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Lixo eletroeletronico

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Lixo Eletrônico um grande problema

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  • 1. Lixo Eletroeletrônico Lucélio de Oliveira Lemos GESTÃO AMBIENTAL E RESPONSABILIDADE SOCIAL Prof: Flávio Renato de Goes Padula
  • 2. Introdução Nos dias atuais, incentivados pelo capitalismo e diante de tantas e tantas propagandas que motivam o consumo exagerado, grande parte da população tornou-se consumista, mesmo sem necessidade. Todos os dias, milhares de aparelhos e equipamentos eletrônicos são substituídos, pois se tornaram obsoletos aos olhos de seus donos. Isso acontece devido à velocidade com que novos aparelhos são lançados e novas tecnologias surgem, num processo planejado que visa obrigar o consumidor a substituí-los muitas vezes ainda funcionando ou por fim da vida útil , hoje planejada pelas empresas que só visam o lucro, contribuindo cada vez mais para o aumento do chamado lixo eletrônico. “A cultura de consumo se desenvolve numa movimentação de mercado que visa à geração de lucros crescentes, causando um aquecimento da economia que necessita, constantemente, de mais produção e mais consumo” (SIQUEIRA e MORAES, 2009). “Essa explosão do consumo, que aparece como modo ativo de relação das pessoas com os objetos, com a coletividade e com o mundo constitui a base do nosso sistema cultural”.(WALDMAN, 1997). A meta dos fabricantes de produtos eletro eletrônicos é cada vez mais focada na pouca durabilidade dos produtos, e na impossibilidade ou inviabilidade de concerto pelas “assistências técnicas” cada vez mais desqualificadas. Ao fabricante interessa apenas que o produto dure o suficiente para cumprir a “garantia”. Após este curto período o usuário se vê as voltas com a incompetência de técnicos despreparados e de preços exorbitantes das peças de reposição, restando apenas o descarte do produto e a compra de um
  • 3. Lixo Eletroeletrônico Exemplos de lixo eletrônico * Informática e comunicações (monitores, PC’s, impressoras, telefones, celulares etc.) * Eletrônica de entretenimento (televisores, aparelhos de som, leitores de CD etc.) * Equipamentos de iluminação (sobretudo lâmpadas fluorescentes) * Grandes aparelhos caseiros (fogões, geladeiras, máquinas de lavar etc.) * Pequenos aparelhos caseiros (torradeiras, aspiradores etc.) * Esportes e lazer (brinquedos eletrônicos, equipamentos de ginástica etc.) * Aparelhos e instrumentos médicos * Equipamentos de vigilância Estes produtos podem ser uma fonte valiosa para a reciclagem de matérias primas, quando tratados apropriadamente; caso contrário, são altamente tóxicos. São Resíduos de Aparelhos Elétricos Eletrônicos (RAEE) chamados popularmente no Brasil de “sucata de informática”, “lixo eletrônico” ou “lixo tecnológico” e, no exterior, WEEE (Waste Electrical and Electronic Equipment), Electronic waste ou e-Waste. Devido ao fato de aparelhos elétricos e eletrônicos conterem muitos componentes considerados tóxicos e não biodegradáveis, os fabricantes passaram a ser responsabilizados pelo recebimento e reciclagem dos seus produtos sem custo para o consumidor final.
  • 4. Um computador? Plástico - 40% Metais - 37% Dispositivos eletrônicos - 5% Borracha - 1% Outros - 17% Materiais recuperáveis - 94% (fonte: Geodis Logistics) O QUE CONTÉM Celular? Uma tonelada de celulares usados, ou cerca de seis mil aparelhos, contém por volta de 3,5 quilos de prata, 340 gramas de ouro, 140 gramas de paládio e 130 quilos de cobre. Uma bateria de celular contém mais de 3,5 gramas de cobre
  • 5. Mercúrio Computador, monitor e TV de tela plana Danos no cérebro e fígado Cádmio Computador, monitores de tubo e baterias de laptops Envenenamento, problemas nos ossos, rins e pulmões Arsênio Celulares Pode causar câncer no pulmão, doenças de pelo e prejudicar o sistema nervoso Berílio Computadores e celulares Causa câncer no pulmão Retardantes de chamas (BRT) Usado para prevenir incêndios em diversos eletrônicos Problemas hormonais, no sistema nervoso e reprodutivo Chumbo Computador, celular e televisão Causa danos ao sistema nervoso e sanguíneo Bário Lâmpadas fluorescentes e tubos Edema cerebral, fraqueza muscular, danos ao coração, fígado e baço PVC Usado em fios para isolar corrente Se inalado, pode causar problemas respiratórios Lixo Eletroeletrônico
  • 6. O PROBLEMA Pilhas, baterias, celulares, computadores, televisores, DVD’s, CD´s, rádios, lâmpadas fluorescentes e outros materiais, sem uma destinação adequada, vão parar em aterros comuns e contaminam o solo e as águas, trazendo danos para o meio ambiente e para a saúde humana. ⇒ Elevado consumo dos recursos naturais empregados na fabricação dos Eletroeletrônicos Exemplo: Produção de um computador
  • 7. O PROBLEMA Diversos fabricantes não se interessam em investir no aumento da vida útil de seus produtos, nem na manutenção (concerto) e vendas de peças de reposição a preço justo, o que certamente diminuiria o lixo eletroeletrônico. O capitalismo é selvagem e as Bolsas de valores precisam ganhar cada vez mais. No dia em que o IBGE divulgou o maior recuo na produção industrial em quatro anos, a Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), presidida por Paulo Skaf, pediu mudanças na política econômica; governo já começou a reagir, desonerando investimentos na compra de máquinas e equipamentos; decepção com números da indústria foi pretexto para queda de 1,8% da Bovespa
  • 8. que quase virou e-lixoLavadora LG - Quando a placa eletrônica da Lavadora apresentou defeito, a assistência técnica autorizada da LG pediu na troca da mesma o valor de R$1.200,00 sem garantia de funcionar, pois poderia haver mais uma placa com defeito - A placa foi recuperada e a lavadora voltou a funcionar com o gasto em peça totalizando R$2,00. - O mais difícil foi retirar a camada de resina que impedia o conserto
  • 9. que quase virou e-lixoLavadora LG - Este é o Rotor do Motor, no seu interior existe uma peça plástica que se desgasta com o uso normal da Lavadora. O Problema é que a LG não vende só a peça plástica, ela só vende todo o Rotor ao preço aproximado de R$300,00 a R$400,00. - O conserto que poderia ser bem mais barato, se transforma em mais um incentivo de se jogar fora a Lavadora , sem falar no lixo gerado pelo próprio Rotor.
  • 10. Quanto de WEEE existe no mundo? Obsolescência cada vez mais rápida – Nos EUA: mais de 1 bilhão de de computadores – 150 milhões de celulares (1,5 bilhão no mundo) – Segundo a EPA, em 2006, mais de 150.000 TVs e computadores se tornaram obsoletos por dia… A situação tende a piorar… – Vida útil de uma TV – no máximo 10 anos – 3-5 anos para computadores e celulares – Tecnologia plasma-LCD aposentará TVs e monitores CRT (Brasil: 2016) – ONU: em 2010, 150 milhões de toneladas de lixo eletrônico produzidas no mundo BRASIL: mais de 160 milhões de celulares; mais de 50 milhões de computadores em empresas e residências; milhões de produtos eletroeletrônicos. Greenpeace O que fazer daqui a quatro ou cinco anos com esta montanha de material? Segundo o Greenpeace, estima-se que são produzidos, todos os anos, cerca de 50 milhões de toneladas de lixo eletrônico, que correspondem a 5% de todo o resíduo produzido na Terra.
  • 11. • Contaminação de solos, rios e lençois subterrâneos; • Efeitos mais sérios da contaminação ambiental: – Bioacumulação pelos organismos vivos; – Fauna e flora concentram metais em níveis milhares de vezes maiores que os presentes no ambiente; Impactos no Meio Ambiente
  • 12. Impactos no Meio Ambiente • Pilhas e Baterias, como as de celular e notebook, demoram 500 anos para se decompor na Natureza.
  • 13. Impactos no Meio Ambiente • A indústria eletrônica – Polui o ar – Polui a água Usados na produção: Germânio, gálio, cobre, bário, níquel, térbio, irídio, vanádio, berílio, titânio, cobalto, paládio, manganês, nióbio, antimônio, etc.
  • 14. • Contaminação por metais – Ar – Água – Terra (Alimento) • Efeitos – Intoxicação – Mutações genéticas Impactos na saúde
  • 15. Soluções: Solidariedade • Conscientizar • Reivindicar • Agir
  • 16. Soluções: Reciclagem • Quem vai pagar a conta? – Estado – Indústria – Consumidor – Todos
  • 17. Soluções: O que fazer? Pesquise É importante descobrir se o fabricante tem preocupações com o ambiente e se recolherá as peças usadas para reciclagem, depois que o aparelho perder sua utilidade Prolongue Você não precisa trocar de celular todos os anos ou comprar um computador com essa mesma freqüência. Quanto mais eletrônicos adquirir, maior será a quantidade de lixo eletrônico. Por isso, cuide bem de seus produtos e aprenda a evitar os constantes apelos de troca. Doe Caso seja realmente necessário comprar um novo eletrônico quando o seu ainda estiver funcionando, doe para alguém que vá usá-lo. Dessa forma, ainda é possível prolongar a vida útil do aparelho e a pessoa que recebê-lo não precisará comprar um novo. Recicle Os grandes fabricantes de eletrônicos oferecem programas de reciclagem. Antes de jogar aquele monitor estragado no lixo, entre em contato com a empresa (via internet ou central de atendimento telefônico) e pergunte onde as peças são coletadas. Muitas assistências também coletam esse material.
  • 18. Soluções: O que fazer? Substitua Procure sempre fazer mais com menos. Produtos que agregam várias funções, como uma multifuncional, consomem menos energia do que cada aparelho usado separadamente. Também vale minimizar o uso de recursos ligados ao ambiente: para que imprimir, se dá para ler na tela? Informe-se O usuário de tecnologia deve ser adepto ao consumo responsável, sabendo as consequências que seus bens causam ao ambiente. Por isso, é importante estar atento ao assunto - somente assim será possível eliminar hábitos ruins e tomar atitudes que minimizem o impacto do lixo eletrônico. Opte pelo original As empresas que falsificam produtos não seguem políticas de preservação do ambiente ou se responsabilizam pelas peças comercializadas, depois que sua vida útil chega ao fim. Por isso, é sempre importante comprar eletrônicos originais. Pague Os produtos dos fabricantes que oferecem programas de preservação ambiental podem ser mais caros -- isso porque parte dos gastos com essas iniciativas pode ser repassada para o consumidor. A diferença de preço não chega a níveis absurdos e por isso, vale a pena optar pela alternativa “verde”.
  • 19. Soluções: O que fazer? Economize energia Na hora de comprar um eletrônico, opte pelo produto que consome menos energia. Além disso, o consumidor consciente deve usar fontes de energia limpa (como a solar) sempre que possível. Mobilize É importante passar informações sobre lixo eletrônico para frente, pois muitos usuários de tecnologia não se dão conta do tamanho do problema. Informações sobre a reciclagem do lixo eletrônico está disponível em: http://www.umicore.com.br A ONG Lixo Eletrônico(http://www.lixoeletronico.org/) também dá aos usuários uma lista de locais onde pode ser feita a doação de artigos para a reciclagem dos resíduos eletrônicos. Dicas da revista PROTESTE: Descarte correto do lixo eletrônico: http://www.proteste.org.br/saude/nc/dica/descarte-correto-do-lixo-eletronico Pilhas e baterias: regras para uso e descarte: http://www.proteste.org.br/casa/nc/noticia/pilhas-e-baterias-novas-regras-para-uso-e- descarte
  • 20. Soluções : Caixa Eletrônico... Para depositar eletrônicos??? A EcoATM, é uma máquina que funciona de maneira bem parecida com os caixas eletrônicos dos bancos, só que, em lugar do cartão, você só precisa inserir ali um celular usado para ela devolver dinheiro. A máquina reconhece o modelo do aparelho e calcula quanto ele vale. Você pode escolher tirar o dinheiro na hora ou então apertar um botão para doá-lo à caridade. Já o celular é encaminhado para centros especializados de reciclagem. A primeira estação foi instalada em Omaha, nos EUA. A ideia é espalhar as máquinas - e o bom exemplo - pelo mundo todo.
  • 21. Rotas do e-waste
  • 22. MUNDO A Europa e os EUA, maiores produtores mundiais de sucata eletrônica, enviam gratuitamente ou vendem todo o lixo a preços simbólicos à China. Guiyu, cidade do litoral chinês com 150.000 moradores é o garimpo do lixo eletrônico. Oito em cada vez habitantes, incluindo crianças e idosos, passam o dia destroçando carcaças de computadores.
  • 23. MUNDO O solo desta região está contaminada por metais pesados. Não resta uma só fonte de água potável num raio de 50 km da cidade. Índia e Nigéria disputam com a China os carregamentos de sucata eletrônica.
  • 24. LEGISLAÇÃO: • Convenção de Basiléia • Transporte transfronteiriço de resíduos perigosos • Proibição de destinação a países do 3º mundo • Decarte com o menor impacto ambiental possível • União Européia, Japão e Coréia do Norte • Portaria (WEEE Directive) 1º de julho de 2007 • Responsabilidade ampliada ao produtor (Take Back - “Extended Producer Responsibility”-EPR) • Concepção de produtos mais facilmente processáveis após o fim da vida útil • Estados Unidos • Não possui legislação desenvolvida • Acúmulo em lixões ou exportação para países do 3º mundo, violando a convenção de Basiléia • Dúvida: financiamento do sistema de reciclagem (sistema produtivo – consumidor paga taxa)? • A legislação brasileira • Trata os resíduos pelo elemento contaminante e determina o seu tratamento, porém apenas alguns manufaturados dispõem de normas legais de descarte, como pilhas e baterias, que são recebidos pelos fabricantes sem custo para o consumidor. A maioria dos produtos ainda não dispõe de leis específicas e tem seu custo ambiental pago pelo usuário.
  • 25. LEGISLAÇÃO: Brasil e o lixo eletroeletrônico Não há dados disponíveis. Estimativas baseadas no mercado formal indicam que não mais do que 1% dos resíduos eletroeletrônicos produzidos tem um destino ambiental adequado. Como calcular o passivo ambiental apresentado por milhares de toneladas de eletroeletrônicos inutilizáveis que pode contaminar plantações, animais e seres humanos? Não há legislação nacional que estabeleça o destino correto para a sucata digital ou que responsabilize os fabricantes pelo seu descarte. A regulamentação vigente que trata do lixo eletrônico é a resolução de número 257, do Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama), que estabelece limites para o uso de substâncias tóxicas em pilhas e baterias e imputa aos fabricantes a responsabilidade de ter sistemas para coleta desses materiais e encaminhá-los para reciclagem.
  • 26. LEGISLAÇÃO: Brasil e o lixo eletroeletrônico Em São Paulo: Existe a lei 13.576/2009, que institui normas e procedimentos para a reciclagem, gerenciamento e destinação final do lixo tecnológico no estado. Por esta lei, os fabricantes, importadores e comerciantes se tornam responsáveis pela adoção de práticas que assegurem a proteção ao meio ambiente e, consequentemente, à saúde da população. Sancionada pela Casa Civil da Presidência da República em agosto de 2010, a Política Nacional de Resíduos Sólidos torna obrigatória a destinação adequada de resíduos eletroeletrônicos no Brasil. A base da Lei diz que devem ser estruturados e implementados sistemas de logística reversa, ou seja, o retorno de produtos após serem utilizados pelo consumidor. Entretanto, fábricas e lojas têm prazo até o ano de 2014 para se adequarem às regras estabelecidas. O artigo 33 da seção II, capítulo III, da Política Nacional de Resíduos Sólidos, prevê que os seguintes produtos devem ser moldados ao sistema de devolução no pós- consumo: II - pilhas e baterias; III - pneus; IV - óleos lubrificantes, seus resíduos e embalagens; V - lâmpadas fluorescentes, de vapor de sódio e mercúrio e de luz mista; VI - produtos eletroeletrônicos e seus componentes. http://jornalcidade.uol.com.br/rioclaro/dia-a-dia/dia-a-dia/104097--Lei-de- Residuos-Solidos-obriga-destino-adequado-de-lixo-eletronico-no-Brasil-
  • 27. - O primeiro impacto do lixo eletroeletrônico não é o descarte do mesmo, mas sim a sua produção, a qual consume de forma desproporcional recursos naturais não renováveis. - No mundo atual a tendência geral é a de troca para as ultimas versões, o que diminuiu muito tempo de vida útil dos EEE (equipamentos eletroeletrônicos) devido ao avanço da tecnologia. Como consequência, por conta do desejo da “última palavra” em tecnologia de EEE, gera-se um consumo inconsciente e insustentável do ponto de vista ambiental. - A produção em massa de produtos com tempo de vida útil reduzido e com poucas possibilidades de reparo, devido a ganância dos fabricantes, contribui muito para a geração prematura do lixo eletroeletrônico. - A má gestão e o descarte feito de modo inadequado geram todo ano verdadeiras montanhas de sucata. - A reciclagem do EEE é essencial, mas é preciso maior cuidado na seleção e maior apoio da empresas geradoras do e-waste, e legislação mais ativa por parte do governo. Conclusões:
  • 28. Bibliografia: Gestão de Resíduos Sólidos :Prof. Nelson Siqueira Júnior V FORUM DE GESTÃO AMBIENTAL NA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA Impactos Sócio-Ambientais do LIXO ELETROELETRÔNICO Prof. Júlio Carlos Afonso - Universidade Federal do Rio de Janeiro - Brasília, Dezembro/2010 http://www.formiguinhasdovale.org/files/biblioteca/impactos_ambientais__lixo_ele troeletronico_PPT.ppt Rede TSQC – Qualificação e certificação em TI 2ª Oficina sobre produtos eletrônicos ambientalmente corretos http://www.umicore.com.br http://www.lixoeletronico.org/ http://www.proteste.org.br
  • 29. Obrigado !!!

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