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DESIGN DE INTERIORES - UNID III ESPAÇOS COMERCIAIS

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Material de aula da disciplina optativa Design de Interiores do curso de Design da Universidade do Estado do Pará - UEPa

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  • 1. DESIGN DE INTERIORES Planejamento de Espaços Comerciais
  • 2. ESPAÇOS COMERCIAIS Entende-se por comercial, quase todos os ambientes que não são residenciais: lojas, hotéis, escritórios, restaurantes, consultórios, escolas, clubes, etc.  Os projetos comerciais são mais complexos que os residenciais, visto que usuários podem variar de trabalhadores a visitantes esporádicos, dependendo da natureza do negócio.  Lembrar que os conceitos de cores, linhas horizontais e iluminação são universais e podem ser utilizados nos projetos de espaços comerciais; 
  • 3. ESPAÇOS COMERCIAIS PROGRAMA DE NECESSIDADES – BRIEFING  Tipo de estabelecimento  Número de funcionários  Número estimado de visitantes  Faixa etária do público a ser atendido  Sexo do público a ser atendido  Local do estabelecimento  Dimensão do estabelecimento  Quais os serviços oferecidos  Atentar para os casos especiais de estabelecimentos do tipo franquia
  • 4. ESPAÇOS COMERCIAIS O Design de Interiores aplicado a espaços comerciais deve analisar o contexto socioeconômico e cultural da empresa em questão, bem como sua estrutura de trabalho e, principalmente, sua imagem empresarial. É importante conhecer como ela funciona e como se relaciona com seus funcionários, com seu produto e com o seu públicoalvo.  Um projeto mal direcionado pode deturpar a imagem da empresa e afastar consumidores.  O Design de Interiores pode ser utilizado para selecionar clientes de forma indireta. Ele é uma arma poderosa que influencia inconscientemente as pessoas usuárias de um espaço. 
  • 5. ESPAÇOS COMERCIAIS Antes de tudo: pesquisar a legislação, normas e restrições (principalmente em shoppings centers e manuais de lojas do tipo franquia)  Levantamento de todas as atividades envolvidas, dos equipamentos relacionado a cada uma delas, das necessidades básicas e principalmente do organograma da empresa, que fornecerá informações quanto à necessidade de intercomunicação e de proximidade entre os ambientes  Atentar para os aspectos sociais, culturais e econômicas do local onde o projeto está inserido. 
  • 6. ELEMENTOS DO DESIGN Espaço – Setorização  Circulação - Natural - Induzida  Luz e Iluminação - Cor Uma iluminação inadequada pode ser prejudicial a uma empresa, impedindo vendas e afastando clientes A iluminação é uma das principais ferramentas utilizadas para iludir o olhar, simular alterações nos espaços ou ainda induzir sentidos. 
  • 7. CIRCULAÇÃO Circulação Livre
  • 8. CIRCULAÇÃO Circulação Forçada
  • 9. ILUMINAÇÃO A luz segundo a função:  Geral ou de fundo  Destaque  Tarefa A luz segundo a orientação do facho  Luz Direta  Luz Indireta  Luz Difusa  Wall-washing  Built-in (embutida em elementos do espaço)
  • 10. ILUMINAÇÃO A Luz quanto aos seus efeitos  Para criar atmosfera  Para criar pontos de interesse  Para modificar imperfeições arquitetônicas  Para alterar as características dos materiais
  • 11. ESCRITÓRIOS
  • 12. PROJETO DE AMBIENTAÇÃO ESCRITÓRIOS COMERCIAIS Em ambientes empresariais, as instalações são o cartão de visitas, não apenas para os clientes, como para fornecedores e até para os funcionários.  Ao citar ambientes empresariais, não se faz referencia apenas a grandes empresas, como também a pequenas, incluindo ainda consultórios médicos, dentários, etc.  Atualmente as salas comerciais tiveram as áreas reduzidas (média de 40 m²). Em parte devido à concentração de usos nas áreas centrais da cidade. 
  • 13. PROJETO DE AMBIENTAÇÃO ESCRITÓRIOS COMERCIAIS Outro fator determinante para a redução desses espaços se deve a introdução definitiva do computador que possibilitou agregar diversas atividades e diminuir a utilização de arquivos em papeis.  Por outro lado, a utilização do computador trouxe consigo adaptações de infra-estrutura, principalmente relacionada ao correto funcionamento dos equipamentos e suas conexões com as diversas estações de trabalho.  A copa e áreas destinadas aos funcionários deve ser compacta, apenas o suficiente para preparar o café e fazer uma pequena refeição. Uma saída é embutir os eletrodomésticos em nichos suspensos e ter uma bancada dobrável para as refeições. 
  • 14. PROJETO DE AMBIENTAÇÃO ESCRITÓRIOS COMERCIAIS Para realizar o projeto de design de interiores para um escritório é necessário, assim como numa residência, fazer uma setorização, ter cuidado com o cruzamento das circulações, preocupação com aspectos funcionais e possibilidades de expansão futura.  A listagem dos mobiliários e equipamentos necessários para exercer as funções e atividades em cada ambiente, são igualmente necessários, como no design de interiores residencial. 
  • 15.  PROJETO DE AMBIENTAÇÃO ESCRITÓRIOS COMERCIAIS PLANEJAMENTO
  • 16.  PROJETO DE AMBIENTAÇÃO ESCRITÓRIOS COMERCIAIS PLANEJAMENTO -SETORIZAÇÃO
  • 17. PROJETO DE AMBIENTAÇÃO ESCRITÓRIOS COMERCIAIS
  • 18. PROJETO DE AMBIENTAÇÃO ESCRITÓRIOS COMERCIAIS
  • 19. PROJETO DE AMBIENTAÇÃO ESCRITÓRIOS COMERCIAIS POSSIBILIDADE DE EXPANSÃO:  É interessante compartimentar o espaço o mínimo possível. Atualmente as empresas (mesmo as grandes) mantêm seus escritórios quase sem divisórias, as salas fechadas ficaram reservadas à diretoria e as salas de reunião, dessa forma há uma interação muito maior dos funcionários e os ambientes ficam mais versáteis. A separação das mesas dos funcionários nestes casos pode ser feita por divisórias baixas, formando as chamadas baias, que podem ser compradas prontas ou mandadas executar sob medida.
  • 20. PROJETO DE AMBIENTAÇÃO ESCRITÓRIOS COMERCIAIS POSSIBILIDADE DE EXPANSÃO:  Área de trabalho em forma de bancada, com gaveteiros com rodízios, ao invés de fixos. Portas de correr que possibilitem a individualização do espaço ou sua integração de acordo com a necessidade.  A utilização das ilhas de trabalho se deu como forma de redução de área de circulação e otimização do espaço e facilidade para instalações de infra-estrutura complementares. Os gaveteiros podem ser móveis, mas necessitam de espaço sob a bancada de trabalho. A utilização de móveis suspensos e prateleira também liberam a circulação.  O forro deve ser rebaixado, para no caso de mudanças a iluminação poder ser alterada sem grandes dificuldades. Por isso os forro de metálicos e modulados são os mais recomendados, pois permitem alterações de posicionamento de luminárias e uma fácil manutenção.
  • 21. PROJETO DE AMBIENTAÇÃO ESCRITÓRIOS COMERCIAIS MOBILIÁRIOS  Mesas em tons e materiais neutros.  Usar os materiais e cores diferenciados para lugares de pouca permanência como salas de reunião, salas de espera, café etc.  Cadeiras ergonomicamente corretas.  Quadros magnéticos e brancos, para avisos, recados e reuniões.  Todos os livros e revistas expostos em linhas de prateleiras colore e facilita na hora de pesquisar.  Referências de trabalho (imagens, quadros, objetos, catálogos) devem estar à mão (sobre mesas, prateleiras, gaveteiros, etc.).
  • 22. PROJETO DE AMBIENTAÇÃO ESCRITÓRIOS COMERCIAIS  Esquema de Ilhas
  • 23. PROJETO DE AMBIENTAÇÃO ESCRITÓRIOS COMERCIAIS  Esquema de Ilhas
  • 24. PROJETO DE AMBIENTAÇÃO ESCRITÓRIOS COMERCIAIS
  • 25. PROJETO DE AMBIENTAÇÃO ESCRITÓRIOS COMERCIAIS
  • 26. PROJETO DE AMBIENTAÇÃO ESCRITÓRIOS COMERCIAIS
  • 27. PROJETO DE AMBIENTAÇÃO ESCRITÓRIOS COMERCIAIS PRINCIPAIS AMBIENTES  Entrada, recepção e sala de espera – deve ser convidativa, confortável, utilizar materiias anti-derrapantes e com boa iluminação para fazer a transição entre o externo e interno de maneira mais confortável. É o cartão de visita, a primeira impressão que se passa ao cliente.  Banheiros e lavabos – em caso de estabelecimentos em shoppings, a existência de banheiro e facultado. Grande utilização de tecnologia, com acionamentos automáticos de luz e torneiras, descargas que otimização o uso da água e etc. Necessidade de projetar espaços adaptados. O tipo de acabamento e dimensionamento desses espaços está ligado ao tipo de empreendimento  Escritórios – Convencional, de planta livre, “novo escritório” ou home-office  Copas
  • 28. PROJETO DE AMBIENTAÇÃO ESCRITÓRIOS COMERCIAIS
  • 29. PROJETO DE AMBIENTAÇÃO ESCRITÓRIOS COMERCIAIS
  • 30. PROJETO DE AMBIENTAÇÃO ESCRITÓRIOS COMERCIAIS  Salas de Espera
  • 31. PROJETO DE AMBIENTAÇÃO ESCRITÓRIOS COMERCIAIS Escritório de Google-Rússia
  • 32. PROJETO DE AMBIENTAÇÃO ESCRITÓRIOS COMERCIAIS Escritório de Google - Rússia
  • 33. PROJETO DE AMBIENTAÇÃO ESCRITÓRIOS COMERCIAIS Escritório de Google - Rússia
  • 34. PROJETO DE AMBIENTAÇÃO ESCRITÓRIOS COMERCIAIS Escritório de Google- Londres
  • 35. PROJETO DE AMBIENTAÇÃO ESCRITÓRIOS COMERCIAIS Escritório de Google- Londres
  • 36. PROJETO DE AMBIENTAÇÃO ESCRITÓRIOS COMERCIAIS Escritório de Google- Londres
  • 37. PROJETO DE AMBIENTAÇÃO ESCRITÓRIOS COMERCIAIS Escritório de Google- Londres
  • 38. PROJETO DE AMBIENTAÇÃO ESCRITÓRIOS COMERCIAIS Escritório – Google Zurich
  • 39. PROJETO DE AMBIENTAÇÃO ESCRITÓRIOS COMERCIAIS Escritório – Google Zurich
  • 40. PROJETO DE AMBIENTAÇÃO ESCRITÓRIOS COMERCIAIS Escritório – Google Zurich
  • 41. PROJETO DE AMBIENTAÇÃO ESCRITÓRIOS COMERCIAIS Escritório – Google Zurich
  • 42. PROJETO DE AMBIENTAÇÃO ESCRITÓRIOS COMERCIAIS Escritório de Google-Brasil
  • 43. PROJETO DE AMBIENTAÇÃO ESCRITÓRIOS COMERCIAIS Studio O + A
  • 44. PROJETO DE AMBIENTAÇÃO ESCRITÓRIOS COMERCIAIS Studio O + A
  • 45. PROJETO DE AMBIENTAÇÃO ESCRITÓRIOS COMERCIAIS Escritório - Facebook
  • 46. PROJETO DE AMBIENTAÇÃO ESCRITÓRIOS COMERCIAIS Escritório - Facebook
  • 47. PROJETO DE AMBIENTAÇÃO ESCRITÓRIOS COMERCIAIS Escritório - Facebook
  • 48. PROJETO DE AMBIENTAÇÃO ESCRITÓRIOS COMERCIAIS Escritório - Facebook
  • 49. LOJAS
  • 50. PROJETO DE AMBIENTAÇÃO LOJAS   Lojas de maior acessibilidade econômica possuem atmosfera clara, com circulação que facilite percorrer todo o espaço, permitindo que o cliente acesse de maneira direta o produto. A ideia é induzir o consumidor a compra de um produto que não precisa, mas que tem custa pouco. Lojas que pretendem mostrar uma imagem diferenciada, de exclusividade, para atingir um público de maior poder aquisitivo, investem num projeto personalizado. A atração começa pela vitrine. Tipos de vitrine
  • 51. PROJETO DE AMBIENTAÇÃO LOJAS Os provadores, quando necessários, devem ter iluminação e circulação adequadas, com espaço apropriado para que as pessoas possam se movimentar com conforto. Evitar pisos frios, que não são agradáveis ao toque dos pés descalços  Prever sempre que possível uma área de espera para acompanhantes  Alguns estabelecimentos oferecem uma área com café, água e chá.  O caixa deve ficar em local de fácil acesso e estar devidamente sinalizado  Quando necessário prever área de estoque e setor administrativo 
  • 52. PROJETO DE AMBIENTAÇÃO LOJAS
  • 53. PROJETO DE AMBIENTAÇÃO LOJAS
  • 54. PROJETO DE AMBIENTAÇÃO LOJAS
  • 55. PROJETO DE AMBIENTAÇÃO LOJAS
  • 56. PROJETO DE AMBIENTAÇÃO LOJAS
  • 57. PROJETO DE AMBIENTAÇÃO LOJAS
  • 58. PROJETO DE AMBIENTAÇÃO LOJAS
  • 59. DESIGN DE INTERIORES Planejamento de Espaços Comerciais (Continuação)
  • 60. CONSULTÓRIOS
  • 61. CONSULTÓRIOS Necessidade de levantar as atividades exercídas no espaço e consequentemente os mobiliários e equipamentos necessários;  Em consultórios compartilhados por mais de uma pessoa, adotar na espera/recepção soluções neutras e personalizar apenas nos espaços do consultório;  Utilizar da psicologia das cores para escolha dos tons para os ambientes. 
  • 62. RESTAURANTES
  • 63. RESTAURANTES       Conexão entre o cardápio e a estética adotada Duas áreas distintas – área do público e área de preparação da alimentação; Identificar o objetivo do estabelecimento: - restaurantes refinados e intimistas – poucas mesas e iluminação mais aconchegante - restaurantes fast-food, por quilo e lanchonetes – maior quantidade possível de atendimento de pessoas e alta rotatividade, teoricamente mais mesas, mas em compensação prever maior espaçamento entre as mesas, já que o número de pessoas circulando no local é maior; Existem restaurantes fast-food, drive through, take way – onde a maioria das refeições serão consumidas fora do estabelecimento. Área de preparação de alimentos deverá ser maior que a área de público; Restaurantes do tipo chef, onde ele é o centro das atenções e deverá ser explorado como principal ponto de interesse do projeto. Esse tipo de solução explora bastante os bancos e balcões Prever, quando for o caso, área para armazenagem e serviço de bebidas
  • 64. RESTAURANTES ACABAMENTOS Facilidade de manutenção e higiene são itens importantes para pisos de restaurantes. Como a ambientação e a sensação de aconchego também são fundamentais, a melhor escolha está em materiais de superfície lisa. Todas as madeiras são indicadas, contanto que tenham tratamento de impermeabilização e vedação de poros. Em geral , os restaurantes são barulhentos, e o piso em madeira funciona como revestimento acústico, evitando a reverberação. O uso de pisos frios - como cerâmicas, granitos, mármores e porcelanatos - é muito comum, principalmente em locais de praia, mas contribuem para a reverberação do som
  • 65. Rosenbaunm Restaurante Inhotim
  • 66. Restaurante Hotel Fasano
  • 67.  Restaurante http://www.simplesdecoracao.com.br/2011/03/decoracao-boas-ideias-para-loja-bar-erestaurante/#more-11009
  • 68.  Restaurante http://www.simplesdecoracao.com.br/2009/11/decoracao-em-bares-e-restaurantes/
  • 69.  Restaurante o Majik Cafe, um restaurante situado em Belgrado, na Sérvia. Assim como na maioria de seus projetos, Karim Rashid abusou das formas e cores. Aqui ele criou uma atmosfera totalmente digital contando com o auxílio de painéis em LEDs com controle RGB. O cliente entra em um bar e tem a sensação que esteve em vários lugares pois as cores mudam a toda instante. Para valorizar esse jogo de cores há uma grande janela que possibilita as pessoas que estão do lado de fora verem a mudança de cores. Além dessa iluminação cênica o restaurante conta mobiliário com formas ousadas, texturas totalmente incomuns e muita, muita cor. http://www.fernandorigotti.com/category/interiores-comerciais/
  • 70.  Restaurante http://www.fernandorigotti.com/category/interiores-comerciais/
  • 71.  Restaurante Lanchonete para pais e filhos no Japão brinca com tamanho dos móveis O Tokyo Baby Café foi desenvolvido tendo como mote de ser um local para pais e filhos, o maior atrativo é a brincadeira com a proporção de alguns móveis. Há uns em tamanho grande e outros bem diminutos. O contraste garante o apelo visual do estabelecimento, que parte do princípio de que adultos e crianças vêem o mundo de perspectivas diferentes. Muitas vezes, o mesmo design está presente em objetos de tamanhos e funções diferentes: um sofá gigante para brincar e uma versão pequena para se trocar as fraldas do bebê. As mesas, por exemplo, são altas e as crianças só conseguem ver a parte de baixo. A idéia é que os pais possam se divertir, conversar e se reunir com amigos sem preocupar-se o tempo todo com as crianças. O local tem brinquedos e livros nas estantes para distrair as crianças e a arquitetura do local considerou o trânsito de carrinhos com corredores largos. http://designdeinterioresuva.blogspot.com/2010_04_01_archive.html
  • 72.  Restaurante http://designdeinterioresuva.blogspot.com/2010_04_01_archive.html
  • 73. O escritório inglês Space Harris Hogan projetou novos interiores de diversas lojas do McDonald’s na Inglaterra. Pelas fotos pode-se perceber que até mesmo as fachadas das lojas de rua e dos quiosques de shopping estão passando por uma transformação, ganhando um fundo amarelo com escritas em branco. Entre as novidades no interior pode-s destacar o uso de bancadas que remetem às antigas lanchonetes, o uso de tons neutros em contraste com cores quentes e a iluminação mais cênica. http://www.fernandorigotti.com/mcdonalds-mudando-o-interior-de-suas-lojas/
  • 74. http://www.fernandorigotti.com/mcdonalds-mudando-o-interior-de-suas-lojas/
  • 75. O Baggers® é um restaurante em na Alemanha que não usa o garçom clássico. Cada mesa é conectada à cozinha por trilhos de metal. Os pratos deslizam pelos trilhos até chegar aos clientes, usando a força da gravidade. Para que tudo pudesse funcionar, o proprietário teve de instalar a cozinha diretamente sob o teto do restaurante, que possui vários andares. Os clientes pedem as refeições clicando em uma tela instalada em todas as mesas e todo o restaurante é conectado por meio de um sistema de computador. Os pedidos dos clientes são registrados no andar de cima, na cozinha, e um computador que fica no depósito subterrâneo controla o suprimento do estoque. O sistema também calcula o tempo provável que o cliente terá de esperar pela bebida ou comida em toda mesa e mantém os clientes informados. http://marketingnacozinha.com.br/2008/11/garcom-pra-que/
  • 76. http://marketingnacozinha.com.br/2008/11/garcom-pra-que/
  • 77. AMBIENTES DE HOSPEDAGEM
  • 78. Ambientes de Hospedagem É fundamental a integração entre os projetos de arquitetura e de interiores. O ideal é que sejam feitos paralelamente. Em primeiro lugar, é preciso haver, por parte de quem faz interiores, a correta interpretação do projeto ou da obra, se já estiver pronta. O segundo ponto é adequar o projeto ao hóspede ideal, atentando para o nicho de mercado pretendido.
  • 79. Ambientes de Hospedagem O terceiro é o cuidado com o apartamento, o que requer rigor e talento especial, na medida em que se vai atender hóspedes de diferentes hábitos e culturas. É fundamental transmitir a sensação de estar em casa. Além do mais, o apartamento é uma unidade que se repete muitas vezes, por isso, economia, racionalidade na operação e na manutenção são essenciais. Em projetos de hotéis e flats também se deve tomar cuidado com os modismos, pois a obsolescência pode se tornar prematura.
  • 80. Ambientes de Hospedagem ACABAMENTOS LOBBY - materiais mais nobres, normalmente, são granitos, mármores italianos ou espanhóis. QUARTOS – materiais ligados à ambientação e localização do hotel. Os resorts e hotéis à beira-mar podem usar cerâmica. Madeira natural também são opções pois oferecem aconchego e higiene. Os carpetes ainda são os mais usados, pela facilidade de aplicação, seleção de texturas, cores e desenhos e baixo custo aliado à ideia de muito conforto e ao fator acústico.
  • 81. Ambientes de Hospedagem ACABAMENTOS CENTRO DE CONVENÇÕES - material de alto tráfego e fácil limpeza. Os mais utilizados são mármores e granitos ou ainda os carpetes para altíssimo trafego. Para as pequenas e grandes salas, o mais indicado ainda é o carpete, pois proporciona sensação de conforto e, principalmente, absorção acústica. CORREDORES - material para alto tráfego de pessoas e carrinhos. Então se usa cerâmicas, granitos, mármores resistentes e os carpetes de alto tráfego. Normalmente o carpete é utilizado em casos quando o
  • 82. Ambientes de Hospedagem HOTEL FASANO, SÃO PAULO-SP Arqt. Márcio Kogan e Isay Weinfeld Tijolos e caixilharia lembram a paisagem londrina O bar do acesso tem pé-direito duplo
  • 83. Arquitetura de Interiores – Ambientes de Hospedagem HOTEL FASANO, SÃO PAULO-SP Arqt. Márcio Kogan e Isay Weinfeld Grande abertura zenital no restaurante Fasano Clima retrô está presente no Baretto
  • 84. Ambientes de Hospedagem HOTEL FASANO, SÃO PAULO-SP Arqt. Márcio Kogan e Isay Weinfeld Nonno Ruggero, o restaurante do hotel A cozinha dos restaurantes localiza-se no subsolo
  • 85. HOTEL FASANO, SÃO PAULO-SP Arqt. Márcio Kogan e Isay Weinfeld
  • 86. HOTEL FASANO, SÃO PAULO-SP Arqt. Márcio Kogan e Isay Weinfeld
  • 87. HOTEL FASANO, SÃO PAULO-SP Arqt. Márcio Kogan e Isay Weinfeld
  • 88. HOTEL FASANO, SÃO PAULO-SP Arqt. Márcio Kogan e Isay Weinfeld
  • 89. Hotel Fasano – Rio de Janeiro Philippe Starck primeiro projeto de Philippe Starck no Brasil. Os móveis no estilo anos 50 e os uniformes vintage homenageiam a época da bossa nova, os anos dourados de Ipanema quando o bairro florescia como o mais charmoso do Rio de Janeiro
  • 90. Hotel Fasano – Rio de Janeiro Philippe Starck
  • 91. Hotel Fasano – Rio de Janeiro Philippe Starck
  • 92. Hotel Fasano – Rio de Janeiro Philippe Starck
  • 93. Hotel Fasano – Rio de Janeiro Philippe Starck
  • 94. Hotel Fasano – Rio de Janeiro Philippe Starck
  • 95. Hotel Emiliano – São Paulo
  • 96. Hotel Emiliano – São Paulo
  • 97. Hotel Emiliano – São Paulo
  • 98. Hotel Emiliano – São Paulo
  • 99. Hotel Emiliano – São Paulo
  • 100. Hotel Emiliano – São Paulo
  • 101. Design Emocional aplicado ao Design de Interiores
  • 102.  O Design Emocional aplicado ao Design de Interiores
  • 103. O Design Emocional aplicado ao Design de Interiores Livraria Infantil - Japão 
  • 104. O Design Emocional aplicado ao Design de Interiores Livraria Infantil - Japão 
  • 105. O Design Emocional aplicado ao Design de Interiores Restaurante Temático – Alice no Pais das Maravilhas - Tókio  O estúdio Fantastic Design Works Co. realizou um projeto muito interessante recentemente, para um restaurante de Tókio, se trata do Alice in Wonderland Restaurant onde todo o design de interior foi inspirado na história http://www.designontherocks.xpg.com.br/faca-suas-refeicoes-em-wonderland/
  • 106. O Design Emocional aplicado ao Design de Interiores Restaurante Temático – Alice no Pais das Maravilhas - Tókio 
  • 107. O Design Emocional aplicado ao Design de Interiores Restaurante Temático – Alice no Pais das Maravilhas - Tókio 
  • 108. O Design Emocional aplicado ao Design de Interiores Quarto Infantil 
  • 109. O Design Emocional aplicado ao Design de Interiores Quarto Infantil 
  • 110. O Design Emocional aplicado ao Design de Interiores Quarto Infantil  http://www.hypeness.com.br/2011/03/quarto-pirata-para-criancas/
  • 111. O Design Emocional aplicado ao Design de Interiores Quarto Infantil  http://www.hypeness.com.br/2011/03/quarto-pirata-para-criancas/
  • 112. O Design Emocional aplicado ao Design de Interiores Quarto Infantil  http://www.hypeness.com.br/2011/03/quarto-pirata-para-criancas/
  • 113. O Design Emocional aplicado ao Design de Interiores Loja Lego  http://www.hypeness.com.br/2011/02/loja-da-lego/
  • 114. O Design Emocional aplicado ao Design de Interiores Loja Lego 
  • 115. O Design Emocional aplicado ao Design de Interiores Loja Lego 
  • 116. O Design Emocional aplicado ao Design de Interiores Loja Infantil – Disney – Nova Iorque 
  • 117. O Design Emocional aplicado ao Design de Interiores Loja Infantil – Disney – Nova Iorque 
  • 118. O Design Emocional aplicado ao Design de Interiores Loja Infantil – Disney – Nova Iorque 
  • 119. O Design Emocional aplicado ao Design de Interiores Loja Infantil – Disney – Nova Iorque 
  • 120. O Design Emocional aplicado ao Design de Interiores Loja Infantil – Disney – Nova Iorque 
  • 121. O Design Emocional aplicado ao Design de Interiores Loja Infantil – Disney – Nova Iorque 
  • 122. O Design Emocional aplicado ao Design de Interiores A Centauro é, sem dúvidas, referência de Loja de Esportes design da experiência em lojas. Algo  ainda bem distante de lojas conceito, mas já é o começo da valorização da experiência como influência na decisão de compra do consumidor. O elemento mais evidente que insere o consumidor na experiência é a pista de corrida. Ela é o elemento que convida o visitante a entrar na loja, e ao mesmo tempo conduz sua movimentação na mesma. Com menos destaque que a pista, é possível observar vários elementos mais discretos que ambientam cada segmentação esportiva. A cobertura do chão evoca o gramado do futebol, a quadra de basquete, dentre outras áreas mais neutras. Skate e esportes aquáticos também recebem ambientações mais específicas. O uso das cores, também é recurso de segmentação da loja entre os produtos esportivos. http://atrapalhandoosabado.wordpress.com/2008/06/04/centauro/
  • 123.   Exercício Desenvolver projeto de design de interiores para espaços comerciais, conforme planta fornecida e perfil do cliente escolhido. Material para entrega: - layout - planta convencionada de construir, a preservar e a demolir - planta baixa, com as dimensões do projeto, dimensões das portas e janelas e especificações dos materiais de acabamento - planta de pontos elétricos - planta de iluminação e forro - cortes internos, no mínimo 2 - fachada - painel de inspirações - detalhamento do perfil do cliente e do briefing
  • 124. EXERCÍCIO  Consultório para dois pediatras – Salas 02 - recepção – 1 recepcionista, secretária (balcão com cadeira) - armário para guarda de material de escritório e prontuário de pacientes - espera assento para cinco adultos e 3 crianças - área de recreação - 2 consultórios (mesa de atendimento com 1 cadeira giratória e 2 cadeiras fixas, prateleiras para livros e artigos de decoração, 1 pia em cada consultório) - 1 lavabo - 1 copa - 2 salas de exame, uma para cada consultório, com acesso por dentro do consultório 
  • 125. EXERCÍCIO  Escritório de advocacia – Salas 02 - recepção – 1 recepcionista, secretária (balcão com cadeira) - armário para guarda de material de escritório e processos - espera assento para quatro adultos - 2 escritórios (mesa de atendimento com 1 cadeira giratória e 2 cadeiras fixas, prateleiras para livros e artigos de decoração, sofá de dois lugares) - 1 lavabo - 1 copa - 1 sala de reuniões pequena, para 6 pessoas – no mesmo espaço prever uma mini biblioteca 
  • 126. EXERCÍCIO  Escritório de contabilidade – Sala 01 - recepção – 1 recepcionista, secretária (balcão com cadeira) - armário para guarda de material de escritório - espera assento para quatro adultos - Sala da diretoria (mesa de atendimento com 1 cadeira giratória e 2 cadeiras fixas, prateleiras para livros e artigos de decoração) - sala de contabilidade para 4 postos de trabalho - 1 lavabo - 1 copa - 1 sala de reuniões pequena, para 6 pessoas 
  • 127. EXERCÍCIO  Ótica – Loja 01 - vitrine - 5 mesas de atendimento, com 1 cadeira para vendedora e 2 para cliente - balcão caixa - estar/espera - expositores de armações - depósito de material de limpeza - depósito de armações - espaço para guarda de pertences dos funcionários - área técnica para equipamento de ar condicionado (dim mínima de 4 m² 
  • 128. EXERCÍCIO  Loja de Brinquedos – Loja 01 - vitrine - expositores - balcão caixa - balcão de embalagem - área de recreação - depósito de material de limpeza - espaço para guarda de pertences dos funcionários - área técnica para equipamento de ar condicionado (dim mínima de 4 m² 
  • 129. EXERCÍCIO  Livraria – Loja 02 - vitrine - expositores - balcão caixa - balcão de embalagem - área para leitura - depósito de material de limpeza - espaço para guarda de pertences dos funcionários - área técnica para equipamento de ar condicionado (dim mínima de 4 m² 
  • 130. EXERCÍCIO  Loja de roupas femininas - Loja 02 - vitrine - expositores (araras, gavetões e prateleiras) - balcão caixa - balcão de embalagem - área de espera - provadores (no mínimo 2) - depósito de material de limpeza - espaço para guarda de pertences dos funcionários - depósito de mercadorias - área técnica para equipamento de ar condicionado (dim mínima de 4 m² 
  • 131. EXERCÍCIO  Sorveteria – Loja 01 - balcão vitrine - balcão caixa - área de espera - área para consumo – com mesas e cadeiras - área para armazenagem dos produtos - depósito de material de limpeza - espaço para guarda de pertences dos funcionários - área técnica para equipamento de ar condicionado (dim mínima de 4 m² 
  • 132. EXERCÍCIO  Doceria – Loja 02 - balcão vitrine - balcão caixa - área de espera - área para preparo dos pedidos - área para montagem dos pedidos - área para consumo – com mesas e cadeiras - depósito de material de limpeza - espaço para guarda de pertences dos funcionários - área técnica para equipamento de ar condicionado (dim mínima de 4 m² 
  • 133. Referência Bibliográfica GURGEL, Miriam. Projetando espaços: guia de arquitetura de interiores para áreas comerciais. São Paulo: Senac, 2005. MARK, Karlen. Planejamento de espaços internos – 3 ed. Porto Alegre: Bookman, 2010. 