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CóPia De NeurôNio 3
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CóPia De NeurôNio 3

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  • 1.
    • NEURÔNIO
    • 1 – A Célula
    • 1.1 - Propriedades
    • 1.2 - Classificação
    • 1.3 – Estrutura externa e Funcionamento Neural
    • 2 – Membrana Celular e suas comportas
    • 3- Os dendritos e as Espinhas dendríticas
    • 4 – O corpo celular e as organelas
    • 4.1 – O Núcleo
    • 4.2 – O Retículo Endoplasmático
    • 4.3 – Os Ribossomas
    • 4.4 – As Mitocôndrias
    • 4.5 – O Complexo de Golgi
    • 4.6 – Os Lisossomas
  • 2.
    • 5 – O Citoesqueleto – Elementos de estrutura e transporte
    • 5.1 – Os Neurofilamentos
    • 5.2 – Os Microtúbulos
    • 5.3 – Os Microfilamentos
    • 6 – Elementos dinâmicos da comunicação e conexões neurais
    • e da sinapse.
    • 6.1 – Os Axônios
    • 6.2 – Os Botões Terminais
    • 6.3 – As Sinapses
    • 7 – O Potencial de Ação
  • 3.
    • 8 – A Dinâmica da Informação na Membrana
    • 8.1 – A Bomba de sódio-potássio
    • 8.2 – A Exocitose
    • 8.3 – A reconstituição da Vesícula
    • 8.4 – Os destinos do Neurotransmissor na fenda sináptica
    • 8.5 – Os tipos de sinapses
    • 8.6 – Qualidade dos receptores
    • 8.6.1 - O Receptor inotrópico
    • 8.6. 2 – O Receptor metabotrópico
    • 9 – As reações no neurônio pós-sináptico
  • 4.
    • 10 - Os Neurotransmissores – Principais Sistemas
    • 10.1 – Sua localização
    • 10.2 – Suas ligações
    • 10.3 – Seus efeitos comportamentais da atividade do sistema
    • nervoso no cérebro
  • 5.
    • 1= O Neurônio
    • 1- Célula altamente especializada que transmitem informação para
    • outros neurônios e tecidos -> sinalização e comunicação rápida por
    • todo o corpo.
    • 2 - Funcionam coletivamente como circuitos
    • 3 – Incapazes de se recuperar de lesões biológicas – as informações
    • morrem com o neurônio lesado.
  • 6.
    • CLASSIFICAÇÃO
    • Sensoriais – convertem estímulos (input) sonoros, fotons, químicos,
    • pressão, espaciais/gravidade em sinais eletroquímicos reconhecíveis
    • pelo SNC.
    • Interneurônios - responsáveis pelas associações, processamentos e
    • tomada de decisões
    • Motores – Emitem estímulos (output) eletroquímicos a pontos distantes
    • a glândulas músculos e vasos sanquíneos.
  • 7.  
  • 8. Sensibilidade Somática – Profa. Cláudia Herrera Tambeli
  • 9. Localização As regiões sensitivas do cérebro são altamente organizadas quanto a procedência do estímulo
  • 10.
    • O surgimento de interneurônios foi uma etapa crucial na evolução do sistema nervoso.
    • De uma fase em que sensor e efetor eram partes da mesma célula, surgiu outra em que
    • estavam em células distintas. Os interneurônios surgem, então, como moduladores do
    • efeito do sensor sobre o efetor. Através dos interneurônios, outras partes do organismo
    • podem interferir sobre o que se passa na relação sensor-efetor
    • (adaptado de Segal, 2001).
  • 11.
    • Não apenas a grande maioria, mas sim todos os neurônios poderiam
    • ser chamados de interneurônios, pois, para ele, o sistema nervoso é
    • um sistema de organização fechada, uma rede celular na qual começa
    • e termina toda a atividade neuronal (Maturana, 2005)
    • in http://www.arscientia.com.br
  • 12.  
  • 13.  
  • 14.
    • ESTRUTURA EXTERNA E FUNCIONAMENTO NEURONAL
    • 1 – Possuem um número infinito de formas, comprimentos, padrões de
    • Ramificações, níveis de atividades e interação com outros neurônios e
    • Estruturas.
    • CARACTERFÍSTICAS COMUNS
    • Durante a neurotransmissão: a informação -> membrana -> zona
    • desencadeadora – perto do corpo celular -> potencial de ação ->
    • Conduzido pelos axônios até os botões terminais.
    • INFORMAÇÃO -> INPUT -> ZONA CONDUTORA -> OUT PUT
    • RECEPTOR -> DENDRITOS -> AXÔNIO -> BOTÃO TERMINAL
  • 15.  
  • 16.  
  • 17. 2 - MEMBRANA CELULAR E SUAS COMPORTAS
    • Manutenção e definição da estrutura tridimensional do neurônio
    • Separação do espaço externo do espaço interno – limite flexível
    • Semi-permermeável – funciona como uma barreira de comportas para
    • regular o fluxo de agentes químicos, água e sais dissolvidos ->
    • Proteção
    • Permitir o reconhecimento celular.
    • Serve de sitio estável para o metabolismo enzimático.
    • Permite direcionar a mobilidade celular
    • Ajuda a compartimentalização subcelular
    • Se entra muita H2O na célula -> estoura DIFUSÃO
    • Se sai muita H2O da célula -> murcha OSMALARIDADE
  • 18.
    • H2O
    • H2O
    • H2O H2O
    • H2O
    • H2O
    • H2O
    • H2O
    • H2O
    • H2O H2O
    • H2O
    • H2O
    • H2O
    • H2O
    • H2O
  • 19. Efeito da osmolaridade sobre as células
  • 20.
    • CARACTERÍSTICA: duas camadas de fosfolipídios e proteina
    • CH2O – ácido graxo (Sn1) | CHO – ácido graxo (Sn2) | CH2O – P – colina, etanolamina, inositol ou serina
    • GLICEROL
    • Sendo que:
    • Fosfato = hidrofílicos – polarizado (carga levemente +)
    • Lipídeos = hidrofóbicos – eletricamente neutro
  • 21.  
  • 22.  
  • 23. Permeabilidade da membrana fosfolipídica sem proteínas Membrana
  • 24.
    • A Membrana é salpicada de proteinas
    • -> permite a passagem de Na & K - canal iônico
    • -> Local de ligação para substâncias neuroquímicas
    • -> Sítio de trocas com o espaço extracelular = comunicação neural
    • Proteínas tem capacidade de mudar de forma quando agentes
    • químicos ou estímulos elétricos interagem com elas.
  • 25.  
  • 26.
    • TIPOS DE CANAIS IÔNICOS
    • Os íons podem passar através de canais com forma apropriadas na
    • membrana celular.
    • b) Quando as comportas estão abertas, as substâncias podem passar.
    • Quando as comportas estão fechadas as substâncias são impedidas de passar
    • c) As Bombas mudam a sua forma de transportar substâncias estão ativas a maior parte do tempo.
  • 27. Mais de 100 tipos de canais iônicos que selecionam os íons que passam através deles e possuem 2 formas: aberta e fechada. Estas formas mudam de acordo com um estímulo: Canais acionados por voltagem; Canais acionados mecanicamente Canais acionados por ligantes
  • 28. Tipos de canais iônicos
  • 29.  
  • 30.  
  • 31.  
  • 32.  
  • 33.  
  • 34.  
  • 35. Tipos de transporte através da membrana
  • 36.
    • 3 - DENDRITOS
    • Partes comprimidas e alongadas do corpo celular.
    • DENDROS (grego) = Árvore
    • Permite que o neurônio sonde áreas bastante além de sua localização
    • geográfica, fazendo sinapses com neurônios e tecidos corporais mais
    • distantes.
    • Recebe informação de toda esta área e processa no corpo celular.
    • FORMA ACOMPANHA A FUNÇÃO
    • Quanto mais longa e volumosa forem as espinhas dendríticas = Maior
    • a capacidade de processamento de informações
  • 37.
    • Quanto mais espinhas dendriticas – maior o estímulo (INPUT) no
    • neurônio = maior atividade neuronal.
    • Mudanças nas espinhas dendriticas pode contribuir para a diminuição
    • da capacidade cerebral de aprendizagem.
  • 38.  
  • 39.  
  • 40.  
  • 41.  
  • 42.  
  • 43.
    • 4 - O CORPO CELULAR E AS ORGANELAS
    • Corpo = SOMA -> LOCAL ONDE OS NEURÔNIOS:
    • Montam as proteínas;
    • Geram energia:
    • Mantém o metabolismo.
    • Local onde se encontra o núcleo (NOZ) = (DNA)
    • Quanto a sua forma:
    • Desde pequenos e arredondados = Hipotálamo Anterior
    • Grandes e ovóides = neurônios espinhais
    • Triangular = neurônio piramidal do hipocampo
  • 44.  
  • 45.  
  • 46.
    • SÍNTESE DE PROTEINAS
    • RNAmensageiro -> nucleotídeos = Aminoácidos ->RIBOSSOMAS =
    • grânulos de ácido ribonucléico e proteína de tamanho variável que se
    • encontram livres no citoplasma e que por vezes se reúnem em
    • estruturas parecidas com um colar a que se dá o nome de polissomas; é
    • no seu interior que durante a síntese das proteínas, se verifica o
    • encadeamento dos aminoácidos segundo uma determinada seqüência..
    • PODE ESTAR TAMBÉM LIGADO À MEMBRANA DO RETÍCULO
    • ENDOPLSMÁTICO RUGOSO
  • 47.  
  • 48. No Ribossoma que um fragmento de RNAmensageiro vai ser lido
  • 49.  
  • 50.  
  • 51.  
  • 52. Uma rede de membranas interconectadas que formam canais dentro da célula, cobertos de ribossomos (o que causa a aparência irregular) Produção de proteina que migram para a membrana celular: Canais ; Comportas; Bombas Ou para fora da célula = neurotransmissores
  • 53. Normalmente, localizado em torno do núcleo
  • 54.  
  • 55. Rede de membranas interconectadas, formando canais dentro da célula responsável pela produção de proteínas para uso dentro da Célula - Ex Enzimas É também um sítio para metabolismo de lipídeos
  • 56.  
  • 57.
    • MITOCÔNDRIAS
    • Sítio do metabolismo celular
    • Açucares, gorduras, proteinas + O2 = ATP (combustível do neurônio)
  • 58.  
  • 59. Glucose + oxígeno ENZIMAS = agua + dióxido de carbono + ENERGÍA = ATP                     Fundamental para manter a carga elétrica negativa no interior da célula Fundamental para a neurotransmissão
  • 60.  
  • 61. ATP + H2O = ADP + ENERGIA P
  • 62. O nome provém de Camilo Golgi. É formado por sacos achatados e vesículas. Sua função primordial é: processamento de proteínas ribossomais e a sua distribuição por entre essas vesículas. Funciona, portanto, como uma espécie de sistema central de distribuição na célula. Atua como centro de armazenamento, transformação, empacotamento e remessa de substâncias na célula. É responsável também pela formação dos lisossomos.
  • 63.
    • A maior parte das vesículas transportadoras que saem do retículo
    • endoplasmático, e em particular do retículo endoplasmático rugoso
    • (RER), são transportadas até ao complexo de Golgi, onde são
    • modificadas, ordenadas e enviadas em direcção dos seus destinos
    • finais.
    • O complexo de Golgi está presente na maior parte das células
    • eucarióticas, mas tende a ser mais proeminente nas células de órgãos
    • responsáveis pela secreção de certas substâncias, tais como:
    • Pâncreas, Hipófise, Tireóide, etc
  • 64. Retículo endoplasmático e Aparelho de Golgi - (1) Membrana nuclear, (2) Poro nuclear, (3) Retículo endoplasmático rugoso (RER), (4) Retículo endoplasmático liso (SER), (5) Ribossoma no RER, (6) Proteínas que são transportadas, (7) Vesícula transportadora, (8) Aparelho de Golgi ou complexo lameloso (9) Cisterna do AG, (10) Transmembrana do AG, (11) Cisterna do AG, (12) Vesícula secretora, (13) Membrana plasmática, (14) Proteína secretada, (15) Citoplasma, (16) Espaço extracelular
  • 65.  
  • 66.
    • Organela que contém ácidos leves
    • Função: Digestão e assimilação de material.
    • Limpeza dos resíduos do neurônio.
    • Recuperação de proteinas e Aminoácidos = subprodutos de
    • atividades celular
    • Remoção de proteinas tóxicas ao neurônio
    • Dissolução da membrana no processo de liberação de
    • substâncias.
  • 67. 5 - O CITOESQUELETO
    • Suporte para as três dimensões
    • Movimentos sutis quando o cérebro se move – funciona como uma
    • estrutura flexível
    • Sistema de transporte de nutrientes permitindo trocas initerruptas entre
    • os diversos pontos
  • 68.  
  • 69.
    • MICROFILAMENTOS
    • Elementos flexível de suporte intraneural associados às membranas
    • Ligam-se por meio de conexões fibrosas às porções intracelular da
    • membrana.
    • Conjunto bastante dinâmico de elementos por proporcionarem apoio
    • estrutural para o movimento do neurônio inclusive nos neuritos
    • axônios e dendritos) em relação à estímulos externos.
  • 70.
    • NEUROFILAMENTOS
    • Filas longas de apêndices protéicos, dispostos uns sobre os outros.
    • Responsável pela a transferência de produtos neuronais dentro do
    • citoplasma]
    • Envolvido no controle e transporte de proteínas - “corridas curtas, não
    • maratonas” – processo intermitente.
    • Envolvido também no apoio estrutural
    • Doença de Alhzheimer – neurofilamentos se dispõem como um
    • emaranhado
  • 71.
    • MICROTÚBULOS
    • Proteínas dos corpos celulares e dos axônios
    • Duas vezes maiores do que os microfilamentos
    • Correm ao longo dos dendritos e axônios
    • Transportam substância e organelas do citoplasma para outros pontos.
  • 72.  
  • 73.  
  • 74.  
  • 75.
    • Os Microtúbulos e os Neurofilamentos = responsável pelos processos
    • De transporte plsmático lento e rápido.
    • Rápido (Anterógrado) – mesma direção do potencial de ação.
    • Velocidade até o botão sináptico = 400 mm/ dia
    • Molécula cinesina = cílios (localizado no corpo do microtúbulo)
    • Lento (Retrógado) = leva a proteína ao redor do SOMA
    • Axônio SOMA (alerta sobre as alterações e requisitos
    • metabólicos)
    • Molécula dineína = localizada também nos microtúbulos
  • 76.  
  • 77.  
  • 78.  
  • 79.  
  • 80.  
  • 81.  
  • 82.  
  • 83.
    • 6 - ELEMENTOS DINÂMICOS DA COMUNICAÇÃO
    • Axônio = condutor de informações que transmite o potencial de ação
    • Longa estrutura filiforme, forma cilíndrica e contornos suaves.
    • Lembra uma fina península que sai do SOMA e se ramifica
    • em ângulos obtusos.
    • Diâmetro varia de 1 a 25 micrômetros
    • Distância: de milímetros a metros
  • 84.  
  • 85.
    • BOTÃO TERMINAL
    • Término do axônio
    • Normalmente uma protuberância bulbosa onde há um aumento da
    • Superfície para liberação de Neurotransmissores em neurônios
    • ou órgãos
  • 86.  
  • 87.
    • SINAPSE
    • Maneira pela qual um neurônio se conecta com outro ou com um órgão
    • Podem ser Excitatórias ou Inibitórias
    • Excitatórias: Acetilcolina, glutamamto e serotonina. Se ligam e abrem canais de cátions, causando influxo de Na+
    • Inibitórias: acído g-aminobutírico (GABA) e glicina se ligam a canais de Cl- mantendo a membrana polarizada
  • 88.
    • O PROCESSO QUE SE DÁ NA FENDA SINÁPTICA É:
    • Liberação de Neurotransmissor -> Ação -> Recaptação ou
    • Degradação de substância
    • O QUE MUDA DE UMA SINAPSE PARA OUTRA?
    • 1- Maneira que os eventos pré e pós sinápticos ocorrem
    • 2 – A Multiplicidade de alvos com o qual os neurônios fazem sinapses
    • 3 – Auto regulação inibitória de alguns neurônios
  • 89.  
  • 90.  
  • 91. Múltiplas Sinapses
  • 92.
    • 7 - POTENCIAL DE AÇÃO
    • O exterior da células é levemente mais positivo que o interiorr devido as
    • altas concentrações de cargas NaCl e a presença de K e proteínas
    • negativas no interior da célula.
    • Em estado de repouso existe uma diferença de potencial elétrico, em
    • torno de - 65 a -70 mV (milivolts) = potencial de repouso
    • Essa diferença de potencial é causada por vários fatores, mas os mais
    • importantes são o transporte de íons através da membrana celular e a
    • permeabilidade seletiva da membrana a esses íons.
    • A membrana é responsável por impedir a difusão dos eletrólitos
    • igualmente no espaço externo e interno
    • Quando um impulso nervoso passa por um axônio, Na+ entra no axônio e
    • muda o potencial do impulso de -70 mV para +30 mV, (uma diferença de 100
    • mV). Essa mudança é chamada de potencial de ação.
  • 93.
    • Neurônio tem um potencial limiar – o potencial de ação só se dá
    • quando o estímulo é acima deste limiar.
    • No Potencial de Ação:
    • 1- estímulo supra limiar na membrana em repouso -> Abertura dos canais de Na -> rápido influxo de Na para dentro da célula (força de difusão e eletrostática) -> fechamento dos canais de Na
    • 2- abertura dos canais de K -> neurônio ultrapassa o seu potencial de repouso (hiperpolarização) -> atividade bomba de Na/K = volta ao repouso
    • OBS: na bainha de mielina existem lacunas (nódulos de Ranvier) que possuem alta concentração de canais de Na.
    • Nestes pontos o potencial de ação salta sobre a bainha, como faíscas
    • de eletricidade em dias frios e secos – condução saltatória = aumenta
    • a velocidade de propagação do impulso
  • 94.  
  • 95.  
  • 96. Canais de cátions acionados por voltagem são responsáveis pelo potencial de ação em neurônios e outras células eletricamente excitáveis. Um potencial de ação é disparado pela despolarização da membrana plasmática.
  • 97. A bomba de Na + e K + é uma ATPase. 1/3 da energia da célula é gasto nesta bomba e 2/3 nos neurônios. 10 a 20 x + Na + 10 a 20 x + K +
  • 98. Modelo esquemático do ciclo de bombeamento de bomba de Na + e K + .
  • 99.  
  • 100.  
  • 101. Meio interno Meio externo
  • 102.  
  • 103.  
  • 104.  
  • 105.  
  • 106. A mielinização aumenta a velocidade e eficiência do potencial de ação nos neurônios. Na doença esclerose múltipla ocorre uma desmielinização.
  • 107.
    • NO BOTÃO SINÁPTICO
    • Algumas vesículas se ligam a membrana através do alinhamento de
    • proteínas embutida na membrana da vesícula com proteínas da
    • membrana
    • Potencial de ação nos botões terminais -> estimula os canais de Ca ->
    • Abertura dos canais de Ca -> influxo de Ca para o interior da célula ->
    • Estimulação da fusão das vesículas atracadas com a membrana ->
    • abertura da vesícula no espaço extracelular = sinapse
  • 108.  
  • 109. Receptores de acetilcolina na junção neuromuscular são canais de cátions acionados por transmissores
  • 110. Sinapses excitatórias
    • Causam uma mudança elétrica excitatória no potencial pós-sináptico
    • (EPSP). Isso acontece quando o efeito líquido da liberação do
    • transmissor é para despolarizar a membrana, levando-o a um valor
    • mais próximo do limiar elétrico para disparar um potencial de ação.
    • Esse efeito  é tipicamente mediado pela abertura dos canais da
    • membrana (tipos de poros que atravessam as membranas celulares
    • para os íons cálcio e potássio.
  • 111. Sinapses inibitórias
    • As sinapses inibitórias causam um potencial pós-sináptico inibitório
    • (IPSP), porque o efeito líquido da liberação do transmissor é para
    • hiperpolarizar a membrana, tornando mais difícil alcançar o potencial
    • de limiar elétrico. Esse tipo de sinapse inibitória funciona graças à
    • abertura de diferentes canais de ions na membranas: tipicamente os
    • canais cloreto (Cl-) ou potássio (K+).
  • 112. Um impulso chegando no terminal pré-sináptico provoca a liberação do neurotransmissor. A. As moléculas ligam-se aos canais de íon, cuja abertura é controlada pelo transmissor, na membrana pós-sináptica. Se o Na+ entra na célula pós-sináptica através dos canais abertos, a membrana se tornará despolarizada. B. As moléculas ligam-se aos canais de íon, cuja abertura é controlada pelo pelo transmissor, na membrana pós-sináptica. Se o Cl- entra a célula pós-sináptica, através dos canais abertos, a membrana se tornará hiperpolarizada. A mudança resultante no potencial da membrana, conforme registrado através de um microeletrodo na célula é visto na figura abaixo (Geração de um EPSP e IPSP).
  • 113. Nessa figura, o registro do potencial elétrico transmembrana em função do tempo (em vermelho) mostra que há uma deflexão gradual para cima do traçado quando uma sinapse excitatória (EPSP) é ativada. O fluxo de íons causa a despolarização, i.e, a membrana torna-se menos polarizada. Lembre-se que normalmente a face externa da membrana é negativa em relação ao interior, e que o potencial de repouso da membrana pós-sináptica é cerca de -70 milivolts. Qualquer despolarização diminui esse valor, tornando-o menos negativo, e portanto causando uma deflexão para cima (mais próxima ao nível zero). Nessa figura, o registro do potencial elétrico transmembrana em função do tempo (em vermelho) mostra que há uma deflexão gradual para cima do traçado quando uma sinapse excitatória (EPSP) é ativada. O fluxo de íons causa a despolarização, i.e, a membrana torna-se menos polarizada. Lembre-se que normalmente a face externa da membrana é negativa em relação ao interior, e que o potencial de repouso da membrana pós-sináptica é cerca de -70 milivolts. Qualquer despolarização diminui esse valor, tornando-o menos negativo, e portanto causando uma deflexão para cima (mais próxima ao nível zero). O registro do potencial de membrama para o potencial pós-sináptico inibitório (IPSP: em verde) mostra uma hiperpolarização, i.e., uma deflexão para baixo no traçado porque ele torna-se mais negativo que o potencial de repouso. Uma única célula nervosa normalmente tem centenas ou milhares de sinapses químicas excitatórias e inibitórias que chegam em seus dendritos ou corpo celular. As EPSP e IPSPs somam-se de modo que a curva resultante (em preto) podem inclinar-se para uma despolarização líquida ou uma hiperpolarização. Se a despolarização líquida alcançar o valor limiar, a célula pós-sináptica dispara potenciais de ação                                                                              Geração de um EPSP e IPSP. Nessa figura, o registro do potencial elétrico transmembrana em função do tempo (em vermelho) mostra que há uma deflexão gradual para cima do traçado quando uma sinapse excitatória (EPSP) é ativada. O fluxo de íons causa a despolarização, i.e, a membrana torna-se menos polarizada. Lembre-se que normalmente a face externa da membrana é negativa em relação ao interior, e que o potencial de repouso da membrana pós-sináptica é cerca de -70 milivolts. Qualquer despolarização diminui esse valor, tornando-o menos negativo, e portanto causando uma deflexão para cima (mais próxima ao nível zero). O registro do potencial de membrama para o potencial pós-sináptico inibitório (IPSP: em verde) mostra uma hiperpolarização, i.e., uma deflexão para baixo no traçado porque ele torna-se mais negativo que o potencial de repouso. Uma única célula nervosa normalmente tem centenas ou milhares de sinapses químicas excitatórias e inibitórias que chegam em seus dendritos ou corpo celular. As EPSP e IPSPs somam-se de modo que a curva resultante (em preto) podem inclinar-se para uma despolarização líquida ou uma hiperpolarização. Se a despolarização líquida alcançar o valor limiar, a célula pós-sináptica dispara potenciais de ação                                                                              Geração de um EPSP e IPSP.
  • 114.
    • O registro do potencial de membrama para o potencial pós-sináptico inibitório (IPSP: em
    • verde) mostra uma hiperpolarização, i.e., uma deflexão para baixo no traçado porque
    • ele torna-se mais negativo que o potencial de repouso