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O negro em folhas brancas
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O negro em folhas brancas

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  • 1. RACISMO E ENSINO DE HISTÓRIA.<br />Luiz Carlos Varella de Olivera<br />Junho – 2010.<br />O NEGRO EM FOLHAS BRANCAS.<br />
  • 2.
  • 3. SUELI CARNEIRO.<br />“A genialidade do racismo brasileiro reside exatamente nisso. Aqui se produziu a forma mais sofisticada e perversa de racismo que existe no mundo, porque nosso ordenamento jurídico assegurou uma igualdade formal, que dá a todos uma suposta igualdade de direitos e oportunidades, e liberou a sociedade para discriminar impunente”.<br />
  • 4.
  • 5. MILTON SANTOS.<br />“Aqui é natural os negros serem tratados de forma subalterna. Você não tem como reclamar. Se você protesta, é visto como alguém que está perturbando o “clima agradável” que possa existir nesse ou naquele lugar”.<br />
  • 6. AS BOAS INTENÇÕES...<br />Foram encontradas vários problemas nos livros didáticos...<br />Os textos escritos não pretendem declaradamente inferiorizar os afro-descendentes.<br />Os autores caem em contradição, os livros didáticos acabam por cair em armadilhas e reproduzem idéias preconceituosas: como o despreparo do negro para o mercado de trabalho em função do longo e traumático período dos trabalhos forçados.<br />
  • 7.
  • 8. PROBLEMAS COM A IDENTIDADE CULTURAL BRASILEIRA.<br />Alguns autores não citam a presença do negros nos aspectos culturais...<br />Outros restringem o papel dos negros na “contribuição” para a construção do Brasil dizendo que eles acrescentaram algo numa cultura pronta.<br />Difundem idéias racistas em seus discursos.<br />O afro-descendente é parte integrante da nossa história, não é saudável omiti-lo.<br />O negro não deve ter um espaço limitado nos livros didáticos já que ele é uma parte integrante de acontecimentos e fatos.<br />
  • 9. AS RELIGIÕES AFRICANAS<br />Para alguns autores são apenas crenças ou crendices.<br />Qualquer tipo de atividade, manifestação cultural, hábito, vira objeto pitoresco.<br />
  • 10. OUTRAS SITUAÇÕES.<br />O negro foi o único edificador da riqueza do Brasil mas não usufruiu nem um décimo.<br />Questionamento: Sentir pena, dó, comoção resolve o problema do preconceito?<br />Principal objetivo: chocar e não procurar caminhos para superar o problema da discriminação e do preconceito racial.<br />
  • 11. SOBRE O QUILOMBO<br />Ele é uma ameaça para o senhor e é este o foco explorado pelos autores.<br />Raramente é explicado como eles se formaram e qual o objetivo,<br />As trocas comerciais realizadas.<br />
  • 12. O NEGRO COMO AGENTE HISTÓRICO.<br />É muito peculiar;<br />Não tem nenhum tipo de autonomia;<br />A hegemonia pertence aos brancos;<br />Escravidão intitucionalizada pelo branco e a abolição também; <br />A abolição ocorreu porque a Inglaterra quis.<br />
  • 13. AVENTURA NA SALA DE AULA.<br />O professor de História pode trabalhar com as rebeliões escravas:<br />Quilombos;<br />Insurreições;<br />Família escrava/negra<br />Formas de resistência<br />Significado do treze de maio<br />Imagens do negro na sociedade brasileira.<br />
  • 14. AUXÍLIO AO PROFESSOR DE HISTÓRIA.<br />Apoios didáticos:<br />Filmes;<br />Trechos de documentos;<br />Biografias;<br />Jornais;<br />Revistas;<br />Poemas;<br />Pinturas;<br />Livros didáticos e paradidáticos.<br />
  • 15. ESPECIFICIDADES<br />O professor precisa permitir aos alunos perceberem que essas fontes, cada uma a sua maneira apresentam representações construídas no tempo e no espaço por diferentes sujeitos/olhares.<br />Ao professor e alunos cabe a missão de realizar suas próprias reflexões, com ou sem livros didáticos, afinal, eles também são agentes históricos.<br />
  • 16. A AULA É UMA AVENTURA QUE SE REALIZA A CADA DIA COM DIFERENTES ROTEIROS E DESAFIOS.<br />
  • 17. NÃO ESQUEÇAMOS QUE ESTA VIAGEM AO CONHECIMENTO HISTÓRICO NÃO SE FAZ SEM PARTICIPAÇÃO E DIÁLOGO ABERTO ENTRE PROFESSOR E ALUNOS.<br />
  • 18. Existem maneiras de se contar história, basta atravessarmos a rua que nós separa da sombra da repetição passiva “educação bancária”, para a luz da reflexão, a educação libertadora.<br />Tenhamos em mente, como nos lembra Paulo Freire, que a educação é uma prática da liberdade.<br />
  • 19. SUGESTÕES E PROPOSTAS INOVADORAS PARA AULA DE HISTÓRIA<br />O Ensino de História e a Criação do Fato. Jaime Pinsky, São Paulo, Contexto, 1991.<br />O saber Histórico na Sala de Aula. Circe Bittencourt, São Paulo, Contexto, 1998<br />Inaugurando a História e Construindo a Nação. Lana Lara de Castro Siman e Thais Nívia de Lima e Fonseca. Belo Horizonte. Autêntica. 2001.<br />LEMBRETE: não é o livro didático sozinho que irá ensinar essas crianças e adolescentes a conhecerem a sí mesmos e ao mundo.<br />
  • 20. BIBLIOGRAFIA<br />In.: Cadernos de Graduação, 2ͣ ed./ publicações dos graduandos do Instituto de Filosofia e Ciências Humanas da universidade Estadual de Campinas. UNICAMP/IFCH. 2003. 121p., anual. <br />As imagens foram todas baixadas da internet.<br />

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