CóPia De Sn Central MóDulo 7

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CóPia De Sn Central MóDulo 7

  1. 1. <ul><li>Prosencéfalo – telencéfalo e diencéfalo </li></ul><ul><li>Diencéfalo – 2% do SNC </li></ul><ul><li>Regulação de uma variedade de comportamentos sociais (agressão, </li></ul><ul><li>comportamento sexual, maternal) </li></ul><ul><li>tálamo, hipotálamo, epitálamo e subtálamo, todos em relação com o III </li></ul><ul><li>Ventrículo e a hipófise </li></ul>
  2. 2. <ul><li>III VENTRÍCULO </li></ul><ul><li>Estreita Fenda ímpar e mediana </li></ul><ul><li>Comunica-se com o IV Ventrículo pelo aqueduto cerebral e com os </li></ul><ul><li>Ventrículos laterais pelos foramens interventriculares. </li></ul><ul><li>Ao corte sagital Mediano </li></ul><ul><li>Paredes laterais são expostas – sulco hipotalâmico </li></ul><ul><li>As porções acima deste sulco = Tálamo </li></ul><ul><li>As porções abaixo deste sulco = Hipotálamo </li></ul><ul><li>Unindo os dois Tálamos = aderência intertalâmica </li></ul><ul><li>Assoalho do III Ventrículo – quiasma óptico, infundíbulo, tuber cinério e </li></ul><ul><li>corpos mamilares (hipotálamo) </li></ul><ul><li>Parte posterior e acima do sulco hipotalâmico = Epitálamo </li></ul><ul><li>Saindo de cada lado do epitálamo e percorrendo a parte mais alta das </li></ul><ul><li>paredes laterais do III Ventrículo = tela coróide -> plexo coróide </li></ul><ul><li>Ventrículos Laterais. </li></ul>
  3. 4. <ul><li>Parede Anterior do III Ventrículo = lâmina terminal – une os dois </li></ul><ul><li>Hemisférios e se dispõe entre o quiasma óptico e a comissura anterior </li></ul><ul><li>A lâmina termina a comissura anterior e as partes adjacentes das </li></ul><ul><li>paredes laterais do III Ventrículo = TELENCÉFALO. </li></ul><ul><li>Evaginações do III Ventrículo = recesso do infundíbulo </li></ul><ul><li>recesso óptico </li></ul><ul><li>recesso pineal </li></ul><ul><li>recesso suprapineal </li></ul>
  4. 6. <ul><li>TÁLAMO </li></ul><ul><li>Localizado no centro do cérebro = Painel de controle ou filtro central </li></ul><ul><li>- Filtra o que realmente é importante. </li></ul><ul><li>Estação de retransmissão – informações sensoriais param nele – processadas </li></ul><ul><li>-> Córtex. </li></ul><ul><li>Infromações motoras do córtex, dos núcleos da base e do cerebelo - tálamo </li></ul><ul><li>Principal centro de estímulos sensoriais para o córtex </li></ul><ul><li>Exceção do estímulo olfatório bulbos olfativos (base do córtex </li></ul><ul><li>frontal) amigdala (processamento) </li></ul><ul><li>Função de integração e modificação de estímulos </li></ul><ul><li>Funciona como um relé – quando os estímulos sensoriais chegam ao </li></ul><ul><li>tálamo = entram nas rotas locais através dos núcleos visuais, auditivos </li></ul><ul><li>Somatossensoriais etc. Projeção para regiões específicas do </li></ul><ul><li>córtex </li></ul><ul><li>As informações sensoriais são sintetizadas e organizadas com as </li></ul><ul><li>informações cognitivas em outros locais </li></ul>
  5. 7. <ul><li>Motricidade – Núcleos Ventral Anterior e Ventral Lateral interpostos em </li></ul><ul><li>circuitos pálidos-corticais e cerebelo-corticais. </li></ul><ul><li>Comportamento emocional – Núcleos do grupo anterior, integrantes do </li></ul><ul><li>Sistema límbico e do núcleo dorsal medial com conexões com áreas </li></ul><ul><li>pré-frontais. </li></ul><ul><li>Com a ativação do córtex – Núcleos talâmicos inespecíficos e suas </li></ul><ul><li>conexões com o sistema reticular ativador ascendente. </li></ul>
  6. 14. <ul><li>Núcleos Talâmicos </li></ul><ul><li>Grupo Anterior – recebem fibras dos núcleos mamilares pelo fascículo mamilo </li></ul><ul><li>-talâmico córtex do giro do cíngulo (circuito de Papez) Sist. Límbico </li></ul><ul><li>Grupo Posterior </li></ul><ul><li>Pulvinar Associação temporo-parietal do córtex </li></ul><ul><li>Corpo Geniculado Medial Fibras para áreas auditivas </li></ul><ul><li>Corpo Geniculado Lateral Áreas visuais do córtex </li></ul><ul><li>Grupo Lateral – mais importante e complicado </li></ul><ul><li>Subgrupo Dorsal e Subgrupo Ventral (+ importante) </li></ul><ul><li>Núcleo Ventral Anterior – recebe as fibras do globo pálido áreas </li></ul><ul><li>motoras do córtex cerebral = função ligado à motricidade. </li></ul><ul><li>Núcleo Ventral Lateral – recebe as fibras do cerebelo áreas motoras </li></ul><ul><li>do córtex cerebral/ Recebe tb parte das fibras que do globo pálido se </li></ul><ul><li>dirigem ao tálamo </li></ul>
  7. 15. <ul><li>Núcleo ventral postero-lateral – relé das vias sensitivas. </li></ul><ul><li>Fibras do lemnisco medial (tato epicrítico e propriocepção cs) e do lemnisco </li></ul><ul><li>espinhal (temperatura, dor, pressão e tato protopático) córtex do giro </li></ul><ul><li>pós-central (área somestésica) </li></ul><ul><li>Núcleo ventral postero-medial – também relé das vias sensitivas </li></ul><ul><li>Leminisco trigeminal (sensibilidade somática de parte da cabeça) e fibras </li></ul><ul><li>Gustativas áreas somestésicas e gustativas no giro pós-central </li></ul><ul><li>Núcleo reticular do tálamo – fina calota de substância cinzenta disposta </li></ul><ul><li>lateralmente entre o ovóide e a cápsula interna </li></ul><ul><li>Atravessado por quase todas as fibras tálamo-corticais ou córtico-talâmicas </li></ul><ul><li>que passam pela capsula interna </li></ul><ul><li>COLATERAIS </li></ul><ul><li>Principais conexões são com os demais núcleos talâmicos – ação moduladora </li></ul><ul><li>Sobre a atividade destes núcleos? </li></ul>
  8. 16. <ul><li>Grupo Mediano </li></ul><ul><li>Localizados próximo ao plano sagital e na aderência intertalâmica </li></ul><ul><li>Mais desenvolvidos em vertebrados inferiores que no homem </li></ul><ul><li>São pequenos e de difícil delimitação </li></ul><ul><li>Conexões com o hipotálamo e possivelmente com as visceras. </li></ul><ul><li>Grupo Medial </li></ul><ul><li>Situados dentro da lamina medular interna interna – n. intralaminares </li></ul><ul><li>E entre esta lâmina e os núcleos do grupo mediano – n. dorsomedial </li></ul><ul><li>Núcleos intralaminares recebem um grande número de fibras da formação </li></ul><ul><li>Reticular – ativação cortical </li></ul><ul><li>Corpo amigdalóide e hipotálamo n. dorsomedial </li></ul><ul><li>Área de associação Pré-frontal </li></ul><ul><li>Função executiva, manutenção da atenção (perda da capacidade de se </li></ul><ul><li>Concentrar), perda da capacidade de seguir sequencias ordenadas de </li></ul><ul><li>pensamento e controle do comportamento emocional </li></ul>
  9. 17. <ul><li>HIPOTÁLAMO </li></ul><ul><li>Localização abaixo do tálamo </li></ul><ul><li>Tamanho de uma colher de chá </li></ul><ul><li>Importantes funções relacionadas ao controle da atividade visceral </li></ul><ul><li>ESTRUTURAS </li></ul><ul><li>Situada nas paredes laterais do III ventrículo </li></ul><ul><li>ABAIXO DO SULCO HIPOTALÂMICO </li></ul><ul><li>1- corpos mamilares = 2 eminências arredondadas de substância cinzenta </li></ul><ul><li>evidentes na parte anterior da fossa interpeduncular. </li></ul><ul><li>2 – quiasma óptico = parte anterior do assoalho ventricular – recebe fibras dos nervos ópticos que aí se cruzam </li></ul><ul><li>3 – túber cinério – área ligeiramente cinzenta, mediana, situada atrás do quiasma óptico e na frente dos corpos mamilares – hipófise se prende através do infundíbulo. </li></ul><ul><li>4 – infundíbulo = forma de funil que prende a hipófise </li></ul>
  10. 21. HIPOTÁLAMO
  11. 22. CORPO MAMILAR
  12. 25. QUIASMA ÓPTICO
  13. 28. TÚBER CINÉRIO
  14. 31. INFUNDÍBULO
  15. 33. <ul><li>Constituído de substancia cinzenta que se agrupa em núcleos </li></ul><ul><li>Conjunto de fibras percorrem o hipotálamo </li></ul><ul><li>Um deles é o fornix que divide o hipotálamo em uma área medial e uma lateral </li></ul><ul><li>Área Medial: entre o fornix e a parede do III Ventrículo – núcleos hipotalâmicos </li></ul><ul><li>Área Lateral: predominância de fibras de direção longitudinal – feixe </li></ul><ul><li>prosencefálicas medial área septal (sist. Límbico) e formação </li></ul><ul><li>reticular do mesencéfalo </li></ul>
  16. 35. <ul><li>SUBTÁLAMO </li></ul><ul><li>Zona de transição entre o diencéfalo e o tegmento do mesencéfalo </li></ul><ul><li>Não se relaciona com as paredes do III ventrículo. </li></ul><ul><li>Mais observada em cortes frontais – abaixo do hipotálamo, </li></ul><ul><li>lateralmente a cápsula interna e medialmente ao hipotálamo e </li></ul><ul><li>ZONA INCERTA DO SUBTÁLAMO = Algumas estruturas do </li></ul><ul><li>Mesencéfalo (núcleo rubro, substância negra e formação reticular) se </li></ul><ul><li>aproximam do subtálamo </li></ul><ul><li>Elemento = núcleos subtalâmicos circuito pálido-subtálamo-palidal </li></ul><ul><li>globo pálido === regulação de motricidade </li></ul><ul><li>Lesão dos núcleos subtalâmicos = hemibalismo = movimentos </li></ul><ul><li>anormais das extremidades </li></ul>
  17. 36. <ul><li>NÚCLEOS </li></ul><ul><li>Supra-óptico – n.supraquiasmático </li></ul><ul><li>n. supra-óptico </li></ul><ul><li>n. paraventricular </li></ul><ul><li>Tuberal n. ventromedial </li></ul><ul><li>n. dorsomedial </li></ul><ul><li>n. arqueado ou infundibular </li></ul><ul><li>Mamilar n. mamilares </li></ul><ul><li>n. posterior </li></ul>
  18. 39. <ul><li>CONEXÕES DO HIPOTÁLAMO </li></ul><ul><li>Área Pré-Frontal – através do núcleo dorsomedial do tálamo </li></ul><ul><li>Viscerais - Aferentes </li></ul><ul><li>Sensibilidade Visceral Nervos facial, glossofaríngeo e vago </li></ul><ul><li>Tracto solitário Fibras solitário-hipotalâmicas </li></ul><ul><li>Viscerais – Eferentes diretas </li></ul><ul><li>Núcleos Hipotalâmicos fibras para os núcleos da coluna </li></ul><ul><li>Eferente visceral geral do tronco encefálico </li></ul><ul><li>Núcleos Hipotalâmicos fibras para a coluna lateral da medula </li></ul><ul><li>Viscerais – Eferentes indiretas </li></ul><ul><li>Através da formação reticular </li></ul>
  19. 40. <ul><li>Sistema Límbico </li></ul><ul><li>Hipotálamo fórnix núcleos mamilares fascículo </li></ul><ul><li>mamilo talâmico Núcleo Anterrior do Tálamo (parte do circuito de </li></ul><ul><li>Papez) </li></ul><ul><li>Corpo Amigdaloide Estrias terminais hipotálamo </li></ul><ul><li>Área Septal feixe prosencefálico hipotálamo </li></ul>
  20. 41. <ul><li>Hipófise –Apenas conexões eferentes </li></ul><ul><li>Trato hipotálamo-hipofisário –núcleos supra-óptico e paraventricular </li></ul><ul><li>Neuro-hipófise. Fibras ricas em neuro secreção: </li></ul><ul><li>Ocitocina = contratilidade uterina </li></ul><ul><li>ejeção de leite </li></ul><ul><li>Vasopressina ( ADH ) </li></ul><ul><li>CONTROLE DO BALANÇO HÍDRICO </li></ul><ul><li>DETERMINADA PELA OSMOLARIDADE </li></ul><ul><li>SANGUÍNEA, VOLUME SANGUÍNEO </li></ul><ul><li>EFETIVO E ESTRESSE </li></ul>
  21. 42. <ul><li>Trato túbero-infundibular – neurônios parventriculares do núcleo </li></ul><ul><li>arqueado e áreas vizinhas do hipotálamo tuberal haste </li></ul><ul><li>Infundibular e eminência mediana </li></ul>
  22. 44. <ul><li>TRH </li></ul><ul><li>Tireotropina ( TSH ): é uma glicoproteína; Função: Regula o crescimento </li></ul><ul><li>e o metabolismo da tireóide e a secreção dos seus hormônios: </li></ul><ul><li>Secreção: Regulada por 2 fatores: </li></ul><ul><li>Ritmo de secreção de T4, T3 (Feed-back negativo) </li></ul><ul><li>Um efeito de inibição tônica da secreção do TSH é exercido </li></ul><ul><li>pelo peptídeo hipotalâmico somatostatina e pelo neuro-transmissor dopamina. </li></ul><ul><li>Ação: TSH - ações importantes são aquelas exercidas na glândula tireóide. </li></ul><ul><li>TSH = trópico (i.e.), promove crescimento da glândula e estimula todos os </li></ul><ul><li>aspectos da sua função. </li></ul><ul><li>Os hormônios tiroidianos T3 e T4 (a T3 é mais potente e grande parte </li></ul><ul><li>da T4 é convertida em T3 nos tecidos periféricos) estimulam o </li></ul><ul><li>metabolismo celular (são hormônios anabólicas) através de estimulação </li></ul><ul><li>das mitocôndrias. Efeitos sistêmicos importantes são maior força de </li></ul><ul><li>contração cardíaca, maior atenção e ansiedade e outros devido maior </li></ul><ul><li>velocidade do metabolismo dos tecidos. A sua carência traduz-se em </li></ul><ul><li>déficit mental e outros distúrbios </li></ul>
  23. 45. <ul><li>GnRH: Hormônio liberador de gonadotropina </li></ul><ul><li>Hormônios Gonadotrópicos : LH e FSH : Glicoproteínas </li></ul><ul><li>Função: Regulação do crescimento, puberdade, processos reprodutivos </li></ul><ul><li>secreção de hormônios esteróides sexuais das gônadas de ambos os </li></ul><ul><li>sexos (estimulada por um único hormônio hipotalâmico) </li></ul><ul><li>Ações: Cada gonadotropina tem células-alvo específicas nas gônadas do </li></ul><ul><li>homem e da mulher! </li></ul><ul><li>FSH estimula : Células de Sertoli nos testículos; Células da granulosa no </li></ul><ul><li>ovário. </li></ul><ul><li>LH estimula: Células de Leydig nos testículos; Células intersticiais no ovário </li></ul>
  24. 46. <ul><li>FSH -> O hormônio estimulante folicular ou FSH ( Follicle-Stimulating Hormone) é uma gonadotrofinade natureza glicoproteica produzida pelo lóbulo anterior da hipófise. </li></ul><ul><li>Na mulher estimula o amadurecimento do Folículo de Graaf do ovário e a secreção de estrógeno; </li></ul><ul><li>no homem é responsável em parte da indução da espermatogênese </li></ul>
  25. 47. <ul><li>A somatostatina é um hormônio protéico produzido pelas células delta do pâncreas, em lugares denominados Ilhotas de Langerhans Intervém indiretamente na regulagem da glicemia, e inibe a secreção da insulina e glucagon. A secreção da somatostatina é regulada pelos altos níveis de glicose, aminoácidos e de glucagon. Seu déficit ou seu excesso provocam indiretamente transtornos no metabolismo dos carboidratos. </li></ul><ul><li>A somatostatina é também secretada pelo hipotálamo. Esta secreção inibe a secreção do hormônio do crescimento (GH, STH o Somatotrofina) por parte da adenohipófise </li></ul>
  26. 48. <ul><li>SS – Produzido pelos neurônios da região periventricular, imediatamente acima do quiasma óptico. </li></ul><ul><li>Ação; capacidade inibir a secreção de GH, TSH, glucagon, insulina, e enzimas gastrintestinais </li></ul>
  27. 49. <ul><li>GRH </li></ul><ul><li>Hormônio de crescimento (Somatotropina) HGH ou GH : um </li></ul><ul><li>polipeptídio de cadeia única </li></ul><ul><li>Função: </li></ul><ul><li>HGH Estimula o crescimento e o desenvolvimento somáticos pós- </li></ul><ul><li>natais; além disso, tem numerosas funções no metabolismo de </li></ul><ul><li>Proteínas, Carboidratos e Gorduras. </li></ul><ul><li>Secreção: -Sob muitas influências diferentes! Muito importante. </li></ul><ul><li>Queda aguda nos níveis plasmáticos de qualquer um dos principais </li></ul><ul><li>fornecedores metabólicos de energia: Glicose ou ácidos graxos livres </li></ul><ul><li>Uma refeição rica em proteínas ou infusão de aminoácidos: aumenta o </li></ul><ul><li>nível plasmático de GH. </li></ul>
  28. 50. <ul><li>Stress: aumenta a secreção de GH. Rapidamente! </li></ul><ul><li>Um pico noturno regular ocorre 1-2 horas após o início do sono </li></ul><ul><li>profundo dos estágios 3 ou 4. </li></ul><ul><li>Ações: - É um hormônio com ações anabólicas profundas. </li></ul><ul><li>Na sua ausência humanos apresentam parada do crescimento! – </li></ul><ul><li>Multiplicidade de alvos e efeitos. - Estimula o crescimento linear; </li></ul><ul><li>Efeitos na cartilagem epifisária dos ossos longos! </li></ul><ul><li>Estimula a síntese geral de proteínas, DNA e RNA em: órgãos viscerais, </li></ul><ul><li>Glândulas endócrinas, músculo esquelético </li></ul><ul><li>Aumenta órgãos e melhora a capacidade funcional! </li></ul>
  29. 51. <ul><li>GH -> Hormônio de crescimento ( &quot;growth hormone&quot; ) é um polipeptídeo e um hormônio sintetizado e secretado pela glândula pituitária anterior. Este hormônio estimula o crescimento e a reprodução celulares em humanos e outros animais vertebrados. </li></ul>
  30. 52. <ul><li>Hormônio liberador de corticotropina (CRH) </li></ul><ul><li>Estimula a liberação de ACTH. </li></ul><ul><li>Inibição por Feed-Back da secreção de ACTH pelo seu hormônio-alvo </li></ul><ul><li>periférico – O Cortisol. </li></ul><ul><li>Stress - a secreção de ACTH responde, de maneira mais marcante, a </li></ul><ul><li>estímulos estressantes. </li></ul><ul><li>Ritmo diurno de secreção de ACTH: um pico de secreção ocorre 2 – 4 </li></ul><ul><li>horas antes do despertar! </li></ul><ul><li>Ação: Etimula o crescimento daquelas zonas específicas do córtex da </li></ul><ul><li>adrenal envolvidas na secreção de cortisol e esteróides androgênicos. </li></ul>
  31. 53. <ul><li>Hormônio Adrenocorticotrópico (ACTH ): Hormônio polipeptídico da </li></ul><ul><li>hipófise anterior. </li></ul><ul><li>Função: - Regula o crescimento e a secreção do córtex da adrenal. – O </li></ul><ul><li>Hormônio mais importante da glândula-alvo é o cortisol. </li></ul><ul><li>Secreção: - </li></ul><ul><li>A regulação da secreção de ACTH está entre as mais complexas de </li></ul><ul><li>todos os hormônios hipofisários. </li></ul><ul><li>Exibe: - Ritmos circadianos, Controle por feed-back </li></ul>
  32. 54. <ul><li>Hormônio Inibidor da Prolactina ( PIH ) </li></ul><ul><li>Localizado no Hipotálamo, os neurônios contêm dopamina no núcleo </li></ul><ul><li>Arqueado com uma potente propriedade de inibir a liberação de </li></ul><ul><li>Prolactina </li></ul>
  33. 55. <ul><li>Prolactina - Um hormônio protéico </li></ul><ul><li>Função: - Principalmente envolvida com a estimulação do </li></ul><ul><li>desenvolvimento mamário e a produção de leite. </li></ul><ul><li>Exerce influência na função reprodutora. - Papel essencial na lactação. </li></ul><ul><li>Tônicamente inibida pelo hipotálamo. </li></ul><ul><li>Efeitos Biológicos: </li></ul><ul><li>Participa no desenvolvimento original do tecido mamário; </li></ul><ul><li>É o principal hormônio responsável pela lactogênese. </li></ul><ul><li>Ação: Prolactina -Síntese de caseina e lactose. </li></ul><ul><li>Segundo efeito principal:- No sistema reprodutor feminino: A prolactina </li></ul><ul><li>Bloqueia a síntese e a liberação do LHRH; </li></ul><ul><li>Perda dos picos normais de LH. </li></ul><ul><li>Previne a ovulação! </li></ul><ul><li>Modulador da resposta imunológica </li></ul><ul><li>No homem = impotência sexual </li></ul>
  34. 57. <ul><li>Sensoriais – recebe também informações sensoriais de áreas erógenas = </li></ul><ul><li>mamilos, órgãos genitais. </li></ul><ul><li>conexões do córtex olfatório e da retina </li></ul><ul><li>Monoaminérgicas – neurônios NA do tronco encefálico </li></ul><ul><li>neurônios serotoninérgicos do núcleo da rafe </li></ul>
  35. 58. <ul><li>Funções Hipotalâmicas – Homeostase </li></ul><ul><li>Controle do SNA </li></ul><ul><li>Estímulo do HIPOT ANT – SIST NERVOSO PARASIMPÁTICO </li></ul><ul><li>Estímulo do HIPOT POST – SIST NERVOSO SIMPÁTICO </li></ul><ul><li>Controle da Temperatura corporal – </li></ul><ul><li>HIPOT ANT – centro de perda de calor </li></ul><ul><li>HIPOT POST – centro de conservação de calor </li></ul><ul><li>Regulação do comportamento emocional – </li></ul><ul><li>juntamente com o sistema límbico e a área pré-frontal </li></ul><ul><li>Regulação do sono e da vigília – </li></ul><ul><li>Parte posterior relaciona-se com a vigília juntamente com o SARA </li></ul>
  36. 59. <ul><li>Regulação da ingestão de alimentos </li></ul><ul><li>Estimulação hipotalâmica lateral – alimentação voraz = CENTRO DA FOME </li></ul><ul><li>Estimulação do n. ventromedial = saciedade = CENTRO DA SACIEDADE </li></ul><ul><li>OBS: LESÃO DESTAS ÁREAS = EFEITO OPOSTO </li></ul><ul><li>Regulação da Ingestão de água </li></ul><ul><li>Lesão do hipotálamo lateral – centro da sede – perda da vontade de beber </li></ul><ul><li>Estimulação = aumento da ingestão de água </li></ul><ul><li>Regulação da diurese </li></ul><ul><li>Núcleos supra-ópticos e paraventricular sintetizam hormônio antidiurético </li></ul><ul><li>(vasopressina) aumenta a absorção de água no túbulo renal </li></ul>
  37. 60. <ul><li>Geração e Regulação do ritmo circadiano </li></ul><ul><li>A maioria dos parâmetros fisiológicos se repetem de 24 em 24 horas – </li></ul><ul><li>temperatura corporal, nível circulante de eosinófilos, cortisol, glicose e outras </li></ul><ul><li>substâncias, padrão do ritmo sono vigília </li></ul><ul><li>Necessário um marcapasso interno = n. supraquiasmático é o responsável </li></ul><ul><li>pelo ritmo circadiano </li></ul><ul><li>OBS: Este núcleo recebe informação de luminoside através do tracto retino- </li></ul><ul><li>Hipotalâmico = sincriniza os ritmos circadianos com o ritmo claro/escuro </li></ul><ul><li>Regulação do Sistema Endócrino – </li></ul><ul><li>regulação dos hormonios adenohipofisários </li></ul><ul><li>Hipófise Posterior – oxitosina e vasopressina (antidiurético) </li></ul><ul><li>Hipófise Anterior – TSH, ACTH, LH, FSH GH (Somatotropina), </li></ul><ul><li>Prolactina </li></ul>
  38. 61. <ul><li>Regulação do hipotálamo sobre a adeno-hipófise: </li></ul><ul><li>CONEXÃO NERVOSA E VASCULAR </li></ul><ul><li>1º - neurônios secretores (núcleo arqueado e áreas vizinhas do hipotálamo tuberal) -> substâncias ativas -> descem pelo fluxo axoplasmático nas fibras túberoinfundibulares -> liberadas em capilares especiais mediana e haste infundibular-> conexão vascular através do sistema porta = veias entre dois sistemas capilares -> capilares da adeno-hipófise -> ativação ou inibição a liberação dos hormônios através dos fatores de liberação </li></ul>
  39. 62. <ul><li>EPITÁLAMO </li></ul><ul><li>Situada na parte posterior e superior do diencéfalo </li></ul><ul><li>Limita posteriormente o III Ventrículo, acima do sulco hipotalâmico </li></ul><ul><li>Elemento mais evidente = glândula pineal (endócrina, piriforme que </li></ul><ul><li>repousa sobre o tecto mesencefálico) Hormônio = melatonina - Ação </li></ul><ul><li>Antigonadotrópica e de Regulação do ciclo circadiano </li></ul><ul><li>Formação não endócrina = núcleos da habênula situado no trígono e </li></ul><ul><li>na comissura da habênula – estrias medulares e a comissura posterior </li></ul><ul><li>pertencente ao sistema límbico -> regulação do comportamento </li></ul><ul><li>emocional. </li></ul><ul><li>Área septal -> estrias medulares -> núcleos habenulas (homo e </li></ul><ul><li>Heterolateral – quando cruza a comissura das habênulas) ->núcleo </li></ul><ul><li>interpeduncular do mesencéfalo </li></ul>
  40. 64. <ul><li>Comissura posterior = limite entre o mesencéfalo e o diencéfalo </li></ul><ul><li>Fibras de origens variadas </li></ul><ul><li>Dentre elas = fibras das áreas pre-tectal -> cruzam para o núcleo </li></ul><ul><li>Edinger-Westphal do lado oposto = reflexo consensual (reflexo foto </li></ul><ul><li>motor do olho não iluminado que acompanha o reflexo originado pela </li></ul><ul><li>luz no outro olho, ainda que de amplitude um pouco menor). </li></ul>
  41. 67. <ul><li>Martin L. Korn, MD A Review of the Thalamus in Schizophrenia. </li></ul>Thalamic Activation in Schizophrenia Several researchers have implicated the thalamus as a critical factor in the pathophysiology of schizophrenia. The abnormalities appear to be primarily in the mediodorsal and pulvinar nuclei. The thalamus plays a central role in filtering and relaying information to areas of the brain thought to be abnormal in schizophrenics. Thus, abnormalities in the thalamus could potentially explain the often pervasive deficits observed in this disorder. Further work is needed not only to elucidate specific areas of the thalamus that are abnormal, but also to understand the role that the cortico-thalamic-cerebellar pathways have on the expression and development of the disorder
  42. 68. <ul><li>Fumihiko Yasuno, M.D., Ph.D., Tetsuya Suhara, M.D., Ph.D., Yoshiro </li></ul><ul><li>Okubo, M.D., Ph.D., Yasuhiko Sudo, M.D., Ph.D., Makoto Inoue, M.D., </li></ul><ul><li>Ph.D., Tetsuya Ichimiya, M.D., Ph.D., Akihiro Takano, M.D., Ph.D., </li></ul><ul><li>Kazuhiko Nakayama, M.D., Ph.D., Christer Halldin, Ph.D. and Lars </li></ul><ul><li>Farde, M.D., Ph.D </li></ul><ul><li>Low Dopamine D2 Receptor Binding in Subregions of the Thalamus in </li></ul><ul><li>Schizophrenia </li></ul><ul><li>CONCLUSIONS: </li></ul><ul><li>The subregions with low D2 receptor binding comprise primarily the </li></ul><ul><li>dorsomedial nucleus and pulvinar, two important components in </li></ul><ul><li>circuitries previously suggested in the pathophysiology of </li></ul><ul><li>schizophrenia. Aberrant dopaminergic neurotransmission in thalamic </li></ul><ul><li>subregions might be a mechanism underlying positive symptoms in </li></ul><ul><li>schizophrenia. </li></ul>
  43. 69. <ul><li>A new brain imaging study from the UK's Institute of Psychiatry shows for the first </li></ul><ul><li>time that the thalamus, the brain's main sensory filter or &quot;hub,&quot; is smaller than </li></ul><ul><li>normal from the earliest stages of schizophrenia. The findings, published in the </li></ul><ul><li>American Journal of Psychiatry for January, may explain why people with </li></ul><ul><li>schizophrenia experience confusion during their illness. </li></ul><ul><li>The thalamus is the area in which information is received and relayed to other </li></ul><ul><li>areas of the brain. It is of particular interest in schizophrenia because of the </li></ul><ul><li>role it plays in processing information. </li></ul><ul><li>The thalamus receives information via the senses, which is then filtered and </li></ul><ul><li>passed to the correct regions of the brain for processing. People with </li></ul><ul><li>schizophrenia often have difficulties in processing information properly and as a </li></ul><ul><li>result may end up with an information overload in some areas of the brain. </li></ul><ul><li>This study finds that even in the earliest stages of schizophrenia, the thalamus </li></ul><ul><li>is smaller than in healthy people. </li></ul>In Schizophrenia, Thalamus Is Smaller Than Normal Dr. Tonmoy Sharma , Tracey Maher ] 07-Jan-2001
  44. 70. <ul><li>Abnormal Glucose Metabolism in the Mediodorsal Nucleus of the </li></ul><ul><li>Thalamus in Schizophrenia </li></ul><ul><li>Erin A. Hazlett, Ph.D. Monte S. Buchsbaum, M.D. Eileen Kemether, M.D. </li></ul><ul><li>Rachel Bloom, B.A. , Jimcy Platholi, M.S. Adam M. Brickman, M.A. Lina </li></ul><ul><li>Shihabuddin, M.D. Cheuk Tang, Ph D. William Byne, M.D., Ph.D </li></ul><ul><li>Objective: Three thalamic nuclei—the mediodorsal nucleus, pulvinar, and </li></ul><ul><li>centromedian nucleus—each have unique reciprocal circuitry with cortical </li></ul><ul><li>and subcortical areas known to be affected in schizophrenia. To determine </li></ul><ul><li>if the disorder is also associated with dysfunction in the mediodorsal </li></ul><ul><li>nucleus, pulvinar, and centromedian nucleus, relative glucose metabolism </li></ul><ul><li>in these regions was measured in a large group of unmedicated patients </li></ul><ul><li>with schizophrenia. </li></ul><ul><li>Conclusions: The findings suggest that patients with schizophrenia exhibit </li></ul><ul><li>dysfunction in thalamic subdivisions with distinct cortical connections and that </li></ul><ul><li>these thalamic subdivisions have specific associations with clinical symptoms. </li></ul>
  45. 71. Thalamic reductions in children with chromosome 22q11.2 deletion syndrome Joel P. Bish,1,CA Vy Nguyen,1 Lijun Ding,1 Samantha Ferrante1 and Tony J. Simon1,2 Children with chromosome 22q11.2 deletion syndrome (22q) sufer from physical And behavioral dysfunctions, including neuroanatomical anomalies, visuo-spatial processing de¢cits, and increased risk for psychopathology.Reduced total brain volume, parietal lobe volume, and cerebellar volumes, enlarged ventricles, and increased basal ganglia volumes have been reported. Since previous literature has related the pulvinar nucleus of the thalamus to visuo-spatial processing, we compared the thalamic volume in children with 22q to typically developing controls. Children with 22q showed a signi¢cant reduction of the thalamus compared with normally developing children, specifically in the posterior portion of the thalamus, including the pulvinar nucleus.These results provide the first evidence for a potential relationship between posterior thalamic reductions and the characteristic visuo-spatial deficits demonstrated in this group.
  46. 72. Functional Magnetic Resonance Imaging During Auditory Verbal Relatives of Persons with Schizophrenia: A Pilot StudyWorking Memory in Nonpsychotic Heidi W. Thermenos, Larry J. Seidman, Hans Breiter, Jill M. Goldstein, Julie M. Goodman, Russell Poldrack, Stephen V. Faraone, and Ming T. Tsuang Background: First-degree relatives of persons with schizophrenia carry elevated genetic risk for the illness and show deficits on high-load information processing tasks. We used functional magnetic resonance imaging (fMRI) to test whether nonpsychotic relatives show altered functional activation in the prefrontal cortex (PFC), thalamus, hippocampus, and anterior cingulate during a working memory task requiring interference resolution . Results: Compared with control subjects, relatives showed greater task-elicited activation in the PFC and the anterior and dorsomedial thalamus. When task performance was controlled, relatives showed significantly greater activation in the anterior cingulate. When effects of other potentially confounding variables were controlled, relatives generally showed significantly greater activation in the dorsomedial thalamus and anterior cingulate. Conclusions: This pilot study suggests that relatives of persons with schizophrenia have subtle differences in brain function in the absence of psychosis. These differences add to the growing literature identifying neurobiological vulnerabilities to schizophrenia.
  47. 73. <ul><li>Metabolic Disconnection Between the Mediodorsal Nucleus of the </li></ul><ul><li>Thalamus and Cortical Brodmann’s Areas of the Left Hemisphere </li></ul><ul><li>in Schizophrenia. Serge A. Mitelman, M.D. William Byne, M.D., Ph.D. </li></ul><ul><li>Eileen M. Kemether, M.D. Erin A. Hazlett, Ph.D. Monte S. Buchsbaum, M.D. </li></ul>Objective: The authors’ goal was to examine interregional correlations of thalamocortical metabolic activity during a verbal learning task in schizophrenia. Results: A metabolic disconnection was observed in patients with schizophrenia in the left hemisphere between the mediodorsal nucleus and widespread frontotemporal cortical regions, and stronger-than normal intercorrelations were found between the pulvinar and superior temporal, selected parietal,posterior cingulate, and occipital areas. Conclusions: Deficits in the functional interrelationships between the left frontotemporal cortices and the left mediodorsal nucleus of the thalamus complement inferences from postmortem and magnetic resonance imaging volumetric studies identifying a thalamic diathesis in schizophrenia .
  48. 74. <ul><li>Diminuição do volume talâmico médiodorsal e pulvinar desde os primeiros </li></ul><ul><li>estágios da esquizofrenia o que confere uma dificuldade grande em </li></ul><ul><li>interpretar informações </li></ul><ul><li>Desde que há múltiplas conexões entre o córtex, cerebelo e tálamo , </li></ul><ul><li>parece que a disfunção no sistema feed back córtico-cerebelar-talâmico </li></ul><ul><li>pode explicar melhor as anormalidades em esquizofrênicos. O tálamo </li></ul><ul><li>serve como um filtro sensor de informações, enquanto o cerebelo </li></ul><ul><li>coordena a cognição a linguagem e as atividades motoras. As disfunção </li></ul><ul><li>no sistema de feed back tem sido chamada de dismetria cognitiva </li></ul><ul><li>Estas duas áreas apresentam baixa de receptores D2 </li></ul><ul><li>Outro estudo sugeriu que pacientes com esquizofrenia exibem </li></ul><ul><li>disfunção em subdivisões talâmicas com conexões específicas corticais e </li></ul><ul><li>subcorticais, principalmente os núcleos pulvinar, dorsomedial e centro </li></ul><ul><li>Mediano, averiguado pela diminuição do metabolismo de glicose. </li></ul>
  49. 75. <ul><li>A deleção de 22q11.2 o tamanho do tálamo é significamente </li></ul><ul><li>reduzido, principalmente na porção posterior do tálamo, incluindo o </li></ul><ul><li>núcleo pulvinar correlacionando com alteração de características </li></ul><ul><li>visuo-espaciais </li></ul>

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