CURSO “ AN Á LISE E PROJETOS DE SISTEMAS ” DISCIPLINA “ ADMINISTRA Ç ÃO DE PROJETOS E DE  RECURSOS DE INFORM Á TICA ”   FA...
ATENÇÃO LG CONSULTING 2009 O CONTEÚDO DESTA DISCIPLINA É PARTE INTEGRANTE DOS LIVROS PUBLICADOS  PELA EDITORA  SARAIVA  CO...
PALESTRANTE <ul><li>PROF. DR. ANTONIO DE LOUREIRO GIL </li></ul><ul><li>PROFESSOR DE PÓSGRADUAÇÃO DA FATEC / SP. </li></ul...
ESTRUTURA DO CURSO <ul><li>PARTE I ----  O CONTEXTO DA ADMINISTRAÇÃO DE PROJETOS E DE RECURSOS DE INFORMÁTICA ---- VISÕES ...
PARTE I <ul><li>O CONTEXTO DA ADMINISTRA Ç ÃO DE PROJETOS E DE RECURSOS DE INFORM Á TICA ---- FUNÇÕES ADMINISTRATIVAS APLI...
ESTRUTURAÇÃO DISCIPLINA FIGURA 01: OS DOIS SUBCONJUNTOS DA DISCIPLINA “GESTÃO DE PROJETOS E DE RECURSOS DA TIC” DISCIPLINA...
MACRO VISÃO DA DISCIPLINA <ul><li>FUNDAMENTOS </li></ul><ul><li>DISCIPLINA </li></ul><ul><ul><ul><ul><ul><li>DESEMPENHO FA...
GESTÃO CONHECI MENTO PARÂMETROS DA GESTÃO GESTÃO DO RISCO GESTÃO DE NEGÓCIOS GESTÃO DE PROJETOS DESENVOLVIMENTO SISTEMAS F...
GESTÃO DO CONHECIMENTO ---- DEQ VETORES DA QUALIDADE PARA GERAR CONHECIMENTO. ---- A VISÃO QUALITATIVA PARA GESTÃO DO RISC...
FIGURA 05: A DINÂMICA DA GESTÃO DOS NEGÓCIOS DO SÉCULO XXI INDICA DORES DE FALHAS VERSUS DESEM PENHO MODELO DA GESTÃO “ CC...
FIGURA O6: FLUXO LÓGICO PARA GESTÃO DO RISCO ENTENDER O AMBIENTE ORGANIZACIONAL FORMATAR O “CENÁRIO DO AMANHÔ (CONFORMAÇÃ...
FIGURA 07: GESTÃO DA MUDANÇA NA PERSPECTIVA DA GESTÃO DO CONHECIMENTO  VERSUS A GESTÃO DO NEGÓCIO. GESTÃO CONHECI MENTO CA...
  FIGURA 08: A VISÃO DINÂMICA DO CICLO DE VIDA DA MUDANÇA ---- O CAMINHO DAS “SOLUÇÕES SUSTENTÁVEIS” COM “PLANOS ALTERNATI...
FIGURA 09: A “ENGENHARIA REVERSA DE RESULTADOS / CENÁRIOS SIMULADOS  PARALELOS” É A BASE PARA “SOLUÇÕES SUSTENTÁVEIS”  ---...
FIGURA 10: O MODELO DE GESTÃO OU DE AUDITORIA DA GESTÃO DOS PROCESSOS  DECISÓRIOS PRIVADOS OU PÚBLICOS NO HORIZONTE “PRESE...
VARIÁVEIS PARA DESENVOLVER, EXERCER, CONTROLAR, AUDITAR “ PLANOS ALTERNATIVOS DE AÇÃO” ---- PLANO “B”; “C”; ETC ---- ENGE ...
O UNIVERSO DA OPERAÇÃO / GESTÃO / AUDITORIA DE NEGÓCIOS INFORMATIZADOS E DE PROJETOS DE MUDANÇA ORGANIZACIONAL E DE TI MOD...
FIGURA 13: A SINTONIA DOS MODELOS DE GESTÃO E DE AUDITORIA OPERACIONAL E DA GESTÃO NO AMBIENTE  DE NEGÓCIOS INFORMATIZADOS...
FIGURA 14: MODELOS DE GESTÃO – NEGÓCIOS OU PROJETOS -- E RESPECTIVAS  FERRAMENTAS E INSTRUMENTOS. O UNIVERSO DA GESTÃO DE ...
FIGURA  15 – O FOCO DA GESTÃO ---- DECISÃO–AÇÃO--PROJETOS DE MUDANÇA---- O PROCESSO DE MUDANÇA ---- INDICADORES-MÉTRICAS P...
FIGURA 16: FUNDAMENTOS PARA O ESTUDO DA LÓGICA  DA  VERTENTE “FALHA VERSUS DESEMPENHO” DAS ORGANIZAÇÕES. GESTÃO DO CONHECI...
FERRAMENTAS PARA SUSTENTABILIDADE DOS NEGÓCIOS ---- HORIZONTE “PRESENTE – FUTURO” FIGURA 17: AS FERRAMENTAS TECNOLÓGICAS P...
FIGURA 18: A LÓGICA DO “PROBLEMA OPERACIONAL / Á ESTRATÉGIA / Á AÇÃO TÁTICA” -- O MODELO “SWOT / BSC” SOB A ÓTICA DOS MODE...
ESTUDO DE CASO <ul><li>ESTRUTURAR E DAR SOLUÇÃO, CONFORME A LÓGICA DE RESOLUÇÃO DO CASO  APRESENTADA, A GESTÃO DE UM DOS A...
ESTUDO DE CASO <ul><li>ÍNDICE. </li></ul><ul><li>1.0 – INTRODUÇÃO. </li></ul><ul><li>APRESENTAR OS MODELOS DE (A) GESTÃO D...
ESTUDO DE CASO <ul><li>ÍNDICE. </li></ul><ul><li>2.0 -- APRESENTAR UMA BREVE DESCRIÇÃO DO CASO: </li></ul><ul><li>2.1 – DE...
ESTUDO DE CASO <ul><li>ÍNDICE. </li></ul><ul><li>3.0 – DISCUTIR E JUSTIFICAR COM  EXEMPLOS AS TECNOLOGIAS PARA OPERAÇÃO E ...
ESTUDO DE CASO <ul><li>ÍNDICE. </li></ul><ul><li>4.0 – CONCLUSÃO. </li></ul><ul><li>5.0 – ANEXOS: </li></ul><ul><li>6.0 – ...
PARTE II <ul><li>CICLO DE VIDA DOS INDICADORES DA TIC. FATORES CR Í TICOS DE SUCESSO (FCS ’ S) E PONTOS DE FALHA (SPOF ’ S...
ADMINISTRAÇÃO DE PROJETOS E DE RECURSOS DA TIC FIGURA 24:  “ INDICADORES — M É TRICAS ”  A FERRAMENTA PARA  “ GESTÃO — DEC...
GESTÃO PROJETOS E RECURSOS TIC VIA INDICADORES--MÉTRICAS IDENTIFICAR PROBLEMAS ATUAIS (VISÃO OPERACIONAL) ACOMPANHAR ALCAN...
VISÃO FERRAMENTAS TECNOLÓGICAS GESTÃO MODELO GESTÃO PARÂMETROS GESTÃO GESTÃO CONHECIMENTO GESTÃO RISCO INDICADORES MÉTRICA...
NATUREZA DO INDICADOR-MÉTRICA DE TI FIGURA 27: VETORES PARA ESTUDO DE INDICADOR — M É TRICA PARA  GESTÃO DE PROJETOS E REC...
O QUE SÃO INDICADORES DA TIC NATUREZA DOS INDICADORES DA TIC (INSTRUMENTO PARA GESTÃO DA TIC) APURADOS E USADOS  POR MOMEN...
FUNDAMENTOS DO INDICADOR DA TIC FIGURA 29: COMPONENTES DO INDICADOR DA TIC FATOR (EVENTO TIC) OU RECURSO (ENTIDADE COMPONE...
<ul><li>O FATOR É DE NATUREZA: </li></ul><ul><li>1 – RECURSO HUMANO. </li></ul><ul><li>2 – RECURSO MATERIAL. </li></ul><ul...
TECNOLOGIAS ESPECÍFICAS MUDANÇA MODELO GESTÃO EVENTOS MÉTRICAS AMBI ENTAL SOCIAL TECNO LÓGICA ECONÔMICA DESENVOL- VIMENTO ...
POR QUE USAR INDICADORES NOS PROCESSOS DECISÓRIOS DA TIC FIGURA 32: FATORES JUSTIFICATIVOS DOS INDICADORES DA TIC UTILIDAD...
AS CLASSES DE INDICADORES DA TIC FIGURA 33:O AMBIENTE DOS INDICADORES DA TIC. INDICADORES DA TIC SÃO ESTRUTURADOS POR MOME...
A L Ó GICA PARA AN Á LISE DOS INDICADORES DA TIC ( Á RVORE DE INDICADORES EM A Ç ÃO) MÉTRICA MÍNIMA MÉTRICA MÁXIMA I I I M...
A ANÁLISE DAS MÉTRICAS DOS INDICADORES DA TIC <ul><li>A SISTEMÁTICA PARA ANÁLISE DAS MÉTRICAS IMPLICA NO DIRECIONAMENTO DA...
FIGURA 36: ATRIBUTOS DAS FERRAMENTAS DA MUDANÇA.
FIGURA 37: O AMBIENTE DOS PROCESSOS DECISÓRIOS. VERTENTE DA GESTÃO CICLO DE VIDA DA MUDANÇA CONTINGÊNCIAS INCERTEZAS RISCO...
A LÓGICA DA “MUDANÇA” MOMENTO  “ZERO” PROJETO A Ç ÃO DE OTIMIZA Ç ÃO MOMENTO  “N” MOMENTO  “ZERO” MOMENTO  “N” PROJETO MED...
A TOMADA DE DECISÃO EM TI BASEADA EM VALORES FIGURA 39: A LIDERAN Ç A DE TI BASEADA NOS ASPECTOS COMPORTAMENTAIS E ORGANIZ...
CULTURA—VALORES—CRENÇAS E A GESTÃO DA TIC CULTURAS ORGANIZACIONAIS (DOV SEIDMAN) ANARQUIA E  AUSÊNCIA DE LEIS (INTERESSE P...
AUTOGOVERNANÇA BASEADA NOS VALORES NA TIC  (  ) 1. ADEQUADA METODOLOGIA PARA DESENVOLVIMENTO DE PROJETOS DA TIC. ---- CAUS...
A INTEGRAÇÃO DO TÉCNICO – OPERACIONAL COM O COMPORTAMENTAL NA TIC FIGURA 42: O AMBIENTE DA GESTÃO DE PROJETOS E DE RECURSO...
PARTE III <ul><li>TERCEIRA; QUARTA E QUINTA AULAS. </li></ul><ul><li>O MODELO  “ PMBOK ”  (PROJECT MANAGEMENT BODY OF KNOW...
IN Í CIO PLANEJAMENTO EXECU Ç ÃO CONTROLE ENCERRAMENTO CICLO DE VIDA DOS PROJETOS NA VISÃO “CCM-SWOT-BSC-DEQ-BIN-MARCA PRÓ...
A ESTRUTURAÇÃO DO CICLO DE VIDA DOS PROJETOS DE TI REQUISITOS ESCOPO PRÁTICAS DESENVOLVIMENTO ACEITAÇÃO HOMOLOGAÇÃO MACRO ...
“ ADMINISTRAÇÃO DE PROJETOS E DE RECURSOS DE INFORMÁTICA” NO CONTEXTO DA “ANÁLISE E PROJETOS DE SISTEMAS” <ul><li>VERTENTE...
FIGURA 46: SINTONIA DO “BIN” COM O “CERTIFICADO DA MARCA PRÓPRIA”.
O AMBIENTE DE “FALHAS VERSUS DESEMPENHO” NA TIC VISÂO  “ FALHA  – DESEMPENHO ” DE SEM PE NHO FA LHA FCS AO ID SPOF MP IF E...
PRIMEIRO EXERCÍCIO GESTÃO DE “FALHAS VERSUS DESEMPENHO” NOS MOMENTOS “PMI-PMBOK” DE PROJETOS DE SISTEMAS <ul><li>ESCOLHER,...
MATRIZ ENTIDADES “DEQ” NATUREZA INDICADOR DESEMPE NHO (ID) 1 FCS 2 3 4 5 ID (M-ZERO) ID (M-N) VARIA Ç ÃO M É TRI CA ID OBS...
MATRIZ COMPORTAMENTO “DEQ” VARI Á VEL “ SPOF — FCS ” VARI Á VEIS COMPORTA MENTAIS LIDERAN Ç A VALORES CREN Ç AS REPUTA Ç Ã...
MATRIZ MEDIDAS DE PROTEÇÃO “DEQ” VARI Á VEL “ SPOF-FCS ” MEDIDAS DE PROTE Ç ÃO MEDIDA DE PROTE Ç ÃO PREVENTIVA MEDIDA DE P...
MATRIZ MOMENTO “PMI—PMBOK” VARI Á VEL “ SPOF-FCS ” UM DOIS TRÊS QUATRO FIGURA 52: ESTRUTURA PARA RESOLU Ç ÃO DO CASO  “ VI...
A TECNOLOGIA PARA GESTÃO DE MUDANÇAS NOS NEGÓCIOS INFORMATIZADOS FIGURA 53: VISÃO  “ ESTUDO DE CASO DAS FALHAS VERSUS DESE...
FUNDAMENTOS PARA GESTÃO DE PROJETOS FIGURA 54: A HIERARQUIA DE PROJETOS PMO – PROJECT MANAGEMENT OFFICE PM – PROJECT MANAG...
PARÂMETROS A ATENDER NO PROJETO TIC FIGURA 55: PROJETOS DA TIC CARACTERÍSTICAS DO PROJETO TIC OS PROJETOS SÃO ÚNICOS OS PR...
OBJETIVO CENTRAL DA GESTÃO DE PROJETOS FIGURA 56: OS STAKEHOLDERS E “REQUISITOS; PROTÓTIPO; HOMOLOGAÇÃO” DE PROJETOS DA TI...
STAKEHOLDERS DE UM PROJETO <ul><li>1 ---- PATROCINADOR DO PROJETO. </li></ul><ul><li>2 ---- GERENTE DO PROJETO. </li></ul>...
MACRO -- VISÃO “GESTÃO PROJETOS TIC” FIGURA 58: O ENCAPSULAR DO MODELO “GESTÃO DE PROJETOS PMI—PMBOK—PMP” POR MODELO “GEST...
FIGURA 59: ENCAPSULAR MODELO “GESTÃO DE RECURSOS DA TIC” POR  MODELO “DE GESTÃO DE NEGÓCIOS INFORMATIZADOS” VISÃO GESTÃO P...
PROJETOS DA TIC COM FOCO NA SOLUÇÃO DOS PROBLEMAS DOS NEGÓCIOS FIGURA 60: OS VETORES “COMPORTAMENTAL” E “COMUNICAÇÃO” INDU...
A ESSÊNCIA DO SUCESSO DOS PROJETOS DA TIC FIGURA 61: ENTIDADES DO MODELO COMPORTAMENTAL PARA GESTÃO DE PROJETOS ABORDAGEM ...
O COMPORTAMENTAL COMO ENTIDADE CONDUTORA DA LÓGICA DOS PROJETOS DA TIC PARÂMETROS “ CCM-DOV-DEQ” CAPITAL INTELECTUAL (MODE...
A SISTEMÁTICA DE COMUNICAÇÃO DOS PROJETOS DA TIC FIGURA 63: O PROJETO BEM ENCAMINHADO COMUNICAÇÃO DA EQUIPE DE PROJETOS AO...
PROJETOS DA TIC COM ÊXITO VERTENTES INDISPENSÁVEIS AO SUCESSO DOS PROJETOS DA TIC: 1 ---- PERFEITA COMUNICAÇÃO COM OS STAK...
MACRO VISÃO GERENCIAMENTO DE PROJETOS FIGURA 65: ATIVIDADES “PMI-PMBOK” GERÊNCIA DE PROJETOS INICI- AR  PRO-JE- TO PLANE- ...
MACRO VISÃO GERÊNCIA DE PROJETOS ---- ATIVIDADES INÍCIAR PROJETO FIGURA 66: ATIVIDADES DO INÍCIO DO PROJETO CONDUZIR MÉTOD...
MACRO VISÃO GERÊNCIA DE PROJETOS ---- ATIVIDADES PLANEJAR PROJETO FIGURA 67: ATIVIDADES DO PLANEJAMENTO DO PROJETO DEFINIR...
FIGURA 68: ATIVIDADES DA EXECUÇÃO DOS PROJETOS MACRO VISÃO GERÊNCIA DE PROJETOS ---- ATIVIDADES EXECUTAR PROJETO EXECUTAR ...
FIGURA 69: ATIVIDADES DA EXECUÇÃO DOS PROJETOS MACRO VISÃO GERÊNCIA DE PROJETOS ---- ATIVIDADES EXECUTAR PROJETO IMPLEMENT...
MACRO VISÃO GERÊNCIA DE PROJETOS ---- ATIVIDADES FIGURA 70: ATIVIDADES DA MONITORAÇÃO DE PROJETOS MONITORAR E CONTROLAR PR...
MACRO VISÃO GERÊNCIA DE PROJETOS ---- ATIVIDADES ENCERRAR PROJETO OBTER ACEITA ÇÃO FINAL DO PROJETO OBTER ENCERRA MENTOS F...
MACRO VISÃO GERÊNCIA DE PROJETOS ---- ATIVIDADES FIGURA 72:  ATIVIDADES DA RESPONSABILIDADE PROFISSIONAL E SOCIAL DE PROJE...
FIGURA 73: ETAPA E MOMENTO DA GESTÃO DE PROJETOS “PMI/PMBOK” ENCAPSULADO  POR  MODELO “CCM/SWOT/BSC/DEQ/BIN/MARCA PRÓPRIA”...
MACRO VISÃO GERENCIAMENTO DE PROJETOS VISÂO  “ FALHA  – DESEMPENHO ” DE SEM PE NHO FA LHA FCS AO ID SPOF MP IF FIGURA 74: ...
ATIVIDADES PARA INTEGRAÇÃO PROFISSIONAIS DA TIC -- PROFISSIONAIS USUÁRIOS   IN Í CIO DO PROJETO FIGURA 75: MODELO “CCM/SWO...
A LÓGICA PARA PROJETOS COM QUALIDADE ENTRADAS  EAP CONSTRUÇÃO EAP SAÍDAS EAP “ ESTRUTURA ANALÍTICA DO PROJETO” EAP FIGURA ...
PARTE IV <ul><li>SEXTA AULAS. </li></ul><ul><li>ADMINISTRA Ç ÃO DE RECURSOS EXTERNOS ---- PARÂMETROS PARA UTILIZA Ç ÃO DE ...
PARTE V <ul><li>SÉTIMA E OITAVA AULAS. </li></ul><ul><li>O PROFISSIONAL DE INFORM Á TICA ---- UM PROFISSIONAL DIFERENCIADO...
PARTE VI <ul><li>NONA AULA. </li></ul><ul><li>MARKETING DE SERVI Ç OS APLICADOS A INFORM Á TICA ---- SOFTWARE PARA GERÊNCI...
GIL GIL GIL GIL LOUREIRO GIL CONSULTING DESENVOLVENDO TECNOLOGIA DE PONTA [email_address] Fone / Fax: (11) 3083.2994 (11) ...
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Curso - 18-19-21-outubro 2011 -- fatec -- lgconsulting -- sp -- administração de projetos e de recursos da tic

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Curso - 18-19-21-outubro 2011 -- fatec -- lgconsulting -- sp -- administração de projetos e de recursos da tic

  1. 1. CURSO “ AN Á LISE E PROJETOS DE SISTEMAS ” DISCIPLINA “ ADMINISTRA Ç ÃO DE PROJETOS E DE RECURSOS DE INFORM Á TICA ” FATEC ---- UNESP LOUREIRO GIL CONSULTING SETEMBRO – OUTUBRO – NOVEMBRO DE 2011
  2. 2. ATENÇÃO LG CONSULTING 2009 O CONTEÚDO DESTA DISCIPLINA É PARTE INTEGRANTE DOS LIVROS PUBLICADOS PELA EDITORA SARAIVA COM DIREITOS AUTORAIS CONFORME LEI 9.610 / 98 E ARTIGO 184 DO CÓDIGO PENAL. 1- “BALANÇO INTELECTUAL”. AUTORES: PROF. DR. ANTONIO DE LOUREIRO GIL PROF. MSC. JOSÉ CARLOS ARNOSTI 2- “CONTINGÊNCIAS EM NEGÓCIOS”. AUTOR : PROF. DR. ANTONIO DE LOUREIRO GIL 3- “SISTEMAS DE INFORMAÇÕES CONTÁBEIS”. AUTORES : PROF. DR. ANTONIO DE LOUREIRO GIL PROF. DR. CESAR AUGUSTO BIANCOLINO PROF. MSC. TIAGO BORGES 4 – “CONTROLE INTERNO; RISCO; AUDITORIA PARA GESTÃO”. AUTORES: PROF. DOUTOR ANTONIO DE LOUREIRO GIL PROF. DOUTOR CARLOS HIDEO ARIMA PROF. DOUTOR WILSON TOSHIRO NAKAMURA A METODOLOGIA “CCM-SWOT / BSC / DEQ / BIN” OU “AUDEQ / CCM-SWOT / BSC / DEQ / BIN” É DE PROPRIEDADE REGISTRADA E DE USO EXCLUSIVO DA EMPRESA LOUREIRO GIL CONSULTING
  3. 3. PALESTRANTE <ul><li>PROF. DR. ANTONIO DE LOUREIRO GIL </li></ul><ul><li>PROFESSOR DE PÓSGRADUAÇÃO DA FATEC / SP. </li></ul><ul><li>SÓCIO DIRETOR VENDEX CORRETORA DE CÂMBIO </li></ul><ul><li>PROFESSOR TITULAR DA UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ (UFPR). </li></ul><ul><li>MESTRE E DOUTOR PELA FACULDADE DE ECONOMIA E ADMINISTRAÇÁO DA UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO (FEA – USP). </li></ul><ul><li>PROFESSOR DE MESTRADO E DOUTORADO DA FEA – USP. </li></ul><ul><li>PROFESSOR DE MESTRADO DA FUNDAÇÃO VISCONDE DE CAIRU (FVC) -- SALVADOR – BAHIA E DA ESCOLA DE COMÉRCIO ÁLVARES PENTEADO (UNIFECAP) – SÃO PAULO -- SP </li></ul><ul><li>PROFESSOR DE MESTRADO DA UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ (UFPR) </li></ul><ul><li>AUTOR DE DEZOITO LIVROS NO BRASIL E DE UM EM PORTUGAL. </li></ul><ul><li>AUTOR E PALESTRANTE NOS ESTADOS UNIDOS; FRANÇA; ESPANHA; PORTUGAL; ISRAEL; MÉXICO; ARGENTINA; URUGUAI; PANAMÁ. </li></ul><ul><li>CONSULTOR EM ORGANIZAÇÓES PRIVADAS OU GOVERNAMENTAIS E PROFESSOR EM DIVERSAS UNIVERSIDADES E FACULDADES EM CURSOS DE DOUTORADO, MESTRADO E DE ESPECIALIZAÇÁO NO BRASIL NAS ÁREAS DE GESTÃO; INFORMÁTICA; SEGURANÇA; AUDITORIA; QUALIDADE; CONTROLADORIA; DIREITO. </li></ul><ul><li>DIRETOR E GESTOR DE INFORMÁTICA E DE CONTROLADORIA EM INSTITUIÇÕES FINANCEIRAS; EMPRESAS </li></ul><ul><li>NACIONAIS E MULTINACIONAIS; ORGANIZAÇOES GOVERNAMENTAIS. </li></ul>
  4. 4. ESTRUTURA DO CURSO <ul><li>PARTE I ---- O CONTEXTO DA ADMINISTRAÇÃO DE PROJETOS E DE RECURSOS DE INFORMÁTICA ---- VISÕES ESTRATÉGICA E TÁTICA ---- ESTUDO DE CASO “ESTRUTURAR E DAR SOLUÇÃO Á GESTÃO DO AMBIENTE / PROJETOS DE TI”. </li></ul><ul><li>PARTE II ---- CICLO DE VIDA DOS INDICADORES DA TIC. FATORES CRÍTICOS DE SUCESSO (FCS’S) E PONTOS DE FALHA (SPOF’S) NAS VISÕES ESTRATÉGICA E TÁTICA ---- TÉCNICAS APLICÁVEIS PARA GESTÃO DE PROJETOS E DE RECURSOS DA TIC COM FOCO NO PLANEJAMENTO E NO CONTROLE. CULTURAS ORGANIZACIONAIS E DA TIC. </li></ul><ul><li>PARTE III ---- O MODELO “PMBOK” (PROJECT MANAGEMENT BODY OF KNOWLEDGE) DO “PMI” (PROJECT MANAGEMENT INSTITUTE) ---- PLANEJANDO E CONTROLANDO PROJETOS DE SISTEMAS ---- FERRAMENTA PARA PLANEJAMENTO E CONTROLE ---- PRIMEIRO EXERCÍCIO. </li></ul><ul><li>PARTE IV ---- ADMINISTRAÇÃO DE RECURSOS EXTERNOS ---- PARÂMETROS PARA UTILIZAÇÃO DE RECURSOS EXTERNOS ---- FALHAS VERSUS DESEMPENHO ---- COMO ELABORAR E ADMINISTRAR CONTRATOS ---- A QUESTÃO DA QUALIDADE DE SERVIÇOS ---- SEGUNDO EXERCÍCIO. </li></ul><ul><li>PARTE V ---- O PROFISSIONAL DE INFORMÁTICA ---- UM PROFISSIONAL DIFERENCIADO ---- O PAPEL DO GERENTE DE SISTEMAS ---- LIDERANÇA, CARACTERÍSTICAS E ATITUDES QUE LEVAM Á EXCELÊNCIA ---- ASPECTOS CULTURAIS NA ÁREA DA TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO (TI) ---- TERCEIRO EXERCÍCIO. </li></ul><ul><li>PARTE VI ---- MARKETING DE SERVIÇOS APLICADOS Á INFORMÁTICA ---- SOFTWARE PARA GERÊNCIA DE PROJETOS ---- PLANEJAMENTO DA CAPACIDADE DE RECURSOS. </li></ul>
  5. 5. PARTE I <ul><li>O CONTEXTO DA ADMINISTRA Ç ÃO DE PROJETOS E DE RECURSOS DE INFORM Á TICA ---- FUNÇÕES ADMINISTRATIVAS APLICADAS ÁS VISÕES ESTRAT É GICA, T Á TICA E OPERACIONAL. </li></ul><ul><li>AS FERRAMENTAS E OS INSTRUMENTOS PARA GESTÃO DE PROJETOS E DE RECURSOS DE INFORMÁTICA. </li></ul><ul><li>ESTUDO DE CASO “ESTRUTURAR E DAR SOLUÇÃO Á GESTÃO DO AMBIENTE / PROJETOS DA TIC” </li></ul>
  6. 6. ESTRUTURAÇÃO DISCIPLINA FIGURA 01: OS DOIS SUBCONJUNTOS DA DISCIPLINA “GESTÃO DE PROJETOS E DE RECURSOS DA TIC” DISCIPLINA “ GESTÃO DE PROJETOS E DE RECURSOS DA TIC” GESTÃO DE PROJETOS TIC GESTÃO DE RECURSOS DA TIC
  7. 7. MACRO VISÃO DA DISCIPLINA <ul><li>FUNDAMENTOS </li></ul><ul><li>DISCIPLINA </li></ul><ul><ul><ul><ul><ul><li>DESEMPENHO FALHAS </li></ul></ul></ul></ul></ul>EIXOS DISCIPLINA ADMINISTRAÇÃO DE PROJETOS ADMINISTRAÇÃO DE RECURSOS DE INFORMÁTICA / TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÕES (TIC) FIGURA 02: A IDÉIA CENTRAL DA DISCIPLINA.
  8. 8. GESTÃO CONHECI MENTO PARÂMETROS DA GESTÃO GESTÃO DO RISCO GESTÃO DE NEGÓCIOS GESTÃO DE PROJETOS DESENVOLVIMENTO SISTEMAS FIGURA 03: A UTILIDADE DAS FERRAMENTAS “GESTÃO DO CONHECIMENTO” / “GESTÃO DO RISCO” / “ PARÂMETROS DA GESTÃO” / “INDICADORES / MÉTRICAS DE FALHAS VERSUS DESEMPENHO” PARA OS MODELOS DE GESTÃO DE (1) NEGÓCIOS E DE (2) PROJETOS E PARA A METODOLOGIA DE DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS. INDICADORES DE FALHAS VERSUS DESEMPENHO
  9. 9. GESTÃO DO CONHECIMENTO ---- DEQ VETORES DA QUALIDADE PARA GERAR CONHECIMENTO. ---- A VISÃO QUALITATIVA PARA GESTÃO DO RISCO ---- ---- A ÊNFASE Á VERTENTE “FALHAS VERSUS DESEMPENHO ---- ---- PONTO DA FALHA (“SPOF” – SINGLE POINT OF FAILURE) VERSUS “FCS” – FATOR CRÍTICO DE SUCESSO ---- 1 – CAUSAS; EFEITOS. 2 – 5W / 2H. 3 – VANTAGENS; NECESSIDADES; RESTRIÇÕES. 4 – RECURSOS HUMANOS; MATERIAIS; TECNOLÓGICOS; FINANCEIROS. FIGURA 04: VETORES PARA QUALIFICAR OS EVENTOS ORGANIZACIONAIS OBJETO DA TOMADA DE DECISÃO – MODELO DE GESTÃO “ CCM; DEQ; SWOT; BSC; PMBOK (DEQ); BIN; MARCA PRÓPRIA
  10. 10. FIGURA 05: A DINÂMICA DA GESTÃO DOS NEGÓCIOS DO SÉCULO XXI INDICA DORES DE FALHAS VERSUS DESEM PENHO MODELO DA GESTÃO “ CCM; DEQ; SWOT; BSC; PMBOK(DEQ); BIN; MARCA PRÓPRIA” GESTÃO DO CONHECI MENTO PARÂMETROS DA GESTÃO GESTÃO DO RISCO
  11. 11. FIGURA O6: FLUXO LÓGICO PARA GESTÃO DO RISCO ENTENDER O AMBIENTE ORGANIZACIONAL FORMATAR O “CENÁRIO DO AMANHÔ (CONFORMAÇÃO DAS MUDANÇAS) APOSTAR NAS CONTINGÊNCIAS PRÉ; NO MOMENTO; PÓS “ CENÁRIO DO AMANHÔ GERAR CONHECIMENTO SOBRE AS INCERTEZAS ASSOCIADAS ÁS CONTINGÊNCIA (VISÃO QUALITATIVA) APURAR O “RISCO” PARA HIERARQUIA DAS CONTINGÊNCIAS ESTABELECER “MEDIDAS PREVENTIVAS, DETECTIVAS, CORRETIVAS” PARA GARANTIR AS “MUDANÇAS” INTEGRANTES DOS “ CENÁRIOS DO AMANHÔ
  12. 12. FIGURA 07: GESTÃO DA MUDANÇA NA PERSPECTIVA DA GESTÃO DO CONHECIMENTO VERSUS A GESTÃO DO NEGÓCIO. GESTÃO CONHECI MENTO CAUSAS EFEITOS 5W / 2H VANTAGENS NECESSIDADES RESTRIÇÕES COMPORTA MENTO (CCM) RISCO (DEQ) PROBLEMA (SWOT) ESTRATÉGIA (BSC) TÁTICA (PMBOK) RECOMPENSA (BIN-MARCA PRÓPRIA) GESTÃO NEGÓCIO
  13. 13. FIGURA 08: A VISÃO DINÂMICA DO CICLO DE VIDA DA MUDANÇA ---- O CAMINHO DAS “SOLUÇÕES SUSTENTÁVEIS” COM “PLANOS ALTERNATIVOS DE AÇÃO” VARIAÇÃO ( ) ASCENDENTE OU DESCENDENTE MÉTRICA INDICADOR DE DESEMPENHO OU DE FALHA INDICADOR “ DESEMPENHO” OU “FALHA” “ M-ZERO” INDICADOR “ DESEMPENHO” OU “FALHA” “ M-N” CICLO DE VIDA DA MUDAN Ç A “ CONFORMIDADE – CUSTOMIZA Ç ÃO / ADAPTA Ç ÃO – INOVA Ç ÃO ” . GESTÃO OPERACIONAL GESTÃO OPERACIONAL MOMENTO PATAMAR TECNOL Ó GICO ANTERIOR PROBLEMA ATUAL ESTRATÉGIA A Ç ÃO GESTÃO ESTRAT É GICA G E S T Ã O T Á T I C A PROT Ó TIPO (REQUISITOS / ESCOPO) DESENVOLVIMENTO IMPLANTA Ç ÃO DA A Ç ÃO DE SOLUÇÃO MOMENTOPATAMAR TECNOL Ó GICO POSTERIOR NOVO PROBLEMA VARIAÇÃO PATAMAR COMPORTAMENTAL-TECNOLÓGICO-ECONÔMICO-SOCIAL ---- CICLO DE VIDA “CONTINGÊNCIA – INCERTEZA – RISCO” ----
  14. 14. FIGURA 09: A “ENGENHARIA REVERSA DE RESULTADOS / CENÁRIOS SIMULADOS PARALELOS” É A BASE PARA “SOLUÇÕES SUSTENTÁVEIS” ---- A LÓGICA PARA EVITAR DESPERDÍCIO DE RECURSOS NO FOCO ---- ---- O PRIMEIRO MANDAMENTO DO PROCESSO DECISÓRIO SUSTENTÁVEL EM AÇÃO ---- TRABALHAR “ CONTINGÊNCIA / INCERTEZA / RISCO” QUANDO DA TRAJETÓRIA DO “ VIAJAR VIRTUAL NO ESPAÇO / TEMPO GESTIONAL” O “ OLHAR DA EFICÁCIA” JUSTIFICA O “ PENSAR AS CONTINGÊNCIAS” A GESTÃO DE NEGÓCIOS PRIVADOS OU GOVERNAMENTAIS COM O MODELO “ CCM; DEQ; SWOT; BSC; PMBOK (DEQ); BIN; MARCA PRÓPRIA” NO HORIZONTE “PRESENTE / FUTURO” ORGANIZACIONAL
  15. 15. FIGURA 10: O MODELO DE GESTÃO OU DE AUDITORIA DA GESTÃO DOS PROCESSOS DECISÓRIOS PRIVADOS OU PÚBLICOS NO HORIZONTE “PRESENTE / FUTURO” A LÓGICA DA VARIÁVEL “ ESPAÇO / TEMPO GESTIONAL” COM AS IDÉIAS DE (1) “RETROCAUSALIDADE GESTIONAL” (2) “NÃO LOCALIDADE GESTIONAL” “ CCM” COMPOR TAMEN TAL “ DEQ” RISCO; DESEM PENHO; FALHAS “ SWOT” PRO BLEMA “ BSC” ESTRA TÉGIA “ PMBOK (DEQ)” TÁTICA; PROJETO “ BIN” BALAN ÇO INTE LEC TUAL MARCA PRÓ PRIA (CERTI FICADO) CAUSAS EFEITOS A “ ENGENHARIA REVERSA DE RESULTADOS / CENÁRIOS SIMULADOS PARALELOS ” EM AÇÃO
  16. 16. VARIÁVEIS PARA DESENVOLVER, EXERCER, CONTROLAR, AUDITAR “ PLANOS ALTERNATIVOS DE AÇÃO” ---- PLANO “B”; “C”; ETC ---- ENGE NHA RIA REVERSA DE RESUL TADOS/ CENÁ RIOS SIMU LADOS PARA LELOS RETRO CAUSA LIDADE GESTIO NAL VIA GEM NO ESPA ÇO / TEM PO GES TIO NAL SOLU ÇÕES SUS TENTÁ VEIS NÃO LO CALI DADE GES TIO NAL AMBIENTE DAS CONTINGÊNCIAS “ CONTROLÁVEIS” OU “NÃO CONTROLÁVEIS” FIGURA 11: AS IDÉIAS PARA DESENVOLVER, APLICAR E CONTROLAR PLANOS ALTERNATIVOS DE AÇÃO “ B”, “C”, “D”, ETC ---- CUMPRIR OS MANDAMENTOS DO PROCESSO DECISÓRIO SUSTENTÁVEL ---- A LÓGICA DO “ESPAÇO / TEMPO GESTIONAL”.
  17. 17. O UNIVERSO DA OPERAÇÃO / GESTÃO / AUDITORIA DE NEGÓCIOS INFORMATIZADOS E DE PROJETOS DE MUDANÇA ORGANIZACIONAL E DE TI MODELO DA GESTÃO DA AUDITORIA (VISÃO “DEQ / CCM / SWOT / BSC / PMBOK (DEQ) / BIN / MARCA PRÓPRIA”) OPERACIONAL E DA GESTÃO DE NEGÓCIOS INFORMATIZADOS E DE PROJETOS DE MUDANÇA ORGANIZACIONAL E DE TI (PLANEJAMENTO E CONTROLE) FERRAMEN TAS -- TECNOLO GIAS E PRÁTICAS PARA EXERCÍCIO DAS TAREFAS E ATIVIDADES INERENTES AOS PROCESSOS DOS MODELOS OPERACIO NAL; GESTÃO; AUDITORIA DOS NEGÓCIOS E DOS PROJETOS DE MUDANÇA <ul><li>INSTRUMEN </li></ul><ul><li>TOS </li></ul><ul><li>-- REGISTROS </li></ul><ul><li>DAS </li></ul><ul><li>TECNOLOGIAS </li></ul><ul><li>E PRÁTICAS INERENTES AOS </li></ul><ul><li>PROCESSOS </li></ul><ul><li>OU DOS </li></ul><ul><li>(2) RESULTADOS </li></ul><ul><li>OBTIDOS </li></ul><ul><li>COM OS </li></ul><ul><li>PROCESSOS </li></ul><ul><li>DOS MODELOS </li></ul><ul><li>OPERACIO </li></ul><ul><li>NAL; </li></ul><ul><li>GESTÃO; </li></ul><ul><li>AUDITORIA </li></ul><ul><li>DOS </li></ul><ul><li>NEGÓCIOS </li></ul><ul><li>E DOS </li></ul><ul><li>PROJETOS </li></ul><ul><li>DE </li></ul><ul><li>MUDANÇA </li></ul>MODELO DA GESTÃO DE NEGÓCIOS INFORMATIZADOS (VISÃO “DEQ / CCM / SWOT / BSC / PMBOK (DEQ) / BIN / MARCA PRÓPRIA) E DA GESTÃO DE PROJETOS DE MUDANÇA ORGANIZACIONAL E DE TI (PLANEJAMENTO E CONTROLE) MODELO DA OPERAÇÃO DE NEGÓCIOS INFORMATIZADOS (VISÃO “PROCESSO / PRODUTO – SERVIÇOS” DAS ÁREAS ORGANIZACIONAIS) E DO DESENVOLVIMENTO DE PROJETOS DE MUDANÇA ORGANIZACIONAL E DE TI ( EXECUÇÃO) FIGURA 12: A SINTONIA DOS MODELOS OPERACIONAL E DA GESTÃO E DE AUDITORIA OPERACIONAL E DE GESTÃO DOS NEGÓCIOS INFORMATIZADOS ---- FERRAMENTAS E INSTRUMENTOS AM AÇÃO. MODELO OPERACIONAL DA AUDITORIA (VISÃO “AUDEQ”) OPERACIONAL E DA GESTÃO DE NEGÓCIOS INFORMATIZADOS E DE PROJETOS DE MUDANÇA ORGANIZACIONAL E DE TI (EXECUÇÃO) GESTÃO DE PROJETOS DE AUDITORIA GESTÃO DE RECURSOS DE AUDITORIA DESENVOLVIMENTO DE PROJETOS DE AUDITORIA OPERAÇÃO DE RECURSOS DE AUDITORIA GESTÃO DE PROJETOS DE NEGÓCIOS INFORMATIZADOS GESTÃO DE RECURSOS DE NEGÓCIOS INFORMATIZADOS OPERAÇÃO DE RECURSOS DE NEGÓCIOS INFORMATIZADOS DESENVOLVIMENTO DE PROJETOS DE NEGÓCIOS INFORMATIZADOS
  18. 18. FIGURA 13: A SINTONIA DOS MODELOS DE GESTÃO E DE AUDITORIA OPERACIONAL E DA GESTÃO NO AMBIENTE DE NEGÓCIOS INFORMATIZADOS ---- A GESTÃO DA TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO (T. I.). MODELO “ GESTÃO DA AUDITORIA OPERACIONAL E DA GESTÃO” INS- TRU- MEN- TOS O UNIVERSO DA OPERAÇÃO / GESTÃO / AUDITORIA DE NEGÓCIOS E DE PROJETOS DE MUDANÇA FERRAMENTAS. 1 – VISÃO “FALHAS (“SPOF”) VERSUS DESEMPENHO (“FCS”) ” 2 – INDICADORES / MÉTRICAS (“ID”); (“IF”). 3 – PARÂMETROS DA GESTÃO OU DA AUDITORIA DA GESTÃO. 4 – GESTÃO DO CONHECIMENTO. 5 – GESTÃO DO RISCO (CONTINGÊNCIAS; INCERTEZAS). 6 – PROJETOS 6.1 – “AO”. 6.2 – “MP”. MODELO AUDITORIA OPERACIONAL E DA GESTÃO DOS NEGÓCIOS INFORMATIZADOS (AUDEQ) 1 – PONTO DE CONTROLE. 2 – TÉCNICAS DE AUDITORIA (PROVAS). 3 – RECOMENDAÇÕES / OPINIÃO GESTÃO DE PROJETOS GESTÃO DE RECURSOS DE INFORMÁTICA MODELO GESTÃO DE NEGÓCIOS INFORMATIZADOS “ DEQ ; CCM / SWOT / BSC / PMBOK (DEQ) / BIN / MARCA PRÓPRIA”
  19. 19. FIGURA 14: MODELOS DE GESTÃO – NEGÓCIOS OU PROJETOS -- E RESPECTIVAS FERRAMENTAS E INSTRUMENTOS. O UNIVERSO DA GESTÃO DE NEGÓCIOS E DE PROJETOS DE MUDANÇA GESTÃO DE NEGÓCIOS “ DEQ; CCM; SWOT; BSC; PMBOK; BIN; MARCA PRÓPRIA” FERRAMENTAS -- FALHAS ; DESEMPENHO -- INDICADORES; MÉTRICAS -- PARÃMETROS DA GESTÃO -- GESTÃO DO CONHECIMENTO -- GESTÃO DO RISCO -- COMPORTAMENTAL (GESTÃO DE PESSOAS) GESTÃO DE PROJETOS “ PMBOK (DEQ)” INSTRUMENTOS -- PLANO ESTRATÉGICO. -- PLANO TÁTICO. -- RELATÓRIO PROTÓTIPO DO PROJETO. -- RELATÓRIO MENSAL DE ATIVIDADES. -- RELATÓRIO CONCLUSÃO DO PROJETO.
  20. 20. FIGURA 15 – O FOCO DA GESTÃO ---- DECISÃO–AÇÃO--PROJETOS DE MUDANÇA---- O PROCESSO DE MUDANÇA ---- INDICADORES-MÉTRICAS PARA AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO HUMANO EM AÇÃO. MUDAN Ç A IMPLICA EVOLU Ç ÃO PATAMAR TECNOL Ó GICO DO NEG Ó CIO ---- VISÕES “ CONFORMIDADE ” ; “ CUSTOMIZA Ç ÃO ” ; “ INOVA Ç ÃO ” ENGENHARIA PROCESSO (OPERAÇÃO) (PATAMAR TECNOLÓGICO INFERIOR) CICLO DE VIDA DA MUDANÇA (DEQ; CCM; SWOT; BSC; PMBOK(DEQ); BIN; MARCA PRÓPRIA) ENGENHARIA PROCESSO (OPERAÇÃO) (PATAMAR TECNOLÓGICO SUPERIOR) INTENSIDADE MUDAN Ç A PROBLEMA ATUAL NOVO PROBLEMA “ DEQ;SWOT” “ DEQ;SWOT” ENGENHARIA DO PRODUTO ---- MOMENTO DO PROCESSO DE MUDANÇA ---- “ PROBLEMA ATUAL–ESTRATÉGIA–TÁTICA–NOVO PROBLEMA” GESTÃO DE PESSOAS AVALIA Ç ÃO DO DESEMPENHO HUMANO COM INDICADORES DE NEG Ó CIO “ CCM” – CROSS CULTURAL MANAGEMENT
  21. 21. FIGURA 16: FUNDAMENTOS PARA O ESTUDO DA LÓGICA DA VERTENTE “FALHA VERSUS DESEMPENHO” DAS ORGANIZAÇÕES. GESTÃO DO CONHECI MENTO GESTÃO DO RISCO PARÃMETROS DA GESTÃO GESTÃO DE NEGÓCIOS AUDITORIA DA GESTÃO MACRO VISÃO DOS FATORES DOS NEGÓCIOS ---GESTÃO E AUDITORIA DA GESTÃO EM AÇÃO---
  22. 22. FERRAMENTAS PARA SUSTENTABILIDADE DOS NEGÓCIOS ---- HORIZONTE “PRESENTE – FUTURO” FIGURA 17: AS FERRAMENTAS TECNOLÓGICAS PARA DA GESTÃO MUDANÇA. INDICADORES MÉTRICAS DESEMPENHO FALHAS GESTÃO DO CONHECIMENTO AÇÃO DECISÃO MUDANÇA GESTÃO DO RISCO PARÂMETROS GESTÃO AUDITORIA DA GESTÃO
  23. 23. FIGURA 18: A LÓGICA DO “PROBLEMA OPERACIONAL / Á ESTRATÉGIA / Á AÇÃO TÁTICA” -- O MODELO “SWOT / BSC” SOB A ÓTICA DOS MODELOS “CCM” E “DEQ” ---- CONFORMIDADE; CUSTOMIZAÇÃO; INOVAÇÃO ----
  24. 24. ESTUDO DE CASO <ul><li>ESTRUTURAR E DAR SOLUÇÃO, CONFORME A LÓGICA DE RESOLUÇÃO DO CASO APRESENTADA, A GESTÃO DE UM DOS AMBIENTES DE TI: </li></ul><ul><li>1 -- AMBIENTE DE NEGÓCIO INFORMATIZADO </li></ul><ul><li>2 -- AMBIENTE DA TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO (TI) </li></ul><ul><li>3 -- SISTEMA INTEGRADO DE GESTÃO (ERP) </li></ul>FIGURA 19: A VISÃO DO ESTUDO DE CASO
  25. 25. ESTUDO DE CASO <ul><li>ÍNDICE. </li></ul><ul><li>1.0 – INTRODUÇÃO. </li></ul><ul><li>APRESENTAR OS MODELOS DE (A) GESTÃO DE NEGÓCIOS E (B) GESTÃO DE PROJETOS E AS TECNOLOGIAS (C) FERRAMENTAS E (D) INSTRUMENTOS COM A DESCRIÇÃO DA LÓGICA ESPECÍFICA E DA INTEGRAÇÃO DE : </li></ul><ul><li>A -- MODELO DE GESTÃO DE NEGÓCIOS. </li></ul><ul><li>B – MODELO DE GESTÃO DE PROJETOS. </li></ul><ul><li>C – FERRAMENTAS PARA GESTÃO DE NEGÓCIOS OU DE PROJETOS. </li></ul><ul><li>D – INSTRUMENTOS PARA GESTÃO DE NEGÓCIOS OU DE PROJETOS. </li></ul>FIGURA 20: ÍNDICE COM A LÓGICA DE RESOLUÇÃO DO CASO.
  26. 26. ESTUDO DE CASO <ul><li>ÍNDICE. </li></ul><ul><li>2.0 -- APRESENTAR UMA BREVE DESCRIÇÃO DO CASO: </li></ul><ul><li>2.1 – DESCREVER O AMBIENTE: </li></ul><ul><li>2.1.1 – DA ORGANIZAÇÃO OBJETO DO ESTUDO DE CASO ---- NATUREZA DA ORGANIZAÇÃO; LÓGICA DO PROCESSO-PRODUTO; ESTRUTURA ORGÂNICA; PRODUTOS OU SERVIÇOS OFERECIDOS. </li></ul><ul><li>2.1.2 – DA TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÕES (TIC) EMBARCADO NA ORGANIZAÇÃO. </li></ul><ul><li>2.2 – DESCREVER O FOCO DO ESTUDO DE CASO NA ORGANIZAÇÃO CARACTERIZADA CONFORME UM DOS TRÊS MOMENTOS ORGANIZACIONAIS: </li></ul><ul><li>2.2.1 – AMBIENTE DO NEGÓCIO INFORMATIZADO. </li></ul><ul><li>2.2.2 -- AMBIENTE DA TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO (TI). </li></ul><ul><li>2.2.3 -- AMBIENTE DO SISTEMA INTEGRADO DE GESTÃO (ERP) </li></ul>FIGURA 21: ÍNDICE COM A LÓGICA DE RESOLUÇÃO DO CASO.
  27. 27. ESTUDO DE CASO <ul><li>ÍNDICE. </li></ul><ul><li>3.0 – DISCUTIR E JUSTIFICAR COM EXEMPLOS AS TECNOLOGIAS PARA OPERAÇÃO E GESTÃO DO AMBIENTE ORGANIZACIONAL INFORMATIZADO CONFORME AS VERTENTES A SEGUIR (VIDE TÓPICOS 1 E 2 ANTERIORES): </li></ul><ul><li>3.1 – GESTÃO DO NEGÓCIO : </li></ul><ul><li>3.1.1 – PROBLEMA ---- (TECNOLOGIA “DEQ;SWOT”). </li></ul><ul><li>3.1.2 – ESTRATÉGIA – AÇÃO ---- (TECNOLOGIA “DEQ;BSC”). </li></ul><ul><li>3.2 – GESTÃO DE PROJETOS : </li></ul><ul><li>3.2.1 -- TÁTICA ---- REQUISITO; DESENVOLVIMENTO; HOMOLOGAÇÃO ---- (TECNOLOGIA “DEQ;PMBOK”). </li></ul><ul><li>3.3 – GESTÃO DE PESSOAS : </li></ul><ul><li>3.3.1 – COMPORTAMENTAL ---- (TECNOLOGIA “DEQ;CCM”). </li></ul><ul><li>3.3.2 – RECOMPENSA PROFISSIONAL ---- (TECNOLOGIA “DEQ;BIN;MARCA PRÓPRIA”). </li></ul>FIGURA 22: ÍNDICE COM A LÓGICA DE RESOLUÇÃO DO CASO.
  28. 28. ESTUDO DE CASO <ul><li>ÍNDICE. </li></ul><ul><li>4.0 – CONCLUSÃO. </li></ul><ul><li>5.0 – ANEXOS: </li></ul><ul><li>6.0 – BIBLIOGRAFIA. </li></ul>FIGURA 23: ÍNDICE COM A LÓGICA DE RESOLUÇÃO DO CASO.
  29. 29. PARTE II <ul><li>CICLO DE VIDA DOS INDICADORES DA TIC. FATORES CR Í TICOS DE SUCESSO (FCS ’ S) E PONTOS DE FALHA (SPOF ’ S) NAS VISÕES ESTRAT É GICA E T Á TICA ---- T É CNICAS APLIC Á VEIS PARA GESTÃO DE PROJETOS E RECURSOS DA TIC COM FOCO NO PLANEJAMENTO E NO CONTROLE. </li></ul><ul><li>CULTURAS ORGANIZACIONAIS E DE TECNOLOGIA DA INFORMA Ç ÃO E COMUNICA Ç ÕES (TIC). </li></ul>
  30. 30. ADMINISTRAÇÃO DE PROJETOS E DE RECURSOS DA TIC FIGURA 24: “ INDICADORES — M É TRICAS ” A FERRAMENTA PARA “ GESTÃO — DECISÃO ” . INDICADOR M É TRICA PLANEJAMENTO CONTROLE GESTÃO DECISÃO AVALIA Ç ÃO DESEMPENHO INCERTEZA RISCO ATIVOS TANG Í VEIS INTANG Í VEIS CAPITAL INTELECTUAL Á RVORE INDICADORES AUDITORIA
  31. 31. GESTÃO PROJETOS E RECURSOS TIC VIA INDICADORES--MÉTRICAS IDENTIFICAR PROBLEMAS ATUAIS (VISÃO OPERACIONAL) ACOMPANHAR ALCANCE ESTRAT É GIA (VISÃO NEG Ó CIO) MONITORAR CUMPRIMENTO DA T Á TICA (VISÃO PROJETO) IDENTIFICAR NOVOS PROBLEMAS (VISÃO OPERACIONAL) FIGURA 25: O INDICADOR — M É TRICA PARA GESTÃO DA MUDAN Ç A ---- A IMPORTÂNCIA “ PROJETOS DE TI ” . INDICADOR ---- M É TRICA É A PRINCIPAL FERRAMENTA PARA GESTÃO DE PROJETOS E DE RECURSOS DE TI
  32. 32. VISÃO FERRAMENTAS TECNOLÓGICAS GESTÃO MODELO GESTÃO PARÂMETROS GESTÃO GESTÃO CONHECIMENTO GESTÃO RISCO INDICADORES MÉTRICAS FIGURA 26: A MACRO LÓGICA DA GESTÃO DE FALHAS VERSUS DESEMPENHO. CCM SWOT BSC DEQ (PMI; PMBOK) BIN MARCA PRÓPRIA
  33. 33. NATUREZA DO INDICADOR-MÉTRICA DE TI FIGURA 27: VETORES PARA ESTUDO DE INDICADOR — M É TRICA PARA GESTÃO DE PROJETOS E RECURSOS DE TI ENTIDADES DO INDICADOR “ FATOR ” E “ M É TRICA ” INDICADOR — M É TRICA PARÂMETROS DA GESTÃO EFETIVIDADE; EFIC Á CIA; EFICIÊNCIA; PRODUTIVIDADE; ECONOMICIDADE; SEGURAN Ç A; REGULAMENTA Ç ÕES INDICADOR — M É TRICA O CICLO DE VIDA DA GESTÃO DE PROJETOS E DE RECURSOS DE TI INDICADOR — M É TRICA A GESTÃO DO CONHECIMENTO E A GESTÃO DO RISCO INDICADOR — M É TRICA A TOMADA DE DECISÃO
  34. 34. O QUE SÃO INDICADORES DA TIC NATUREZA DOS INDICADORES DA TIC (INSTRUMENTO PARA GESTÃO DA TIC) APURADOS E USADOS POR MOMENTO DA TIC COM FOCO NOS EVENTOS DA GESTÃO DE PROJETOS DA TIC PRIORIT Á RIOS “ FCS — ID ” OU “ SPOF — IF ” OBJETIVO MENSURAR OS RECURSOS HUMANOS, MATERIAIS, TECNOL Ó GICOS, FINANCEIROS COMPONENTES DO EVENTO DA TIC UTILIZADO NA APURA Ç ÃO DA FOR Ç A DA A Ç ÃO DE OTIMIZA Ç ÃO OU DA MEDIDA DE PROTE Ç ÃO RESPONS Á VEL PELO PROJETO DE MUDAN Ç A DA TIC VIABILIZA A AN Á LISE DA VARIA Ç ÃO DAS M É TRICAS DOS INDICADORES FIGURA 28: A VISÃO DOS INDICADORES DA TIC .
  35. 35. FUNDAMENTOS DO INDICADOR DA TIC FIGURA 29: COMPONENTES DO INDICADOR DA TIC FATOR (EVENTO TIC) OU RECURSO (ENTIDADE COMPONENTE DO EVENTO TIC) DE NATUREZA RECURSO HUMANO RECURSO MATERIAL RECURSO TECNOL Ó GICO RECURSO FINANCEIRO M É TRICA UNIDADE DE MEDI Ç ÃO DO FATOR OU DO RECURSO DE NATUREZA MONET Á RIA ( MM ) OU NÃO MONET Á RIA ( MNM) ESTRUTURA INDICADORES DA TIC
  36. 36. <ul><li>O FATOR É DE NATUREZA: </li></ul><ul><li>1 – RECURSO HUMANO. </li></ul><ul><li>2 – RECURSO MATERIAL. </li></ul><ul><li>3 – RECURSO TECNOLÓGICO. </li></ul><ul><li>4 – RECURSO FINANCEIRO. </li></ul><ul><li>OBSERVAÇÃO: O FATOR PODE SER UMA COMBINAÇÃO DE RECURSOS. </li></ul><ul><li>A MÉTRICA É DE NATUREZA: </li></ul><ul><li>1 – MONETÁRIA (MM). </li></ul><ul><li>2 – NÃO MONETÁRIA (MNM): </li></ul><ul><li>2.1 – NOTA. </li></ul><ul><li>2.2 – QUANTIDADE. </li></ul><ul><li>2.3 – PORCENTAGEM. </li></ul><ul><li>2.4 – TEMPO. </li></ul>FIGURA 30: A ESTRUTURA DOS INDICADORES DA TIC. AS ENTIDADES DOS INDICADORES DA TIC
  37. 37. TECNOLOGIAS ESPECÍFICAS MUDANÇA MODELO GESTÃO EVENTOS MÉTRICAS AMBI ENTAL SOCIAL TECNO LÓGICA ECONÔMICA DESENVOL- VIMENTO HUMANO RECONHECI- MENTO PROFISSIONAL CCM BSC DEQ (PMI;PMBOK) BIN MARCA PRÓPRIA FIGURA 31: A UTILIDADE DAS TECNOLOGIAS ESPECÍFICAS DA MUDANÇA FACE AOS PACOTES TECNOLÓGICOS DO MODELO DA GESTÃO “CCM; SWOT; BSC; DEQ (PMI; PMBOK); BIN; MARCA PRÓPRIA” SWOT
  38. 38. POR QUE USAR INDICADORES NOS PROCESSOS DECISÓRIOS DA TIC FIGURA 32: FATORES JUSTIFICATIVOS DOS INDICADORES DA TIC UTILIDADE DOS INDICADORES PARA OS PROCESSOS DECIS Ó RIOS DA TIC TODA DECISÃO DEVE SER QUANTIFICADA PARA MELHOR VISUALIZAR A EVOLU Ç ÃO DO NEG Ó CIO VIA GR Á FICOS; QUADROS; TABELAS PARA REALIZAR BENCHMARK COM CONFRONTA Ç ÃO NA S É RIE HIST Ó RICA OU NO MESMO MOMENTO HIST Ó RICO ENTRE SITUA Ç ÕES, MOMENTOS, ORGANIZA Ç ÕES DIFERENTES PARA ESTABELECER PADRÕES E UTILIZAR MODELAGEM MATEM Á TICA COM MELHOR ENTENDIMENTO DOS CEN Á RIOS FUTUROS DA TIC
  39. 39. AS CLASSES DE INDICADORES DA TIC FIGURA 33:O AMBIENTE DOS INDICADORES DA TIC. INDICADORES DA TIC SÃO ESTRUTURADOS POR MOMENTO GESTÃO DE PROJETOS E DE RECURSOS DA TIC MOMENTOS L Ó GICOS PLANEJAMENTO, EXECU Ç ÃO, CONTROLE, ESTRAT É GICO, T Á TICO, OPERACIONAL DA TIC MOMENTOS TECNOLOGIA TIC Á REA OU SERVI Ç O, NATUREZA DO RECURSO OU ATIVO, TIPO DE EVOLU Ç ÃO DA TIC MOMENTOS PARÂMETROS DA GESTÃO TIC EFETIVIDADE, EFIC Á CIA, EFICIÊNCIA, PRODUTIVIDADE, ECONOMICIDADE, SEGURAN Ç A, REGULAMEN TA Ç ÕES MOMENTOS MENSURA Ç ÃO M É TRICAS MONET Á RIAS ( MM ) M É TRICAS NÃO MONET Á RIAS ( MNM )
  40. 40. A L Ó GICA PARA AN Á LISE DOS INDICADORES DA TIC ( Á RVORE DE INDICADORES EM A Ç ÃO) MÉTRICA MÍNIMA MÉTRICA MÁXIMA I I I MÉTRICA PADRÃO I MÉTRICA APURADA NÍVEL TOLERÃNCIA (IT) NÍVEL FALHA (IF) NÍVEL DESEMPENHO (ID) FIGURA 34: AVALIAÇÃO DO “DESEMPENHO – FALHA” COM BASE NAS MÉTRICAS DOS INDICADORES DA TIC. AMBIENTE AVALIAÇÃO DO “DESEMPENHO—FALHA”: -- CONFORMIDADE -- CUSTOMIZAÇÃO -- INOVAÇÃO
  41. 41. A ANÁLISE DAS MÉTRICAS DOS INDICADORES DA TIC <ul><li>A SISTEMÁTICA PARA ANÁLISE DAS MÉTRICAS IMPLICA NO DIRECIONAMENTO DA OTIMIZAÇÃO DOS INDICADORES DE DESEMPENHO ---- MELHORIA NO SENTIDO DA MÉTRICA MÁXIMA (MAIOR QUANTIDADE DE TRABALHO PRODUZIDA NO TEMPO) OU MÉTRICA MÍNIMA (MENOR QUANTIDADE DE TEMPO PARA EXECUTAR A TAREFA) COM A SEGUNITE LÓGICA; </li></ul><ul><li>1 -- MÉTRICA APURADA MENOR (VISÃO ASCENDENTE DA ANÁLISE) OU MAIOR (VISÃO DESCENDENTE DA ANÁLISE) DO QUE MÉTRICA PADRÃO ---- “NÃO CONFORMIDADE”. </li></ul><ul><li>2 – MÉTRICA PADRÃO OU MÉTRICA APURADA TENDENDO A MÉTRICA MÁXIMA (ASCENDENTE) OU A MÉTRICA MÍNIMA (DESCENDENTE) POR AÇÃO DE OTIMIZAÇÃO OU MEDIDA DE PROTEÇÃO: </li></ul><ul><li>2.1 – INTRODUZIDA POR ANALOGIA, TRAZIDA DE OUTRA ÁREA E COM ADAPTAÇÃO ÃS CARACTERÍSTICAS DO AMBIENTE OBJETO DA GESTÃO DE MUDANÇAS ---- “CUSTOMIZAÇÃO”. </li></ul><ul><li>2.2 ---- CRIADA E INSTALADA NA ÁREA “INOVAÇÃO”. </li></ul>FIGURA 35: AVALIAÇÃO DO “DESEMPENHO-FALHA” COM BASE NA “ CONFORMIDADE”; “CUSTOMIZAÇÃO”; INOVAÇÃO”.
  42. 42. FIGURA 36: ATRIBUTOS DAS FERRAMENTAS DA MUDANÇA.
  43. 43. FIGURA 37: O AMBIENTE DOS PROCESSOS DECISÓRIOS. VERTENTE DA GESTÃO CICLO DE VIDA DA MUDANÇA CONTINGÊNCIAS INCERTEZAS RISCOS PROBLEMA ESTRATÉGIA TÁTICA SOLUÇÃO NOVO PROBLEMA
  44. 44. A LÓGICA DA “MUDANÇA” MOMENTO “ZERO” PROJETO A Ç ÃO DE OTIMIZA Ç ÃO MOMENTO “N” MOMENTO “ZERO” MOMENTO “N” PROJETO MEDIDA DE PROTE Ç ÃO FIGURA 38: AS VERTENTES “FCS-AO-ID” (DESEMPENHO) E “SPOF-MP-IF” (FALHA) ID-1 ID-N IF-1 IF-N IF-1 IF-N ID-1 ID-N ID-N IF-1 IF-N IF-1 IF-N FCS SPOF-1 SPOF-N FCS SPOF-1 SPOF-N
  45. 45. A TOMADA DE DECISÃO EM TI BASEADA EM VALORES FIGURA 39: A LIDERAN Ç A DE TI BASEADA NOS ASPECTOS COMPORTAMENTAIS E ORGANIZACIONAIS DE TI E DOS NEG Ó CIOS PRIVADOS OU GOVERNAMENTAIS O “ COMO ” COMPORTAMENTAL DE TI ---- VALORES ---- 1 – LIDERAN Ç A COM OS VALORES CULTURAIS DE TI 2 – AS DIMENSÕES CULTURAIS DE TI 3 – A FOR Ç A DAS CREN Ç AS DE TI COMPARTILHADAS 4 – A AUTO-GOVERNAN Ç A DE TI 5 – O DOM Í NIO DA CULTURA DE TI 6 – A CULTURA DE TI COMO SISTEMA 7 – A CULTURA INTER E INTRA EQUIPES DE TI E DO NEG Ó CIO O “ COMO ” ORGANIZACIONAL DE TI ---- TOMADA DE DECISÃO ---- 1 – A “ GESTÃO DA RELA Ç ÃO DO TEMPO ” 2 – A “ VISÃO DO FUTURO DE TI E DOS NEG Ó CIOS ” 3 – O “ ALCANCE DAS ESTRAT É GIAS DE TI E EMPRESARIAIS 4 – A “ SUSTENTABILIDADE DE TI E DOS NEG Ó CIOS (CONTINUIDADE COM LUCRATIVIDADE) ”
  46. 46. CULTURA—VALORES—CRENÇAS E A GESTÃO DA TIC CULTURAS ORGANIZACIONAIS (DOV SEIDMAN) ANARQUIA E AUSÊNCIA DE LEIS (INTERESSE PR Ó PRIO; SEM ESP Í RITO ORGANIZACIONAL) OBEDIÊNCIA CEGA (PRIMEIRAS EMPRESAS CAPITALISTAS) --VERTICALIZA Ç ÃO-- AQUIESCÊNCIA ASSUMIDA (BASEADA NAS REGRAS) (VISÃO DO “ PODE ” FAZER; “ NÃO PODE ” FAZER) --VERTICALIZA Ç ÃO-- AUTOGOVERNAN Ç A BASEADA NOS VALORES (VISÃO DO “ DEVE ” FAZER; “ NÃO DEVE ” FAZER) ---- “ CREN Ç A ” ; “ VALOR ” ---- --HORIZONTALIZA Ç ÃO-- L Ó GICA DA GESTÃO DA TIC MODELO METODO LOGIA GESTÃO CONHECI MENTO GESTÃO RISCO M É TRICAS INDICADO RES PARÂME TROS GESTÃO DESEMPE NHO HUMANO RECOM PENSA PROFIS SIONAL BALAN Ç O INTELEC TUAL FIGURA 40: A L Ó GICA PARA “ GESTÃO DA TIC VIA INDICADORES — M É TRICAS ” FACE Á S “ CULTURAS ORGANIZACIONAIS ” . (A FOR Ç A DA TRANSPARÊNCIA PARA ADEQUA Ç ÃO DO “ PROCESSO – PRODUTO ” DOS NEG Ó CIOS INFORMATIZADOS)
  47. 47. AUTOGOVERNANÇA BASEADA NOS VALORES NA TIC ( ) 1. ADEQUADA METODOLOGIA PARA DESENVOLVIMENTO DE PROJETOS DA TIC. ---- CAUSAS: ---- EFEITOS: ( ) 2. REPUTA Ç ÃO E CONFIAN Ç A INTER E INTRA EQUIPES DE DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS. ---- CAUSAS: ---- EFEITOS: ( ) 3. RECURSOS COMPUTACIONAIS NO MOMENTO ADEQUADO E COM A QUALIDADE ADEQUADA. ---- CAUSAS: ---- EFEITOS: ( ) 4. LIDERAN Ç A T É CNICA – OPERACIONAL NAS FASES DO PROJETO. ---- CAUSAS: ---- EFEITOS: ( ) 5. VALORES E CREN Ç AS HOMOGÊNEAS NA EQUIPE DE PROJETO. ---- CAUSAS: ---- EFEITOS: ( ) 6. OUTROS. ---- CAUSAS: ---- EFEITOS: FIGURA 41: QUESTION Á RIO PARA AFERI Ç ÃO DE VALORES E CREN Ç AS E PARA VALIDA Ç ÃO DA IMPORTÂNCIA DE REPUTA Ç ÃO E CONFIAN Ç A NOS PROJETOS DA TIC QUAIS OS REQUISITOS PARA A “ AUTO GOVERNAN Ç A BASEADA NOS VALORES NA TIC ”
  48. 48. A INTEGRAÇÃO DO TÉCNICO – OPERACIONAL COM O COMPORTAMENTAL NA TIC FIGURA 42: O AMBIENTE DA GESTÃO DE PROJETOS E DE RECURSOS DE INFORM Á TICA SINTONIA DO “ ORGANIZACIONAL ” VERSUS O “ COMPORTAMENTAL ” O DESAFIO DA GESTÃO DE PROJETOS E DE RECURSOS DA TIC VISÃO ORGANIZACIONAL DA TIC ---- M É TRICAS-INDICADORES ---- MODELO-METODOLOGIA VISÃO COMPORTAMENTAL DA TIC ---- LIDERAN Ç A ---- CULTURA ---- VALORES ---- CREN Ç AS ---- REPUTA Ç ÃO ---- CONFIAN Ç A
  49. 49. PARTE III <ul><li>TERCEIRA; QUARTA E QUINTA AULAS. </li></ul><ul><li>O MODELO “ PMBOK ” (PROJECT MANAGEMENT BODY OF KNOWLEDGE) DO “ PMI ” (PROJECT MANAGEMENT INSTITUTE) ---- PLANEJANDO E CONTROLANDO PROJETOS DE SISTEMAS ---- FERRAMENTA PARA PLANEJAMENTO E CONTROLE ---- PRIMEIRO EXERC Í CIO. </li></ul>
  50. 50. IN Í CIO PLANEJAMENTO EXECU Ç ÃO CONTROLE ENCERRAMENTO CICLO DE VIDA DOS PROJETOS NA VISÃO “CCM-SWOT-BSC-DEQ-BIN-MARCA PRÓPRIA” FIGURA 43: GERENCIANDO PROJETOS DA TIC. PROT Ó TIPO DO PROJETO OBJETIVO DO PROJETO COM AS SUAS CARACTER Í STICAS (FERRAMENTAS E INSTRUMENTOS) E AS METAS E OS RECURSOS NECESS Á RIOS PARA O DESENVOLVIMENTO E A CONCLUSÃO DO PROJETO (VISÃO REQUISITOS- ESCOPO DO PROJETO ) DESENVOLVIMENTO DO PROJETO APLICA Ç ÃO DAS T É CNICAS E PROCEDIMENTOS COM ALCANCE DOS PRODUTOS-RESULTADOS DO PROJETO (VISÃO PR Á TICAS EXERCIDAS) HOMOLOGA Ç ÃO DO PROJETO TESTE DE ACEITA Ç ÃO COM PARALELO DO SISTEMA E FASES DE TREINAMENTO; DOCUMENTA Ç ÃO FINAL; CONTROLE INTERNO; QUALIDADE; AUDITORIA (VISÃO EFETIVIDADE DO SISTEMA) BALAN Ç O INTELECTUAL CERTIFICADO MARCA PR Ó PRIA ACOMPANHAMENTO P Ó S-INSTALA Ç ÃO DO SISTEMA COM EMISSÃO DO BALAN Ç O INTELECTUAL E DO CERTIFICADO DA MARCA PR Ó PRIA (VISÃO RECONHE CIMENTO PROFIS SIONAL)
  51. 51. A ESTRUTURAÇÃO DO CICLO DE VIDA DOS PROJETOS DE TI REQUISITOS ESCOPO PRÁTICAS DESENVOLVIMENTO ACEITAÇÃO HOMOLOGAÇÃO MACRO CICLO DE VIDA DOS PROJETOS PARÂMETROS DA GESTÃO EFETIVI DADE EFICÁCIA EFICIÊNCIA PRODUTI VIDADE ECONOMI CIDADE SEGURANÇA REGULA MENTA ÇÕES FIGURA 44: PARÃMETROS DA GESTÃO VERSUS MACRO ETAPAS DO CICLO DE VIDA DOS PROJETOS
  52. 52. “ ADMINISTRAÇÃO DE PROJETOS E DE RECURSOS DE INFORMÁTICA” NO CONTEXTO DA “ANÁLISE E PROJETOS DE SISTEMAS” <ul><li>VERTENTES FUNDAMENTAIS PARA ESTUDO DA “ ADMINISTRA Ç ÃO DE PROJETOS </li></ul><ul><li>E DE RECURSOS DE INFORM Á TICA ” NO CONTEXTO DA “ ANÃLISE E PROJETOS </li></ul><ul><li>DE SISTEMAS ” : </li></ul><ul><li>INDICADOR-M É TRICA DE TI. </li></ul><ul><li>MODELO – METODOLOGIA PARA GESTÃO DE TI. </li></ul><ul><li>PARÂMETROS PARA GESTÃO DE TI. </li></ul><ul><li>GESTÃO DO CONHECIMENTO DE TI. </li></ul><ul><li>GESTÃO DE RISCO DE TI. </li></ul><ul><li>VISÕES “ CONFORMIDADE ” , “ CUSTOMIZA Ç ÃO ” , “ INOVA Ç ÃO ” EM TI. </li></ul><ul><li>LIDERAN Ç A – MOMENTOS “ VALORES ” E “ CREN Ç AS ” – AS DIMENSÕES </li></ul><ul><li>CULTURAIS DE TI – REPUTA Ç ÃO E CONFIAN Ç A. </li></ul><ul><li>SUSTENTABILIDADE – A GESTÃO DA RELA Ç ÃO DO TEMPO – MUDAN Ç A </li></ul><ul><li>COMO ESTRAT É GIA DE TI. </li></ul>FIGURA 45: A TECNOLOGIA PARA GESTÃO DE PROJETOS DE TI E DE RECURSOS DE INFORM Á TICA.
  53. 53. FIGURA 46: SINTONIA DO “BIN” COM O “CERTIFICADO DA MARCA PRÓPRIA”.
  54. 54. O AMBIENTE DE “FALHAS VERSUS DESEMPENHO” NA TIC VISÂO “ FALHA – DESEMPENHO ” DE SEM PE NHO FA LHA FCS AO ID SPOF MP IF ENG. PROCESSO DEQ SWOT ENG. PROCESSO BSC DEQ BIN MARCA PR Ó PRIA DEQ SWOT ENGENHARIA DO PRODUTO (PROJETOS) FIGURA 47: AS ENTIDADES DO AMBIENTE “ FALHAS VERSUS DESEMPENHO ” DA TIC. MODELO GESTÃO DECISÃO
  55. 55. PRIMEIRO EXERCÍCIO GESTÃO DE “FALHAS VERSUS DESEMPENHO” NOS MOMENTOS “PMI-PMBOK” DE PROJETOS DE SISTEMAS <ul><li>ESCOLHER, VIA SIMULA Ç ÃO, DOIS “ FCS ’ S ” E DOIS “ SPOF ’ S ” PARA CADA “ FCS ” FACE A </li></ul><ul><li>VARIA Ç ÃO NEGATIVA (NÃO ALCANCE DA MÉTRICA PADRÃO) DO DESEMPENHO. </li></ul><ul><li>PREENCHER A MATRIZ “ ENTIDADES DEQ ” GERANDO QUATRO ENTIDADES “SPOF—FCS”. </li></ul><ul><li>FAZER A VARIA Ç ÃO DA “ M É TRICA ” DO “ ID ” SER NEGATIVA-DECRESCENTE (NÃO ALCANCE DA </li></ul><ul><li>MÉTRICA PADRÃO). </li></ul><ul><li>ESTABELECER DOIS TIPOS DE FALHAS PARA CADA VARIA Ç ÃO NEGATIVA-DECRESCENTE DO “ ID ” . </li></ul><ul><li>A COLUNA “ A Ç ÃO DE OTIMIZA Ç ÃO ” NÃO PRECISA SER PREENCHIDA. ELA EST Á COLOCADA PARA CONSAGRAR A ID É IA DE QUE A GESTÃO PODE E DEVE SER COM FOCO NA INOVA Ç ÃO PARA ALCANCE DE NOVOS PATAMARES TECNOL Ó GICOS PARA O DESEMPENHO DE TI. </li></ul><ul><li>DESCREVER A “ MEDIDA DE PROTE Ç ÃO ” , PARA ENFRENTAR CADA UM DOS QUATRO “ SPOF ’ s ” (PONTOS DE FALHAS) APOSTADOS CONSIDERANDO SUA SINTONIA COM “ CAUSAS ” OU “ EFEITOS ” . </li></ul><ul><li>PREENCHER A MATRIZ “ MEDIDAS DE PROTE Ç ÃO DEQ ” COM DOZE “MP’S” ---- “MPP”; “MPD”; “MPC”. </li></ul><ul><li>PREENCHER A MATRIZ “ COMPORTAMENTO USU Á RIO DEQ ” DESCREVENDO O RELACIONAMENTO DA </li></ul><ul><li>VARIÁVEL “SPOF-FCS” COM A VARIÁVEL COMPORTAMENTAL CORRESPONDENTE. </li></ul><ul><li>RELACIONAR A VARIÁVEL “SPOF-FCS” AO MOMENTO “PMI-PMBOK” CORRESPONDENTE ---- INICIAR; PLANEJAR; EXECUTAR; MONITORAR E CONTROLAR; ENCERRAR; RESPONSABILIDADES (MATRIZ “MOMENTO PMI—PMBOK”). </li></ul>FIGURA 48: ESTUDO DE CASO.
  56. 56. MATRIZ ENTIDADES “DEQ” NATUREZA INDICADOR DESEMPE NHO (ID) 1 FCS 2 3 4 5 ID (M-ZERO) ID (M-N) VARIA Ç ÃO M É TRI CA ID OBSER VA Ç ÕES 6 7 8 9 10 11 12 FIGURA 49: ESTRUTURA PARA RESOLU Ç ÃO DO CASO “ GESTÃO DE FALHAS VERSUS DESEMPENHO NOS MOMENTOS “ PMI-PMBOK ” DE PROJETOS DE SISTEMAS ” ---- VISÃO “ FALHAS VERSUS DESEMPENHO ” . SPOF IF CAUSAS EFEI TOS A Ç ÃO OTIMI ZA Ç ÃO AO MEDIDA PROTE Ç ÃO A-1 A-2 A-3 A-4 A-5 A-6-1 A-6-2 A-7-1 A-7-2 A-8-1 A-8-2 A-9-1 A-9-2 A-10-1 A-11-1 A-10-2 A-11-2 A-12-1 A-12-2 B-1 B-2 B-3 B-4 B-5 B-6-1 B-6-2 B-7-1 B-7-2 B-8-1 B-8-2 B-9-1 B-9-2 B-10-1 B-10-2 B-11-1 B-12-1 B-11-2 B-12-2
  57. 57. MATRIZ COMPORTAMENTO “DEQ” VARI Á VEL “ SPOF — FCS ” VARI Á VEIS COMPORTA MENTAIS LIDERAN Ç A VALORES CREN Ç AS REPUTA Ç ÃO CONFIAN Ç A UM DOIS TRÊS QUATRO FIGURA 50: ESTRUTURA PARA RESOLU Ç ÃO DO CASO “ GESTÃO DE FALHAS VERSUS DESEMPENHO NOS MOMENTOS ” PMI-PMBOK ” DE PROJETOS DE SISTEMAS ---- VISÃO COMPORTAMENTAL “ DEQ ” .
  58. 58. MATRIZ MEDIDAS DE PROTEÇÃO “DEQ” VARI Á VEL “ SPOF-FCS ” MEDIDAS DE PROTE Ç ÃO MEDIDA DE PROTE Ç ÃO PREVENTIVA MEDIDA DE PROTE Ç ÃO DETECTIVA MEDIDA DE PROTE Ç ÃO CORRETIVA UM DOIS TRÊS QUATRO FIGURA 51: ESTRUTURA PARA RESOLU Ç ÃO DO CASO “ VISÃO DE FALHAS VERSUS DESEMPENHO NOS MOMENTOS “ PMI-PMBOK ” DE PROJETOS DE SISTEMAS ” ---- VISÃO “ MEDIDAS DE PROTE Ç ÃO ” . (COLUNA 11 DA “ MATRIZ ENTIDADES “ DEQ ” )
  59. 59. MATRIZ MOMENTO “PMI—PMBOK” VARI Á VEL “ SPOF-FCS ” UM DOIS TRÊS QUATRO FIGURA 52: ESTRUTURA PARA RESOLU Ç ÃO DO CASO “ VISÃO DE FALHAS VERSUS DESEMPENHO NOS MOMENTOS “ PMI-PMBOK ” DE PROJETOS DE SISTEMAS ” ---- VISÃO “ MEDIDAS DE PROTE Ç ÃO ” . (COLUNA 11 DA “ MATRIZ ENTIDADES “ DEQ ” ) INICIAR PLANEJAR EXECUTAR MONITORAR E CONTROLAR ENCERRAR RESPONSA BILIDADES GESTÃOPROJETOS “ PMI—PMBOK”
  60. 60. A TECNOLOGIA PARA GESTÃO DE MUDANÇAS NOS NEGÓCIOS INFORMATIZADOS FIGURA 53: VISÃO “ ESTUDO DE CASO DAS FALHAS VERSUS DESEMPENHO NOS MOMENTOS “ PMI-PMBOK ” DE PROJETOS DE SISTEMAS ENCAPSULADOS PELO MODELO DA GESTÃO “ SWOT-BSC-DEQ-BIN-MARCA PR Ó PRIA ” . MODELO – METODOLOGIA “ SWOT-BSC-DEQ-BIN- MARCA PR Ó PRIA ” MODELO – METODOLOGIA “ PMI — PMBOK ” MODELO – METODOLOGIA “ CCM- DEQ – COMPORTAMENTAL ”
  61. 61. FUNDAMENTOS PARA GESTÃO DE PROJETOS FIGURA 54: A HIERARQUIA DE PROJETOS PMO – PROJECT MANAGEMENT OFFICE PM – PROJECT MANAGER PORTFÓLIO DE PROGRAMAS PROGRAMA É UM CONJUNTO DE PROJETOS PROJETO É UM CONJUNTO DE RECURSOS PARA EFETUAR UMA MUDANÇA
  62. 62. PARÂMETROS A ATENDER NO PROJETO TIC FIGURA 55: PROJETOS DA TIC CARACTERÍSTICAS DO PROJETO TIC OS PROJETOS SÃO ÚNICOS OS PROJETOS SÃO DE NATUREZA TEMPORÁRIA E TÊM DATAS DEFINIDAS DE INÍCIO E FIM <ul><li>OS </li></ul><ul><li>PROJETOS </li></ul><ul><li>ESTÃO </li></ul><ul><li>CONCLUÍDOS </li></ul><ul><li>COM </li></ul><ul><li>METAS </li></ul><ul><li>E </li></ul><ul><li>OBJETIVOS </li></ul><ul><li>ALCANÇADOS </li></ul><ul><li>OU </li></ul><ul><li>(2) QUANDO </li></ul><ul><li>NÃO </li></ul><ul><li>FÔR </li></ul><ul><li>MAIS </li></ul><ul><li>VIÃVEL </li></ul>O PROJETO BEM SUCEDIDO ATENDE OU EXCEDE AS EXPECTATIVAS DOS STAKEHOLDERS
  63. 63. OBJETIVO CENTRAL DA GESTÃO DE PROJETOS FIGURA 56: OS STAKEHOLDERS E “REQUISITOS; PROTÓTIPO; HOMOLOGAÇÃO” DE PROJETOS DA TIC STAKEHOLDERS SATISFEITOS EXPECTATIVAS DOS STAKEHOLDERS DOCUMENTADAS COMO “ REQUISITOS DO PROJETO” (PLANEJA MENTO) (CCM—SWOT—BSC) REQUISITOS ESTABELECIDOS COMO “ PROTÓTIPO DO PROJETO” (PLANEJA MENTO) (BSC—DEQ) PRODUTO FINAL OBJETO DE “ HOMOLOGAÇÃO DO PROJETO” EXPECTATIVAS DOS STAKEHOLDERS ATENDIDAS (CONTROLE) (DEQ—BIN—MARCA PRÓPRIA)
  64. 64. STAKEHOLDERS DE UM PROJETO <ul><li>1 ---- PATROCINADOR DO PROJETO. </li></ul><ul><li>2 ---- GERENTE DO PROJETO. </li></ul><ul><li>3 ---- DIRETORIA. </li></ul><ul><li>4 ---- GERENTES EXECUTIVOS. </li></ul><ul><li>5 ---- PROFISSIONAIS ESPECIALIZADOS USUÁRIOS OU CLIENTES. </li></ul><ul><li>6 ---- FORNECEDORES. </li></ul><ul><li>7 ---- ESCRITÓRIO GERENCIAMENTO PROJETO (PMO). </li></ul>FIGURA 57: NATUREZA STAKEHOLDERS DE PROJETOS.
  65. 65. MACRO -- VISÃO “GESTÃO PROJETOS TIC” FIGURA 58: O ENCAPSULAR DO MODELO “GESTÃO DE PROJETOS PMI—PMBOK—PMP” POR MODELO “GESTÃO DE NEGÓCIOS INFORMATIZADOS” COM O ENFOQUE “DEQ—TÁTICA” (PROJETOS DE FALHAS VERSUS DESEMPENHO) MODELO GESTÃO PROJETOS “ PMI—PMBOK—PMP” (INICIAR; PLANEJAR; EXECUTAR; MONITORAR E CONTROLAR; ENCERRAR; RESPONSABILIDADES) MODELO DE GESTÃO DE NEGÓCIOS INFORMATIZADOS “ CCM-SWOT-BSC-DEQ-BIN-MARCA PRÓPRIA” NA PERSPECTIVA DA VISÃO “DEQ—TÁTICA” (PROJETOS DE FALHAS VERSUS DESEMPENHO)
  66. 66. FIGURA 59: ENCAPSULAR MODELO “GESTÃO DE RECURSOS DA TIC” POR MODELO “DE GESTÃO DE NEGÓCIOS INFORMATIZADOS” VISÃO GESTÃO PROJETOS RECURSOS TIC” MODELO GESTÃO DE RECURSOS DA TIC ---- “RECURSOS HUMANOS; MATERIAIS; TECNOLÓGICOS; FINANCEIROS” VISÕES (1) OPERACIONAL INFERIOR (DEQ/SWOT); (2) ESTRATÉGICA (BSC); (3) TÁTICA (DEQ); (4) OPERACIONAL SUPERIOR (DEQ/SWOT) MODELO DE GESTÃO DE NEGÓCIOS INFORMATIZADOS “ CCM-SWOT-BSC-DEQ-BIN-MARCA PRÓPRIA”
  67. 67. PROJETOS DA TIC COM FOCO NA SOLUÇÃO DOS PROBLEMAS DOS NEGÓCIOS FIGURA 60: OS VETORES “COMPORTAMENTAL” E “COMUNICAÇÃO” INDUTORES DA SOLUÇÃO DE PROBLEMAS E DO SUCESSO DOS PROJETOS DA TIC ASPECTOS ESSENCIAIS PARA SUCESSO DOS PROJETOS DA TIC A ABORDAGEM “ COMPORTAMENTAL” DOS STAKEHOLDERS E DOS INTEGRANTES DA EQUIPE DE PROJETOS DA TIC A SISTEMÁTICA DE “ COMUNICAÇÃO” DA EQUIPE DE PROJETOS AOS STAKEHOLDERS SOBRE A EVOLUÇÃO DOS PROJETOS DA TIC
  68. 68. A ESSÊNCIA DO SUCESSO DOS PROJETOS DA TIC FIGURA 61: ENTIDADES DO MODELO COMPORTAMENTAL PARA GESTÃO DE PROJETOS ABORDAGEM COMPORTAMENTAL DE STAKEHOLDERS E INTEGRANTES EQUIPE DE PROJETO DA TIC CAPITAL INTELECTUAL (MODELO INTELECT) CULTURA ORGANIZACIONAL (PARÂMETROS CCM—DOV—DEQ)
  69. 69. O COMPORTAMENTAL COMO ENTIDADE CONDUTORA DA LÓGICA DOS PROJETOS DA TIC PARÂMETROS “ CCM-DOV-DEQ” CAPITAL INTELECTUAL (MODELO INTELECT) CULTURA ORGANIZACIONAL LIDERANÇA CRENÇAS VALORES REPUTAÇÃO CONFIANÇA CAPITAL HUMANO CAPITAL ESTRUTURAL CAPITAL RELACIONAL FIGURA 62: CAPITAL INTELECTUAL NO AMBIENTE “CCM—DOV—DEQ” A LINHA MESTRA DA GESTÃO DE PROJETOS DA TIC
  70. 70. A SISTEMÁTICA DE COMUNICAÇÃO DOS PROJETOS DA TIC FIGURA 63: O PROJETO BEM ENCAMINHADO COMUNICAÇÃO DA EQUIPE DE PROJETOS AOS STAKEHOLDERS VIA DOCUMEN TAÇÃO DA EVOLUÇÃO DO PROJETO (PROTÓTIPO; RELATÓRIOS MENSAIS; DE FIM DE FASE; HOMOLOGA ÇÃO; BIN) REUNIÕES ; CONTATOS INFORMAIS; EMAILS; TELECONFE RÊNCIA; PALESTRAS; SEMINÁRIOS; CURSOS MANUAIS DO SISTEMA; NORMAS; CONTRATOS; REGULAMEN TAÇÕES; ARTIGOS; LIVROS
  71. 71. PROJETOS DA TIC COM ÊXITO VERTENTES INDISPENSÁVEIS AO SUCESSO DOS PROJETOS DA TIC: 1 ---- PERFEITA COMUNICAÇÃO COM OS STAKEHOLDERS. 2 ---- ABORDAGEM COMPORTAMENTAL ALINHADA DE INTEGRANTES DA EQUIPE DE PROJETO COM OS STAKEHOLDERS. 3 ---- VIGÊNCIA DE INDICADORES DE FALHAS VERSUS DESEMPENHO PARA ALCANCE DE EFETIVIDADE MÁXIMA. 4 ---- INTENSO FOCO NOS VETORES “CONFORMIDADE”; “CUSTOMIZAÇÃO”; “INOVAÇÃO”. 5 ---- RECONHECIMENTO PROFISSIONAL DA ORGANIZAÇÃO QUANTO Á CONTRIBUIÇÃO DOS STAKEHOLDERS E DA EQUIPE DO PROJETO PARA A SUSTENTABILIDADE DO NEGÓCIO INFORMATIZADO. BALANÇO INTELECTUAL EM AÇÃO. 6 ---- USO DAS FERRAMENTAS E INSTRUMENTOS DA TIC ADEQUADAS PARA DESENVOLVIMENTO DO PROJETO TIC. 7 ---- CUMPRIMENTO DO CRONOGRAMA ACORDADO. 8 ---- SINTONIA MÁXIMA DA HOMOLOGAÇÃO COM O PROTÓTIPO DO PROJETO TIC FIGURA 64: VETORES DETERMINANTES DA QUALIDADE DOS PROJETOS DA TIC
  72. 72. MACRO VISÃO GERENCIAMENTO DE PROJETOS FIGURA 65: ATIVIDADES “PMI-PMBOK” GERÊNCIA DE PROJETOS INICI- AR PRO-JE- TO PLANE- JAR PROJE- TO EXECU- TAR PROJE- TO MONI- TORAR E CON- TROLAR PRO- JETO ENCER RAR PRO- JETO RES-PONSA-BILIDA- DE PROFIS SIONAL E SO- CIAL
  73. 73. MACRO VISÃO GERÊNCIA DE PROJETOS ---- ATIVIDADES INÍCIAR PROJETO FIGURA 66: ATIVIDADES DO INÍCIO DO PROJETO CONDUZIR MÉTODOS DE SELEÇÃO DE PROJETOS DEFINIR ESCOPO DOCUMEN TAR RISCOS, PREMIS SAS E RESTRI ÇÕES DE PROJETO IDENTIFI CAR E EXECUTAR ANÁLISE DOS STAKE HOLDERS DESENVOL VER TERMO DE ABERTURA DO PROJETO OBTER APRO VAÇÃO DO TERMO DE ABERTURA
  74. 74. MACRO VISÃO GERÊNCIA DE PROJETOS ---- ATIVIDADES PLANEJAR PROJETO FIGURA 67: ATIVIDADES DO PLANEJAMENTO DO PROJETO DEFINIR E REGISTRAR REQUI SITOS, RESTRI ÇÕES E PREMISSAS IDENTIFI CAR EQUIPE DO PROJETO E DEFINIR PAPÉIS E RESPONSA BILIDADES CRIAR EAP (ESTRU TURA ANALÍTICA DO PROJETO) IDENTI FICAR RISCOS E DEFINIR ESTRA TÉGIAS DE RESPOSTA CONDUZIR REUNIÃO DE INÍCIO DE PROJETO DESENVOL VER PLANO DE GERENCIA MENTO DE MUDANÇAS OBTER APROVA ÇÃO DO PLANO
  75. 75. FIGURA 68: ATIVIDADES DA EXECUÇÃO DOS PROJETOS MACRO VISÃO GERÊNCIA DE PROJETOS ---- ATIVIDADES EXECUTAR PROJETO EXECUTAR TAREFAS DEFINI- DAS PLANO DO PROJETO GARANTIR OPINIÕES CONVER GENTES E DEFINI- ÇÃO EXPECTA- TIVAS IMPLE- MENTAR AQUI- SIÇÃO RECUR- SOS PARA PROJETO ADMINIS- TRAR ALOCA- ÇÃO DE RECUR- SOS
  76. 76. FIGURA 69: ATIVIDADES DA EXECUÇÃO DOS PROJETOS MACRO VISÃO GERÊNCIA DE PROJETOS ---- ATIVIDADES EXECUTAR PROJETO IMPLEMENTAR PLANO GERENCIA- MENTO QUALIDADE IMPLEMENTAR MUDANÇAS APROVADAS IMPLEMENTAR AÇÕES E SOLUÇÕES ALTERNATIVAS APROVADAS MELHORAR DESEMPENHO DA EQUIPE
  77. 77. MACRO VISÃO GERÊNCIA DE PROJETOS ---- ATIVIDADES FIGURA 70: ATIVIDADES DA MONITORAÇÃO DE PROJETOS MONITORAR E CONTROLAR PROJETO MENSURAR “ FALHAS VERUS DESEM PENHO” (HORIZONTE “ PASSADO/ PRESENTE/ FUTURO” VERIFICAR E GERENCIAR MUDANÇAS NO PROJETO GARANTIR ENTREGAS DO PROJETO EM CONFORMI DADE COM OS PADRÕES DA QUALI DADE MONITO RAR “ CONTIGÊNCIAS/ INCER TEZAS/ RISCOS” ESTIMULAR CUSTOMIZA ÇÕES/ ADAPTA ÇÕES E INOVAÇÕES
  78. 78. MACRO VISÃO GERÊNCIA DE PROJETOS ---- ATIVIDADES ENCERRAR PROJETO OBTER ACEITA ÇÃO FINAL DO PROJETO OBTER ENCERRA MENTOS FINANCEI RO, LEGAL E ADMINIS TRATIVO LIBERAR RECURSOS DO PROJETO CRIAR E DISTRI BUIR RELATÓ RIO FINAL DO PROJETO MENSURAR SATISFA ÇÃO DO CLIENTE IDENTI FICAR, DOCUMEN TAR E COMUNI CAR LIÇÕES APRENDI DAS ARQUIVAR E MANTER REGISTROS DO PROJETO FIGURA 71: ATIVIDADES DO ENCERRAMENTO DE PROJETOS
  79. 79. MACRO VISÃO GERÊNCIA DE PROJETOS ---- ATIVIDADES FIGURA 72: ATIVIDADES DA RESPONSABILIDADE PROFISSIONAL E SOCIAL DE PROJETOS GARANTIR INTEGRIDADE INDIVIDUAL CONTRIBUIR PARA A BASE DE CONHECI MENTOS DE GERÊNCIA DE PROJETOS APERFEIÇOAR A COMPE TÊNCIA PROFIS SIONAL E PESSOAL PROMOVER A INTERAÇÃO ENTRE “ STAKE HOLDERS” RESPONSABILIDADE PROFISSIONAL E SOCIAL
  80. 80. FIGURA 73: ETAPA E MOMENTO DA GESTÃO DE PROJETOS “PMI/PMBOK” ENCAPSULADO POR MODELO “CCM/SWOT/BSC/DEQ/BIN/MARCA PRÓPRIA” ETAPA: INÍCIO DO PROJETO MOMENTO: “CONDUÇÃO DOS MÉTODOS DE SELEÇÃO DO PROJETO” VISÃO “MODELO PMI/PMBOK” VERSUS “MODELO “CCM/SWOT/BSC/DEQ/BIN/MARCA PRÓPRIA” <ul><li>CONHECER </li></ul><ul><li>O VETOR </li></ul><ul><li>“ PROBLEMA / </li></ul><ul><li>ESTRATÉGIA” </li></ul><ul><li>NA PERSPECTIVA </li></ul><ul><li>PARÂMETROS </li></ul><ul><li>GESTÃO; </li></ul><ul><li>ANÁLISE DE </li></ul><ul><li>RISCO; </li></ul><ul><li>GESTÃO </li></ul><ul><li>CONHECIMENTO </li></ul><ul><li>( SWOT/BSC) </li></ul><ul><li>TER </li></ul><ul><li>AS VISÕES </li></ul><ul><li>LOGÍSTICA </li></ul><ul><li>CONTROLA- </li></ul><ul><li>DORIA </li></ul><ul><li>DO </li></ul><ul><li>AMBIENTE </li></ul><ul><li>OBJETO </li></ul><ul><li>DE MUDANÇA </li></ul>ESTABELECER CRITÉRIOS SELEÇÃO “ PROBLEMAS” VIA PLANOS ESTRATÉ GICOS NEGÓ CIO E TIC PRIORIZAR COM JUSTIFICAR A HIERAR QUIA DA ESCOLHA ALCANÇADA
  81. 81. MACRO VISÃO GERENCIAMENTO DE PROJETOS VISÂO “ FALHA – DESEMPENHO ” DE SEM PE NHO FA LHA FCS AO ID SPOF MP IF FIGURA 74: GERENCIAMENTO DE PROJETOS DA TIC NOS MOMENTOS “ PMI-PMBOK ” COM O CONCEITO DE “ FALHAS VERSUS DESEMPENHO ” . MOMENTOS “ PMI-PMBOK ” IN Í CIO PROJETO PLANEJAMENTO PROJETO EXECU Ç ÃO PROJETO CONTROLE PROJETO ENCERRA MENTO PROJETO
  82. 82. ATIVIDADES PARA INTEGRAÇÃO PROFISSIONAIS DA TIC -- PROFISSIONAIS USUÁRIOS IN Í CIO DO PROJETO FIGURA 75: MODELO “CCM/SWOT/BSC/DEQ/BIN/MARCA PRÓPRIA” ENTENDER “ PROBLEMA ” ; “ ESTRA T É GIA ” ; “ A Ç ÃO ” IDENTIFICAR “ ASPECTOS COMPORTA MENTAIS DOS USU Á RIOS ” ANALISAR VARIA Ç ÃO DAS M É TRICAS DOS INDICADORES DE DESEMPENHO OU DAS FALHAS DETERMINAR L Í DER E EQUIPE DO PROJETO
  83. 83. A LÓGICA PARA PROJETOS COM QUALIDADE ENTRADAS EAP CONSTRUÇÃO EAP SAÍDAS EAP “ ESTRUTURA ANALÍTICA DO PROJETO” EAP FIGURA 76: O DESENVOLVIMENTO DE PROJETOS “PMI-PMBOK”
  84. 84. PARTE IV <ul><li>SEXTA AULAS. </li></ul><ul><li>ADMINISTRA Ç ÃO DE RECURSOS EXTERNOS ---- PARÂMETROS PARA UTILIZA Ç ÃO DE RECURSOS EXTERNOS ---- FALHAS VERSUS DESEMPENHO ---- COMO ELABORAR E ADMINISTRAR CONTRATOS ---- A QUESTÃO DA QUALIDADE DE SERVI Ç OS ---- SEGUNDO EXERC Í CIO. </li></ul>
  85. 85. PARTE V <ul><li>SÉTIMA E OITAVA AULAS. </li></ul><ul><li>O PROFISSIONAL DE INFORM Á TICA ---- UM PROFISSIONAL DIFERENCIADO ---- O PAPEL DO GERENTE DE SISTEMAS ---- LIDERAN Ç A, CARACTER Í STICAS E ATITUDES QUE LEVAM Á EXCELÊNCIA ---- ASPECTOS CULTURAIS NA Á REA DA TECNOLOGIA DA INFORMA Ç ÃO (TI) ---- TERCEIRO EXERC Í CIO. </li></ul>
  86. 86. PARTE VI <ul><li>NONA AULA. </li></ul><ul><li>MARKETING DE SERVI Ç OS APLICADOS A INFORM Á TICA ---- SOFTWARE PARA GERÊNCIA DE PROJETOS ---- PLANEJAMENTO DA CAPACIDADE DE RECURSOS. </li></ul>
  87. 87. GIL GIL GIL GIL LOUREIRO GIL CONSULTING DESENVOLVENDO TECNOLOGIA DE PONTA [email_address] Fone / Fax: (11) 3083.2994 (11) 3088.7660
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