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ANO   2   -   NÚMERO   1         PÁGINA   10SEMANA DAS ARTES E OFICIOS      ALBUM FOTOGRÁFICO BOLETIM       DA   BIBLIOTECA
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Boletim informativo biblioteca-nº_2_10-11

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Boletim informativo biblioteca-nº_2_10-11

  1. 1. http:/ Pagin a onli /becr ne: emon dimb asto.n o.sa po.pt Boletim da Biblioteca A N O 2 - N Ú M E R O 2 D E Z E M B R O D E 2 0 1 0FICHA TÉCNICA Projeto “Voz” Coordenação: Licínio Borges Redacção: Isaura Sousa Recital de poesia Francisco Veiga Colaboradores: José Manuel Com Iolanda Machado Produção Gráfica: Francisco Veiga Propriedade: João Lagarto Biblioteca doAgrupamento de Escolas De Mondim de Basto Sede: PAG. 03 Rua da Fontela4880-100 Mondim de Basto http:// fisgolas.blogspot.com/ http://www.facebook.com/ Fisgolas Mondim http://twitter.com/ Fisgolas2010 boletim.bib.mondim @gmail.com NOTICIAS DA NOSSA ESCOLA Pag’s 6, 7 e 8 PASSATEMPOS Final de ano em festa PAG. 9 com lançamento de DVD BOLETIM DA BIBLIOTECA
  2. 2. PÁGINA 2 Editorial tezas, complexida- nuar a ser rainha e des e caos passa- senhora, dominando A BIBLIOTECA E A ram a fazer parte do a vida dos indiví- FORMAÇÃO DA vocabulário e da for- duos, dado consti- COMUNIDADE ma de expressão de tuir-se, agora e LEITORA cada jovem, e sempre, o grande fazem-no refletir nas meio de informação, práticas ditas aprendizagem, Merçê da generali- sociais, através de conhecimento e par- zação do programa manifestações ideo- ticipação em socie- l lógicas por vezes dade. Só assim ria PTE nas escolas e da massificação do confundidas com poderemos erradi- d ito “Magalhães”, natu- comportamentos car o analfabetismo e ralizou-se a utiliza- ção das tecnologias desviantes maneira como estão pela funcional. Só assim formaremos leitores tanto no desenvolvi- a moldar a sua per- capazes de lidar mento cognitivo sonalidade e outras com a literatura de como nas relações vezes descarregan- uma forma livre e sociais dos nossos do na própria insti- prazerosa. Mas só o alunos. Essa tuição (Escola). É conseguiremos se “naturalização” con- aqui que entra a criarmos na bibliote- duziu à criação de biblioteca. Nunca ca um “universo de uma geração de em rutura com um leitura” com o esfor- nativos digitais que passado de forma- ço dos pais, profes- esperam que a ção de leitores sores, família e biblioteca satisfaça assente no uso de bibliotecários. Ine- as suas expetativas material livro mas gavelmente a leitura no que concerne ao em continuidade foi e continuará a uso das novas tec- dando lugar aos ser um ato social e nologias. Trata-se novos suportes e uma prática gerado- de uma verdadeira novas ferramentas, ra de sociabilização. rotura com o passa- como os livros digi- E a equipa da biblio- do. Já não é a rou- tais e as redes teca estará sempre pa, adereços, ador- sociais da internet, presente para vos nos ou estilos que entre outras, pas- ajudar a serdes pen- marcam a diferença. sando a ser incluí- sadores críticos, lei- Sem dúvida que das nas ditas boas tores entusiastas, vivemos um período práticas da leitura e pesquisadores paradigmático, sem da escrita. Trata-se hábeis e produtores sabermos bem de novos contextos de sociabilidades. quando começou e nos quais a leitura, muito menos quan- seja em que forma- do vai acabar. Incer- tos forem, vai conti- Licínio BorgesBOLETIM DA BIBLIOTECA
  3. 3. ANO 2 - NÚMERO 1 PÁGINA 3 PROJETO “VOZ”... ...COM JOÃO lAGARTO No passado dia 4 de maio, realizou-se, no pavilhão dos Bombeiros Voluntários de Mondim de Basto, a apresentação do projeto “Voz” com o actor João Lagarto. Esta iniciativa de âmbito nacional organi-zada pelas Produções Fictícias percorreu entre os dias 2 e 5 as escolas secundárias de Trás-os-Montes. Este projeto de divulgação da poesia tem por base em que várias personalidades artísticas de reno-me dizem poemas de diversos autores. Essas personalidades escolhem o poema e o local onde é dito otexto escolhido. Considero esta iniciativa bastante interessante, porque o simples facto de vermos o localonde é dito o poema remete-nos para um entendimento do mesmo que olhando para uma folha de papelnão é logo perceptível. A maneira como nos é apresentado um texto poético é muito importante para conse-guirmos perceber o seu sentido, pois nem todas as pessoas conseguem entender o significado de um poe-ma apenas pela sua leitura. Julgo que atividades desta natureza deveriam realizar-se mais vezes e ser mais divulgadas. A poe-sia em Portugal é pouco difundida, principalmente entre os jovens. Este facto deve-se não só ao seu desin-teresse pelo assunto, mas também ao facto de os meios de comunicação social não divulgarem nada oumuito pouco do que esteja relacionado com a cultura portuguesa. Os jovens têm uma ideia da poesia comosendo mais uma obrigação da língua portuguesa e do português ensinado nas escolas. Nos dias que cor-rem é muito mais fácil encontrar um jovem ou uma criança que conheça um ator da novela da noite do queum que conheça, por exemplo, Luís de Camões, um dos maiores poetas portugueses e que levou o nomede Portugal aos quatro cantos do mundo. Os responsáveis pelos meios de comunicação têm a ideia que aspessoas simplesmente não querem conhecer a cultura portuguesa, o que não é verdade. Se não fizerem aexperiência, iremos continuar a viver num mundo de aparências e de falsas culturas. Este projeto, na minha opinião, é um importante afirmar de que os jovens não são só aqueles desin-teressados incultos que não têm ligação alguma ao que se passa fora do mundo deles. Os jovens de hojequerem ser pessoas instruídas não só a nível escolar como também a nível cultural e social. O mundo écada vez mais dos jovens e ninguém nos pode tirar isso. Somos o futuro da humanidade e embora queira-mos mudar tudo e todos, é muito importante que saibamos respeitar as tradições e que as apreciemos. Nesse aspeto acho que este programa de difusão da poesia é fundamental na nossa sociedadeatual e o facto de serem personalidades conhecidas a apresentá-lo tem o efeito desejado - o de levar a poe-sia até as pessoas, já que não são as pessoas frequentemente a procurar a poesia. Estas sessões são, ameu ver, muito importantes para desmistificar a ideia entranhada de que não se gosta de poesia. Mas senão sabemos nada sobre poesia como é que podemos dizer que simplesmente não gostamos? Há poesiade todos os tipos e para todos os gostos. Basta querer, saber onde e como procurar. E é principalmente issoque se tenta transmitir neste projeto, pois nos clips gravados, há todo o tipo de poemas, desde os maisromânticos aos mais revolucionários. É aí que este programa atua directamente, na divulgação das muitasvariantes da poesia portuguesa e na tentativa de levar as pessoas a compreender o sentido daquela que éuma das maiores riquezas nacionais, a cultura. Ana Patrícia Alves . BOLETIM DA BIBLIOTECA
  4. 4. PÁGINA 4 ANO 2 - NÚMERO 1 PROJETO PES “Doar Sangue” A atividade doar sangue, foi integrada no Projecto PES, decorreu no dia 3 de junho, com a parti- cipação das Turmas do 6º B e 6º, foi uma iniciativa que decorreu com o objetivo de sensibilizar todos em geral, mas em particular os mais novos, a necessidade de doar sangue e com essa atitude, poder salvar vidas. Ao mesmo tempo, pretendeu-se passar a mensagem a toda a comunidade escolar, já que esta matéria é da responsabilidade de todos! A atividade contou com a colaboração da disciplina de E.V.T, com a decoração das t-shirts, que desta forma fizeram mais uma vez, a articulação curri- cular, entre Ciências da Natureza e Educação Visual e Tecnológica. O evento decorreu com bastante interesse por parte dos envolvidos, tendo sido um sucesso a todos os níveis. MOINHO D’ÁGUA Visita de Estudo E a visita de estudo ao “Moinho de Água” de Mondim de Basto, e piquenique no “Parque de Campismo”decorreu assim… A Turma do 6ºE, acompanhada pelas professoras, Isaura Sousa e Odete Miguel, saiu da escola as 12.45h e caminhou pela a rua do campo, lugar de S. Sebastião em direção ao moinho de água em Mondim de Basto. Os alunos foram durante todo o caminho entusiasmados, como é comum nestas ocasiões, onde o lúdi- co se mistura com a pedagogia. A chegada ao local e recebidos pelo responsável do moinho que nos abriu as portas agradavelmente e nos guiou ao local pretendido. Respondeu às questões sugeri- das por todos, podemos observar «deliciosamente» as mós a trabalhar e respirar o ar, e cheiros de outros tempos. O local era aprazível, limpo e pleno de ar puro, onde pudemos apreciar a paisagem em geral, que nos regalou a vista. Os objectivos da visita tinham sido cumpridos, a mostra e o contacto com antigas fontes e formas de energia, em articulação com a disciplina de E.V.T, na Unidade de Trabalho em desen- volvimento e em consonância com o tema de Área Projecto e a Disciplina de Ciências da Nature- za, que se debruçam sobre o “Ambiente”, nomeadamente a “Energia”, fazendo desta maneira, a articulação curricular. Outra caminhada se iniciou, cheia de apetite, pois tinha chegado a hora do piquenique. O próximo destino foi o Parque de campismo de Mondim de Basto, onde também fomos recebidos pelos responsáveis do parque e encar- regados de educação de uma aluna da turma, que acabaram por confraternizar com todos e amavelmente cederam as instalações, contribuindo também, para que os alunos pudessem usufruir e brincar com toda a segurança, naquele magnífico local. O Regresso foi ainda mais animado com as cantorias académicas, e o percurso foi também enriquecedor a todos os níveis, pois passamos no caminho romano, para muitos desconhecido, cor- reu tudo muito bem, foi um dia fantástico e bem passado! Professoras Isaura Sousa e Odete MiguelBOLETIM DA BIBLIOTECA
  5. 5. ANO 2 - NÚMERO 1 PÁGINA 5 … POR TERRAS DE... … Pedro Alvares Cabral No passado dia 25 de Março, as turmas A, B e C do 10º ano desloca- ram-se a Belmonte numa visita de estudo. Esta actividade de caráter inter- disciplinar visava articular sabe- res das várias disciplinas, possibilitar o contacto com novas realidades, facilitar o desenvolvimento de várias competências e capacidades e contribuir para pro- moção do processo ensino aprendizagem nas diversas vertentes. Assim, o percurso incluiu visitas ao Ecomuseu do Zêzere, uma estrutura que aborda o rio Zêzere numa perspetiva do seu património natural e cultural, privilegiando os aspetos ligados à fauna, flora, uso do solo e povoamento; ao Museu Judaico, um singular espaço pedagógico didático sobre o Judaísmo e a cultura do povo judeu e a história dos cris- tãos novos; à Sinagoga de Belmonte, ao Museu dos Descobrimen- tos, um espaço totalmente interativo com um profundo valor cultu- ral, funcionando como uma "nau" que percorre a aventura vivida pelo mais ilustre dos belmontenses, Pedro Álvares Cabral, e ao Castelo de Belmonte, monumento nacional rodeado por impo- nentes muralhas e com uma janela Manuelina, verdadeira jóia granítica, de onde se poderá contemplar a Serra da Estrela em toda a sua extensão. Professora Clementina Gomes CURIOSIDADES... … Alimentares! Por que é que a pimenta nos faz espirrar? Uma das causas dos espirros, é o óleo encontrado na pimenta, que é retirado das sementes da plan- ta que é usado para condimentar linguiças, molhos, carnes, etc. Outro composto é a piperina, subs- tância presente nas pimentas preta e branca. Mas, espirramos principalmente porque se costuma usar a pimenta em pó, e quando as suas partículas são aspiradas pelo nariz, o organismo tende a expeli-las, assim como faz com qualquer outro tipo de pó. Por que as pipocas arrebentam? O grão de pipoca contém água no seu interior. A explosão da pipoca não é nada mais do que a expansão do vapor de água dentro do grão. Sabe-se que muito antes de Cristóvão Colombo desco- brir a América, os índios do norte do continente americano já comiam pipocas. Eles começaram a fazê-las com a espiga inteira colocada num espeto e levada ao fogo. Depois, passaram a deitar os grãos soltos diretamente para o fogo. Outra forma era cozinhar o milho numa panela de barro cheia de areia quente BOLETIM DA BIBLIOTECA
  6. 6. ANO 2 - NÚMERO 1PÁGINA 6 NOTICIAS... … DOS MAIS PEQUENOS! Semana da Leitura e da Floresta De 21 a 25 de março realizou-se na biblioteca do Centro Escolar a Semana da Leitura associada à Semana da Floresta. Participaram as turmas do 1º ciclo e do pré-escolar do agrupamento de escolas. As ati- vidades constaram da realização de um jogo que envolvia as componentes da leitura e da floresta. Para os mais pequenos houve a apresentação de uma das histórias do avozinho chamada: “Na flo- resta” e depois um jogo de recolha das partes constituintes de uma árvore, em que cada equipa procurava recolher o maior número de peças para si. Para os mais velhos o jogo consistia em recolher as mesmas peças só que continham pistas para fazerem leituras selecionadas em alguns livros de provérbios, adivinhas e lengalengas. Houve diversão e leituras para todos os alunos, contando também com a participação dos educadores e professores. Dia Internacional do Livro Infantil Para comemorar o Dia Internacional do Livro Infantil (2 de abril de 2011), realizou-se na Biblioteca do Centro Escolar Mondim Oeste uma atividade para lembrar essa efeméride, em parceria com a Biblioteca Municipal. Ao longo de todo o dia, as turmas do jardim de infância e do Centro Escolar passaram pela biblioteca onde foram apresentados os diferentes tipos de livros infantis de que dispomos, foi feita uma alusão à importância do livro infantil e assistiu-se à apresentação do livro infantil “Carlitos Caracol”, uma peça de teatro infantil. No final ainda se fez uma leitura lúdica de um texto e houve tempo para uma brincadeira de 1 de abril, dia das mentiras. Ano Internacional da Floresta Esteve patente na biblioteca do centro escolar, entre os dias 1 e 8 de abril, uma exposição sobre o Ano Internacional da Floresta. Os alunos que visita- ram a exposição tiveram a oportunidade de visualizar um conjunto de carta- zes alusivos à floresta, com informações de interesse e com mensagens alu- sivas à proteção da mesma. A visita à exposição concluía-se com a visuali- zação de um filme de animação bastante educativo e esclarecedor de muitas questões atuais sobre o importante património que é a Floresta. Esperemos que tenham mais sensibilizados para este problema da preservação do Flo- resta.BOLETIM DA BIBLIOTECA
  7. 7. ANO 2 - NÚMERO 1 PÁGINA 7 NOTICIAS... … DOS MAIS PEQUENOS! Os ovos misteriosos No últi- mo dia de Corta-Mato e Passe na Rua aulas do No dia 13 de maio realizou-se no espaço 2º perío- envolvente aos Paços do Concelho e no Largo da Fei- do foi ra o “Passe na Rua”, que consistiu na realização de apresen- jogos no âmbito do Projeto do Programa Alimentação tado pelos alunos do 3º H, o teatrinho de som- Saudável em Saúde Escolar e foi promovido em par- bras “Os ovos misteriosos”. No final foi canta- ceria pelo Departa- da uma canção com a participação das outras mento de saúde públi- turmas do 3º ano (G e I). Foi um bom espetácu- ca regional, pelo lo e contou com a presença dos nossos amigui- Agrupamento de esco- nhos do jardim de infância. No entanto, até las e pelo Município chegar à apresentação do teatrinho houve mui- de Mondim de Basto. to trabalho realizado pelos alunos do 3º H. Os participantes foram todos os alunos da educação Exploraram a história da Luísa Ducla Soares pré-escolar e do 1º ciclo do concelho. Estas mesmas “Os ovos misteriosos” através da leitura e da entidades promoveram igualmente o corta-mato pelas ilustração. Assim construíram um guião para a ruas da parte histó- representação da peça e puderam perceber rica da vila, adja- todos os aspetos relativos à produção de um centes ao Paços do teatro de sombras, desde o texto para teatro até Concelho tendo à con- sido um sucesso de feção participação. O dos encontro terminou com um lanche e com a entrega de bone- prémios, pelos promotores, aos alunos vencedores da cos de corrida em cada uma das categorias. Assim, pode-se som- dizer que a saúde bras. dos alunos do con- De seguida mostramos alguns dese- celho está em pri- nhos da história, um texto escrito por uma alu- meiro lugar. Para- na sobre a história e algumas fotos do teatro. béns a todos! Foi um sucesso! BOLETIM DA BIBLIOTECA
  8. 8. PÁGINA 8 ANO 2 - NÚMERO 1 NOTICIAS... … DOS MAIS PEQUENOS! Dia Mundial da Criança e Dia do Ambiente Este ano no dia 1 de junho, Dia Mundial da Criança, foram proporcionadas às crianças do nosso concelho um conjunto de atividades organizadas pelo Município de Mon- dim de Basto, pelo Parque Natural do Alvão e pelo nosso Agrupamento de Escolas. Aproveitou-se, também, este dia, para dada a proximidade da data celebrar o Dia Mundial do Ambiente (5 de junho) uma vez não ser possível comemorar este evento no Domingo. As atividades decorreram na Zona Verde através de diferentes oficinas de ação: de pinturas faciais, de jogos ambientais, jogos populares, atividade física e desportiva, confeção de flores, entre outros. No período da manhã, no Centro Escolar decorreu uma apresentação da peça de fantoches “Meninos de todas as cores”. As nossas crianças estiveram muito felizes e divertiram-se com tudo. Festa da Semana das Artes e Ofícios No Sábado, dia 4 de junho, decorreu no pavilhão desportivo da EB 2, 3/S de Mondim de Basto a festa do final de ano letivo, integrada na Semana das Artes e Ofícios do nosso Agrupamento. Participaram todas as escolas do 1º ciclo e jardins de infância com a apresentação de canções, danças, teatro, poemas, cantares ao desafio, desfile de moda “fashion ambiental” e marchas populares. Os encarregados de educação aderiram e estiveram presen- tes em força enchendo o pavilhão. Os professores e educa- dores de infância, os professores das AEC’s, os auxiliares, os encarregados de educação e os alunos dos estágios dos cursos profissionais de ação educativa e animação sociocul- tural que organizaram e prepararam esta festa trabalharam muito e bem, mas os parabéns têm de ser extensivos aos ver- dadeiros atores que foram os nossos alunos! Até para o Ano!BOLETIM DA BIBLIOTECA
  9. 9. PÁGINA 9 ANO 2 - NÚMERO 1 Um certo dia um menino gago disse ao avô: “RIR É O MELHOR REMÉDIO” - Vvvvo vvoccceee popopopode me cocoloca- car numa escocola dede gagogos? E o avô responde: ANEDOTAS - Mas para quê meu neto? Você gagueja tão bem... «Fiz há pouco tempo uma viagem a América Latina e a única coisa que lamento é não Diz o filho para a mãe : me ter dedicado mais ao latim na escola - Mamã, mamã!! Na escola cha- para ter podido falar com aquelas pessoas». maram-me mentiroso. - Cala-te que ainda não andas na escola!! Na escola, o professor pergunta: O filho chega a casa depois de um - Menino, o que é matéria? - Porque é que chegaste tão dia de escola e o pai diz-lhe entu- - Matéria é tudo aquilo que tarde, Pedro? - perguntou a siasmado: eu não sei! professora. - Sabes,a tua professora também - Porque puseram uma placa foi a minha! Ela não te falou de na rua que dizia: Devagar!- mim? escola! - Já! Ainda ontem ela me dis- O Pai pergunta ao Carli- se:"Pareces mesmo o palerma do tos se ele gosta de ir à teu pai..." escola, ao que ele res- ponde: O Zéquinha escreveu numa redação - Gosto de ir e vir, não para a escola que o gato não "cabeu" gosto é de lá estar. no buraco. A professora, de castigo, mandou-o escrever 20 vezes no qua- Diz o pai para o filho: dro a palavra "coube". Quando ele - Acorda, Pedro, tens de ir para terminou, a professora contou as pala- escola... O filho chega a casa com vras e comentou: - Paizinho, vou dar-lhe 3 razões o teste negativo e mostra - Mas tu só escreveste 19 vezes, pra não ir: 1) Estou com muito -o ao pai. Este, irritado, Zéquinha! sono; 2) Não gosto de ir à escola; diz-lhe: - É que a outra já não "cabeu", senho- 3) as crianças riem-se de mim. - Esta nota merece uma ra professora! Diz o pai: valente tareia! - Então vou dar-te 3 razões para Responde o filho: ires: 1) É o teu dever; 2) Já tens - Tens razão, papá! 45 anos; 3) És o director da esco- Vamos, eu sei onde mora Um professor de Física e Química colo- la !!! a professora! ca uma cadeira em cima da sua secre- tária e diz aos alunos: - Provem-me que esta cadeira não existe. Os alunos, de imediato, começaram a Ao telefone: escrever. Um deles, no entanto, passa- - Senhor professor, o Zezinho hoje está doente e não vai à escola. dos 5 segundos entrega o papel com a - Sim? E quem é que está ao telefone? resposta. O professor sorriu depois de - É o meu pai, senhor professor. ler o que estava lá escrito: "Qual cadei- ra???" - Pai, hoje fui expulso da escola. - O quê? O que fizeste? Na escola a professora diz ao aluno: - Meti dinamite na cadeira da professora.. - Francisco, aponta no mapa onde fica o Brasil. - Maldito! Filho, vai já à escola pedir desculpas à O aluno foi ao mapa e apontou certo. professora!! A professora depois perguntou ao Miguel: - Qual escola?!? - Quem descobriu o Brasil? - Foi o Francisco. BOLETIM DA BIBLIOTECA
  10. 10. ANO 2 - NÚMERO 1 PÁGINA 10SEMANA DAS ARTES E OFICIOS ALBUM FOTOGRÁFICO BOLETIM DA BIBLIOTECA

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