10 de Novembro de 2009

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10 de Novembro de 2009

  1. 1. Modelo de Auto-Avaliação Bibliotecas Escolares AE Macedo de Cavaleiros Lúcia Meireles Caldeira Ano lectivo 2009-2010
  2. 2. Modelo de Auto-Avaliação Bibliotecas Escolares WORKSHOP Público-Alvo: Coordenadores de Departamento /Grupos Disciplinares Duração: 3 Horas Lúcia Meireles Caldeira Ano lectivo 2009-2010
  3. 3. O Modelo: Justificação Estudos internacionais mostram “de forma inequívoca, que as Bibliotecas Escolares podem contribuir positivamente para o ensino e a aprendizagem, podendo-se estabelecer uma relação entre a qualidade do trabalho da e com a Biblioteca Escolar e os resultados escolares dos alunos.” (In Modelo de Auto-Avaliação)
  4. 4. O Modelo: conceitos implicados • A noção de valor – o valor não é algo intrínseco às coisas mas tem sobretudo a ver com a experiência e benefícios que se retira delas. • Pretende-se avaliar a qualidade e eficácia da BE e não o desempenho individual do coordenador/equipa da BE. • É um processo pedagógico e regulador na procura de uma melhoria contínua. • É um instrumento de advocacy, de integração e promotor da visibilidade da Biblioteca Escolar. • É um modelo baseado no conceito de evidências. • É um modelo que envolve os utilizadores e mede os impactos. (In Texto da Sessão)
  5. 5. O Modelo: Estrutura A. Apoio ao Desenvolvimento Curricular A1.Articulação curricular da BE com as estruturas pedagógicas e os docentes. A2.Desenvolvimento da Literacia da Informação. B. Leitura e Literacias
  6. 6. O Modelo: Estrutura C. Projectos, Parcerias e Actividades Livres e de Abertura à Comunidade C1. Apoio a actividades livres, extra-curriculares e de enriquecimento curricular. C2. Projectos e Parcerias. D. Gestão da Biblioteca Escolar D1. Articulação da BE com a Escola/Agrupamento. Acesso e serviços prestados pela BE. D2. Condições humanas e materiais para a prestação de serviços. D3. Gestão da colecção/informação.
  7. 7. O Modelo: Estrutura Cada domínio inclui: Indicadores – apontam as zonas nucleares de intervenção em cada domínio; permitem aplicar elementos de medição. Factores críticos de sucesso – exemplos de situações; orientam para a recolha de evidências. Recolha de evidências – exemplos de instrumentos de recolha de dados. Acções de melhoria – sugestões de acções com vista à melhoria.
  8. 8. O Modelo: perfis de desempenho Nível Descrição A BE é bastante forte neste domínio. O 4 trabalho desenvolvido é de bastante qualidade e com um impacto bastante positivo. A BE desenvolve um trabalho de qualidade 3 neste domínio mas ainda é possível melhorar alguns aspectos. A BE começou a desenvolver trabalho neste 2 domínio, sendo necessário melhorar o desempenho para que o seu impacto seja mais efectivo. A BE desenvolve pouco ou nenhum trabalho 1 neste domínio, o seu impacto é bastante reduzido, sendo necessário intervir com urgência.
  9. 9. O Modelo: Aplicação – 1ª fase Selecção do domínio Calendarização do a avaliar ( 1 domínio processo. por ano). Escolha da amostra e Adequação à definição de critérios. realidade do Agrupamento. Selecção dos instrumentos de Divulgação da recolha a utilizar. aplicação do modelo à comunidade ( CP; Produção de outros CG; DT; Todos os Professores). materiais.
  10. 10. O Modelo: Aplicação – 2ª fase Recolha de evidências. Elaboração do relatório de auto-avaliação. Análise dos dados recolhidos . Análise do relatório em Conselho Pedagógico. Determinação dos perfis de desempenho. Elaboração de um plano de melhoria. Acções de melhoria Divulgação dos resultados.
  11. 11. O Modelo: Aplicação Oportunidades Constrangimentos Divulgar e valorizar a Mudança de missão da BE e do metodologias por professor parte do corpo bibliotecário. docente. Envolver a Gestão dos horários. comunidade escolar em torno da BE.
  12. 12. O Modelo: Gestão das Mudanças Novo patamar de exigência no desempenho do professor bibliotecário: 1. “ Be strategic : strategic thinking and strategic planning.” 2. “Communicate Continuously”.
  13. 13. O Modelo: Gestão das Mudanças “Strategic Thinking”: “Strategic Planning”: Aproximar os problemas das Olhar para os resultados/ oportunidades. impacto. Analisar e planear. Ter uma atitude positiva, entusiasta e optimista. Avaliar regularmente. Divulgar o contributo da Redefinir objectivos, se biblioteca para as necessário. aprendizagens dos alunos. Recolher evidências nos 3 Juntar-se às pessoas chave e principais outputs: information envolvê-las na definição de literacy instruction, reading políticas. advocacy and information management.
  14. 14. O Modelo: comunicação dos resultados ♦ Disponibilização dos dados da auto-avaliação da Biblioteca Escolar à equipa de avaliação interna da escola. ♦ Integração dos dados do relatório da auto-avaliação da Biblioteca Escolar no relatório de auto-avaliação interna da escola. ♦ Análise dos dados do relatório da auto-avaliação em Conselho Pedagógico. ♦ Comunicação dos resultados da avaliação ao Gabinete RBE. ♦ Divulgação dos resultados na página Web da escola.
  15. 15. O Modelo: O caminho rumo à mudança Poderias dizer-me, por favor, que caminho hei-de tomar para sair daqui? - Isso depende do sítio onde queres chegar! - Disse o Gato. - Não interessa muito para onde vou... - retorquiu Alice. - Nesse caso, pouco importa o caminho que tomes - interpôs o Gato. Alice no País das Maravilhas Alice in Wonderland - Cheshire Cat
  16. 16. Bibliografia Eisenberg, Michael & Miller, Danielle (2002) “This Man Wants to Change Your Job”, School Library Journal. 9/1/2002 <http://www.schoollibraryjournal.com/article/CA240047.html> [05/11/2009] Gabinete da Rede de Bibliotecas Escolares. Gabinete da Rede de Bibliotecas Escolares. Modelo de Auto-Avaliação das Bibliotecas Escolares . <http://www.rbe.min-edu.pt/np4/np4/31.html> [21/10/2009] Texto da sessão [disponível na plataforma]. Todd, Ross (2002) “School librarian as teachers: learning outcomes and evidence-based practice”. [disponível na plataforma] Todd, Ross (2008) “The Evidence-Based Manifesto for School Librarians”. School Library Journal. <http://www.schoollibraryjournal.com/article/CA6545434.html> [05/11/2009]. Veiga, Isabel et al. (1966), Lançar a rede de bibliotecas escolares, Lisboa, Ministério da Educação

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