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Teoria Da Comunicação Revisão
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Teoria Da Comunicação Revisão

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aulas de teoria da comunicação para os alunos do 1o. ano básico de comunicação social da Universidade de Mogi das Cruzes

aulas de teoria da comunicação para os alunos do 1o. ano básico de comunicação social da Universidade de Mogi das Cruzes

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  • 1. Teoria da Comunicação Profa. Dra. Luci Mendes de Melo Bonini
  • 2. Comunicar Tornar comum
  • 3. PROCESSO COMUNICACIONAL A B EMISSOR RECEPTOR
  • 4. ELEMENTOS DA COMUNICAÇÃO EMISSOR RECEPTOR MENSAGEM REFERENTE CANAL CÓDIGO
  • 5. ELEMENTOS DA COMUNICAÇÃO EMISSOR RECEPTOR  REFERENTE CANAL CÓDIGO RUÍDO
  • 6. ELEMENTOS DA COMUNICAÇÃO EMISSOR RECEPTOR MENSAGEM REFERENTE ?????? CANAL CÓDIGO RUÍDO
  • 7. ELEMENTOS DA COMUNICAÇÃO EMISSOR RECEPTOR MENSAGEM REFERENTE CÓDIGO RUÍDO
  • 8. ELEMENTOS DA COMUNICAÇÃO EMISSOR RECEPTOR MENSAGEM REFERENTE CANAL CODE RUÍDO
  • 9. PROCESSO COMUNICACIONAL A B EMISSOR RECEPTOR
  • 10. A B PROCESSO COMUNICACIONAL EMISSOR RECEPTOR
  • 11. PROCESSO COMUNICACIONAL A B EMISSOR RECEPTOR
  • 12. ELEMENTOS DA COMUNICAÇÃO EMISSOR RECEPTOR MENSAGEM REFERENTE CANAL CÓDIGO REDUNDÂNCIA RUÍDO
  • 13. A B PROCESSO COMUNICACIONAL EMISSOR RECEPTOR
  • 14.
    • Mensagem: grupo de signos extraídos de um repertório, reunidos numa determinada estrutura
    • Ruído: signos indesejáveis que se interpõem ao processo comunicacional
    • Redundância: facilita a compreensão da mensagem
  • 15. A ESTRATÉGIA DO CONHECIMENTO
    • Trabalha por um lado, a partir das redundâncias (repetições, regularidades, princípios de ordem) e por outro lado a partir do ruído e do aleatório
    • Sem deixar de conceber a complexidade, seus processos de entropia
  • 16. Conhecimento e evolução humana
    • Sociedades orais: as mensagens são recebidas no mesmo contexto em
    • que são produzidas;
    • Sociedades com a escrita: é possível ler uma mensagem 5 séculos depois de produzida ou a 5oo km de distância, fora de seu contexto original (A Imprensa condicionou o desenvolvimento da ciência moderna);
    • Cibercultura: co-presença de mensagens de volta a seu contexto em uma órbita completamente diferente.
  • 17. Dado, Informação e Conhecimento I
    • Dados - quantificáveis
    • Informação – grupo de signos extraídos de um repertório, reunidos numa determinada estrutura
    • Conhecimento – decodificação da informação pelo receptor, acrescentando-se a isto seu repertório, subjetividade, utilidade, originalidade; enfim seus mecanismos de produzir semiose
  • 18. Dado, Informação e Conhecimento II
    • Meios de comunicação digital  informações construídas com os dados das diversas bases instaladas.
    • Segundo Setzer:
    • http://www.ime.usp.br/~vwsetzer/dado-info.html "...dados são puramente sintáticos enquanto informação contém, necessariamente, semântica. Conhecimento é uma abstração interior (...) relacionada a alguma coisa existente no mundo real e do qual temos uma experiência direta".
    • Informação e conhecimento dependem interpretante para se constituírem
    • Informação  conhecimento: habilidades técnicas para a captação dos dados e sua formatação em informações relevantes e de um repertório teórico que possibilite uma abstração da informação e um vislumbre de sua aplicação prática
  • 19.
    • A Teoria da comunicação 
    • caracteriza-se pela diversidade de perspectivas que confluem para o seu vasto âmbito
  • 20.
    • Para Colin Cherry, comunicação significa "compartilhar elementos de comportamento ou modos de vida, pela existência de um conjunto de regras".
    • Berlo, entende comunicação "como sendo o processo através do qual um indivíduo suscita uma resposta num outro indivíduo, ou seja, dirige um estímulo que visa favorecer uma alteração no receptor por forma a suscitar um resposta"
    • Abraham Moles, define comunicação "como o processo de fazer participar um indivíduo, um grupo de indivíduos ou um organismo, situados numa dada época e lugar, nas experiências de outro, utilizando elementos comuns"
  • 21. Conceito Etimológico
    • Comunicação vem do latim communis, comum, dando idéia de comunidade.
    • De acordo com o Padre Augusto Magne, comunicar significa participação, troca de informações, tornar comum aos outros idéias, volições e estados d’alma.
    • Esse conceito preza o fato das pessoas poderem entender umas às outras, expressando pensamentos e até mesmo unindo o que está isolado, o que está longe da comunidade.
  • 22. Conceito Biológico
    • Nesse conceito, a comunicação é relacionada com a atividade sensorial e nervosa do ser humano.
    • É através da linguagem que é exprimido o que se passa em seu sistema nervoso.
    • Algumas espécies têm a necessidade de intercambiar informações apenas para multiplicar-se, enquanto a espécie humana procura comunicar-se intensamente com outros porque necessita participar ativamente da sua própria evolução biológica.
    • Primeiro a coleta de informações pela atividade nervosa, a armazenagem, a disposição da informação, a circulação das mesmas para os centros da ação e o preparo de ordens que resultam no envio de mensagens.
    • Um conceito parcial, pois a comunicação não se resume a impulsos nervosos.
  • 23. Conceito Pedagógico
    • A comunicação é uma atividade educativa que envolve troca de experiências entre pessoas de gerações diferentes, evitando-se assim que grupos sociais retornem ao primitivismo.
    • Entre os que se comunicam, há uma transmissão de ensinamentos, onde modifica-se a disposição mental das partes envolvidas.
    • Pedagogicamente, é essencial que a educação faça parte de uma comunidade, para que os jovens adaptem-se à vida social, sem que cometam erros do passado.
  • 24. Conceito Histórico
    • Baseada na cooperação, a comunicação no conceito histórico funciona como instrumento de equilíbrio entre a humanidade, neutralizando forças contraditórias.
    • Desse ponto de vista, o conceito propicia o resgate diacrônico imprescindível ao avanço do homem em direção ao futuro.
    • Não fossem os meios de comunicação, ampliando as possibilidades de coexistência mais pacífica entre os homens, estes já estariam extintos em meio às disputas por poder.
    • E não menos importante que os conceitos anteriores, a comunicação atua na forma de sobrevivência social e no fundamento da existência humana.
  • 25. Conceito Sociológico
    • O papel da comunicação é de transmissão de significados entre pessoas para a sua integração na organização social.
    • Os homens têm necessidade de estar em constante relação com o mundo, e para isso usam a comunicação como mediadora na interação social, pois é compreensível enquanto código para todos que dela participam.
    • Além desse aspecto, os sociólogos entendem a comunicação como fundamental nos dias de hoje para o bom entendimento da sociedade e na construção social do mundo.
    • Quanto mais complicada se torna a convivência humana, mais se faz necessário o uso adequado e pleno das possibilidades de comunicação.
  • 26. Conceito Antropológico
    • A tendência predominante em alguns estudos da Antropologia é a de analisar a comunicação como veículo de transmissão de cultura ou como formador da bagagem cultural de cada indivíduo.
    • Esse é um assunto de grande importância, haja vista o surgimento da cultura de massa neste século XX, transformando as formas de convivência do homem moderno. Tanto que, dentre as principais teorias da comunicação de massa, encontramos a Teoria Culturológica, desenvolvida por Edgar Morin.
    • Os antropólogos e comunicólogos não devem esquecer que sem o desenvolvimento da comunicação, não se poderia estudar o homem em suas origens.
  • 27. SEMIÓTICA
    • A Semiótica tem como objetivo maior estudar a ação dos signos sobre os homens, sobre os objetos que esses signos representam e sobre outros signos; essa ação é conhecida como semiose.
    • Ela tem um caráter interdisciplinar porque trabalha com os signos, que representam seu universo e todos os elementos que aí estão, que fazem parte do nosso universo, real ou imaginário, podendo ser até mesmo, objeto de estudo de qualquer outra ciência.
    • A Semiótica Aplicada visa estabelecer critérios de um sistema ou categorias que possam capacitar a análise de um sistema de signos pertencente a qualquer universo que possibilite conhecimento.
  • 28. A Indústria cultural – reflexões em torno de Adorno
    • A Indústria Cultural impede a formação de indivíduos autônomos, independentes, capazes de julgar e de decidir conscientemente
    • Na Indústria Cultural, tudo se torna negócio. Enquanto negócios, seus fins comerciais são realizados por meio de sistemática e programada exploração de bens considerados culturais.
  • 29.
    • Ultrapassando de longe o teatro de ilusões, o filme não deixa mais à fantasia e ao pensamento dos espectadores nenhuma dimensão na qual estes possam, sem perder o fio, passear e divagar no quadro da obra fílmica permanecendo, no entanto, livres do controle de seus dados exatos, e é assim precisamente que o filme adestra o espectador entregue a ele para se identificar imediatamente com a realidade. Atualmente, a atrofia da imaginação e da espontaneidade do consumidor cultural não precisa ser reduzida a mecanismos psicológicos. Os próprios produtos (...) paralisam essas capacidade em virtude de sua própria constituição objetiva (ADORNO & HORKHEIMER, 1997:119).
  • 30.
    • grande intenção da Indústria Cultural : obscurecer a percepção de todas as pessoas, principalmente, daqueles que são formadores de opinião.
    • Ela é a própria ideologia.
    • Os valores passam a ser regidos por ela.
    • Até mesmo a felicidade do indivíduo é influenciada e condicionada por essa cultura
  • 31. O que é Indústria Cultural
    • Quando se fala em Indústria Cultural, é importante destacar que ela é fruto de uma sociedade capitalista industrializada, onde até mesmo a cultura é vista como produto a ser comercializado.
    • Podemos dizer que é tudo o que é produzido pelo sistema industrializado de produção cultural (TV, rádio, jornal, revistas, etc.) elaborado de forma a influenciar, aumentar o consumo, transformar hábitos, educar, informar, pretendendo-se ainda, em alguns casos ser capaz de atingir a sociedade como todo.
  • 32.
    • Assim, cada vez mais, a máquina da Indústria Cultural, ao preferir a eficácia dos seus produtos, determina o consumo dos mesmo e exclui tudo o que é novo, tudo o que ela configura como risco.
    • A identidade do domínio que a indústria cultura exerce sobre os indivíduos, aquilo que ela oferece de continuamente novo não é mais do que a representação, sob formas diferentes, de algo que é sempre igual; a mudança oculta um esqueleto, no qual muda tão pouco com no próprio conceito de lucro, deste que este adquiriu o predomínio sobre a cultura.
  • 33. O consumo
    • O consumo desses produtos, pode levar à alienação/revelação, entendido como um processo no qual o indivíduo é levado a não meditar sobre si mesmo e sobre a totalidade do meio social a seu redor, transformando-o com isso em mero joguete e, afinal, em simples produto para alimentar o sistema que o envolve.
  • 34.
    • A mensagem oculta pode ser mais importante do que a que se vê, já que aquela escapa ao controle da consciência, não será impedida.
    • Sendo assim, não está impedida pelas resistências psicológicas aos consumos e penetra provavelmente no inconsciente dos espectadores.
    • A importância do fascinante mundo publicitário para a afirmação, manutenção e sobrevivência da Indústria Cultural.
    • Este é um outro mundo que nos é mostrado dentro de cada anúncio, onde produtos são sedimentos e a morte não existe.
    • É parecido com a vida e, no entanto, completamente diferente, posto que é sempre bem sucedido.
    • Nele não habitam a dor, a miséria, a angústia e onde existem seres vivos mas, paradoxalmente, dele se ausenta a fragilidade humana.
    • Um mundo nem enganoso nem verdadeiro, simplesmente um mundo “mágico”.
  • 35. A centralidade da Mídia
    • A centralidade da mídia é uma das características mais marcantes de sociedade contemporânea.
    • Toda a experiência é mediada e permeada por representações e interpretações de um mundo que vai ficando ao mesmo tempo menor e mais longínquo.
    • É através da mídia que conhecemos, percebemos, sentimos.
    • É através da mídia que construímos a realidade e que vamos (re)definindo a nossa identidade e ação na sociedade em que vivemos.
  • 36. Exemplo: a dor, o trágico
    • A repercussão midiática de acontecimentos trágicos e/ou violentos – que ganham assim uma dimensão nacional ou até global e são, ao mesmo tempo, paradoxalmente intensificados e minimizados pela repetição constante – impõe uma reflexão sobre o impacto da midiatização da violência e da dor nas nossas vidas e no modo como nos relacionamos com o mundo, com a mídia, com os outros e com o que sentimos.
  • 37. A sociedade de informação
    • é uma unidade coletiva surgida com o desenvolvimento
    • tecnológico, cuja obra a realizar é o desenvolvimento das
    • tecnologias da informação,
  • 38.
    • O pluralismo cultural e lingüístico é uma realidade sociológica independente e individualizada, não é um produto da cultura da tecnologia embora lhe seja transversal ou interveniente;
    • O pluralismo cultural e lingüístico torna possível perceber ou dar expressão às relações entre tecnologias e sociedades com anterioridade ao sistema da cultura da tecnologia
    TEORIA DE COMUNICAÇÃO SOCIAL: pluralismo cultural e linguístico
  • 39. Atividade científica e conhecimento
    • Alargou a diversidade, estabeleceu, projetou e realizou interfaces de espectros mais amplos que as existentes no corpo humano;
    • Proporcionou um aumento da redundância e uma eliminação do ruído;
    • Já a racionalização encerrou o real num sistema lógico coerente ao preço de terríveis mutilações (Morin)
  • 40. Tecnologia e conhecimento
    • As mídias híbridas e mutantes trouxeram o progresso das interfaces, aumento das potências de cálculo e das taxas de transmissão de dados;
    • É preciso criar uma cartografia fina dos modos de comunicação abordando questões políticas, estéticas, culturais, sociais, econômicas, educacionais e epistemológicas.
  • 41. Cibertecnologias e o Estado
    • O desenvolvimento das cibertecnologias é encorajado por Estados que perseguem a potência e a supremacia militar;
    • Responde tb a propósitos de usuários e desenvolvedores que procuram aumentar a autonomia dos indivíduos e multiplicar suas faculdades cognitivas.
  • 42. Ciberespaço
    • Compreende materiais, informações, seres humanos, seres meio-máquinas/meio-textos; meio-atores/meio cenários (softwares)
    • Digitalização – picture elements (pixels)
    • Abertura de novos planos de existência, novos modos de relação e de comunicação
  • 43. Ciberespaço
    • Resulta de um movimento mundial de experimentação coletiva de formas de comunicação diferentes das que as mídias clássicas propõem;
    • Se constrói e se estende por meio da interconexão das mensagens entre si, por meio de sua vinculação permanente com as comunidades virtuais em criação, que lhe dão sentidos variados em uma renovação permanente;
  • 44. Hipertexto
    • Não reproduz a rede de relações hierárquicas que a sociedade humana criou (racionalismo procustiano)
    • Os livros, as revistas, os jornais são de tal forma organizados que refletem do mais importante para o menos importante.
  • 45. Inteligência coletiva
    • Isolamento;
    • Sobrecarga cognitiva;
    • Dependência (vício de navegação);
    • Dominação (centros de controle de potências econômicas, grandes empresas etc.)
    • Exploração: tele-trabalho
    • Educação: treinamentos corporativos;
    • Bobagem coletiva.
  • 46. Por uma teoria da comunicação no ciberespaço
    • Modos de conhecimento;
    • De aprendizagem;
    • Simulação;
    • Navegação em espaços abertos;
    • Inteligência coletiva no diferentes gêneros textuais artísticos, literários, jornalísticos.
    • Hiperdocumentos
    • Obras interativas;
    • Ambientes virtuais.
  • 47. O CRESCIMENTO DA INDÚSTRIA DA MÍDIA
    • A transformação das instituições da mídia em interesses comerciais de grande escala:
    • Guttemberg – A Bíblia;
  • 48. Os jornais
    • Século XIX: Inovações técnicas na indústria da imprensa – máquina a vapor, prensa rotativa – aumentaram a produção de jornais.
    • Diversificação do Jornal com seus suplementos
  • 49.
    • As sociedades ocidentais se tornaram mais urbanas, declínio significativo das taxas de analfabetismo.
    • À medida que a indústria gráfica foi se tornando mais industrializada o mercado foi expandido
  • 50. Mercados de Impressos X Indústria Gráfica
    • História do Jornal;
    • História das Revistas;
    • História das HQ.
  • 51. A Globalização da comunicação remonta o século XIX também:
    • Fluxo internacional de informações e de comunicação assumiu uma forma mais organizada;
    • Desenvolvimento das agências internacionais;
    • Correspondentes nacionais / internacionais / free – lances.
  • 52. Estabeleceram o começo de um sistema global de processamento de comunicação e informação:
    • O uso da energia elétrica;
    • O telégrafo eletromagnético (1830 – EUA) sinais telegráficos;
    • 1870 – transmissão da fala e o telefone – Graham Bell;
  • 53.
    • Marconi (1898) – transmitiu sinais através de ondas eletromagnéticas dispensando o uso de fios;
    • 1898 – Marconi transmitiu sinais a uma distância de 23 Km sobre o mar;
    • 1899 – Através do Canal da Mancha, Westinghouse EUA X Marconi na Inglaterra ampliaram as transmissões para vastas audiências;
  • 54.
    • 1920 – O Rádio definitivamente se instala como um grande meio de comunicação;
    • 1940 – A televisão.
  • 55. PROGRESSO CIENTÍFICO
    • Publicações: livros, revistas, congressos, simpósios.
    • (Hoje uma descoberta leva menos de 2 anos para chegar ao mercado);
  • 56.
    • A Internet – sites de busca, bibliotecas virtuais;
    • Método – controla o movimento das coisas que rodeiam, circulam um fato. É uma forma de compreender um fenômeno.
  • 57. O FENÔMENO
    • As coisas acontecem, e, depois que acontecem os pesquisadores devem buscar várias formas de interpretá-las. Os paradigmas da ciência:
    • Idade Média – Deus como Criador de todas as coisas;
    • Idealismo.
  • 58. O Renascimento da filosofia trouxe nova luz às ciências:
    • observação do fenômeno;
    • análise dos elementos que compõem o fenômeno;
    • indução de hipóteses;
    • verificação de hipóteses aventadas por intermédio das experiências;
    • generalização do resultado das experiências;
    • confirmação das hipóteses obtendo – se leis gerais.
  • 59. Leis:
    • Mecanicismo – Newton – Revolução industrial
    • Positivismo – Século XIX Eletricidade;
    • Leis de Mendel;
    • Relativismo – Einstein.
  • 60. A transformação das instituições de mídia em interesses comerciais de grande escala:
    • A imprensa de Guttemberg
    • Século XIX Inovações ténicas na indústria da imprensa: máquina a vapor e prensa rotativa
    • Diversificação do jornal ( surgimento dos suplementos)
  • 61.
    • “ As sociedades ocidentais se tornaram mais urbanas houve um declínio significativo do analfabetismo. À medida que a indústria gráfica foi se tornando mais industrializada e o mercado foi expandindo: o mercado de impressos passa a competir com as indústrias gráficas” Thompson (2005)