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Opec 4 Alex Carvalho

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  • 1. Educação a distância: esboço de uma análise ético-política. CARVALHO, Alex. In: Revista PUC Viva . Ano 6. n. 24. jul. a set. 2005. Pontifícia Universidade Católica de São Paulo – APROPUC. p. 35-45.
  • 2. Introdução
      • EAD como fenômeno ético-político .
      • Dois eixos de análise :
      • Relações entre Ciência e tecnologia.
      • Relações entre Educação e tecnologia.
      • Tecnologia como parte integrante da gênese da ciência moderna e suas relações com o poder .
  • 3. Ciência e tecnologia
      • Ciência moderna : oposição à fé como princípio gerador do conhecimento verdadeiro.
      • Ciência e poder (Bacon – saber é poder).
      • Método científico e a dialética submissão-dominação : o mundo pode ser conhecido; para tal é preciso controlá-lo.
      • Ciência moderna como prática social : forma moderna de construção do conhecimento – domínio da natureza para promover o homem.
      • Técnicas como estratégias de domínio ; manipulação sustentada pelas descobertas científicas.
  • 4. Ciência e tecnologia
      • Produção de conhecimento: epistemológico e ontológico.
      • Nascimento da ciência moderna : revolução burguesa e modo de produção capitalista.
      • Adorno e Horkheimer (1991) – a luta iluminista pela emancipação humana / capital / dialética perversa dominação-emancipação.
      • Ciência – razão instrumental / coisificação da técnica / estratégia capitalista de dominação política, econômica e social.
  • 5. Ciência e tecnologia
      • Fetichização da técnica – esquecimento da relação entre conhecimento científico e poder.
      • Concepção tecnicista – perda da dimensão política da ciência e da técnica.
      • Alienação da ciência e da técnica – a serviço do capital / da emancipação à alienação.
  • 6. Educação e tecnologia
      • Processo dialético de dominação e emancipação.
      • Relação pedagógica sempre mediada por sistemas simbólicos historicamente construídos – Vygotsky e Nietzsche.
      • Linguagem – constitutiva da condição humana, na sua interpretação do mundo (de sociedade, homem, educação...).
      • Educação e tecnologia – investigar as intencionalidades, para além dos recursos.
  • 7. Educação e tecnologia
      • Necessário dialetizar essa relação: nem messiânica (Pedagogia Tradicional, Escola Nova, Tecnicismo), nem mera reprodução das relações de poder (Teorias Crítico-reprodutivistas).
      • Educação e tecnologia – espaço de luta ético-política (formas diferenciadas e socialmente comprometidas de entender e transformar o mundo).
  • 8. Educação e tecnologia
      • Autonomia relativa da educação:
      • Piaget ( Construtivismo ), proposta epistemológica, para além do racionalismo e do empirismo. Sujeito cognoscente , na interação com o objeto.
      • Vygotsky ( Sócio-interacionismo ), mediação simbólica na constituição do humano. Sujeito sócio-cultural (materialismo histórico e dialético).
  • 9. Educação e tecnologia
      • Em ambas as teorias, a valorização ontológica do sujeito .
      • Valorização histórica , porque inserida na modernidade.
      • Interação – união dialética entre sujeito e objeto (ambos são determinados e determinantes).
      • Em ambas as teorias, o enfoque não era político (relações de poder no ato pedagógico).
  • 10. Educação e tecnologia
      • EAD – erguida em meio a pressupostos construtivistas e/ou sócio-construtivistas – dimensão não somente epistemológica , mas ontológica e ético-política.
      • Autonomia – a) não é um dado cultural, mas precisa ser construída; b) como ponto de chegada e não de partida.
      • Considerar o repertório do aprendiz, os sistemas motivacionais (como ponto de partida).
  • 11. Educação e tecnologia
      • Fetichização da técnica e da Educação – se não consideradas as condições sociais, econômicas e culturais nas quais o ato educativo ocorre.
  • 12. Conclusão
      • Esboço de uma análise ético-política da EAD:
      • Educação e tecnologia – se consideradas como um fim em si mesmas.
      • Educação e sociedade – das sociedades disciplinares (Foucault), para as sociedades do controle (Deleuze). Nas últimas, o processo de manipulação é mais sutil, tecnológico e eficiente.
      • Educação como formação permanente – lógica das sociedades do controle.
  • 13. Conclusão
      • Contradições dialéticas da EAD – como possibilidade de democratização do conhecimento, ou como puro exercício técnico do poder estabelecido.
      • Análise ético-política da EAD – para além dos modismos messiânicos ou criticistas.
  • 14. Questões para discussão
      • Caracterize as relações entre ciência e tecnologia, na concepção do autor.
      • Caracterize as relações entre educação e tecnologia, na concepção do autor.
      • Quais as contradições dialéticas da EAD, no cenário contemporâneo?

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