf den produk- könnte. Zu Beginn war(Verband der ment. der MKMB muss ver- tiven Sektor. diese Förderbank nur fürNikaraguanischen bessert werden. den landwirtschaftlichenMKMB) Viele Unternehmen ALBA-CARUNA bietet Sektor vorgesehen, aber haben nicht die von Das Gesetz für Mikro- Kredite zwischen 12% jetzt haben sie das(Interessen- der Bank geforderten finanzen muss geneh- und 16% für MKMB aus Kleingewerbe (MKMB) inverband) Garantien. Die Ban- migt und angewendet dem produktiven ihren Wirkungsbereich ken stellen Kredit- werden. Bereich an. aufgenommen. karten aus, die nicht für Betriebsmittel, Die möglichen Strate- Nationale Entwicklungs- sondern für persön- gien sind: bank zur Förderung der liche Güter verwen- - Fusion unter MFI Entstehung von Produk- det werden. - Spezialisierung und tionsketten. Aufbau von MFI mit Die MFI müssen größeren Kapazitäten Produktion und Finan- professionell werden. zierung für die vor- und Angehörige des nachgelagerten Segmen- Staatsapparates te der Produktion. haben MFI gegrün- det. Gruppen kleiner Mikro-Leasing Kapitalträger bilden meist die MFI von Breite Akzeptanz von heute. Garantien auf mobile Güter. Die Banken sind auf den persönlichen Konsum und Konsu- mentenkredite aus- gerichtet. Es gibt eine geringe Verfüg- barkeit von Krediten für die Produktion. Es werden üblicher Weise extrem hohe Garantien verlangt. 102
  • 103. ! Marketing & Kommerz- Externe Institutionelle Die Konkurrenz Institution ialisierung Betrachtungsweise Faktoren Vision des Angebotes Vision des Bedarfs Es gibt eine Studie PROMIFIN ist ein Pro- Es gibt Raum für neue Es existiert ein breitesPROMIFIN132 von PROMIFIN über gramm der Schweizer Produkte. Die hohe Ver- Angebot und es müssenProgramm zur die Auswirkungen EZA. schuldung hat damit zu Alternativen gesuchtFörderung von der Bemühungen für tun, dass die Kunden werden. Es gibt keinefinanziellen Dienst- eine Armutsredu- Die Beziehungen von mit den gegenwärtigen Aussichten auf Fusion:leistungen für zierung in Bezug auf PROMIFIN zur Produkten nicht zufrie- Die MFI wandern eher inBevölkerungs- verbesserte Ernäh- Regierung sind nicht den sind. den ländlichen Bereichschichten mit nie- rungssicherheit, Ge- die besten. Die ab.drigem Einkom- sundheit, Bildung, Vorgabe für eine Redu- Empfohlene Maßnah-men. Wohnraumsituation zierung auf eine Zins- men: Die Anzahl der Personen etc. rate von 8% war nicht - Auf die Kundenbedürf- mit Krediten scheint(Internationales realistisch. nisse eingehen niedrig zu sein, sieGeberprogramm) Es muss zwischen - Höhere Kreditsummen könnte aber höher liegen. den verschiedenen PROMIFIN ist Teil - Längere Laufzeiten In Managua haben ca. Ebenen der Auswirk- einer Gruppe aktiver - Zinssenkung 60%-70% der Firmen und ung unterschieden Entwicklungshelfer in - Den tatsächlichen Be- Personen Kredite. Nika- werden. der Mikrofinanz- darf der Kunden identi- ragua ist das Land mit branche. fizieren der höchsten Kreditrate Die MFI nehmen in - Zurückgehen auf die pro Einwohner: 49% der der Regel Verbin- Es gibt bereits Politiken Organisationen, die an Bevölkerung (gefolgt von dungen zu den für den ländlichen Sek- der Basis arbeiten Peru und Bolivien). kapitalstärksten tor (MAGFOR). - Schulung der Kredit- Unternehmen auf. nehmer in finanziellen Es wird ein Wachstum Die Wirtschaftskommi- Aspekten, um das Pro- des Gesamtportfolios von Es sind die Solidar- ssion der Regierung blem der hohen Ver- ca. US$ 100 Mio. pro gruppen und Dorf- muss sich erst mit dem schuldung zu verringern. Jahr beobachtet. banken, die die Thema der Mikrofi- Ärmsten ereichen. nanzen vertraut PROMIFIN hat ein Empfehlungen: Der ländliche Ent- machen. Bis dahin Abkommen mit CEP- - Langzeitressourcen zur wicklungsfonds FDL sollte das MFI-Gesetz RODEL zur Ausbildung Unterstützung bei der wendet die Methode in «stand by» belassen der Kreditnehmer in Entwicklung von Produk- der Solidargruppen werden. finanziellen Aspekten ten gewähren. an und fördert und in strategischer - Da es strategische massiv Frauen in Die Perspektive der Planung. In El Salvador Allianzen mit Koopera- Matagalpa, San Konsensbildung zum und in Nikaragua sind tionsprogrammen gibt, Isidro und La Dalia. Gesetz der Mikro- bereits solche Kurse können nutzvolle Verbin- finanzen ist nicht durchgeführt worden. dungen aufgebaut wer- Es gibt Perspektiven absehbar, Die Geber den. für den ländlichen ziehen es daher vor Notwendigkeit des - Eingehen von Allianzen Raum. noch abzuwarten. Technologietransfers zu mit anderen Geberpro- den einkommens- grammen und Institu- schwächeren Bereichen. tionen.132 PROMIFIN ist ein Geberprogramm der DEZA zur Unterstützung von MFI, die sich auf dieBereitstellung von Finanzdienstleistungen für Bevölkerungsgruppen mit niedrigem Einkommenin städtischen und ländlichen Regionen spezialisiert haben. PROMIFIN ist kein Akronymsondern eine Wortbildmarke und steht für «Pro Mikrofinanz». 103
  • 104. ! Marketing & Kommerz- Externe Institutionelle Die Konkurrenz Institution ialisierung Betrachtungsweise Faktoren Vision des Angebotes Vision des Bedarfs Der regulatorische ASOMIF wurde am 27. ASOMIF hat ein Es muss mit einemASOMIF Rahmen muss wei- November 1998 ge- Führungsteam, das die Ansatz der Komplemen-Asociación ter angepasst wer- gründet. ASOMIF strategischen Leitlinien tarität gearbeitet werden:Nicaragüense de den. verfolgt das Ziel, eine im Rahmen der jährlich Die finanziellen Service-Instituciónes de repräsentative Vereini- erstellten Operations- leistungen sollten einenMicrofinanzas Spareinlagen sollen gung der Mikrofinanz- pläne in die Praxis um- integrativen (sozial ver-(Dachverband der als Serviceleistungen branche in Nikaragua setzt. träglichen) Ansatz verfol-MFI in Nikaragua) im Rahmen der zu etablieren, die den gen. kommerziellen Mikro- angeschlossenen Or- Sie setzt Projekte zur finanzen gefördert ganisationen ermög- institutionellen För- Die Geberorganisationen werden. licht, institutionelle derung mit Hilfe ihrer müssen die gesammelten Freiräume zu erschlie- Mitgliedsorganisationen Erfahrungen berücksich- Die Regierungspro- ßen sowie die Entwick- um, die ihrerseits tigen und das Angebot gramme sind unlau- lung von Humankapital Vorteile wie Stipendien muss qualifizierter tere Konkurrenz. zu fördern um bessere und Studienaufenthalte werden. Kapazitäten im Finanz- (zur Teilnahme an ver- Der Staat soll nicht in und Verwaltungsma- schiedenen Seminaren Die MF-Institutionen die Zinsregulierung nagement des Sektors und nationalen sowie müssen spezialisierter eingreifen. herzustellen. internationalen Foren) werden. erhalten. Die nationale Förder- Gegenwärtig gehören Die Fusion unter MFI bank sollte von den ihr eine Gruppe von 18 ASOMIF-Maßnahmen: sollte gefördert werden, gesammelten Erfahr- zivilen, gemeinnützigen - Fonds zur technolo- als eine Maßnahme, die ungen seitens der Körperschaften und gischen Innovation den professionellen Akteure der Indus- eine Spar- und Kredit- - Vertretung der Austausch von Erfahrun- triebranche aus- kooperative an. Zum Mitglieder bei gen und Kapazitäten er- gehen. 30. Juni 2007 verfügt juristischen oder möglicht um den neuen die Vereinigung über administrativen Hinder- Herausforderungen des ein Netz von 228 nissen Marktes entgegentreten Niederlassungen in 129 - Verbesserung des zu können. der insgesamt 153 Ge- Image der Mikrofinan- meinden des Landes. zen im Land und ge- Der Kundenstamm be- genüber internationalen läuft sich aktuell auf Organisationen 327.563 Personen. 104
  • 105. ! Marketing & Kommerz- Externe Institutionelle Die Konkurrenz Institution ialisierung Betrachtungsweise Faktoren Vision des Angebotes Vision des Bedarfs Die C20 fördert das Die C20 wurde in der Neue Produkte: Es gibt keine größerenCooperativa 20 de Sparen und Gemeinde Quilali im - Sparen Schwierigkeiten, keineabril en Quilali entwickelt das Norden Nikaraguas - Strategische Lagerung Störfaktoren.(C20) Segment der Trans- gegründet. der Ernten ferleistungen. Die C20 ist in ihrem(MFI, Genossen- Sie ist entsprechend Vertiefung der Koo- Bereich gut positioniert.schaft) Am besten gehen ihrer Statuten dazu peration mit UCOSE- Kaffee und Vieh. Bei berechtigt Service- MUN (Kaffeekooperative ALBA-CARUNA verzerrt Gemüse und nicht- leistungen zum Sparen, mit Fokus auf die den Markt, weil sie traditionellen Anbau- für Kredite, für die Ver- Vermarktung). Kredite zu Zinsraten kulturen gibt es marktung von Grund- unter der Rentabilität ebenfalls gute Aus- nahrungsmitteln, für die Im Arbeitsplan 2009 der anbietet. sichten. Kaffeeproduktion und C20 sind 15.000 Mit- für die Versorgung mit glieder als Ziel einge- 16% ist die niedrigste Es gibt Chancen auf grundlegenden Kon- plant. Zinsrate, die die C20 Wachstum. sumgütern sowie für anbietet. Betriebs- und Dünge- Angebotene Service- Die Teilnahme bei mitteln anzubieten. leistungen: Sparen, Kre- ASOMIF ist eine dite für die Landwirt- nicht besonders Sie ist in drei schaft, die Viehzucht, für aktive. Departements von den Handel und für Nikaragua vertreten: kleine Industriefirmen UCOSEMUN (Union Madriz, Nueva Segovia sowie Transfer- de Cooperativas de und Jinotega. leistungen, Sterbe- Servicios Multiples versicherungen. del Norte) bietet den Es gibt Wachstums- Unterstützung bei der angeschlossenen chancen in El Cua, Vermarktung, dem Kooperativen jedoch gibt es dort viel Transport und der Unterstützung bei Konkurrenz seitens der Lagerung von landwirt- Dienstleistungen, bei Banken und anderer schaftl. Produkten. der Vermarktung und Institutionen wie: Versorgung sowie FUNDENUSE, FDL, Unterstützung beim bei Verhandlungen. PRESTANIC, FIN- Trocknen von Anbau- DESA, PROCREDIT. kulturen für die Basis- C20 hat Unterstütz- ernährung (die Grund- ung von PASA- nahrungsmittel Mais, DANIDA (Programa Bohnen). de Apoyo al Sector Agrícola-Danish Ministry of Foreign Affairs), ISF (Inge- niería Sin Fronteras), PROMIFIN und CEI (Center for Export and Investment Nica- ragua)133 erhalten. Die wenigen Vorteile von der Mitglied- schaft in ASOMIF beschränken auf Zugang zu Informa-133 CEI ist Nikaraguas Export Promotion Center. Es began seine Aktivitäten im September1992 als ein gemeinsames Unternehmen des öffentlichen und privaten Sektors. Ab 1996 liefes als «Private Non-Profit Non-Commercial Partnership». 105
  • 106. !tion undgelegentlichen Aus-bildungsangeboten.Kritisiert wird diefehlende Unterstü-tzung beim Zugangzu externen Finan-zierungsquellen. 106
  • 107. ! Marketing & Externe Die Konkurrenz Institution Institutionelle Faktoren Kommerzialisierung Betrachtungsweise Vision des Angebotes Vision des Bedarfs Es gibt einen Markt, Die Cooperativa Unión Der Strategieplan der Einige Mitglieder derCooperativa Unión der sich zu entwick- Campesina en Nueva Cooperativa Unión Kooperative sind auchCampesina en eln beginnt, jedoch Guinea ist eine multisek- Campesina en Nueva Kunden von MFI. SieNueva Guinea mit 15 MFI in der Ge- torielle Kooperative in Guinea sieht vor, wissen, dass die Zinsrate(Kooperative Bau- meinde «über- Nueva Guinea (südlich Zweigstellen in stra- in der Kooperative niedri-ernvereinigung in bedient» ist. Es gibt auton. Atlantikregion). tegisch günstig gele- ger ist.Nueva Guinea, zusätzlich noch zwei Vor einem Jahr hatte sie genen Ortschaften inSüdliche Auto- Banken in der 125 Mitglieder. Es gab 94 den Bergen zu Diese Kunden könnennome Atlantik- Gemeinde. Neuzugänge, sodass die entwickeln. damit rechnen, dass dieregion) Mitgliederzahl 2009 nun Kooperative sie dennoch Die größte Nachfrage 219 beträgt. Die Koopera- Geplant ist der in der Zukunft unter- an die Kooperative tive benötigt zusätzliche Erwerb von Land- stützen wird und sie(Genossenschaft) betrifft land- und Finanzmittel. Die Nach- besitz für den Anbau werden die von der viehwirtschaftlichen frage ist vorhanden. von Wurzel- und Kooperative erwirt- Aktivitäten. Knollenfrüchte zu schafteten Überschüsse Die Cooperativa Unión Lehrzwecken, der weiterhin ausgezahlt Es fehlt ein regula- Campesina en Nueva Erwerb einer Anlage bekommen. torischer Rahmen, Guinea benützt Hand- für die Verarbeitung der den Markt der bücher für die interne von Knollenfrüchten Mikrofinanzen stimu- Kontrolle, die Stellen- und deren Export, der liert und den Aktivi- beschreibungen, für die Ausbau der Bereiche täten der Akteure aus Durchführungsbe- Mechanisierung und dem Industriebereich stimmungen und die Dienstleistungen, die Grenzen setzt. Richtlinien für die Kredit- Umsetzung eines vergabe. Die Finanz- ausstehenden Staatliche Unterstü- situation wird rechnungs- Projektes mit tzung wird gebraucht, technisch geprüft. Die Horizont3000 für ebenso wie zusätz- Kooperative hat ein Legehennen und liche Dienstleistun- automatisiertes System einem dazugehörigen gen seitens der für die Erfassung von Produktionspaket. staatlichen Aufsichts- Rückzahlungen, Sparein- behörde für Koo- lagen, das Inventar und perativen INFO- Beitragszahlungen. COOP. Der Fonds für Nationale Investitionen (FNI) hat Unterstützung angeboten. Die bis dato angebotenen Dienstleistungen sind je- doch nicht ausreichend, ebensowenig die vorhan- denen Angebote im Be- reich Mechanisierung (z.B. das Verfügen über einen Traktor). Die Cooperativa Unión Campesina en Nueva Guinea ist Mitglied bei FENACOOP (Federación Nacional de Cooperativas Agropecuarias y Agro- industriales) und wird von dieser bei spezifischen Aktivitäten unterstützt. 107
  • 108. ! Marketing & Kommerz- Externe Institutionelle Die Konkurrenz Institution ialisierung Betrachtungsweise Faktoren Vision des Angebotes Vision des Bedarfs Der Markt wächst FUNDESER ist eine Diversifizierung der Pro- Eine extern kooperieren-FUNDESER jährlich um ca. 25%, MFI, die auf den länd- dukte. de EntwicklungsbankFundación para el wobei sich das lichen Bereich ausge- könnte folgende Empfeh-desarrollo socio- Wachstum mehr bei richtet ist. Eröffnung neuer lungen berücksichtigen:económico rural den städtischen MFI Zweigstellen. - Langfristige Anleihen (5 konzentriert. Die Gegenwärtig gibt es Jahre) gewähren, ange-(MFI) Nachfrage wird Marktchancen auf dem FUNDESER hat eine passt an den Rhythmus irgendwann abge- Land und die großen Abteilung für Risiken, des Unternehmens deckt: Dann gibt es Finanzeinrichtungen setzt Regionalmanager welches die Finanzierung im urbanen Bereich suchen den ländlichen ein, hat klare Durch- erhält. keine Chancen mehr Bereich als «Zuflucht» führungsbestimmungen - Kreditlinien: Es gibt weiterhin nur noch (sic!). FINDESA und für die Kreditvergabe, Komplikationen. Es muss die klassischen Pro- PROCREDIT eröffnen die auf die Anforderun- daran gearbeitet werden, dukte anzubieten. neue Zweigstellen auf gen der Bankenaufsicht neue Fonds zu erschlie- dem Land. Es gibt da eingerichtet sind. ßen. CGAP gab eine mö- wirklich große Wachs- gliche Wachstums- tumschancen. Normen und Qualitäts- Kapitalinvestitionen: rate des städtischen standards haben sich Benötigtes Kapital im Marktes von 25%- Das Umfeld ist günsti- gut entwickelt. Jahr 2008: US$ 20 Mio. 30% an. Der Markt ger für die regulierten, (davon US$ 5 Mio. für im ländlichen Bereich als für die nicht regu- Das beschleunigte Zahlungen von Anleihen ist jedoch noch im lierten Einrichtungen. Wachstum bringt die 2008 fällig waren); Anfangsstadium. Hier Sie können zusätzliche Risiken mit sich. Die US$ 12 Mio. sind bereits gibt es gute Aus- finanzielle Dienstleis- Konsequenzen müssen für 2008 zugesagt. sichten auf Wachs- tungen anbieten, die vorausschauend ein- tum. Im Jahr 2008 ihnen zu mehr Finanz- kalkuliert werden. Für 2009 werden zusätz- haben fünf neue mitteln verhelfen (Spar- liche ! 15 Mio. benötigt. Zweigstellen ihre einlagen, Transferlei- Den Kunden zusätzliche (! 1 Mio. EURO ist be- Arbeit im ländl. Raum stungen). Die Sparein- Dienstleistungen anbie- reits vorhanden). begonnen. lagen in Nikaragua sind ten. insgesamt aber gering. Unterschiedliche Zahl- Der Portfolio von ungsweisen bei lang- FUNDESER ist von Im Jahr 2009 wird fristigen Verbindlich- Dezember 07 bis FUNDESER den keiten. Juni 08 um 37% an- Wechsel zu einer gewachsen. regulierten Einrichtung Im Oktober 2008 lag starten und die not- FUNDESER auf dem FUNDESER geht wendigen internen dritten Platz in Bezug auf davon aus mit Veränderungen durch- Portfolio und Kunden, mit Jahresende bis zu führen. einem Zahlungsrückstand 75% Wachstum er- von unter 3%. reichen zu können. Die Möglichkeiten Ziele: Wachstum unter sind vorhanden, auch Beibehaltung von Quali- aufgrund des An- tät, kompetitive Personal- stiegs der Nahrungs- politik, ständige Aus- und mittelpreise. Der Weiterbildung, geringer Markt entwickelt sich Personalwechsel. gut und bietet Aus- sichten auf Wachs- tum. 108
  • 109. ! Marketing & Kommerz- Externe Institutionelle Die Konkurrenz Institution ialisierung Betrachtungsweise Faktoren Vision des Angebotes Vision des Bedarfs Die Region Rivas ist ASODERI ist eine NRO Aufgrund der geringeren Es gibt eine starke Kon-ASODERI weiterhin eine Markt- und Mitglied bei Risiken ist das haupt- kurrenz durch die Dy-Asociación de nische mit hohem ASOMIF. sächlich bediente Markt- namik der lokalen Wirt-desarrollo de Potential. Es gibt segment jenes des schaft, insbesondere inRivas Wachstumsbranchen Sie ist im Departement Handels. den Bereichen Landwirt- wie den ländlichen Rivas ansässig und schaft und Tourismus.(MFI) Tourismus im Süden, bedient die südliche Der Verband ist eine am Ufer des Nikara- Region des Landes. Allianz mit ACODEP Alle Institutionen des guasees, der Insel eingegangen, um Ange- formellen Finanzsystems Ometepe, den Sie verwalten keine bote von Serviceleis- (Banken) beginnen, die Fischfang, die Spareinlagen ihrer tungen in anderen Stammregion von Krabbenzucht (Ex- Kunden. Sektoren als den des ASODERI zu erschlie- portvolumen US$ 2 Konsums zu entwickeln. ßen. Es wird davon Mio. pro Jahr). Es gibt kein spezifi- ausgegangen, dass die sches Gesetz für Im Departement Rivas Präsenz der etablierten Die Landwirtschaft Mikrofinanzen und es gibt es eine hohe Kon- Banken hierorts zunimmt. birgt mehr Risiken gab bereits Vorschläge kurrenzdichte durch als andere Sektoren zur Veränderung dieser mehr als 20 Institu- In San Juan del Sur und und der Gewinn ist Situation seitens der tionen, die in der MF- an den Stränden von geringer: ASODERI Weltbank und anderer Branche tätig sind. Rivas gibt es nun konzentriert sich zu- Akteure. verstärkt ausländische nehmend auf den ASODERI hat vorge- Investitionen, vor allem Handel. Es wird eine Gesetz- sehen in neue Segmen- im Bereich Tourismus. gebung gebraucht, die te mit neuen Produkten Produktion in Rivas: die Annahme von Spar- einzusteigen. Dazu - Die Milchverarbei- einlagen erlaubt. müssen jedoch erst tende Industrie ist größere Fonds er- derzeit durch die schlossen werden. schlechte Vermar- ktung ihrer Produkte Hinsichtlich seiner gebremst. institutionellen Kapazität - Es erfolgt die La- liegt der Verband gerung der Ernte als zwischen den weniger Mittel der Preissta- und den mittelmäßig bilisierung. entwickelten MFI. - Früchte und Verar- beitung von Frucht- fleisch. Die Verar- beitung von Koch- bananen erfolgt auf niedrigem Niveau. 109
  • 110. ! Marketing & Kommerz- Externe Institutionelle Die Konkurrenz Institution ialisierung Betrachtungsweise Faktoren Vision des Angebotes Vision des Bedarfs ACODEP ist eine ACODEP ist eine NRO, Die Dienstleistungsplatt- Ziemlich harte Konkur-ACODEP autonome, private deren Grundlage die form der Organisation renz, deshalb:Asociación de Entwicklungsorga- folgenden Wertvor- besteht aus einemConsultores para nisation, die durch stellungen bilden: betont nachfrage- - Werden neue Produkteel Desarrollo de la die Initiative einer orientierten Portfolio mit: und ServiceleistungenPequeña y Gruppe von Absol- - Ein freundlicher und - Gelegenheitskrediten benötigt.Mediana Empresa venten des Zentral- qualitativ guter Dienst - Ausbildungskrediten amerikanischen am Kunden prägen die - Krediten für die Land- - Sollen Einkommens- Instituts für Betriebs- Organisationskultur. wirtschaft schwächere Bevölker-(MFI) wirtschaft (INCAE) - Kredite für Wohnraum, ungsschichten erreicht ins Leben gerufen - Ausgewiesene Trans- den Haushalt und für werden. wurde. Sie sahen es parenz im Finanzmana- den Konsum als notwendig an, die gement, zur Bildung - Finanzierung von - Soll aktiv die Verbin- Problematik des Se- von Vertrauen und Gehaltsvorschüssen dung zu den dynami- ktors der MKMB zu dauerhaften Beziehun- scheren wirtschaftlichen untersuchen und gen zu Kunden und Aktivitäten aufgenommen entwickelten Alterna- Refinanziers. werden. tiven zur Unterstütz- ung dieser Branche, - Die ständige Suche die in der gesamten nach Befriedigung der Vergangenheit von Bedürfnisse von Unter- den formalen Finanz- nehmern, deren institutionen unseres Familienangehörige (sic!) Landes margi- und der Kommune nalisiert und nicht be- prägen die Kunden- dient worden war. präferenz der Institu- tion. 1989 nahm ACODEP ihre Tätigkeit in - Die Vision des Ciudad Sandino, Managements basiert einer zur Stadt auf der ständigen Be- Managua gehören- mühung um Effizienz den Gemeinde, in und Effektivität in der Form einer groß Geschäftstätigkeit. angelegten Umfrage auf, die an Unterneh- - Empathie im Kontakt mer als potenzielle zum betreuten Sektor Kreditnehmer gerich- und hohe Standards in tet war. Ein Jahr der Betreuung der später erlangte der Zielgruppe. Verband Rechtsper- sönlichkeit in Form - Die kontinuierliche einer NRO. Verbesserung der Abläufe in der Orga- nisation trägt zum Image institutioneller Stärke bei. 110
  • 111. ! Marketing & Kommerz- Externe Institutionelle Die Konkurrenz Institution ialisierung Betrachtungsweise Faktoren Vision des Angebotes Vision des Bedarfs Unser Markt ist ein Diese MFI will sich als Haben eine niedrige Im Dachverband ASOMIFAFODENIC wachsender Markt. Institution deutlich von Zinsquote auf dem gibt es verschiedeneAsociación para el AFODENICs Port- anderen unterscheiden Markt. Interessen. Es bestehtFomento y folio umfasst US$ 7,2 und nicht ausschließ- kein Interesse an Zu-Desarrollo de Mio. lich von internationalen Gutes Wachstum in den sammenschlüssen. DieNicaragua Fonds abhängig sein. Bereichen Viehzucht (in Institutionen finden sich Seit Beginn der ope- Chontales) und Wohn- mit der Situation ab, rationellen Tätigkeit Die Organisation denkt bau (in Chinandega). werden träge und zeigen(MFI) wurden C$ 90 Mio. an zusätzliche Geschä- kaum Aggressivität in für Kredite im Zu- ftsmöglichkeiten: Sie AFODENICs Modell der Bezug auf Risiken. sammenhang mit der will Risikokapital auf- extensiven Viehzucht in Errichtung von treiben und das Kapital Chontales ist von der Es gibt die Tendenz, Wohnhäusern bereit- der Organisation er- Arbeitskräftesituation mehr mit internationalen gestellt (davon in höhen. Der gesetzliche beeinträchtigt. Gebern, als mit nationa- Managua C$ 13 Mio., Rahmen begrenzt aber len Gremien zu sprechen. in Juigalpa C$ 37 das Engagement von Neue finanzielle Initia- Es werden eher die Mio.) Zusätzlich AFODENIC. Der Ver- tiven: Finanzierung von äußeren Faktoren sein, wurden C$ 23 Mio. band kann sich aus produktiver Infrastruktur die die MFI zu Ver- an 523 Viehzüchter diesem Grund nicht – dazu bräuchte es vor änderungen zwingen. vergeben. weiterentwickeln. allem Kredite mit längeren Laufzeiten. Der Markt hat nicht Platz AFODENIC beo- Derzeit können noch für alle. Zusammen- bachtet einen wach- mehr Kredite für die Potenzielle neue Bran- schlüsse werden statt- senden Markt im Viehzucht vergeben chen: Fleisch, wobei finden müssen. ländlichen Raum und werden sowie Service- aber erst die Entwick- wird sich dort den leistungen zur Unter- lung von Produktions- Das zukünftige Angebot Investitionen in stützung und Entwick- ketten notwendig wäre. geht in Richtung Wohn- Wohnhäuser ver- lung der Viehzucht Wie viele Schlachthöfe häuser. Eine Studie zur schreiben. angeboten werden. gibt es? Anm.: Drei, in Kundenzufriedenheit soll Managua, Chontales erstellt werden. Ein wei- Es gibt Dienstleistungs- und Nandaime. (sic!) teres Ziel ist eine effek- angebote für das Spa- tive Zinsrate von 4%, bei ren, Kleinstversicher- Entwicklung neuer einer Laufzeit von 14 ungen und kleinere Produkte mit mittel- und Jahren, zu erreichen. Risikoinvestitionen. langfristigen Kreditpro- grammen. Es wird großen Druck Die Kosten einer Regu- geben neue Kunden zu lierung sind für AFO- Zukünftig Speziali- gewinnen. Die Kreditver- DENIC unklar. sierung auf Viehzucht, gabe zur Schuldenab- auf Technologien zur deckung (Umschuldung), Mit Spareinlagen nimmt Entwicklung land- und damit Kunden die FMI man den Banken die forstwirtschaftlicher wechseln, wird zuneh- Kunden. Zusammen- Anbaumodelle: Für die men. schlüsse in der Zukun- Viehzucht gibt es noch ft, um mit ähnlich aus- nicht viele Angebote. Die FMI hat in Juigalpa 6 gerichteten Einrich- Promotoren und 5 in tungen zusammen zu Managua: das sind 4.354 wachsen, sind denkbar. Kunden für 11 Promo- Soziale Einflussnahme toren. Die durchschnitt- ist für AFODENIC ein liche Kredithöhe beträgt wichtiger Faktor. US$ 648 US$ bzw. ca. US$ 648.000 pro Promo- tor und der Zahlungs- rückstand liegt bei 2%. 111
  • 112. ! 4.1.2. Anhänge zur Untersuchung der Nachfrage (Kundenzu- friedenheit)Die Untersuchung zur Nachfrage erfolgte, neben der bibliographischenRecherche, durch eine Befragung von MKMB-Mikrokreditkunden aus denSektoren Kleingewerbe, Handel und Landwirtschaft. Die Befragung umfasste375 Personen. Das ursprünglich anvisierte Ziel von 450 Befragungen konnteaufgrund von unwetterbedingten Überschwemmungen und unpassierbarenZufahrtswegen in Matagalpa (50) und in Masatepe (25) nicht erreicht werden.Eine qualitative Beschreibung der Ergebnisse der Untersuchung zur Kunden-zufriedenheit ist im Kapitelabschnitt 1.2.5. unter der Überschrift «Erhebung derKundenmeinung zur Auswirkung des Kredites auf gewerbliche oder land-wirtschaftliche Betriebe und Bedarf an neuen Produkten» angegeben. EineZusammenfassung der Ergebnisse ist im Kapitelabschnitt 2.2. ausgeführt. 112
  • 113. !Anhang 4: Terms of Reference und Auswahl der UmfrageMethodischer Leitfaden der Umfrage «Kundenzufriedenheit mit MFI» undInterviewerprofilen:Von 450 geplanten Befragungen wurden 375 entsprechend dem nachfolgen-den methodischen Leitfaden durchgeführt. 50 vorgesehene Interviews inMatagalpa sowie 25 in Masatepe konnten nicht durchgeführt werden, da indem vorgesehenen Zeitraum extrem starke Regenfälle zu verzeichnen warenund das Land kurz vor den Kommunalwahlen stand, die am 9. November 2008stattfanden. Letzteres beeinträchtigte den Enthusiasmus, an dieser Art vonUmfrage teilzunehmen, da Regierungsinstitutionen zu dieser Zeit ebenfallseinige wahlkampfbedingten Umfragen durchführten. FELDSTUDIE ÜBER DEN SEKTOR MIKROFINANZ IN NIKARAGUA UMFRAGE ZUR FESTESTELLUNG DER KUNDENZUFRIEDENHEIT Terms of ReferenceVorgeschichte:Im Rahmen der FELDSTUDIE ÜBER DEN SEKTOR MIKROFINANZ IN NIKA-RAGUA ist eine Umfrage geplant, die zur Feststellung der Kundenzufrieden-heit in Bezug auf die gegenwärtigen finanziellen Serviceleistungen dienen wirdund die zur Formulierung von Empfehlungen für die Zukunft herangezogenwerden soll.Zu diesem Zweck wurde ein adaptiertes Instrument auf der Basis bereitserarbeiteter und für ähnliche Feldstudien von Microsave angewandter Instru-mente entworfen. Microsave ist eine spezialisierte Organisation mit Erfahrung-en in der Erstellung von Marktstudien in der Mikrofinanzbranche und in derGestaltung von Mikrofinanzprodukten.Ziel der Umfrage:Das Ziel besteht darin, den Grad der Zufriedenheit von Kunden mitMikrokrediten, die sie entsprechend der derzeitigen Serviceleistungen unter-halten, festzustellen. Darüber hinaus sollen die Stärken und Schwächen derServiceleistungen herausgefiltert werden, die Empfehlungen der Kunden unddie Gründe ihrer Wahrnehmungen in Erfahrung gebracht werden, um dieZusammensetzung der Elemente für die benötigten neuen Produkte zu identifi-zieren. 113
  • 114. !Ziel der Arbeit der Interviewer:Durchführung der ihm/ihr zugeteilten Umfragen in seiner/ihrer Gemeinde.Fokusgruppe:MKMB-Unternehmer, die Kunden von Kreditprogrammen sind oder es in derZukunft sein können (potenzielle Kunden) aus den folgenden Gemeinden: GEMEINDE ANZAHL MKMB Masatepe 25 Catarina 30 La Concepción 30 San Juan de Oriente 15 Masaya 50 Occidente 100 Nueva Guinea 50 Estelí 100 Matagalpa 50 Gesamt: 450Erforderliches Profil des Interviewers: • Ansässig an dem Ort, wo die Umfrage durchgeführt wird. • Kenntnisse über die Region • Erfahrung in der Durchführung von Umfragen und Anwendung ähnlicher Instrumente • Fachkraft oder Student im letzten Studienjahr Betriebswirtschaft, Sozial- wissenschaften oder Ingenieurswesen. • Kenntnisse im Bereich MKMB • Gute Fähigkeiten zu Kommunikation und Interaktion mit den Befragten Personen.Vom Interviewer durchzuführende Aktivitäten: • Teilnahme an der Fortbildung zur Umfrage • Festlegung der Fokusgruppe in der Gemeinde • Durchführung der Interviews zur Umfrage • Ausfüllen der Fragebögen • Teilnahme an Folgeversammlungen mit dem Koordinator der Feldstudie • Abgabe der Fragebögen und Durchsicht zusammen mit dem Koordi- nator der Feldstudie 114
  • 115. !Angewendete Methode: • Das Potential der zu befragenden MKMB feststellen. Dies erfolgt auf der Grundlage von Besuchen im Betrieb um diesen kennenzulernen. Die Feststellung des Potentials der MKMB erfolgt anhand der Kriterien, die in der Fortbildung erarbeitet wurden. • Durchführung des Interviews in Form eines Dialogs, der auf der Grundlage des Leitfadens der Befragung aufgebaut werden soll. • Ausfüllen des Fragebogens entsprechend der Analyse, die gemeinsam mit dem Kunden (zu positiven und negativen Aspekten der im Leitfaden vorgegebenen Möglichkeiten) durchgeführt wurde. • Durchsicht der ausgefüllten Fragebögen seitens des Interviewabneh- mers vor Beendigung der Befragung. • Gemeinsame Durchsicht der Fragebögen mit dem Koordinator der Studie.Muster für den Fragebogen:Siehe Anhang Nr. 5. 115
  • 116. !Anhang 5: Umfrage – FragebogenFRAGEBOGEN ZUR FESTSTELLUNG DER ZUFRIEDENHEIT MIT DEMFINANZPRODUKTVorgesehene Zeit: Maximal 15 TageIdealmatrix für die KundenzufriedenheitName desKunden:_____________________________________________Aktivität: ___________________________________________________ Ort:_____________________ Aspekte des Was gefällt den Was gefällt den Warum? Empfehlungen Produktes Kunden? Kunden nicht?KreditsummeZinsen und andereKostenKreditlaufzeitVoraussetzungen fürdie ZuteilungBeginn derRückzahlungZeit für dieKreditvergabeGarantienZuständigerMitarbeiter für denKredit /Kundengewinnung,Folgebetreuung,Rückzahlung,SupervisionIndividuellertechnischer BeistandWelche Art neuerfinanzieller Produktebrauchen sie für ihreEntwicklung? 116
  • 117. !Anhang 6: Umfrage – ErgebnisseDie Ergebnisse der Umfragen werden als Input für die Analyse in Bezug aufneue Produkte und Operationsmöglichkeiten für das Kapitel 3. der Studieherangezogen.Klassifizierung nach Wirtschaftszweigen: Gemeinde Produktion Handel Dienstleistungen Gesamt Catarina 14 8 8 30 La Concepción 11 14 5 30 S. J. de Oriente 7 4 4 15 Masaya 24 14 12 50 León 12 30 11 53 Chinandega 13 24 10 47 Nueva Guinea 10 28 12 50 Estelí 65 17 18 100 Gesamt MKMB 156 139 80 375Quelle: Umfrage September 2008.Klassifizierung nach Branchen und Lokalitäten: Branche der Dienstleistungs- Gemeinde Handelszweig Produktion bereich Holz/Möbel Krämerladen Tourismus Bambusmöbel Garküchen Gastronomie Bäckereien Verschiedene Hotelgewerbe Catarina Nahrungsmittel Geschäfte Gartenbau Textil/Bekleidung Gärtnereien Kunsthandwerk Früchte Krämerladen Gastronomie Holz/Möbel Fliegende Mechaniker/ La Concepción Bäckereien Händler Werkstätten Nahrungsmittel Kleine Polstereien Obsthändler San Juan de Keramik Krämerladen Tourismus Oriente Gastronomie Kunsthandwerk Krämerladen Tourismus Holz/Möbel Garküchen Gastronomie Nahrungsmittel Verschiedene Hotelgewerbe Bäckereien Geschäfte Internetcafés Masaya Textil/Bekleidung Maschinen/Gerätebau Leder/Schuhe Schneidereien 117
  • 118. ! Nahrungsmittel Krämerladen Tourismus Bäckereien Garküchen Gastronomie Textil/Bekleidung Verschiedene Hotelgewerbe León Maschinen/Gerätebau Geschäfte Polstereien Milchprodukte Werkstätten Schuhe Internetcafés Schneidereien Nahrungsmittel Krämerladen Gastronomie Bäckereien Garküchen. Werkstätten Chinandega Textil/Bekleidung Verschiedene Mechaniker/Werkstätten Geschäfte Elektro/Werkstätten Internetcafés Nahrungsmittel Krämerladen Werkstätten Bäckereien Verkaufsstände für Internetcafés Textil/Bekleidung Grundnahrungsmittel Callcenter Nueva Guinea Landwirtschaft «Tante-Emma- Casinos Viehzucht Laden» Milchprodukte Verschiedene Geschäfte Nahrungsmittel Krämerladen Internetcafés Fruchtverarbeitung «Tante-Emma- Tourismus Hochbau Laden» Gastronomie Schuhe Friseur- & Hotelgewerbe Estelí Holz/Möbel Kosmetiksalons Polstereien Tabak Casinos Mechaniker/Werkstätten Landwirtschaft Fliegende Händler Elektro/Werkstätten Milchprodukte Verkaufsstände für Schneidereien GrundnahrungsmittelQuelle: Umfrage September 2008. 118
  • 119. !Zusammenfassung der Antworten in Form von «Tendenzen undNeigungen»:Entsprechend der Trends, die sich aus den Antworten der Befragten zu denim Fragebogen enthaltenen Aspekten ergeben haben, sind die häufigstennachfolgend angeführt: Fragebogen zur Feststellung der Kundenzufriedenheit mit den finanziellen Produkten Matrix zur Kundenzufriedenheit: Festgestellte Trends Aspekte des Was gefällt Was gefällt den Warum? Empfehlungen Produktes den Kunden? Kunden nicht? Wenn sie die Dass die Konten Ein Kunde hat sei- Das RegierungsprogrammHöhe des ganze bean- vom Kunden- nen Kredit abge- «Null Zinswucher» liegt tragte Summe betreuer des zahlt und er hatte unterhalb von 4% Zinsen.Kredites bekommen und Kreditinstitutes Spareinlagen. In nichts davon nicht sorgfältig ge- seinem Sparbuch PROMUJER führt bei den abgezogen führt werden. wurde die geleistete Kunden Gesundheitstests wird. Ratenzahlung nicht durch, das ist etwas Gutes. Dass ihnen mehr verzeichnet. Später Dass der Kredit- abgezogen wur- kamen sie mit Kredite ausschließlich zur rahmen höher de, als vereinbart einem Anwalt in das Investition in den Betrieb wird. war. Geschäft des aufnehmen zu dürfen. Kunden und erklär- Dass die Dass ihnen der ten, dass er noch Die Kredite sind besser bei Summe dem Kredit verweigert Geld schulden den Finanzierungs- angepasst war, wird, weil einzelne würde. einrichtungen, sie sind was beantragt aus der Gruppe weniger gut beim Staat. wurde und sie ihren Kredit nicht Durch die fixe nicht geringer bezahlt hatten monatliche Abwert- Es wäre besser nur ausgefallen ist. (bei Gruppen- ungsrate nimmt die Individualkredite zu krediten). Schuld ständig zu. vergeben und keine Kredite mehr an eine Gruppe. Zurückhaltung von Gütern oder Andere vom Erst haben die MFI den Ausrüstung als Gruppenkredit sind armen Händler unterstützt, Pfandleistung. weggegangen und jetzt arbeitet er mit Zu- haben nicht gezahlt. lieferern. Ein neuer Kredit soll erst dann gewährt werden, wenn der vorherige abgezahlt ist. 119
  • 120. !Aspekte des Was gefällt den Was gefällt den Warum? Empfehlungen Produktes Kunden? Kunden nicht? Sie sollten länger- Dass sie nicht mehr Sie nehmen immer Wenn es einen Todes-Kreditlauf- fristig sein, entsprech- als eine Raten- nur die komplette fall gibt, sollte ein Jahr end der Art des Ge- zahlung annehmen Rate an. Zeit gegeben werdenzeiten schäftes bzw. des (vorzeitige Tilgung). (Tilgungsfreiheit), bis Unternehmens. Und wenn nur ein Teil sich die Situation der Rate gezahlt wird, wieder stabilisiert hat. Dass bei Krediten für nehmen sie die Teil- die Betriebseinricht- zahlung nicht an. Vorbeugende Maß- ung (Gerätschaft) nahmen treffen, da es lange Laufzeiten in «6 gute und 6 schlech- Betracht gezogen te Monate gibt». (sic!): werden. Diese Aussage bezieht sich auf saisonal- Lange Laufzeiten für bedingte Schwankun- Investitionsprojekte. gen in den verschiede- nen Branchen in Bezug Längere Laufzeiten auf Umsatz und Ge- für einige Zweige, die schäftsmöglichkeiten diese benötigen (Holz/Möbel, Hotelgewerbe). 120
  • 121. !Aspekte des Was gefällt den Was gefällt den Warum? Empfehlungen Produktes Kunden? Kunden nicht? Wenn man in Krankheiten, Die Situation beiZeitraum Zahlungsverzug Tod und Sterbefällen regeln. Es gibt keine kommt, fordern anderebevor die zahlungsfreien die Kreditgeber dringende Dass bestimmte GründeRückzahl- Zeiten. Die Frage hohe Verzugs- Gründe für für eine verzögerteung be- zielte darauf ab zinsen ein. Verspätungen Rückzahlung akzeptiertginnt (rü- einschätzen zu werden nicht werden.ckzahlu- können, ob es für Es wird kein anerkannt. Es einige Unterneh- Aufschub ge- scheint so, als Tolerieren, wenn man:ngsfreie menstypen währt. ob sie kein - 1 Monat in RückstandZeiten und notwendig wäre, Vertrauen zu kommt.zugesta- ein solches Ein Tag einem hätten. - 15 Tagendener Za- Produkt Zahlungsverzug (sic!) - 1 Wochehlungsaufs anzubieten. und schon - 3 Tage kommt der Andere Frauenchub) Kreditpromotor. aus dem Der Kundenberater sollte Gruppenkredit einem Mut zusprechen, Die hohen hatten sehr dass man sich unterstützt Verzugszinsen hohe Verzugs- fühlt und dass er für einen gefallen den zinsen und spricht. Er sollte nicht Kunden nicht. man musste Druck und Misstrauen sie ausüben. (mit)bezahlen. Dass sie Verständnis zeigen. 121
  • 122. !Aspekte des Was gefällt den Was gefällt den Warum? Empfehlungen Produktes Kunden? Kunden nicht?Bearbei- Wenn der Kredit Sie brauchen Das Geld wird Die Kredite schnellertungszeit schnell und in ent- lange, um den gebraucht, um vergeben, weil man sprechender Kredit zu rasch und investieren möchte.bis zur Weise vergeben vergeben. günstig ein-Kredit- wird. kaufen zu Die Art und Weise dervergabe Sie informieren können. Vergabe sollte besser Im Allgemeinen nicht eindeutig angepasst sein. dauert es von über alle Die Preise für einem Tag (im Bedingungen. das, was man Dass wenn man besten Fall) bis zu Daher muss geplant hat zu langjähriger Kunde ist, einem Monat (ein man mehrere erwerben, stei- auch schneller bedient Drittel der Be- Male zur MFI gen je länger wird. fragten). kommen (lange man wartet. Anreisen). Dass klar und deutlich Der Durchschnitt Das Geld ver- über die Bedingungen bei den MFI liegt Sie brauchen liert an Wert. informiert wird, damit es bei 10 Tagen. lange Zeit. nicht zu Verzögerungen Geschäftsmö- kommt. Beim zweiten glichkeiten ge- Kredit brauchen hen verloren. sie lange Zeit. 122
  • 123. ! Aspekte des Was gefällt den Was gefällt den Warum? Empfehlungen Produktes Kunden? Kunden nicht? Dass es Klarheit Sie geben nicht gerne Das Haus ist die Geschäfte mit MFI sollenGarantien & darüber gibt, ihre Häuser für Grundlage für das nur mit dem welche Art von niedrige Kreditsum- Leben und es ist der PersonalausweisBesicherungen Garantie verlangt men als Garantie. Ort wo die Werkstatt möglich sein. (sic!) wird. ist. Dass übertriebene Dass es alternative Dass die MFI den Garantien erbeten Wenn sie die Möglichkeiten für Wert einer Be- werden. Maschinen wegneh- Garantien gibt. sicherung festlegt men, dann ist die und dass Haus- Dass ein Pfand nicht Firma am Ende. Dass das Gesetz der besitz als reale als effektive Garantie Registrierung von Haus- Garantie angenom- akzeptiert wird. Ohne Maschinen und Grundbesitz men wird. kann man nicht verabschiedet wird Dass fast immer zwei arbeiten. (Katastrierung). Dass der Antrags- Bürgen notwendig prozess nicht sind. Dass Gesellschaften für verzögert wird. Wechselgarantien ihre Arbeit aufnehmen, so wie es das Gesetz vorsieht. Dass es einen Garantie- fonds für MKMB gibt. 123
  • 124. ! Aspekte des Was gefällt den Was gefällt den Warum? Empfehlungen Produktes Kunden? Kunden nicht? Dass er/sie Dass er/sie einem Er/Sie kannte die Lauf- Dass sie einen nichtRolle des ehrlich und nichts erklärt. zeit von seinem/ihrem bestrafen, wenn man ausgeglichen ist, Kredit nicht. vorzeitig zurückzahlt.Kreditbe- freundlich und Dass er/siearbeiters, verständnisvoll. unfreundlich ist. Er/Sie glaubt einem Dass sie auf Gleich-Ausbildung, nicht. berechtigung achten.Monitoring & Dass er/sie hilft. Es gefällt ihnen,Supervision Dass er/sie nicht Druck auszuüben. Es Man denkt daran, mehr Der Kunde soll die Rate unfreundlich ist. ist nicht notwendig, Geld zu leihen, aber im Büro der MFI dass er zu mir nach die Bearbeiter teilen hinterlegen dürfen. Dass er/sie Hause oder in den weniger zu. zuhört. Betrieb kommt. Dass 2 oder 3 Treffen Er/Sie kennt die Frist, ausreichen, um zu einer Dass er/sie gute Manchmal treten sie in der man zurück- Übereinkunft bzw. zu persönliche Be- auf, als ob sie es zahlen muss. einem Abschluss zu ziehungen zu wären, die das Geld kommen. einem pflegen. verleihen. Er/Sie geben an, dass ihnen etwas vom Wenn man keine Zeit Dass er/sie den Dauernd diese Besu- Gehalt abgezogen hat, ins Büro der MFI zu Prozess erklären che, damit man ihnen wird, wenn seine/ihre kommen, dann sollte der können, denn zahlt. Rate nicht rechtzeitig Bearbeiter ins Geschäft dann ist man eintrifft. kommen können. informiert (Das Manchmal glauben war der Punkt mit sie, sie sind wichtiger Es gibt unfreundliches Er hat bereits 10 Kredite der größten als die eigentlichen Personal. gehabt. Ihm gefällt die Übereinstimm- Chefs. Bank mit Kunden- ung). Die Versammlungen im schalter. So muss er Vielen gefällt nicht, Rahmen von Gruppen- nicht warten. Dass er/sie einen dass man sie besucht krediten kosten einem im Dorf besucht. bzw. aufsucht. viel Zeit. Es fehlt an Fortbildun- gen, die Investitions- Dass derselbe Dass die Leute sie Der Kunde ist stets be- anregungen geben. Kreditberater nicht hören, wenn sie unruhigt, wenn er länger in der MFI kommen. (sic!) besucht wird. Ehrlichkeit und gutes arbeitet, damit Betragen. effizienter koo- Er/Sie kommt nicht Sie haben ihn bestraft, periert werden einmal vorbei. Das weil er vorzeitig zurück- Dass die Bearbeiter die kann. Einzige, was ihn/sie gezahlt hat. Sie haben einzelnen Schritte des interessiert, ist die ihm die Zinsen in Kredites erklären Ausbildung: Dass Kommission die er/sie Rechnung gestellt, für können. er/sie ins Dorf an mir verdient. die zwei Jahre, die er kommt und vor den Kredit nicht nutzen Ort alles erklärt. Sie suchen die- würde. jenigen, denen es Supervision: Dass schlecht geht. er/sie den Verlauf der Geschäfte Er/Sie arbeitet beobachtet. schlampig und schafft es nicht, dass ihm seine Garantie (ein Fahrzeug) zurück- geben wird. 124
  • 125. ! Aspekte des Was gefällt den Was gefällt den Warum? Empfehlungen Produktes Kunden? Kunden nicht? Dass mir Infor- TA gefällt ihnen Es ist sehr ermüdend. Dass sie hierherTechnische mation und Aus- nicht, sie sagen sie kommen und die bildung von Seiten sind schon er- Es ist immer das Her- technische AssistenzAssistenz der MFI gegeben wachsen und kömmliche, nichts Neu- hier geben, in unserer wird über/in: können es selber. es dabei. Umgebung oder im (sic!) Unternehmen. - dem Geschäfts- Man lernt gar nichts. bereich in dem ich Zu viele, lange Ver- Vorträge über medi- tätig bin bzw. sein sammlungen. Sie gehen nicht mit der zinische Behandlung wie möchte. Zeit. bei PROMUJER. - die Art der Investi- Dass sich die tion Themen wieder- Es nützt ihnen nicht. Dass sie andere - Kapital und Geld- holen. Methoden anwenden management Es bringt gar nichts. sollen. - Marketing Dass die Ausbil- - Werbung für das dung nicht in ande- Ich habe Probleme mit Dass konkrete Ergeb- Geschäft rer Form stattfindet. dem Lesen. nisse dabei heraus- - Kundenbeziehung kommen. und Betriebswirt- Dass sie nicht neue Ich kann nichts schaft Techniken verwen- Einleuchtendes davon Dass es der Entwicklung - das Geld und den. mitnehmen. meines Unternehmens seine Verwendung hilft. - Geschäfts- erweiterung Dass es mir auch in - Nachhaltige Ar- meiner persönlichen beitsweisen um das Entwicklung hilft. Geschäft zu erhal- ten Dass eine ständige - die richtige Kommunikation bei- Einschätzung der behalten wird. Kredite, die für das Geschäft nötig sind Dass die Instrukteure - Nationale Investi- oder diejenigen, die die tionsmöglichkeiten, technische Assistenz Zinsraten, Spar- leisten, besser formen vorbereitet sind. -die Erarbeitung neuer Produkte in meinem Unterneh- men - Weiterentwicklung der Persönlichkeit, Gesundheit und Psychologie - Medizinische Be- treuung 125
  • 126. ! Was gefällt Aspekte des Was gefällt den den Warum? Empfehlungen Produktes Kunden nicht? Kunden?Welche Art von Dass sie einem just Weil sie nur die Gelder Kredite für den Kauf vonneuen den Kredit nicht haben, die sie Waren und Grund- geben, den sie selbst budgetieren. stoffen.Finanzpro- vorschlagen, der gutdukten brau- für das Unternehmen Weil sich ihr eigenes Schnelle Vergabe vonchen Sie für die wäre. Unternehmen dringend Gelegenheitskrediten.Entwicklung vergrößern muss.Ihrer Unterneh- Dass es keine neuen Kredite zur Verbesse- Kreditformen gibt. Weil die gegenwärtigen rung des Hauses, zurmung? Dienstleistungen unzu- Erneuerung des Daches. Dass es keine rück- reichend sind. zahlungsfreie Zeit am Laufzeitverlängerung, Anfang gibt um arbeiten zu können. (Holz/Möbel Branche). Dass sie Lebens- Dass es keine Kredite Sterbe- und Renten- für Investitionen in versicherungen als andere Unternehmen Produkte aufnehmen. gibt. 126
  • 127. ! 4.1.3. Anhänge zur Vertiefung der Ergebnisse (Kundenzufriedenheit durch Fokusgruppen)Zur Vertiefung der Studie wurden im Rahmen der Nachfrage-Forschungzusätzlich Fokusgruppen (Workshops) mit einer Auswahl an Vertretern ausder zuvor befragten Kreditkundengruppe abgehalten. Es wurden 4 Fokus-gruppen mit 12 bis 16 Personen abgehalten 127
  • 128. !Anhang 7: Fokusgruppen – Liste der Teilnehmer Gemeinde Name Wirtschaftszweig Ignacio Balladares Holz/Möbel Martha Gutierrez Hängematten Maria Luisa Lopez Hängematten Edgard Ortiz Rosales Agroindustrie Elisa Sanchez Monterrey Weine Gunniber Gonzalez Gärtnereien Masaya Elizabeth Carballo Textil-Bekleidung Jasón Villegas Technischer Gemeindemitarbeiter von Niquinohomo Misael Lopez Acuna Technischer Gemeindemitarbeiter von Catarina Gloria Muñoz Imbissstuben Nelly Nicaragua Gärtnereien Jose Esteban Reyes Holz/Möbel Narciso Zapata Händler Juan Carlos Campusano Kleine Baumärkte Claudia Flores Händler Leonardo Perez Händler Paula Padilla Imbissstube Amada Flores Tortillaproduktion Luisa Escobar Händler für Bekleidungswaren León Marlon Pinel Konditorei Jose Vásquez Obsthändler Nancy Mairena Möbelhändler Martha Suazo Produktion von Nahrungsmitteln Patricia Navidad Händler für Grundnahrungsmittel Eva Lopez Händler für Kunsthandwerk Fausto Laguna Landwirtschaftlicher Produzent Rosa Amelia Rayo Tortillaproduzentin Yamileth Calderon Produktion von Milchprodukten Sonia Centeno Garküche Felix Castillo Schweineschlachtung Edgard Zeledón Landwirtschaftlicher Produzent Simeón Castellon Schuster Dolores Lopez Nacatamales (Verkauf typischer nikarag. Maisgerichte) Estelí Marcela Gonzalez Bäckereien Francisco Fuentes Landwirtschaftlicher Produzent Mariela Palacios Tortillaproduzentin Reyna Ríos Bäckereien Sandra Alvarado Garküche Martha Garcia Schneiderei Julio Rivera Möbelfertigung und -verkauf 128
  • 129. ! Pedro Altamirano Landwirtschaftlicher Produzent Araceli Toruno Händler Josefina Castro Landwirtschaftlicher Produzent Sobeyda Lopez Landwirtschaftlicher Produzent Teodora Torres Händler Byron Somarriba Landwirtschaftlicher Produzent Erasmo Rodriguez Landwirtschaftlicher ProduzentNueva Guinea Luis Guillen Viehzüchter Joaquín Chavarría Händler Ismael Jirón Landwirtschaftlicher Produzent David Castrillo Viehzüchter Concepción Sanchez Händler Esmelda Araica Händler Jairo Garcia Reparaturwerkstatt 129
  • 130. !Anhang 8: Fokusgruppen – Programm und methodischer LeitfadenEs wurden vier vorgesehene Workshops mit Fokusgruppen (4 Gruppen mit je12 bis 16 Personen) in León, Masaya, Estelí und in Nueva Guinea durchge-führt. Nachfolgend wird der Fragebogen bzw. der methodische Leitfaden, wieer für die Fokusgruppen zur Anwendung gelangte vorgestellt. Zudem folgt eineZusammenfassung der Ergebnisse (siehe Anhang Nr. 9) aus einer wertendenPerspektive anhand der Teilnehmerliste für jeden der vier Orte.FRAGEBOGEN FÜR DIE FOKUSGRUPPE MIT UNTERNEHMERN: Nachfragen Die wichtigsten Fragen an Zeit und (von dem Moderator der die Teilnehmer Ressourcen Fokusgruppe durchzuführen)Fragen zum Kennenlernen: 15 Minuten1. Sagen Sie uns bitte, wie Teilnehmerrundelange Sie an einem der und BeamerKreditprogrammeteilgenommen haben?2. Was bringt jemanden wie (Wenn die Antwort interessant ist)Sie dazu, einzutreten? Haben sich Ihre Erwartungen erfüllt?Allgemeine Fragen: 20 Minuten1. Welche Veränderungen Welches sind die Vor- und Nachteile Flipcharthaben Sie in den Kredit- dieser Veränderungen für Kunden wiepolitiken im Laufe der letzten Sie?zwei Jahre beobachtet?2. Wie fühlen Sie sich mit Feststellung der Vorteile, die der Kundeeinem Individualkredit? mit einem Individualkredit hat.Fragen über die 20 MinutenEigenschaften des Produkts: Flipchart1. Was meinen Sie zu den Welches sind die Vor- und Nachteileaktuellen Produkten? dieser Produkte?2. In welcher Form helfen sie In welcher Form unterstützt Sie IhrIhnen bei der Entwicklung Kreditbearbeiter bei der Auswahl derIhres Unternehmens? besten Kreditmöglichkeiten? 130
  • 131. !Fragen zu neuen Produkten: 30 Minuten1. Welche neuen Produkte Den finanziellen Bedarf des Gruppen von 5:brauchen Sie für die Entwick- Teilnehmers erfragen. Flipchart, Beamerlung Ihres Unternehmens? für Mitteilungen an das Plenum und2. Zu welchen Bedingungen? das Diskutieren der Mit den Teilnehmern die Bedingungen Schlussfolgerungen. und Eigenschaften der neuen Produkte festlegen. 131
  • 132. !Anhang 9: Fokusgruppen – Ergebnisse TEILNAHME AN EINEM KREDITPROGRAMM Masaya León Estelí Nueva GuineaIm Durchschnitt sind sie so In León mehr als 10 Jahre Mehr als 20 Jahre an Mehr als 10 Jahre anlange dabei, wie das an Finanzdienstleistun- Finanzdienstleistun- Finanzdienstleistungen,Programm der Finanzdienst- gen, die von verschie- gen, die von verschie- die von einer zunehmen-leistungen läuft: 2 Jahre denen Institutionen denen Institutionen den Anzahl von regulier- angeboten werden. angeboten werden. ten Institutionen, vonZiehen Individualkredite den NRO und KooperativenGruppenkrediten vor. Ziehen insgesamt den Arbeiten mit allen angeboten werden. Individualkredit vor, Kreditvergabemetho- Frauen jedoch bevorzu- den. Der Individualkredit über- gen klar die Gruppenfor- wiegt, aber es gibt eine men (Dorfbanken und deutliche Zunahme von Solidargruppen). Kooperativen. DIE KREDITPROGRAMME Masaya León Estelí Nueva GuineaKreditprogramme haben hierorts Zu den Kreditpro- Wenig attraktive Zins- Das Angebot für diebevorzugte Zinsraten. Sie haben grammen in León raten und unangepas- Landwirtschaft ist nichteine enge Beziehung zu der wurde angegeben: ste Kreditsummen. ausreichend.Branche der Kunsthandwerker. - Hohe Zinsraten - Wenig Beziehung zu Geringe Anzeichen Die Laufzeiten sind sehrEs werden die unterschiedlich- den Kunden für Veränderungen. kurz und es werdensten Garantien und auch solche - Übertriebene Garan- übertriebene Garantienmit geringerer Werthaltigkeit ak- tien und zu niedrige Langsame Abwick- verlangt.zeptiert als dies bei anderen MFI Kreditsummen lung der Vergabe-der Fall ist. formalitäten. Geringe Anzeichen auf Es gibt keine Anzei- Veränderungen spürbar.Die positiven Veränderungen chen von Verände- Die Programme wer-sind spürbar: Die Serviceleis- rungen. den nicht eingehend Geringe Flächendeckung.tungen der MFI umfassen z.B. erklärt.die Versendung von MKMB zu Als Nachteile: Sie kommen nicht in dieVerkaufsmessen, zu Workshops - Bürokratie Sie suchen nach neu- abgelegenen Ortschaften.für das Kunsthandwerk. - Ineffizienz er Kundschaft und - Verzögerung bei der dann bedienen sie sie Geringe Erfahrungen mitDie Nachteile in Masaya sind: Abwicklung nicht. anderen finanziellen- Viel Bürokratie auf der mittleren - Dem Personal fehlt Dienstleistungen.Managementebene (dauert Ausbildunglange) - Unzureichende- Langwierige Versammlungen Information- Undurchsichtige Kommissions-und AbgabenregelungWenn die Kunde einen Monat inVerzug kommt, leihen sie ihrspäter nichts mehr, selbst wennsie 24 Monate regelmäßigbezahlt hat.Wenn vor der Fälligkeit gezahltwird, werden die Zinsen für diegesamte Laufzeit in Rechnunggestellt.Manche MFI «schwänzen» dieVersammlungen des Kedit-komites. 132
  • 133. ! ÜBER DIE ANGEBOTENEN PRODUKTE Masaya León Estelí Nueva GuineaEs sind Produkte nach Unzureichende Produkt- Insgesamt ein Insgesamt ein unzureichendesden Vorstellungen der auswahl (nur die her- unzureichendes Angebot an Finanzdienst-Kunden und in Abhän- kömmlichen sind Angebot an Ser- leistungen in Nueva Guinea.gigkeit der verfügbaren verfügbar). viceleistungen.Garantien im Angebot Sie erreichen nicht die stärksten,enthalten. Die wichtigste Innovation Einige MFI haben die dynamischen Wirtschafts- sind die Dienstleistungen, einen innovativen zweige.Manchmal werden die von PROMUJER an- Ansatz, aberzusätzliche Sicher- geboten werden: medizi- genau die haben Einige interessante Angebotestellungen verlangt. nische Betreuung und dann eine begren- werden von jenen Firmen ange- Unterweisung in sexueller zte Flächende- boten, die Knollenfrüchte und und reproduktiver Erzieh- ckung. Grundnahrungsmittel den land- ung. wirtschaftl. Produzenten abkaufen. NEUE FINANZPRODUKTE Masaya León Estelí Nueva Guinea- Spezialisierte techni- - Kleinstversicherung - Kredite für die Ausbil- - Kredite für die Kosten dersche Assistenz - Kredite für Häuser dung der Kinder Lagerung der Ernten- Kredit mit Praktikum und für die Verbes- - Kredite für die Gründung - Für die Vermarktung und die- Ausbau der Service- serung von Werk- von Kooperativen Suche nach neuen Märktenleistungen und Etablie- stätten - Landwirtschaftliche Kre- - Kredite für die organisator-rung von landwirtschaft- - Langfristige Kredite dite ische Stärkung der MKMBlichen Serviceleistungen für Investitionen in - Kredite für Häuser und - Kredite für die Landwirtschaft- Berücksichtigung von den Tourismus die Verbesserung von - Kredite für den HäuserbauFonds für landwirtschaft- - Kredite für die Er- Werkstätten und die Verbesserung vonliche Aktivitäten neuerung der land- - Langfristige Kredite für Werkstätten- In Betracht ziehen von wirtschaftliche Pro- Investitionen in den Tour- - Langfristige Kredite für In-Allianzen mit Dritten duktion ismus vestitionen in den Tourismus(FDL oder Entwicklungs- - Kredite mit tech- - Kredite für die Erneue- - Kredite für die Erneuerung derbanken) nischer Unterstütz- rung der landwirtschaft- landwirtschaftliche Produktion ung liche Produktion - Kredite mit technischer Unter-Gewünscht werden - Kredite mit technischer stützungfolgende Konditionen Unterstützungrund um die neuenProdukte:- Längere Laufzeiten- Kürzere Vergabezeiten- Rückzahlungsfreie An-laufzeiten- Gewährleistung, dassKredite nur für dasGeplante eingesetztwerden- Analyse der Rück-zahlungsmöglichkeitendurch Abstimmungzwischen beiden Seiten 133
  • 134. ! 4.1.4. Anhänge zur Analyse der rechtlichen Rahmenbedingungen und RegulierungDer nachfolgende Abschnitt beinhaltet eine Analyse zu den rechtlichenRahmenbedingungen und zur Regulierung sowie Stellungnahmen von Ent-scheidungsträgern zu dieser Thematik.Die angewandte Methode umfasst (i) eine Befragung von Ent-scheidungsträgern (Abgeordnete, Zentralbank und Ministerialbeamte, Direk-toren von MFI-Verbänden) sowie (ii) eine Analyse einer namhaften lokalenRechtsexpertin. 134
  • 135. !Anhang 10: Gutachten über den rechtlichen RahmenFür Referenzen und Inhalte des Gutachtens in Deutscher Sprache siehe bitteKapitel 2.4.MARCO INSTITUCIONAL Y REGULATORIOA) El Desarrollo Del Sector Financiero En Los Últimos Cinco Años.La Industria de Microfinanzas en Nicaragua es la que más ha crecido en losúltimos anos en la región siendo las más desarrollada de Centroamérica deacuerdo a los datos más recientes.134En los últimos años, la liberalización bancaria ha implicado “que la tasa deinterés sean definidas por el mercado, una mayor eficiencia de las inversiones,mayor competencia bancaria y una oferta más amplia de productos finan-cieros”, se han promulgado nuevas leyes bancarias y se ha fomentado laautonomía del Banco Central, pero paralelamente a esta situación se hancreado garantías costosas, trámites engorrosos, grandes riesgos y el créditose ha concentrado en las zonas urbanas y en los centros urbanos del árearural con menor cobertura de los pequeños productores del sector rural.La situación antes descrita propició un ambiente en donde se crearon ysurgieron múltiples y diversas instituciónes micro financieras que hansegmentado el mercado de crédito. “las instituciónes financieras No reguladas,conocidas como intermediarias financieras no convencionales, se caracterizanpor especializarse en la oferta de crédito y poseer una organización formal ypersonerías jurídicas, ellas son cooperativas de ahorro y crédito, Asocia-ciones, Fundaciones, estas poseen algunas condiciones más favorables quela banca privada comercial, al tener mayor libertad de acción en cuanto apolíticas de crédito y acceso a fondos externos de bajo costo, están más cercageográfica de los usuarios y financian todo tipo de actividades económicasgeneradora de excedentes”.El crédito al sector rural ha sido cubierto por estas organizaciones o institu-ciónes creadas para la intermediación de crédito, quienes todavía tienen unacobertura reducida, dispersa y debido a los altos costos de transacción, nollegan a amplios sectores del campo.El marco legal con que se ha regido la actividad de las micro financieras estáconstituido por las leyes siguientes:134 De acuerdo a datos de REDCAMIF, Red Centroamericana de Microfinanzas, en Nicaraguahay una cobertura de las afiliadas por ASOMIF, Asociación Nicaragüense de InstituciónesMicro financieras tienen a diciembre 2007 19 afiliadas con 341,370 clientes y una cartera de218. 1 milliones de dólares donde el 62% son mujeres y el 43% están ubicados en el árearural. 135
  • 136. !1. La ley Número 176, Ley de Préstamos entre Particulares que fue aprobada el 12 de mayo de 1994, publicada en la gaceta Diario oficial Número 112 del 16 de junio de 1994 en esta ley la autoridad encargada de la facultad reguladora de la actividad de otorgar créditos era la Asamblea Nacional, el Banco Central no tenía ninguna facultad, pero al año de haber aprobada esta ley en 1995 se hizo una Reforma Constitucional que entró en vigencia en 1997 en esta reforma se deroga esta ley, al ser la ley de préstamos entre particulares una ley ordinaria queda técnica y jurídica- mente derogada, esta reforma entro en vigencia en el año 1997 con la ley 792. Pero pese a esta situación se siguió trabajando con ésta ley, se dieron los primeros intentos para regular la actividad de las micro financieras y surgió en la misma Asamblea Nacional, el interés de establecer contro- les en beneficio de la población atendida por dichas instituciónes.2. En el año 2000 se realizó una reforma a la ley Número 176, conocida como la ley Número 374. El argumento para realizar esta reforma era la regulación y control de las tasas de interés, de esta manera, el objetivo era reducir los límites de la usura a un rango similar a la de los bancos, sin incluir en estos cálculos las tasas de las tarjetas de créditos, ni los sobre- giros bancarios, e incluyendo como prestamistas particulares a las enti- dades de microcréditos. El proyecto de reforma fue conocida como la ley 374, a través de la cual se fijó una tasa máxima de interés que correspon- dería al promedio ponderado de las tasas de interés del sistema bancario, esta ley igualmente establece que la tasa o el interés deberá ser el que se establece en la banca comercial con los parámetros siguientes: • El banco deberá mes a mes establecer la tasa del interés que regula los créditos entre los particulares Igualmente en esta reforma se establecen en el artículo 6 de la citada ley reformada la no cárcel por deuda, es decir prohibido el apremio corporal contra el presunto deudor hasta que se resolviese el fondo del asunto, si por alguna razón el juez hubiese dictado el apremio, el juez de la causa ordenará sin más trámites el levantamiento del mismo, resulta de particular interés.3. La ley 147 llamada la ley sobre personas jurídicas sin fines de lucro más conocida como la ley de las ONGs aprobada en 1992 es otro de los antecedentes más cercanos, en los años 90 un gran número de Asociaciones y Fundaciones se dedicaban a realizar actividades diversas entre ellas el micro crédito, pero debido a la apertura de la banca comercial y el cierre de los bancos que otorgaban créditos a los pequeños y micros comerciantes, pequeños y medianos agricultores, las ONGs asumieron esta actividad para cubrir el déficit del estado en ésta actividad, cada día se fue haciendo el crédito a los pequeños más necesario ya que las bancas comerciales solo otorgaban grandes créditos, pidiendo un sin- número de garantías y requisitos que no podían cumplir estos, así como hipotecas que los micros y pequeños comerciantes no podían cubrir, es decir se les consideraba no sujetos de créditos, los montos que la banca 136
  • 137. ! comercial otorga son montos altos y la tasa de interés muy alta, igualmente se sumó la situación del riesgo de perder sus pequeñas propiedades.4. Actualmente el Código Penal incrimina el delito de la Usura y la tipifica de la forma siguiente: tema de la Usura en el arto 263. Literalmente expresa: “Quien a cambio de préstamo u otra obligación jurídica, en cualquier forma, para sí o para otros, cobre intereses u otras ventajas pecuniarias o haga otorgar recaudos o garantías superiores a las tasas de interés establecidas en la ley reguladora de préstamos entre particulares a las tasas de interés establecidas en la ley de promoción y ordenamiento del uso de la tarjeta de crédito y otras leyes de la materia, será penado con prisión de uno a cuatro años y de cien a mil días multa. La misma pena será aplicada al que adquiera transfiera o haga valer un crédito usurario y al que exija a sus deudores en cualquier forma, un interés superior al indicado en el párrafo anterior, aun cuando los intereses se encubran o dis- imulen bajo otras denominaciones, y a quien capitalice intereses con el fin de cobrar intereses sobre intereses la pena será de quinientos a mil días de multa y de dos a cinco años de prisión e inhabilitación especial por el mismo periodo para ejercer cargo, profesión, comercio u oficio, si el delito fuera prestamista habitual.El Código Penal, en los artículos del 113 al 125 establece las consecuenciasaccesorias que recaen sobre las personas jurídicas en lo referente a la Usura,se puede conceptualizar que es aquel delito que puede ser realizado porcualquier persona, constituye un agravante cuando se realiza por personasdedicadas habitualmente al préstamo de dinero, debe partirse que las per-sonas jurídicas no cometen delitos pero las personas naturales que lasintegran si pueden cometerlos y las consecuencias les afecta directamente aestas cuando para la realización de los mismos se realizan a través de ellas,como consecuencias inmediatas se encuentran medidas de cierre temporal,definitivo, la suspensión de actividades o la intervención de las mismas.En el año 2005 durante la administración del presidente Enrique Bolaños;ASOMIF, presentó un anteproyecto de ley de las micro financieras, pero en laAsamblea Nacional los diputados de esa legislatura elaboraron 36 mocionesque desvirtuaban completamente el objetivo, el espíritu de la ley, hasta hoyentonces esto está en discusiones, pero está sujeto a muchos vaivenes polí-ticos, cada vez que hay disturbios, o campañas electorales el tema del créditoentra a la Agenda Política y esto ha sido uno de los problemas para que seavance en la materia.Actualmente se encuentra en la Asamblea Nacional un Anteproyecto De LeyDe Fomento Y Regulación De Las Microfinacieras, este anteproyecto seencuentra aprobado en lo general, existen una gran cantidad de mociones quea juicio de las instituciónes micro financieras variaría completamente el obje-tivo de la ley, pero para otros coadyuvaría a crear una figura jurídica especial,según el asesor legal del Banco Central entre las recomendaciones de mayorimportancia están: • Al aprobarse este anteproyecto de ley de Fomento y Regulación de las Micro financieras se derogan el artículo 5 de la ley de 137
  • 138. ! reforma a la ley de préstamos entre particulares del 16 de abril del 2001. • Que las IMFS no capten fondos del público. • Que se desvaloriza la función de la SIB, que al no haber captación de fondos del público, la función reguladora de la SIB, no se cumple, púes no se pone en riesgo el interés del estado nacional que es el de proteger a sus ciudadanos. • Que la SIB las supervisara solamente si captaran fondos del público. • En relación al capital mínimo para iniciar sus actividades el que está en el anteproyecto es muy bajo, es de 200 mil dólares, el Banco Central propugna por un monto de capital inicial más alto es decir de 500 mil dólares • El otro tema es que las tasas de interés sean libre.5. Iniciativa de Ley De Moratoria A La Aplicación Del Apremio Corporal Por Créditos Con Garantías Personales, la importancia de esta iniciativa de Ley en el ordenamiento jurídico, es establecer una moratoria a la aplicación de la figura jurídica del apremio corporal cuando corresponde a una simple deuda de crédito, sin garantías prendarias o industriales o comerciales y garantizar la aplicación del principio constitucional que “nadie será detenido por deudas” arto 41 Cn, por un plazo de tres años (este es el criterio de la comisión en la Asamblea Nacional), se realizaron consultas a la Superintendencia de Bancos y de otras instituciónes Fin- ancieras, a la Asociación de Bancos Privados ASOBANP, Banco Central de Nicaragua BCN y a la Liga de Defensa del Consumidor. Se dictamino favorablemente el proyecto de ley que aclara la aplicación del apremio corporal por créditos con garantía personales y que reforma el artículo 13 de la ley No 146, ley de prenda Comercial y solicita el plenario su aprobación en lo general y particular de la ley.MARCO JURIDICO NACIONALEl marco jurídico nacional en lo concerniente a la industria de lasmicrofinanzas ha permanecido estático con poco dinamismo, encontraposición con la actividad propia de la industria desarrollada en losúltimos 18 años en el país, las leyes que rigen esta actividad han sido: 1. La ley entre préstamos entre particulares, es decir personas naturales 2. Ley general sobre personas jurídicas sin fines de lucro, más conocida coma la ley de las ONGs es la ley 147 conocida como ley de las ONGs en la que ha se han cobijado un sinnúmero de organizaciones no gubernamentales sean Fundaciones y Asociaciones de carácter civil o 138
  • 139. ! religioso para realizar su trabajo de intermediar crédito y para su constitución.3. Para la recuperación de los créditos se rigen por la legislación común que es el código civil y Procedimiento civil, código de comercio. La mayoría de los créditos se colocan por un pagaré, que tiene efectos de obligaciones entre ambas partes, y la tasa de interés está libre la tasa del mercado, otras formas de otorgar el crédito, es por la fianza solidaria, la cesión del crédito, la usura y pacto de retroventa, que si no pagas la deuda se quedan con la finca y la otra forma más conocida es por la capitalización de los intereses, en el momento de constituir el crédito dice una cláusula que si no se pagan los intereses, se capita- lizan y le quitan la finca. También por la legislación penal, en el caso de la prenda, el incum- plimiento de la misma lleva consecuencias penales, la prenda no tiene privilegio bancario. Otra forma de otorgar el crédito es conocida como la cesión de crédito, porque si no lo pagan se lo ceden al acreedor en cesión.4. Otra legislación que existe es la ley general de cooperativas, que define el marco constitutivo y regulatorio de las cooperativas, las que otorgan créditos y captan fondos del público, solamente entre sus cooperados. Otras leyes vinculadas con la Industria.5. Ley No 317, ley orgánica del Banco Central de Nicaragua.6. Ley No 316, ley de la Superintendencia de Bancos y de otras Instituciónes Financieras, y su Reformas, ley No 552 y ley No 576.7. Ley No 564, ley de Reforma a la ley No 316, ley de la Superintendencia de Bancos otras Instituciónes Financieras.8. Ley No 561, Ley General de Bancos, Instituciónes Financieras No ban- carias y Grupos Financieros.9. Ley No 551, ley del sistema de Garantía de Depósitos de Garantía de depósitos, Gaceta No 168 del 30/08/05, y su reforma ley no 563.10. Ley orgánica del Banco Central de Nicaragua, (Gaceta, Diario oficial No 197 del 15/10/99).11. Ley no 316, Ley de la Superintendencia de Bancos y de Otras Instituciónes Financieras, y su reforma ley No 552, ley de reformas a la ley No 316, ley de la Superintendencia de Bancos y de otras Insti- tuciónes Financieras y ley No 576. (gaceta, Diario oficial no 169, del día 31/o8/05 y gaceta Diario oficial No 58 del 22/03/06).12. Ley no 561, ley general de bancos, Instituciónes Financieras No bancarias y Grupos financieros (gaceta Diario oficial No 232, del 30/11 2005-Ley no 551, ley del Sistema de Garantía de Depósitos, gaceta no 139
  • 140. ! 168 del 30/o8/05, y su reforma, Ley no 563, Ley de Reforma a la ley no 551, ley del Sistema de Garantía de Depósitos ( gaceta, diario oficial, No 229, del 25/11/05).B) Institucionalidad Existente, El Rol Del Banco Central De Nicaragua.El marco institucional en Nicaragua tiene múltiples aristas e instituciónes quetienen que ver con la industria de las Microfinanzas. Hay muchas instituciónesimplicadas y contradicciones entre las relaciones y funciones que las mismastienen con las operaciones de microfinanzas. Las principales instituciónesactualmente implicadas y su rol son: • Asamblea Nacional: Legisla. • Ministerio de Economía: Realiza propuestas, investiga, facilita y en al- gunas ocasiones ejecuta. • Ministerio Agropecuario y Forestal: Las mismas que el Ministerio de Economía pero para el área rural. • Banco Central de Nicaragua: Regulador de la política monetaria. • Súper Intendencia de Bancos y otras instituciónes financieras: Super- visa. • Banco de Fomento: Fomentar el desarrollo de las MIPYMES (Aun no inicia su funcionamiento). • Fondo de crédito Rural: Facilita fondos y servicios al sector rural sobre todo cooperativo. • Instituto de Fomento Cooperativo, INFOOCOOP: Ente regulador de las cooperativas. • Financiera Nicaragüense de Inversiones. FNI: facilita fondos y asis- tencia a instituciónes reguladas.Eficacia y rol del Banco Central De Nicaragua.De acuerdo a la Ley No 317, ley orgánica del Banco Central de Nicaragua,(publicada en la Gaceta, Diario oficial No 197, del 15 de octubre de 1999), losaspectos mas relevantes son:Según el capítulo I, determina el objeto y funciones del Banco Central, en elartículo I establece: Arto 1: La presente ley tiene por objeto regular elfuncionamiento del Banco Central De Nicaragua, ente estatal regulador delsistema monetario, llamado en lo sucesivo para fines de esta ley, “el BancoCentral” o simplemente el banco, creado por el decreto N0 525, del 28 de juliode 1960, publicado en la Gaceta, Diario oficial, No 211 del 16 de septiembredel mismo año, el cual es un Ente Descentralizado del Estado, de carácter 140
  • 141. !técnico, de duración indefinida, con personalidad Jurídica, patrimonio propio yplena capacidad para adquirir derechos y contraer obligaciones, respecto deaquellos actos y contratos que sean necesarios para el cumplimiento delobjeto y atribuciones establecidas en la presente ley.El artículo 5: Son funciones y atribuciones del Banco Central las siguientes:Inc. 4: Actuar como banquero de los bancos y de las demás instituciónesfinancieras, de acuerdo con las normas dictadas por el consejo Directivo delBanco.Inc 5: Dictar y ejecutar la política de administración de sus reservas interna-cionales.Inc 6: Asumir la representación del estado en materia financiera, en talcarácter celebrar y ejecutar las transacciones que se deriven de laparticipación de aquel en los organismos financieros internacionalespertinentes. El Banco Central tendrá a su cargo la participación y represen-tación del Estado en cualquier organismo internacional, que involucrerelaciones propias del Banco y, consecuentemente, podrá celebrar con dichosorganismos todas las operaciones que los convenios autoricen”.El Artículo 6: El Banco Central tendrá las facultades para contraer directa-mente obligaciones derivadas de préstamos internacionales destinados alfortalecimiento de la balanza de Pagos o al desarrollo institucional del banco.En estos casos, el banco central será responsable de presupuestar y efectuarlos pagos correspondientes con sus propios recursos. Así mismo, el BancoCentral. Así mismo el banco, mediante acuerdo presidencial, podrá suscribircréditos en representación del Gobierno de la República, en su carácter deagente financiero del mismo.Artículo 18: Al consejo directivo, le corresponde determinar la políticamonetaria y cambiaria del estado, de conformidad con los términos del artículo4 de esta ley, así como dirigir la ejecución de la política“, el artículo 19: ElConsejo directivo tiene las siguientes atribuciones:Inc 5: Fijar, modificar y reglamentar los encajes legales.Inc 6: Dictar la política de tasa de interés, así como las demás condiciones ytérminos que regirán en las operaciones crediticias del banco.Inc 7: Determinar los términos y condiciones de las emisiones de títulos, asícomo condiciones generales de las operaciones de mercado abierto quecorresponda ejecutar.El arto 36: El Banco central podrá celebrar, en su propio nombre o en repre-sentación y por cuenta y orden del gobierno, acuerdos o cualquier otra clasede contratos con otros bancos centrales o instituciónes públicas, privadas, denaturaleza similar establecidas en el exterior. 141
  • 142. !El arto 45 establece que: El Banco Central podrá fijar encajes bancariosmínimos consistentes en ciertos porcentajes de los depósitos y otras obliga-ciones con el público que tuvieran a su cargo los bancos y las entidadesfinancieras. Estos encajes podrán ser en dinero efectivo o en valores delBanco Central, en la forma que determine su Consejo Directivo. El BancoCentral está facultado para reconocer intereses sobre el monto de los encajesque excedan del límite que fije su Consejo directivo, las sumas que conformanel encaje exigido a los bancos y entidades financieras, son inembargables yno estarán sujetas a retención ni restricción alguna.En el artículo 49: Establece una limitación importante para el Banco Centralque es que no podrá conceder crédito, avales o donaciones a entidadespúblicas no financieras.En el arto 52: Los créditos vigentes que hayan sido concedidos a lasentidades públicas no financieras diferentes del gobierno de la República, secancelará en la fecha de su respectivos vencimientos y no podrán prorrogarsey renovarse.En el arto 53: Establece que el banco central podrá desempeñar las funcionesde agente financiero del estado y todos aquellos relacionados con el registro,control y manejo de su deuda externa, en nombre y por cuenta del gobiernode la República, dentro de los términos que se establezcan de comúnacuerdo, siempre que sean compatibles con la naturaleza y propósitos funda-mentales del Banco.La Superintendencia de Bancos y otras Instituciónes FinancierasTiene cuatro Intendencias especializadas: 1. Intendencia de Bancos y otras Instituciónes Financieras. 2. Intendencia de Valores. 3. Intendencia de Seguros. 4. Intendencia de Almacenes generales de Depósitos.Además de estas Intendencias, el consejo Directivo, de la Superintendencia, asolicitud del superintendente, tendrá la facultad de autorizar la creación yorganización de otras intendencias.Corresponde al Consejo directivo de la Superintendencia: • Dictar normas generales para fortalecer y preservar la seguridad y confianza del público en las instituciónes bajo la supervisión, inspec- ción, vigilancia y fiscalización de la Superintendencia. • Dictar normas generales para evitar o corregir irregularidades o faltas en el funcionamiento o las operaciones de las instituciónes Financieras que, a juicio del Consejo Directivo, pudieran poner en peligro los 142
  • 143. ! intereses de los depositantes, la estabilidad de alguna institución a la solidez del sistema financiero. • Aprobar normas generales que aseguren el origen lícito del capital de las Instituciónes financieras y para prevenir el lavado de dinero y otros activos dentro del sistema financiero y los sectores vinculados, tales como emisores de tarjetas de crédito, agencias de bienes raíces, arrendadoras de vehículo y prestamistas. • Aprobar normas generales sobre capital requerido, grupos financieros y operaciones, contratos y transacciones con partes relacionadas, de conformidad con las leyes financieras. • Aprobar los criterios generales de evaluación y clasificación de los activos de riesgo, las pautas para la construcción de reservas y provisiones, las condiciones para distribución de utilidades y todo lo relacionado a las agencias de clasificación de riesgo y pérdida de valuadores. • Emitir las normas necesarias para impedir actividades u operaciones que perjudiquen a terceros, o propicien la concentración de riesgos, en consecuencia podrá, entre otros: a) establecer las disposiciones reglamentarias para hacer efectivos los límites máximos de crédito e in- versión individual, aplicables a los bancos e instituciónes financieras no bancarias. b) establecer regulaciones en materia de obligaciones contingentes) establecer las reservas de capital que en general o por categorías de instituciónes sean requeridas. d) Fijar el monto de reservas generales para saneamiento de cartera e inversiones. • Emitir las normas generales necesarias tendientes a evitar que las instituciónes que se encuentran bajo su jurisdicción se dediquen a la realización de actividades para las que no fueron autorizadas. • Conocer de la situación general del sistema financiero y la situación particular de las instituciónes bajo la supervisión, inspección, vigilancia y fiscalización de la superintendencia. • Ordenar la intervención de cualquier entidad sometida a la Vigilancia de la Superintendencia o solicitar la disolución o liquidación de ésta según corresponda, en el caso en que habiendo incurrido dicha entidad en una de las causales que harían obligatorio para la superintendencia dichas medidas, éste se haya negado a ejecutarla cuando el Consejo se lo haya formalmente solicitado. • Supervisar los bancos, instituciónes financieras no bancarias y grupos financieros, a través de inspecciones, análisis de estados financieros, transacciones y relaciones entre empresas del grupo, tanto nacionales como extranjeros.De todo lo antes expuesto partiendo de un análisis de la realidad y de laopinión de los entrevistados se puede deducir que existen leyes que leproporcionan las herramientas técnicas y jurídicas al Banco Central y a la 143
  • 144. !Superintendencia de bancos para controlar, proteger la industria crediticia enNicaragua, pero que existen vacios jurídicos tales como: • Corresponde al Banco Central establecer la tasa de interés que se cobrará el crédito otorgado, según lo dicte el Banco Central en el cual establece en el arto 18 de la ley de ver y constatar: ……. un “criterio de promedio ponderado” este concepto según especialistas entrevistados es un concepto vago que se presta a demasiada discrecionalidad y no corresponde un concepto técnico. • En el arto 8 de la ley SIB establece las intendencias que funcionarán en el seno de esta institución, pero se nota ausencia de la creación de una intendencia de las IMFs, es prudente considerar una reforma en el que se incluya una intendencia de las IMFs, uno de los argumentos de la SIB es que solamente la supervisarían si captaren fondos del público, opinión que cada día demuestra alejarse de la realidad por el desarrollo de la industria micro financiera, en algunos países son IMFs y son controladas por la SIB, el proceso de que sean controladas es un proceso gradual que tendrán que asumir las IMFs y la SIB misma.C) Instituciónes de Supervisión de la Industria micro financiera.LA SUPERINTENDENCIA DE BANCOS Y DE OTRAS INSTITUCIÓNESFINANCIERASLEY N0 552 Y LEY N0 576:Artículo 1: La presente Ley tiene por objeto regular el funcionamiento de laSuperintendencia de Bancos y de Otras Instituciónes Financieras, que enadelante se denominará simplemente “La Superintendencia”, InstituciónAutónoma del estado con plena capacidad jurídica para adquirir derechos ycontraer obligaciones respecto de aquellos actos o contratos que son nece-sarios para el cumplimiento del objetivo establecido en la presente ley. Paratodos los efectos legales debe entenderse que la existencia jurídica de lasuperintendencia creada por la ley número 125 del veintiuno de marzo de milnovecientos noventa y uno y publicado en la gaceta, diario oficial Número 64del diez de abril del mismo año, ha permanecido sin solución de continuidaddesde la entrada en vigencia de la ley número 125 mencionada anteriormente.Artículo 2: La Súper Intendencia velará por los intereses de los depositantesque confían sus fondos a las Instituciónes Financieras, legalmente autorizadaspara recibirlos, y preservar la seguridad y confianza del público en dichasinstituciónes, promoviendo una adecuada supervisión que procure su solven-cia y liquidez en la intermediación de los recursos a ellos confiados.La Superintendencia tiene a su cargo autorizar, supervisar, vigilar y fiscalizarla constitución y el funcionamiento de todos los bancos, sucursales y agenciasbancarias que operen en el país, ya sean entidades estales o privadas,nacionales o extranjera que se dediquen habitualmente en forma directas o 144
  • 145. !indirectas a actividades de intermediación entre la oferta y la demanda derecursos financieros o a la prestación de otros servicios bancarios.La superintendencia también autorizará, supervisará, vigilará y fiscalizará lasinstituciónes financieras no bancarias, que operen con recursos del público enlos términos establecidos en la Ley General de Bancos, InstituciónesFinancieras no Bancarios, y grupos financieros. La Superintendencia tambiénautorizará, supervisará, vigilará y fiscalizará las Instituciónes Financieras nobancarias, que por leyes especiales corresponda regular su funcionamiento.La superintendencia ejercerá en forma consolidada la supervisión, vigilancia yfiscalización de los grupos financieros, así como las demás facultades que lecorresponden en relación on tales grupos, en los términos previstos en la ley.En el capítulo II se establecen las atribuciones de la SIB en el Arto 3 que a laletra dice: para el cumplimiento de sus fines, la superintendencia tendrá lassiguientes atribuciones: • Resolver las solicitudes presentadas por personas naturales o jurídicas, nacionales o extranjeras para constituir y poner en operación nuevos bancos, sucursales y agencias bancarias y demás instituciónes a que se refiere el artículo anterior. • Supervisar, inspeccionar, vigilar y fiscalizar el funcionamiento de todas las entidades bajo su ámbito de acción. • Regular la suficiencia de capital, la concentración de crédito, de crédito el crédito a partes relacionadas y la clasificación y aprovisionamiento de cartera. • Hacer cumplir las leyes especiales y generales y las normas reglamen- tarias que rijan para la constitución, transformación, disolución y liqui- dación de las instituciónes sujetas a su supervisión, inspección, vigilancia y fiscalización. • Resolver la intervención de cualquier Banco o entidad financiera no bancaria, en los casos contemplados por la Ley. • Solicitar la liquidación forzosa de cualquier Banco o entidad financiera no bancaria, bajo su supervisión, inspección, vigilancia, y fiscalización, en los casos contemplados por la ley le atribuye esa facultad. • Hacer cumplir las disposiciones a que las entidades supervisadas, inspeccionadas vigiladas, y fiscalizadas estén obligadas conforme a la presente Ley, la Ley del Sistema de garantía de depósitos, la ley orgá- nica del banco central de Nicaragua y las normas que se deriven de éstas, e imponer las sanciones de carácter administrativo por el incumplimiento a dichas leyes y normas. • Hacer del conocimiento público el nombre o denominación social de las entidades sometidas a su supervisión, inspección, vigilancia y 145
  • 146. ! fiscalización, de acuerdo con el artículo 2 de esta ley y los cargos que ostentaren. • Requerir de los bancos y demás instituciónes supervisadas, inspec- cionadas, vigiladas y fiscalizadas, los informes e informaciones que necesite para el cumplimiento de sus funciones. • Inspeccionar regularmente las instituciónes que le corresponda, vigilar y realizar arqueos y otras verificaciones convenientes por medio del personal de la superintendencia o el debidamente contratado para tal efecto. En este caso el personal está obligado a observar el sigilo bancario, so pena de responsabilidades civiles y penales según el caso. Estas inspecciones, arqueos y verificaciones deberán realizarse por lo menos una vez al año y podrán llevarse a cabo sin previo aviso a las instituciónes a inspeccionar. • Declarar sin valor legal y sin efectos societarios y jurídicos los nombramientos de los Directores, del gerente general o del Principal ejecutivo y del Auditor Interno de las instituciónes Financieras sujetas a su supervisión, inspección, vigilancia y fiscalización si no llenan los requisitos de Ley. Así mismo podrá ordenar la destitución de los Directores y funcionarios de las instituciónes sometidas a su competen- cia, por irregularidades cometidas en el ejercicio de sus funciones de conformidad con esta ley, todo sin perjuicio de las responsabilidades civiles o penales que correspondan. • Impartir a las instituciónes sujetas a su supervisión, inspección, vigilancia y fiscalización, las instrucciones necesarias para subsanar las diligencias o irregularidades que se encontraren y adoptar las medidas que sean de su competencia para sancionar administrativamente y corregir las infracciones que se hubieren cometido.Ley Del Sistema De Garantía De Depósitos(Ley del Sistema de Garantía de Depósitos, Gaceta No. 168 del 30/08/05, y sureforma, ley no 563 ley de reforma a la ley No 551, Ley del Sistema deGarantía de Depósitos, Gaceta, Diario oficial No 229 del 25/11/05).Establece los siguiente: Según el arto 1 establece el objeto de la ley , dice: Lapresente ley tiene por objeto la regulación del Sistema de Garantía deDepósitos de las Instituciónes financieras, con el fin de garantizar la restituciónde los depósitos de ahorro, depósitos a la vista, depósitos a plazo o a término,de las personas naturales o jurídicas, conforme a los procedimientos queestablece esta ley. La presente ley regula también los procesos de inter-vención y liquidación forzosa de los activos de las entidades financierasmiembros del Sistema de Garantía de Depósitos.La ejecución de la intervención corresponde al Fondo de Garantía deDepósitos de conformidad a lo establecido en esta Ley. El proceso deliquidación forzosa corresponderá ejecutarlo a la Unidad de gestión y Liqui- 146
  • 147. !dación de Activos creada en la presente Ley, proceso que estará bajo lasupervisión del presidente del fondo de Garantía de Depósitos. Los procesosde intervención y liquidación de las entidades miembros del Sistema deGarantía de Depósitos indicados en el párrafo precedente, se regirán enprimer término, conforme lo establecido en la presente Ley y supletoriamentepor el Código de Comercio y demás leyes aplicables a las sociedadesanónimas, en cuanto no estuvieran modificadas por la presente ley,Al final de este artículo establece que Las disposiciones contenidas en lapresente Ley, así como las resoluciones emanadas y los actos realizados porlos órganos indicados en ésta durante los procesos de restitución de losdepósitos, intervención y liquidación, son de orden público.EL INFOCOOPLey General De CooperativasEn el artículo 113 establece: Créase el Instituto Nicaragüense de FomentoCooperativo, cuya denominación podrá abreviarse como INFOCOOP y paralos efectos de la presente Ley y su reglamento se entenderá como laAutoridad de Aplicación. El INFOCOOP se constituye con personalidadjurídica propia, con autonomía administrativa y funcional cuya función principales la de ser el organismo rector de la política nacional de protección, fomentoy desarrollo cooperativo. Además de la regulación, suspensión, supervisión ycontrol de las cooperativas. Tendrá como objetivo principal fomentar,promover, divulgar y apoyar el movimiento cooperativo a todos los niveles.Tendrá su domicilio legal en la ciudad de Managua, pudiendo establecerdelegaciones u oficinas en los departamentos del país.D) Perspectivas y restriccionesEn el caso de las ONGs que se han especializado, y han crecidoexponencialmente hasta llegar a ser la industria de microfinanzas másdestacadas de Centroamérica, la ley no ha podido resolver los aspectosrelacionados con el esquema de supervisión, la restricción para la captaciónde recursos del público, el capital mínimo y otras operaciones de carácterpasivo y activo (como fideicomisos, fondos de garantía, arrendamientosfinancieros, factoreo, etc.).Por tanto, mientras se finaliza la aprobación total de la Ley Especial deMicrofinanzas, estas ONGs se rigen por las dos leyes anteriores, que son laLey General de Personas Jurídicas sin Fines de Lucro (1992) y la Ley dePréstamos entre Particulares (1994).Al estar las ONG´s afectadas por la Ley de Préstamos entre Particulares, lacual impone un techo legal a la tasa de interés nominal, estas instituciónesoptan por mantener el precio de los recursos que ofertan, a través de otrosmecanismos como comisiones por capacitación y otras figuras que, en 147
  • 148. !muchos casos, el costo imputado por esos conceptos resulta mayor que latasa nominal establecida, lo cual crea problemas de transparencia en laasignación de costos, en el registro de los datos y en la información engeneral, con las consecuentes desventajas que representa, al dificultar lainterpretación real de la información que se produce.El no contar con un marco legal adecuado, no permite aprovecharoportunidades que facilitarían el acceso a recursos. Actualmente, tanto ONGsde microfinanzas como Cooperativas de Ahorro y Crédito no tienen acceso aalgunos fondos, por no ser pequeñas y además no supervisadas. Tal es elcaso de los fondos del FNI, cuya Ley prohíbe prestarle a instituciónes noreguladas.Uno de los objetivos de mejorar el marco legal es que las instituciónes que seacogiesen a este régimen, pudiesen acceder a este tipo de fondos, y a lasfacilidades para obtener líneas concesionales favorables, para ofrecerservicios a sectores meta que requieren de financiamiento a precios másfavorables.La Financiera Nicaragüense de Inversiones se encuentra también limitada, alestar impedida por ley, de colocar fondos de forma directa en las instituciónesno reguladas. Por tanto, con el fin de intermediar fondos hacia sectores noatendidos por la banca regulada, algunos acreedores y/o donantes hanaccedido a conformar fideicomisos de carácter especial, con el fin de poderprestar a las instituciónes que tienen acceso a la clientela, creando el efectoadverso de desestimular que esta institución, estatal y de desarrollo, puedaprofundizar sus servicios al segmento meta que lo requiere y que es de interésnacional.Han existido iniciativas de modificar a la FNI en diferentes aspectos, partiendode aspectos jurídicos que tienen que ver con su estructura de propiedad, susfunciones y su campo de acción, lo que estaría aún en proceso de definir.Por otro lado, existen actualmente en el sector financiero ampliado, dosCentrales de Riesgo, cuyo objeto es proporcionar información a sus miembrossobre los clientes morosos que caen en las escalas más bajas de calificaciónen cuanto a mora. Una de las Centrales es la que está bajo el control de laSIBOIF y sirve de información a las entidades del sistema bancario, pero conlas restricciones propias del caso, como no violar el sigilo bancario; la otraCentral es la que está bajo control de ASOMIF, manejando información de susasociadas, también en forma restringida.Hay instituciónes que se dedican fundamentalmente a proveer créditos a lasPYMES, y que pertenecen al sistema bancario supervisado, por cuya razón noparticipan en la Central de ASOMIF (independientemente que no sean aso-ciadas), impidiendo a otras entidades, conocer casos de clientes morosos,cuyos créditos terminan afectando la cartera de estas entidades. En estesentido, la información valiosa sobre la idoneidad de un cliente para ser sujetode crédito, no se obtiene siempre, a pesar de existir. Toda la clientela de las 148
  • 149. !cooperativas no se captura por parte de estas y, no es posible tampococonocerla.Recomendaciones de los actores claves. 1. Que el anteproyecto de ley se discuta en lo particular hasta el próximo año, por ser este un año electoral. Este anteproyecto de ley el de las micro financieras se volvió una ley muy controversial, sería lo mejor una reforma a la ley de sociedades financieras y entonces podríamos encontrar una salida. 2. Que quede estipulado en la ley de las micro financieras la captación de fondos del público y que sea regulada, hasta hoy en el anteproyecto de la ley de fomento y regulación a las IMFs les prohíbe en el arto. 20 inciso a. 3. Que el porcentaje que las IMFs podrán captar del público, es decir los ahorros tenga un límite, es decir una cifra determinada y cerrada para que no se preste a abusos. 4. Otra alternativa sería pensar en proporcionarles al FOGADE (Fondo de Garantía de depósitos) estas atribuciones, si se sigue en estos vaiven- es de someter la ley de fomento y regulación de las microfinanzas a la Agenda Política, siempre se van a mantener tensiones. 5. Crear la Intendencia de Supervisión de las Micro financieras que dependan directa y exclusivamente de la SIB. 6. En el anteproyecto de ley que está en proceso de discusión en lo particular no debe existir techo en la tasa de interés, debe ser tasa libre, ver el arto 19 inc 6, ley orgánica del banco central de Nicaragua. No está claro como se define el interés ponderado. 7. En la ley fomento y regulación de las micro financieras (aprobada en lo general) en el arto 26 establece la cobertura de costos y en el que dice que los costos de la supervisión y operación de la secretaría de la Comisión reguladora serán por cuenta de las entidades micro finan- cieras, mediante la aplicación de un parámetro o método de asignación que determine la Comisión reguladora, con base en proyecciones del periodo presupuestado, algunos de los entrevistados señalan que la regulación es muy costosa y proponen: 1- la regulación es muy costosa se debe adecuar el sistema de normas para la regulación 2- En lugar de ser una supervisión in situ que sea delegada a firmas de auditoría especializada 3- Antes de contratar la firma especializada se deben elaboran los tdr, y decidir que deben examinar o ampliar el alcance es decir como incluir la sanidad de la cartera, liquidez etc.” . 8. Mantener el techo del capital mínimo en US$ 200,000 y no US$ 500,000 como propone el Banco Central; este dinero no se podrá utilizar para crédito, sino para el patrimonio social. Las sanciones que establece el anteproyecto de las IMFs son muy elevadas ya que los 149
  • 150. ! miembros de las Juntas Directivas, no devengan ninguna dieta, lo que provocaría es que se retiren de las Juntas.9. Debe repensarse las actividades del leasing y de factory que propusier- on fueran incorporadas y que fueron quitadas por los diputados.10. Que tomen en cuenta las recomendaciones que las intermediarias fin- ancieras presentaron a través de ASOMIF. 150
  • 151. !Anhang 11: Matrix – gesetzlicher Rahmen für Finanzinstitutionen in Nikaragua135 General Participation in the Financial Services Market No. of institutions No. of clients Total Assets DepositsBanksBanks 6 (information in this row from US$ 1,838,789,054 US$ 1,459,604,038.2 World Bank Global Banking Law (2001) (2001) Database)Non-bank Financial InstitutionsNon-bank 3 (information in this row fromFinancial Superintendency of Banks andInstitution Other Financial Institutions)Cooperatives/Credit UnionsCooperatives 17 (information in this row from US$ 4,006,109 World Council of Credit Unions) (2001)Non-profit institutionsNon-profit 318 (as of Dec. 2003) (Vega 391,600 Portfolio: US$ 159.5 millionMFIs 2005) (Vega 2005) (Vega 2005)135 Für die Erstellung der nachstehenden Matrix wurde eine namhafte Rechtsexpertin aus Nikaragua, Msc. Oglacela Aleman B., verpflichtet. Die Matrix stellteine Zusammenfassung ihrer Analyse dar welche im Rahmen des gegenständlichen OeEB-Projektes vom Studienleiter in Nikaragua in Auftrag gegebenwurde. 151
  • 152. ! General Approach to Regulating Legal basis for Definition or description Regulator(s) and role of Activity that determines regulating of institution regulator(s) required regulatory statusBanksBanks General Law for Financial intermediaries Superintendency of Banks and Accepting deposits from the Banks, Non-Bank with resources obtained other Financial Institutions An public (See GL, Art. 2) Financial Insti- from public deposittaking or autonomous state institution that tutions and Finan- any other securities. (See is responsible for authorizing, cial Groups (GL) GL, Art. 2) supervising, regulating and 1999 Commercial inspecting all institutions engaged Code Law for the in financial intermediation. (See Superintendency Superintendency Law, Art. 2) of Banks and other Financial Institutions (Superintendency Law) 1999Non-bank Financial InstitutionsNon- GL Commercial Non-banking institutions Superintendency of Banks and Providing loans (See GL, Art.bank Code Superinten- that provide brokerage and other Financial Institutions An 126)Financial dency Law financial intermediation autonomous state institution thatInstitution services with resources ob- is responsible for authorizing, tained from public supervising, regulating and deposittaking. (See GL, Art. inspecting all institutions engaged 126) in financial intermediation. (See Superintendency Law, Art. 2) 152
  • 153. !Cooperatives/Credit UnionsCooperatives General Engage in financial The General Directorate of Receiving deposits from and Cooperative Law activities; receive savings Cooperatives (Department for the providing loans to its 1971 (Coop Law) deposits, provide loans Promotion of the Cooperative members. (See Coop Law, Agricultural and and discounts to its mem- Movement) under the Ministry of Art. 9) Agroindustrial bers through lowinterest Labor supervises cooperatives Cooperative Law, payments. (See Coop and the Ministry of Labor issues 1990; Law, Art. 9) regulations with the advice from Regulations of the Permanent Advisory the General Commission. (See Coop Law Cooperative Law, Arts. 19-21) 1975Non-profit institutionsNon-profit Special Law for Not-for-profit foundations When law is ratified, Regulatory Providing small loans to theMFIs Microfinance or associations whose Commission for Microfinance manufacturing, retail and Associations principal function is to Entities under the Superinten- service sectors. (See Special (Special Law) extend small loans to both dency of Banks and other Law Art. 1) (Approved in Jan. urban and rural natural Financial Institutions will be 2004 but not yet and legal persons that responsible for overseeing MFI ratified) Law engage in manufacturing, compliance with norms, statutes 147/92 - General production, retail and ser- and regulations. It will also be Law for Non- vice activities. Non- responsible for creating and Profit Legal deposit-taking. (See administrating the Registry for Entities Special Law, Art. 1) Microfinance Associations. (See Special Law, Arts. 23&24). 153
  • 154. ! Organizational Registration Laws and Agency Required legal regulations Restrictions on Costs of registration administering form of governing ownership (money and time) registration organization registrationBanksBanks General Law for Public Mercantile Corporation (See No shareholder can own Registration takes up to Banks, Non-Bank Registry (See GL, GL, Art. 3) more than 20% of the 240 days and costs 1% Financial Institutions Art. 6) bank’s social capital, of the minimum capital. and Financial except the State of Nica- (See GL, Art. 4, Sec. 3 Groups (GL) 1999 ragua and domestic or & Art. 5) Commercial Code foreign legal persons that are legally authorized to engage in the business of finance or whose sole objective is to hold bank and NBFI shares. (See GL, Art. 3)Non-bank Financial InstitutionsNon- General Law forbank Banks, Non-BankFinancial Financial InstitutionsInstitution and Financial Groups (GL) 1999 Commercial Code 154
  • 155. !Cooperatives/Credit UnionsCooperatives General Cooper- National Cooperative Limited No person can be a Thirty days (See Co- ative Law 1971 Registry within the Depart- liability and member if they have a op Law, Art. 25). (Coop Law) Agri- ment for the Promotion of variable capi- for-profit motive and no cultural and Agro- the Cooperative tal person may belong si- industrial Cooper- Movement. (See Coop. cooperative multaneously to more ative Law, 1990; Law, Art. 25) with more than one cooperative Regulations of the than 10 engaged in the same General Coopera- members. activity. No one tive Law, 1975 (See Coop member can own more Law, Arts. than 10% of the coop’s 2(d) (e)&4) social capital. (See Coop Law, Arts. 29, 30 & 51)Non-profit institutionsNon-profit Law 147/92, Gen- Registry for Non- Not-for profit Registration takes upMFIs eral Law for Non- Profit Legal foundation or to 45 days and MFIs Profit Legal Enti- Entities under the association must pay at least ties Special Law Governing (See Special 60% of the minimum for Microfinance Ministry. (See Law, Art. 1) social equity capital to Associations Special Law, Arts. initiate activities. (See (Special Law) 2&3) Special Law, Arts. (approved in Jan. 3(f)&4) 2004 but not yet ratified) 155
  • 156. ! Licensing Requirements and Standards Feasibility Audit of Proposed Founders, Standards for ownership officers study/business plan Owners, OfficersBanksBanks Members of the Board can be shareholders or non- Required (See GL, Art. 4, shareholders, legal or natural persons. Natural Sec. 2) persons and representatives of legal entities must be at least 25 years old with good reputation and professional competency. Cannot hold delinquent debts or be declared bankrupt; be the spouse or relative of another Board member; be the director, manager, officer or employee of the bank or any other bank; have been sanctioned in the previous 15 years for bankrupting a bank or prejudicing a bank by altering the financial status. (See General Law for Banks, Non-Bank Financial Institutions and Financial Groups (GL) 1999, Art. 30) 156
  • 157. !Non-bank Financial InstitutionsNon- Members of the Board can be shareholders or non-bank shareholders, legal or natural persons. NaturalFinancial persons and representatives of legal entities mustInstitution be at least 25 years old with good reputation and professional competency. Cannot hold delinquent debts or be declared bankrupt; be the spouse or relative of another Board member; be the director, manager, officer or employee of the bank or any other bank; have been sanctioned in the previous 15 years for bankrupting a bank or prejudicing a bank by altering the financial status. See GL, Arts. 128 & 30)Non-profit institutionsNon- Directors may be natural or legal persons. Natural Copy of audited financial statementsprofit persons and representatives of legal entities must showing the financial capability,MFIs be 25 years of age with good reputation and solidity and solvency of the previous professional competency. Cannot be a director if year. (See Special Law Art. 5(c)) declared insolvent or bankrupt or have been sanctioned in the past 15 years for prejudicing a financial institution as the director or principal executive; was the director, manager or officer within the last 10 years of an institution forced to liquidate; is the director, officer, manager or employee of the MFI or another MFI or of a commercial bank; and the spouse or relative of another Board member. (See Special Law for Microfinance Associations (Special Law), Art. 13) 157
  • 158. ! Capital and Reserves Minimum capital Risk- Loan loss Reserves, Minimum Forms of capital adequacy/gearing weighting of provisioning, Liquidity capital recognized ratios assets write-off requirementsBanksBanks Minimum Cannot be less than Primary capital and Risk weighted Losses shall be Must set aside in a capital is 10% (See GL, Art. secondary capital Pri- assets include covered first by Capital Reserve about US$ 7.5 19) mary capital: The bank’s loans or credit the special re- fund at least 15% million social capital plus the securities serves, if any, of net profits. Must (120,000,000 non-available reserves, including then by capital also set aside any NC). accumulated profits, corporate reserves and other reserves minus any contingent bonds; finally, by the stipulated by the provisions and any financial in- bank’s capital. Superintendency. prudential norm vestments, (See GL, Art. 24) (See GL, Art. 22) stipulated by the Super- other assets intendency. Secondary and contin- capital: Subordinated gent liabilities. debt with an expiration of Does not more than five years, include se- convertible to capital, curities issued plus any other by the internationally Nicaraguan recognized debt government or instruments. (See GL, the Central Art. 20) Bank. (See GL, Art. 21) 158
  • 159. !Non-bank Financial InstitutionsNon- Cannot be less Primary capital and Risk weighted Losses shall be Must set aside inbank than 10% (See GL, secondary capital assets covered first by a Capital ReserveFinancial Arts. 128&19) Primary capital: The include loans the special reser- fund at least 15%Institution bank’s social capital or credit se- ves, if any, then of its net profits. plus the non-available curities inclu- by capital Must also set reserves, accumulated ding corpo- reserves and aside any other profits, minus any rate bonds; finally, by the reserves contingent provisions financial in- NBFI’s capital. stipulated by the and any prudential norm vestments, (See GL, Arts. Superintendency. stipulated by the other assets 128 & 24) (See GL, Arts. Superintendency. Se- and conting- 128 & 22) condary capital: Sub- ent liabilities. ordinated debt with an Does not in- expiration of more than clude securi- five years, convertible to ties issued by capital, plus any other the Nicara- internationally guan govern- recognized debt ment or the instruments. (See GL, Central Bank. Arts. 128&20) (See GL, Arts. 128 & 21) 159
  • 160. !Cooperatives/Credit UnionsCooperatives Losses shall be Because cooper- covered by the atives are not-for- reserve fund. profit, any profits (See Coop Law, made shall go to- Arts. 52& 53) wards a reserve. At no time can the percentage applicable to the reserve fund be less than 10% of the net profits. (See Coop Law, Art. 52)Non-profit institutionsNon-profit Minimum Losses shall be Must set aside inMFIs equity is US$ covered first by an Equity Reser- 200,000. (See special reserves, ve fund at least Special Law for if any, then by 50% of its net Microfinance the equity profits. Once this Associations reserve and then fund is establish- (Special Law), by the MFI’s own ed, any other Art. 6) A social equity. special reserves proposed (See Special can be formed. amendment to Law, Art. 9) (See Special Law, the law would Art. 8) raise this to US$ 500,000. (Vega 2005) 160
  • 161. ! Risk Management Guidelines Guidelines & restrictions on Guidelines & restrictions on Concentration of Connected/insider financial services interest rates risk businessBanksBanks Permitted: On-site, savings or Can liberally apply interest Credits to related parties term deposits; provide credits in rates in contracts entered into cannot exceed 15% of domestic and foreign currency; with clients. (See GL, Art. 46) bank’s capital. Related accept letters of credit; provide parties include: sharehol- leasing; issue credit and debit ders, either persons or cards and traveler’s checks; entities, that own more than provide guarantees; currency 5% of the bank’s paid in exchange; participate in the capital, Board of Director secondary mortgage industry; members, spouses and engage in the negotiation of relatives. derivatives, negotiable (See GL, Art. 50) instruments and international business operations. (See target="_blank">General Law for Banks, Non-Bank Financial Institutions and Financial Groups (GL) 1999 , Arts. 40&47) Prohibited: Insurance (See GL, Art. 51(8)) For a more complete listing of prohibited functions, not necessarily services, see GL, Art. 51. 161
  • 162. !Non-bank Financial InstitutionsNon-bank Permitted: Provide credits in Can liberally apply interest Credits to related partiesFinancial domestic and foreign currency. rates in contracts entered cannot exceed 15% of theInstitution (See GL) into with clients. (See GL, NBFI’s capital. Related Arts. 128 & 46) parties include: share- holders, either persons or entities, that own more than 5% of the NBFI’s paid in capital; Board of Director members; spou- ses and relatives. (See GL, Arts. 128 & 50)Cooperatives/Credit UnionsCooperatives Permitted: Receive savings Interest rates must be stated deposits, provide loans and in the credit union’s bylaws. discounts to its members The institution must through low interest payments. recognize limited interest on (See General Cooperative Law its capital. 1971 (Coop Law), Art. 9) Prohibited: Cannot engage in the above services with non- members. (See Coop Law, Art. 9) 162
  • 163. !Non-profit institutionsNon- Permitted: In both domestic and The maximum interest is the Credits to one person Cannot provide loans orprofit foreign currency: provide credits; average of the interest rates or entity cannot guarantees directly or in-MFIs accept and discount letters of charged by the banking sys- exceed 2% of the directly to its directors, exchange; provide guarantees tem, excluding those for credit MFI’s net equity. If officers, employees, their that constitute payment card transactions and the credit is meant for relatives and legal persons obligations; engage in investment overdrafts. Proposed the purchase of whose directors, officers or in conformity with its objectives; amendments to the 2004 Law productive fixed relatives hold direct or and administer funds from other would lift this ceiling. (Vega assets, the maximum indirect ties with the MFI. non-profit MFIs or financial 2005) amount shall be 3% (See Special Law, Art. 20(d)) development entities whether of the MFI’s net foreign or national that engage in equity. (See Special programs for cooperation. Can Law, Art. 18) also provide loans and accept donations;can access state credit funds. (See Special Law for Microfinance Associations (Special Law), Art. 17) Prohibited: Cannot accept deposits from the general public; the distribution of surpluses is prohibited (See Special Law, Art. 20) 163
  • 164. ! Reporting and Supervision Depositor protection Supervision Disclosure and reporting mechanisms (e.g., deposit Supervision Method costs and fees requirements insurance or lender of last resort)BanksBanks On and off-site inspections (See Must submit annual financial Deposit Protection system is Law for the Superintendency of statements to the Superinten- funded by the banks and Banks and other Financial dency and must have an annual premia are collected regu- Institutions (Superintendency shareholder meeting to discuss larly (ex ante). The deposit Law) 1999, Art. 3 (8) & (9) and the audited financial statements insurance limit per person is General Law for Banks, Non- and must publish these about US$ 18,946 (302,000 Bank Financial Institutions and statements in a widely circulated NC). Financial Groups (GL) 1999, Art. newspaper. (See GL, Art. 25) 80)Non-bank Financial InstitutionsNon- On and off-site inspections (See Must submit annual financialbank Superintendency Law, Art. 3 (8) statements to the Superin-Financial & (9) and GL, Arts. 128 & 80) tendency and must have anInstitution annual shareholder meeting to discuss the audited financial statements and must publish these statements in a widely circulated newspaper. (See GL, Arts. 128 & 25) 164
  • 165. !Cooperatives/Credit UnionsCooperatives Conduct inspections and Must submit annually the bal- auditing whenever the Depart- ance sheets and operating ment for the Promotion of the statements to the Department. Cooperative Movement, within (See Regulations of the Coop- the Ministry of Labor, deems erative Law) necessary. (See Coop Law, Art. 20(c))Non-profit institutionsNon-profit Non-profit MFIs Must submit to the RegulatoryMFIs shall cover the Commission for MFIs, monthly costs of and annual financial supervision. statements. General Assembly (See Special must hold a yearly ordinary Law, Art. 26) meeting to discuss the audited statements. (See Special Law, Art. 10) Other Relevant Business Legislation Debt Enforcement and CollectionMFI-specificMFI- Law precludes giving up borrowers’ own homes if they are sued for non-payment.specific 165
  • 166. !Anhang 12: Liste der interviewten EntscheidungsträgerListe der zum Thema «Perspektiven und Einschränkungen im Rechtsbereich»(Kapitel 1.4.1.) interviewten Entscheidungsträger: Name Funktion 1 Dr. Alfredo Alaniz Präsident von ASOMIF 2 Lic. Walmaro Gutierrez Abgeordneter im Parlament für Frente Sandinista de Liberación Nacional (FSLN) Mitglied der Wirtschaftskommission der Regierung. 3 Dr. Wilfredo Navarro136 Abgeordneter im Parlament für Partido Liberal Constitucionalista (PLC) Mitlied des Projektteams der Weltbank für die Regulierung des Sektors der Mikrofinanzen 4 Dr. Uriel Cerna Generaldirektor der Súperintendencia de Bancos 5 Msc. Julio Flores Geschäftsführer von FDL 6 Dr. Julio Paniagua Präsident von ACODEP 7 Dr. Juan Jose Rodriguez Generaldirektor der Banco Central 8 Lic. Rosa Pasos Beraterin von MESOAMERICA 9 Lic. Julio Vega Regionaldirektor von PROMIFIN 10 Dra. Sofia Esperanza Direktorin von INFOCOOP Prado Ballesteros 11 Lic. Patricia Padilla Exekutivdirektorin der Asociación Alternativa para el Desarrollo Integral de la Mujer (ADIM) Generalsekretärin im Aufsichtsrat der Asociación de Instituciónes de Microfinanzas de Nicaragua (ASOMIF) 12 Ing. Douglas Aleman Abgeordneter im Parlament für FSLN Repräsentant der Unión Nacional de Agricultores y Ganaderos de Nicaragua (UNAG)136 Lic. Wilfredo Navarro ist als Abgeordneter der Liberal-konstitutionalistischen Partei ErsterSekretär des Parlaments. Versuche eines Interviews mit ihm sind bisher fehlgeschlagen. 166
  • 167. !Anhang 13: Leitfaden der InterviewsFür den Fall, dass das Gesetz zur Förderung und Regulierung der MFI ange-nommen und in Kraft tritt, würden Sie die Schaffung einer Aufsichtsbehörde fürMFI unterstützen? Warum?Welche Aspekte in der Debatte zur Regulierung der MFI, die nicht Teil derGesetzesvorlage für Mikrofinanz sind, halten Sie für wichtig, dass sie darinaufgenommen zu werden?Welche Meinung haben Sie zur Rolle der Zentralbank als die zuständigeInstitution für die Kontrolle der finanziellen Aktivitäten im Land?Welche Meinung haben Sie zur Rolle und den Aufgaben der obersten Banken-aufsicht (SIBOIF) und zu anderen Finanzinstitutionen in Bezug auf Mikro-finanz?Welche Meinung haben Sie hinsichtlich der Gesetzesvorlage für eine nationaleFörderbank für den Sektor der Produktion?Entsprechend dem Gesetz für die Spar- und Kreditkooperativen werden derenSparfonds, Anleger und Geber erfasst. Ist es Ihrer Meinung nach notwendig,dass INFOCOOP und/oder die oberste Bankenaufsicht diese Aktivitätenregelt? Warum?Welche sind Ihre Empfehlungen zum gesetzlichen und regulatorischen Rah-men für Mikrofinanz in Nikaragua?Anhang 14: Hinweis auf die ErgebnisseDie Ergebnisse der Befragung sind in das Kapitel 1.4.1. «Perspektiven undRestriktionen im Rechtsbereich» eingearbeitet worden. Da die Antworten derbefragten Entscheidungsträger zum Teil sehr kritische Bewertungen enthielten,zogen die befragten Personen es vor, nicht direkt zitiert zu werden. IhreKommentare wurden für die Analyse im Bericht aufgezeichnet. 167
  • 168. ! 4.2. Sonstige Anlagen 4.2.1. Relevante StatistikenTabelle 12007: Mesoamerikanischer Ländervergleich MFI ANZAHL % % LÄND- PORTFOLIONETZWERK LAND VON MFI KUNDEN FRAUEN- LICHER IN 000 US$ MITGLIEDER ANTEIL PORTFOLIOREDIMIF Guatemala 20 208.983 118,1 81% 55% ElASOMI 12 73.070 94,1 67% 44% SalvadorREDMICROH Honduras 24 181.770 127,3 71% 41%ASOMIF Nicaragua 19 327.563 193,7 62% 49%REDCOM Costa Rica 21 17.420 52,9 46% 21%REDPAMIF Panama 9 19.992 45,5 41% 48% TOTAL 105 828.798 631,6 61% 43%Quelle: Datos del 2007 REDCAMIF, Boletin de REDCAMIF No. 8 und Memoria anualREDCAMIF 2007.Tabelle 22006: Mesoamerikanischer Ländervergleich ANZAHL % % LÄND- PORTFOLIONETZWERK LAND VON MFI KUNDEN FRAUEN- LICHER IN 000 US$ MITGLIEDER ANTEIL PORTFOLIOREDIMIF Guatemala 20 180.145 111,8 71% 58% ElASOMI 11 64.025 80,0 69% 51% SalvadorREDMICROH Honduras 24 163.746 100,9 69% 46%ASOMIF Nicaragua 20 307.693 178,9 62% 49%REDCOM Costa Rica 21 20.000 45 50% 65%REDPAMIF Panama 9 11.403 12,8 41% 67% TOTAL 105 747.012 529,4 68% 56%Quelle: Memoria anual REDCAMIF 2006.Tabelle 32005: Mesoamerikanischer Ländervergleich ANZAHL % % LÄND- PORTFOLIONETZWERK LAND VON MFI KUNDEN FRAUEN- LICHER IN 000 US$ MITGLIEDER ANTEIL PORTFOLIOREDIMIF Guatemala 20 151.201 87,6 57% 67% ElASOMI 10 57.025 58,2 71% 63% SalvadorREDMICROH Honduras 25 165.879 55,0 72% 30%ASOMIF Nicaragua 21 298.774 149,2 62% 47%REDCOM Costa Rica 22 20.000 41 34% 52% TOTAL 98 692.879 391,0 69% 52%Quelle: Memoria anual REDCAMIF 2005. 168
  • 169. ! Tabelle 4 2007: Aufteilung der Anzahl an MFI-Kunden von ASOMIF-Organisationen sowie Kreditvolumen in USD gegliedert nach wirtschaftlicher Aktivität Andere wirtschaftl. Dienstleistungen Instutution bzw. Forstwirtschaft Organisation Aktivitäten Land- und Wohnbau GESAMT Konsum Handel MKMBACODEP Anzahl 7.407 29.211 1.795 262 5.713 26.546 k.A. 70.934 Kunden USD 7.973.300 18.435.800 2.193.200 204.900 2.327.600 3.158.100 k.A. 34.292.800ADIM Anzahl 8 3.250 k.A. k.A. 61 k.A. k.A. 3.319 Kunden USD 1.500 407.200 k.A. k.A. 16.200 7.700 k.A. 432.700AFODENIC Anzahl 878 801 k.A. k.A. 1.200 1.013 304 4.196 Kunden USD 1.146.600 384.500 k.A. k.A. 3.149.000 370.500 158.500 5.209.100ASODERI Anzahl 28 836 442 62 k.A. 3 263 1.634 Kunden USD 64.200 500.100 251.900 79.900 k.A. 1.500 31.800 929.400CERPRODEL Anzahl 3.897 4.701 k.A. 62 1.148 4.786 k.A. 14.594 Kunden USD 4.746.000 2.162.100 k.A. 59.600 1.218.200 2.116.100 k.A. 10.304.900CSM 20 DEABRIL Anzahl 5.973 1.005 k.A. 17 319 1.465 k.A. 8.779 Kunden USD 8.648.500 1.032.800 k.A. 9.900 404.400 1.287.500 k.A. 11.383.100F 4i – 2000 Anzahl 638 811 107 103 k.A. 230 102 1.991 Kunden USD 310.300 272.600 80.900 33.600 k.A. 52.800 69.300 819.500F JoséNiebrowski Anzahl 4.118 7.428 k.A. k.A. 3.994 3.775 k.A. 19.315 Kunden USD 10.335.600 3.658.500 k.A. k.A. 3.279.800 965.400 k.A. 18.239.400F León 2000 Anzahl 230 4.426 793 416 629 2.708 85 9.287 Kunden USD 447.800 2.964.400 1.179.700 325.600 707.400 636.900 68.800 6.330.700FDL Anzahl 34.658 18.770 715 684 8.962 8.931 k.A. 72.720 Kunden USD 33.433.700 10.500.600 746.900 357.700 4.931.400 3.481.500 k.A. 53.451.800FINCA Anzahl 400 18.368 6.123 357 0 1.483 263 26.994 Kunden 169
  • 170. ! USD 56.700 2.885.600 964.400 57.700 k.A. 1.074.600 41.400 5.080.400FODEM Anzahl 608 4.750 680 562 796 1.047 55 8.498 Kunden USD 1.101.700 2.441.600 440.500 214.300 818.400 319.700 29.700 5.365.900FUDEMI Anzahl 26 2.876 602 302 12 1.476 605 5.899 Kunden USD 35.200 953.500 459.200 131.400 6.100 452.500 291.700 2.329.600FUNDENUSE Anzahl 3.446 4.499 475 408 2.240 4.689 k.A. 15.757 Kunden USD 3.095.400 3.472.700 331.600 288.500 2.286.900 1.780.900 k.A. 11.256.000FUNDEPYME Anzahl k.A. 725 244 258 k.A. k.A. 14 1.241 Kunden USD k.A. 461.200 260.500 296.600 k.A. k.A. 17.600 1.035.900FUNDESER Anzahl 12.176 4.353 505 99 1.686 1.036 108 19.963 Kunden USD 10.191.400 1.757.900 400.100 80.400 918.400 304.800 224.100 13.877.200PRESTANIC Anzahl 7.108 3.616 423 376 809 923 377 13.632 Kunden USD 12.568.400 1.942.100 261.600 201.100 597.600 253.300 386.800 16.210.900PRODESA Anzahl 4.600 2.965 680 192 6.077 4.489 k.A. 19.003 Kunden USD 9.405.500 2.186.500 685.600 127.800 3.376.800 1.825.700 k.A. 17.607.900PROMUJER Anzahl k.A. 17.865 3.526 2.115 108 k.A. k.A. 23.614 Kunden USD k.A. 2.976.100 587.400 352.400 32.400 k.A. k.A. 3.948.400 TOTAL Anzahl 86.199 131.256 17.110 6.275 33.754 64.600 2.176 341.370 Kunden % 25,3% 38,4% 5,0% 1,8% 9,9% 18,9% 0,6% 100% 103.564.80 USD 59.395.700 8.843.500 2.821.500 24.070.700 18.089.600 1.319.700 218.105.500 0 % 47,5% 27,2% 4,1% 1,3% 11,0% 8,3% 0,6% 100% Quelle: ASOMIF, Dezember 2007. 170
  • 171. !Tabelle 5MFI in Nikaragua Gesamtkreditvolumen und Portfolio at Risk Gesamtvol. Durchschnittl. Höhe Portfolio MFI Write-offs Kredit USD der Darlehen USD at RiskACODEP 34.565.014 446 5,5%(Juli 2007)FAMA 32.700.000 761 3,4%(Dez 2007)FDL 1,56% 53.263.569 740 0,77%(Dez 2007) (30 Tage) 2,6%FINCA 4,9% 3.810.990 148 (cartera(Jun 2007) (30 Tage) castigada) 1,4% 0,8%ProCredit 1.289 123.565.026 (alle fälligen (Basis: Kredite(Dez 2007) (2006) Kredite) «at Risk»)ProMujer 8,2% 3.948.000 177(Dez 2007) (30 Tage)BDF 220.933.143 2,75% 3,5%FUNDESER 13.877.000 661 2,9% 2,02%Quelle: MIX/REDCAMIF, 2007.Tabelle 62007: Rentabilität der MFI in Zentralamerika 2007 ROA ROE Rang MFI Land % % 1 Friendship Bridge Guatemala 13,2 17,4 2 Fundación Nieborowski Nikaragua 12,1 42,0 3 FAFIDESS Guatemala 11,6 18,1 4 FUNDENUSE Nikaragua 10,0 22,7 5 CDRO Guatemala 9,1 30,0 6 CRYSOL Guatemala 9,1 20,0 7 FAMA OPDF Honduras 8,7 28,6 8 ASEI El Salvador 7,4 9,5 9 Microfinanciera Prisma Honduras 6,9 12,5 10 FUNDEA Guatemala 6,9 10,2Quelle: MIX/REDCAMIF, August 2008. 171
  • 172. !Tabelle 72007: MFI in Nikaragua mit der besten operativen Effizienz finanzierung Profitabilität adäquanz Sparein- Kapital- Kredite Selbst- lagen ROA MFI ROEACODEP Leverage 121,2% 480% ROE 34,1%(Juli 2007) 3,8 Kostendeckung (Noch) Eigenkapital/ 76,5%FAMA keine Activa 15,4% ROA 2,7% Verwaltungskosten /(Dez 2007) Sparein- ROE 17,4% Aktiva lagen Leverage 6,5 Eigenkapital/ Keine Activa 18.4%FDL 121.44% Sparein- ROA 4,04%(Dez 2007) Kostendeckung lagen Leverage 4,4 97,9% KostendeckungFINCA Leverage 2,3 ROE -7,5% 50,8%(Jun 2007) Verwaltungskosten / Aktiva 76%ProCredit Eigenkapital/ ROA 2,09% 450% Verwaltungskosten /(Dez 2007) Activa 10,4% ROE 17,01% Aktiva 41,5%ProMujer 214.5% ROE -8% Verwaltungskosten /(Dez 2007) Aktiva 5,34% ROA 21,40% OperatingFUNDESER 34,64% ROE Profit Margin 1,93% ROA 6,48% Operating ProfitBDF 83,82% 18,22% 21,19% ROE MarginQuelle: MIX/REDCAMIF und Super Intendencia de Bancos de Nicaragua (FUNDESER, BDF),2008. 172
  • 173. !Tabelle 82007: Effizienz der MFI in Zentralamerika Betriebs- DurchschnittlichesRang MFI Land kosten/Bruttokredit- Betriebsergebnis portfolio pro USD Darlehen 1 Cooperative Juan XXIII Panama 4,3% 3.139 2 PRODESA Nikaragua 5,2% 930 3 FIDERPAC Costa Rica 7,7% 879 4 FOMIC Costa Rica 8,3% 2.888 5 ACORDE Costa Rica 8,6% 1.944 6 CDRO Guatemala 8,6% 1.944 7 FUNDECOCA Costa Rica 8,9% 995 8 ACCOVI El Salvador 9,4% 3.932 9 ADRI Costa Rica 9,6% 11.240 10 Cooperativa 20 de Abril Nikaragua 10,9% 1.238Quelle: Benchmarking en Centroamérica en 2007 del MIX.Tabelle 9Banken in Nikaragua (Kapitaladäquanz) kosten / Netto Verwaltungs- Spareinlagen Eigenkapital einnahmen Betriebs- Kredite / gesamt/ Passiva gesamt BANKEN ROABAC 2,5% 96,5% 12,4% 83,6%BanCentro 2,5% 76,5% 10,4% 50%(Nov 2006)BanPro 2,4% 65,4% 9,4% 58,5%(Jun 07)Banco Uno/CITIBANK 2,9% 97,0% 11,6% 43,9%(Dez 2007)BDF 1,93% 83,6% 10,7% 75,8%(Dez 2007)FINDESABanco de Exito 3,1% 450% 10,1% 58%(Dez 2007)ProCredit 2,09% 214,5% 11,56% 84,23%Quelle: Bankenbilanzen publiziert von Superintendencia Nicaragua, 2007. 173
  • 174. !Tabelle 10Banken in Nikaragua (Portfolio at Risk) Gesamtvolumen Banken Portfolio at Risk Write-offs Kredit 000CBAC 8.646.990 C 2,4% (Basis: Fällige Kredite/Kredite(Dez 2007) 457.512.698 USD gesamt)BanCentro 8.666.920 C 1,7% (Basis: Fällige Kredite/Kredite(Dez 2007) 458.567.196 USD gesamt) 4,6% (Basis at Risk kategorisierteBanPro 9.248.420 C loans) 0,28%(Dez 2007) 489.334.392 USD 2,8% (Basis: Fällige Kredite/Kredite gesamt) 3.676.440 C 10% (Basis at Risk kategorisierte 194.520.634 USDBanco Uno loans) 0,11%(Dez 2007) 4,5% (Basis: Fällige Kredite/Kredite (174 USD gesamt) Durchschnitt)BDF 4.481.960 C 2,4% (Basis: Fällige Kredite/Kredite(Dez 2007) 237.140.740 USD gesamt)FINDESA/ 2.370.400 C 2% (Basis at Risk kategorisierteBanco de Exito 0,72% 125.417.989 USD loans)(Dez 2007) 2.610.618.228 CProCredit 1,44% 0,44% 128.338.000 USDQuelle: Bankenbilanzen publiziert von Superintendencia Nicaragua, 2007.Tabelle 112007 Reichweite von Mikrofinanzinstitutionen in Zentralamerika Anzahl der Brutto Name der Rang Land ausstehenden Kreditport- Kunden MFI Kredite folio in USD Mind. 50% an 1 FDL Nicaragua 79.534 53.262.115 Kleinbetriebe Génesis Mind. 50% an 2 Guatemala 77.941 45.445.497 Empresarial Kleinbetriebe Mind. 50% 3 ACODEP Nicaragua 70.933 34.292.817 Konsumkredite Mind. 50% 4 FINDESA Nicaragua 54.700 125.398.109 Konsumkredite Financiera Mind. 50% an 5 Nicaragua 45.578 31.368.386 FAMA Kleinbetriebe FINCA - Nur 6 Guatemala 41.100 8.448.931 Guatemala Kleinbetriebe Apoyo Mind. 50% an 7 El Salvador 32.779 42.677.285 Integral Kleinbetriebe FINCA - Nur 8 Nicaragua 26.994 5.079.576 Nicaragua Kleinbetriebe Mind. 50% an 9 ENLACE El Salvador 26.098 6.489.733 Kleinbetriebe Mind. 50% an 10 ODEF OPDF Honduras 25.058 22.327.009 Kleinbetriebe 11 FUNDESER Nicaragua 19.963 13.877.000 100% an KMUQuelle: MIX/REDCAMIF, 2008. 174
  • 175. !Tabelle 122007: Durchdringung des Marktes Anzahl der ausstehenden Anzahl der Rang Name der MFI Land Kredite/ Bevölkerung des ausstehenden Landes Kredite 1 FDL Nikaragua 3,2% 79.534 2 ACODEP Nikaragua 2,9% 70.933 3 FINDESA Nikaragua 2,2% 54.700 4 FAMA Nikaragua 1,8% 45.578 5 Apoyo Integral El Salvador 1,3% 32.779 Génesis 6 Guatemala 1,1% 77.941 Empresarial FINCA - 7 Nikaragua 1,1% 26.994 Nicaragua 8 ENLACE El Salvador 1,0% 26.098 ProMujer - 9 Nikaragua 1,0% 24.469 Nicaragua 10 FUNDESER Nikaragua 0,8% 19.963Quelle: MIX/REDCAMIF, 2008.Tabelle 13Zinsenentwicklung in Nikaragua Indikatoren Dez 05 Jun 06 Dez 06 Jun 07 Sep 08 23% Inflationsrate 9,6% 9,5% 9,4% 9,5% (jeweils im Vergleich zum Vorjahresmonat) Zinsenrate 4,0% 4,4% 4,9% 5,4% 6,31% Sparguthaben Zinsenrate 12,1% 11,1% 11,8% 12,6% 12,66% KrediteQuelle: ASOMIF, Banco Central de Nicaragua , 2008.Tabelle 142005: Kommerzielle Finanzierung von MFI Nikaragua 4 – 15 Mio Gruppen- als 4 Mio Mehr als Weniger amerika amerika Zentral- Kredite Kredite Kredite Latein- Einzel- 15 Mio kredit kredit USD USD USDKapital / 29,6% 24,2% 18,1% 29,6% 36,4% 29,6% 39,6% 21,4%AktivaKommerzielleKredite / 70,9% 75,2% 85,9% 66,9% 62,0% 71,3% 58,5% 82,6%LiabilitiesSchulden / 2,4 3,1 4,5 2,4 1,8 2,4 1,5 3,7EigenkapitalKreditportfolio / 82,6% 83,8% 80,4% 86,0% 87,3% 82,5% 79,4% 80,8%AktivaQuelle: MIX/REDCAMIF, 2006. 175
  • 176. !Tabelle 152005: Profitability and Sustainability (MFI) More 4 to 15 Less than 15 Mio. than 4 Nica- Central- Latin- Indiv Solidar Mio. USD Mio. USD ragua america america USD of Credits Credits CreditsReturn on 2.9% 3.7% 5.1% 1.1% 3.8% 2.9% -0.3% 2.8%AssetsReturn on 12.8% 15.3% 26.2% 3.4% 9.4% 12.8% -0.9% 10.3%EquityOperational 121.4% 116.3% 124.0% 120.8% 116.2% 122.7% 109.7% 117.5%SelfsufficiencyFinancial 113.3% 112.0% 119.4% 103.6% 108.9% 115.2% 99.3% 111.6%SelfsufficiencyQuelle: MIX/REDCAMIF.Tabelle 162005: Revenues (MFI) More Less than 15 4 to 15 than 4 Nica- Central- Latin- Indiv Solidar Mio. USD Mio. USD Mio. USD ragua america america of Credits Credits CreditsFinancial 31.4% 36.1% 29.8% 31.5% 43.5% 32.2% 29.0% 29.5%Revenue RatioOperating Profit 11.7% 10.3% 16.2% 3.5% 8.0% 13.2% -0.8% 10.4%MarginNominal Yieldon Gross Loan 31.4% 36.9% 31.4% 31.1% 42.5% 32.2% 33.1% 34.0%PortfolioReal Yield onGross 20.1% 25.1% 20.1% 19.8% 30.2% 20.8% 22.6% 29.7%LoanPortfolioQuelle: MIX/REDCAMIF. 176
  • 177. !Tabelle 172005: Expenses (MFI) More Less than 15 4 to 15 than 4 Nica- Central- Latin- Indiv Solidar Mio. USD Mio. USD Mio. USD ragua america america of Credits Credits CreditsTotal Expense 26.7% 31.9% 25.5% 28.3% 42.1% 28.6% 32.1% 24.0%RatioFinancial 10.0% 11.2% 10.0% 10.6% 10.8% 10.4% 7.4% 6.4%Expense RatioLoan Loss 1.6% 2.7% 1.8% 1.5% 3.4% 2.1% 1.5% 1.8%Provision RatioOperating 14.1% 18.1% 13.3% 14.4% 28.4% 14.4% 19.1% 14.2%Expense RatioPersonnel 7.6% 9.1% 7.6% 7.8% 14.9% 8.5% 11.7% 7.9%Expense RatioAdministrative 6.5% 8.9% 6.1% 6.2% 13.0% 6.9% 8.4% 6.9%Expense RatioQuelle: MIX/REDCAMIF.Tabelle 182005: Efficiency and Productivity (MFI) More Less than 15 4 to 15 than 4 Nica- Central- Latin- Indiv Solidar Mio. USD Mio. USD Mio. USD ragua america america of Credits Credits CreditsOperatingExpense /Loan 16.5% 21.8% 16.6% 16.5% 32.2% 16.8% 26.3% 18.8%PortfolioCost per 145.2 88.9 109.5 120.4 115.5 114.9 120.2 145.8BorrowerBorrowers per 119 119 125 119 93 120 103 147Staff MemberBorrowers per 320 256 418 268 185 307 206 277Loan OfficerPersonnel 39.7% 45.0% 39.7% 42.2% 42.3% 41.0% 52.5% 49.8%Allocation RatioQuelle: MIX/REDCAMIF.Tabelle 192005: Portfolio Quality More 4 to 15 Less than 15 Mio. than 4 Nica- Central- Latin- Indiv Solidar Mio. USD Mio. USD ragua america america USD of Credits Credits CreditsPortfolio at Risk 1.8% 3.2% 1.7% 2.2% 2.1% 1.9% 4.3% 2.5%>30 DaysPortfolio at Risk 0.7% 1.6% 0.6% 0.7% 1.3% 0.8% 1.7% 1.5%> 90 DaysWrite-off Ratio 1.6% 1.6% 1.6% 1.6% 0.8% 1.4% 1.6% 1.8%Risk Coverage 107.3% 104.5% 116.0% 107.3% 93.9% 107.9% 86.2% 136.8%RatioQuelle: MIX/REDCAMIF. 177
  • 178. ! 4.2.2. Grunddaten Mikrofinanz zu NikaraguaPopulation (Millions) 5,6 (2007)Population Density (per sq km) 46 (2007)GNI per capita (US$) 980 (2007)GNI per capita (PPP US$) 3650 (2005)Total Unemployment (% of labor force) 12,2 (2005) 4,9 (2007)Employment in Agriculture 31 (2005)(% of total employment)Gross domestic saving (% of GDP) 1 (2004)% Population under US$2/day (PPP) 79,9 (2007)Depth of Financial Sector (M2/GDP) 39 (2005)Formal and Semi-Formal Sources of Commercial Banks (domestic and foreign), NBFIs,Microfinance Cooperatives. Non-Profit MFIs.Predominant informal finance Moneylenders, friends and familymechanisms (ROSCAs, tontines, etc.)Wholesale Lender(s) State-owned second tier bank called Financiera Nicaraguense de Inversiones.NGO microfinance provider Non-Profit MFI are in the process of beingformalization or transformation issues regulated. As of Jan. 29, 2004 the General Assembly of Nicaragua approved the Special Law for Microfinance Associations (URL: www.microfinancegateway- .com/content/article/detail/24858), but this law has not yet been ratified. Non-profit MFI will then have available to them funds and special financing programs designated by the government for the promotion and reactivation of small enterprises.Recommended Reading » The Microfinance Associations of Nicaragua Law - Process and Outlook (URL: www.microfinancegateway.org- /content/article/detail/25648) Vega, J. (2005) Essays on Regulation and Supervision, No. 7. » Microfinance in Nicaragua: A Study of Financial Services for the Poor (URL: www.cedla.uva.nl- /20_news/PDF_files_news/wto/microkrediet/2.%20R egulation.pdf) Food for the Hungry International (2001) » Country-Level Effectiveness and Accountability Review: Nicaragua (URL: www.cgap.org/- portal/site/CGAP/menuitem.50ed45abd3c7c301678 08010591010a0/] Consultative Group to Assist the Poor (CGAP) CGAP Aid Effectiveness Initiative 178
  • 179. ! 4.2.3. Quellen – Nationaler KontextAll That Glitters May Not Be Gold: Research Department Departamento de InvestigaciónAssessing Latin America’s Recent Macroeconomic Performance, April 2008.ALVAREZ Gustavo: Microfinancieras ponen las cartas sobre la mesa. ASOMIF. 2008ATERIDO Reyes, HALLWARD-DRIEMEIER Mary, PAGÉS Carmen: Investment Climate andEmployment Growth: The Impact of Access to Finance, Corruption and Regulations AcrossFirms. World Bank & Inter-American Development Bank (Hrsg.), October 2007.Bancarización para la Mayoría: Microfinanzas Rentables y Responsables, Federación Latino-americana de Bancos (FELABAN), Women’s World Banking (WWB), 2005.BASTIAENSEN Johan, Pedro MARCHETTI: A critical review of CGAP - IADB policies inspiredby the Fondo de Desarrollo Local. In Enterprise Development & Microfinance Journal (Nica-ragua), September 2007.Country-Level Effectivness and Accountability Review. CLEAR, CGAP, 2005.El desempeño de la Economía Nicaragüense. Banco Central de Nicaragua. Gerencia de Estu-dios Económicos, febrero 2007. URL: www.bcn.gob.ni/publicaciones/nicaraguaEncuesta 2007 entre 350 micro, pequeñas y medianas empresas acerca de la demanda en elárea micro financiera en el Departamento de Masaya, 2007. URL: www.promifin-cosude.orgEstrategia de Desarrollo rural sostenible, PRORURAL, 2006.La cooperación No gubernamental en Nicaragua. Ministerio de Relaciones Exteriores de Nica-ragua, 2008. URL: http://app.cancilleria.gob.ni/sysong/proyectos/controlproyecto.aspxLAUER Kate: Transforming NGO MFIs: Critical Ownership Issues to Consider. June 2008.Mapeo de los Proyectos de la CE con las ONG en Nicaragua. Unión Europea, Delegación dela Comisión Europea en Nicaragua, El Salvador, Honduras, Guatemala, Costa Rica y Pana-má, 2008. URL: www.delnic.ec.europa.eu/es/index.htmNicaragua: Development Progress, The World Bank, 2008.URL:http://web.worldbank.org/WBSITE/EXTERNAL/COUNTRIES/LACEXT/NICARAGUAEXTN/0,,contentMDK:20214837~pagePK:141137~piPK:141127~theSitePK:258689,00.htmlNUSSELDER H., SANDERS A.: La Maduración de las Microfinanzas en Nicaragua:Oportunidades y Desafíos. Programa de Fomento de servicios Financieros para la PequeñaEmpresa y el Pequeño Productor. Hrsg.: PROMIFIN, COSUDE, Centro de Estudio para elDesarrollo Rural (CDR), Universidad de Ámsterdam (ULA), Nicaragua, 2002.Plan Nacional de Desarrollo Humano PNDH. Gobierno de Reconciliación y Unidad Nacional(Hrsg.). 2008. URL: www.pndh.gob.niPrograma de Desarrollo de la Micro, Pequeña y Mediana Empresa Nicaragüense 2007-2011,PROMIPYME, Ministerio de Fomento Industria y Comercio (MIFIC), Nicaragua, 2007.URL: www.mific.gob.ni/promipyme/index.aspRATHA Dilip, XU Zhimei: Migration and Remittances Factbook (Datos sobre migración yremesas). del Equipo sobre migración y remesas del Grupo de análisis de las perspectivas dedesarrollo del Banco Mundial, 2008.URL: www.worldbank.org/prospects/migrationandre mittances 179
  • 180. !ROSE-ACKERMAN Susan: Public Administration and Institutions in Latin America, Copen-hagen. Consenso 2007.Seguimiento del Impacto Social del Microcrédito en Nicaragua, Periodo: 2006-2007, Funda-ción Internacional para el Desafío Económico Global (FIDEG). Nicaragua. 2008.URL: www.fideg.org/proyecto/33.html 4.2.4. Quellen – MikrofinanzbrancheARENAS Carlos: Microfinance in Central America: Nicaraguas place in the industry, WCCN,in Nicaraguan Developments Vol. 22/2 2006.Ban Centro: Bilanz vom November 2006 und nicht geprüfte Bilanz vom Dezember 2007. URL:www.superintendencia.gob.niBanco UNO: Fitch Ratings, März 2007. URL: www.superintendencia.gob.niBanPro: Fitch Ratings, 17. Oktober 2007. URL: www.superintendencia.gob.niBASTIAENSEN Johan: Crédito para el desarrollo rural en Nicaragua: un enfoque institucionalsobre la experiencia del Fondo de Desarrollo Local. Instituto de Investigación aplicada ypromoción del desarrollo local (NITLAPAN), 2002.BATEMAN Milford: Financial cooperatives for sustainable local economic and social deve-lopment. Enterprise Development & Microfinance Journal, March 2007.BDF: Bilanz September 2007. URL: www.superintendencia.gob.niBenchmarking de las Microfinanzas en Centroamerica 2007, MIX & REDCAMIF, August 2008.Benchmarking Microfinance in Nicaragua 2005, MIX & REDCAMIF, veröffentlicht 2006.Borrador de Política de Fomento de las MIPYMES, MIFIC, 2001.CAMPION Anita: Rural and agricultural finance: emerging practices from Peruvian financialinstitutions. Enterprise Development & Microfinance Journal, September 2007.Determinantes de la tasa de interés activa de las micro financieras, y el impacto de las opera-ciones de crédito en la población meta de PASA II. Fundación Internacional para el DesafíoEconómico Global (FIDEG). 2006. Nicaragua. URL: www.fideg.org/proyecto/32.htmlEvaluacion sobre la efectividad y responsabilidad a nivel nacional (CGAP: CLEAR Report),Nicaragua, Juli 2005 (auch in englischer Version).FAMA: URL: www.superintendencia.gob.ni , Dezember 2007.FDL: geprüfte Bilanz Dezember 2007.FINCA Nicaragua, Microfinanza Rating, Juli 2007.GAILE Gary L., FORSTER Jennifer: Revisión de los Enfoques Metodológicos al Estudio deImpacto de los Programas de Crédito a las Microempresas (Informe AIMS No. 2), Publicaciónde AIMS. Fecha de publicación: 1 de julio de 1996, Aprendizaje para Microempresas,Información y Conocimiento Técnico Compartido (micro LINKS) por USAID, Agencia Norte-americana para el Desarrollo Internacional.URL: www.microlinks.org/ev02.php?ID=2468_201&ID2=DO_TOPICGANDELMAN Néstor: Female-Headed Households and Homeownership in Latin America.Universidad Uruguay. January 2008. 180
  • 181. !HELMS B.: Anatomía de una operación de micro financiamiento: El nuevo enfoque parainvertir en las instituciónes de micro financiamiento. CGAP. 1997.HELMS Brigit: Access for All: Building Inclusive Financial Systems. CGAP (Hrsg.). 2006Homepage von dem Netzwerk: Imp-Act: Mejorando el Impacto del Micro financiamiento sobrela Pobreza. URL: www.finrural-bo.org/impact/default.htmIII Censo Nacional Agropecuario – Año 2001. INEC, procesado con REDATAM y SP, CEPAL/Celade. 2003.Innovative Technological and ICT Solutions and Applications for Social Inclusion of theMaority: Operational Plan of the Inter-American Development Bank, Apr. 2008.La Cooperación Austríaca en Nicaragua: Programa Sectorial para empresas pequeñas ymedianas 2001 – 2003: Una Evaluación Externa. URL: www.ada.gv.at/fileadmin/user_upload/ADA/media/2Aussenpolitik_Zentrale/Laender/ 41_nicaragua_mkmb.pdf .LANUZA Patricio: Análisis e Impacto de la Comercialización de las Micro financieras enLatinoamérica: Lecciones para Nicaragua. St. Antony’s College, Oxford, AsociaciónNicaragüense de Instituciónes Micro financieras (ASOMIF). Mayo 2004. URL: www.asomif.org/uploads/tx_ galileodocuments/1338.pdfManaging Credit Risk in Rural Financial Institutions in Latin America, Mark Wenner, SergioNavajas, Carolina Trivelli, Alvaro Tarazona, Inter-American Development Bank, 2007MASCI Pietro, TEJERINA Luis and WEBB Ian: Insurance Market Development in LatinAmerica and the Caribbean. Inter-American Development Bank. 2007Mercados financieros rurales de Nicaragua, Instituto de Investigación aplicada y promoción deldesarrollo local (NITLAPAN). 2004. URL: www.nitlapan.org.ni/publicaciones.php?pg=5Microfinanza Rating. ACODEP (Hrsg.). Juli 2007.MURRAY Una, BOROS Ruxandra: Guía para la micro finanza sensible a los asuntos degénero. Programa de Análisis Socioeconómico y de género (ASEG). FAO. 2003.Nadie vende por debajo de sus costos. Asomif (Hrsg.). 2008.NAVAJAS Sergio, TEJERINA Luis: Microfinance in Latin America and the Caribbean: HowLarge Is the Market? Inter-American Development Bank, 2006.New Banking Technologies. Enterprise Development & Microfinance Journal, March 2008.Nicaragua: Participacion de las Instituciónes Microfinancieras en el Mercado de Remesas.Banco Central de Nicaragua, 2004.OTERO M., RHYNE E.: The New World of Microenterprise Finance: Building Healthy FinancialInstitutions for the Poor. London. IT Publications. 1994.Police investigate violent protests in northern Nicaragua: By Blake Schmidt, Nica Times Staff,Daily News, 25. Jul. 2008. URL: www.ticotimes.net/dailyarchive/2008_07/0725082.htmProCredit: Fitch Ratings, 19. Mai 2008, URL: www.superintendencia.gob.ni, Dezember 2007.ProMujer: MicroRating International, Dezember 2007.REINPRECHT Karin: Better access to finance for SME by linking the goals to interventions viabenchmarking. Published on URL: www.alternativ-finance.org.uk. 2004. 181
  • 182. !RIVA Jorge, ÁLVAREZ Graciela: Garantías Modernas. 2008.ROSALES P.: Estudio de mercados financieros en zonas seleccionadas de Rivas y Carazo.INPYME/PNUD/PROSESUR, Nicaragua. 2002.SANCHEZ S.: Financial markets in Nicaragua. Banco Mundial. Washington DC. 2000.Superintendencia Nicaragua: Sistema bancario y finanzeras (consolidado 2007).URL:www.nicaraguaglobal.com.ni/index.php?option=com_content&task=view&id=17&Itemid=32TEJERINA Luis, WESTLEY Glenn D.: Financial Services for the Poor Household SurveySources and Gaps in Borrowing and Saving. Inter-American Development Bank. May 2005.The Early Experience with Branchless Banking. CGAP Focus Notes. 2008.WOOD Penny: Microfinance in Nicaragua: Transforming the Lives of the Entrepreneurial Poor,World Vision Report. 2006.Worldbank: Macro-economic Analysis of Nicaragua and Projects (homepage).Worldvision: Microfinance in Nicaragua, Transforming the Lives of the Entrepreneurial Poor,März 2006.ZAMOR Ronie, MORÍN Sonia, AVILÉS Ana: Análisis de crédito con perspectivas de género enlas instituciónes de microfinanzas. Instituto de Investigación aplicada y promoción deldesarrollo local (NITLAPAN). 2002. URL: www.nitlapan.org.ni/publicaciones.php?iddoc=53Geprüfte Bilanz und Jahresbericht zum 31. 12. 2006:Fondo de Desarrollo Local (FDL) Entidad privada no lucrativa - Nota 1, Informe de losauditores independientes y estados financieros 31 de diciembre de 2006 Price WaterhouseCoopers (32 Seiten).Geprüfte Bilanzen und Jahresberichte zum 31. 12. 2006 und 2007:FUNDACIÓN PARA EL DESARROLLO SOCIOECONOMICO RURAL (FUNDESER), EstadosFinancieros. Por los años terminados el 31 de diciembre de 2007y 2006, Incluyendo elInforme de los Auditores Independientes Guadamuz Rueda & CIA. Contadores Públicos yConsultores (37 Seiten). 4.2.5. Quellen – Gesetzlicher RahmenAnálisis del Marco regulatorio de las instituciónes Micro financieras en Centroamérica. GrupoConsultivo de Ayuda a la Población Pobre (CGAP). 2009. URL: www.cgap.orgAsamblea Nacional de Nicaragua. URL: www.asamblea.gob.niBanco Centroamericano de Integración económica (BCIE). URL: www.bcie.hnBanco de América Central (BAC). URL: www.redbac.com/regional/esp/banco/index.htmlBanco de crédito Centroamericano (BANCENTRO). URL: www.bancentro.net/Html/index.aspBanco de Finanzas (BDF). URL: www.bdfnet.comComisión de Producción. Propuesta - Matriz de Problemas; Causas, Estrategias de Interven-ción Y Acciones. Documento no publicado. Asamblea Nacional de Nicaragua, Managua, 2004. 182
  • 183. !El Mercado para la inversión extranera en el sector de las microfinanzas: Oportunidades ydesfíos. CGAP. Enfoques 30, 2007.JANSSON Tor, ROSALES Ramón, WESTLEY Glenn D.: Principles and Practices forRegulating and Supervising Microfinance. Inter-American Development Bank. 2004.Laws and Regulations Related to Microfinance and the Financial Sector: General CooperativeLaw; General Law for Banks, Non-Bank Financial Institutions and Financial Groups, 1999; Lawfor the Superintendency of Banks and other Financial Institutions, 1999; Special Law for Micro-finance Associations.Legislación Bancaria. Banco Central de Nicaragua BCN, 2008.URL: www.bcn.gob.ni/banco/legislacion/Ley creadora del Banco de fomento. Managua, 2007.Ley de Asociaciones de Microfinanzas. Managua: Asamblea Nacional de Nicaragua, 2001.Ley de Fomento y Regulación de Micro financieras Borrador. Managua: Asamblea Nacionalde Nicaragua, 2002.Ley de la Superintendencia de Bancos y de Otras Instituciónes Financieras. Managua:Asamblea Nacional de Nicaragua, 1997.Ley de sociedades de Garantías reciprocas, Managua, mayo 2008.Ley General de Bancos, Instituciónes Financieras no Bancarias y Grupos Financieros.Managua: Asamblea Nacional de Nicaragua, 1979.Ley General de Cooperativas. Managua: Asamblea Nacional de Nicaragua, 1971.Ley para el desarrollo de las MIPYMES, Managua, abril 2008.Ley Reguladora de Préstamos entre Particulares. Managua: Asamblea Nacional de Nicara-gua, 1994.NUSSELDER Hans: Regulation and Supervision of Microfinance in Nicaragua. Workshop onMicrofinance in Nicaragua organized by CEDLA-CDR. Amsterdam (16 April 2003).URL: www.cedla.uva.nl/fs_top.htm?20%seminars.htmPECK Robert, TIMOTHY Christen, LYMAN R., ROSENBERG Richard: Principios DirectoresPara la Regulación y Supervisión de las Microfinanzas. ASOMIF (Hrsg.). September, 2002.URL: www.asomif.orgThe Microfinance Associations of Nicaragua Law Process and Outlook, JUAN VEGA, April2005.WRIGHT G. A. N.: Principles and practice: Myths of regulation and supervision. USA. 2001. 4.2.6. Quellen – EmpfehlungenBAEZ Linda: Promoviendo la creación de sinergias entre los servicios financieros y no finan-cieros. Asociación Nicaragüense de Instituciónes de Microfinanzas (ASOMIF). Junio 2007.BASTIAENSEN Johan: Retos de las IMFs en el marco de las nuevas tendencias de la econó-mia. Asociación Nicaragüense de Instituciónes de Microfinanzas (ASOMIF). Junio 2007. 183
  • 184. !Documentos CGAP sobre operaciones de Microfinanzas. Grupo Consultivo de Ayuda a laPoblación Pobre. CGAP. 2008.URL: www.cgap.org/p/site/c/pubs/Experiencias en profundizacion de mercados. FINCA Nicaragua y Red Centroamericana deMicrofinanzas in Guatemala (REDCAMIF). 2008.FERGUSON G., GRETCHEN S., DUARTE Sandra and SUMMERLIN Reuben: Micro-Credit inManagua: Assessing the Effectiveness of Small-Scale Lending as a Social-Economic Develop-ment Tool. Published by Fair Opportunities Group USAID, Grupo Consultivo de Ayuda a laPoblación Pobre (CGAP). 1997. URL: www.cgap.orgFLAMING Mark, DUFLOS Eric, HELMS Brigit and SIEDEK Hannah: Evaluación sobre laefectividad y responsabilitad a nível nacional. CLEAR. Julio de 2005 .Gestion del desempeño social en Microfinanzas. Red Centroamericana de Microfinanzas(REDCAMIF). Guatemala. Agosto 2008.LANUZA Patricio: Análisis e Impacto de la Comercialización de las Microfinanzas en Latino-américa: Lecciones para Nicaragua. Asociación Nicaragüense de Instituciónes de Micro-finanzas (ASOMIF). Mayo 2004.MEDINA Veronica: Factores claves para promover el desarrollo del mercado de capitales. RedCentroamericana de Microfinanzas (REDCAMIF). Guatemala. Agosto 2008.WESTLEY Glenn D.: Commercial Banks in Microfinance: Best Practices and Guidelines forProject Design, Monitoring, and Evaluation. Inter-American Development Bank. March 2007. 184
  • 185. ! 4.2.7. Bankenbilanzen von ProCredit und BDF 2008Bilanz 2008 ProCredit: BANCO PROCREDIT, S.A. Bilanz 2008 (in tausend Córdobas) zum 31. Dezember 2008ActivoAktivseite 3,419,691.4DisponibilidadesLiquides Vermögen 497,710.2Moneda NacionalIn Landeswährung 165,643.9CajaKassenbestand 47,957.0Banco Central de NicaraguaForderungen bei der Banco Centralde Nicaragua 36,931.5Depositos e InstituciónesFinancieras del PaisForderungen bei nationalen Finanzinstitutionen 1,656.7Otras disponibilidadesSonstige Forderungen 79,098.7Moneda ExtranjeraIn ausländischer Währung 332,066.3CajaKassenbestand 55,283.8Banco Central de NicaraguaForderungen bei der Banco Centralde Nicaragua 38,470.5Depositos e InstituciónesFinancieras del PaisForderungen bei nationalen Finanzinstitutionen 9,019.9Depositos en Instituciónes Financierasdel exteriorForderungen bei internationalen Finanzinstitutionen 64,389.4Otras disponibilidadesSonstiges Vermögen 164,902.6Inversiones en valores, netoNetto-Investitionen in Wertpapiere 2,253.9Inversiones al Valor Razonable conCambios en Resultados«Fair Value» Investitionen 0.0Inversiones Disponibles para la VentaInvestitionen für den Wiederverkauf 0.0Inversiones Mantenidas Hasta elVencimientoInvestitionen in verzinsichliche Wertpapiere 2,253.9Operaciones con Reportosy Valores DerivadosRückkaufvereinbarungen und Derivate 0.0 185
  • 186. !Cartera de Creditos, netaNetto-Forderungen gegenüber Kunden 2,617,977.7Créditos vigentesWirksame Kredite 2,524,243.7Créditos prorrogadosProrogierte Kredite 22,539.5Créditos reestructuradosRestrukturierte Kredite 41,282.8Créditos vencidosFällig gestellte Kredite 42,644.2Créditos en cobro judicialKredite per gerichtlichem Inkasso 19,147.1Intereses y Comisiones porCobrar sobre CreditosZinsen und Kommissionen für eingetriebene Kredite 116,036.3Provisiones por incobrabilidadde cartera de creditosUneinbringliche Kredite -147,916.1Otras cuentas por cobrar, netoSonstige Forderungen 24,475.5Bienes de uso, netoSonstige Sachanlagen 222,672.0Bienes recibidos en recuperacion decreditos, netoEinbehaltene Sachwerte zur Kreditrückzahlung 7,952.9Invesiones permanentes en accionesLangzeit-Investitionen in Wertpapiere 0.0Otros activosSonstige Aktiva 46,649.3PasivoPassivseite 3,082,413.4Obligaciones con el PúblicoVerbindlichkeiten gegenüber Kunden 1,516,898.2Moneda NacionalIn Landeswährung 482,035.5Depositos a la VistaSichteinlagen 50,398.6Depositos de AhorroSpareinlagen 91,470.4Depositos a PlazoEinlagen auf Zeit 340,166.5Otros Depósitos del PúblicoSonstige Kundeneinlagen 0.0Moneda ExtranjeraIn ausländischer Währung 1,017,207.9Depositos a la VistaSichteinlagen 66,545.6Depositos de AhorroSpareinlagen 399,607.0Depositos a PlazoEinlagen auf Zeit 551,055.3Otros Depósitos del PúblicoSonstige Kundeneinlagen 0.0Otras obligacionesSonstige Verbindlichkeiten 6,181.0Cargos financieros por pagar sobreobligaciones con el PúblicoAbgaben auf die finanziellen Verpflichtungengegenüber den Kunden 11,473.7 186
  • 187. !Obligaciones con Instituciónes financieras y porotros financiamientosVerbindlichkeiten gegenüber Kreditinstituten und anderenFinanzierunseinrichtungen 1,349,478.3Préstamos de la Financiera Nicaraguensede InversionesDarlehen der Financiera Nicaraguense de Inversiones 225,951.1Préstamos del Banco Centroaméricano deIntegración EconómicaDarlehen der Banco Centroaméricano de IntegraciónEconómica 181,113.9Préstamos de Otras InstituciónesFinancieras del ExteriorDarlehen von anderen ausländischenFinanzinstitutionen 565,670.9Otras Obligaciones con Instituciónes Financieras ypor Otros FinanciamientosSonstige Verbindlichkeiten gegenüber Kreditinstituten und anderenFinanzierunseinrichtungen 376,742.5Obligaciones con el Banco Centralde NicaraguaVerbindlichkeiten gegenüber der Banco Centralde Nicaragua 0.0Operaciones con Reportos yValores DerivadosRückkaufvereinbarungen und Derivate 0.0Otras cuentas por pagarSonstige Verbindlichkeiten 32,263.8Otros pasivos y provisionesSonstige Verbindlichkeiten undRückstellungen 50,889.6Obligaciones subordinadasNachrangige Verbindlichkeiten 132,883.6Impuestos diferidosSteuerrückstellungen 0.0Reservas para obligaciones laboralesal retiroRückstellungen für Pensionen und ähnlicheVerpflichtungen 0.0PatrimonioEigenkapital 337,278.0Capital social pagadoEingezahltes Eigenkapital 271,920.8Capital donadoGespendetes Kapital 0.0Aportes patrimoniales no capitalizablesNicht kapitalisierbare Eigenkapitalbeiträge 0.2Obligaciones convertibles en capitalWandelanleihen 0.0Ajustes al patrimonioAngepasste Vermögenswerte 0.0Reservas patrimonialesEigenkapitalrückstellungen 27,427.9Resultados acumulados de ejerciciosanterioresKumulierte Ergebnisse der letzten Jahre 0.0Resultados del PeriodoJahresgewinne/Jahresverluste 37,929.1 187
  • 188. !Cuentas contingentsContingencies 3,644.8Cuentas de ordenGesamt 8,170,130.9La información de este Estado Financierono ha sido auditadaDie Information der Bilanz ist nicht geprüftWechselkursangaben: 31/12/08 C$ 19.8481X US$ 1.00 188
  • 189. !Bilanz 2008 BDF: BANCO DE FINANZAS, S.A. Bilanz 2008 (in tausend Córdobas) Al 31 Diciembre 2008 Activo Aktivseite 7,467,729.3 Disponibilidades Liquides Vermögen 1,177,368.2 Moneda Nacional In Landeswährung 297,939.6 Caja Kassenbestand 59,397.5 Banco Central de Nicaragua Forderungen bei der Banco Central de Nicaragua 43,650.0 Depositos e Instituciónes Financieras del Pais Forderungen bei nationalen Finanzinstitutionen 0.1 Otras disponibilidades Sonstige Forderungen 194,892.0 Moneda Extranjera In ausländischer Währung 879,428.6 Caja Kassenbestand 41,804.2 Banco Central de Nicaragua Forderungen bei der Banco Central de Nicaragua 0.0 Depositos e Instituciónes Financieras del Pais Forderungen bei nationalen Finanzinstitutionen 2,912.2 Depositos en Instituciónes Financieras del exterior Forderungen bei internationalen Finanzinstitutionen 180,918.9 Otras disponibilidades Sonstige Forderungen 653,793.4 Inversiones en valores, neto Netto-Investitionen in Wertpapiere 1,126,716.1 Inversiones al Valor Razonable con Cambios en Resultados «Fair Value» Investitionen 13,113.6 Inversiones Disponibles para la Venta Investitionen für den Wiederverkauf 0.0 Inversiones Mantenidas Hasta el Vencimiento Investitionen in verzinsichliche Wertpapiere 1,113,602.5 Operaciones con Reportos y Valores Derivados Rückkaufvereinbarungen und Derivate 20,199.0 Cartera de Creditos, neta Netto-Forderungen gegenüber Kunden 4,825,622.1 Créditos vigentes Wirksame Kredite 4,535,393.3 Créditos prorrogados Prorogierte Kredite 0.0 189
  • 190. !Créditos reestructuradosRestrukturierte Kredite 197,823.5Créditos vencidosFällig gestellte Kredite 136,008.8Créditos en cobro judicialKredite per gerichtlichem Inkasso 17,301.3Intereses y Comisiones porCobrar sobre CreditosZinsen und Kommissionen für eingetriebene Kredite 82,415.7Provisiones por incobrabilidadde cartera de creditosUneinbringliche Kredite -143,320.6Otras cuentas por cobrar, netoSonstige Forderungen 19,777.6Bienes de uso, netoSonstige Sachanlagen 110,584.4Bienes recibidos en recuperacion decreditos, netoEinbehaltene Sachwerte zur Kreditrückzahlung 10,793.5Invesiones permanentes en accionesLangzeit-Investitionen in Wertpapiere 33,786.1Otros activosSonstige Aktiva 142,882.3PasivoPassivseite 6,730,905.6Obligaciones con el PúblicoVerbindlichkeiten gegenüber Kunden 5,457,304.5Moneda NacionalIn Landeswährung 1,173,851.7Depositos a la VistaSichteinlagen 285,520.3Depositos de AhorroSpareinlagen 724,690.2Depositos a PlazoEinlagen auf Zeit 163,641.1Otros Depósitos del PúblicoSonstige Kundeneinlagen 0.0Moneda ExtranjeraIn ausländischer Währung 4,081,493.4Depositos a la VistaSichteinlagen 274,861.9Depositos de AhorroSpareinlagen 2,358,969.7Depositos a PlazoEinlagen auf Zeit 1,447,661.8Otros Depósitos del PúblicoSonstige Kundeneinlagen 0.0Otras obligacionesSonstige Verbindlichkeiten 161,547.0Cargos financieros por pagar sobreobligaciones con el PúblicoAbgaben auf die finanziellen Verpflichtungengegenüber den Kunden 40,412.5Obligaciones con Instituciónes financierasy por otros financiamientosVerbindlichkeiten gegenüber Kreditinstituten undanderen Finanzierunseinrichtungen 950,038.1Préstamos de la FinancieraNicaraguense de Inversiones 291,559.9 190
  • 191. !Darlehen der Financiera Nicaraguense deInversionesPréstamos del Banco Centroaméricanode Integración EconómicaDarlehen der Banco Centroaméricano deIntegración Económica 393,190.9Préstamos de Otras InstituciónesFinancieras del ExteriorDarlehen von anderen ausländischenFinanzinstitutionen 0.0Otras Obligaciones con InstituciónesFinancieras y por Otros FinanciamientosSonstige Verbindlichkeiten gegenüber Kreditinstituten undanderen Finanzierunseinrichtungen 265,287.3Obligaciones con el Banco Centralde NicaraguaVerbindlichkeiten gegenüber der Banco Central deNicaragua 108,912.7Operaciones con Reportos yValores DerivadosRückkaufvereinbarungen und Derivate 0.0Otras cuentas por pagarSonstige Verbindlichkeiten 14,565.6Otros pasivos y provisionesSonstige Verbindlichkeiten undRückstellungen 60,943.6Obligaciones subordinadasNachrangige Verbindlichkeiten 139,141.1Impuestos diferidosSteuerrückstellungen 0.0Reservas para obligaciones laborales alretiroRückstellungen für Pensionen und ähnlicheVerpflichtungen 0.0PatrimonioEigenkapital 736,823.7Capital social pagadoEingezahltes Eigenkapital 400,000.0Capital donadoGespendetes Kapital 0.0Aportes patrimoniales nocapitalizablesNicht kapitalisierbare Eigenkapitalbeiträge 0.0Obligaciones convertibles en capitalWandelanleihen 0.0Ajustes al patrimonioAngepasste Vermögenswerte 0.0Reservas patrimonialesEigenkapitalrückstellungen 109,594.8Resultados acumulados de ejerciciosanterioresKumulierte Ergebnisse der letzten Jahre 138,015.5Resultados del PeriodoJahresgewinne/Jahresverluste 89,213.4Cuentas contingentsContingencies 257,955.6Cuentas de ordenGesamt 11,062,973.8La información de este Estado Financierono ha sido auditadaDie Information der Bilanz ist nicht geprüftWechselkursangaben: 31/12/08 C$19.8481 X US$ 1.00 191
  • 192. ! 4.2.8. Refinanzierung FDL und FUNDESERFDL Refinanzierung durch nationale und internationale Entwicklungs-organisationen 2005 und 2006Quelle: FDL Jahresbericht 2006 2006 2005 C$ C$FONDECA-PROSESURDarlehen sind fällig im Einklang mit demWert des Córdoba, mit jährlichen Zinsenvon 9%, mit Endfälligkeit im August 2008, 23,571,849 26,148,807mit garantierter Orderschuldverschreibung,Portfolio künftiger Darlehen auch weiterhinmit Fonds von PROSESURALTERFINRückzahlung der Darlehen in US Dollar, mitjährlichen Zinsen zwischen 8,85% und9,5%, mit Endfälligkeiten im April 2007, im 28,949,691 25,293,316März 2008 und im Dezember 2010, mitgarantierter Orderschuldverschreibung undIndossament der Kategorie (A) bis zu USD312.500Society of the Holy Child JesúsRückzahlung des Darlehens in US Dollar,mit jährlichen Zinsen von 4%, mit Endfällig- 450,070 428,638keit im April 2009 und garantierter Order-schuldverschreibungThird World FriendsRückzahlung des Darlehens in US Dollar,mit Zinsen von 9%, mit Endfälligkeit im 7,021,092 4,972,195November 2009 und garantierter Order-schuldverschreibungSisters of the Francis PhiladelphiaRückzahlung des Darlehens in US Dollar,mit jährlichen Zinsen von 4%, mit Endfällig- 900,140 857,275keit im Mai 2007 und garantierter Order-schuldverschreibung 192
  • 193. !Seton Enablement FundRückzahlung des Darlehens in US Dollar,mit jährlichen Zinsen von 3%, mit Endfällig- 80,274 257,342keit im Mai 2007 und garantierter Order-schuldverschreibungSchool Sisters of the St. Francis USProvinceRückzahlung des Darlehens in US Dollar, 900,140 857,275mit jährlichen Zinsen von 4%, mit Endfällig-keit im Juli 2007 und garantierter Order-schuldverschreibungDominican Congregation of Se CatherideRicciRückzahlung des Darlehens in US Dollar, 900,140 857,275mit jährlichen Zinsen von 3%, mit End-fälligkeit im September 2007 und garan-tierter OrderschuldverschreibungMercy Consolidated ManagementProgramRückzahlung des Darlehens in US Dollar, 900,140 857,275mit jährlichen Zinsen von 3%, mit End-fälligkeit im September 2007 undgarantierter OrderschuldverschreibungFundación McArthurRückzahlung des Darlehens in US Dollar,mit jährlichen Zinsen von 2%, mit 5,400,840 10,287,300Endfälligkeit im Jänner 2008 undgarantierter OrderschuldverschreibungBILANCERückzahlung des Darlehens in US Dollar,mit jährlichen Zinsen von 9%, mit - 1,714,550Endfälligkeit im August 2006 undgarantierter OrderschuldverschreibungFondo NicaRückzahlung des Darlehens in US Dollar,mit jährlichen Zinsen von 10%, mit End- 10,501,633 8,572,750fälligkeit im Mai 2009 und garantierterOrderschuldverschreibungFondo de Crédito RuralRückzahlung des Darlehens in Córdoba, mitjährlichen Zinsen von 7%, mit Endfälligkeit 403,296 512,497im April 2009 und garantierter Orderschuld-verschreibung 193
  • 194. !PASA/DANIDARückzahlung des Darlehens in US Dollar,mit Zinsen von 6%, mit Endfälligkeit im 66,574,354 54,831,309August 2009 sowie mit Garantien durchÜbereinkünfte zwischen FDL und derköniglichen dänischen BotschaftOikocreditRückzahlung des Darlehens in US Dollar,mit jährlichen Zinsen von 7,75% und 9%,mit Endfälligkeit im April 2012 und 58,033,614 6,389,240Garantien über den FDL-eigenen Fonds-Portfolio (über 30% des Portfolios von FDLsind Eigenkapital)Fundación Calvert ComunityInvestmentsRückzahlung des Darlehens in US Dollar,mit jährlichen Zinsen von 6,33%, mit - 2,571,825Endfälligkeit im Dezember 2006 undgarantierter OrderschuldverschreibungFinanciera Nicaragüense de InversionesS.A. (FNI)Rückzahlung der Darlehen in Córdoba, mitjährlichen Zinsen zwischen 4,83% und6,5%, mit Endfälligkeiten im Dezember 9,845,117 5,980,2082009, mit garantierter Orderschuldver-schreibung und einem Indossament derKategorie (A) bedeckt aus den Mitteln desDarlehen bis zu einem Minimum von 125%BCIERückzahlung der Darlehen in US Dollar, mitjährlichen Zinsen zwischen 6,5% und 104,315,453 102,841,3986,53%, mit Endfälligkeiten im August 2009,mit garantierter Orderschuldverschreibungund einem Indossament der Kategorie (A)MennonitasRückzahlung der Darlehen in US Dollar, mitjährlichen Zinsen von 7,5%, mit End- 1,800,280 1,714,550fälligkeiten im April 2007 und mit garan-tierter OrderschuldverschreibungFONDEAGRORückzahlung der Darlehen in US Dollar, mitjährlichen Zinsen zwischen 4% und 8%, mit 33,244,080 32,208,038Endfälligkeiten im Oktober 2011 und mitgarantierter OrderschuldverschreibungProyecto ZONA NORTERückzahlung der Darlehen in Córdoba mitWerterhaltung durch jährliche Zinsen von8%, mit Endfälligkeiten im Juli 2007, mit 7,160,896 9,503,364garantierter Orderschuldverschreibung, mit100% FDL-Fremdkapital und 25% FDL-Eigenkapital besichert. 194
  • 195. !The Dominican Sister SpringfieldRückzahlung des Darlehens in US Dollar,mit jährlichen Zinsen von 2%, mit - 1,285,913Endfälligkeit am 1. Februar 2006 und mitgarantierter OrderschuldverschreibungConsorcio Etimos S.C.A.R.LRückzahlung des Darlehens in US Dollar,mit jährlichen Zinsen von 9,25%, mitEndfälligkeit am 15. Dezember 2010, be- 9,001,400 8,572,751sichert mit Bankgarantie in Höher von USD100.000 und mit einer befristeten Einlageüber USD 59.758UCA RECTORIARückzahlung des Darlehens in US Dollar,mit jährlichen Zinsen von 7%, mit End- 774,120 737,256fälligkeit im November 2009 und mitgarantierter OrderschuldverschreibungDexia Micro-Credit LuxemburgoRückzahlung des Darlehens in US Dollar,mit jährlichen Zinsen zwischen 9,5% und 31,504,900 30,861,90011,22%, mit Endfälligkeit im Oktober 2007und mit garantierter Orderschuldverschrei-bungFundación UN SOLMÓNRückzahlung des Darlehens in US Dollar,besichert durch das Vermögen des FDL, mit 1,925,711 2,751,012jährlichen Zinsen von 3%, mit Endfälligkeitim April 2008Compañía de JesúsRückzahlung des Darlehens in US Dollar,mit jährlichen Zinsen von 7%, mit End- 14,510,812 8,676,152fälligkeit im November 2008 und mitgarantierter OrderschuldverschreibungCRESUD-SpaRückzahlung des Darlehens in US Dollarmit jährlichen Zinsen von 9%, mit End-fälligkeit im Juli 2007, besichert mit einer 900,140 2,571,825befristeten Einlage über USD 50.000 undeinem Indossament der Kategorie (A) überUSD 180.000Winds of Peace FoundationRückzahlung des Darlehens in US Dollar,mit jährlichen Zinsen von 9%, mit End- 4,590,714 3,086,190fälligkeit im Oktober 2008 und besichert mitgarantierter OrderschuldverschreibungDECOPANNRückzahlung des Darlehens in Córdoba, mitjährlichen Zinsen zwischen 5% und 6%, mit 9,188,358 9,734,403Endfälligkeit im Oktober 2011 und mitgarantierter Orderschuldverschreibung 195
  • 196. !Fundación PRODELRückzahlung des Darlehens in Córdoba, mitjährlichen Zinsen zwischen 8% und 8,5%, 66,571,888 24,003,700mit Endfälligkeit im August 2011, mitgarantierter Orderschuldverschreibung undBesicherung durch den KreditportfolioThe Saint Louis Mo. USARückzahlung des Darlehens in US Dollar,mit jährlichen Zinsen von 7%, mit End- - 5,143,650fälligkeit im Mai 2007 und mit garantierterOrderschuldverschreibungSisters of the Charity NYRückzahlung des Darlehens in US Dollar,mit jährlichen Zinsen von 3%, mit End- 540,084 514,366fälligkeit im Juli 2008, mit garantierterOrderschuldverschreibungUniversidad CentroamericanaRückzahlung des Darlehens in US Dollar,mit jährlichen Zinsen von 7,25%, mit End- 4,500,700 4,286,375fälligkeit im November 2007, mit garan-tierter Orderschuldverschreibung undBesicherung durch einen WechselFundación FordRückzahlung des Darlehens in US Dollar,mit jährlichen Zinsen von 1%, mit End- 27,004,200 12,859,125fälligkeit im Jahr 2015, mit Besicherungdurch SchuldscheinHivos Triodos FondsRückzahlung des Darlehens in US Dollar,mit jährlichen Zinsen von 9,5%, mit End- 45,007,000 17,145,500fälligkeit im Oktober 2008, mit Besicherungdurch SchuldscheinMaría Teodora LópezRückzahlung des Darlehens in US Dollar, 216,034 205,746mit jährlichen Zinsen von 7%, mit End-fälligkeit im September 2007Banco de América Central, S. A.Rückzahlung des Darlehens in US Dollarmit jährlichen Zinsen von mindestens10,5%, besichert mit einer befristeten 18,002,800 34,291,000Einlage über USD 500.000 und einemIndossament der Kategorie (A) über USD1.875.000 und mit Endfälligkeit imNovember 2007BlueOrchard Finance USA, Inc.Rückzahlung des Darlehens in US Dollar,mit jährlichen Zinsen von 9%, mit End- 121,518,900 64,295,625fälligkeit im Juli 2011, mit garantierterOrderschuldverschreibung 196
  • 197. !CORDAIDRückzahlung des Darlehens in US Dollarmit jährlichen Zinsen von 6%, mit End- 6,335,382 8,424,183fälligkeit im Dezember 2009, mit garantierterOrderschuldverschreibungMaría M. IdiaquezRückzahlung des Darlehens in US Dollarmit jährlichen Zinsen von 7%, mit End- 270,042 -fälligkeit im Jänner 2008, mit garantierterOrderschuldverschreibungBanco CuscatlánRückzahlung des Darlehens in US Dollarmit jährlichen Zinsen von 7,5%, mit End-fälligkeit im Jänner 2008, besichert durch 1)eine solidarische Bürgschaft der Stiftung derGesellschaft Jesu (Jesuiten-Orden) zuGunsten der Banco Cuscatan, 2) Invest- 18,002,800 -mentzertifikate von CICUSCA undVorzugsaktien an PANABAN im Wert vonUSD 600.000 bzw. 550.000, zusätzlicheBürgschaft des "Colegio externado SanJosé" zu Gunsten von Banco Cuscatlánsowie Vorzugsaktien an der UBCI im Wertvon 1 Million USD.Instituto Histórico Centroamericana(I.H.C.A.)Darlehen mit einer Zinsgebühr von 7%, mit 2,376,370 -Endfälligkeit im September 2007, mitgarantierter OrderschuldverschreibungSymbioticsDarlehen mit einer Zinsgebühr von 9%, mit 18,002,800 -Endfälligkeit im September 2008Yulis Martina Ortega RausseoDarlehen mit einer Zinsgebühr von 7%, mit 1,296,202 -Endfälligkeit im September 2007 762,994,456 537,103,099 Total US$ 38.830.005 US$ 27.334.034 197
  • 198. !FUNDESER Refinanzierung durch nationale und internationale Entwick-lungsorganisationen 2006 und 2007Quelle: FUNDESER Jahresbericht 2007Finanzierungsinstitutionen C$ C$ 2007 2006Kurzfristige DarlehenCredinorte / Bancentro IDR 1,825,211 1,375,212Fondo de Crédito Rural – FCR - 3,644,705Banco de Finanzas - 1,787,095FNI Fondeca Las Segovias 2,730,605 -Gesamt kurzfristige Darlehen 4,555,816 6,807,012Langfristige DarlehenFundación Vientos de Paz - 720,112Fondo FONDECA/IDR Bancentro - -Proyecto Zona Norte-Credinorte 793,847 4,276,213Fondo Nic. de Inversiones – F.N.I. FONDECA/Las Segovias 4,830,217 6,793,702PRODES-Bancentro - -Banco Centroamericano de Integración Económica-BCIE 10,184,967 16,755,031Financiera Nicaragüense de Inversiones, S.A. – FONDOS 6,021,064 6,750,465PERZAFondo de Crédito Rural – F.C.R. - 14,844,086Fondo de Desarrollo Agropecuario-FONDEAGRO/MAGFOR 26,462,175 18,002,800DECOPANN-IDR 3,742,432 8,690,812Prosesur/Bancentro – IDR 1,511,236 9,184,487Prodes Bancentro / FCR - 5,129,378FCR – UESA 10,551,571 7,083,772WCCN 1,417,725 2,700,420Oikocredit 9,073,487 10,801,680Gray Ghost - 5,400,840Dexia 5,670,900 5,400,840Responsability 16,067,170 9,001,400Impulse 9,451,500 9,001,400Developing W. Market 18,903,000 -Microvest 9,451,500 -MCE Interprise 9,451,500 -Bank Im Bistum Essen 9,451,500 -Locfund LP 18,903,000 -Calvert Foundation 9,451,500 -Gesamt langfristige Darlehen 181,390,291 140,537,438Weitere VerbindlichkeitenBank Im Bistum Essen 28,354,500 -Triple Jump 14,177,250 -Gero 18,903,000 -Gesamt Verbindlichkeiten 61,434,750 - 242,825,041 140,437,438Gesamt langfristige Darlehen US$ 12.357.754 US$ 7.147.085 198
  • 199. ! 4.2.9. Empfehlungen zur Verbreitung der StudieBezüglich der Verbreitung der Studie wird eine elektronische Veröffentlichungals Technical Paper im Eigenverlag der OeEB auf ihrer Homepage vorge-schlagen. Die Veröffentlichung könnte mit einem Seminar für ein interessiertesFachpublikum und für mögliche Kooperationspartner begleitet werden. DiesesSeminar könnte vorzugsweise vor Ort im Partnerland stattfinden. Die ver-öffentlichte Fassung der Studie sollte die im Rahmen der Befragungen denGesprächspartnern zugesicherte Anonymisierung berücksichtigen.Für eine etwaige vom Auftraggeber gewünschte Präsentation wird dafür dieMitwirkung von G. Kovatsch, K. Reinprecht und N. Spitzegger empfohlen. Eswürden keine zusätzlichen Reisekosten anfallen. Der Termin könnte derart ab-gestimmt werden, dass er mit einem schon geplanten Aufenthalt der Autorenin Österreich zusammenfällt. 4.2.10. Landkarte von NikaraguaSiehe bitte nächste Seite. 199
  • 200. NICARAGUA Trujillo Tusi The boundaries and names shown and the designations used on this map do not imply official endorsement or acceptance by the United Nations. o Sic REGION I LAS SEGOVIAS Laguna de REGION II OCCIDENTAL Caratasca REGION III MANAGUA REGION IV SUR Puerto Lempira REGION V CENTRAL REGION VI NORTE Dulce Nombre REGION VII AUTÓNOMA ATLÁNTICO de Culmí NORTE c Cabo Gracias HONDURAS o REGION VIII AUTÓNOMA ATLÁNTICO Co a Dios a SUR uc Auasbila Laguna at REGION IX RÍO SAN JUAN Juticalpa P Bilwaskarma Bismuna Leimus W as p arn Talanga Wa Cayos Miskitos Comayagua wa Teotecacinte o oc C Bonanza Tegucigalpa Danlí La Constancia Puerto Cabezas Yuscarán Jalapa La Rosita a Laguna ay K uk al Karatá NUEVA JINOTEGA Siuna Santa Maria Ocotal SEGOVIA ATLÁNTICO NORTE EL SALVADOR Quilalí Laguna de Nacaome REGION I Wiwilí REGION VII Limbaica Wounta tec Somoto a olu MADRIZ Ch REGION VI P rin za p olka Prinzapolka Condega San Sebastián Choluteca de Yalí Makantaca Golfo de ESTELÍ T uma Fonseca Estelí Somotillo Jinotega de Matagalp La Cruz de Potosí Río Grande Matagalpa de a Río Grande E sCHINANDEGA r an El Sauce oG Sébaco MATAGALPA Rí te r o R e al rinwás Ku REGION II P e rlas Chinandega Muy Muy Larreynaga CARIBBEAN SEA e Chichigalpa Laguna d LÉON Boaco BOACO S i q uia Corinto Poneloya Léon Lago deMANAGUA Camoapa La Paz Centro Managua San Benito ATLÁNTICO SUR Punta Perlas Nagarote REGION V Santo Domingo Islas del Maíz Tipitapa Rama Puerto Sandino Juigalpa E sc o n dido Santo Tomás Corn Island Masaya ManaguaPuerto Díaz CHONTALES Rama Bluefields REGION III El Carmen Granada Acoyapa El Bluff Masachapa Jinotepe San Ubaldo REGION VIII I. del Venado Nandaime I. Zapatera Colonia CARAZO Nueva Guïnea PACIFIC OCEAN Casares Alta Gracia Morrito Go Punta rd Punta Mono I. de Ometepe RÍO (Monkey Point) a REGION IV RIVAS Lago de SAN JUAN Punta Gorda Rivas Peñas Nicaragua National capital Bahía Blancas Archipiélago de REGION IX Punta Gorda Regional capital San Juan Solentiname del Sur San Carlos Departmental capital San Juan City, town Sa del Norte nJ Cabo Santa Major airport ua Elena n International boundary Golfo de Regional boundary Papagayo Liberia s lo ar Coco San C Departmental boundary Puerto Viejo Pan American Highway Main road Cañas CO S TA RI CA Secondary road enas Railroad tar NICARAGUA n Pu Península San José de Nicoya 0 50 100 150 km Golfo 0 50 100 mi de NicoyaMap No. 3932 Rev. 3 UNITED NATIONS Department of Peacekeeping OperationsMay 2004 Cartographic Section
  • 201. 1011 Vienna, Austria Strauchgasse 3 Tel. +43 1 533 12 00-0Fax +43 1 533 12 00-5262 office@oe-eb.at www.oe-eb.at

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