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  • 1. 5/8/2010 1 Técnica periapical do paralelismo Imagiologia Técnica periapical do paralelismo 1904 Técnica do cone longo Indicações: Estudo do órgão dentário, região periapical Região periapical Estruturas adjacentes Princípio do paralelismo entre o longo eixo de implantação do dente e o filme Técnica periapical do paralelismo Suporte porta-filme: posicionador Filme: mais afastado da face lingual dos dentes Feixe central de Rx Perpendicular ao plano do filme Imagens Mínimo de distorção Técnica periapical do paralelismo Vantagens: Imagens nítidas Rígido posicionamento da cabeça do paciente Ângulos verticais e horizontais Áreas de incidência pré-determinada Desvantagens: Custo Posicionador Aspectos radiográficos das alterações e lesões do órgão dentário Imagens radiolúcidas: •Da coroa •Da raiz Imagens radiopacas •Da coroa e da raiz Imagens radiolúcidas da coroa Lesão de cárie (tecido desmineralizado penetra mais rx) Penetração de rx Imagem escura •Lesão de cárie •Resinas compostas •Adesivos dentinários •Vernizes Baixo nº atômico, rx penetra mais, produzindo baixa densidade óptica
  • 2. 5/8/2010 2 Lesão de cárie Imagens radiolúcidas da coroa Erosão: dissolução química progressiva dos tecidos dentais mineralizados sem o envolvimento bacteriano Classificação: Extrínseca: exposição contínua de ácidos Intrínseca: acidez estomacal (superfícies dentais) Aspecto radiográfico: imagem radiolúcida na coroa Erosão dentária Imagens radiolúcidas da coroa Abrasão: perda patológica do tecido dentinário por meio da ação mecânica e parafuncional Etiologia: Escovação traumática no sentido vertical Próteses Hábitos parafuncionais Aspecto radiográfico: imagem radiolúcida na junção amelocementária Imagens radiolúcidas da coroa Atrição: perda da estrutura dentária na porção incisal ou oclusal por processos fisiológicos ou patológicos Etiologia: Fisiológico – contatos oclusais Patológico – contatos oclusais prematuros, bruxismo, apertamento dental Aspecto radiográfico: perda considerável do esmalte dental Imagens radiolúcidas da raiz Reabsorção radicular: reabsorção progressiva inflamatória em resposta a um processo infeccioso ou traumático, decorrente de uma lesão no órgão dentário. Imagem externa: processo infeccioso, necrose, trauma, tratamento ortodôntico, tratamento endodôntico Conseqüências imediatas ou tardias Assintomático
  • 3. 5/8/2010 3 Reabsorção radicular externa Imagens radiolúcidas da raiz Reabsorção radicular interna: Etiologia: Trauma Lesão crônica da polpa Localização: canal radicular ou próxima da câmara pulpar Aspecto radiográfico: forma oval, alargamento do espaço do canal radicular ou câmara pulpar Reabsorção radicular interna Imagens radiolúcidas da raiz Reabsorção radicular cervical: Idiopática Progressiva, assintomática Evolução Localização: pouco abaixo do limite da área cervical Imagens radiopacas da coroa e da raiz Dentina secundária: formada frente a um estímulo agressivo de baixa intensidade, como trauma ou condição patológica. Ex: trauma, lesão de cárie Aspecto radiográfico: redução da câmara pulpar e dos canais radiculares, podendo ser obliterados Dentina secundária
  • 4. 5/8/2010 4 Imagens radiopacas da coroa e da raiz Nódulos pulpares São calcificações presentes na polpa Etiologia: idiopática Tratamento: não requer tratamento Aspecto radiográfico: forma imagem radiopaca na câmara pulpar e/ ou no canal radicular Imagens radiopacas da coroa e da raiz Esclerose pulpar: São calcificações presentes na polpa Nódulo pulpar x Esclerose pulpar = diferença na forma, nos limites Imagens radiopacas da coroa e da raiz Hipercementose Definição excessiva não-neoplásica de cemento nas raízes dos dentes, sobre o cemento normal Etiologia: Incerta, perda do antagonista, inflamatória Tratamento: não requer tratamento Aspecto radiográfico: aumento no volume das raizes do dente envolvido onde não há uma definição de seu término (espaço pericementário) Hipercementose

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