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  LUIZ CARLOS VARELLA DE OLIVEIRA. Fevereiro - 2011
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<ul><li>Daí a importância desta ação dialógica entre todos os  profissionais da rede estadual de educação de Mato Grosso, ...
<ul><li>Como área de conhecimento no currículo escolar da Educação Básica, suscita refletir, primeiramente: </li></ul><ul>...
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<ul><li>Não pode ser compreendido em toda sua dimensão quando abordado de forma isolada. </li></ul>
<ul><li>O Ensino Fundamental da Educação Básica da rede estadual de Mato Grosso  em sua organização por  ciclos de formaçã...
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<ul><li>Sociedade,  </li></ul><ul><li>Tempo e espaço,  </li></ul><ul><li>Trabalho,  </li></ul><ul><li>Diversidades sociocu...
<ul><li>Quem são os estudantes?  </li></ul><ul><li>O que esperam aprender?  </li></ul><ul><li>Quais projetos podem ser con...
<ul><li>Têm como objeto de ensino e aprendizagem  o ser humano em suas relações no/com o tempo e espaço social, cultural e...
<ul><li>A criança de seis a oito anos deve ser compreendida como sujeito ativo e cognoscente*, capaz de construir conhecim...
<ul><li>Desse modo,  a área de Ciências  Humanas proporcionará aos estudantes situações de aprendizagem nas quais possam c...
<ul><li>Casa </li></ul><ul><li>Portão </li></ul><ul><li>Sorveteria </li></ul><ul><li>Parquinho  </li></ul><ul><li>Escola ....
<ul><li>ALMEIDA, Rosângela Doin de. & PASSINI, Elza. O Espaço Geográfico Ensino e Representação. São Paulo: Contexto, 1994...
<ul><li>CASTROGIOVANNI, A. C. (Org.). Ensino de Geografia: práticas e textualizações no cotidiano. Porto Alegre: Mediação,...
<ul><li>FREIRE, Paulo.  Pedagogia da autonomia: saberes necessários à prática educativa. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 2002...
<ul><li>A área de Ciências Humanas está centrada em três aspectos:  </li></ul><ul><li>A construção do conhecimento regiona...
<ul><li>ALMEIDA, Rosângela Doin de e PASSINI, Elza. O Espaço Geográfico Ensino e Representação. São Paulo: Contexto, 1994....
<ul><li>CAVALCANTI, Lana de Souza. Geografia e práticas de ensino. Goiânia. Editora Alternativa, 2002.  </li></ul><ul><li>...
<ul><li>MISSÃO TERRA. O resgate do planeta. São Paulo: Editora Melhoramentos. 1994.  </li></ul><ul><li>PACHAMAMA:  Missão ...
<ul><li>O adolescente do 3º Ciclo de formação já  tem as condições cognitivas para expandir o grau de complexidade de suas...
<ul><li>Aprofundar discussões acerca da ética, da democracia, do exercício da cidadania e outras formas de participação po...
<ul><li>Que favorecem o ensino de História, Geografia e Educação Religiosa em uma abordagem interdisciplinar e transdiscip...
<ul><li>Possibilitam a organização dos conhecimentos escolares em relação ao tratamento da informação;  </li></ul><ul><li>...
<ul><li>Três etapas são importantes:  </li></ul><ul><li>Planejamento,  </li></ul><ul><li>Realização propriamente dita e  <...
<ul><li>O objetivo da escola, não é a aquisição acumulativa e acrítica de informações, mas sim a  construção de uma postur...
<ul><li>Deve priorizar o estudo do território, da paisagem e do lugar em suas diferentes escalas geográficas. </li></ul>
<ul><li>Propiciará ao estudante  a percepção de religiosidades diversas, que podem diferir de suas próprias práticas relig...
<ul><li>A finalidade do ensino das Ciências Humanas e suas Tecnologias reside na contribuição que seus saberes, ciências e...
<ul><li>Proposta 1 - Do local ao global  </li></ul><ul><li>Proposta 2 – Do Senso Comum ao Conhecimento Elaborado  </li></u...
<ul><li>Cinema e filmes  </li></ul><ul><li>Televisão  </li></ul><ul><li>Internet e CD-ROM  </li></ul><ul><li>Produção de i...
<ul><li>Não pode ter um fim em si mesma.  </li></ul><ul><li>Deve fazer parte de todo o processo de aprendizagem do estudan...
<ul><li>Constitui-se de  três momentos  que  precisam ser contemplados:  </li></ul><ul><li>A observação,  </li></ul><ul><l...
<ul><li>Conceituais   –  se o  estudante  compreende e se expressa por meio dos conceitos estudados, coerentemente; </li><...
<ul><li>Revolução (o que queremos?)  </li></ul><ul><li>Produção (o que fazemos?)  </li></ul><ul><li>Fronteira (com quem di...
<ul><li>ORIENTAÇÕES CURRICULARES DO ESTADO DE MATO GROSSO, 2011. </li></ul>
<ul><li>&quot;Não, não tenho caminho novo. </li></ul><ul><li>O que tenho de novo  </li></ul><ul><li>é o jeito de caminhar....
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Orientações curriculares 2011

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  1. 1. LUIZ CARLOS VARELLA DE OLIVEIRA. Fevereiro - 2011
  2. 2. <ul><li>As OCs.pressupõe uma ação política de caráter epistemológico* que leva em consideração a idéia de que o currículo é uma produção que resulta de uma construção mediada no contexto das relações sociais. </li></ul><ul><li>* Estudo do conhecimento, específico, o conhecimento científico, sua natureza. seu processo de aquisição, seu alcance e seus limites, e das relações entre o objeto do conhecimento e aquele que o busca; a teoria do conhecimento. </li></ul><ul><li>0 Estudo sobre o conhecimento científico, seus diferentes métodos, suas teorias e práticas, sua evolução na história e no desenvolvimento das sociedades; teoria da ciência . </li></ul>
  3. 3. <ul><li>Daí a importância desta ação dialógica entre todos os profissionais da rede estadual de educação de Mato Grosso, universidades e comunidade na construção coletiva deste documento. </li></ul>
  4. 4. <ul><li>Como área de conhecimento no currículo escolar da Educação Básica, suscita refletir, primeiramente: </li></ul><ul><li>O que entendemos por área de conhecimento. </li></ul><ul><li>Segundo, analisarmos o processo de </li></ul><ul><li>constituição da área de Ciências Humanas. </li></ul><ul><li>Sua incorporação na estrutura curricular da educação básica. </li></ul>
  5. 5. <ul><li>Caracteriza-se por reunir disciplinas que possuem em comum: </li></ul><ul><li>Princípios, </li></ul><ul><li>Conceitos, </li></ul><ul><li>Modelos interpretativos e explicativos sobre certos aspectos do mundo. </li></ul>
  6. 6. <ul><li>Não pode ser compreendido em toda sua dimensão quando abordado de forma isolada. </li></ul>
  7. 7. <ul><li>O Ensino Fundamental da Educação Básica da rede estadual de Mato Grosso em sua organização por ciclos de formação humana busca compreender os estudantes em suas temporalidades e espacialidades de vida, por meio do agrupamento dos estudantes com seus pares de idade, reconhecimento e superação das dificuldades de aprendizagem e disposição de apoio pedagógico especializado. </li></ul><ul><li>Atitudes novas frente ao conhecimento. </li></ul>
  8. 8. <ul><li>O Currículo da área de Ciências Humanas para o Ensino Fundamental – 1º, 2º e 3º Ciclo de Formação Humana – objetiva: </li></ul><ul><li>A formação das crianças, pré-adolescentes e adolescentes, desenvolvendo uma compreensão ampla da realidade no processo de formação/transformação histórica das sociedades humanas, possibilitando o exercício da cidadania. </li></ul>
  9. 9. <ul><li>Sociedade, </li></ul><ul><li>Tempo e espaço, </li></ul><ul><li>Trabalho, </li></ul><ul><li>Diversidades socioculturais e religiosas, (gênero, sexualidades, religiosidades, geracionais e étnico-raciais), </li></ul><ul><li>Democracia, </li></ul><ul><li>Nação, </li></ul><ul><li>Paisagem, </li></ul><ul><li>Espaço geográfico e </li></ul><ul><li>Território. </li></ul>
  10. 10. <ul><li>Quem são os estudantes? </li></ul><ul><li>O que esperam aprender? </li></ul><ul><li>Quais projetos podem ser construídos coletivamente? </li></ul><ul><li>Em que estes projetos poderão auxiliá-los em seu dia-a-dia? </li></ul><ul><li>Que atividades estimularão a participação no processo? </li></ul><ul><li>O que e como avaliar? </li></ul>
  11. 11. <ul><li>Têm como objeto de ensino e aprendizagem o ser humano em suas relações no/com o tempo e espaço social, cultural e ambiental. </li></ul><ul><li>Os conhecimentos relacionados à Educação Religiosa, História e Geografia são contextualizados na área, organizados de forma integrada ou globalizada e considerados importantes na produção de conhecimento, no processo de alfabetização e letramento. </li></ul>
  12. 12. <ul><li>A criança de seis a oito anos deve ser compreendida como sujeito ativo e cognoscente*, capaz de construir conhecimentos, inteirando-se com outros sujeitos na realidade sociocultural, na qual vive. </li></ul><ul><li>* Que conhece, que toma conhecimento. </li></ul>
  13. 13. <ul><li>Desse modo, a área de Ciências Humanas proporcionará aos estudantes situações de aprendizagem nas quais possam construir noções conceituais, científicas, articuladas aos eixos: </li></ul><ul><li>Trabalho, </li></ul><ul><li>Cultura e Sociedade, </li></ul><ul><li>Identidade, </li></ul><ul><li>Natureza e Sociedade, </li></ul><ul><li>Temporalidade e Espacialidade, </li></ul><ul><li>Paisagem e Lugar, </li></ul><ul><li>Alfabetização Cartográfica. </li></ul>
  14. 14. <ul><li>Casa </li></ul><ul><li>Portão </li></ul><ul><li>Sorveteria </li></ul><ul><li>Parquinho </li></ul><ul><li>Escola . </li></ul>COMO A CRIANÇA SE RELACIONA COM ESSES ESPAÇOS?
  15. 15. <ul><li>ALMEIDA, Rosângela Doin de. & PASSINI, Elza. O Espaço Geográfico Ensino e Representação. São Paulo: Contexto, 1994. </li></ul><ul><li>ALMEIDA, Rosângela Doin de. Do desenho ao mapa: iniciação cartográfica na </li></ul><ul><li>escola. São Paulo, Contexto, 2001. </li></ul><ul><li>ALMEIDA, Rosângela Doin de. (org) Cartografia Escolar. São Paulo: Contexto, 2007. </li></ul><ul><li>BRASIL. Lei 10.639/03. Altera a Lei n. 9.394, de 20 de dezembro de 1996, que estabelece as diretrizes e bases da educação nacional, para incluir no currículo oficial da Rede de Ensino a obrigatoriedade da temática &quot;História e Cultura Afro-Brasileira&quot;, e dá outras providências. Brasília: Ministério da educação, 2003. </li></ul><ul><li>______. Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação das Relações Étnico-Raciais e para o Ensino de História e Cultura Afro-Brasileira e africana. Brasília: ministério da Educação, 2004. </li></ul><ul><li>CARLOS, Ana Fani A. (Org.). Geografia na sala de aula. São Paulo: Contexto, 1999. </li></ul>
  16. 16. <ul><li>CASTROGIOVANNI, A. C. (Org.). Ensino de Geografia: práticas e textualizações no cotidiano. Porto Alegre: Mediação, 2000. </li></ul><ul><li>CAVALCANTI, Lana de Souza. Geografia e práticas de ensino. Goiânia. Editora Alternativa, 2002. </li></ul><ul><li>CHARLOT, B. A relação ao saber e à escola dos alunos dos bairros populares. In: AZEVEDO, J. C; GENTILI, P.; KRUG, A.; SIMON, C. (Org.). Utopia e Democracia na Educação Cidadã. Porto Alegre: Ed. Universidade/UFRGS/Secretaria Municipal de Educação, 2000. p. 245-257. VII Seminário Internacional de Reestruturação Curricular. </li></ul>
  17. 17. <ul><li>FREIRE, Paulo. Pedagogia da autonomia: saberes necessários à prática educativa. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 2002. </li></ul><ul><li>GOODSON, Ivor F. Currículo: teoria e história. Petrópolis, RJ: Vozes, 1995. </li></ul><ul><li>HALL, Stuart. A Identidade cultural na pós-modernidade. São Paulo: DP&A, 1987. </li></ul><ul><li>LA TAILLE, Yves et al. Piaget, Vygotsky, Wallon: Teorias psicogenéticas em discussão. São Paulo: Summus, 1992. </li></ul><ul><li>PAGANELLI Tomoko Iyda et al. Para ensinar e aprender geografia. São Paulo: Cortez, 2007. </li></ul><ul><li>PEREZ, Carmem Lúcia Vidal. Ler o Espaço para Compreender o Mundo: algumas notas sobre a função alfabetizadora da Geografia. Tamoios. n. 2. ano II. 2005. </li></ul>
  18. 18. <ul><li>A área de Ciências Humanas está centrada em três aspectos: </li></ul><ul><li>A construção do conhecimento regional, da História e da Geografia de Mato Grosso; </li></ul><ul><li>A consolidação do processo de alfabetização cartográfica, iniciado no 1º Ciclo. </li></ul><ul><li>O desenvolvimento das noções de ética e cidadania evidenciadas por meio das atitudes e ações. </li></ul>
  19. 19. <ul><li>ALMEIDA, Rosângela Doin de e PASSINI, Elza. O Espaço Geográfico Ensino e Representação. São Paulo: Contexto, 1994. </li></ul><ul><li>ALMEIDA, Rosângela Doin de. Do desenho ao mapa: iniciação cartográfica na escola. São Paulo, Contexto, 2001. </li></ul><ul><li>ALMEIDA, Rosângela Doin de. (org) Cartografia Escolar. São Paulo: Contexto, 2007. </li></ul><ul><li>BRASIL. Decreto Lei 10.639/03. Altera a Lei n. 9.394, de 20 de dezembro de 1996, que estabelece as diretrizes e bases da educação nacional, para incluir no currículo oficial da Rede de Ensino a obrigatoriedade da temática &quot;História e Cultura Afro-Brasileira&quot;, e dá outras providências. Brasília: Ministério da educação, 2003. </li></ul><ul><li>______. Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação das Relações Étnico-Raciais e para o Ensino de História e Cultura Afro-Brasileira e africana. Brasília: ministério da Educação, 2004. </li></ul><ul><li>CARLOS, Ana Fani A. (Org.). Geografia na sala de aula. São Paulo: Contexto, 1999. </li></ul><ul><li>CASTROGIOVANNI, Antonio Carlos et al (orgs). Geografia em sala de aula. Práticas e reflexões. Porto Alegre: Associação dos Geógrafos Brasileiros – Seção Porto Alegre, 1998. </li></ul><ul><li>CAVALCANTI, Lana de Souza. Geografia, Escola e construção de conhecimentos. Campinas, SP:Papirus. 1998. </li></ul>
  20. 20. <ul><li>CAVALCANTI, Lana de Souza. Geografia e práticas de ensino. Goiânia. Editora Alternativa, 2002. </li></ul><ul><li>GADOTTI, Moacir. Pedagogia da Terra. São Paulo: Peirópolis, 2002. </li></ul><ul><li>GEERTZ, Cliford. A interpretação das Culturas. Rio de Janeiro: Zahar, 1978. </li></ul><ul><li>GOODSON, Ivor F. Currículo: teoria e história. Petrópolis, RJ: Vozes, 1995. </li></ul><ul><li>HALL, Stuart. A Identidade cultural na pós-modernidade. São Paulo: DP&A, 1987. </li></ul><ul><li>MARTINELLI, Marcello. Mapas da Geografia e Cartografia Temática. São Paulo: Contexto, 2003. </li></ul><ul><li>HELENE,M. Elisa M. & BICUDO, Marcelo B. Sociedades sustentáveis. São Paulo: Scipione,1994. </li></ul>
  21. 21. <ul><li>MISSÃO TERRA. O resgate do planeta. São Paulo: Editora Melhoramentos. 1994. </li></ul><ul><li>PACHAMAMA: Missão Terra 2. Ações para salvar o planeta. São Paulo: Melhoramentos. 2001. </li></ul><ul><li>PAGANELLI Tomoko Iyda et al. Para ensinar e aprender geografia. São Paulo: Cortez, 2007. </li></ul><ul><li>PEREZ, Carmem Lúcia Vidal. Ler o Espaço para Compreender o Mundo: algumas notas sobre a função alfabetizadora da Geografia. Tamoios. n. 2. ano II. 2005. </li></ul><ul><li>PETTY, Kate e WOOD, Jakki. Viajando em um balão. Mapas e caminhos. São Paulo: Editora Callis. </li></ul><ul><li>PETTY, Kate e WOOD, Jakki. Nosso globo, nosso mundo. São Paulo: Editora Callis. </li></ul><ul><li>PIETROCOLLA, Luci Gati. Sociedade de consumo. 2ª. Ed. São Paulo: Global, 1996. </li></ul><ul><li>RICCI, Cláudia. Pesquisa como ensino; textos de apoio, propostas de trabalho. Belo Horizonte: Autêntica, 2007. </li></ul><ul><li>SCHÄFFER, Neiva Otero et al. Um globo em suas mãos. Práticas para a sala de aula. Porto Alegre: Editora da UFRGS, 2. ed. 2005. </li></ul><ul><li>. </li></ul><ul><li>SACHS, Ignacy. Caminhos para o desenvolvimento sustentável. 4.ed. Rio de Janeiro: Garamond, 2002. </li></ul><ul><li>SIMIELLI, Maria Elena. Primeiros Mapas: como entender e construir. 8 volumes.São Paulo: Ática, 1996. </li></ul>
  22. 22. <ul><li>O adolescente do 3º Ciclo de formação já tem as condições cognitivas para expandir o grau de complexidade de suas inferências, conjecturas e análises , elaborando pontos de vista próprios sobre a realidade que o cerca. </li></ul><ul><li>É chegado o momento, portanto, de acentuar as ações pedagógicas voltadas para o exercício da crítica, da reflexão e da formulação de juízos autônomos. </li></ul>
  23. 23. <ul><li>Aprofundar discussões acerca da ética, da democracia, do exercício da cidadania e outras formas de participação política, do respeito à diversidade, das manifestações culturais, e sobre os modos de vida e de convivência humanos. </li></ul>
  24. 24. <ul><li>Que favorecem o ensino de História, Geografia e Educação Religiosa em uma abordagem interdisciplinar e transdisciplinar do currículo, sugerem-se Projetos de Pesquisa e Estudo do Meio </li></ul>
  25. 25. <ul><li>Possibilitam a organização dos conhecimentos escolares em relação ao tratamento da informação; </li></ul><ul><li>Resolução de problemas; </li></ul><ul><li>Desafio de encontrar soluções para uma situação; </li></ul><ul><li>Elaboração de diagnósticos sobre causas e consequências, </li></ul><ul><li>Levantamento de hipóteses. </li></ul>
  26. 26. <ul><li>Três etapas são importantes: </li></ul><ul><li>Planejamento, </li></ul><ul><li>Realização propriamente dita e </li></ul><ul><li>Atividades pós-estudo do meio. </li></ul><ul><li>Estas devem ser trabalhadas de modo que o próprio estudante possa aprender a ser um produtor de seu roteiro de estudo. </li></ul>
  27. 27. <ul><li>O objetivo da escola, não é a aquisição acumulativa e acrítica de informações, mas sim a construção de uma postura diante do conhecimento , que possibilite,, reconhecer-se como um ser social, político e cultural através de sua participação na ação coletiva de ensino e aprendizagem. </li></ul>
  28. 28. <ul><li>Deve priorizar o estudo do território, da paisagem e do lugar em suas diferentes escalas geográficas. </li></ul>
  29. 29. <ul><li>Propiciará ao estudante a percepção de religiosidades diversas, que podem diferir de suas próprias práticas religiosas. </li></ul><ul><li>Compreensão das religiosidades como fenômenos sociais presentes em várias sociedades, </li></ul><ul><li>Instituições de socialização e de identidade dos diversos grupos humanos. </li></ul>
  30. 30. <ul><li>A finalidade do ensino das Ciências Humanas e suas Tecnologias reside na contribuição que seus saberes, ciências e tecnologias, podem proporcionar para a constituição da identidade pessoal e cultural e para o exercício da cidadania democrática. </li></ul>
  31. 31. <ul><li>Proposta 1 - Do local ao global </li></ul><ul><li>Proposta 2 – Do Senso Comum ao Conhecimento Elaborado </li></ul><ul><li>Proposta 3 - Professores e estudantes como pesquisadores . </li></ul>
  32. 32. <ul><li>Cinema e filmes </li></ul><ul><li>Televisão </li></ul><ul><li>Internet e CD-ROM </li></ul><ul><li>Produção de imagens, vídeos e áudio . </li></ul><ul><li>Fotografias como recurso pedagógico </li></ul><ul><li>Ciências Humanas em canção, prosa e verso </li></ul><ul><li>Estudo do meio </li></ul><ul><li>Documentos, jornais e revistas em sala de aula </li></ul><ul><li>Leitura de Mapas: </li></ul>
  33. 33. <ul><li>Não pode ter um fim em si mesma. </li></ul><ul><li>Deve fazer parte de todo o processo de aprendizagem do estudante, de forma a contribuir com sua formação, e não simplesmente que lhe dê resultados quantitativos ao final do processo </li></ul>
  34. 34. <ul><li>Constitui-se de três momentos que precisam ser contemplados: </li></ul><ul><li>A observação, </li></ul><ul><li>A análise e </li></ul><ul><li>A promoção de melhores oportunidades de aprendizagem. </li></ul>
  35. 35. <ul><li>Conceituais – se o estudante compreende e se expressa por meio dos conceitos estudados, coerentemente; </li></ul><ul><li>Atitudinais – se ele expressa valores, normas e atitudes considerados fundamentais na nossa sociedade; </li></ul><ul><li>Procedimentais – se ele apropriou das técnicas ou estratégias na resolução de problemas, a partir da utilização dos recursos dispostos pelo professor. </li></ul>
  36. 36. <ul><li>Revolução (o que queremos?) </li></ul><ul><li>Produção (o que fazemos?) </li></ul><ul><li>Fronteira (com quem dialogamos?) </li></ul><ul><li>Identidade (quem somos?) </li></ul><ul><li>Conhecimento (o que sabemos?) </li></ul><ul><li>Ambiente(onde vivemos?) </li></ul><ul><li>Cidadania(como participar?) </li></ul>
  37. 37. <ul><li>ORIENTAÇÕES CURRICULARES DO ESTADO DE MATO GROSSO, 2011. </li></ul>
  38. 38. <ul><li>&quot;Não, não tenho caminho novo. </li></ul><ul><li>O que tenho de novo </li></ul><ul><li>é o jeito de caminhar. </li></ul><ul><li>Aprendi. (O caminho me ensinou) </li></ul><ul><li>A caminhar cantando </li></ul><ul><li>Como convém </li></ul><ul><li>A mim </li></ul><ul><li>E aos que vão comigo. </li></ul><ul><li>Pois já não vou mais sozinho.&quot; </li></ul><ul><li>(Thiago de Mello, 1996 p.17). </li></ul>
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