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Aspetos gerais sobre a Internet, principais serviços e cuidados a ter.

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Internet

  1. 1. 1<br />Aspectos Genéricos sobre Internet<br />Internet <br />
  2. 2. Prof. Ricardo Raposo<br />2<br />O que é a Internet?<br />“…A Internet é uma rede de redes. <br />Ela integra conjuntamente redes locais (LAN) de escolas, bibliotecas, empresas, hospitais, instituições de administração e de investigação e outras entidades numa enorme rede de comunicações que se expande por todo o Globo. <br />A sua infraestrutura inclui entre outras, redes telefónicas, conexões por satélite, micro-ondas terrestres e redes de fibra ópticas.”<br />
  3. 3. Prof. Ricardo Raposo<br />3<br />Qual o Tamanho da Internet?<br />“…A rede atual não pode ser adequadamente mapeada, uma vez que constantemente estão a ser acrescentados novos computadores e novas redes, para além de que as vias electrónicas utilizadas nas comunicações estão em permanente mudança”<br />SHELTON, T. Encyclopedia of Networking, Osborne, McGraw Hill, 1994<br />
  4. 4. Prof. Ricardo Raposo<br />4<br />O que é a Internet?<br /><ul><li>A Internet é uma rede de computadores à escala mundial, destinada à troca de informações.
  5. 5. Na Internet pode encontrar informação sobre tudo o que procura, enviar e receber mensagens, ouvir música, ler livros e revistas, conversar com outras pessoas, fazer compras, consultar o saldo bancário, fazer o download de software ou simplesmente passar horas a navegar tranquilamente sem rumo definido neste oceano fascinante.</li></li></ul><li>Prof. Ricardo Raposo<br />5<br />O que é a Internet?<br />Internet<br />International+ Network<br />(Rede internacional)<br /> A palavra Internet resulta da contração das palavras inglesas International e Network<br />
  6. 6. Prof. Ricardo Raposo<br />6<br />Origens e Evolução<br />A Internet teve a sua origem nos EUA por volta de 1970.<br />Nesta altura o Min. Da Defesa dos EUA atribuiu à agência ARPA (Advanced Research Projects Agency) a tarefa de criar uma rede de computadores capaz de por em comunicação centros militares geograficamente afastados.<br />E assim nasceu a primeira grande rede de computadores à qual se deu o nome de ARPANET<br />
  7. 7. Prof. Ricardo Raposo<br />7<br />Origens e Evolução<br />Os protocolos TCP/IP foram desenvolvidos por esta altura pelas equipas de trabalho que desenvolveram a ARPANET.<br />Ainda hoje, esta tecnologia está na base de funcionamento da Internet.<br />Progressivamente a ARPANET acabou por extravasar os seus objectivos e expandiu-se entre os meios académicos universitários.<br />
  8. 8. Prof. Ricardo Raposo<br />8<br />Origens e Evolução<br />Na década de 80, a ARPANET deu origem a outras duas redes:<br /><ul><li>MILNET – Orientada exclusivamente para fins militares;
  9. 9. NSFNET – orientada fundamentalmente para fins científicos (NSF National Science Foundation, EUA);</li></li></ul><li>Prof. Ricardo Raposo<br />9<br />Origens e Evolução<br /><ul><li>A Internet resultou da evolução da NSFNET, que por sua vez teve origem na primeira grande rede de computadores a ARPANET
  10. 10. Atualmente a Internet tornou-se a maior rede com uma abrangência planetária.</li></li></ul><li>Prof. Ricardo Raposo<br />10<br />Mas porquê o sucesso imediato da Internet?<br />O que levou à grande expansão da Internet, foi o elevado interesse de muitas instituições comerciais nos seus serviços que viram neste novo meio de comunicação um amplo mercado para explorar.<br />
  11. 11. Mas porquê o sucesso imediato da Internet?<br />Assim surgem os primeiros ISP’s (Internet Service Providers) empresas especializadas em fornecer acesso à Internet a outras empresas e cidadãos em geral.<br />Prof. Ricardo Raposo<br />11<br />
  12. 12. Prof. Ricardo Raposo<br />12<br />O Surgimento da WWW<br />A Web teve a sua origem na década de 80 no CERN (Conseil Europeene de Reserche Nucléaire), na Suíça e foi apresentada oficialmente, em 1992 pelo seu criador, o Cientista Tim Berners-Lee.<br />
  13. 13. Prof. Ricardo Raposo<br />13<br />WWW<br />Com a enorme popularização da Internet surgiu a Web (“teia”):<br />Sistema de páginas de hipertexto e multimédia à escala mundial acessível em qualquer computador por meio de interfaces gráficos.<br />Com a distribuição praticamente gratuita de software de navegação na Web, a Internet tornou-se definitivamente um novo meio de comunicação de âmbito mundial e praticamente acessível a qualquer pessoa.<br />
  14. 14. Prof. Ricardo Raposo<br />14<br />Web Browsers<br /><ul><li>Software gráfico que permitia navegar ou fazer pesquisas no sistema www da Internet</li></ul>ex.: Internet Explorer, Mozilla Firefox, Google Chrome, etc.…<br />
  15. 15. Prof. Ricardo Raposo<br />15<br />Quem controla a Internet?<br />Ninguém!<br /> Surpreendentemente a Internet não é controlada por nenhuma organização, o que faz com que ela seja um espaço aberto de comunicação. A organização desenvolve-se a partir de redes particulares e dos seus utilizadores.<br />Existem, no entanto, vários organismos dedicados à administração da Internet, dos quais destacamos:<br />Fundação para a Computação Científica Nacional (FCCN), que em Portugal regista o nome dos domínios;<br />Internet Society, define os padrões técnicos;<br />World Wide Web Consortium, discute os desenvolvimentos das linguagens de programação na Internet.<br />
  16. 16. Prof. Ricardo Raposo<br />16<br />A base da arquitetura da Internet Os protocolos TCP/IP<br />Foram estes protocolos que criaram pela primeira vez, uma arquitetura geral de redes de computadores baseada em camadas ou níveis diferenciados de funções.<br /><ul><li> Correspondência entre a arquitetura TCP/IP e o modelo OSI</li></li></ul><li>Prof. Ricardo Raposo<br />17<br />TCP/IP<br />Este protocolo é implementado não apenas nos computadores ligados à rede (sistemas finais) mas também nos nós dos sistemas intermédios da mesma.<br />Cada rede liga-se Internet através de um ou mais routers ou gateways.<br />Estes dispositivos ligam-se entre si formandos desta forma a infraestrutura de ligações da Internet.<br />
  17. 17. Prof. Ricardo Raposo<br />18<br />TCP/IP<br />É ao nível dos routers, como nós intermédios da Internet, que tem lugar a parte fundamental do encaminhamento de mensagens que circulam pela rede<br />
  18. 18. Prof. Ricardo Raposo<br />19<br />TCP/IP<br />
  19. 19. Prof. Ricardo Raposo<br />20<br />TCP/IP<br />Como já foi referido anteriormente, a arquitetura TCP/IP não define nenhum protocolo abaixo da camada IP equivalente à camada de Rede no modelo OSI, pois este foi concebido para interligar redes de padrões diferenciados. (linhas telefónicas tradicionais, RDIS, X25, ATM, fibra óptica, etc.)<br />
  20. 20. Prof. Ricardo Raposo<br />21<br />Os endereços da Internet<br />Cada máquina ligada diretamente à Internet tem um endereço único<br />Os endereços IP’s são formados por 32 bits ou 4 bytes<br />Exemplos: 128.103.40.207<br /> 198.99.127.200 <br /> 100.100.99.98<br /><ul><li>Como podemos constatar, temos 4 números separados por pontos. Cada numero pode variar entre 0 e 255 (o intervalo em que pode variar um numero de 8 bits ou octeto)</li></li></ul><li>A Nova Geração de IP’s<br />Existe uma outra versão do IP, a versão 6 (IPv6) que utiliza um número de 128 bits. Com isso dá para utilizar 25616 endereços.<br />Este protocolo tem vindo a ser implementado em várias redes e pretende-se que o mesmo funcione em simultâneo com i IPv4<br />Prof. Ricardo Raposo<br />22<br />
  21. 21. Prof. Ricardo Raposo<br />23<br />DNS - Domain Name System<br />Como os endereços numéricos se tornam muito difíceis de fixar por parte dos utilizadores da Internet foi criado um sistema de endereçamento por nomes – DNS<br />Os domínios representam a organização das redes e sub-redes da Internet.<br />
  22. 22. Prof. Ricardo Raposo<br />24<br />Domínios<br />Normalmente as últimas letras de um endereço designam o domínio de topo que pode ser um pais uma organização ou outra qualquer entidade.<br />Alguns exemplos:<br />www.sapo.pt<br />www.microsoft.com<br />Nssdc.gsfc.nasa.gov<br />Greenpeace.org<br />
  23. 23. Prof. Ricardo Raposo<br />25<br />Domínios<br /><ul><li>Domínios de topo identificativos de organizações e de alguns países.</li></li></ul><li>Prof. Ricardo Raposo<br />26<br />Domínios<br />Estes domínios para serem reconhecidos têm de estar obrigatoriamente registados na Internet para poderem assim serem identificados por routers ou gateways.<br />Para isso foram então criadas bases de dados para converterem esses endereços em endereços numéricos do protocolo IP e colocar essas bases de dados acessíveis aos computadores.<br />
  24. 24. Prof. Ricardo Raposo<br />27<br />Servidores DNS<br />Um pouco por toda a Internet existem computadores servidores de DNS que sempre que solicitados fazem a conversão dos endereços por nomes para os respectivos endereços numéricos (IP’s).<br />
  25. 25. Prof. Ricardo Raposo<br />28<br />Principais Serviços da Internet<br />Como já foi referido anteriormente, uma das causas de grande sucesso a Internet, teve a ver com os vários serviços telemáticos que veio trazer. Dos quais se destaca:<br />Correio electrónico (e-mail)<br />Emulação de terminal (telnet)<br />Transferência de ficheiros (ftp)<br />Serviços de busca e pesquisa de informação<br />Fóruns de discussão<br />Conversação em direto (IRC)<br />Etc…<br />
  26. 26. Prof. Ricardo Raposo<br />29<br />Correio Electrónico<br />O e-mail, como é mundialmente conhecido, foi um dos primeiros serviços a ser implementado na Internet e ainda hoje é dos mais utilizados.<br />Através da Internet, as mensagens podem ser entregues em segundos em qualquer local do planeta. E mais barato que uma chamada telefónica e pode ser enviada a qualquer hora sem a preocupação com fusos horários ou se o destinatário está a dormir.<br />
  27. 27. Prof. Ricardo Raposo<br />30<br />Correio Electrónico<br />Da mesma forma que uma carta pode passar por diversas estações de correio até chegar ao destinatário, também o e-mail pode passar por diversos servidores de correio electrónico(mail server).<br />Quando a mensagem é enviada, esta vai para um servidor através do protocolo SMTP (Simple Mail Transfer Protocol), que analisa o endereço e envia a mensagem para o servidor destinatário.<br />
  28. 28. Prof. Ricardo Raposo<br />31<br />Correio Electrónico<br />
  29. 29. Prof. Ricardo Raposo<br />32<br />Transferência de FicheirosFTP<br />Este serviço telemático é assegurado pelo protocolo FTP (File Transfer Protocol) – um protocolo a nível de aplicação.<br />Depois de efectuada uma ligação remota a determinado computador permite efetuar:<br />Downloads<br />Uploads<br />
  30. 30. Prof. Ricardo Raposo<br />33<br />Transferência de FicheirosFTP<br />Para aceder a um servidor de FTP necessário ter um software de cliente de FTP, como por exemplo:<br />WS_FTP<br />CuteFTP<br />Fillezilla<br />Exemplos de servidores de FTP:<br />ftp.homepages.sapo.pt<br />ftp.planeta.clix.pt<br />
  31. 31. Prof. Ricardo Raposo<br />34<br />Transferência de FicheirosFTP<br /><ul><li>NOTA!!!
  32. 32. Atualmente, após a difusão da WWW e dos browsers ou programas de navegação nesse sistema, a transferência de ficheiros pode ser efectuada a partir do browser nas páginas da Web;
  33. 33. No entanto, mesmo nesse caso, o protocolo FTP continua a ser o responsável pela transferência de um ficheiro depois de acionado pelo sistema da WWW.</li></li></ul><li>Prof. Ricardo Raposo<br />35<br />Emulação de TerminalTelnet<br />Telnet é um protocolo de login remoto.<br />Este serviço permite ao utilizador ligar-se a um computador da rede e passar a trabalhar nele como se o seu se trata-se.<br />
  34. 34. Prof. Ricardo Raposo<br />36<br />Emulação de TerminalTelnet<br />Quando se entra noutro computador por telnet ou acesso remoto, normalmente é nos pedido:<br />Login (ou username): identificação do utilizador perante o sistema. Teremos de ser utilizador reconhecido pelo sistema.<br />Password : palavra-passe para entrada no sistema.<br /><ul><li>Como exemplo deste tipo de software temos hoje em dia alguns de fácil utilização, como seja: LogMeIn Hamashi ou TeamViewer.</li></li></ul><li>Prof. Ricardo Raposo<br />37<br />World Wide WebWWW<br />Trata-se de um sistema de documentos em hipertexto (HTML) a nível mundial e que se interligam uns com os outros através de um protocolo especifico chamado HTTP.<br />O acesso a este sistema faz-se através dos browsers, programas de acesso e pesquisa ma Web.<br />
  35. 35. Prof. Ricardo Raposo<br />38<br />World Wide WebWWW<br />A WWW, não é apenas mais um serviço!!<br /><ul><li>Trata-se na verdade de um sistema que consegue utilizar praticamente todos os outros serviços e recursos da Internet (e-mail, FTP, etc.)
  36. 36. Desta forma a Internet passou a ser sinónimo de World Wide Web
  37. 37. Para muitos esta é a única face visível da Internet</li></li></ul><li>Prof. Ricardo Raposo<br />39<br />A Linguagem HTML<br />Associado à WWW surgiu uma nova linguagem e um novo protocolo:<br />Linguagem HTML (HyperText Markup Language): linguagem destinada à criação de documentos em hipertexto. <br />Um documento em hipertexto funciona com base em certas palavras e símbolos – mais conhecidos por links e hyperlinks.<br />
  38. 38. Prof. Ricardo Raposo<br />40<br />Protocolo Http<br />http (HyperText Transfer Protocol) – Consiste num novo protocolo criado especificamente para funcionar com os documentos em hipertexto HTML, através dos links e dos endereços especiais (URL), permitindo assim a localização de outros documentos em outros servidores.<br />
  39. 39. Prof. Ricardo Raposo<br />41<br />Web Browsers<br />O primeiro Web Browser a conhecer grande divulgação dava pelo nome “MOSAIC”, desenvolvido nos USA foi criado pela mesma empresa que mais tarde viria a desenvolver o bem conhecido “NETSCAPE Navigator” que por sua vez deu origem ao famoso “Mozilla Firefox”.<br />A gigante Microsoft reconhecendo a importância deste tipo de software, não demorou muito tempo a lançar o seu próprio browser, “Internet Explorer”.<br />Estes dois têm vindo a competir pela posição de maior popularidade entre os cibernautas.<br />
  40. 40. Prof. Ricardo Raposo<br />42<br />Web Browsers<br />Os web browsers permitem aceder diretamente às páginas da Web e navegar pelos seus milhares de servidores.<br />Este tipo de navegação já não exige aos utilizadores um conhecimento de comandos complicados.<br />Hoje em dia basta apenas utilizar o ponteiro do rato sobre os links das páginas de hipertexto que vão surgindo na janela de navegação ou do browser. <br />
  41. 41. Prof. Ricardo Raposo<br />43<br />Serviços de Pesquisa de Informação<br />Dadas as dimensões da Internet, com os seus milhões de computadores que estão prontos a fornecer informações aos seus utilizadores, tornou-se necessário um mecanismo que permitisse pesquisar informação e nos indica-se em que sítios (sites) da rede se encontra aquilo que procuramos.<br />Com essa finalidade surgiram então os primeiros serviços de pesquisa de informação.<br />
  42. 42. Prof. Ricardo Raposo<br />44<br />Serviços de Pesquisa de Informação - ARCHIE<br />O ARCHIE foi o primeiro desses sistemas que conheceu a popularidade;<br />Este sistema deve o seu nome a um detective de banda desenhada!!<br />Este sistema de busca encontra-se instalado em muitos servidores e pode ser acedido por TELNET, requerendo a palavra archie como login.<br />Pode igualmente ser acedido por um programa cliente de archie ou por correio electrónico.<br />
  43. 43. Prof. Ricardo Raposo<br />45<br />Serviços de Pesquisa de Informação - WAIS<br />Um outro sistema de busca é o WAIS (Wide Area Information Servers);<br />Tal como o Archie, o WAIS pode igualmente ser acedido por Telnet e faz pesquisas a partir de palavras-chave que lhe fornecemos;<br />
  44. 44. Prof. Ricardo Raposo<br />46<br />Serviços de Pesquisa de Informação<br /><ul><li>Tanto o Archie como o WAIS apenas nos fornecem indicações (endereços) de servidores de FTP aos quais teremos de aceder para transferir os ficheiros que poderão conter a informação que procuramos.</li></li></ul><li>Prof. Ricardo Raposo<br />47<br />Serviços de Pesquisa de Informação - Gopher<br />Este nome deriva de um bichinho muito hábil a procurar coisas e que é a mascote da Universidade de Minnesota, onde o sistema foi criado.<br />(…)<br />
  45. 45. Prof. Ricardo Raposo<br />48<br />Serviços de Pesquisa de Informação<br />Antes do aparecimento da WWW, eram estes os principais instrumentos utilizados para localizar informação;<br />Com o novo sistema da Internet, tudo se alterou… <br />…PARA MELHOR CLARO!!!! <br />
  46. 46. Prof. Ricardo Raposo<br />49<br />Serviços de Pesquisa de Informação<br /><ul><li> Na figura podemos ver o browser da Microsoft – Internet Explorer – Onde se pode ver um sistema de pesquisa na WWW
  47. 47. Possuem um mecanismo de busca automática e aceitam a introdução de palavras ou combinações das mesmas para assim encontrar informação relacionada com esse assunto.</li></li></ul><li>Prof. Ricardo Raposo<br />50<br />Serviços de Pesquisa de Informação<br />Dentro da WWW os motores de busca baseiam-se fundamentalmente em dois tipos de serviços:<br />Bases de dados previamente organizadas e atualizadas com regularidade;<br />Bases de dados organizadas em conjugação com mecanismos de busca automática em interação com outros sites da Web;<br />
  48. 48. Prof. Ricardo Raposo<br />51<br />Serviços de Pesquisa de Informação<br /><ul><li>O SAPO, cuja a sigla advém de Serviço de Apontadores Portugueses, é um dos serviços de pesquisa mais antigos e mais divulgados dentro dos portugueses!</li></li></ul><li>Prof. Ricardo Raposo<br />52<br />Endereços URL<br />O sistema WWW fez surgir um novo tipo de endereços, conhecidos por URL – Uniform Resource Locator.<br />Exemplos:<br />http://www.microsoft.com<br />
  49. 49. Prof. Ricardo Raposo<br />53<br />Endereços URL<br />Um endereço URL pode ser dividido em 3 partes distintas:<br />protocolo://servidor/localização<br />ou de outro modo:<br />1 – prefixo<br />2 – endereço<br />3 – local da INFORMAÇÃO<br />
  50. 50. Prof. Ricardo Raposo<br />54<br />Endereços URL<br /><ul><li>Prefixo</li></ul>Designa o tipo de serviço que é utilizado para aceder à informação em causa. O mais usual é o http://<br />Outros exemplos:<br />https://<br />gopher://<br />ftp://<br />news:<br />
  51. 51. Prof. Ricardo Raposo<br />55<br />Endereços URL<br /><ul><li>Endereço</li></ul>Não é mais que um endereço normal, designando um computador num determinado domínio. (onde poderá estar alojado o site com a informação que pretendemos consultar)<br />
  52. 52. Prof. Ricardo Raposo<br />56<br />Endereços URL<br />Local da informação<br />A terceira parte de um endereço indica a localização especifica onde se encontra a informação que desejamos visualizar; <br />por exemplo:<br />http://esjd.no.sapo.pt/ementa.html<br />
  53. 53. Prof. Ricardo Raposo<br />57<br />Serviços de Comunicação com Som e Imagem<br />Um dos programas mais utilizados para este tipo de comunicação começou por ser o conhecido NetMeeting da Microsoft<br />Este programa pode igualmente ser utilizado numa rede local a funcionar com TCP/IP<br />
  54. 54. Serviços de Comunicação com Som e Imagem<br />Hoje em dia este tipo de comunicação é assegurado por aplicações como o Skype ou o Messenger.<br />Com o aumento da largura de banda, nos vários canais de comunicação, a qualidade de som e imagem aumentou substancialmente e hoje em dia é fácil conseguir fazer chamadas ou videochamadas a partir de um qualquer PC ou smartphone ligado à Internet.<br />Prof. Ricardo Raposo<br />58<br />
  55. 55. Prof. Ricardo Raposo<br />59<br />Acesso à INTERNET<br />
  56. 56. Prof. Ricardo Raposo<br />60<br />Acesso à INTERNET<br /><ul><li>Ligação Direta à Internet
  57. 57. Este tipo de ligação, é normalmente um privilegio ao alcance de apenas algumas grandes empresas ou de algumas instituições, como por exemplo a maioria das Universidades.
  58. 58. Associado a este acesso vem normalmente a capacidade de possuírem IP’s próprios.</li></li></ul><li>Prof. Ricardo Raposo<br />61<br />Acesso à INTERNET<br /><ul><li>Acesso Através de um ISP
  59. 59. Para quem não tem a possibilidade de ter uma ligação direta à Internet terá de recorrer à segunda opção, ou seja, utilizar um acesso indireto através de um fornecedor de serviço de acesso.</li></li></ul><li>Prof. Ricardo Raposo<br />62<br />Acesso à INTERNET<br /><ul><li>Dentro deste tipo de acesso existem ainda várias modalidades:
  60. 60. Por linhas telefónicas tradicionais e através de um modem
  61. 61. Através de uma linha RDIS com adaptador próprio
  62. 62. Através do sistema de cabo (Tv Cabo)
  63. 63. Fibra óptica
  64. 64. Ligações sem fios
  65. 65. (etc.)</li></li></ul><li>Prof. Ricardo Raposo<br />63<br />Acesso à INTERNET<br /><ul><li>A maioria dos acessos disponibilizados pelos ISP da rede telefónica ou RDIS utiliza o protocolo PPP (Point-to-Point Protocol)
  66. 66. O protocolo PPP foi desenvolvido especificamente para correr mensagens TCP/IP nas linhas telefónicas
  67. 67. O PPP atribui um IP temporário ao computador que se liga através deste protocolo.</li></li></ul><li>Prof. Ricardo Raposo<br />64<br />Acesso à INTERNET<br /><ul><li>Em Portugal já existem uma grande quantidade de ISP.
  68. 68. A maioria oferece um serviço de banda larga, com utilização ilimitada em termos de tempo de ligação.</li></li></ul><li>Prof. Ricardo Raposo<br />65<br />Acesso à INTERNET<br /><ul><li>Na maioria das ligações através de um ISP o cliente normalmente só necessita de um modem para ligar o seu computador à linha telefónica.
  69. 69. É igualmente necessário fazer as configurações corretas no sistema operativo que se está a utilizar (Windows ou outro software de aplicação apropriado).</li></li></ul><li>Prof. Ricardo Raposo<br />66<br />Acesso à INTERNET<br />
  70. 70. Prof. Ricardo Raposo<br />67<br />Segurança na Internet<br />A comunicação e a publicação de informação na Internet não é supervisionada por nenhuma entidade. A maior parte dos seus serviços encontra-se à disposição dos utilizadores sem qualquer restrição ou controlo.<br />
  71. 71. Prof. Ricardo Raposo<br />68<br />Segurança na Internet<br />Pensar que na Internet não existem perigos ou que estes só afectam os outros é assumir uma atitude distante e pouco informada!! <br />Tomar consciência dos riscos, estar informado de como os prevenir ou minimizar, orientar as catividades na Internet, podem ser as chaves para garantir uma utilização em segurança. <br />
  72. 72. Prof. Ricardo Raposo<br />69<br />Segurança na Internet<br />As diversas fontes de risco:<br />Web: dar-se a conhecer<br />Correio electrónico: troca de mensagens, rápido e cómodo<br />Chat: conversação em tempo real<br />Fórum: partilhar interesses e opiniões<br />Outros: partilha de ficheiros, mensagens instantâneas<br />
  73. 73. Prof. Ricardo Raposo<br />70<br />Segurança na Internet<br /><ul><li>RISCOS POTENCIAIS: </li></ul>Os QUATRO C’s<br />Por Conteúdo<br />Por Contacto<br />Comércio electrónico<br />Por Comportamento<br />
  74. 74. Prof. Ricardo Raposo<br />71<br />Segurança na Internet<br /><ul><li>Riscos por Conteúdo</li></ul>Conteúdos ilegais (pornografia infantil, racismo, difamação, publicidade sobre drogas ilegais, ameaças… )<br />Conteúdos nocivos (pornografia e linguagem para adultos, violência, informação sobre seitas…)<br />Conteúdos falsos (dar por certa informação que é falsa)<br />Conteúdos não desejados (por exemplo, spam)<br />
  75. 75. Prof. Ricardo Raposo<br />72<br />Segurança na Internet<br /><ul><li>Riscos por Contacto</li></ul>Há diversas áreas de contacto: chats, fóruns, correio electrónico, páginas web...<br />Navegação anónima e/ou falsa identidade (desconhece-se a origem ou procedência, género, idade, trabalho ..)<br />Segundo um estudo europeu, 22% dos jovens que participam nos chats vieram a conhecer-se pessoalmente.<br />
  76. 76. Prof. Ricardo Raposo<br />73<br />Segurança na Internet<br /><ul><li>Portanto pode ser PERIGOSO:</li></ul>dar informação pessoal<br />estabelecer relações inadequadas com desconhecidos<br />entrar em discussões e conflitos <br />pode resultar em, o utilizador ser vítima:<br /><ul><li>perseguições
  77. 77. ameaças
  78. 78. ofensas
  79. 79. provocações</li></li></ul><li>Prof. Ricardo Raposo<br />74<br />Segurança na Internet<br /><ul><li>Riscos por Comércio Electrónico</li></ul>Os mais jovens são muito influenciáveis <br />Gostam de comprar por Internet<br />Atenção: MARKETING ABUSIVO:<br /><ul><li> publicidade subliminal
  80. 80. Indução à compra fácil
  81. 81. solicitação de dados pessoais
  82. 82. perda de privacidade</li></ul>Para comprar só é necessário ter um número de cartão e crédito<br />
  83. 83. Prof. Ricardo Raposo<br />75<br />Segurança na Internet<br /><ul><li>Por Comportamento</li></ul>Além de poderem ser potenciais vítimas, os utilizadores da Internet podem ferir outras pessoas ou atuar de maneira desagradável, podendo mesmo chegar a cometer delitos:<br /><ul><li>ameaçar terceiros
  84. 84. intimidar colegas
  85. 85. plagiar informação</li></ul>Risco de Dependência: falta de controlo sobre o tempo de uso<br />Ergonomia: é importante utilizar os equipamentos e meios de forma saudável<br />
  86. 86. Prof. Ricardo Raposo<br />76<br />Segurança na Internet<br />Métodos de ataque mais frequentes:<br /> Quanto mais desprotegido se encontrar um sistema mais são as formas de o atacar sem necessidade de se ser um hacker experiente.<br />Vírus e Worms - conhecido como um programa com capacidade de se copiar autonomamente, ganha novos poderes com a Net. Copia-se de computador em computador, de organização em organização, gastando recursos e por vezes danificando dados. Um dos mais conhecidos foi o Internet Worm em 1988, afectou mais de 7000 computadores na Internet em poucas horas. <br />
  87. 87. Prof. Ricardo Raposo<br />77<br />Segurança na Internet<br />Trojans ou Cavalos de Tróia - Programa de utilidade que trás secretamente código de intenções maliciosas. <br />Recentemente com o aparecimento dos Cookies, Agents ou Applets, i.e., todo o tipo de programas interpretados, próprios para a Internet, os trojans voltaram a ser um perigo considerável. <br />Em Agosto de 1996 a Boeing teve de proibir os seus empregados de usarem programas feitos em Java (Java Applets) vindos da Internet receando o aparecimento de trojans feitos em Java. <br />
  88. 88. Prof. Ricardo Raposo<br />78<br />Segurança na Internet<br />TrapDoors e Holes(Buracos) - É o que se chama a determinadas facilidades não documentas nem explícitas, existentes em sistemas operativos ou em aplicações. As trapdoors costumam ser feitas propositadamente pelos programadores para testar, monitorar, controlar o software no seu desenvolvimento.<br /> Muitas delas são mantidas para lá do tempo de desenvolvimento por esquecimento ou por outros motivos. <br />
  89. 89. Segurança na Internet<br />Os Holes(Buracos) abrangem as TrapDoors mais aquelas que podem ser erros (Bugs) no funcionamento sistema.<br /> De facto essas capacidades são uma porta aberta, provocando momentos de vulnerabilidade em termos de segurança. <br />Prof. Ricardo Raposo<br />79<br />
  90. 90. Segurança na Internet<br />Hoje em dia não é difícil encontrar informação acerca destes buracos pois estão documentados para cada sistema operativo.<br />Até existem mesmo programas que os exploram.<br />Prof. Ricardo Raposo<br />80<br />
  91. 91. Prof. Ricardo Raposo<br />81<br />Segurança na Internet<br />Sniffing- Catividade de escutar a comunicação alheia, isto é, ter acesso à comunicação entre o utilizador e a máquina.<br /> O sniffing é geralmente utilizado para caçar passwords. <br />
  92. 92. Segurança na Internet<br />É feito através de um programa que vai monitorizando, através de um ou mais buracos do sistema, o que todos os utilizadores escrevem no teclado. <br />Prof. Ricardo Raposo<br />82<br />
  93. 93. Prof. Ricardo Raposo<br />83<br />Segurança na Internet<br />Spoofing - Cato de falsificar o remetente de um pacote de transmissão de dados, para que o receptor o trate como se fosse de um outro utilizador. <br />
  94. 94. Segurança na Internet<br />Em certos sistemas, e com a intenção de obter um melhor nível de segurança, o servidor de rede só deixa utilizar certos serviços a um número restrito e autenticado de utilizadores. <br />Prof. Ricardo Raposo<br />84<br />
  95. 95. Prof. Ricardo Raposo<br />85<br />Segurança na Internet<br />password cracking- Catividade de descobrir passwords. <br />O método mais comum é o das tentativas, de nome técnico Brute-Force Atack. <br />Passa por arranjar um dicionário de palavras possíveis para passwords com a sua respectiva palavra codificada e o programa que tenta encontrar cada password desconhecida no dicionário. <br />
  96. 96. Prof. Ricardo Raposo<br />86<br />Segurança na Internet<br /><ul><li>INSTRUMENTOS DE PROTECÇÃO</li></ul>Programas informáticos que ajudam a proteger de possíveis riscos:<br />Exemplos: anti-spams, anti-virus, firewalls<br /><ul><li>Nestes sites é possível encontrar todos estes tipos de software:</li></ul>www.tucows.com; www.baixaki.com.br<br />
  97. 97. Prof. Ricardo Raposo<br />87<br />Segurança na Internet<br />ANTI-VIRUS<br />Este tipo de software protege o computador de possíveis ataques de vírus. Normalmente efetuam a limpeza, monitorizam, encontram, e curam ficheiros infectados. <br />
  98. 98. Prof. Ricardo Raposo<br />88<br />Segurança na Internet<br />ANTI-SPAM<br />Esta é uma utilidade da remoção do adware e do spyware que detecta e limpa milhares de potenciais ameaças ao computador e utilizador.<br />
  99. 99. Prof. Ricardo Raposo<br />89<br />Segurança na Internet<br />FIREWALL<br />De alguns anos para cá surgiu um conceito chamado Firewall, tem como objectivo fazer uma barreira entre a Internet e a organização, deixando passar só o que é legitimo. <br />
  100. 100. Segurança na Internet<br />Hoje estima-se que cerca de 75 % das empresas que estão na Internet usam firewall.<br />Mas uma pergunta se coloca: <br />Estará ela bem configurada?<br />Prof. Ricardo Raposo<br />90<br />

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