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Epilepsia
 

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  • Este conteudo pode ser bastante importante tendo em conta que estamos dentro dum mundo com varias efermidades e esta e um delas.

    Agradeco imenso esta materia pois constitui um arquivo para o meu saber estar e saber fazer perante um individuo com crises epilepticas.

    Continuem investigando e dando-nos o melhor de voces.

    Kanimambo
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    Epilepsia Epilepsia Presentation Transcript

    • Componentes: Jacira Batista Janai Monteiro Lorena Vanessa Risoleide de Jesus Roberta Sousa Sheilla Azevedo Talita Romero Vanessa Santos Faculdade Castro Alves
    •  
      • 1-DEFINIÇÃO
      • O que é epilepsia?
      • - É uma alteração tem porária e reversível do funcionamento do cérebro, que não tenha sido causada por febre, droga ou distúrbio metabólicos. Produzindo assim manifestações motoras, sensitivas, sensoriais, psíqui cas ou neurovegetativas (disritmia cerebral paroxística),
      • - Durante alguns segundos ou minutos, uma parte do cérebro emite sinais incorretos, que podem ficar restritos a esse local ou espalhar-se.
      • Tipos de epilepsia:
      • - Parcial: são convulsões caracterizadas por descargas focais, originando-se de uma porção de um hemisfério cerebral , com rebaixamento da consciência.
      • - Generalizada: atingem os dois hemisférios cerebrais.
      • 2- ASPECTOS HISTÓRICOS
      • Origem:
      • Foi vista em animais filogeneticamente mais antigos que o homem, sugerindo que já havia animais epilépticos antes do surgimento do homem.
      • Mais remotas descrições de epilepsia surgem no Egito e datam 3500 a.C. Por volta de 1.700 a.C o principal documento que trata de neurologia no Egito Antigo, Papiro de Smith, cita possíveis crises convulsivas nos trechos que descrevem ferimentos na cabeça.
      • Era relacionada a espíritos malignos e fenômenos sobrenaturais, magia e maldições.
      • Por volta de 400 a .C., Hipócrates, o pai da medicina, afirmou que a causa da epilepsia não estava em espíritos malignos, e sim no cérebro.
    • Ian Curtis Van Gogh Napoleão Bonaparte
      • PERSONALIDADES QUE VIVERAM COM EPILEPSIA
      • - Ian Curtis , roqueiro inglês. O vocalista da banda Joy Division (criada em 1977, época seguinte ao estouro do movimento punk) teve a primeira crise convulsiva logo após a estréia em Londres. O show foi decepcionante e a crise o abalou. Depois disso, a excitação dos shows o levava a ter ataques epilépticos em pleno palco.
      • - Van Gogh , pintor holandês. Em uma dessas cartas, quando estava internado em Sait-Remy, ele escreveu: "as alucinações insuportáveis desapareceram, estando agora reduzidas a um pesadelo simples, eu penso que em conseqüência do uso que venho fazendo do brometo de potássio", o primeiro medicamento usado para combater crises epilépticas.
      • - Napoleão Bonaparte , imperador francês. "Gemia e babava, tinha uma espécie de convulsão que cessava ao cabo de um quarto de hora…" (testemunho de Talleyrand, ano de 1805, um dos que atestam que o imperador sofria, desde jovem, de epilepsia)
      • 3 – EPIDEMIOLOGIA
      • Dados específicos (atual)
      • - Afeta cerca de 1% da população mundial;
      • - A Organização M undial da Saúde estima que cerca de 50 milhões de pessoas no mundo são portadores de epilepsia, sendo que destas, 40 milhões estão em países subdesenvolvidos. Apesar desse cenário alarmante, a organização afirma que 70% dos novos casos diagnosticados podem ser tratados com sucesso, desde que a medicação seja usada de forma correta.
      • - Acredit a -se que pelo menos 25% dos pacientes com epilepsia no Brasil são portadores em est ági os mais graves
      • - paí ses desenvolvidos e países em desenvolvimento temos: 40 a 50 casos em 100 mil h abitantes nos primeiros e cerca de 122 a 190 casos em 100 mil pessoas nos demais. Assim, a s chances de que alguém que vive nos países subdesenvolvidos seja portador da epilepsia é quatro vezes maior.
      • * 1% da população nos países desenvolvidos têm a doença * 2% da população nos países subdesenvolvidos têm a doença * 70% a 80% de sucesso com tratamento medicamentoso * 40% das pessoas com epilepsia não estão em tratamento * 20% das pessoas com epilepsia sequer tomam medicação alguma
      • 4 – ETIOLOGIA
      • O que causa epilepsia?
      • - Qualquer coisa que perturbe o padrão normal de atividade neural. A epilepsia também pode desenvolver-se devido à anormalidade na eletricidade no cérebro, desequilíbrio nos neurotransm issores ou alguma combinação desses fatores.
      • Alguns fatores podem desencadear crises epilépticas:
      • - Muitas vezes a causa é desconhecida;
      • - Pode ter origem em ferimentos sofridos na cabeça ou não;
      • - Trauma na hora do parto, abusos de álcool, tumores;
      • - Mudanças súbitas da intensidade luminosa ou luzes a piscar;
      • - privação de  sono ;
      • - genéti ca ;
      • - ingestão  alcoólica ;
      • - AV C ;
      • - febre ;
      • - ansiedade ;
      • - cansaço ;
      • - algumas drogas e medicamentos.
      • 5 – CARACTERISTICAS CLÍNICAS
      • Sintomas:
      • A epilepsia é caracterizada por crises epilépticas repetidas e não é contagiosa. Às vezes, a pessoa com e pilep sia perde a consciência, mas às vezes experimenta apenas pequenos movimentos co rporais ou sentimentos estranhos. Porém, sintomas menores não significam que a crise seja de menor importância.
      • Sintomas nas crises:
      • - Crise parcial
      • - Crise g e neralizada
      • - Crise p arcial simples
      • - Cri se parcial complexa
      • - C rise de ausência
      • - Cri se tônico-clônica
      • 6 – DIAGNÓSTICO
      • O diagnóstico é realizado pelo médico neurologista através de uma história médica completa, coletada com o paciente e pes soas que tenham observado a crise. Além disso, pode ser necessário exames complementares como eletroencefalograma (EEG) e neuroimagem, como tomografia e/ou resson â ncia magnética de crânio. O EEG é um exame essencial, apesar de não ser imprescindível, pois o diagnóstico é clínico .
      Como se faz o diagnóstico de Epilepsia? O diagnóstico é clínico! Por isso, é muito importante a descrição detalhada das crises. - EEG - Vídeo – EEG - Ressonância magnética do encéfalo - Tomografia computadorizada do crânio
      • Primeiros socorros:
      • - Tente amparar a queda da vítima para evitar lesões graves;
      • - Desaperte as ro upa s que comprimam o pescoço, o tórax e a cintura.
      • - Coloque-a deitada em posição lateral para que a saliva escorra e a pessoa não se engasgue.
      • - Afaste os objetos próximos e crie um espaço de segurança a redor da vítima, procurando tornar a zona silenciosa e tranquila.
      • - Coloque um pano dobrado na boca do doente, entre os dent es para não morder a língua;
      • - Mantenha-a em repouso no fim da convulsão. Deixe-a do rm ir. 
      • - Es pe re que o ataque termine e nunca abandone o d oente;
      • - Caso se inicie uma segunda crise, chame uma ambulância para transportar o doente até uma unidade hospitalar;
      • 7 –TRATAMENTO
      • O tratamento da epilepsia é feito com medicamentos que inibem as descargas epilépticas.
      • Os medicamen tos n ormalmente necessitam ser ingeridos a cada 8 ,1 2 ou 24 horas, dependendo da medicação prescrita. Toma r os medicamentos na quantidade e na hora indicada pelo médico é um dos passos importantes para obter sucesso no tratamento.
      • Alguns medicamentos:
      • Ácido Valpróico
      • Carbamazepina
      • Fenitoína
      • Primidona
      • Gabapentina
      • Diazepam
      • Clonazepam
      • Clobazam
      • Primidona
      E quando o tratamento com remédios não dá resultado? É possível, em alguns casos, recorrer à "cirurgia da epilepsia". Para isso, o tecido cerebral, que produz a atividade elétrica anormal provocando as crises, deve ser removido sem alterar as funções cerebrais do indivíduo. A cirurgia pode ser indicada em crianças e adultos.
      • 8 - PROGNÓSTICO
      • Prognóstico em epilepsia pode ser definido como a probabilidade de o paciente entrar num período de remissão das crises. Remissão completa das crises é a meta principal, tanto para o paciente como para o médico. Para se estabelecer o prognóstico das epilepsias é importante observar que a análise de diferentes grupos de pacientes leva a conclusões muito diversas. Os primeiros estudos até 1968 mostraram, baseados em casuísticas de pacientes de clínicas hospitalares, que aproximadamente um terço dos pacientes ficavam livres de crises por um período de dois a quatro anos. Estudos posteriores (após 1968) mostraram a remissão de crises em aproximadamente dois terços dos pacientes, principalmente nos estudos em que a população estudada era da comunidade e não de clínicas hospitalares.
      • A maioria da s pessoas com epilepsia aparenta levar uma vida norm al . Ainda que a epilepsia atualmente não tenha cura defi niti va, em algumas pessoas ela eventualmente desapa rece . A maioria dos ataques epiléticos não causa lesão cere bral. Não é incomum que pessoas com epilepsia, esp ecial mente crianças, desenvolvam problemas em ocio nais e de comportamento. Para muitas pessoas com epilepsia o risco de ataques epiléticos restringe sua independência. A maioria das mulheres com epilepsia pode ficar grávida, mas deve discutir com o médico sobre sua doença e medicamentos tomados. Mulheres com epilepsia tem uma chance maior de 90% de ter um bebê saudável.
      • 9 – PREVENÇÃO
      • A prevenção da epilepsia e, portanto, das crises epil éptic as, liga-se diretamente às condições de vida e à assistência médico-sanitária:
      • Cuidados pré-natais e de parto às gestantes;
      • Cum p rimento do calendário de vacinações nas cri an ças;
      • Co ntrole de doenças infecciosas e parasitárias e se us sintomas;
      • Cuidado com a febre em crianças;
      • Não tomar remédio sem orientação médica;
      • O controle da hipertensão arterial sistêmica e do alcoolismo;
      • E a prevenção do uso de drogas;
      • Dirija veículos com atenção usando o cinto de segurança, e capacete quando necessário.
      • 10 – PAPEL DO PSICÓLOGO
      • É fundamental que as pessoas saibam o que é epilepsia, quais são suas implicações práticas, para que o paciente e sua família deixem de ser vítimas de preconceito e estigma na comunidade. Por isso, este trabalho tem como objetivo mostrar a im por tância do trabalho em grupos na epilepsia, fornecendo ori entações básicas de como realizá-los.
      • O trabalho com grupos facilita as relações interpessoais e enfoca o tratamento de problemas e dificuldades, especialmente em doenças crônicas. Do ponto de vista psicológico, proporciona oportunidade para troca de experi ên cias e vivências, além de possibilitar a interação entre pacie nt es e profissionais da saúde. Os grupos têm por objetivo auxi liar no conhecimento de informações, discutir os medos, ans ie dade e confusões a respeito da epilepsia, sendo op or tunidade para compartilhar idéias, expressar sentimentos e tr ocar experiências com outras pessoas que vivem situações si milares. Além disso, as pessoas podem aumentar seus c onhecimentos, discutir mágoas e desconfortos relacionados à epilepsia
      Pacientes com epilepsia apresentam isolamento social, dificuldade nos relacionamentos sociais, no trabalho, na escola, no lazer e até nas atividades de vida diária. Por isso, costuma-se dizer que a epilepsia é uma condição que afeta o bem-estar biopsicossocial, ou seja, afeta a vida do paciente como um todo
      • “ Ter epilepsia é estar sujeito à inseguran ç a pelo fato de n ã o se saber quando e onde as crises ir ã o ocorrer”
        • Referencias:
      • http://www.epilepsia.org.br/epi2002/temas_indice.asp
      • http://pt.wikipedia.org/wiki/Epilepsia
      • http://www.vivacomepilepsia.org/18401.html
      • http://saude.abril.com.br/edicoes/0296/medicina/conteudo_289212.shtml
      • www.neurociencias.org.br
      • www.epilepsiabrasil.org.br
      • http://biblioteca.universia.net/html_bura/ficha/params/id/621044.ht
      • http://www.epilepsia.org.br/epi2002/show_tema.asp?tema=15
      • http://www1.folha.uol.com.br/folha/equilibrio/noticias/ult263u4093.shtml
      • http://www.epilepsia.org.br/epi2002/JEp10-171-174.pdf
      • Faculdade Castro Alves
      • Psicologia 1° semestre
      • Professor: Rafael Fernandes
      • Neurociências e Comportamentos I