Descupinização - Aprenda um pouco!
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Aprenda um pouco sobre os cupins!

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Descupinização - Aprenda um pouco! Descupinização - Aprenda um pouco! Presentation Transcript

  • CONTROLE DE CUPINS EM ÁREAS URBANAS
  • Área de Infestação de Cupins Distribuição Mundial
    • 2500 espécies descritas no mundo
    • 250 no Brasil
    • Operárias
        • Responsável pelos serviços da colônia (obtenção de alimento, construção e conservação do ninho, eliminação de indivíduos doentes.
      • Soldados
        • Função de defesa do ninho e proteção dos operários durante a busca de alimentos. Possuem um par de mandíbulas (exceto Nasutitermes )
      • Alados
        • Formados uma vez por ano para o vôo nupcial (conhecidos como “Siriris”). O vôo ocorre normalmente entre 17 e 20hs, no início da primavera, período em que existe grande umidade (em São Paulo, este período é de Agosto à Dezembro)
      • Rainha
      • Possui unicamente a função reprodutiva. É responsável pela continuidade da espécie.
    CICLO CUPIM
  • Trofalaxia Troca de conteúdo bucal (feromônios, alimento, água) entre indivíduos de uma mesma colônia . Operária Operária Soldado Rainha e Rei Alados
  • Espécies de Cupim A identificação de cupins baseia-se, em muitos casos, na comparação das características de indivíduos da casta dos soldados. Para fins práticos apenas para reconhecimento.
  • Espécies
      • Coptotermes gestrói
        • Biologia
          • Constroem seus ninhos
          • (do tipo cartonado) no solo.
          • São constituídos por madeira, saliva e fezes, cimentados. São colônias mais vigorosas e agressivas, com milhões de indivíduos.
  • Syntermes sp.
        • Biologia
          • Possuem hábitos noturnos ou crepusculares
          • Formam caminhos em forma de proteção
          • São muito confundidos com saúvas
          • Infestam gramados amarelando e secando dificultando a rebrota
    • Nasutitermes
        • Biologia
          • Estabelecem suas colônias nas partes altas das edificações preferencialmente.
          • Possuem grande capacidade de forrageamento, com inúmeras galerias.
          • Em ambientes naturais constroem ninhos nas árvores
          • Os danos provocados são grandes.
      • Cryptotermes Brevis
        • Biologia
          • Não vivem no solo.
          • Estabelecem suas colônias na madeira e não constrõem túneis.
          • Suas colônias são de pequeno tamanho - uma colônia de 15 anos irá apresentar, em média, 3.000 indivíduos.
          • Os danos provocados são pequenos,mas devido às reinfestações, formam-se inúmeras colônias, agravando o problema.
  • Brocas de Madeira Seca (Ordem Coleoptera )
    • Lyctus brunneus
    • Anobium punctatum
    • São espécies xilófagas na maioria das vezes (alimentam-se de madeira )
    • Pequenos besouros de coloração escura, geralmente medindo de 1á 9 mm;
    • Metamorfose completa;
    • Danificam móveis, portas, batentes, madeiramento de telhados, etc;
    • A fêmea deposita seus ovos ( de 20 à 80 ) nos vasos das madeiras, em frestas ou antigos orifícios de emergência;
    • Toda a fase larval se dá no interior da madeira(esta fase pode durar até 2 anos)
    • Sintoma de ataque: resíduo muito fino (semelhante ao talco), expelindo pelo orifício de emergência do inseto adulto;
  • Condições favoráveis à infestação
    • São falhas na construção, normalmente entre um andar e outro, pouco ventiladas, com grande umidade, onde existe um acúmulo de restos de materiais (entulhos e madeira), tornando-se um local ideal para instalação de uma colônia.
    • Vãos Livres (conhecidos como “caixões perdidos”)
  • Condições favoráveis à infestação
    • Árvores (troncos, raízes e galhos)
    • A decomposição desse material celulósico serve de fonte de alimento para cupins. É comum encontrar ninhos de cupins nesses locais. Quando as mesmas forem podadas, o ideal é retirar os restos do local.
  • Condições favoráveis à infestação
    • Solos de Construção sem Tratamento
    • Não é comum por parte das construtoras realizar tratamentos no solo antes da construção, entretanto, poderíamos seguir exemplos de outros países que adotam esta tecnologia preventiva.
  •  
  • Vistoria em Prédio
  • Indícios de infestações
  • Locais típicos de Infestação Fiação elétrica Quadro de disjuntores Parede interna Junta de dilatação Trilha parede interna Cupim in loco
  • EXECUÇÃO DE BARREIRA QUÍMICA
  • TRATAMENTO DO MADEIRAMENTO FIXO
  • TRATAMENTO DAS SANCAS DE GESSO
  • TRATAMENTO DE AZULEJOS
  • TRATAMENTO DO MADEIRAMENTO DO TELHADO
  • TRATAMENTO REDE ELÉTRICA
  • TRATAMENTO ÁREAS VERDES
  • Controle em Madeiras
  • Somente utilizada esta metodologia em objetos que não são permitidos a utilização de controle líquido, o material deverá ser lonado e fechado.
  • Controle e Monitoramento com Iscas
  • Controle Através Efeito Dominó