Your SlideShare is downloading. ×
0
As florestas industriais e suas vantagens absolutas: geração de riquezas e divisas; fixação do homem no campo; diversificação das atividades rurais e preservação de ecossistemas remanescentes e florestas nativas, por Moacyr José Sales Medrado, Pe
As florestas industriais e suas vantagens absolutas: geração de riquezas e divisas; fixação do homem no campo; diversificação das atividades rurais e preservação de ecossistemas remanescentes e florestas nativas, por Moacyr José Sales Medrado, Pe
As florestas industriais e suas vantagens absolutas: geração de riquezas e divisas; fixação do homem no campo; diversificação das atividades rurais e preservação de ecossistemas remanescentes e florestas nativas, por Moacyr José Sales Medrado, Pe
As florestas industriais e suas vantagens absolutas: geração de riquezas e divisas; fixação do homem no campo; diversificação das atividades rurais e preservação de ecossistemas remanescentes e florestas nativas, por Moacyr José Sales Medrado, Pe
As florestas industriais e suas vantagens absolutas: geração de riquezas e divisas; fixação do homem no campo; diversificação das atividades rurais e preservação de ecossistemas remanescentes e florestas nativas, por Moacyr José Sales Medrado, Pe
As florestas industriais e suas vantagens absolutas: geração de riquezas e divisas; fixação do homem no campo; diversificação das atividades rurais e preservação de ecossistemas remanescentes e florestas nativas, por Moacyr José Sales Medrado, Pe
As florestas industriais e suas vantagens absolutas: geração de riquezas e divisas; fixação do homem no campo; diversificação das atividades rurais e preservação de ecossistemas remanescentes e florestas nativas, por Moacyr José Sales Medrado, Pe
As florestas industriais e suas vantagens absolutas: geração de riquezas e divisas; fixação do homem no campo; diversificação das atividades rurais e preservação de ecossistemas remanescentes e florestas nativas, por Moacyr José Sales Medrado, Pe
As florestas industriais e suas vantagens absolutas: geração de riquezas e divisas; fixação do homem no campo; diversificação das atividades rurais e preservação de ecossistemas remanescentes e florestas nativas, por Moacyr José Sales Medrado, Pe
As florestas industriais e suas vantagens absolutas: geração de riquezas e divisas; fixação do homem no campo; diversificação das atividades rurais e preservação de ecossistemas remanescentes e florestas nativas, por Moacyr José Sales Medrado, Pe
As florestas industriais e suas vantagens absolutas: geração de riquezas e divisas; fixação do homem no campo; diversificação das atividades rurais e preservação de ecossistemas remanescentes e florestas nativas, por Moacyr José Sales Medrado, Pe
As florestas industriais e suas vantagens absolutas: geração de riquezas e divisas; fixação do homem no campo; diversificação das atividades rurais e preservação de ecossistemas remanescentes e florestas nativas, por Moacyr José Sales Medrado, Pe
As florestas industriais e suas vantagens absolutas: geração de riquezas e divisas; fixação do homem no campo; diversificação das atividades rurais e preservação de ecossistemas remanescentes e florestas nativas, por Moacyr José Sales Medrado, Pe
As florestas industriais e suas vantagens absolutas: geração de riquezas e divisas; fixação do homem no campo; diversificação das atividades rurais e preservação de ecossistemas remanescentes e florestas nativas, por Moacyr José Sales Medrado, Pe
As florestas industriais e suas vantagens absolutas: geração de riquezas e divisas; fixação do homem no campo; diversificação das atividades rurais e preservação de ecossistemas remanescentes e florestas nativas, por Moacyr José Sales Medrado, Pe
As florestas industriais e suas vantagens absolutas: geração de riquezas e divisas; fixação do homem no campo; diversificação das atividades rurais e preservação de ecossistemas remanescentes e florestas nativas, por Moacyr José Sales Medrado, Pe
As florestas industriais e suas vantagens absolutas: geração de riquezas e divisas; fixação do homem no campo; diversificação das atividades rurais e preservação de ecossistemas remanescentes e florestas nativas, por Moacyr José Sales Medrado, Pe
As florestas industriais e suas vantagens absolutas: geração de riquezas e divisas; fixação do homem no campo; diversificação das atividades rurais e preservação de ecossistemas remanescentes e florestas nativas, por Moacyr José Sales Medrado, Pe
As florestas industriais e suas vantagens absolutas: geração de riquezas e divisas; fixação do homem no campo; diversificação das atividades rurais e preservação de ecossistemas remanescentes e florestas nativas, por Moacyr José Sales Medrado, Pe
As florestas industriais e suas vantagens absolutas: geração de riquezas e divisas; fixação do homem no campo; diversificação das atividades rurais e preservação de ecossistemas remanescentes e florestas nativas, por Moacyr José Sales Medrado, Pe
As florestas industriais e suas vantagens absolutas: geração de riquezas e divisas; fixação do homem no campo; diversificação das atividades rurais e preservação de ecossistemas remanescentes e florestas nativas, por Moacyr José Sales Medrado, Pe
As florestas industriais e suas vantagens absolutas: geração de riquezas e divisas; fixação do homem no campo; diversificação das atividades rurais e preservação de ecossistemas remanescentes e florestas nativas, por Moacyr José Sales Medrado, Pe
As florestas industriais e suas vantagens absolutas: geração de riquezas e divisas; fixação do homem no campo; diversificação das atividades rurais e preservação de ecossistemas remanescentes e florestas nativas, por Moacyr José Sales Medrado, Pe
As florestas industriais e suas vantagens absolutas: geração de riquezas e divisas; fixação do homem no campo; diversificação das atividades rurais e preservação de ecossistemas remanescentes e florestas nativas, por Moacyr José Sales Medrado, Pe
As florestas industriais e suas vantagens absolutas: geração de riquezas e divisas; fixação do homem no campo; diversificação das atividades rurais e preservação de ecossistemas remanescentes e florestas nativas, por Moacyr José Sales Medrado, Pe
As florestas industriais e suas vantagens absolutas: geração de riquezas e divisas; fixação do homem no campo; diversificação das atividades rurais e preservação de ecossistemas remanescentes e florestas nativas, por Moacyr José Sales Medrado, Pe
As florestas industriais e suas vantagens absolutas: geração de riquezas e divisas; fixação do homem no campo; diversificação das atividades rurais e preservação de ecossistemas remanescentes e florestas nativas, por Moacyr José Sales Medrado, Pe
As florestas industriais e suas vantagens absolutas: geração de riquezas e divisas; fixação do homem no campo; diversificação das atividades rurais e preservação de ecossistemas remanescentes e florestas nativas, por Moacyr José Sales Medrado, Pe
As florestas industriais e suas vantagens absolutas: geração de riquezas e divisas; fixação do homem no campo; diversificação das atividades rurais e preservação de ecossistemas remanescentes e florestas nativas, por Moacyr José Sales Medrado, Pe
As florestas industriais e suas vantagens absolutas: geração de riquezas e divisas; fixação do homem no campo; diversificação das atividades rurais e preservação de ecossistemas remanescentes e florestas nativas, por Moacyr José Sales Medrado, Pe
As florestas industriais e suas vantagens absolutas: geração de riquezas e divisas; fixação do homem no campo; diversificação das atividades rurais e preservação de ecossistemas remanescentes e florestas nativas, por Moacyr José Sales Medrado, Pe
As florestas industriais e suas vantagens absolutas: geração de riquezas e divisas; fixação do homem no campo; diversificação das atividades rurais e preservação de ecossistemas remanescentes e florestas nativas, por Moacyr José Sales Medrado, Pe
As florestas industriais e suas vantagens absolutas: geração de riquezas e divisas; fixação do homem no campo; diversificação das atividades rurais e preservação de ecossistemas remanescentes e florestas nativas, por Moacyr José Sales Medrado, Pe
As florestas industriais e suas vantagens absolutas: geração de riquezas e divisas; fixação do homem no campo; diversificação das atividades rurais e preservação de ecossistemas remanescentes e florestas nativas, por Moacyr José Sales Medrado, Pe
As florestas industriais e suas vantagens absolutas: geração de riquezas e divisas; fixação do homem no campo; diversificação das atividades rurais e preservação de ecossistemas remanescentes e florestas nativas, por Moacyr José Sales Medrado, Pe
As florestas industriais e suas vantagens absolutas: geração de riquezas e divisas; fixação do homem no campo; diversificação das atividades rurais e preservação de ecossistemas remanescentes e florestas nativas, por Moacyr José Sales Medrado, Pe
As florestas industriais e suas vantagens absolutas: geração de riquezas e divisas; fixação do homem no campo; diversificação das atividades rurais e preservação de ecossistemas remanescentes e florestas nativas, por Moacyr José Sales Medrado, Pe
As florestas industriais e suas vantagens absolutas: geração de riquezas e divisas; fixação do homem no campo; diversificação das atividades rurais e preservação de ecossistemas remanescentes e florestas nativas, por Moacyr José Sales Medrado, Pe
As florestas industriais e suas vantagens absolutas: geração de riquezas e divisas; fixação do homem no campo; diversificação das atividades rurais e preservação de ecossistemas remanescentes e florestas nativas, por Moacyr José Sales Medrado, Pe
Upcoming SlideShare
Loading in...5
×

Thanks for flagging this SlideShare!

Oops! An error has occurred.

×
Saving this for later? Get the SlideShare app to save on your phone or tablet. Read anywhere, anytime – even offline.
Text the download link to your phone
Standard text messaging rates apply

As florestas industriais e suas vantagens absolutas: geração de riquezas e divisas; fixação do homem no campo; diversificação das atividades rurais e preservação de ecossistemas remanescentes e florestas nativas, por Moacyr José Sales Medrado, Pe

2,336

Published on

MADEIRA 2008 - Congresso Internacional de Desenvolvimento Econômico Sustentável da Indústria de Base Florestal e de Geração de Energia, 10 e 11 de Dezembro, Hotel Plaza São Rafael, Porto Alegre, RS

MADEIRA 2008 - Congresso Internacional de Desenvolvimento Econômico Sustentável da Indústria de Base Florestal e de Geração de Energia, 10 e 11 de Dezembro, Hotel Plaza São Rafael, Porto Alegre, RS

0 Comments
0 Likes
Statistics
Notes
  • Be the first to comment

  • Be the first to like this

No Downloads
Views
Total Views
2,336
On Slideshare
0
From Embeds
0
Number of Embeds
0
Actions
Shares
0
Downloads
59
Comments
0
Likes
0
Embeds 0
No embeds

Report content
Flagged as inappropriate Flag as inappropriate
Flag as inappropriate

Select your reason for flagging this presentation as inappropriate.

Cancel
No notes for slide

Transcript

  • 1. As florestas industriais e suas vantagens absolutas: geração de riquezas e divisas; fixação do homem no campo; diversificação das atividades rurais e preservação de ecossistemas remanescentes e florestas nativas MOACIR JOSÉ SALES MEDRADO EMBRAPA FLORESTAS DEZEMBRO/2008
  • 2. PLANTAÇÕES INDUSTRIAIS GERAÇÃO DE RIQUEZAS
  • 3. RECEITA ANUAL DE 56 BILHÕES DE REAIS OCUPA 5% DA ÁREA DE PECUÁRIA PRODUZIU EQUIVALENTE VALOR DE EXPORTAÇÃO US$ 8,6 BILHÕES EM 2006 RECOLHIMENTO ANUAL EM TORNO DE R$ 9,2 BILHÕES DE IMPOSTOS
  • 4.
  • 5. ESTIMATIVA DE EMPREGOS SO SEGMENTO DE FLORESTAS PLANTADAS Segmento Segmento de florestas plantadas Diretos Indiretos Efeito-Renda Total Fator (%) Silvicultura 240.940 944.548 618.515 1.804.003 100 Siderurgia a carvão vegetal 21.179 357.387 685.673 1.064.248 51,08 Fabricação de produtos de madeira 148.421 110.936 148.928 408.285 70,91 Móveis 126.524 94.569 126.955 348.048 70,91 Fabricação de celulose e papel 120.253 315.919 552.349 988.520 100 TOTAL 657.317 1.823.369 2.132.419 4.613.105 - Fonte: Diferentes fontes, adaptado pela STCP. Extraído do Anuário Estatístico da ABRAF-2008, ano base 2007. Dados relativos à menor projeção, havendo projeção de um total de 5.801.800 empregos
  • 6. Área plantada com as espécies de negócio florestal brasileiro. 2007 Espécie Área em 2006 (ha) Área em 2007 (ha) Pinus 1.824.270 1.808.336 Eucalipto 3.549.147 3.751.867 Sub-total 1 5.373.417 5.560.203 Acácia 187.363 189.690 Seringueira 81.312 85.768 Teca 42.496 48.576 Araucária 18.275 17.500 Populus 2.972 2.800 Paricá 41.100 79.159 Outras* - 1.701 Sub-total 370.519 425.194 Total 5.743.936 5.985.396 Fonte: Associados da ABRAF. Centro de Pesquisa do Paricá. Diversas empresas. STCP. 2007. * Áreas plantadas com jatobá, ipê-roxo, mogno, acapú, entre outras . – Extraído e adaptado de Anuário Estatístico da ABRAF-2008-Ano Base 2007, por Moacir José Sales Medrado
  • 7.  
  • 8. FIXAÇÃO DO HOMEM NO CAMPO
  • 9. NA GRANDE MAIORIA DAS VEZES, EM TERRAS DE TOPOGRAFIA ACIDENTADA –AS MENOS APROPRIADAS PARA A AGRICULTURA E COM MAIOR VOCAÇÃO FLORESTAL (TVF) NESSAS CONDIÇÕES A COMPETTIVIDADE INDIVIDUAL É BAIXA O FOMENTO FLORESTAL E O ASSOCIATIVISMO FLORESTAL PODEM PERMITIR A INTEGRAÇÃO HORIZONTAL DESSAS PEQUENAS PROPRIEDADES. José Rente Nascimento - Sebastião Kengen - Carlos Francisco Rosetti - José Luis B. Mota-Villanueva - BRASIL FLORESTAL – Nº 79 – Abril de 2004 ONDE ESTÃO OS POBRES?
  • 10. A GRANDE MAIORIA DA POBREZA RURAL NO RIO GRANDE DO SUL, POR EXEMPLO, ESTAVA CONCENTRADA NOS MUNICÍPIOS ONDE PREDOMINAVAM OS CULTIVOS DE GRÃOS (SOJA, MILHO, TRIGO), DE FUMO, DE LARANJA E DE TANGERINA. OS MUNICIPIOS EM QUE PREDOMINAVA A SILVICULTURA APRESENTAVAM UM NÍVEL DE POBREZA SEMELHANTE ÀQUELES ONDE PREDOMINAVAM ANIMAIS DE GRANDE PORTE E MAÇÃ. OS MUNICIPIOS ONDE PREDOMINAVA A SILVICULTURA PERDIA APENAS PARA AQUELES ONDE PREDOMINAVAM O CULTIVO DE UVA, ANIMAIS DE GRANDE PORTE E DE PEQUENO PORTE E ARROZ . IDENTIFICAÇÃO E CARACTERIZAÇÃO DAS ATIVIDADES AGROPECUÁRIAS NOS MUNICÍPIOS GAÚCHOS: Uma comparação com indicadores sócio-econômicos Suzel Lisiane Jansen; Paulo Dabdab Waquil A SILVICULTURA É CULPADA PELA POBREZA RUR AL?
  • 11. NA REGIÃO DE TELÊMACO BORBA, VENTANIA, CURIÚVA, SÃO JERÔNIMO DA SERRA, FIGUEIRA SAPOPEMA, TIBAGI, RESERVA, ORTIGUEIRA E IMBAÚ (249 QUESTIONÁRIOS ALEATÓRIOS) IDENTIFICOU-SE A PROPENSÃO DOS FOMENTADOS A PERMANECEREM NO FOMENTO. OS PRODUTORES COM MENORES ÁREAS APRESENTAM MENOR ACESSO À ASSISTÊNCIA TÉCNICA E SÃO OS QUE MAIS PRETENDEM CONTINUAR NA ATIVIDADE FLORESTAL, VIA FOMENTO. OS GRANDES PROPRIETÁRIOS, QUE DETÊM ACESSO FACILITADO AO CAPITAL E TECNOLOGIA, TÊM CONDIÇÕES DE ATUAR NO SETOR FLORESTAL DE FORMA INDEPENDENTE EXPANSÃO FLORESTAL VIA FOMENTO NO SEGUNDO PLANALTO PARANAENSE: UMA ABORDAGEM A PARTIR DA ESTRUTURA FUNDIÁRIA DAS PROPRIEDADES RURAIS DA REGIÃO Roberto Rochadelli1, João Carlos Garzel Leodoro da Silva,; Fernanda Rodrigues, Alessandro Vinícios Schneider, Douglas Petla recebido: 9 de maio de 2007; aceito: 28 de março de 2008; Cerne, Lavras, v. 14, n. 2, p. 163-169, abr./jun. 2008 SERÁ O FOMENTO ATRATIVO?
  • 12. 235 PRODUTORES RURAIS -16 MUNICÍPIOS – 7 MICRORREGIÕES CAPIXABAS – I,A 20,7%. FOMENTO MOSTROU-SE IMPORTANTE NA COMPOSIÇÃO DA RENDA FAMILIAR OS RENDIMENTOS DO FOMENTO PODEM IR ALÉM DO TÉRMINO DO VÍNCULO CONTRATUAL. O PROGRAMA TEM CONTRIBUÍDO PARA O DESENVOLVIMENTO DE OUTRAS ATIVIDADES NA PROPRIEDADE A PARTIR DAS RECEITAS ADVINDAS DO FOMENTO 40,9%, 37,8% E 57,2% DOS PRODUTORES NOS TRÊS DIFERENTES ESTRATOS INFORMARAM QUE A SILVICULTURA COM EUCALIPTO É A ATIVIDADE PRINCIPAL OU SECUNDÁRIA NA PROPRIEDADE. PARTE DOS PRODUTORES, APÓS FINALIZAR O CONTRATO, NÃO ABANDONA A ATIVIDADE DE SILVICULTURA, FORTALECENDO O MERCADO PRODUTOR DE MADEIRA. ASPECTOS DE RELEVÂNCIA ECONÔMICA NO FOMENTO FLORESTAL A PARTIR DA PERCEPÇÃO DOS PRODUTORES RURAIS ENVOLVIDOS Paulo Rogério Soares de Oliveira, Sebastião Renato Valverde e France Maria Gontijo Coelho R. Árvore, Viçosa-MG, v.30, n.4, p.593-601, 2006 O FOMENTO É RELEVANTE?
  • 13. DAS ATIVIDADE DITAS DE RESPONSABILIDADE SOCIAL APENAS O FOMENTO E OS PROJETOS DE GERAÇÃO DE EMPREGOS E RENDA ESTÃO CONTRIBUINDO PARA AGREGAR VALOR SUSTENTÁVEL PARA AS EMPRESAS E A SOCIEDADE. EM RELAÇÃO AO ESTÁGIO DE ENVOLVIMENTO COM A COMUNIDADE PODE-SE DIZER QUE AS EMPRESAS JÁ ULTRAPASSARAM A FASE “CONSCIENTE” (Doações e voluntariado) E ESTÃO NA FASE “EXPERIENTE” (Ação mais estratégica), A CAMINHO DA FASE “INTEGRAÇÃO” (mercado, renda, geração de empregos). . SUSTENTABILIDADE DE EMPRESAS DE BASE FLORESTAL: O PAPEL DOS PROJETOS SOCIAIS NA INCLUSÃO DAS COMUNIDADES LOCAIS Antônio do Nascimento Gomes, Agostinho Lopes de Souza, France Maria Gontijo Coelho e Márcio Lopes da Silva R. Árvore, Viçosa-MG, v.30, n.6, p.951-960, 2006 O FOMENTO AGREGA VALOR SUSTENTÁVEL?
  • 14. LEVANTO U-SE E CARACTERIZOU-SE O IDH DOS MUNICÍPIOS CONTEMPLADOS PELO FOMENTO FLORESTAL DA ASIFLOR NOS ESCRITÓRIOS REGIONAIS DO INSTITUTO FLORESTAL – MG. EM TODOS OS REGIONAIS, DOS TRÊS SUBÍNDICES CONSTITUINTES DO IDH O MAIS LIMITANTE FOI O ÍNDICE DE RENDA, QUE, É O ÍNDICE NO QUAL A ATIVIDADE FLORESTAL PODE E DEVE AGIR COM MAIS INTENSIDADE. É NO AUMENTO DA RENDA DAS REGIÕES ONDE O FOMENTO FLORESTAL ATUA COM MAIS INTENSIDADE QUE SE ESPERA MELHORA MAIS ACENTUADA DO IDH. INDICADORES DE DESENVOLVIMENTO HUMANO DE REGIÕES ASSISTIDAS POR UM PROGRAMA DE FOMENTO FLORESTAL. REZENDE, J.L.P.; PÁDUA, C.T.J.; OLIVEIRA, A.D. DE.; SCOLFORO, J.R. S.; OLIVEIRA, A.D.; COELHO JUNIOR, L.M. O FOMENTO CONTRIBUI COM O IDH?
  • 15.  
  • 16. “ Desde 1985, já foram distribuídas 54 milhões de mudas o que equivalem a 30 mil hectares de área plantada” Wolmar Roque Loss – Sec. Agric. ES . “ Nas comunidades locais, o fomento florestal injeta recursos na economia municipal, cria negócios adicionais, difersifica a dinâmica da produção e promove o desenvolvimento de clusters, baseados na utilização e transformação da madeira ”. Carlos Augusto Lira Aguiar . Então Presidente da Associação Brasileira de Produtores de Florestas Plantadas – ABRAF. “ Nos 16 anos de cultura, considero os resultados financeiros obtidos satisfatórios. Nas cinco colheitas realizadas em uma média de 5 hectares cada, consegui um rendimento líquido de aproximadamente um salário mínimo por mês, por hectare plantado .” Cleber & Antonio Carlos Caniçali. Produtor Rural fomentado pela Aracruz. “ É a primeira vez que uma empresa do setor de base florestal brasileira une-se a uma ONG ambientalista, para estimular o planejamento da propriedade rural, o cumprimento da legislação ambiental, a recuperação e a conservação das Áreas de Preservação Permanente”. Ronaldo Luiz Sella. Então Gerente de Comnercialização e Fomento da Klabin. Fonte: Revista Opiniões. Ago-out. 2005
  • 17. “ Somente na região do Alto Tietê estima-se que atividades floretais provenientes dos programas de fomento respondam pela geração de 4 mil empregos diretos e indiretos, em 32 municípios.” Sebastião Galanti. Então Gerente de Fomento da Companhia Suzano. “ Esse projeto está presente em 158 municípios, de cinco estados: Espírito Santo, Bahia, Minas Gerais, Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul. Para nossa satisfação, seus resultados têm superado as expectativas, devido ao sucesso alcançado nas diversas regiões onde foi implantado”. Jairo Dal´Col. Então Coordenador de Fomento da Aracruz. “ Tudo isto torna, hoje, o fomento florestal uma ciência, alvo de teses e estudos, tornando-se até disciplina obrigatória em alguns cursos de engenharia florestal – Fausto Rodrigues Alves Camargo. Então Gerente de Poupança Florestal da VCP. “ Percebe-se também que o produtor rural, a partir do momento em que integra o fomento florestal da Cenibra, eleva a sua auto-estima, por se ver fazendo parte de um negócio significativo para a região e para o país, e que lhe possibilita uma melhor rentabilidade, que a das atividades tradicionais.” Roberto Carlos Alves. Produtor Rural fomentado pela Cenibra. Fonte: Revista Opiniões. Ago-out. 2005
  • 18. A partir do estado A partir das empresas
  • 19. Estado Percentual de evolução do (2005-2007) Própria Fomento Florestal Arrendamento TOTAL AP -100 - - -100 BA 5 14 4 7 ES 0 6 -2 1 MG 3 24 5 5 MS 12 - 50 20 PR -8 29 26 2 RS 24 -8 -31 7 SC 0 56 -1 7 SP -10 21 19 -2 OUTROS -10 21 238 114 TOTAL -2 18 14 2 Fontes: Associados da ABRAF, STCP, 2007.
  • 20. Fonte: Associadas da ABRAF – adaptado pela STCP – extraído do relatório da ABRAF-2008
  • 21. DIVERSIFICAÇÃO DAS ATIVIDADES RURAI S
  • 22. ILPF – ILPF- ILPF Contribuir na solu ç ão de problemas globais, nacionais e locais visando a sustentabilidade da explora ç ão agropecu á ria e florestal Desenvolvimento Conservação Adaptado de Vilela, 2005 Integração Lavoura-Pecuária - Floresta
  • 23. Exemplo com google
  • 24.  
  • 25. Adequa ç ão Ambiental Capacita ç ão Continuada Integração de Tecnologias Sustentáveis
  • 26. Linha de “árvores-sinalizadoras” delimitam a APP do SSP foto : Leonardo Cel. Pacheco,MG Adequação ambiental
  • 27. CONTRIBUI Ç ÕES DA ILPF QUALIFICA O AGRONEGÓCIO BRASILEIRO PRODUTOS COM ORIGEM EM AGROECOSSISTEMAS MAIS LIMPOS PRODUZ MATÉRIA PRIMA PARA PRODUTOS FLORESTAIS DE VIDA LONGA - 40 A 60 ANOS SERRADOS – LAMINADOS - COMPENSADOS PROMOVE A PROTEÇÃO À BIODIVERSIDADE E À ÁGUA VIA APP - RL MELHORA AS CONDIÇÕES SOCIOECONÔMICAS DA FAMÍLIA INCORPORA MAIS UM PRODUTO DE ALTO VALOR NO MERCADO CONTRIBUI PARA A EXPLORAÇÃO SUSTENTÁVEL NAS MICROBACIAS AGROECOSSISTEMAS SUSTENTÁVEIS – CONTROLE A EROSÃO - APP E RL
  • 28. Foto: Laércio Couto Foto: Laércio Couto
  • 29. PRESERVAÇÃO DE ECOSSISTEMAS REMANSCENTES E DE FLORESTAS NATIVAS
  • 30. Fonte: FAO, 2004; ABRAF e STCP, 2007 Preservação Ambiental por segmento Área Protegida – Florestas Nativas (2006) Área Protegida – Florestas Nativas (2007) Ha (1000) % Ha (1000) % Segmento de Florestas Plantadas 3795 0,7 4360 0,8 Empresas Associadas da ABRAF 1345 1423 Outros segmentos 534962 99,0 534387 99,2 Total - Brasil 538747 100 538387 100
  • 31.  
  • 32.  
  • 33. PRODUÇÃO DE ENERGIA DE MELHOR QUALIDADE
  • 34.  
  • 35. Tailândia Eucalipto “ árvore egoísta” Chile pínus “ milicos plantados” África do Sul plantações “câncer verde” Brasil – ES – eucaliptos - "florestas mortas, que matam tudo". Colômbia Pínus “ florestas do silêncio” Brasil – eucalipto - “desertos verdes” Equador - eucaliptos - “eucas” Brasil Eucalipto “ O integrador”
  • 36. Adaptado de: CARVALHO, P.O. Florestas e desenvolvimento sustentável. Disponível em < http://www.isa.utl.pt/def/files/File/disciplinas/silvicultura/pedro%20ochoa/SFMSilviculturaAI2008.pdf >. Acessado em 07 de dez. 2008 . NOVO PARADIGMA Florestas industriais Florestas pós-industriais Objetivo de Gestão Produção de madeira Produção de madeira, energia, serviços ambientais Composição típica Povoamentos puros, grandes extensões Povoamentos em mosaico, menores Proprietário Grandes empresas Grandes empresas e pequenos e médios agricultores Tipo de gestão Autoritário Cada vez mais consultivo Valores Instrumentais Intrínsecos Ethos (aspectos comportamentais) Racional Emocional Espécies Predominantemente introduzidas Inclusão de espécies nativas Abordagem da gestão Mecanicista/reducionista Orgânica/holística Certificação Elevada proporção de plantações comerciais certificadas Certificação obrigatória Poder dos compradores Inicia-se pressão de grupos de compradores, inclusive de alguns estados e municipios Compras sofrerão bastante influência de compradores organizados, inclusive as compras do estado
  • 37. AS EMPRESAS DEVERÃO TER O ENTENDIMENTO DE QUE AS PEQUENAS PROPRIEDADES AGROPECUÁRIAS PRECISAM SER TRANSFORMADAS EM PROPRIEDADES AGROFLORESTAIS E NÃO EM PROPRIEDADES EXCLUSIVAMENTE FLORESTAIS, E QUE, PARA TAL, SERÁ NECESSÁRIO OFERTAR UMA ASSISTÊNCIA TÉCNICA PRÓPRIA OU CONTRATADA, QUE CONSIDERE, ALÉM DA TECNOLOGIA PARA PLANTIOS FLORESTAIS, A AGROSSILVICULTURA. AS COMUNIDADES E OS PRODUTORES DEVERÃO BUSCAR A PRODUÇÃO COM QUALIDADE, ASSEGURANDO ÀS EMPRESAS O PRODUTO CONTRATADO. POR ÚLTIMO, TODOS DEVERÃO CONTRIBUIR PARA UM APERFEIÇOAMENTO CONTÍNUO DOS CONTRATOS, DE FORMA A GARANTIR O DIREITO PRIVADO E OS VALORES CONSTITUCIONAIS DE RESPEITO AO MEIO AMBIENTE, DIGNIDADE HUMANA, SOLIDARIEDADE, FUNÇÃO SOCIAL E BOA-FÉ, FAZENDO COM QUE A ATIVIDADE SEJA ENTENDIDA COMO DE CUNHO SOCIAL E TRATADA PARA TAL, TANTO PELO GOVERNO, COMO PELA SOCIEDADE EM GERAL.” MOACIR JOSÉ SALES MEDRADO Editorial em Revista Opiniões. Jun./ago. 2006
  • 38. MUITO OBRIGADO !
    • [email_address]
    • [email_address]
    • http :// beneficiosdafloresta.blogspot.com/2008_10_19_archive.html
  • 39.  

×