O SABICHÃO - 2.º PERÍODO
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O SABICHÃO - 2.º PERÍODO

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O SABICHÃO - 2.º PERÍODO Document Transcript

  • 1. O Jornal da Escola Básica 2.º e 3.º Ciclos do Caniçal Janeiro - Março 2010 Pág. 37 - 42 Pág. 23 - 25 Pág. 52 Pág. 50 - 51 Pág. 62 Pág. 26 - 36 Pág. 46 - 47 Pág. 22 Pág. 43 - 45 Pág. 56 - 57 Contos Tradicionais Pág. 9 - 12 SUGESTÕES DE CINEMA Pág. 64 Pág. 65 - 67 Pág. 49
  • 2. EDITORIAL Cá estamos nós, com muito orgulho, a partilhar com toda a comunidade educativa, muito do trabalho que é feito na comunidade escolar. Dos vários quadrantes escolares, curriculares e não curriculares, em forma de produção escrita, de expo- sições, comemorações, visitas e/ou de actividades representativas, muito do empenho, da colaboração e do “amor à arte” da nossa comunidade discente e docente foi reunido em mais um Sabichão. É a nossa Escola, viva, em velocidade de cruzeiro, fervilhando de ideias, de iniciativas, de “trilhos” de aprendizagem calcorreados. Pequenas-grandes eta- pas que, com tenacidade, com rédeas fortes, os nos- sos alunos vão percorrendo, orientados pelos respec- tivos actores educativos. Apesar de “Páscoa” ser sinónimo de renovação, de renascimento depois da morte, do surgir da vida do meio das cinzas, este é um Sabichão pujante de vida e produtividade, mostrando a forma como a comuni- Nesta edição: dade educativa “imprime” a sua tarefa comum, reuni- da em torno de um único objectivo: preparar os seus O que fazem os alunos ........................... 3 - 20 jovens para o futuro. O que fazem os professores/Serviços especiali- Mas, porque depois de picos de trabalho árduo vêm zados ...................................................... 21- 25 sempre pequenos períodos de pausa, cá estão, mes- Alunos/Professores ............................... 26 - 57 mo à porta, as tão merecidas férias da Páscoa. Umas Cultura .................................................. 58 - 59 férias felizes e energeticamente regeneradoras é o Curiosidades/actualidade ..................... 60 - 62 que deseja, a toda a comunidade escolar, a equipa Passatempos ......................................... 64 - 67 coordenadora do Sabichão. FICHA TÉCNICA COORDENAÇÃO: Ângela Silva, Eurico Santos e Idalina Sousa Apoio Técnico: Dúlia Silva COLABORADORES: Alexandra Prioste, Armando Pinho, Ângela Silva, Arlete Franco, Carla Leite, Carlos Vieira, Carmo Farinha, Cris- tina Aguiar, Daniel Freitas, Emanuel Gaspar, Filipe Gomes, Idalina Sousa, Isabel Sarmento, Isilda Tomaz, João Calaça, João Mance- los, João Paulo Câmara, João Santos, Luís Alves, Manuela Alexandra Silva, Maria Manuela, Marlene Martins, Miguel Ângelo, Nuno Matado, Nuno Reis, Nuno Santos, Ricardo Chíxaro, Rui Teixeira, Sara Rocha, Susana Alves, Sérgio Jesus, Teresa Camps, Vânia Mendes. AGRADECIMENTOS: Agradecemos a todos - alunos, professores, funcionários - que tornaram possível a realização do Jornal Esco- lar “Sabichão”. 2
  • 3. A tradição ainda é o que era!!! Uma vez mais, a escola vestiu-se a rigor para receber o Natal. Para ajudar à decoração, as turmas do 5º1, 5º5 e 6º4 criaram elementos natalícios dos quais estrelas tridimensio- nais, painel com árvore de natal e presentes e um conjunto de árvores de natal tridimen- sionais que nasceram da proposta: Era uma vez um bosque de natal encantado. Prof. Alexandra Silva 3
  • 4. Aspectos da decoração de Natal feita pelas turmas do 5º1, 5º5 e 6º4 . 4
  • 5. As Migrações História de Portugal Portugal tornou-se oficialmente uma nação inde- pendente em 1143. É um país localizado no sudoeste da Europa, cujo terri- tório se situa na zona oci- dental da Península Ibérica e As migrações podem distinguir-se quanto ao em arqui- espaço, podendo ser internas ou externas e através p é l a g o s , da duração, podendo ser temporárias, definitivas, no Atlânti- sazonais, semanais ou diárias. Também podemos dis- co Norte. tinguir as migrações quanto à forma, se são legais, O território português é delimitado a Norte e a clandestinas, voluntárias ou forçadas. Leste por Espanha e a Sul e Oeste pelo Atlântico, e As migrações apresentam fluxos migratórios. compreende a parte continental e as regiões autóno- Estes fluxos migratórios têm consequências nas mas: os arquipélagos dos Açores e da Madeira. áreas de chegada e nas áreas de partida dos migran- Durante os séculos XV e XVI, Portugal foi uma potên- tes. cia mundial económica, social e cultural, constituindo As causas dos fluxos migratórios podem ser: -se o primeiro e o mais duradouro império colonial naturais, religiosas, económicas, políticas, étnicas ou de amplitude global. sociais. É membro das Nações Unidas e da União Euro- Portugal também tem sido palco de grandes peia. fluxos migratórios. Até finais do século XX predomi- Os arquipélagos da Madeira e dos Açores situam- naram os emigrantes. Na actualidade Portugal possui se em pleno oceano Atlântico: a Madeira a sudoeste muitos imigrantes. de Portugal continental e os Açores a oeste. Em todo o mundo existem áreas de Emigração A colonização da Madeira iniciou-se em 1425 e a (movimento de saída de pessoas de um país para dos Açores em 1439, por iniciativa do Infante D. Hen- outro) e áreas de Imigração (entrada de pessoas num rique. país que não é o seu). D. Afonso Henriques “ O conquistador” (25 Julho de 1111- Guimarães – 6 Dezembro de 1185- Coim- bra), casou com D. Mafalda de Saboia. Ana Freitas / 9º1/Nº2 Elaborado por: Ana Lúcia Costa de Sousa, nº 1, 5º3 Catarina José Cabral Remesso, nº 3, 5º3 Christian Fernando Marques Zerega, nº4, 5º3. 5
  • 6. COMBATER O AQUECIMENTO GLOBAL – A CONFERÊNCIA DE COPENHAGA Para combater o aquecimento global deu-se a Conferência de Copenhaga que teve lugar entre os dias 7 e 18 de Dezembro de 2009, em Copenhaga, capital da Dinamarca. O objectivo da Conferência era o de limitar o aquecimento global a menos de 2°C acima da tempe- ratura pré-industrial, dado existirem fortes indícios científicos de que as alterações climáticas constituirão um perigo para além daquele limiar. O acordo de Copenhaga devia, não só estabelecer metas mundiais para a redução das emissões, mas também proporcionar uma base para o reforço da capacidade de adap- tação de cada país às alterações climáticas. Na Conferência de Copenhaga, convocada pela Organização das Nações Unidas (ONU), participaram 192 delegações de países, 120 chefes de Estado e de Governo, cerca de 15 mil delegados e o próprio Secre- tário – Geral das Nações Unidas, Ban Ki-moon. O primeiro-ministro português, José Sócrates, também par- ticipou. Para permanecermos abaixo do limiar dos 2°C, é necessário que as emissões à escala mundial atin- jam o seu máximo antes de 2020, descendo em seguida, até 2050, para menos de 50% dos níveis de 1990. Para este efeito, são necessárias medidas tanto dos países em desenvolvimento como dos desenvolvidos. Os países desenvolvidos devem liderar o processo, reduzindo as suas emissões colectivas até 30% dos níveis de 1990, no horizonte de 2020. A União Europeia deu o exemplo, ao comprometer-se a reduzir em 30% as suas emissões se outros países desenvolvidos se vincularem a cortes comparáveis, e aplicou já as medidas tendentes a diminuir em 20% as suas próprias emissões (IP/08/1998). A comunicação da UE apresentada na Conferência propõe parâmetros específicos para assegurar que as metas nacionais envol- vam um grau de esforço comparável. Todos os países da OCDE e os seus Estados-Membros, bem como os países candidatos à adesão e os potenciais candidatos, devem estabelecer metas de emissão. Os países em desenvolvimento, com excepção dos mais pobres, devem, até 2020, limitar o cresci- mento das suas emissões colectivas a 15-30% abaixo dos níveis correspondentes ao cenário de ausência de medidas específicas. Para o efeito, impõe-se uma rápida diminuição das emissões resultantes da desflores- tação tropical (IP/08/1543). Estes países devem comprometer-se, até 2011, a adoptar estratégias de desenvolvimento com baixa emissão de carbono, abrangendo todos os principais sectores emissores. Haverá um novo mecanismo internacional para avaliar estas estratégias e casar as acções propostas com um apoio externo adequado. Para que as emissões possam ser reduzidas, o investimento adicional líquido à escala mundial poderá ter de subir para cerca de 175 mil milhões de Euros, por ano, em 2020. Os países em desenvolvi- mento necessitarão de mais de metade deste montante. Até 2020, as acções levadas a cabo nestes países terão, na sua maioria, baixos custos – senão lucros –, devendo ser financiadas a nível interno. O apoio financeiro internacional a acções que excedam as capacidades internas de um país deve provir de fontes como os fundos públicos e os mecanismos internacionais de crédito para o carbono. O acordo de Copenhaga deve igualmente prever um quadro de ajuda aos diversos países na adap- tação às alterações climáticas inevitáveis. A todos os países, desenvolvidos ou em desenvolvimento, deve ser exigida a elaboração de estratégias nacionais para a adaptação. Os mais vulneráveis dos países menos desenvolvidos e dos pequenos Estados insulares em desenvolvimento devem receber apoio para a adapta- ção. A UE deve estudar potenciais fontes inovadoras de financiamento internacional baseadas no princí- pio do «poluidor-pagador» e na capacidade de pagamento. Uma parte das receitas dos Estados-Membros obtidas com o leiloamento no âmbito do sistema de comércio de licenças de emissão da UE poderá tam- bém ser utilizada para apoiar os países em desenvolvimento. Portugal vai contribuir com 12 milhões de Euros anuais, durante 3 anos, para o fundo de apoio dos países mais pobres que têm de atingir as metas ambientais da Cimeira de Copenhaga. Trabalho elaborado por: Décio Martins, nº9, 9º1. 6
  • 7. O sismo do Haiti foi um fenómeno natural catastrófico que teve o seu epicentro a cerca de 25 quilóme- tros da capital haitiana, Port-au-Prince, e foi registado às 16h 53min e 10 segundos do horário local, na terça- feira, 12 de Janeiro de 2010. O abalo alcançou a magnitude de 7,0 na escala de Richter e ocorreu a uma pro- fundidade de 13 km, muito próximo da superfície terrestre. Este terramoto teve origem num movimento horizontal das placas tectónicas das Caraíbas e Norte-Americana. Estima-se que cerca de 3 milhões de pessoas foram afectadas pelo sismo. O primeiro-ministro haitiano garante que há mais de 100 mil mortos. Milhares de construções, incluindo os elementos mais significati- vos do património de Port-au-Prince como o Palácio Presidencial, o edifício do Parlamento, a Catedral de Notre-Dame de Port-au- Prince, a principal prisão do país e todos os hospitais, foram des- truídos ou gravemente danificados. O terramoto causou grandes danos, principalmente em Port-au- Prince, Jacmel e outros locais deste país. O governo haitiano anunciou, em 21 de Janeiro, que cerca de 80 000 corpos foram enterrados em valas comuns. O impacto provocado pelo sismo foi tão forte que há quem o compare ao impacto de 30 bombas ató- micas. Com a diminuição dos resgates, as assistências médicas e sanitárias tornaram-se prioritárias. Os atrasos na distribuição de ajuda levaram a apelos raivosos de trabalhadores humanitários e sobreviventes, e alguns furtos e violências foram observados. Muitas pessoas foram resgatadas dos escombros. A última foi resgatada com vida, quase quatro sema- nas após o sismo, deixando toda a gente espantada com este fenómeno. David Melim, 9º2. 7
  • 8. Vaga de frio polar afectou o Hemisfério Norte entre Dezembro de 2009 e Janeiro de 2010 A vaga de frio que se verificou, entre Dezembro do ano Na Mongólia (Ásia), um comboio ficou bloquea- passado e Janeiro do com 1400 passageiros a bordo, durante toda uma deste ano, em noite, devido a um muro de neve de mais de dois metros praticamente todo de altura. Perto de 2000 pessoas, entre polícias e agricul- o espaço europeu, tores locais, foram mobilizadas para limpar a neve. Os matou mais de 80 habitantes de Pequim viveram a semana mais fria das pessoas e condi- últimas décadas. A cidade ficou coberta de neve e as cionou a circulação aérea, rodoviária e ferroviária, um pou- temperaturas máximas desceram aos 16 graus negati- co por toda a Europa. Na Polónia, onde as temperaturas vos. Para limpar a neve e o gelo acumulado nas ruas, o desceram aos 20 graus negativos, morreram 42 sem-abrigo governo e na Ucrânia a vaga de frio provocou 27 mortes. municipal Esta vaga de frio, em França, provocou três vítimas d e mortais. Parte da região de Côte d’Azur ficou sem electrici- Pequim dade, deixando 2 milhões de pessoas sem aquecimento mobilizou eléctrico. No túnel da Mancha, a circulação esteve suspen- cerca de sa e no aeroporto Charles de Gaulle, em Paris, foram anula- 300.000 dos 20% dos voos devido aos nevões. pessoas. Devido à neve e ao nevoeiro que afectou o nor- Na Finlândia morreram 4 pessoas, na Bósnia 5 e na te da China, foram igualmente encerradas 15 auto- República Checa 10. A Áustria resgistou, no dia 21 de estradas em oito províncias. Dezembro de 2009, temperaturas mínimas de 14 graus Na América do Norte, 5 pessoas morreram devi- negativos, o que provocou a morte de 3 pessoas. do à vaga de frio que assolou os Estados Unidos e que As condições adversas em Espanha levaram ao can- obrigou a encerrar os aeroportos em Washington e a celamento de 170 voos. Em Bruxelas vários voos foram declarar o estado de emergência em quatro Estados. A cancelados e outros registaram atrasos. temperatura afectou particularmente as cidades de Um pouco Nova Iorque, onde cairam cerca de trinta centímetros de por toda a Europa neve, e Massachusetts, onde se resgistaram ventos de as estradas foram 100 quilómetros por hora. 2 Pessoas morreram em Ohio, fechadas ou estive- em acidentes de viação devidos à neve e a outras 3 na ram condicionadas Virgínia, uma das quais congelada. A neve causou pelo ao trânsito devido menos 3 mil acidentes de viação e deixou isolados nos ao gelo e à neve, seus automóveis, mais de uma centena de automobilis- que provocaram tas. ainda diversos acidentes, revelou a TSF. Alice Nunes, 9º2 8
  • 9. Brincando com os contos tradicionais Os docentes das turma 7º2 e 7º3 resolveram dar uma pincelada de modernismo a vários contos tradicionais. Para o efeito, usaram a gíria, os estrangeirismos e expressões actualíssimas. Por conseguinte, os contos ganharam um novo “look” adaptado aos tempos actuais. A tarefa não foi fácil, todavia os resultados ficaram engraçados! Espreita e verás! Um homem muito abastado veio a cair em pobreza pelos Um tipo com muito pastel caiu na pobreza pelos seus desva- seus desvarios; como tinha dado uma boa educação ao filho, rios. Como o seu puto sabia tocar bué instrumentos para ganhar este sabia tocar muitos instrumentos e para ganhar a sua vida a vida, decidiu viajar. foi por esse mundo além. Chegou a uma terra e parou diante de Chegou a um place e um palácio onde estavam tocando peças de música muito lin- das. Deixou-se ali ficar sem comer nem beber. O dono do palá- parou à frente de um cio vendo aquele homem parado na rua, perguntou-lhe o que palácio, onde estavam queria. Ele disse que também gostava de música; o homem tocando peças de som, mandou-o entrar para ver se ele também sabia tocar. Assim foi, bué da nice. Deixou-se tocou e desbancou todos os outros músicos. O homem admira- do, despediu todos os músicos, e disse ao rapaz que ficasse com ali ficar sem ressacar. O ele, para o ouvir tocar sempre. Os outros músicos desesperados dono do palácio vendo só queriam apanhar o rapaz para o matarem; mas o velho assim ali aquele boy parado que soube disto protegia o rapaz, acompanhava-o sempre, e na rua, perguntou-lhe o que queria. Ele disse que, também, gos- queria deixar-lhe tudo como se fosse seu filho. Na corte correu a fama do tocador, e o rei pediu ao fidalgo para lhe levar o tava do som. O cota mandou - o entrar para ver se sabia tocar. rapaz e deixá-lo no paço alguns dias. Lá lhe custou isso, mas não Assim foi. Tocou e desbancou todos os outros músicos. O cota podia dizer que não ao rei. O rapaz espantou todos nas festas pediu-lhe que ficasse com ele. Os músicos, atrofiados, queriam do palácio, porque tocava muito bem. matar o rapaz. O cota protegia-o. O boss pediu ao fidalgo para Uma noite que estava recolhido, sentiu entrar-lhe na câmara e meter-se na cama com ele uma dama. Quis saber lhe levar o puto. O rapaz espantou todos, nas raves, do palácio quem era, acendeu uma luz, mas ela trazia uma máscara. porque fazia muito cenário. Uma night já deitado, sentiu uma Enquanto se demorou no paço, todas as noites ia a dama ter dama ao seu lado. Acendeu a luz para saber quem era, mas ela com ele. trazia uma máscara. Todas as nigths a dama ia ter com ele. O O rapaz insistiu para que lhe dissesse quem era. Ela respondeu: - Não te posso dizer quem sou! Amanhã ao entrar para a missa, tipo perguntava sempre quem era, porém ela não lhe dizia. Disse hás-de me ver com uma rosa branca na boca. –lhe que, no dia seguinte, iria vê-la com uma rosa branca na O rapaz foi dizer tudo ao fidalgo que já o tratava como filho,; boca. O rapaz contou ao fidalgo e este quis acompanhá-lo. À por- mas o fidalgo lembrando-se do ódio dos músicos, quis acompa- ta da igreja, o tipo viu a rainha e ao seu lado a condessa de rosa nhá-lo, não fosse alguma traição. Pôs-se ele à porta da igreja, entraram todas as damas, e só quando veio a rainha é que, ao branca na boca. Quando ela viu o tipo com o fidalgo atirou a rosa lado dela viu a condessa que a acompanhava, e que todos para o chão e pisou-a. O rapaz quis saber o motivo da zanga. A tinham na corte por muito virtuosa, com a rosa branca na boca. dona disse que este se tinha chibado ao fidalgo. O tipo perguntou Assim que viu o rapaz em companhia do fidalgo botou a -lhe o que era preciso fazer para conquistar o seu love. Então ela rosa ao chão e amachucou-a com os pés. O rapaz chegou-se próximo da condessa para saber o motivo daquela zanga. Ela disse-lhe que teria de espichar o fidalgo e ele assim o fez. O boss disse-lhe que a tinha atraiçoado, contando tudo ao fidalgo. Per- quando soube, mandou enforcá-lo. Então, a madame denunciou guntou-lhe ele o que era preciso que fizesse para tornar a -se. O boss declarou que se casassem pois, já que ela tinha feito a alcançar o seu amor. Disse a condessa que só matando o fidalgo sua desgraça, teria de casar-se com ele, para o fazer ficar revido. que lhe servira de pai. Ele na sua cegueira assim o fez. O rei quando soube deste crime, achou-o tão atroz que deu ordem logo para que o enforcassem. Então a condessa foi contar tudo ao rei, e confessou-se culpada, dizendo que o rapaz estava ino- cente, e que o que fizera era pela paixão do amor. Então o rei Marta Carolina n.º16 perdoou-lhe: Carolina Isabel n.º 3 - Já que a condessa fez a sua desgraça, case agora com ele para Eduardo João n.º6 o fazer feliz. Sérgio Duarte n.º20 In: BRAGA, Teófilo - Contos Tradicionais do Povo Português, Vol. I, Publicações Dom Quixote, 2ª edição, 1992, pp. 113-114. 9
  • 10. Brincando com os contos tradicionais Era uma vez um rei, que tinha três filhos. reino. Um dia disse: — A rainha velha tinha muita pena do filho, e lembrou-se de — Pois, filhos! Ide correr o mundo; aquele que trouxer a fazer demorar a cerimónia, para ver se a velha, com o tempo, mulher mais formosa é que há-de ficar com o meu reino. perdoava à menina e lhe restituía a sua formosura. Partiram; os dois irmãos mais velhos acharam logo duas — Disse a rainha, que queria que antes da cerimónia da corte raparigas muito formosas, com quem se casaram. Uma era cada uma das suas três noras lhe bordasse um lenço. A filha da filha de uma padeira e a outra de um ferreiro. O mais novo padeira e a do ferreiro não sabiam bordar, mas trataram de andou por muitas terras, sem encontrar mulher que lhe agra- enganar a rainha, arranjando quem lhes fizesse os bordados; a dasse. que tinha cara de boi pôs-se a chorar, e tanto chorou que lhe Indo um dia por um descampado, cheio de fadiga, desceu apareceu a velha, e disse: do cavalo e deitou-se a uma sombra. — Não te rales mais; no dia em que tiveres de entregar o lenço à Deu-lhe então na vista uma casa muito alta sem porta rainha eu cá to virei trazer. nenhuma, e só lá bem no alto é que tinha uma janela. Esteve — Chegou o dia; a velha veio entregar-lhe uma noz muito peque- ali muito tempo, até que viu aparecer uma velha, que chegou nina. A Cara de Boi foi levá-la à rainha, dizendo que ali estava o ao muro da casa, bateu na parede e disse: seu lenço. A rainha quebrou a noz e ficou pasmada com a mais Arcelo! Arcelo, fina cambraia, bordada com flores, ramos e aves. Solta o teu cabelo — Chegou o dia de irem à corte para serem apresentadas as três Cá abaixo de repente; noras do rei; a Cara de Boi pôs-se a chorar, a chorar, até que lhe Quero subir imediatamente. apareceu a velha que era sua mãe: Foi então que ele viu desenrolar-se da janela uma trança — Não chores mais; trago-te aqui um vestido para a festa. — de cabelo tão comprida, que ficou espantado com a sua bele- Desdobrou-o; era todo bordado de ouro e pedrarias; a filha ves- za. A velha pegou-se a ela como se fosse uma corda e subiu tiu-o, mas quanto o vestido era lindo, tanto ela ficava mais hor- para dentro de casa. Pouco depois a velha tornou a sair, e o renda. E pôs-se a chorar, a chorar cada vez mais. cavaleiro tendo desejo de ver de quem seria a trança, chegou- Quando já todos tinham entrado para a sala, faltava só ela; a se à parede, bateu e repetiu as palavras: velha disse-lhe: Arcelo! Arcelo, — Vai agora tu. Solta o teu cabelo A filha obedeceu, mas ia muito triste por ver-se tão medo- Cá abaixo de repente; nha. Quando ia pelo corredor do palácio, a mãe disse-lhe cá de Quero subir imediatamente. longe: A trança desenrolou-se pela janela abaixo, e o rapaz subiu. — Olha para trás. Ficou pasmado quando viu diante de si a cara mais linda do E assim que a filha voltou a cara, continuou: mundo. A menina deu um grande ai de surpresa e aflição: — Fica com a tua formosura. Mas não te esqueças de meter nas — Vá-se embora, senhor! que pode vir minha mãe, e tem mangas todos os bocadinhos de toucinho que puderes, para me artes de lhe causar todos os males que há. dar. — Não vou sem a menina vir comigo; porque eu assim ganho Então ela entrou na sala pelo braço do marido, e todos fica- o reino de meu pai. E se não quiser vir, lanço-me desta janela ram pasmados. A corte logo confessou que ela é que era a mais abaixo. linda; e daí foram todos para a mesa do banquete. Enquanto Desceram ambos pela parede, e fugiram a toda a pressa estiveram jantando a menina não fazia senão meter bocadinhos no cavalo que estava folgado à sombra. Ainda não iam longe, de toucinho nas mangas do vestido; as outras duas que a viam quando ouviram uma voz: fazer aquilo, trataram de fazer o mesmo, pensando que era — Pára! Pára, filha cruel! Não me deixes só no mundo. moda. Acabado o jantar, começaram as danças; mas a rainha ao E como a menina fosse sempre fugindo com o príncipe, a ver o chão todo besuntado de gordura, e que a cada passo se velha disse-lhe: escorregava em bocados de toucinho, perguntou quem é que — Olha para trás, ao menos, para receberes a bênção de tua fizera tamanha porcaria. As duas damas disseram que o viram mãe. Assim que a menina se virou para trás, ela disse-lhe: fazer à princesa herdeira, e por isso fizeram o mesmo. Começou — Eu te fado, que essa cara linda que tens se torne uma cara cada uma a sacudir as mangas dos vestidos, e das mangas da de boi. Coitadinha! Ficou logo como um boi. menina começaram a cair aljofres e diamantes misturados com — Assim que o príncipe chegou à corte, puseram-se a rir flores; as outras envergonhadas botaram-se pela janela fora, daquela figura horrenda, sem saber como ele se tinha apaixo- pelas escadas, corridas e a que chamavam Cara de Boi é que veio nado por cara tão feita, que fazia fugir. O príncipe contou a a ser a rainha, porque o rei velho entregou a coroa ao filho mais sua desventura aos irmãos, mas quem é que se fiava? Estava novo. quase a chegar o dia em que os três irmãos teriam de apre- (Algarve — Faro) in BRAGA, Teófilo, Contos Tradicionais do Povo Português, Vol. I, sentar as suas esposas diante de toda a corte, para se assentar Publicações Dom Quixote, 2ª edição, 1992, pp. 83-85 qual era a mais linda, e qual deles é que havia de ficar com o 10
  • 11. Brincando com os contos tradicionais Era uma vez uma cota que tinha bué Money e três filhos. Um dia disse: - Aquele que trouxer a garina mais sexy fica com o meu papel e o meu reino. Partiram, os tipos mais velhos encontraram logo duas gari- nas. O mais novo andou por bués terras, que até ficou com o pernil a estalar. Um dia, encontrou um alto casarão sem porta nenhuma e só uma janela bem no alto. Esteve ali bué time até que apareceu uma cota que chegou ao muro da casa, bateu na parede e disse as palavras para que a sua filha soltasse o seu cabelão para a cota subir. A cota saiu e o garino fez a mesma coisa e subiu. Quando Chegou à janela viu a tipa mais sexy, que era boa como bife com batata frita e decidiu levá-la para o reino. Porém a cota dela viu e lançou-lhe um feitiço que a deixou feia como um pneu. Quando chegou ao reino todos começaram a gozar da tipa. A cota do príncipe teve bué pena da garina, E mandou dar mais uns dias até à cerimónia. A cota disse que queria que cada uma das suas noras lhe bordasse um lenço. A garina cho- rou tanto que lhe apareceu a sua cota e deu-lhe uma pequena noz. A rainha abriu a noz e ficou bruta com o que viu. No dia da cerimónia, a tipa começou a chorar até que a sua cota lhe apareceu e deu-lhe um vestido lindo como as rosas. Quando a tipa estava a entrar, a sua cota disse-lhe para olhar para trás e fê -la ficar linda como antes. Assim o fulano mais novo ficou com o reino e com todo o money. Paula, Daniela, Micaela, 7º1 11
  • 12. Brincando com os contos tradicionais Em época recuada, existia, no lugar onde hoje fica a fre- Há muito time existia, num lugar onde hoje fica a freguesia das guesia das Sete Cidades, um reino próspero e aí vivia uma Sete Cidades, princesa muito jovem, bela e bondosa, que crescia cada um reino chi- dia em tamanho, gentileza e formosura. A princesa adora- que e, aí, vivia va a vida campestre e, frequentemente, passeava pelos uma garina campos, deliciando-se com o murmurar das ribeiras ou que era prin- com a beleza verdejante dos montes e vales. cesa, gira e Um dia, a princesa de lindos olhos azuis, durante o seu fixe. Essa garina passeio, foi dar a prado viçoso onde pastava um rebanho. gostava da À sombra da ramagem de uma árvore deparou com o pas- vida campes- tor de olhos verdes. Falaram dos animais e de outras coi- tre e, às sas, simples mas belas, e ficaram logo apaixonados. vezes, passea- Nos dias e semanas seguintes encontraram-se sempre va pelos cam- no mesmo local, à sombra da velha árvore e o amor foi pos, deliciando-se com o falar baixinho das ribeiras ou com a vai- crescendo de tal forma que trocaram juras de amor eter- dade verde dos montes e vales. no. Um dia, a garina de lindos olhos azuis, durante o seu passeio, foi Porém, a notícia dos encontros entre a princesa e o pas- parar a um prado giríssimo onde pastava um rebanho. tor chegou ao conhecimento do rei, que desejava ver a À sombra de uma árvore encontrou um pastor de olhos verdes. filha casada com um dos príncipes dos reinos vizinhos e Falaram de animais e de outras cenas simples, mas perfeitas e logo a proibiu de voltar a ver o pastor. ficaram logo apaixonados. A princesa, sabendo que a palavra do rei não volta atrás, Nos dias e semanas seguintes, encontravam-se sempre no mes- acatou a decisão, mas pediu que lhe permitisse mais um mo sítio, à sombra da velha árvore e o amor foi crescendo de tal encontro com o pastor do vale. O rei acedeu ao pedido. maneira que trocaram juras de amor eterno. Encontraram-se pela última vez sob a sombra da velha A notícia dos encontros entre a garina e o jovem chegou aos árvore e falaram longamente do seu amor e da sua sepa- ouvidos do cota, o pai da princesa. Este queria que a sua filha ração. Enquanto falavam, choravam e tanto choraram que casasse com um dos príncipes dos reinos vizinhos e, logo a, proibiu as lágrimas dos olhos azuis da princesa foram caindo no de voltar a ver o pastor. chão e formaram uma lagoa azul. As lágrimas caídas dos A jovem, sabendo que a palavra do seu cota não voltava atrás, olhos do pastor eram tantas e tão sentidas que formaram aceitou a decisão, mas pediu que permitisse mais um encontro com o tal pastor do vale. O rei aceitou. uma mansa lagoa de águas verdes, tão verdes como os Encontraram-se pela última vez debaixo da velha árvore, e fala- seus olhos. ram do seu amor e da sua separação. Enquanto conversaram, cho- Separaram-se, mas as duas lagoas formadas por lágri- raram tanto que as lágrimas dos olhos azuis da princesa foram mas, ficaram para sempre unidas e são chamadas de caindo no chão e formaram uma poça azul. As lágrimas caídas dos Lagoas das Sete Cidades. Uma é a lagoa Azul, a outra é a olhos do rapaz eram tantas que também formaram uma poça de lagoa Verde e em dias de sol as suas cores são mais inten- água verde, tão verde como a cor dos seus olhos. sas e reflectem o olhar brilhante da princesa e do pastor Separam-se, mas as duas poças feitas por lágrimas, para sempre enamorados. unidas, transformaram-se em lagoas. Estas são chamadas de “Lagoas das Sete Cidades”. Uma lagoa é azul, a outra é verde, e, em dias de sol, as suas cores brilham tal como o olhar da princesa FURTADO-BRUM, Ângela (rec.) - Açores, Lendas e Outras Histórias, Ed. Ribei- ro & Caravana e do pastor. Estela, António, Marina, 7º2 12
  • 13. Acta do Consílio dos Deuses ----Aos vinte e três dias do mês de Fevereiro de dois mil e dez, realizou-se pelas dez e trinta, na sala dois pon- to dezasseis, um Consílio dos Deuses. A reunião foi presidida por Júpiter, tendo estado presentes todos os deuses convocados, com a seguinte ordem de trabalhos: ------------------------------------------————————–- —- Ponto único: Decidir acerca das coisas futuras do Oriente. ---------------------------———————————— —-A abrir a sessão, Júpiter disse que os deuses deveriam esquecer os antigos heróis e dar valor aos portu- gueses, visto que tinham tido um passado glorioso, onde ganharam a batalha contra os mouros. Apesar des- tes serem muitos e terem muita artilharia, os portugueses venceram, com a ajuda de Deus, e alcançaram o troféu da vitória. Este povo já vinha cansado e não tinha tido hipóteses de descansar, então Júpiter pediu para que eles fossem bem recebidos na Costa Africana, como amigos, e que abastecessem a frota e seguis- sem a sua viagem. --------------———————————————————————————————————-- —- Baco também deu a sua opinião dizendo que todos os deuses sabiam que viria um povo de origem Hispâ- nica ou Ibérica que iria conquistar o Oriente. Os escritores falavam da cidade fundada por Baco, que por sua vez ficou invejoso, porque iria perder a fama que obteve no Oriente e temia ser sepultado num negro vaso, ou seja, ser totalmente esquecido. --------------------------------—–————————–————————————- —- Vénus opinou contra Baco afirmando que gostava do povo português, porque este era parecido ao seu povo, o povo romano, que ela tanto amava, até as duas línguas eram parecidas. Vénus era uma deusa inte- resseira e defendeu o povo português, porque sabia que, por todos os lugares por onde eles passassem, iriam falar dela, ou seja, iria ficar famosa. ------------------------------——————–————————————–— —- Marte, finalmente, quis interromper os discursos dos diferentes deuses pedindo a Júpiter para não ouvir mais opiniões, visto que ele já tinha prometido aos portugueses que chegariam à Índia. Marte disse que Baco deveria ser esquecido, porque tem um coração ruim e que os portugueses chegariam à Índia, porque o céu assim deseja. Marte também disse que se Júpiter tinha prometido que este povo lusitano chegaria à Índia, não deveria desistir dessa ideia. Marte pediu a Júpiter que enviasse Mercúrio com o objectivo de mostrar a localização da Índia aos portugueses, para que estes pudessem descansar. Finalmente, o Pai dos deuses con- cordou com o que Marte acabara de dizer, espalhou néctar sobre os deuses e estes dirigiram-se para os seus aposentos. ———————————————————————————————————————————-- ---Nada mais havendo a tratar, deu-se por encerrada a sessão da qual se lavrou a presente acta, que vai ser assinada nos termos da lei. ---------------------————————————————————————————–— O Presidente: Júpiter O Secretário: José Manuel Silva, 9º2 13
  • 14. Julgamento da personagem Michael Jackson Havia duas barcas na margem de um rio, que se preparavam para partir, uma para o paraíso e outra para o inferno. Enquanto se preparavam apareceu um passageiro de seu nome Michael Jackson que vinha carregado de algemas. Diabo – Quem és tu? De onde vens? Anjo – Porque vens carregado de algemas? M. Jackson – Sou o Michael Jackson. Cheguei há umas horas atrás de Londres, tive que fugir, porque todas as pessoas me acusam de violar crianças. Diabo – Fugiste? M. Jackson – Sim! Anjo – Sabes que pode ser pior para ti? Se eles te apanharem, ficas preso. Poderás obter prisão perpétua. M. Jackson – Mas eu não fiz nada, não sou violador de crianças, não faço mal a ninguém. Diabo – Olha, se estás preso, é porque és um violador. Anjo – Se tu não fosses um violador, não estavas com essas algemas. Nem estavas com essas algemas, nem preso. Olha que ainda ontem, passei os olhos pelo jornal e estavam coisas lá escritas sobre ti e pelo que estava escrito…meu Deus, vê se deixas de ser assim. Diabo – Não sei se entras na minha barca. M. Jackson – Sou uma pessoa incapaz de fazer mal a alguém. Anjo – Na minha barca não entra ninguém e ponto final. Diabo – Ainda para mais mudou de cor, que grande racista! M.Jackson – Não, não sou racista nenhum, muito menos violador! Diabo e Anjo – Então aquele dinheiro que pagaste aos polícias foi para quê? M. Jackson – Paguei-lhes para não perder a minha carreira e ficar em paz. Anjo – Então foi por isso que estiveste ausente da música? M. Jackson – Sim… Não…Aliás, eu cantava em casa. Eu adoro cantar! Diabo – E violar, não gostas? Oh violador! Anjo – Não tens vergonha de ser assim? M. Jackson – Assim como? De mudar de cor? Eu tenho uma doença! Diabo – Mas que grande mentiroso! Anjo – Que doença? M. Jackson – Vitiligo, por isso é que fiz uma operação ao corpo, as minhas manchas estavam a crescer e quando tinha de fazer um videoclip, tinha que pôr quilos e quilos de base no meu corpo e para mais tinha que usar e uso uma peruca. Diabo – Ahahahahah! Não me faças rir! Anjo – Cala-te! Deixa-me percebê-lo! M. Jackson – Num anúncio que fiz para a Pepsi existiam uns foguetes, para este ficar com um aspecto melhor. Um aspecto de alta categoria. Quando o estava a gravar rebentaram os foguetes na hora errada. O meu cabelo ficou queimado e tive que tomar medi- cação, mas no entanto caiu. Diabo – Só por essa, já não entras na minha barca, adoro coisas cruéis, mas gente como tu, gente que não sabe mentir, não entra. Se ainda fosse o Marilyn Manson, era logo, nem pensava duas vezes. Anjo – Vejo que estás a sofrer por seres julgado injustamente, peço imensas desculpas! Diabo – Perdeste o juízo? Só pode! Anjo – Michael, queres vir comigo para o paraíso? M. jackson – Dava tudo para ir, só para ter a minha paz e cantar a minha música. Diabo – Morressem os dois lá, não tinha pena nenhuma. Então, com a partida do Anjo e do Michael Jackson, o Diabo continuou no cais à espera de outro passageiro. Letícia Moniz, 9º2 14
  • 15. Julgamento da personagem Rute Vem a Rute com a sua bolsa às costas e começa a chamar o arrais do inferno, dizendo: Rute – Hou da barca! Diabo – Venhais em má hora, este barco está quase a partir! Rute – Para onde vai esta barca? Diabo – Entrai, porque embarcarei rumo ao inferno! Rute – Para o inferno?! Vê-me com cara de má pessoa, todas as pessoas que conheci adoravam-me, tinha muitos ami- gos e nunca pequei e falas-me em embarcar para o inferno! Diabo – Muitos amigos? Tens razão. Além de seres uma política, quando falavas todos queriam tapar os ouvidos, faziam-se passar por teus amigos, para não falar da vida cheia de prazeres que tiveste, mas entrai! Rute – Mas esta barca não é para a minha classe, vou tentar entrar na outra barca. Chega a Rute à barca do Anjo e diz: Rute – Hou da barca! Anjo – O que estais aqui a fazer? Rute – Há lugar para mim nesta embarcação? Anjo – Não! Aqui só há lugar para quem tenha tido uma vida sem pecados e tu já pecaste. Ninguém gosta de ti, querias ser a melhor e no final todos te odiaram! Rute – Eu só fazia aquilo para ter um bom futuro! Anjo – Mas para terdes um bom futuro não necessitavas de magoar os outros! Diabo – Entrai, aqui serás bem recebido! Rute – Irei cumprir a minha sentença e partiremos rumo ao inferno! Ana Lúcia, 9º1 Caniçal O Caniçal é uma freguesia portuguesa do concelho de Machico com 11,46 km2 de área e 3893 habitantes (2001). A sua densidade populacional é de 339,7 hab/km2. Localiza-se a uma latitude de 32° 44 ’N e a uma longitude de 16 a 17° Oeste. A principal actividade é a pesca. O Caniçal, conhecida vila piscatória, possui a única praia de areia natural da madeira, a Prainha, muito procurada pelos banhistas. Esta vila conhecida noutros tempos pela caça da baleia, conserva vestígios desta actividade no Museu da Baleia. No extremo Este do Caniçal, encontra-se a Ponta de são Lourenço, que se caracteriza por penhascos escarpados que emergem do oceano em forma de pequenos ilhéus. Nesta freguesia situa-se ainda a Zona Franca da Madeira. O Museu da Baleia aberto ao público em 1990, possui um barco Baleeiro parte de um cachalote em fibra, vitrinas com ossos e dentes de baleia, fotografias e gravuras alusivas às baleias. Virgínia Margarida Santo, n.º 17; Pedro Henrique Alves, nº 12; Paula Marina Calaça, n.º 10, 5º3 15
  • 16. Acta sobre o Consílio dos Deuses ----Aos vinte e dois dias do mês de Fevereiro de dois mil e dez realizou-se, pelas nove horas, na sala de reu- niões, um Consílio dos Deuses. A reunião foi presidida por Júpiter, tendo estado presentes todos os deuses convocados, com a seguinte ordem de trabalhos: --------------------------------------------------------———————-- ----Ponto único: Decidir acerca das coisas futuras do Oriente. —————————————————————- -----A abrir a sessão, Júpiter pede aos deuses para não se esquecerem do povo português, porque este povo era especial e pede também para eles esquecerem os povos antigos. Júpiter refere que o povo português, que era tão pouco e que dispunha de tão pouca artilharia, venceu os mouros que eram muitos e fortes e dis- punham de muita artilharia. Faz também referência à origem do povo português pelo facto de eles terem vencido batalhas. Júpiter diz que naquele momento os portugueses estavam a enfrentar o mar traiçoeiro e que mesmo assim, não desistem e lutam com todas as suas forças. Ele sugere que estes portugueses sejam recebidos como amigos e que sejam agasalhados na Costa Africana, porque já enfrentaram muitos perigos. -- ----------------------—————————————————————————————————————–———— —- Seguidamente, foi a vez de Baco impor-se a Júpiter. Este deus não concordava com as palavras de Júpiter, porque a Índia tinha sido o seu berço e tinha fundado aquela cidade como sendo sua. Com a chegada dos portugueses, Baco temia que os seus feitos fossem esquecidos, temia a perda da fama e que fosse totalmen- te esquecido se os portugueses chegassem à Índia. ---------------------------------------------------------------------------- —— Pelo contrário, Vénus, a deusa da beleza e do amor, estava a favor dos portugueses, porque eles tinham qualidades parecidas ao povo romano, que ela tanto amava e porque a língua portuguesa era também muito parecida com a língua do seu povo. Mas Vénus tinha interesse em apoiar os portugueses porque por onde estes passassem iriam falar dela e assim obtinha a fama que pretendia. ------------------------------------------------- —— O último a discursar foi Marte, deus da guerra que, também apoiava os portugueses ou porque não queria contrariar o seu antigo amor que era a deusa Vénus ou porque o povo o merecia. Marte faz também alguns pedidos a Júpiter. Pede-lhe para não dar ouvidos às opiniões dos outros deuses, porque ele era o juiz direito e já tinha ordenado a chegada dos portugueses à Índia. Marte pede a Júpiter para este não voltar atrás em relação à decisão que tinha tomado e dá a sugestão que Mercúrio, sendo muito ligeiro, deveria rapidamente mostrar a terra tão desejada aos portugueses. -----------------------------———————————— —- Nada mais havendo a tratar, deu-se por encerrada a sessão da qual se lavrou a presente acta, que vai ser assinada nos termos da lei. -----------————————————————————————————————-- O Presidente: Júpiter O Secretário: Alexandre Moniz, 9º1 16
  • 17. O povo do Caniçal encontra-se ligado aos primei- ros tempos da colonização da Madeira. Em tempos, o Caniçal foi considerado o melhor O Surf é um desporto radical e aquático. Para lugar da ilha da Madeira. fazer surf precisamos de treinar muito, de uma pran- D. Manuel achava-o o melhor lugar de Portugal, cha e quanto mais altas as ondas melhor. O primeiro surfista do mundo nasceu no Havai, e chamava-se Tahito, conhecido por «Maiheka». Muitos surfistas já morreram por causa das quedas na água, dos tuba- rões ou afogados na pressão das ondas. O surf é um desporto de inverno. Apesar de ser no verão que se vêem mais surfistas na água, é no inver- no que vemos mais e melhores ondas. Apanhar ondas grandes é o «rush» maior de qualquer surfista. E é no inverno que as ondas sobem tantas vezes a tamanhos assustadores. porque tinha uma grande diversidade de coelhos, O madeirense Belmiro Mendes e os açorianos perdizes, pavões e porcos-javalis, sendo assim o naturais da ilha de S. Miguel, João Alves e Diogo lugar principal da ilha para a prática da caça. Medeiros competiram na Ripcurl, Pro, segunda etapa A população foi fundada por Vasco Moniz, do campeonato Nacional Open 2009 que se realizou fidalgo escudeiro, formando assim a mais antiga fre- entre 24 e 26 de Julho, na praia de Santa Rita, em guesia da ilha madeirense. Santa Cruz (Torres vedras). Foi construída a capela de S. Sebastião no início no século XV. Em 1748, um terramoto deixou esta capela em ruínas, havendo então necessidade de construir uma nova igreja. Nesta altura (séc. XV) existiam menos de 10 casais no Caniçal. Já em meados do mesmo século o Caniçal tinha apenas 16 moradores devido às adversidades provocadas pelas condições naturais e ao isolamen- to. Uma das festas mais conhecidas desta Freguesia é a de Nossa Senhora da Piedade, de quem os pescado- res são muito devotos e cuja procissão é feita por mar. Uma das grandes curiosidades é que antes da era do motor, esta procissão era feita em barcos à vela. Sérgio Daniel Alves, nº 14; Rui Daniel Sousa, nº 13; Vitor Elaborado por: Daniela Patrícia, Susana Raquel e Pedro Daniel, 5º3. Hugo, nº 18 17
  • 18. O Gato Malhado e a Andorinha Sinhá, uma história de amor, de Jorge Amado Um final diferente … No primeiro dia de Outono, o Gato Malhado e a Andorinha Sinhá encontraram- se, pela última vez. Ele entregou-lhe o soneto que lhe escrevera… Quando a Andorinha o leu, ficou contente, mas riu-se um pouco, pois notou que o Gato não tinha muito jeito para poemas. Então o Gato perguntou-lhe: - Porque te ris? - Por nada. Adorei o soneto! – Respondeu ela. O Gato estava a ficar muito corado, por isso a Andorinha perguntou-lhe o que ele tinha. Ele respondeu-lhe: -Minha adorada Andorinha Sinhá, morro de amores por ti. Por favor, casa-te comigo! Comovida, ela murmurou-lhe: - Não posso, ninguém aceita o nosso relacionamento. Então o Gato disse-lhe: - Vamos ignorar os outros, pois eu te amo muito e não podemos ficar separados por causa dos outros. A Andorinha pensou… pensou… e aceitou! E, assim, fugiram juntos e nunca mais ninguém os viu. Tinham ido para um país distante, casaram-se e tiveram muitos filhos Ando-Gatos! Ana Cristina, nº1 Turma: 8º1 Estiveram expostas, na escola, as máscaras realizadas pela turma 6.º1, inspiradas no Carnaval de Veneza. Os alunos executaram máscaras de variadas formas e com diversos tipos de aplicações. Após terem aprendido um pouco sobre a História do Teatro, em particular a Commedia dell’Arte, este foi o resultado de um trabalho enriquecedor, fruto da articulação das áreas curriculares de Educação Visual e Tecnológica e Área de Projecto. 18
  • 19. A COBERTURA VEGETAL – HABITAT DAS ESPÉCIES ANIMAIS A cobertura vegetal – habitat das espécies animais é o tema da expo- sição de trabalhos, dos alunos das turmas 1 e 2 do 8º ano de escolarida- de, que se encontra patente na sala de Geografia. Esta foi uma forma de reflectir sobre a importância que o coberto vegetal do nosso plane- ta, em forma de associação florestal, de formação arbustiva ou simples- mente de formação herbácea, tem, como “casa” de muitas espécies animais e vegetais. Aprecia-a. Faz de todos os dias do ano, ao longo da tua vida, Dias Mundiais das Árvores e das Florestas já que elas, as mais variadas florestas da Terra, para além de imensas riquezas que te proporcionam, como ser humano, Trabalho de Margarida Moreira, 8º1 são também o único habitat de imensas outras espécies animais e vege- tais. Protege, conserva e, sempre que puderes, propaga a floresta. Planta uma árvore no teu jardim, cuida dela e aprecia toda a fauna que a pro- cura e que dela precisa para viver. Sê consciente. O que está a dar é respeitar e proteger o ambiente. Trabalho de Marta Licínia, 8º2. Trabalho de: Sónia Calaça, 8º2. Trabalho de: João Fernando, 8º2. Trabalho de: Ana Cristina, 8º1. 19
  • 20. Interpretar a Arte Visita de Estudo ao Museu de Arte Contemporânea No passado dia 26 de Novembro as turmas 5º1 e 6º4 realizaram uma visita de estudo ao Museu de Arte Contem- porânea no âmbito de Educação Visual e Tecnológica, Área de Projecto, Histó- ria e Geografia de Portugal e Formação Cívica. Os discentes puderam apreciar a exposição de Arte Partilhada da Funda- ção Milénio BCP onde tiveram o grande privilégio e prazer de estar perante obras de José Malhoa, Bordalo Pinhei- ro, Almada Negreiros, Vieira da Silva, Júlio Resende, Nadir Afonso, Cargaleiro, Júlio Pomar, Paula Rego, José de Gui- marães e tantos outros grandes pinto- res. Ao regressarem à escola, com a barri- ga cheia de cultura, recriaram algumas das obras observadas dando origem aos trabalhos que estão agora em exposição. A professora Alexandra Silva 20
  • 21. Papoilas vermelhas Recebendo a Primavera Papoilas vermelhas A madrugada do dia 20 de Mar- De pétalas ao vento ço trouxe consigo a fantástica Pri- Clamam liberdade mavera. A estação das flores, dos Através do Tempo. ninhos, da passarada que canta e Brilhando ao sol que esvoaça, freneticamente, de Dançam com a brisa um lado para o outro, dos dias cada vez mais longos, Alegres, saúdam luminosos e quentinhos. Quem as visualiza. Se para muitos de nós, humanos, a Bramam de alegria estação mais importante é o Verão, a Na árida paisagem Natureza não partilha dos nossos Ondulam, volúveis gostos e sentimentos. Pela forma Ao sabor da aragem. como se engalana, se esmera em colorido, em activida- Ano após ano de, em enfeites, em zumbidos e can- Nos magros baldios torias, tudo aponta para uma recep- Abanam bandeiras ção, em festa, a esta estação do ano. Sondam desafios. Numa autêntica paleta de cores, Velhas resistentes com nuances de amarelo claramente Pouco exigentes dominantes, matizadas, aqui e ali de azul-celeste, ver- Tenazes guerreiras melho, rosa, lilás, laranja…um autên- Fortes, persistentes! tico arco-íris, recebe, solene, esta A todos alegram singular estação. Do seu habitat Certamente que já te deste conta, Estandartes vermelhos quando caminhas na rua, quando Há quem lhes escape? passas de carro nas nossas estradas, quando contem- Vermelho de sangue plas o que te rodeia que, do solo, dos taludes e até das Branco de candura infímas brechas, que se abrem nas Preto de mistério paredes de betão, surgem pequenas Verde de bravura. plantas e arbustos. Que, de todas as Inflamam corações formas e feitios, autênticos bouquêts Em efémera existência de flores, esvoançantes ao vento, se inclinam para ti, Anunciam a Primavera como se te quisessem saudar. Eternas lições de sobrevivência! Não é bela esta estação do ano? Ângela Silva, Ângela Silva 21
  • 22. HISTÓRIA DE UM INSTRUMENTO MUSICAL… Olá! Tal como na edição anterior do Jornal, estou de volta para te apresentar mais um Instrumento Musical. Depois de conheceres a Braguinha da ilha da Madeira, nesta edição vamos dar-te a conhecer um Instrumento Musical da zona de Amarante, que é a Viola Amarantina…. Viola Amarantina A viola Amarantina é típica da zona de Amarante. É uma viola com características, em tudo, semelhan- tes à viola braguesa. Difere desta sobretudo pela forma da boca, em forma de dois corações recortados no tampo. Toca-se de "rasgado", do mesmo modo que a braguesa e é de timbre mais agu- do, de acordo com as exigências da "chula" e do seu instrumental, nomeadamente a rabeca. Os materiais utilizados na construção da viola são a nogueira e o pinho de flan- dres. Para o braço é usado o mogno. Os interiores são de casquinha ou choupo e a escala é feita em pau-preto. A afinação (5 cordas duplas): Lá-Mi-Si-Lá-Ré. A “Amarantina” é uma viola muito antiga, e ao contrário do que sucede na generalidade das violas ditas "típicas", a sua escala sobrepõe-se ao tampo. Prof. Luís Alves 22
  • 23. Projecto “Começar Bem… do 4º para o 5º Ano” 5ª Edição O Serviço de Psicologia e Orientação da nossa escola inicia mais uma vez, este ano, o Projecto “Começar Bem… do 4º para o 5º Ano!”, um projecto inovador que consiste na realização de diversas actividades com o objectivo de apoiar o processo de transição entre o 1º e o 2º Ciclo do Ensino Básico. O projecto, que também se encontra a ser implementado noutras escolas da Região, vai já na sua 5ª edi- ção. Este ano, pela primeira vez, os alunos do 8º ano que irão dinamizar as actividades com o psicólogo da nossa escola, já beneficiaram, eles próprios, do projecto quando frequentavam o 4º ano. Aliás, foram os pri- meiros alunos a beneficiarem desta intervenção. Talvez por esse facto e por muitos deles terem algum irmão, primo ou familiar a frequentar o 4º ano, nunca como neste ano lectivo foram tantos os alunos do 8º ano a aderirem a esta iniciativa. O grupo deste ano é constituído por 13 alunos, todos com uma enorme von- tade de trabalhar e de dar o seu melhor. São eles a Ana Cristina, Ana Isabel, Ana Lídia, Catarina, Carlos, Dio- go, Guilherme, Joana, Maria, Licínia, Pedro, Sandra e Sónia. O novo grupo já tem um nome, são os GAMS – Grupo de Apoio à Mudança com Sucesso. Todos eles estão muito entusiasmados com a possibilidade de apoiarem os alunos do 4º ano nesta transição que é, para mui- tos, um desafio difícil de enfrentar. Depois da selecção e preparação dos alunos do 8º ano em sessões que têm decorrido às quartas-feiras, às 13:30, na sala do Serviço de Psicologia e Orientação, no dia 17 de Março fomos todos juntos à escola primá- ria dinamizar a segunda actividade do projecto que consiste no preenchimento de várias fichas, pelos alunos do 4º ano, destinadas a levá-los a reflectir e a perspectivar a mudança do 4º para o 5º ano. No próximo ano lectivo, contamos expor esses trabalhos na nossa escola, para que todos possam conhecer a opinião dos alu- nos do 4º ano acerca da mudança. Foi com enorme satisfação que vimos os sorrisos e o entusiasmo desses nossos futuros alunos nesse dia, quando nos receberam, pela primeira vez, na escola primária. Para o 3º período está prevista uma nova deslocação à escola do 1º Ciclo para lhes darmos a conhecer as características da nossa escola; uma visita guiada dos alunos do 4º ano à nossa escola, com várias actividades dinâmicas que serão preparadas em conjunto com a nossa animadora cultural e ainda uma acção de sensibi- lização para os pais desses alunos sobre o tema da transição, na qual serão dados alguns conselhos bem importantes. Em relação a esta 5ª edição do projecto tivemos uma ideia que vamos tentar pôr em prática no próximo ano lectivo, que é a divisão do grupo dos GAMS pelas várias turmas de 5º ano, de maneira a que cada sub- grupo possa ficar responsável por um aluno ou um grupo de alunos relativamente aos quais se verifique que estão a ter dificuldades de adaptação à escola ou em risco de serem vítimas de comportamentos de bullying. 23
  • 24. Trata-se de criar uma espécie de padrinhos ou tutores dos alunos do 5º ano que possam estar a revelar algum tipo de dificuldades nesta fase de mudança. O Serviço de Psicologia e Orientação congratula-se pela preocupação em relação à transição e à ligação com a Escola do 1º Ciclo ser já uma preocupação assumida por toda a escola e ambiciona o estabelecimento de uma ponte consistente e regular com essa escola, de forma a começarmos bem o trabalho com todas as turmas de 5º ano que recebemos pela primeira vez na nossa escola. Afinal, não nos podemos esquecer que, se prepararmos bem os alunos para a mudança e se conhecermos bem esses alunos, mais facilmente existirá uma adaptação mútua que irá contribuir para evitar o aparecimento de dificuldades maiores. Encaixa aqui, na perfeição, aquele sábio ditado popular que nos diz que “mais vale prevenir do que remediar”… O logótipo criado pela Ana Cristina do 8º 1 para o grupo dos GAMS Os GAMS, numa das sessões de preparação das actividades do projecto O psicólogo do Serviço de Psicologia e Orientação Filipe Gomes 24
  • 25. Actividades de Orientação Escolar e Profissional para alunos do 9º ano À semelhança do que sucede todos os anos, também este ano lectivo, o Serviço de Psicologia e Orientação encontra-se a dinamizar diversas actividades destinadas especificamente aos alunos do 9º ano, com o objectivo de apoiar o seu processo de tomada de decisão, quanto ao futuro escolar e profissional, após a conclusão do 9ºano. Os alunos interessados inscreveram-se nas sessões e foram constituí- dos dois grupos de trabalho para cada turma. As sessões têm periodici- dade quinzenal e, nelas, são trabalhados vários temas como o auto- conhecimento, a diferença entre tomada de decisão ao acaso e planea- da, a descoberta dos interesses, das aptidões e das preferências profis- sionais, a informação sobre as ofertas de educação e formação existen- tes na Região, a exploração do mundo das profissionais e as caracterís- ticas do 10º ano e do Ensino Secundário, entre outros. Está prevista para o dia 24 de Março, pelas 16 horas, na sala de ses- sões da nossa escola, a dinamização de uma acção de sensibilização para os pais e encarregados de educação relacionada com esta temática e que se intitula: “Como ajudar o/a meu filho/a a decidir o futuro depois do 9º ano?”. Pretende-se através desta acção, sensibilizar todos os pais e encarregados de educação para o papel que devem ter no apoio ao processo de tomada de decisão dos seus educandos, bem como informá-los sobre as ofertas de educa- ção e formação existentes na Região, ao nível do Ensino Secundário. Para o 3º período, tal como já vem sendo habitual, está ainda prevista a realização de uma visita de estudo a algumas das maiores escolas de formação profissional da Região. Através desta visita pretende-se dar a conhecer não só a oferta formativa dessas escolas mas também o seu modo de funcionamento, de maneira a possibilitar uma tomada de decisão mais consciente e realista com base na observação directa das características específicas de cada uma. Este ano lectivo, apesar de termos cerca de 50 alunos nas duas turmas do 9º ano, são apenas 20 os alunos que comparecem regularmente às sessões, o que poderá ser um indicador importante do número de alunos que estão efectivamente interessa- dos em perspectivar o seu futuro ao nível da continuidade dos estudos, após o 9º ano. Apesar de haver um reduzido número de alunos interessados, aqueles que comparecem regularmente às sessões adoptam uma postura dinâmica e mostram-se empenhados em recolher o máximo de informações que lhes permita efec- tuar uma escolha adequada ao seu perfil vocacional, que conjugue simultaneamente as suas características actuais enquanto alunos e as suas preferências e interesses por cursos ou profissões. O psicólogo do Serviço de Psicologia e Orientação Filipe Gomes 25
  • 26. No final do primeiro período, realizou-se o Jantar de Natal para os docentes e funcionários da escola. Foi muito diver- tido, houve troca de prendas e algumas surpresas à mistura. Para a organização deste jantar a Animação Cultural, teve a colaboração dos docentes Luís Alves e João Mancelos na parte Musical, do docente Carlos Vieira na realização dos arranjos Natalícios e das docentes Isil- da Tomás e Carla Leite, que prepararam um painel de Natal, em Estudo Acompanhado, com os alunos do 7º1 e 7º2. 26
  • 27. Quanto à decoração da escola, para além dos enfeites do ano anterior que foram utilizados, criaram-se novos enfeites, nomadamente bolas, árvores e fitas de natal. 27
  • 28. No dia 18 de Dezembro, no Centro Cívico do Caniçal, decorreu a Festa de Encerramento do 1º período lecti- vo que foi um verdadeiro sucesso. Dela constaram canções, danças, orquestra, entrega de prémios, leitura de poemas e de receitas natalícias, protagonizadas pela nossa comunidade discente e docente e também por artistas e outros elementos da comunidade local que foram convidados. A decoração do espaço, contou com a colaboração dos docentes da nossa escola: João Mancelos, José Rui Cadavez e também de alguns docentes da escola do primeiro ciclo do Caniçal. FESTA DE NATAL Orquestra – turma 5º2 Poema de Natal – declamado a várias vozes 28
  • 29. Dança - Alunas do 7º1 Dança - Alunas do 6º1/6º3 Apresentação de um livro - Canção de Natal - Alunas da Leitura – Receita Broas de Mel Luís Alexandre 9º1 modalidade de Canto 29
  • 30. Entrega de Prémios - Entrega de Prémios - Activida- Olimpíadas da Matemática de Interna Grupo Convidado – Alegria de Viver Grupo Convidado – Crasy Dancers Durante o segundo período a animação cultural, contou com a colaboração de muitos os grupos disciplina- res, clubes e projectos. Com o finalidade de concretizar as actividades programadas, realizaram-se as seguin- tes comemorações: Dia de Reis No dia 13 de Janeiro, realizou-se a Comemoração do Dia de Reis, contando com a colaboração dos docen- tes de Educação Musical, João Mancelos e Luís Alves, juntamente com as turmas do 5º3 e 5º6 e com os alu- nos da modalidade de Canto. 30
  • 31. Após a actuação dos mesmos, foi servido bolo-rei, juntamente com chás de ervas, cedidas pelo Clube de Hábitos de Vida Saudável. Dia da Amizade No dia 10 de Fevereiro, comemorou-se o Dia da Amizade, contando com a colaboração do grupo de Inglês da nossa escola juntamente com um grupo de alunos do 2º e 3º Ciclos, que procederam à leitura em Inglês de poemas sobre a amizade. Carnaval na Escola No dia 12 de Fevereiro, realizou-se a actividade “ Carnaval na Escola”, que contou com o seguinte progra- ma: 31
  • 32. No que concerne ao Desfile de Máscaras, participaram 14 turmas. O júri que teve como objectivo avaliar a criatividade da máscara facial, escolheu as seis melhores turmas. Como prémio as turmas receberam certifi- cados. 32
  • 33. O Jogo de Futebol Professoras/Alunas, contou com a participação de oito docentes contra a turma do 9º2. O resultado foi a favor das discentes. O Concurso de DJs contou com a colaboração dos docentes de Educação Musical, João Mancelos e Luís Alves. Participaram seis alunos dos diferentes ciclos. Foi fantástico! 33
  • 34. De seguida, realizou-se o Jogo de Futebol Professores/Alunos, contou com a participação de nove docen- tes contra a turma do 9º2. O resultado foi a favor dos docentes. A actividade de Carnaval, na escola, contou ainda com a participação de alguns funcionários, bem disfarça- dos. Foi evidente uma grande afluência, por parte de toda a comunidade escolar, às actividades de carnaval que a escola realizou. 34
  • 35. Dia Internacional da Língua Materna No dia 03 de Março, comemorou-se o dia Internacional da Língua Materna contando com a colaboração do grupo de Português da nossa escola, juntamente com duas alunas das nossas alunas: a aluna Ana Sofia, do 9º1, que viveu algum tempo da sua infância em Jersey e a Andreine, do 7º1, natural do Equador. Cada uma delas fez referência às dificuldades que sentiram quando chegaram ao nosso país. Foi muito interessan- te! As docentes responsáveis do projecto EQUAL, também não deixaram de participar neste dia, pronunciando – se sobre a linguagem verbal e não verbal, pela “Igualdade de Oportunidades”, entre rapazes e raparigas. Foram servidos bolos, juntamente com chás de ervas, cedidas pelas docentes do Clube de Hábitos de Vida Saudável. 35
  • 36. Dia da Mulher No dia 10 de Março, comemorou-se o Dia da Mulher, contando com a colaboração do projecto EQUA e com a maioria dos grupos disciplinares que participaram na leitura de uma frase alusiva ao mesmo. Foi visua- lizado um PowerPoint sobre o manifesto deste dia. Gostaria de agradecer a toda a comunidade escolar: professores, funcionários e alunos, toda a disponibili- dade e colaboração que mostraram durante este 2º período para a realização das actividades programadas. A Animadora Cultural Susana Alves 36
  • 37. O Desporto Escolar, na Escola Básica do 2º e 3º Ciclos do Caniçal, iniciou os seus campeonatos escolares e concentrações, no início do segundo período, no qual praticamos todas as competições, não averbando fal- tas de comparência. Saliento que os alunos participaram nas actividades de uma forma significativa, demonstrando alegria, boa disposição e empenho na realização das provas. O sucesso das actividades desenvolvidas depende da colabo- ração dos diversos intervenientes da comunidade escolar. No terceiro período, retomaremos as competições como também teremos a Semana do Desporto Escolar que vai decorrer entre os dias 27 e 30 de Abril. A Madrinha que vai representar a escola, na Cerimónia de Abertura da Festa do Desporto Escolar é aluna Gabriela Nunes da turma do 9º2. A escolha recaiu sobre a mesma pelo facto de ser atleta da Selecção Madei- ra de Ténis de Mesa e pelos seus êxitos escolares. Desejo a todos muitos êxitos! A Coordenadora do Desporto Escolar Susana Alves O Ténis-de-mesa, durante este segundo período, iniciou a competição externa, no âmbito da qual foram realizadas três concentrações nos diferentes escalões: Infantis, Iniciados e Juvenis, que decorreram na Escola Básica e Secundária de Santa Cruz. Os nossos atletas tiveram uma prestação fantástica. Obtivemos as seguintes classificações: ESCALÃO JUVENIS ESCALÃO JUVENIS Roberto Sousa CEF 1º Lugar Nicolau Alves 9º2 4º Lugar António Alves 7º3 6º Lugar Elias Remesso 9º1 8º Lugar Jorge F. Silva 8º1 9º Lugar José Manuel 9º2 10º Lugar Paulo Alves 9º1 14º Lugar 37
  • 38. ESCALÃO INICIADOS - Masculino ESCALÃO INICIADOS - Feminino Ivo Calaça 8º1 1º Lugar Gabriela Nunes 9º2 1º Lugar José D. Sousa 8º1 4º Lugar João Sidónio 9º1 6º Lugar Giorgio Nunes7º1 8º Lugar Ruben Sousa 8º2 9º Lugar Roberto Vaz 7º3 10º Lugar João Duarte Dias 6º2 14º Lugar Cândido Nunes 7º3 23º Lugar ESCALÃO INFANTIS - Masculino ESCALÃO INFANTIS - Feminino João D. Santos 6º4 5º Lugar Sara Alves 6º3 1º Lugar Mónica Telo 6º4 9º Lugar Miguel Ângelo 6º3 6º Lugar Carla Spínola 6º4 10º Lugar José M. Santos 7º2 8º Lugar Renata Sousa 5º5 14º Lugar Gabriel Melim 7º2 9º Lugar João Marçal 6º4 11º Lugar Sérgio Silva 7º2 13º Lugar Vítor Gomes 5º2 17º Lugar Décio Santos 5º2 27º Lugar José T. Freitas 6º4 30º Lugar Parabéns!! A orientadora de equipa: Susana Alves 38
  • 39. Nos dias 16 e 30 de Janeiro de 2010, realizou-se a 1ª concentração de Badminton da zona Este. Os alunos mostraram- se empenhados ao longo de todos os jogos disputados, o que se reflectiu nas classificações obtidas: MASCULINOS Infantis Iniciados Ranking Nome Turma Ranking Nome Turma 4 Carlos Filipe Nunes 7º1 13 Manuel Possidónio 5º6 7 João Bruno Sousa 7º1 20 Sérgio Costa 8º2 19 Leonardo Calaça 6º3 Juvenis 26 Mário Nunes 6º3 Ranking Nome Turma 34 João Miguel Nunes 6º3 15 José Diogo Alves 8º1 37 Emanuel Moniz 6º3 41 Luís Alves 5º5 44 Hugo Vidinha 6º3 FEMININOS Infantis Juvenis Ranking Nome Turma Ranking Nome Turma 5 Carolina Isabel Freitas 7º2 3 Sara Cristina Câmara 7º3 8 Mafalda Nascimento 6º1 14 Carla Raquel Calaça 7º2 No passado dia 10 de Março de 2010 realizou-se um torneio interno de Badminton onde se sagraram vencedores, em iniciados/juvenis, os alunos: José Manuel, do 9º2 e Sara Câmara, do 7º3. Por realizar encontra-se ainda a finalíssima de infantis que será disputada entre os alunos João Bruno e Carlos Filipe, ambos do 7º1. De realçar que ainda faltam decorrer duas concentrações de apuramento dos alunos para a concentração final, que decorrerá durante a Festa do Desporto Escolar, e que estão marcadas para 17 e 24 de Abril de 2010. A orientadora de equipa – Prof. ª Alexandra Prioste 39
  • 40. Neste segundo período, teve inicio o desporto escolar. Pois bem, na tua escola existe uma Equipa de volei- bol Iniciadas, que é constituída por: Catarina Leonor Melim, 8º2; Ana Sofia Spínola, 9º1; Elsa Santos Sousa e Alice Nunes, 9º2; Linda Inês Freitas, Ana Cristina Alves, Margarida José Moreira , 8º1 e recentemente refor- çada pela aluna Sara Maria Moniz, também do 8º1. Além destas atletas, temos ainda a ajuda dos seguintes alunos: Hélder Calaça, Luís Melim e José Manuel Silva, todos do 9º2, que acompanham sempre a equipa, desempenhando as funções de árbitros. Cumpridas duas jornadas, a “NOSSA EQUIPA” está desde já de Parabéns, pois encontra-se na segunda posi- ção, com 16 pontos, os mesmos do líder do grupo - o Porto da Cruz. Na terceira posição situa-se a equipa B do Machico com 14 pontos, e por fim está o Caniço com 12. Restam ainda realizar duas jornadas que foram adiadas devido aos acontecimentos ocorridos no passado dia 20 de Fevereiro. Numa dessas Jornadas, o jogo que opõe a “NOSSA EQUIPA” ao Porto da Cruz, irá decidir qual a equipa vencedora do grupo. Esta Equipa vai ainda participar na festa/semana do Desporto Escolar, em representação da nossa escola. Em meu nome pessoal enquanto responsável pelo núcleo, aproveito para dar os parabéns a todas as atle- tas e árbitros pelo trabalho realizado até ao momento, pois devido aos horários dos treinos, e tendo em con- ta que grande parte das alunas está no 9ºano, nem sempre é possível treinar da melhor forma possível, mas nos jogos, a “NOSSA EQUIPA” tem demonstrado bastante atitude, empenho e dedicação em defender a nos- sa escola. Merecem pois os nossos sinceros PARABÉNS… O Orientador de Equipa: João Santos No ano lectivo 2009/2010, o Núcleo de Judo, sob a orientação do professor Ricardo Chíxaro, funciona às 4ª feiras, das 16h00m às 17h30m e às 5ª feiras, das 10h50m às 12h30m. Actualmente encontram-se inscritos os alunos José Manuel (5º6), Quim (5º6), Hugo (5º6), Paula (5º3), Pedro (5º3), Victor (5º3), Christian (5º3), Leandro (5º5), André (5º5), Pedro (5º5), Lino (7º3), Carlos (7º3), Paulo (7º3) e Jéssica (9º2). 40
  • 41. Podemos encontrar diferentes modelos de competição. Assim temos o troféu individual, o troféu técnico, o torneio por equipas e os estágios. O objectivo prin- cipal deste núcleo passa por proporcionar aos alunos momentos de convívio entre os núcleos de Judo do Desporto Escolar, para que estes possam evoluir na sua postura e técnica de combate. A próxima competição realizar-se-á no dia 17 de Abril, na escola Bartolomeu Perestrelo. Relativamente à festa do Desporto Escolar, as competições decorrerão no ginásio da Escola Jaime Moniz, nos dias 29 e 30 de Abril. Até lá, os nossos alunos continuam a treinar para representar a nos- sa escola com dignidade e respeito. No final do ano, iremos propor a aluna Jéssica Santos, do 9º2, para a subida de graduação, isto é, passagem de cinto. O Orientador de equipa – Ricardo Chíxaro O Núcleo de Voleibol Infantis femininos, dirigido pelo Professor Ricardo Chíxaro, funciona às 5ªs e 6ªs fei- ras, das 13h30m às 15h00m. Encontram-se inscritos até à data as seguintes alunas: Mafalda (6º1), Marta (6º1), Virgínia (6º1), Daniela (5º3), Vanessa Sofia (5º3), Carolina (7º2), Dânia (5º6), Carla Daniela (6º2), Maria Isabel (5º5), Joana Luísa (5º5), Daisy (5º5), Tânia (5º5), Joana Patrícia (5º5), Cláudia (5º1), Sofia (5º1), Marta (5º1), Teresa (5º1), Margarida (5º1), Carolina (7º2) e Sara (7º2). Dado o elevado número de alunas inscritas neste núcleo, optámos por criar duas equipas. Neste escalão etário, o voleibol é realizado num campo reduzido, jogando-se desta forma, dois contra dois. No passado mês de Fevereiro realizou-se a 1ª concen- tração de voleibol no pavilhão de Machico, tendo-se registado um excelente resultado por parte da equipa A, que alcançou o primeiro lugar do pódio. Relativamente à equipa B (constituida apenas por alunas de primeira época), bateu-se bravamente contra as outras escolas. A próxima concentração será realizada no dia 17 de Abril. 41
  • 42. Neste ano lectivo o tema para a abertura da Festa do Des- porto Escolar será “A vida na terra e no céu”. Comemorar o Ano Internacional da Astronomia é o objectivo principal da temática que o desporto escolar apresenta para a cerimónia, que irá decorrer no dia 27 de Abril de 2010, no estádio dos Barreiros. Numa interacção pedagógica aluno/ Mundo/ uni- verso, o espectáculo irá, de forma progressiva, revelar alguns aspectos que a ciência tem descoberto a nível da nos- sa relação com o espaço que nos rodeia, as consequências destas relações e a forma de transferir as grandes lições do Cosmos para as nossas vidas. A Escola Básica dos 2/3 Ciclos do Caniçal irá fazer parte desta grande festa que conta com cerca de 2000 alunos das várias escolas da Região Autónoma da Madeira. Os ensaios estão a decorrer no ginásio da escola e os horá- rios são os seguintes: 4ª feiras das 14h00m às 15h00m e 6ª feiras entre as 15h30m e as 17h30m. O Orientador de equipa – Ricardo Chíxaro 42
  • 43. A Actividade Interna procurou, durante este 2º período, proporcionar aos alunos diversos torneios inter- turmas (colectivos), onde os mesmos puderam testar as suas capacidades individuais e colectivas em várias modalidades desportivas, tais como: Andebol, Voleibol, Bas- CLASSIFICAÇÃO: VOLEIBOL quetebol (Compal 3x3 Fase escola e Fase Este) e Futsal. CLASSIFICAÇÃO: ANDEBOL 1º LUGAR (2º Ciclo Fem.) 1º LUGAR (Femininos) - (9º1) 1º Lugar (2º Ciclo Masc.) 1º LUGAR (2º Ciclo) - (5º6) 1º Lugar (3º Ciclo Fem.) 1º Lugar (3º Ciclo) - (9º2) 1º Lugar (3º Ciclo Masc.) 43
  • 44. Realizamos também a Fase “Escola do Compal 3x3” para apurarmos as diversas equipas que iriam represen- tar a nossa escola na Fase Este desta competição. Finalmente, no passado dia 24 de Fevereiro de 2010, no Pavilhão Gimnodesportivo do Caniçal, decorreu a Fase Este do Compal 3x3 onde participaram diversas equipas da nossa escola tendo algumas delas ficado apuradas para representar a Escola na Fase Final que se realiza no Funchal: 44
  • 45. Nos dias 03 e 10 de Março decorreram os jogos Inter-turmas de Futsal Feminino, cujos resultados ire- mos divulgar posteriormente. Alguns registos do evento: Os prémios aos vencedores, serão entregues em data a divulgar. Os docentes da Actividade Interna Daniel Freitas e Nuno Matado 45
  • 46. A Modalidade de Dança, na escola, durante este período teve uma prestação muito significativa. Participou na festa de Natal com duas danças: a dança “Lava as Mãos” com as alunas do 6º1 e do 6º3 e a dança “Jey Hoo” com alunas do 7º1. Alunas do 7º1 Alunas do 6º1 e do 6º3 A dança “Lava as Mãos”, foi um desafio feito pela docente Ana Cunha, com o fim de dar a conhecer os cui- dados a ter para não contrairmos a Gripe A. Esta dança foi levada à RTP no dia seis de Janeiro. No dia quatro de Fevereiro, a modalidade de Dança participou com uma dança intitulada “ Segurança para todos”, com as alunas do 6º1 e do 6º3, na comemoração do Hastear das Bandeiras da Prevenção Rodoviária e do Programa Eco – Escolas. 46
  • 47. No dia 16 de Março, estivemos presentes no Encontro Regional da modalidade de Dança. Este foi realizado no Funchal, na Escola do Salesianos. Participamos com a dança “Lava as Mãos”, tendo como protagonistas as alunas do 6º1 e 6º3. Também no dia 16 de Março as alunas da modalidade de Dança, da turma do 7º1, participaram no Encontro de Edu- cação Moral Religiosa e Católica, com uma dança Pop Rock. Já estão a decorrer os ensaios para o Musica EB, a realizar-se durante o mês de Junho. Quem estiver inte- ressado é só dirigir-se à professora Susana Alves, responsável pela modalidade. Fica o desafio… Inscreve-te! A Responsável pela Modalidade de Dança: Susana Alves 47
  • 48. No passado dia nove de Março a Modalidade de Teatro participou no IV Encontro Regional de Expressão Dramática/Teatro, no Auditório da RDP, no Funchal. Os alunos da Modalidade puderam representar a escola com a encenação da peça “A História da Pascoali- na”. Esta é uma peça adaptada pelos próprios alunos a partir de um texto de autor desconhecido, cedido pela equipa do Projecto Agir para a Igualdade. Como forma de apoio e de companheirismo, juntamente com o pequeno grupo de actrizes, foram alunos das turmas do 5.º4 e do 6.º1. Com a elefanta Pascoali- na aprendemos que o caminho da felicidade é também o caminho da liberdade. 48
  • 49. CLUBE HÁBITOS DE VIDA SAUDÁVEL Olá a todos (as)! Esperamos que estejam cheios de energia, alegria e óptima disposição e que o Clube Hábitos de Vida Saudável tenha continuado a satisfazer o apetite dos devoradores de delícias saudáveis e dos curiosos que espreitam de lado os paladares vitaminados. O 2.º período foi fresco e poucas foram as visitas do Sol. Por isso, sempre que o fresquinho aper- tar, põe mãos à obra e descobre como o forno lá de casa pode ser o teu melhor amigo. Além de aquecer, pode mesmo devolver-te receitas deliciosas! Reparem bem como a Joana e o Leonar- do do 5.º6 se divertiram na Festa de Natal a contar-nos como se preparam Broas de Mel com Nozes... Para acompanhar as Broas de Mel com Nozes, nada melhor do que uma infusão/chá bem quentinha/o. Pois bem, na semana de 18 a 22 de Janeiro, na compra de sandes e croissants, pudeste provar infusões de hortelã, funcho, casca de limão, erva doce e casca de laranja. Lembrando os mais esquecidos que “TUDO TEM ÁGUA” , os amigos do clube elaboraram este colorido cartaz . A Semana dos Sumos Naturais que decorreu entre 8 a 12 de Fevereiro de 2010, foi recebida com todo o entusiasmo! Além das habituais pro- moções, alertou-se para os benefícios de alguns frutos. O Clube Hábitos de Vida Saudável associou-se ainda à Animação Cultural. As infusões de funcho e hor- telã espalharam o seu aroma pela Sala de Professores/as, no âmbito das Comemorações do Dia de Reis e do Dia internacional da Língua Materna. Vem connosco e torna-te membro dos amigos deste clube! Às terças feiras, pelas 9h00, na sala 1.15 , adicionamos os seguintes ingredientes: convívio, boa-disposição, criatividade… Abraço vitaminado e até breve! 49
  • 50. Programa Eco-Escolas O Programa Eco-Escolas é um Programa Internacional que pretende encorajar acções e reconhecer o trabalho de qualidade desenvolvido pela escola, no âmbito da Educação Ambiental. Fornece fundamentalmente metodologia, for- mação, materiais pedagógicos, apoio e enquadramento ao trabalho desenvolvido pela escola. Este programa insere-se no âmbito da Associação Bandeira Azul da Europa (ABAE) que promove actividades de sensi- bilização e educação para o Desenvolvimento Sustentável. Pretende encorajar acções, reconhecer e premiar o trabalho desenvolvido pela escola na melhoria do seu desempenho ambiental, gestão do espaço escolar e sensibilização da comunidade, que requer o envolvimento de toda a comunidade escolar, pretendendo assim motivar para a necessida- de de mudança de atitudes e adopção de comportamentos sustentáveis no quotidiano, ao nível pessoal, familiar e comunitário. Os temas a desenvolver são: água, resíduos, energia e alterações climáticas, biodiversidade e ruído. No âmbito do Programa, a nossa escola também vai participar na ”Escola da Energia 2010”, que é um projecto direc- cionado para as Eco-Escolas portuguesas e visa promover os temas relacionados com a Energia, no sentido de uma maior reflexão sobre o assunto, na procura de soluções para as questões ambientais que se colocam actualmente, em relação ao consumo energético. Em resumo, um dos principais objectivos é alertar para a necessidade de se alterarem comportamentos, no que concerne ao actual consumo energético e às suas repercussões para o Ambiente e, conse- quentemente, para a qualidade de vida das populações. A nossa escola participa neste programa desde o ano lectivo 2000/2001, tendo desde então, sido galardoada com a Bandeira Verde, como reconhecimento de todo o trabalho e esforço desenvolvidos, ao longo de cada ano lectivo de participação no referido programa. No âmbito do trabalho desenvolvido no ano lectivo anterior, coordenado pelas docentes Vânia Mendes e Ângela Sil- va, foi atribuída à nossa escola a Bandeira Verde e o certificado de bom desempenho ambiental, pela Associação Ban- deira Azul da Europa. Sendo assim, no passado dia 4 de Fevereiro, foi com muito orgulho que a nossa comunidade escolar esteve reunida na cerimónia do hastear da Bandeira Verde, que contou com a presença, entre outras entida- des, do Director Regional de Educação e de representantes da Direcção Regional do Ambiente. A cerimónia teve início na biblioteca da escola, com a actuação de um grupo de alunos que tocaram duas músicas, utilizando instrumentos feitos a partir da reutilização de resíduos. Houve ainda uma exposição dos trabalhos elabora- dos no âmbito do referido Programa e a actuação de um grupo de alunos que apresentaram uma dança alusiva ao tema. Seguidamente, foi hasteada a Bandeira Verde2008/09 no átrio da escola, ao som do Hino da Madeira, cantado por um grupo de alunos pertencentes à “Modalidade de Canto “ da escola. 50
  • 51. No decorrer do presente ano lectivo, foram já desenvolvidas algumas actividades, inseridas no Plano de Acção, elabo- rado pelas coordenadoras Isabel Sarmento e Vânia Mendes. Elaboração da decoração de Natal, através da reutilização de materiais recicláveis, em colaboração com a Animação Cultural da escola. As Coordenadoras do Programa Eco-Escolas: Isabel Sarmento e Vânia Mendes Clube de Prevenção Rodoviária Ainda neste dia 04 de Fevereiro, a Escola hasteou a sua primeira bandeira ligada ao trabalho desenvolvido pelo Clube de Prevenção Rodoviária, relativo ao ano lectivo 2008/09. Dinamizado pela docente Simone Catanho, a atribuição desta bandeira aconteceu na sequência da realização de todas as actividades propostas pelo Clube e pela Secretaria Regional de Educação. O Professor João Calaça 51
  • 52. CLUBE EUROPEU Representação da Escola no X Parlamento Jovem Regional Os alunos do turno 1 do Clube Europeu irão defender a Escola no X Parlamento Jovem Regional, a ocorrer no próximo dia 12 de Maio, na Assembleia Legislativa da Madeira. A equipa é constituída pelos seguintes alunos: Ana Isabel Spínola (9º1), Catarina Melim (8º2), Marta Licínia Sousa (8º2) e Luis Ale- xandre Moniz (9º1). Para tal, esta equipa começou por elaborar quatro propostas inseri- das no tema “Medidas para incentivar a competitividade, o Cresci- mento e o Emprego”, tema do X Parlamento. Anteriormente à ida ao X Parlamento Jovem, iremos estar presentes em reuniões preparatórias. Se acontecer passarmos à fase seguinte, na primeira reunião preparatória que terá lugar no dia 16 de Abril, na Escola Básica e Secundária de Machico, estaremos presentes na segunda reunião preparatória, que ocorrerá no dia 28 de Abril no Funchal, na Assembleia Legislativa da Madeira. Finalmente, no dia 12 de Maio, acontecerá a tão desejada sessão do X Paramento Jovem, onde esperamos, para além de interpretar o papel de “Jovem Deputado”, fruir de um dia diferente e conhecer amigos novos. Catarina Melim e Marta Licínia, 8º2, sócias do Clube. EXPOSIÇÕES REALIZADAS Ao longo do ano lectivo têm sido divulgados, no Placard do Clube, em mini- exposições, muitos dos trabalhos realizados pelos alunos sócios. Entre Outubro e Dezembro, foram expostos os Símbolos da União Europeia, a saber: a Moeda Única (Euro), a Bandeira, o Hino (Ode à Alegria) e o Dia da Europa (9 de Maio). Entre Dezembro e Janeiro, foi a vez de serem divulgadas tradições de Natal de alguns países da União Europeia, como a França, a Finlândia, a Holanda, a Espanha, a Grécia, a Alemanha, a Roménia e a Dinamarca. Desde Fevereiro, estão em exposição as Instituições da União Europeia. Sabias que a União Europeia tem uma dúzia de instituições? Os sócios do Clube pesquisaram-nas. São: o Parlamento Europeu; o Conselho Europeu; o Conselho (de ministros) da União Europeia; a Comissão Europeia; o Tribunal de Justiça; o Tribunal de Contas; o Comité Económico e Social; o Comité das Regiões; o Banco Central Europeu; o Banco Europeu de Investimento; o Provedor de Justiça Euro- peu e a Autoridade Europeia para a Protecção de Dados. 52
  • 53. Biblionews As notícias da Biblioteca Exposição de artes na biblioteca Alunos de 7º e 8º ano expõem os seus trabalhos artísticos de EV Desde o início do mês que a biblioteca da nossa escola pôde contar com a presença de trabalhos de alguns alunos de 7º e 8º anos, realizados no âmbito da disciplina de Educação Visual. Sob o tema “Reflexões Pessoais” os alunos exprimiram artis- ticamente o que pensavam, o que gostavam e até mesmo expu- seram algumas das suas características, valorizando os elementos visuais e plásticos enfatizados na disciplina. Comemorações do Dia de Júlio Verne No dia de Júlio Verne, os alunos divertiram-se na biblioteca, ficando a conhecer mais sobre o autor. No dia 8 de Fevereiro, a biblio- rado um homem visionário no seu teca da escola, comemorou o dia de tempo, porque no séc. XIX previu e Júlio Verne. Houve algumas activida- imaginou coisas que só começaram a des para os alunos, nomeadamente aparecer no séc. XX, por exemplo, o uma breve exposição biográfica e submarino no livro “ As 20.000 léguas bibliográfica do escritor e ainda um submarinas”, que futuramente apare- concurso sobre as diversas obras ceria na 1ª Guerra Mundial. dele. O autor Júlio Verne era conside- Márcia 6º4 O Cupido visita a escola No dia de S. Valentim um cúpido e uma borboleta foram entregar cartas aos alunos pelas salas de aula. No passado dia 12 de Fevereiro, na comemo- ração do dia de S. Valentim na nossa escola, um cúpido e uma borboleta foram entregar cartas românticas e de amizade às salas dos alunos, na par- te da manhã. As cartas foram escritas por parte de um “admirador secreto” e foram entregues sabendo ape- nas o nome a quem se destinavam. Os alunos ficaram surpreendidos e gostaram muito da surpresa. Márcia 6º4 53
  • 54. Biblionews O Dia da Mulher na nossa biblioteca No dia da Mulher houve uma exposição na biblioteca, com a participação de muitas alunas da escola. No dia 8 de Março, na biblioteca da escola, houve uma pequena exposição alusiva ao dia da mulher. Na exposição podíamos ver a história do que aconteceu nesse dia, em 1857, e os direitos adquiridos pela mulher após essa data. A expo- sição estava acompanhada por biografias de Mulheres que marcam e marcaram a história, como por exemplo, Ana Salazar, Naomi Campebell e a Madre Teresa de Calcutá. Ainda no mesmo dia, as alunas deram a sua opinião pessoal num “painel” de intervenções elaborado para o evento, respondendo à questão colocada:”Ser Mulher é...”, e ainda algumas dessas alunas, de diferentes anos, foram questiona- das sobre mulheres famosas, de acordo com os seus gostos pessoais, como o caso de cantoras, actrizes e dos seus próprios ídolos femininos. Márcia 6º4 O Muro da Cultura Quem é Júlio Verne? À procura de saber um pouco mais sobre Júlio Verne, fui à “caça” de professores. Com o professor Lisber Pontes fiquei a saber que Júlio Verne é um escritor. O professor João Marcelos disse que Júlio Verne escreveu “A Ida à Lua”. A professora Alexandra de EVT acrescentou que o livro “As 20.000 Léguas Submarinas” tam- bém foi escrito pelo mesmo autor. Mas ainda tinha uma dúvida: em que século nasceu o escritor? O professor João Santos res- pondeu : “no séc. XIX”. Agora sim fiquei a saber um pouco mais sobre este escritor. Vanda 6º2 Como apareceu o Dia Internacional da Mulher? Neste dia, no ano de 1857, as operárias têxteis de uma fábrica de Nova Iorque entraram em greve, ocupando a fábrica, para reivindicarem a redução de um horário de trabalho, de mais de 16 horas por dia, para 10 horas. Estas operárias que recebiam menos de um terço do salário dos homens, foram fechadas na fábrica que posteriormente foi incendiada, e cerca de 130 mulheres morreram queimadas. Em 1910, numa conferência internacional de mulheres realizada na Dinamarca, foi decidido, em homenagem àquelas mulheres, comemorar o 8 de Mar- ço como "Dia Internacional da Mulher". De então para cá o movimento a favor da emancipação da mulher tem tomado forma, tanto em Portugal como no resto do mundo. Com este dia pretende-se chamar à atenção para o papel e a dignidade da mulher e levar a uma tomada de consciência do valor da pessoa, perceber o seu papel na sociedade, contestar e rever preconceitos e limitações que vêm sendo impostos à mulher. Carla 6º4 54
  • 55. Biblionews O cantinho do leitor Estava na escola a pensar em fazer algo para o Biblionews e surgiu a ideia de fazer uma entrevista com outros alunos. A “vítima” escolhida foi a Ana Isabel, do 6º2. Entrevistadora: Qual é a tua banda, cantor ou música favorita? Entrevistada: A minha cantora favorita é a Beyonce com o tema: “Broken heart girl”. Entrevistadora: Se fosses uma celebridade quem gostarias de ser? Entrevistada: Claro que eu gostaria de ser a Beyonce. Entrevistadora: Qual é o teu filme preferido? Entrevistada: O meu filme preferido é o Avatar. Ana José 6º4 Os Papa-troféus Poema: O amor maduro O amor maduro não é menor em intensidade. Ele é apenas silencioso. Não é menor em extensão. É mais definido, colorido e poetizado. Não carece de demonstrações. Presenteia com a verdade do sentimento. Não precisa de presenças exigidas, amplia-se com as ausências significativas. O amor maduro tem e quer problemas e vive dos problemas da felicidade. Liliana 6º4 O Bibliocúmulo Qual é o cúmulo para um livro? Caírem as folhas no Outono. Vê se adivinhas... Qual é a coisa, qual é ela que atravessa todas as portas, sem nunca entrar, nem sair por elas? A anedota do mês Na aula de português, o professor dirige-se aos alunos e pergunta: "Houve um carro que se despistou. Menino Fernando, responda, onde está o sujeito?" E o menino Fernando responde: "Deve estar no hospital ou no cemitério!" 55
  • 56. No dia 7 de Janeiro do presente ano, decorreu na nossa Escola a primeira eliminatória do concurso “Triatlo Literário”, tendo contado com a participação das alunas Ana Marta Meneses e Alice Nunes, ambas do 9º 2, e das alunas e aluno: Carolina Isabel Freitas, Carolina José Alves e Sérgio Bruno Alves, do 7º2. Esta eliminatória contemplou uma prova de leitura, uma de escrita e, ainda, uma de prova de conhecimentos gerais acerca da obra Ricardo, o Radical da escritora Maria Teresa Maia Gonzalez. Após a realização das referidas provas, o júri elegeu como vencedora desta primeira eliminatória, a aluna Alice Nunes, da turma 9º2, que representará a escola na segunda eliminatória do concurso, a decorrer, no próximo dia 16 de Abril, na Escola Bispo Manuel Ferreira Cabral (Santana). Concurso “Escreve a tua música” No dia 4 de Fevereiro de 2010, realizou-se na Biblioteca Municipal de Machico o concurso «Escreve a tua música!», tendo participado no mesmo, além de alunos da EB2,3 do Porto da Cruz, os seguintes alunos da nossa Escola: Ana Lúcia Nunes, Daniela Moreira Freitas, Maria Alves Moniz, Marina Duarte Nunes e Vítor Gomes do 5º 2; António Rafael Calaça, Daniela Patrícia Alves, Mariana José Sousa e Susana Raquel Silva do 5º 3; Ana Catarina Alves, Joana de Sousa Calaça, Joana Sofia Vieira, Marina Martinha Alves e Tânia Sofia Olival do 5º 4; Ana Isabel Spínola e Ana Sofia Spínola do 9º 1. Os alunos teriam de escolher uma música e alterar a letra, tornando-a “sua”. Poderiam também criar tudo (letra e música). 56
  • 57. O vencedor desta primeira eliminatória foi um grupo de dois alunos do Porto da Cruz. Em segundo lugar ficaram as alunas Ana Lúcia Nunes, Maria Moniz e Marina Duarte Nunes (5º2), com a música “Se o tele- fone toca”. Em terceiro lugar, ficaram Ana Isabel Spínola e Ana Sofia Spínola (9º1), com a música “Estás lon- ge”. Em quarto lugar, Susana Raquel Silva (5º3), com a música “Uma flor” e em quinto lugar Daniela Patrícia Alves (5º3), que cantou ”Olha o que o amor me faz”. Estes alunos foram apurados para a final do concurso, a qual será realizada em Machico no próximo mês de Maio, em data a definir. A Equipa do Baú do Caniçal Rui Teixeira Cristina Aguiar Sérgio de Jesus 57
  • 58. PRÉMIO PESSOA 2009 O vencedor deste ano do Pré- mio Pessoa é D. Manuel Cle- mente, bispo do Porto. "Em tempos difíceis como os que vivemos actualmente, D. Manuel Clemente é uma refe- rência ética para a sociedade portuguesa no seu todo", considerou o júri do prémio Pessoa. O Prémio Pessoa é um prémio criado pela UNISYS e pelo EXPRESSO, que é concedido anualmen- te, à pessoa de nacionalidade portuguesa que durante esse período - e na sequência de uma acti- vidade anterior - tiver sido protagonista de uma intervenção particularmente relevante e inovado- ra na vida artística, literária ou científica do país. Acreditando cada vez mais na necessidade de intervenção da sociedade civil na regulação do futuro do nosso País, a organização pretende com este Prémio contribuir anualmente para o alar- gamento e o aprofundamento da obra de tantas pessoas portuguesas, umas mais conhecidas outras menos, que necessitam e merecem ser encorajadas para fazerem mais e melhor. A intervenção cívica de D. Manuel Clemente tem-se destacado por uma postura humanística de defesa do diálogo e da tolerância, de combate à exclusão e da intervenção social da Igreja. Ao mesmo tempo que leva a cabo a sua missão pastoral, D. Manuel Clemente desenvolve uma inten- sa actividade cultural de estudo e debate público. Em tempos difíceis como os que vivemos actual- mente, D. Manuel Clemente é uma referência ética para a sociedade portuguesa no seu todo. Foi assim que o júri do mais prestigiado Prémio Nacional - no valor de 60.000 euros - justificou a escolha do Bispo do Porto como a personalidade que mais se destacou no ano de 2009. D. Manuel Clemente, 61 anos, é natural da Freguesia de S. Pedro e S. Tiago, Torres Vedras. É Bispo da Diocese do Porto, desde Fevereiro, tendo sido, anteriormente, bispo auxiliar de Lisboa. Licenciou-se em História, pela Faculdade de Letras de Lisboa e, depois de ter ingressado no Semi- nário Maior dos Olivais, volta a diplomar-se em Teologia pela Universidade Católica Portuguesa (UCP). É doutorado em Teologia Histórica, desde 1992, e tem diversas obras literárias publicadas. Continua ligado ao ensino dando aulas na Universidade Católica Portuguesa, onde também diri- ge o Centro de Estudos de História Religiosa. Participa regularmente no programa Eclesia, da RTP2, e é presidente da Comissão Episcopal da Cultura, Bens Culturais e Comunicações Sociais. Professora Ângela Silva 58
  • 59. Solar dos Leais ou da Capela O magnífico Solar dos Leais foi remodelado e ampliado no Séc.XVIII, pelo opulento terratenense João Nepomu- ceno Freitas Leal, família de nobres morgados que se instalaram no Porto da Cruz em 1500, sendo por isso a sua capela dedicada a S. João Nepomuceno. Mas a casa original deve datar dos finais Séc. XVII, a fazer fé na data de inscrição, 1692, que se encontra gravada no lintel de uma janela da fachada lateral esquerda. O vetusto edifício apresenta volumes escalonados com robustas paredes de alvenaria basáltica rebocados a cimento. Na fachada principal está incorporada a capela que ter- mina numa cornija curva em cantaria com cruz. Nela abre-se um pórtico de arco de volta perfeita, em canta- ria vermelha, numa linguagem timidamente barroca, encimado por moldura recortada, com cartela em forma de lira, inscrita com "1777 / S. / JOAO / NEPOMV / CENO" e encimada por cruz e sobreposto por uma janela de verga recta com tapa-sol. Do lado direito ergue-se a harmoniosa torre sineira, que possui alhetas em cantaria vermelha e apresenta também dois óculos quadrangulares, o último dos quais com grade de ferro. Superiormente é rematada por uma cornija hori- zontal em cantaria aparente e abrem-se dois arcos plenos, também em cantaria, para os sinos. Entre o portal e o cam- panário existe uma pia de água benta lavrada, em cantaria regional. O interior do solar apresenta paramentos rebocados e pintados, tendo no primeiro piso pavimentos em tabuado de madeira e tecto também de madeira, assente em vigamento formado de grandes troncos; aqui ficam as salas e ampla cozinha, com pavimento cerâmico, preto e branco, formando losangos. Uma escada de cantaria acede ao segundo piso, onde ficam os quartos, com pavimento em ripado de madeira e tectos de madeira em masseira, pintados de branco. A capela exibe paredes rebocadas e pintadas de branco, com pavimento em tabuado de madeira e cobertura em falsa abóbada de berço, de estuque, sobre cornija de madeira pintada a marmoreado. O coro-alto apresenta tecto do sub-coro pintado com grande cartela inscrita, envolta em elementos fitomórficos, comunicando com a casa. Na zona do supedâneo, em cantaria vermelha, abrem-se de cada lado duplas portas de comunicação com a casa. Esta capela ostenta um retábulo-mor, tardo-barroco, em talha policromada e dourada. Do lado esquerdo do templo rasga-se a porta principal da casa com moldura em cantaria, apresentando o lintel um desenho ondulado para marcar a entrada, e no segundo piso abrem-se duas janelas de vergas rectas. A casa solarenga apresenta forno de feição exterior e uma chaminé de forma rectangular. Na parte traseira apare- cem dois óculos ovais. Todas as molduras dos vãos são em cantaria vermelha insular e todas as janelas possuem tapa- sóis de cor verde. O imóvel é pintado de cor branca com o característico soco avermelhado. Este edifício apresenta duas águas na capela e telhados múltiplos de quatro águas em telha de meia cana, com bei- rais duplos. A casa é rodeada de jardins, com canteiros de buxos e outras plantas, destacando-se a vinha virgem, e desenhando- se, entre eles, caminhos pavimentados no tradicional calhau rolado. Nota curiosa é que desde o fundador da capela, até finais do Séc.XIX, a família Freitas Leal, devido à sua importância social, conseguiu junto do episcopado, que todos os párocos do Porto da Cruz, ou todos os padres que pela Quinta pas- sassem, tivessem a obrigação de lá celebrar uma missa particular aos Domingos. Nos finais do Séc. XIX a família Freitas Leal passou a residir no Funchal, utilizando o Solar apenas para local de vera- neio, o que levou gradualmente a casa ao abandono e, consequentemente, à ruína. Nos inícios dos anos noventa, este solar foi excelentemente recuperado pelo Sr. António Estevinho para fins de turis- mo de habitação, numa louvável e insólita acção particular de reabilitação do nosso património civil. De salientar a preocupação pela decoração do solar recorrer a mobiliário do Séc.XVIII e XIX numa clara preocupação pela coerência do todo. Não quererá lá ir passar um fim-de-semana tranquilo a contactar com a arte e a história? Professor Emanuel Gaspar 59
  • 60. PRÉMIO ESTADISTA GLOBAL 2009 O presidente brasileiro, Luiz Inácio Lula da Silva, recebeu o prémio de Estadista Global do Fórum Económico Mundial, no passado dia 29 de Janeiro, em Davos (Suíça). O presidente brasileiro é o primeiro líder mundial a ser homenageado com o prémio criado para marcar os 40 anos do Fórum, que todos os anos analisa, nesta cidade suíça, a situação económica mundial e as tendências de desenvolvimento. O objectivo deste prémio é reconhe- cer os líderes que usam o mandato para melhorar a situação do mun- do. O fundador e presidente do Fórum Económico Mundial, Klaus Schwab, disse que «o presidente do Bra- sil tem demonstrado verdadeiro compromisso com todas as áreas da sociedade, e é um exemplo a ser segui- do na liderança mundial». O ex-secretário das Nações Unidas, Kofi Annan, foi a personalidade escolhida para entregar o prémio ao presidente brasileiro. Professora Ângela Silva Golo de pé descalço O Brasileiro Leónidas da Silva entrou na história do futebol quando no Mundial de 1938, frente à Polónia, marcou um golo de “pé descalço”. A sua bota estragou-se, e como não existia outra de reserva atirou-a para fora do campo para alguém do banco a tentar reparar, ficando assim com um pé descalço. Entretanto houve uma falta contra a Polónia. Hércules, avançado da selecção Brasileira, marcou a falta com força. Do lance resultou um ressalto, indo a bola ter ao jogador Leónidas. Este utilizando o pé des- calço rematou à baliza com sucesso. O árbitro validou esse golo que ainda hoje é histórico. Actualmente isto não seria possível, já que as regras penalizam como falta qualquer toque na bola sem bota. Professor João Mancelos 60
  • 61. PARKOUR – O novo desporto urbano O Parkour é um desporto praticado sobretudo nas áreas urbanas que consiste num modo de deslocação rápida entre dois pontos. David Belle foi o criador do parkour. É graças a esta emblemática figura que, hoje, todos praticamos esta útil forma de deslocamento - o parkour. Não querendo prosseguir com a carreira militar, David Belle enveredou pela procura de pequenos empregos na área da manutenção, agente de segurança ou vendedor de móveis, mas foi a sua partici- pação em pequenos papéis de representação em filmes Franceses como "Femme Fatale" que o con- venceram que a representação seria a sua vida. Convencido de que poderá ser um bom actor e que poderá trazer algo de novo ao mundo do cinema, David Belle, em conjunto com o seu grupo de traceurs inicial, projecta uma curta-metragem de nome Mana o Te Toa onde integra várias artes como a "haka", uma dança tradicional da Nova Zelândia, acrobacias, coreografias de luta, treino físico e, é claro, parkour. Esta curta – metragem foi suficiente para convencer Brian de Palma do valor do jovem aspirante a actor tendo-o presenteado com alguns dias de filmagens no filme que fez a seguir. Aproveitando a nova janela de oportunidade que se lhe apresentava, David decidiu desenvolver a arte que praticava formando a associação yamakasi e atribuindo nomes aos principais movimentos que hoje constituem a base do parkour. Sempre dedicado, procurou dar um nome e rumo à prática que vinha a praticar, há já tantos anos, juntamente com os seus colegas de infância. Entre todos o consen- so foi que chamariam parkour aos percursos que faziam na procura do caminho mais útil entre dois pontos. Baseado no método natural de Georges Hébert, o parkour é destinado a desenvolver as qualidades humanas na deslocação, utilizando o ambiente: correr, saltar, rolar, escalar, pendurar-se,, suspender- se, equilibrar-se. Exceder-se, todo o tempo. Desenvolver a agilidade, o salto, a velocidade e a confian- ça em si mesmo. Professora Ângela Silva 61
  • 62. www.petiscos.com Trata-se de um portal de fazer crescer água na boca. Aqui http://ec.europa.eu encontras milhares de receitas muito variadas. Podes enviar as Online, a UE criou um site onde vai mostrando os diversos pro- tuas próprias receitas e trocar dicas com outros "cozinheiros" jectos em curso no espaço europeu e respectivos apoios comu- no fórum. Poderás aceder a dezenas de receitas, algumas das nitários a este tipo de iniciativa. quais, em suporte vídeo. Todos os dias, há receitas e sabores http://www.ecocasa.org em destaque, para todos os gostos. Projecto lançado pela Quercus que visa promover a alteração http://www.topten.pt/ de hábitos adquiridos por todos nós, na forma como gerimos Da responsabilidade da Quercus, o TopTen é uma ferramenta os consumos em nossa casa. Aprende aqui a tornar mais efica- de pesquisa on-line, que pretende orientar os consumidores na zes os consumos energéticos na tua habitação. escolha de equipamentos utilizados no nosso dia-a-dia, que http://www.limparportugal.org/ consomem energia: desde electrodomésticos e lâmpadas, a “Limpar Portugal” é um projecto que pretende reunir o maior automóveis. número de voluntários para limpar o país, num evento que está http://quioske.com agendado já para o próximo dia 20 de Março. Inscreve-te! Ain- Agregador de jornais e revistas nacionais e internacionais que da estás a tempo de participar na limpeza das serras do teu permite ao utilizador estar constantemente actualizado das concelho. notícias de mais 350 jornais. Para além de oferecer as capas desses mesmos jornais, quando disponível, oferece também http://www.templateswise.com resumos das mais recentes notícias desses mesmos jornais. É Este site, como o http://www.presentationmagazine.com/, actualizado constantemente disponibilizando as capas e notí- oferece incontáveis modelos gratuitos de PowerPoint e não cias mais recentes. exige registo. Basta escolher, fazer download e usar. http://educaedu.com.pt www.marquesiano.blogspot.com Directório de cursos, licenciaturas, mestrados e pós- Este blog tem a finalidade de publicar textos poéticos, artigos, graduações em Portugal, com cerca de 3.000 cursos na sua ensaios, entrevistas, reflexões, fotografias, comentários de base de dados. Através desta página pode-se solicitar informa- filmes ou de obras, literárias ou não-ficcionais, onde os inter- ções sobre qualquer curso ou universidade que nos interesse. nautas podem comentar os escritos. O último dos textos ali colocado aborda a questão do piercing, os gostos pessoais pelo http://mywonderfulworld.org mesmo, a igualdade na diferença. Campanha promovida pela National Geographic, que tem por objectivo promover a educação nas comunidades, nas famílias www.leme.pt/crianças e escolas em todo o mundo. Esta página tem por objectivo proporcionar às crianças uma http://www.cantinhodamadeira.net/ entrada segura no mundo da Internet e dar respostas adequa- Cantinho da Madeira assume-se como «um site bem madeiren- das aos novos interesses e necessidades educativas. Jogos edu- se» divulgando uma vasta informação útil sobre a Madeira. Em cativos ou meramente lúdicos, histórias animadas, animais, destaque, a última Festa dos Compadres, em Santana, integra- profissões, trabalhos manuais, actividades, passatempos, fil- da num conjunto de dados sobre o Carnaval madeirense. mes, notícias, postais podem aqui ser encontrados. (http://www.jornaldamadeira.pt/ ) 62
  • 63. LEVADA DO FURADO (Ribeiro Frio – Portela) Esta levada, com início no Ribeiro Frio, é uma das mais antigas levadas públicas, tendo sido adquirida pelo Estado para irrigar os campos agrícolas do Porto da Cruz. Este trilho termina com uma descida até à Porte- la. Particularidades do percurso: Início: E.R. 303 (Ribeiro Frio); Fim: E.R. 102 (Portela). Distância a percorrer: 11 Km; Tempo: 5h; Altitude máxima: 870 m; Altitude mínima: 520 m; Perigo de vertigens; Existência de túneis, levar lanterna; O piso pode estar escorregadio, levar calçado antiderrapante. Este percurso inicia-se no Ribeiro Frio, concelho de Santana e, decorre ao longo da cota dos 860 m de altitu- de. Faz-se percorrendo a vereda da Levada da Serra do Faial até à casa de divisão de águas, descendo até à zona dos Lamaceiros e finalizando no miradouro da Portela, no concelho de Machico. História da Levada do Furado A Levada do Furado é uma das mais antigas levadas pertencentes ao estado, tendo sido adquirida por con- trato celebrado no ano de 1822 entre o primeiro Conde de Carvalhal e a Junta da Real Fazenda, com a finali- dade de irrigar os campos agrícolas do Porto da Cruz. Devido à ligação com as levadas do Juncal e da Serra do Faial, que a ela se juntam logo no seu início, e continuam para além do seu terminus, no sítio dos Lamacei- ros, diz-se que esta levada transporta três águas: aquela que sendo recolhida no vale do Ribeiro Frio rega os poios do Porto da Cruz e as que, vindo das serras de Santana, são armazenadas na Lagoa do Santo da Serra para posterior distribuição. Ao longo desta levada podemos contemplar os multivariados tons de verde, proporcionados pela bem con- servada mancha de floresta natural da ilha - Floresta Laurissilva - constituída predominantemente pelo Lou- reiro (Laurus azorica), Folhado (Clethra arborea), Til (Ocotea foetens) e Vinhático (Persea indica), entre as espécies arbóreas, destacando-se ainda o Isoplexis (Isoplexis sceptrum), o Massaroco (Echium candicans), as Estreleiras (Argyranthemum pinnatifidum), e a Orquídea da Serra (Dactylorhiza foliosa), entre as espécies herbáceas. É possível avistar o Bisbis (Regulus ignicapillus madeirensis), o mais pequeno pássaro que povoa a Madeira, e o destemido Tentilhão (Fringila coelebs). Mais raro será o Pombo Trocaz (Columba trocaz trocaz) espécie endémica da Madeira. A paisagem é dominada pelo vale do Ribeiro Frio onde são surpreendentes os campos agrícolas do Faial, São Roque do Faial e Porto da Cruz, para além da espectacular massa rochosa da Penha de Águia que protege, a Oriente, a baía do Faial e a Ocidente a Ponta dos Clérigos. É no sítio dos Lamaceiros que se separam as águas, e é aqui que acaba a Levada do Furado e onde se inicia a descida para a Portela. Atravessando a zona florestal e o Posto Florestal dos Lamaceiros, o percurso continua pela estrada de terra até se encontrar a Levada da Portela, que ladeia, pela esquerda, o Lombo das Faias, ter- minando ao encontrar a Estrada Regional 102. Professor João Mancelos 63
  • 64. Alice no País das Maravilhas Data de estreia: 2010-03-04 A Princesa e o Sapo Título Original: Alice in Wonder- Data de estreia: 2010-02-04 land Realizador: Tim Burton Título Original: The Princess Sinopse: ALICE NO PAÍS DAS and the Frog MARAVILHAS é uma abordagem Realizador: Ron Clements, mágica e imaginativa de uma das John Musker mais amadas histórias de todos Sinopse: Uma comédia pas- os tempos. JOHNNY DEPP surge sada na cidade de Nova como o Chapeleiro Louco e MIA WASIKOWSKA como Alice Orleães, dos criadores de "A de 19 anos de idade, que regressa ao excêntrico mundo que Pequena Sereia" e "Aladin", que é uma versão moder- encontrou, pela primeira vez, quando era criança, reunindo- na de um conto clássico, que conta com uma rapariga se assim com os seus amigos de infância: o Coelho Branco, chamada Tiana, um príncipe sapo que tenta desespera- Tweedledee e Tweedledum, a Ratazana, a Lagarta, o Gato damente voltar a ser humano e um beijo fatídico que Cheshire, e claro, o Chapeleiro Louco. Alice embarca numa os levará numa hilariante aventura através dos fasci- fantástica viagem para encontrar o seu verdadeiro destino e nantes riachos do Louisiana. acabar com o reino de terror da Rainha Vermelha. A Fada dos dentes Chovem Almôndegas Data de estreia: 2010-03-18 Data de estreia: 2010-02-11 Título Original: Tooth Fairy Título Original: Cloudy with a Realizador: Michael Lembec Chance of Meatballs Sinopse: Derek Thompson Realizador: Phil Lord, Chris (Dwayne Johnson) é um joga- Miller dor de segunda divisão de Sinopse: Na animação, um hóquei que tem a tendência cientista com a melhor das de arrancar os dentes de intenções tenta acabar com a seus adversários. A sua cruel- fome no mundo. Tudo parece dade inata faz com que ele perfeito quando começa a chover sopa, a nevar puré de destrua as crenças de uma criança de seis anos na Fada batatas e a abater-se uma autêntica tempestade de do Dente. Então, é sentenciado a uma semana de traba- almôndegas. Mas ele não imaginava que isso iria causar lhos forçados como uma verdadeira fada do dente, para um problema de proporções globais. redescobrir os próprios sonhos e esperanças. Professora Idalina Sousa 64
  • 65. A Malta do 2º C Obra de estreia de Catari- na Fonseca, a acção deste O rapaz que sabia acordar a primavera pequeno romance juvenil A história desenrola desenrola-se no universo -se em torno de um escolar por um grupo de rapaz que, alheio às amigos muito especial. agruras da vida a que a pobre condi- ção dos pais o pare- Herbário ce querer votar, sabe encontrar no sonho e na As folhas de papel deste livro são preenchidas com magia da Natureza a razão de ser para uma exis- outras folhas, as das árvores e tência livre e feliz. De uma simplicidade habilmen- das plantas que desconhecemos, mas que se tornam cada vez te construída, o livro resulta pelos aspectos mági- mais familiares, à medida que cos do texto, acentuados quer pela riqueza da lin- folheamos e descobrimos um guagem – claramente de raiz transmontana –, novo poema e uma nova ilustra- quer pela finura das ilustrações – o rapaz surge ção. como um sopro de espírito, mágico, quase trans- Em Herbário, as palavras brin- cam umas com as outras, para parente; todo ele é alma. De salientar, ainda, a nos responder a alguns “por quês”: cuidada apresentação gráfica, designadamente a Por que é que o cogumelo usa um chapéu? opção por dispor o texto sobre páginas coloridas, Por que é que o girassol olha para o Sol? qual arco-íris, reforçando-se, também por essa via, Por que é que as ervas daninhas são tão infelizes? o convite a que o leitor entre pela porta do sonho. As respostas encontradas não são cientificamente comprovadas, mas são com certeza as mais diverti- das... Alice no país das maravilhas Esta pequena obra-prima da literatura mundial foi escrita para entreter uma meni- na chamada Alice Liddell, durante um calmo passeio de barco no Tamisa, durante uma tarde quente de Julho de 1862. A primeira edição data de 1865 e desde então tem sido lida por inúmeras gerações de crianças e adultos. Numa cuidada tradução que respeita a intenção do original inglês, este incontornável clássico da literatura juvenil é agora relançado para que leitores de todas as idades possam descobrir (ou reencontrar) esta aventura fantástica e os seus enigmáticos personagens. 65
  • 66. Les héros des bandes dessinées Serais-tu capable de trouver, dans cette grille, le nom de quelques héros de bandes dessinées? H T E F F A G A L C D C Y H T K V O B O X I V J O I X H U I D I F U V N R T K X R I I Z A C Q U G R N N Y R A J L T F V L E U E U N R D L Y X É V R S I O A O T F E O O G Q B R Y M C I W S R V R S F X M O Y F A E S S X T I T F S D S J T N F S A N I N É P K U O A Q I Y A O T P H V Q R S U D L T B J L Y N O M U K Q I T D N D B R D F A U R B T E T X I X O M U A G F X T I O J K T E X H P N D F D U P O N T M I L O U O U L G F I D M U L L S V G I P P D Astérix Obélix Spirou Lagaffe Tintin Mafalda Milou Dupont Tournessol Fantasio Pâques À Pâques, on mange l`ágneau pascal et les enfants vont à la chasse aux oeufs en chocolat. C`est le lièvre de Pâques qui les dépose dans le nid que les enfants ont préparé la veille. Complète la comptine et répète-la à tes amis. C´ était Pâques C´ était Pâques le matin J`ai trouvé dans mon ________________ Des oeufs verts comme les prés Des oeufs jaunes comme le __________ Des oeufs rouges comme les _________ Répète cette comptine très connue par tous les français: Une poule sur un mur Une poule sur un mur, qui picote du pain dur Picote, Picota Lève la queue et saute en bas. 66
  • 67. 67
  • 68. Les héros dês bandes dessinées: G F G F Y O S E C I L C D K H F D F A N T A S I O E Q I V T I U X U O P N S W A U U F O E D P T R M H I X S O E G U B F M O I B U V N T R T U R V O F U N O T K Q É I V F N N N X A L T J E Q R P T R E R N R I G L M K T I S K F S O D Y T V A S I T X T U U S F O L R K J L Na próxima edição: V L E I D D O D X G Y A X O C G O X X N L A S M Q X J R I D ∗ Actividades dos alunos I U H O D T Q J O B É L I X C P O P M B B I T Y R V T I H Y ∗ Actividades dos professores P U N U R J Y N F Y R F Z U H D L D A D L A F A M S V A I T ∗ Cultura tulipes. soleil; Pâques: jardin; ∗ Curiosidades/actualidade ∗ Passatempos ∗ ... Escola Básica dos 2º e 3º Ciclos do Caniçal Sítio do Barro, 9200-033 Caniçal Tel: 291 960 156/fax:291 960 166 Website: http://escolas.madeira-edu.pt/eb23canical Email: ebcanical@madeira-edu.pt 68