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TAAV - Em busca de outro modelo
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TAAV - Em busca de outro modelo

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  • Obs: como não é possível modificar a cor da fonte neste campo, nas próximas lâminas optei por escrever em caixa alta, para destacar o meu texto. Objetivos do chat : 1) A partir da revisão dos principais conceitos abordados no módulo, convidar os alunos a participar de uma discussão, para troca de opiniões e conseqüente aprofundamento da temática em questão. 2) Situar o próprio chat como um dos instrumentos de avaliação do módulo, coerentemente com as idéias tematizadas no módulo. Obs: esse segundo objetivo justifica-se pelo fato da questão proposta convidar o aluno a uma metarreflexão: na reflexão sobre o seu processo de formação no módulo e sobre as contribuições deste módulo à sua formação profissional, o aluno vivencia os movimentos meterreflexivos de retrospecção e prospecção.
  • Transcript

    • 1. Em busca de outro modelo para a comunicação em rede 0/22 CARNEIRO, Maria Lucia & MARASCHIN, Cleci. In: BARBOSA, R. M. (org.). Ambientes virtuais de aprendizagem . Porto Alegre: Artmed, 2005.
    • 2. Grupalidade e redes de conhecimento <ul><li>Mudanças na comunicação ocasionadas pelos acoplamentos tecnológicos ao processo educacional. </li></ul><ul><li>Serviços integrados ao processo de ensino-aprendizagem: comunicação síncrona, assíncrona, vídeo e bibliotecas virtuais. </li></ul><ul><li>Grupo como instituição: cada grupo constitui um domínio de ações diferenciadas e coordenadas entre si. </li></ul><ul><li>No operar do grupo, a constituição de rede de trocas consensuais. </li></ul>
    • 3. Grupalidade e redes de conhecimento <ul><li>Maturana e Varela (2001) acoplamento estrutural que permita a manutenção da individualidade dos organismos que interagem. </li></ul><ul><li>Acoplamentos de terceira ordem – geram modelos de interação que permite constituir novos domínios de interação que os indivíduos isolados não poderiam produzir. </li></ul>
    • 4. Grupalidade e redes de conhecimento <ul><li>Acoplamento estrutural grupal – no devir, os constantes ajustamentos das posições dos indivíduos nas redes de interações. </li></ul><ul><li>Modelo linear (tubo) em muitas propostas de interação online : AVA como espaço para publicações de textos e aulas gravadas. </li></ul>
    • 5. Grupalidade e redes de conhecimento <ul><li>Maturana e a desconstrução da metáfora do tubo : nas ações compartilhadas, cada participante entra em domínio consensual com os outros, de acordo com suas experiências. </li></ul><ul><li>Comunicação com rede interativa recorrente , que produz modos de significação entremeados de discussões e consensos. </li></ul>
    • 6. Ecologias cognitivas e comunicação <ul><li>Guatari – década de 1970 – ecologia cognitiva. </li></ul><ul><li>Bateson (1980) – ecologia da mente. </li></ul><ul><li>Lévy (1998) – ecologia cognitiva. </li></ul><ul><li>Maturana – teoria da autopoiese (neste texto: sobre os processos cognitivos em domínios de interação). </li></ul><ul><li>Estrutura do sistema comunicativo (Maturana) – domínio de estados, domínio de perturbações (em operações recorrentes), mediante acoplamento estrutural do ser ao meio. </li></ul>
    • 7. Ecologias cognitivas e comunicação <ul><li>Três graus de acoplamento: </li></ul><ul><li>De primeira ordem – entre moléculas que constituem uma célula. </li></ul><ul><li>De segunda ordem – entre o organismo e seu sistema nervoso. </li></ul><ul><li>De terceira ordem – entre organismos com sistema nervoso. </li></ul>
    • 8. Ecologias cognitivas e comunicação <ul><li>Nos AVA: </li></ul><ul><li>Acoplamento tecnológico. </li></ul><ul><li>Sujeito e meio acoplados e sofrendo mudanças estruturais. </li></ul><ul><li>Rede comunicativa como fenômeno autoprodutivo. </li></ul><ul><li>Conhecimento e interação. </li></ul><ul><li>Fenômenos sociais como conseqüência de interações entre seres vivos. </li></ul>
    • 9. Ecologias cognitivas e comunicação <ul><li>Nos AVA: </li></ul><ul><li>Conduta social baseada na cooperação. </li></ul><ul><li>Professor e a criação de espaços em que alunos co-derivem, transformando-se e interferindo na sua rede social. </li></ul><ul><li>Para Maturana, o ser vivo e sua circunstância transforma-se de maneira congruente. </li></ul>
    • 10. Pesquisa de campo 1 <ul><li>Análise de fluxos interativos em redes de aprendizagem online , mediante análise de conteúdo das mensagens. </li></ul><ul><li>Gincana Virtual – Teleduc e videoconferência: </li></ul><ul><ul><li>1ª semana – centrado na moderadora </li></ul></ul><ul><ul><li>2ª semana – ampliação da rede de interações / outros centros geradores / grupalidade </li></ul></ul><ul><ul><li>3a semana – constituição de várias redes de interação </li></ul></ul><ul><ul><li>4ª semana – recentralização na moderadora </li></ul></ul><ul><ul><li>5ª semana – fluxo comunicacional contínuo centrado na moderadora / também outra rede descentrada </li></ul></ul><ul><ul><li>5ª e 6ª semanas – deslocamento do centro das interações para otros sujeitos </li></ul></ul><ul><ul><li>7ª e 8ª semanas – oscilação entre interação centrada na moderadora e movimento em rede </li></ul></ul>
    • 11. Pesquisa de campo 1 <ul><li>Constituição do sujeito coletivo : pesquisadora mais como observadora que como moderadora. </li></ul><ul><li>Alunos assumem seus papéis nos grupos constituídos. </li></ul><ul><li>Acoplamento tecnológico – bate-papo e videoconferência incorporados ao cotidiano. </li></ul>
    • 12. Pesquisa de campo 2 <ul><li>Análise das interações em dois cursos online , mediante análise de conteúdo das mensagens. </li></ul><ul><li>Centrados no professor </li></ul><ul><li>Teleduc e videoconferência como recursos de apoio </li></ul><ul><li>Só correio como ferramenta de comunicação (centrada no professor) </li></ul><ul><li>Metáfora do tubo : tecnologia como meio para trocas e não como recurso estruturante da comunicação </li></ul>
    • 13. Pesquisa de campo 3 <ul><li>Análise das interações em cursos presenciais, mediante análise de conteúdo das mensagens. </li></ul><ul><li>Sala virtual 1: </li></ul><ul><ul><li>Mapas a partir das mensagens do correio </li></ul></ul><ul><ul><li>Sujeito coletivo e descentralização da coordenação das interações na professora </li></ul></ul>
    • 14. Pesquisa de campo 3 <ul><li>Análise das interações em cursos presenciais, mediante análise de conteúdo das mensagens. </li></ul><ul><li>Sala virtual 2: </li></ul><ul><ul><li>Atividades centradas na professora </li></ul></ul><ul><ul><li>Fluxo de interações – metáfora do tubo </li></ul></ul><ul><ul><li>Progressiva descentralização </li></ul></ul>
    • 15. Discussão de resultados <ul><li>O estudo buscou identificar alguns padrões de fluxos comunicacionais . </li></ul><ul><li>Não é o recurso tecnológico utilizado que determina o acoplamento estrutural ou a constituição de um dado fluxo comunicacional. </li></ul><ul><li>A priorização de um dado fluxo comunicacional depende da coordenação do moderador e do uso dos recursos do AVA selecionados na constituição dos espaços interativos. </li></ul>
    • 16. Discussão de resultados <ul><li>Proposta de modelagem: </li></ul><ul><li>Maturana / espiral / expansão e contração, a depender da troca entre os sujeitos / coordenações de coordenações de ações consensuais (acompanhamento efetivo das mensagens dos alunos). </li></ul>
    • 17. Discussão de resultados <ul><li>Proposta de modelagem: </li></ul><ul><li>Compartilhar e constituir um sujeito coletivo. </li></ul><ul><li>Mapas de interações – padrão oscilatório na constituição de redes comunicativas (alternâncias dos nós das redes: ora no professor, ora em outros centros). </li></ul>
    • 18. Proposta de atividades <ul><li>Analisem o fluxo de comunicação das aulas de TAAV, a partir do marco teórico do texto estudado e, se necessário, proponham outras formas de modelagem do fluxo comunicacional das aulas, apontando readequações nas coordenações consensuais de conduta das professoras e dos alunos. </li></ul>

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