Da descoberta do Ágil ao Manifesto Luca Bastos Agile Brazil 2013

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Lançamento do Manifesto Luca Bastos no Agile Brazil 2013.
É uma emenda ao Sotware Craftmanship Manifesto que por sua vez é uma emenda ao Manifesto Ágil. Inclui alguns conceitos mais recentes tais com Inception (ou Liftoff), Design Thinking, Lean UX e Lean Startup

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  • Olá Luca, fiz uma apresentação da minha visão sobre o AB 2013. Utilizei alguns slides presentes na tua apresentação, qualquer problema é só falar.
    http://www.slideshare.net/marcelioleal/uma-viso-tendenciosa-do-agile-brazil-2013
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Da descoberta do Ágil ao Manifesto Luca Bastos Agile Brazil 2013

  1. 1. Da descoberta do ágil ao manifesto Luca Bastos @LucaBastos
  2. 2. Brasil 1968
  3. 3. Brasil 1968 Caminhando e cantando E seguindo a canção
  4. 4. Brasil 1968 Caminhando e cantando E seguindo a canção Somos todos iguais Braços dados ou não
  5. 5. Brasil 1968 Caminhando e cantando E seguindo a canção Somos todos iguais Braços dados ou não Nas escolas, nas ruas Campos, construções
  6. 6. Brasil 1968 Caminhando e cantando E seguindo a canção Somos todos iguais Braços dados ou não Nas escolas, nas ruas Campos, construções Caminhando e cantando E seguindo a canção
  7. 7. Brasil 1968 Caminhando e cantando E seguindo a canção Somos todos iguais Braços dados ou não Nas escolas, nas ruas Campos, construções Caminhando e cantando E seguindo a canção Vem, vamos embora Que esperar não é saber
  8. 8. Brasil 1968 Caminhando e cantando E seguindo a canção Somos todos iguais Braços dados ou não Nas escolas, nas ruas Campos, construções Caminhando e cantando E seguindo a canção Vem, vamos embora Que esperar não é saber Quem sabe faz a hora Não espera acontecer
  9. 9. Brasil 1968
  10. 10. Brasil 1968
  11. 11. Brasil 1968
  12. 12. Brasil 1968
  13. 13. Brasil 2013
  14. 14. Brasil 2013
  15. 15. Brasil 2013
  16. 16. Brasil 2013
  17. 17. Brasil 2013
  18. 18. Brasil 2013
  19. 19. 1968, ano que comecei 196
  20. 20. 1968, ano que comecei 1968, povo na rua por mudanças
  21. 21. 1968, ano que comecei 1968, povo na rua por mudanças 2013, povo na rua por mudanças
  22. 22. A coisa está complexa, hein
  23. 23. Bem, não vim falar disto
  24. 24. Ou melhor, vim sim!
  25. 25. Os tempos são de complexidade
  26. 26. Stephen Hawking disse que este seria o século da complexidade On  January  23,  2000  he  said  in  San  Jose  Mercury  News:     "I  think  the  next  century  will  be  the  century  of  complexity."  
  27. 27. Hoje em dia está tudo junto e misturado Comunicadora  popular  Regina  Casé  
  28. 28. Talvez já fosse assim antes mas certamente menos
  29. 29. Como era antes?
  30. 30. O negócio era resolver o problema
  31. 31. Tempos de cowboys Mas  não  Inha  Movimento  Passe  Livre  nas  diligências  
  32. 32. Software era para ser usado por especialistas
  33. 33. Usuário tinha que fazer curso
  34. 34. Usuário tinha que fazer curso e ler um monte de manuais
  35. 35. Os códigos eram obscuros
  36. 36. Surgiram metodologias para melhorar a clareza do código
  37. 37. •   Programação estruturada
  38. 38. •   Programação estruturada •  Programação modular
  39. 39. •   Programação estruturada •  Programação modular •  Encapsulamento
  40. 40. •   Programação estruturada •  Programação modular •  Encapsulamento •  Programação OO
  41. 41. Nos tempos antigos" a grande e única preocupação " era com o código"
  42. 42. Mais ou menos como ainda " pensam alguns..."
  43. 43. Porém desenvolver um sistema, " por mais importante que o código seja, " não é só escrever código"
  44. 44. Uma  historinha  minha  
  45. 45. Naquela altura da vida achei que tinha uma ideia para solucionar um problema que sabia que existia
  46. 46. Naquela altura da vida achei que tinha uma ideia para solucionar um problema que sabia que existia Me juntei a 2 sócios que ajudaram a implementar a ideia. Então escrevi o código e sai vendendo o produto final
  47. 47. Naquela altura da vida achei que tinha uma ideia para solucionar um problema que sabia que existia Me juntei a 2 sócios que ajudaram a implementar a ideia. Então escrevi o código e sai vendendo o produto final Não eram tempos de startups. Era da busca do ouro e também queria um quinhão
  48. 48. Fui um founder (termo que só descobri muito tempo depois)
  49. 49. Quando meu produto já tinha vendido para quem podia comprar
  50. 50. Quando meu produto já tinha vendido para quem podia comprar, eu parti para vender serviços.
  51. 51. Tinha que apontar o dedo para o vento e dar orçamentos com 10 a 12 meses de previsão
  52. 52. Tinha que apontar o dedo para o vento e dar orçamentos com 10 a 12 meses de previsão chute
  53. 53. Vivíamos nos tempos do Waterfall
  54. 54. Fim  da  minha  historinha  
  55. 55. Voltando ao modo como a gente desenvolvia
  56. 56. Por incrível que pareça
  57. 57. Projetos também falhavam naquela época
  58. 58. O problema não era só no código
  59. 59. Era preciso pensar no modo de desenvolver
  60. 60. E como prever e controlar o desenvolvimento
  61. 61. Na década de 80 surgiu o CMM
  62. 62. Na década de 80 surgiu o CMM E também começou o uso de pontos de função
  63. 63. Não muito tempo depois o povo começou a perceber que havia BUROCRACIA demais (*) (*)  Ainda  existe  até  hoje  em  alguns  ambientes  
  64. 64. Surgiram diversos estudos e recomendações,
  65. 65. Surgiram diversos estudos e recomendações, Todas elas contrapondo o desenvolvimento iterativo ao modo tradicional em cascata adotado pelo SEI
  66. 66. Desenvolvimento iterativo versus Waterfall
  67. 67. Desenvolvimento iterativo versus Waterfall As vantagens do desenvolvimento iterativo foram citadas no artigo de autoria de Winston Royce publicado nos Proceedings do IEEE sob o nome Managing the development of large software systems,
  68. 68. Desenvolvimento iterativo versus Waterfall As vantagens do desenvolvimento iterativo foram citadas no artigo de autoria de Winston Royce publicado nos Proceedings do IEEE sob o nome Managing the development of large software systems, um clássico que recomendo a todos. http://leadinganswers.typepad.com/leading_answers/files/original_waterfall_paper_winston_royce.pdf
  69. 69. Pelo artigo o Royce ficou conhecido como o inventor do Waterfall
  70. 70. Pelo artigo o Royce ficou conhecido como o inventor do Waterfall Nada mais injusto.
  71. 71. Pelo artigo o Royce ficou conhecido como o inventor do Waterfall Nada mais injusto. Ele encerra o artigo com a seguinte conclusão: “In my experience, however, the simpler method has never worked on large software development efforts and the costs to recover far exceeded those required to finance the five-‐step process listed.”
  72. 72. Vejam mais sobre o artigo do Royce em http://blog.budzier.com/2009/04/23/managing-‐the-‐development-‐of-‐large-‐software-‐systems-‐royce-‐1970/ de onde tirei esta figura (o autor copiou do Royce)
  73. 73. Metologias pregando desenvolvimento iterativo:
  74. 74. Metologias pregando desenvolvimento iterativo: •  Crystal Clear (1992 ou 2004).
  75. 75. Metologias pregando desenvolvimento iterativo: •  Crystal Clear (1992 ou 2004). •  Dynamic Systems Development Method DSDM (surgiu em 1990, 1a versão em 1995),
  76. 76. Metologias pregando desenvolvimento iterativo: •  Crystal Clear (1992 ou 2004). •  Dynamic Systems Development Method DSDM (surgiu em 1990, 1a versão em 1995), •  Adaptive Software Development ASD (1995),
  77. 77. Metologias pregando desenvolvimento iterativo: •  Crystal Clear (1992 ou 2004). •  Dynamic Systems Development Method DSDM (surgiu em 1990, 1a versão em 1995), •  Adaptive Software Development ASD (1995), •  Scrum (1995),
  78. 78. Metologias pregando desenvolvimento iterativo: •  Crystal Clear (1992 ou 2004). •  Dynamic Systems Development Method DSDM (surgiu em 1990, 1a versão em 1995), •  Adaptive Software Development ASD (1995), •  Scrum (1995), •  Extreme Programming XP (1996).
  79. 79. Metologias pregando desenvolvimento iterativo: •  Crystal Clear (1992 ou 2004). •  Dynamic Systems Development Method DSDM (surgiu em 1990, 1a versão em 1995), •  Adaptive Software Development ASD (1995), •  Scrum (1995), •  Extreme Programming XP (1996). •  Rational Unified Process RUP (1996),
  80. 80. Metologias pregando desenvolvimento iterativo: •  Crystal Clear (1992 ou 2004). •  Dynamic Systems Development Method DSDM (surgiu em 1990, 1a versão em 1995), •  Adaptive Software Development ASD (1995), •  Scrum (1995), •  Extreme Programming XP (1996). •  Rational Unified Process RUP (1996), •  Feature Driven Development (surgiu entre 97 e 99 a partir de métodos +antigos de Peter Coad)
  81. 81. Scrum História: •  Jeff Sutherland e Ken Schwaber apresentaram um artigo descrevendo a metodologia Scrum na conferência Object-‐ Oriented Programming, Systems, Languages & Applications 1995 (OOPSLA '95) em Austin, Texas
  82. 82. Scrum História: •  Jeff Sutherland e Ken Schwaber apresentaram um artigo descrevendo a metodologia Scrum na conferência Object-‐ Oriented Programming, Systems, Languages & Applications 1995 (OOPSLA '95) em Austin, Texas •  2001 Agile Software Development with Scrum, 1o livro
  83. 83. Extreme Programming História: •  Kent Beck e Ward Cunningham pareavam na Tektronix -‐ Meados de 80,
  84. 84. Extreme Programming História: •  Kent Beck e Ward Cunningham pareavam na Tektronix -‐ Meados de 80, •  1996 Kent Beck era lider do projeto C3 da Chrysler e contratou o Ron Jeffries como coach. Neste projeto surgiu o XP.
  85. 85. Extreme Programming História: •  Kent Beck e Ward Cunningham pareavam na Tektronix -‐ Meados de 80, •  1996 Kent Beck era lider do projeto C3 da Chrysler e contratou o Ron Jeffries como coach. Neste projeto surgiu o XP. •  1999 Extreme Programming Explained, 1o livro
  86. 86. É importante ressaltar que Extreme Programming já tinha como premissa que o cliente deveria estar sempre presente conduzindo o desenvolvimento a partir do feedback que recebia do sistema.
  87. 87. Desenvolvimento Ágil Desenvolvimento iterativo e incremental onde as hipóteses (ou requisitos) são testadas e implementadas por colaboração entre pequenos times auto- organizados multifuncionais. Esta é apenas uma definição e nem sei se é a melhor.
  88. 88. Outra definição de desenvolvimento Ágil Desenvolvimento ágil é qualquer processo de desenvolvimento criado com base nos conceitos do Manifesto Ágil. hUp://blog.myscrumhalf.com/2011/05/faq-­‐scrum-­‐o-­‐que-­‐e-­‐desenvolvimento-­‐agil/  
  89. 89. Se é assim, vamos ver o tal do Manifesto Ágil
  90. 90. Manifesto Ágil Hotel The Lodge Snowbird ski resort, montanhas Wasatch de Utah
  91. 91. Manifesto Ágil
  92. 92. Manifesto Ágil
  93. 93. hUp://agilemanifesto.org/  
  94. 94. Influências que levaram ao Manifesto Ágil Scrum (Jeff Sutherland e Ken Schwaber – também Mike Beedle) DSDM (DSDM Consortium representado por Arie van Bennekum) ASD (Jim Highsmith) XP (Kent Beck, Ward Cunningham e Ron Jeffries – Martin Fowler) http://setandbma.wordpress.com/2012/03/23/agile-‐history
  95. 95. O manifesto ágil não foi o único
  96. 96. Software Craftsmanship Manifesto Robert Martin fez um keynote intitulado “Software Craftsmanship over Crap” no Agile 2008.
  97. 97. Software Craftsmanship Manifesto Robert Martin fez um keynote intitulado “Software Craftsmanship over Crap” no Agile 2008. Baseado nele um grupo se reuniu em 13/12/2008 em Chicago e propôs uma emenda ao Manifesto Ágil. hUp://manifesto.so[warecra[smanship.org/   hUp://blog.8thlight.com/paul-­‐pagel/2009/03/11/history-­‐of-­‐the-­‐so[ware-­‐cra[smanship-­‐ manifesto.html  
  98. 98. Vivemos tempos de mudanças
  99. 99. Vou propor as minhas
  100. 100. Ao invés do manifesto do uncle Bob
  101. 101. Manifesto do uncle Luca
  102. 102. Manifesto Luca Bastos Baseado no Software Craftmanship Manifesto,
  103. 103. Manifesto Luca Bastos Baseado no Software Craftmanship Manifesto, não me reuni com ninguém em nenhuma estação de ski e
  104. 104. Manifesto Luca Bastos Baseado no Software Craftmanship Manifesto, não me reuni com ninguém em nenhuma estação de ski e proponho uma emenda ao Software Craftmanship Manifesto
  105. 105. Manifesto Luca Bastos Baseado no Software Craftmanship Manifesto, não me reuni com ninguém em nenhuma estação de ski e proponho uma emenda ao Software Craftmanship Manifesto, que por sua vez é uma emenda ao Manifesto Ágil.
  106. 106. Manifesto Luca Bastos Uma emenda ao Software Craftmanship Manifesto,  
  107. 107. Manifesto Luca Bastos Uma emenda ao Software Craftmanship Manifesto,   incorporando conceitos de Inception, Lean Startup, Lean UX e Design Thinking
  108. 108. Disclaimer Nada aqui mencionado representa o que a ThoughtWorks faz ou recomenda. É apenas a opinião exclusiva do autor.
  109. 109. Manifesto Luca Bastos - I Não fazer somente software bem feito, mas feito a partir de CLARO entendimento
  110. 110. Justificativa – 1/4 Só escrever código depois de entender ou depois de fazer as perguntas certas
  111. 111. Justificativa – 1/4 Só escrever código depois de entender ou depois de fazer as perguntas certas Jonathan Rasmunsson (Agile Samurai): alguns times destinam o projeto ao fracasso por: • Não fazer as perguntas certas, • Não fazer as perguntas mais difíceis.
  112. 112. Justificativa – 2/4 Fazer inception ou liftoff O time e o cliente se conhecem, ganham confiança (*) e entendem melhor o projeto (*) Não percam 5ª feira às 15 horas Claudia Melo falando que o Segredo é a Confiança  
  113. 113. Justificativa – 3/4 Escrever antes: Frase missão do projeto
  114. 114. Justificativa – 3/4 Escrever antes: Frase missão do projeto Release note ou press release (sucinto e capturando essência do produto).
  115. 115. Justificativa – 3/4 Escrever antes: Frase missão do projeto Release note ou press release (sucinto e capturando essência do produto). FAQ
  116. 116. Justificativa – 4/4 Validar antes mesmo de iniciar a codar:
  117. 117. Justificativa – 4/4 Validar antes mesmo de iniciar a codar: Assistir alguém usando software concorrente
  118. 118. Justificativa – 4/4 Validar antes mesmo de iniciar a codar: Assistir alguém usando software concorrente Assistir alguém usando tela com features fake http://www.infoq.com/br/presentations/produtos-‐enxutos-‐pensamento-‐lean
  119. 119. Manifesto Luca Bastos - II Não somente adicionar valor continuamente, mas SÓ fazer o que adiciona valor
  120. 120. Justificativa – 1/2 Evitar ao máximo processos que não adicionam valor ao produto.
  121. 121. Justificativa – 1/2 Evitar ao máximo processos que não adicionam valor ao produto. Tentar o release de cada iteração como algo que funcione e seja visto pelo cliente
  122. 122. Justificativa – 2/2 Conceito Minimum Viable Product MVP = versão mínima viável que permite ao time medir e obter o máximo de aprendizado e validações dos clientes, com o mínimo esforço (build-‐measure-‐learn).
  123. 123. Manifesto Luca Bastos - III Não ser somente uma comunidade de profissionais de TI, é preciso ver sob o ponto de vista de todos
  124. 124. Justificativa – 1/3 É preciso pensar como usuário, se possível conhecer o ambiente e contexto dele. Reconhecer suas dificuldades.
  125. 125. Justificativa – 1/3 É preciso pensar como usuário, se possível conhecer o ambiente e contexto dele. Reconhecer suas dificuldades. É preciso pensar como stakeholder, tentar entender as prioridades.
  126. 126. Justificativa – 1/3 É preciso pensar como usuário, se possível conhecer o ambiente e contexto dele. Reconhecer suas dificuldades. É preciso pensar como stakeholder, tentar entender as prioridades. É preciso tentar entender do negócio.
  127. 127. Justificativa – 2/3 Abrir cabeças, recursos de Design Thinking DT = Inovação centrada em pessoas. Enfatiza análise do negócio, observação, colaboração, aprendizado, visualização de ideias e rápida prototização.
  128. 128. Justificativa – 3/3 -‐ percepção do todo Robert Hoekman, Jr (autor de Designing the Obvious, Designing the Moment e Web Anatomy. Founder of Miskeeto) “A experiência do usuário é a soma líquida de cada interação que uma pessoa tem com a empresa, seja via material de marketing, chamada de serviço ou o produto ou serviço em si. É afetada pela visão da empresa, suas crenças e práticas, bem como o propósito do serviço ou produto e o valor que ele tem na vida de uma pessoa.” http://uxdesign.smashingmagazine.com/2013/06/21/13-‐tenets-‐user-‐experience/
  129. 129. Manifesto Luca Bastos - IV Não somente uma parceria produtiva com o cliente, é preciso ter o cliente sempre disposto a validar tudo
  130. 130. Justificativa Conceito Customer Development e Customer Validation Validar cada feature e cada release com o cliente/usuário
  131. 131. Manifesto Luca Bastos -‐ resumo Escrever código só após ENTENDER bem Fazer SÓ o que adiciona valor Ver sempre sob o ponto de vista de TODOS O cliente precisa sempre VALIDAR tudo
  132. 132. Da descoberta do ágil ao manifesto Luca Bastos @LucaBastos ThoughtWorks
  133. 133. Orgulho
  134. 134. Orgulho
  135. 135. Orgulho de fazer
  136. 136. Orgulho de fazer com vocês
  137. 137. Orgulho de fazer com vocês este enorme
  138. 138. Orgulho de fazer com vocês AgileBrazil 2013 este enorme
  139. 139. Perguntas? http://join.thoughtworks.com Visite nosso Stand

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