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CóPia De Curso De Esquizofrenia MóDulo Vii
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CóPia De Curso De Esquizofrenia MóDulo Vii

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  • 1. ESQUIZOFRENIA – MÓDULO VII
    • ∙ O DIAGNÓSTICO – DSM-IV – CID X
    • ∙ CLASSIFICAÇÃO
    • O INÍCIO – Sinais prodrômicos
    • CURSO
    • DESFECHO
    • DIAGNÓSTICO DIFERENCIAL
  • 2.
    • 1970 – Cooper – USA = mais diagnóstico de SQZ
    • Inglaterra = mais diagnóstico TAB
    • Necessidade de revisão dos critérios em psiquiatria = linguagem internacional
    • 1972 - critérios da escola de Saint Louis de Feighner, Robins et col
    • 1978 - RDC (Reserch Diagnostic Criteria)
    • 1952 – DSM I 1994 – DSM IV (APA)
    • 1853 – CID I 1948 – CID V (International Statistical Institute)
    • 1948 – CID VI 1990/94 – CID X (WHO)
  • 3.
    • DSM IV
    • Critério A - Sintomas Característicos -> Schneiderianos + Bleulerianos + Negativos
    • Sintomas característicos – 2 ou mais, cada qual presente por um espaço
    • significativo de tempo durante um período de um mês (ou menos, caso tratado
    • com êxito)
    • 1 - delírios;
    • 2 - alucinações;
    • 3 - discurso desorganizado (ex. desorganização freqüente ou incoerência);
    • 4 – comportamento altamente desorganizado ou catatônico;
    • 5 – sintomas negativos, ou seja, embotamento afetivo, alogia ou abulia
  • 4.
    • Critério B – Disfunção Social / Ocupacional – Langfeldt
    • durante um espaço significativo de tempo, desde o início do transtorno, uma ou
    • mais importantes áreas de desempenho, tais como, relações interpessoais ou
    • autocuidado encontram-se sensivelmente abaixo do nível atingido antes do
    • início.
    • quando o início é na infância ou na adolescência, existe falha em atingir o nível
    • esperado de desempenho interpessoal, acadêmico ou ocupacional.
    • Critério C – Duração
    • 1- sinais contínuos do transtorno persistem por pelo menos 6 meses
    • 2- este período de 6 meses deve incluir pelo menos 1 mês dos sintomas que satisfazem o critério A (ou seja, sintomas da fase ativa) e podem incluir períodos de sintomas prodrômicos e residuais
    • 3- durante estes períodos prodrômicos ou residuais, os sinais do transtorno podem ser manifestados apenas por sintomas negativos ou dois ou mais sintomas listados no critério A presentes em uma forma atenuada (por ex. crenças estranhas, experiência perceptuais incomuns)
  • 5.
    • Critério D – Exclusão de Transtorno Esquizoafetivo e Transtorno
    • Humor
    • Transtorno de humor com características psicóticas e esquizoafetivas
    • foram descartados pelos seguintes motivos:
    • Nenhum episódio depressivo ou maníaco importante ocorreu
    • simultaneamente com sintomas da fase ativa, ou se ocorrerem alterações de
    • humor durante os sintomas da fase ativa, sua duração total foi breve em
    • relação à duração total dos períodos ativo e residual.
  • 6.
    • Critério E – Exclusão de substância / condição médica geral
    • O transtorno não é devido aos efeitos diretos de uma substância (ex; abuso de
    • droga, medicação) ou de uma doença clínica.
    • Critério F – Relação com um Transtorno Invasivo do Desenvolvimento
    • Se existe uma história de Transtorno Autista ou outro Transtorno Invasivo do
    • Desenvolvimento, o diagnóstico de Esquizofrenia é feito apenas se delírios ou
    • Alucinações proeminentes também estão presentes por pelo menos 1 mês ( ou
    • menos se tratados com sucesso).
    • Resumindo:
    • O DSM IV exige que os sintomas característicos tenham durações mínimas de 1
    • mês, que ocorra disfunções sociais e ocupacionais, que haja duração total dos
    • sintomas incluindo sintomas prodrômicos e residuais por 6 meses e que não seja
    • atribuído a transtorno de humor, a uso ou abuso de substância ou doença clínica
  • 7.
    • O DSM-IV lista como categorias de psicose os seguintes transtornos:
    • - o transtorno esquizofrênico;
    • - o transtorno esquizofreniforme;
    • - o transtorno psicótico breve;
    • - o transtorno esquizoafetivo;
    • - o transtorno delirante;
    • - o transtorno compartilhado;
    • - o transtorno devido a doenças clínicas;
    • - o transtorno induzido por substâncias psicoativas;
    • - o transtorno não especificado de outro modo.
  • 8.
    • A CID-X
    • Critério A - os sintomas característicos (Schineiderianos) + sintomas negativos.
    • a) pelo menos 1 dos seguintes
    • -Eco do pensamento, inserção e roubo ou irradiação do pensamento;
    • - Delírios de controle, influência ou passividade, percepção delirante;
    • - Vozes comentando ou discutindo, vozes vindo de alguma parte do corpo;
    • - Delírios persistentes que são culturalmente inapropriados e completamente impossíveis
    • tais como: identidades religiosas ou políticas, poderes sobre humanos.
    • Ou
    • b) pelo menos 2 dos seguintes
    • - alucinações persistentes em qualquer modalidade quando acompanhadas por delírios;
    • - neologismos, quebras ou interpolações na sucessão do pensamento; resultando em
    • incoerência ou fala irrelevante;
    • - comportamento catatônico;
    • - sintomas negativos como apatia marcante, fala pobre ou embotamento ou incongruência de respostas emocionais.
  • 9.
    • Os sintomas característicos devem durar um mês e se estiverem
    • presentes um transtorno de humor, este transtorno deve ser
    • precedido de um mês de sintomas psicóticos característicos para a
    • esquizofrenia. Também é necessário excluir a doença cerebral
    • orgânica e abuso de substância.
    • Categoria de Psicose na CID 10
    • Esquizofrenia
    • Transtorno Esquizotípico
    • Transtorno Delirante Persistente
    • Transtornos Psicóticos Agudos e Transitórios
    • Transtorno Delirante Induzido
    • Transtornos Esquizoafetivos
    • Outros Transtornos Psicóticos não Orgânicos
    • Psicose não Orgânica não especificada
  • 10.
    • PONTOS EM COMUM CID E DSM IV
    • 1 MÊS DE SINTOMAS ATIVOS
    • INCLUSÃO DE SINTOMATOLOGIA NEGATTIVA
    • PRESENÇA DE DELÍRIOS E ALUCINAÇÕES
    • DIFERENÇAS ENTRE CID E DSM IV
    • CID -> SINTOMAS SCHNEIDERIANOS + BEM DESCRITOS
    • DURAÇÃO DE SINTOMAS – CID = 1 MÊS
    • DSM = 6 MESES
    • CID -> LISTA DE SINTOMAS MAIS COMPLETA
    • TRANSTORNO ESQUIZOTÍPICO
    • ESQUIZOFRENIA SIMPLES
  • 11.
    • Itiro Shirakawa
    • Qual a essência da esquizofrenia ?
    • Qual seus sintomas característicos ?
    • Quais são suas fronteiras ?
    • Doença múltipla X doença única
    • Se múltipla, quais seus subtipos?
    • A resposta depende do referencial teórico que se está usando.
    • Schneider -> ênfase no tipo específico de delírio e alucinação
    • Alteração da consciência do eu
    • Bleuler -> cisão e fragmentação do pensamento, inabilidade de relacionamento com o mundo extero
    • Kraeplin -> embotamento emocional, abulia, perda da unidade interna
    • Itiro = doença multisistêmica análoga à sífilis
  • 12.
    • SUBTIPOS
    • DSM IV CID 10
    • Paranóide Paranóide
    • Desorganizado Hebefrênica
    • Catatônica Catatônica
    • Indiferenciada Indiferenciada
    • Residual Residual
    • Depressão Pós Esquizofrênica
    • Simples
    • Outra Esquizofrenias
    • Não Especificada
  • 13.
    • Esquizofrenia Paranóide F20.0
    • A esquizofrenia paranóide se caracteriza essencialmente pela presença
    • de idéias delirantes relativamente estáveis, freqüentemente de
    • perseguição, em geral acompanhadas de alucinações, particularmente
    • auditivas e de perturbações das percepções. As perturbações do afeto,
    • da vontade, da linguagem e os sintomas catatônicos, estão ausentes,
    • ou são relativamente discretos.
    • Início – 20 – 30 anos
    • Tenso, desconfiado, reservado, hostis e agressivos
    • Inteligência em áreas não invadidas = intactas
    • Recursos egoicos são maiores que os da SQZ Catatônica e Hebefrênica
  • 14.
    • Esquizofrenia Hebefrênica - Desorganizada F20.1
    • Regressão acentuada a um comportamento primitivo, desinibido e
    • desorganizado, sem propósito, não construtivo, irresponsável e imprevisível
    • TOLO
    • Geralmente o prognóstico é desfavorável devido ao rápido
    • desenvolvimento de sintomas "negativos", particularmente um embotamento do
    • afeto e perda da volição.
    • O afeto é superficial e inapropriado; respostas emocionais são inadequadas
    • O pensamento é desorganizado e o discurso incoerente. idéias delirantes pouco
    • sistematizadas e alucinações fugazes.
    • Há uma tendência ao isolamento social,
    • Contato com a realidade é pobre
    • A hebefrenia deveria normalmente ser somente diagnosticada em adolescentes e
    • em adultos jovens (início antes dos 25 anos)
    • Risos imotivados, trejeitos faciais e freqüentes maneirismos.
  • 15.
    • Esquizofrenia Catatônica F20.2
    • A esquizofrenia catatônica é dominada por distúrbios psicomotores proeminentes que podem alternar entre extremos tais como hipercinesia e estupor, ou entre a obediência automática e o negativismo. Atitudes e posturas a que os pacientes foram compelidos a tomar podem ser mantidas por longos períodos. Um padrão marcante da afecção pode ser constituído por episódios de excitação violenta. O fenômeno catatônico pode estar combinado com um estado oniróide com alucinações cênicas vívidas. Outra características - esteriotipias, manerismos, Flexibilidade cérea e mutismo.
    • Alternância entre estupor e excitação - risco do paciente se ferir
    • complicações – desnutrição, exaustão, hiperperexia, ferimentos auto inflingidos
  • 16.
    • Esquizofrenia Indiferenciada F20.3
    • Afecções psicóticas que preenchem os critérios diagnósticos gerais para a esquizofrenia mas que não correspondem a nenhum dos subtipos incluídos em F20.0 - F20.2, ou que exibam padrões de mais de um deles sem uma clara predominância de um conjunto particular de características diagnósticas.
    • Esquizofrenia atípica
  • 17.
    • Depressão Pós-Esquizofrênica F 20.4
    • Episódio depressivo eventualmente prolongado que ocorre ao fim de uma afecção esquizofrênica. Ao menos alguns sintomas esquizofrênicos "positivos" ou "negativos" devem ainda estar presentes mas não dominam mais o quadro clínico. Este tipo de estado depressivo se acompanha de um maior risco de suicídio. Se o paciente não apresenta mais nenhum sintoma esquizofrênico, deve-se fazer um diagnóstico de episódio depressivo (F32). Se os sintomas esquizofrênicos ainda são aparentes e proeminentes, deve-se manter o diagnóstico da forma clínica apropriada da esquizofrenia (F20.0-.3).
  • 18.
    • Esquizofrenia Residual F20.5
    • Estado crônico da evolução de uma doença esquizofrênica, com uma progressão nítida de um estádio precoce para um estádio tardio, o qual se caracteriza pela:
    • presença persistente de sintomas "negativos" embora não forçosamente irreversíveis, tais como lentidão psicomotora; hipoatividade; embotamento afetivo; passividade e falta de iniciativa; pobreza da quantidade e do conteúdo do discurso e discurso desorganizado; pouca comunicação não-verbal (expressão facial, contato ocular, modulação da voz e gestos), falta de cuidados pessoais e desempenho social medíocre.
    • Ausência de delírios e alucinações proeminentes
  • 19.
    • Esquizofrenia Simples F 20.6
    • Transtorno caracterizado pela ocorrência insidiosa e progressiva de excentricidade de comportamento, incapacidade de responder às exigências da sociedade, e um declínio global do desempenho. Os padrões negativos característicos da esquizofrenia residual (por exemplo: embotamento do afeto e perda da volição) se desenvolvem sem serem precedidos por quaisquer sintomas psicóticos manifestos.
    • Outras Esquizofrenias F20.8
    • Esquizofrenia cenestopática
    • Psicose esquizofreniforme SOE
    • Transtorno esquizofreniforme SOE
    • Exclui: transtornos esquizofreniformes breves
    • Esquizofrenia não especificada F 20.9
  • 20.
    • Bouffée Delirante - Psicose Delirante Aguda
    • No DSM IV - Transtorno esquizofreniforme. (inferior a 1 mês)
    • 40% evolui para psicose esquizofrênica
    • Latente - Transtorno de Personalidade esquizóide, esquizotípica
    • Oniróide - Estados tipos sonhos, com perplexidade e pouca orientação
    • temporo-espacial. Paciente encontram-se muito envolvidos em
    • em seus sintomas alucinatório.
    • Parafrênica - Semelhante a esquizofrenia paranoide, com curso
    • progressivamente deteriorante; presença de
    • sistema delirante sistematizado.
    • Pseudoneurótica - presença de ansiedade, fobias, obsessões, compulsões que
    • caminham para um transtorno de pensamento e psicose.
    • existe uma ansiedade levemente flutuante e os paciente
    • raramente tornam-se franca e severamente psicóticos.
  • 21.
    • Clínica – características
    • 1- Nenhum sinal é patognomônico.
    • Alucinações visuais - 15%; auditivas - 50%; táteis - 5%;
    • Delírios - 90%
    • 2 - Podem ser encontrados em síndromes psiquiátricas e neurológicas.
    • DIGNÓSTICO = ESTADO MENTAL + HISTÓRIA
    • 3 - Sintomas mudam com o tempo - Ex depressão (recaídas e recidivas)
    • 4 – Necessário considerar o nível educacional, a capacidade intelectual e a afiliação cultural e subcultural do paciente
    • Quadro clínico é variável
    • Fases: I - Sinais Pré-Mórbidos
    • II – Prodrômica
    • III – Ativa
    • IV - Residual
  • 22.
    • Sinais e sintomas pré-mórbidos existem antes do processo patológico tornar-se evidente.
    • Sinais e sintomas prodrômicos fazem parte do transtorno em evolução.
    • História Pré-mórbida –
    • Jovens com personalidade esquizoide ou esquizotípica caracterizada pela:
    • Quietude
    • Passividade
    • Introversão
    • Poucos amigos quando criança
    • Adolescência sem amigos íntimos, sem namorada, evitando esportes, festas =
    • contato social.
    • Gosta de ver filmes e televisão ou ouvir música em detrimento de atividades
    • sociais
  • 23.
    • Sintomas Prodrômicos e Início
    • “ Grupo de sintomas heterogêneos relacionados temporalmente com o
    • início da psicose”. (Yung e McGorry) – período desde os primeiros sintomas visíveis até os primeiros sintomas psicóticos proeminentes .
    • Achados desta fase são relevantes já que o declínio social e funcional precede o diagnóstico clínico.
    • Quanto maior a carga genética e os estressores sociais mais precoce é o aparecimento do transtorno.
  • 24.
    • Padrão de seqüência temporal até a psicose.
    • Mudanças inespecíficas -> Sintomas pré-psicóticos -> Psicose
    • Mudanças específicas -> Reação neuróticas em relação à elas -> Psicose
    • Síndrome Sentinela – grupos de sintomas e comportamentos que lembram
    • pródromos, mas que se resolvem espontaneamente.
    • Sinais Prodrômicos em ordem decrescente de freqüência (Yung e McGorry)
    • 1 – prejuízo da concentração e atenção
    • 2 – redução em impulso e motivação
    • 3 – anergia
    • 4 – humor depressivo
    • 5 – perturbação do sono
    • 6 – ansiedade
    • 7 – isolamento social
    • 8 – desconfiança
    • 9 – deterioração no funcionamento em papéis sociais
    • 10 - irritabilidade
  • 25.
    • Além de queixas somáticas: cefaléia, dor lombar, dor muscular, fraqueza,
    • problemas digestivos -> diagnóstico de somatização
    • Família e amigos podem notar que a pessoa mudou e não funciona mais tão bem
    • Em atividades sociais.
    • Estudo de Lobel – pródromos aparecem 3 anos antes da primeira internação
    • Häffner = Fase prodrômica(73%) com 5 anos -> (acúmulo de sintomatologia +)
    • fase pré-psicótica (1,1 anos) -> 1 º episódio psicótico (0,2 anos) -> 1º visita ao hospital = 6,3 anos sem ajuda
    • Estudo Age Begining and Course os SQZ (ABC)
    • Homem = 4,2 anos
    • Mulheres = 4,9 anos
    • Taxa de início = intervalo de tempo entre a primeira aparição de sintomas SQZ
    • Característico e um quadro completo da síndrome.
    • Aguda = menos de 3 meses
    • Subaguda = menos de 6 meses
    • Subcrônica = menos de 1 ano
    • Crônica = mais de 1 ano
    • (Keith e Matthews)
  • 26.
    • Aguda = menos de 4 semanas
    • Subcrônica = de 4 semanas a 1 ano
    • Crônica = mais de 4 semanas
    • Häfner et col
    • Segundo o ABC – Tipo crônico = 68%
    • Tipo subagudo = 15%
    • Tipo agudo = 18%
    • Antes dos 30 anos = 77% dos casos
    • FASE PRODRÔMICA Antes dos 20 anos = 41% dos casos
    • Antes dos 10 anos = 4% dos casos
    • Mulheres com idade mais avançada de surto psicótico que homens (3 a 4 anos)
    • Mulheres com um segundo pico entre 45 e 50 anos
    • Homens nesta faixa etária = gravidade de sintomas diminui
    • Esquizofrenia Tardia = mulheres com mais freqüência que os homens e com
    • sintomas negativos aumentado
  • 27.
    • Primeiro Episódio Psicótico
    • Antes dos 30 anos = 63%
    • Antes dos 20 anos = 17%
    • Antes dos 10 anos = 1%
    • Maior risco de adoecer entre 15- 20 anos
  • 28.
    • CURSO E DESFECHO
    • Não existe nenhuma classificação aceitável.
    • Menos desfavorável do que sugeriram outros estudos do passado. Não
    • Apresenta deterioração progressiva de forma sistemática - Riecher-Rössler
    • Sem recuperação completa e consistente a longo prazo e com funcionamento
    • significativamente mais deficiente do que pacientes com outros transtornos
    • Psicóticos em três seguimentos sucessivos ao longo de 7,5 anos. Horrow
    • Dois terços com, pelo menos, uma recaída (15 anos) e que após cada recaída,
    • 1 em cada seis sujeitos não se recuperaram do episódio e 1 em cada 10
    • cometeram suicídio (observação do curso natural - Wersma et col ).
  • 29.
    • De um modo geral, na esquizofrenia pode haver um diferente número de
    • cursos , variando da cura completa a formas gravemente debilitantes. Com um
    • padrão de episódios psicóticos e recuperação totalmente variável e possível.
  • 30.
    • De um modo geral – sintomas iniciam na adolescência, deflagrados por
    • estressores sociais – 1º episódio é longo -> período gradual de recuperação
    • -> extenso período normal -> recaída.
    • EXARCEBAÇÕES
    • REMISSÕES
    • DEFICITÁRIO = início insidioso com progressão contínua, com poucas remissões
    • e com curso pouco relacionado aos eventos da vida .
    • SINTOMAS NEGATIVOS presentes nos início com progressão em gravidade nos
    • 5 primeiros anos de desordem. Alteração do pensamento e comportamento
    • bizarro aumentam em gravidade no tempo -> MAU PROGNÓSTICO
    • Déficit cognitivo não parece ser evolutivo = alteração cerebral não progressiva, subjacente à doença.
  • 31.
    • Paciente sem síndrome deficitária = melhor funcionamento pré-mórbido e melhor evolução.
    • Deterioração pré-mórbida parece ser um pródromo precoce do transtorno
    • Com o passar do tempo – sintomas positivos são menos severos que
    • os negativos.
    • 1/3 dos pacientes = com vida social razoavelmente integrada
    • Maioria dos pacientes com: falta de objetivo, inatividade, hospitalização
    • freqüentes, desabrigo e pobreza (contexto urbano)
    • Estudo longitudinal de Thara (10 anos) – homens = mau prognóstico
    • Sintomas positivos e negativos declinavam ao longo dos 10 anos
  • 32.
    • PROGNÓSTICO
    • Ao longo de 5 a 10 anos após a primeira internação
    • 10 – 20 % = boa evolução
    • + 50% = evolução desfavorável -> hospitalizações freqüentes,
    • exarcebações, episódios de transtorno depressivo maior e
    • tentativa de suicídio
    • ÍNDICE DE RECUPERAÇÃO.
    • 20 – 30% - VIDA RAZOAVELMENTE NORMAL
    • 20 – 30% - EXPERIMENTAM SINTOMAS MODERADOS
    • 40 – 60% - SEVERAMENTE PREJUDICADOS
  • 33.
    • DIAGNÓSTICO DIFERENCIAL
    • Médicos e Neurológicos
    • Induzido por drogas - anfetaminas, alucinógenos, alcalóides da beladona. alucinose alcoólica, abstinência de barbitúricos, cocaína, fenilciclidina (PCP).
    • Epilepsia - especialmente do lobo temporal
    • Neoplasma, derrame ou trauma - especialmente frontal ou límbico.
  • 34.
    • Outras condições:
    • Síndrome da Imunodeficiência adquirida (AIDS),
    • Porfiria Intermitente aguda,
    • Deficiência de Vitamina B12,
    • Intoxicação por monóxido de carbono,
    • Lipoidose cerebral,
    • Doença de Creutzfeldt-Jacob,
    • Doença de Fabri,
    • Doença de Fahr,
    • Doença de Hallervonden-Spatz,
  • 35.
    • Intoxicação por metais pesados,
    • Encefalite por herpes,
    • Homocistinúria,
    • Coréia de Huntington,
    • Leucodistrofia Metacromática,
    • Neurosífilis,
    • ,Hidrocefalia de pressão normal,
    • Síndrome de Wernick-Korsakoff,
    • Doença de Wilson
  • 36.
    • CONTINUAÇÃO DIAGNÓSTICO DIFERENCIAL
    • Psicose atípica
    • Psicose Reativa Breve
    • Transtorno factício com sintomas Psicológicos
    • Transtorno autista
    • Simulação
    • Transtorno de humor
    • Adolescência normal
    • Transtorno obsessivo-compulsivo
    • Transtorno paranóide
    • Transtorno de personalidade – esquizotípica, esquizóide, borderline,
    • paranóide.
    • Transtorno esquizoafetivo
    • Transtorno esquizofreniforme