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2004-2011: 7 anos de Web 2.0 ...

2004-2011: 7 anos de Web 2.0
Das promessas tecnológicas aos desafios sociais
Luis Borges Gouveia
@lbgouveia | lmbg@ufp.edu.pt

Palestra do âmbito da U.C. Ferramentas Web 2.0
ISVouga – Instituto Superior Entre Douro e Vouga
Vila da Feira, 14 de Março de 2011

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Web 2.0: Das promessas tecnológicas aos desafios sociaisWeb 2.0: Das promessas tecnológicas aos desafios sociais Presentation Transcript

  • 2004-2011: 7 anos de Web 2.0Das promessas tecnológicas aos desafios sociaisLuis Borges Gouveia@lbgouveia | lmbg@ufp.edu.pt
    Palestra do âmbito da U.C. Ferramentas Web 2.0
    ISVouga – Instituto Superior Entre Douro e Vouga
    Vila da Feira, 14 de Março de 2011
  • sumário
    Nota prévia
    Perspectiva do momento
    Requisitos a considerar
    A Web 2.0 / Social
    As redes como caminho
    2004-2011: 7 anos de Web 2.0: Das promessas tecnológicas aos desafios sociaisOs avanços associados com computadores e redes permitiram repensar muitas das práticas associadas com os processos de publicação, apresentação e distribuição de informação. A Web 2.0 veio permitir maiores graus de participação, colaboração e interacção no digital e com um muito menor custo.
    A prática crescente do recurso a tecnologias e ferramentas associadas com a Web 2.0 veio permitir formas emergentes de participação pública e viabilizou novos modelos de negócio e de organização de pessoas e grupos sobre os quais importa reflectir.
  • “Não podemos resolver problemas, utilizando o mesmo tipo de pensamento e práticas com que foram criados”
    Albert Einstein (1879 – 1955)
  • O mundo em que vivemos
  • Fazer futuro e a palavra “esperança”
  • O mundo está mudado
    Mais digital
    Mais competitivo
    mas também:
    Menos previsível
    Com mais gente que conta
    Com mais necessidade de errar e menos tempo para o fazer
  • Paradigmas e a progressão do tempo
  • Atitudes versus Intenções
  • Ainda é …”business as usual”?
  • Do analógico para o digital
    aprender...
    no analógico, memorizar para aprender
    no digital, esquecer para aprender
    trabalhar...
    no analógico, tomar tempo para trabalhar
    no digital, trabalhar sem tomar o tempo
  • indivíduo / grupo / sociedade
  • É preciso inovar
    INOVAÇÃO
    Temos de ser criativos
    CRIATIVIDADE
  • O mercado enquanto percurso
  • Aprendemos todos os dias, de todas as formas
    Sempre mais para fazer, do que o que se pode
    Mais solicitações do que tempo disponível
    Maior carga cognitiva do que a nossa resistência permite
  • Excesso de informação
    Sobrecarga cognitiva
    Refrear a curiosidade natural
    Conter a dispersão
    Lidar com a nossa criatividade
    Agir, inovar, experimentar, difundir, agir…
  • Mundo colorido, rápido e divertido
  • Sustentabilidade
  • (nova?) soberania(da informação?)
    capacidade de gerar de forma continuada activos de criatividade por meios próprios e de controle directo
    Pessoas
    Ambiente
    Infra-estruturas
    Serviços
    Território (centralidade…)
    capacidade de atracção
    base para projecção global
  • Das redes tecnológicas…
  • …passando pelas redes de conteúdos…
  • …às redes de pessoas
  • Requisito essencial
    Serdigital
  • Ser interactivo
  • Ser participativo
  • Ser colaborativo
  • …e, claro, ser (hiper)activo
  • Sistemas abertos / fechados?
    Social Networking - The Good, The Bad and the Ugly: http://wiki.nus.edu.sg/display/SocialNet
  • Desafios e equilíbrios
    Segurança
    Privacidade
    Produtividade
    Gestão
    de Tempo
    da Informação
    do Esforço
    … e analógico?
    Família
    Desporto
    Cuidar do corpo
    … da mente
  • caminhos…?
  • Mais que as versões, as divisões…
    O que está em causa é a exploração do conceito de relação no digital
  • A rede (I) promessas da Sociedade da Informação
    Promessas da Sociedade da Informação
    Partilha de informação (e do conhecimento)
    Novas relações tempo-espaço(concorrentes num mesmo sítio)
    Móvel, imediato, ubiquo, universal
  • A rede (II)Relação e relacionamento
    Elementos essenciais, realizadoscom recurso a computadores e redes (digital)
    Apesar de tudo, um fenómeno social:BarryWellman, Manuel Castells, …
    +rápido, +depressa, +longe, +sítios,+gente
  • A rede (III)Fenómenos de transferência
    As relações por simpatia…
    Altera as relações de poder
    Redistribui e redefine custos de
    Transporte
    Comunicação
    deslocação
    Influi na identidade
  • A rede (IV)Continuidade e mudança
    Fomenta uma evolução contínua, mantendo a mudança como constante
    Diversidade
    Mudança permanente
    Acolhe inovação e criatividade
  • A rede (V)Efeito de propagação
    Proporciona oportunidades para:
    Alterar a proximidade/distância e influência mútua
    Modelar a atracção e reconfiguração de espaços e fronteiras
    Permite esferas de influência mais dinâmicas, com modelos mais complexos
  • A rede (VI)Sistemas abertos e autónomos
    Exige para equilíbrio e inclusão:
    Sistemas distribuídos, que possuam capacidades de auto-regulação
    Factores de escala, em resultado da interacção;quanto mais interacção, maior densidade
  • www.serendipidade.com/2008/12/
    A condição humana
    Celso Alvarez Cíccamo, 2004
  • O que não muda com as redes…
  • Desafios e oportunidades
    Estudar REDESé central para compreender as dinâmicas e as soluções para os problemas actuais
    Novas propostas precisam-se!
  • Nota Biográfica Luis Borges Gouveia
    homepage: http://homepage.ufp.pt/~lmbg
    blogue: http://lmbg.blogspot.com
    email: lmbg@ufp.edu.pt
    twitter: @lbgouveia
    facebook: http://www.facebook.com/lbgouveia
    slideshare: http://www.slideshare.net/lmbg
    Professor Associado com Agregação na Faculdade de Ciência e Tecnologia da Universidade Fernando Pessoa. Possui Agregação em Gestão Industrial pela Universidade de Aveiro (2010). É Doutorado em Ciências da Computação pela LancasterUniversity (UK – 2002) e Mestrado em Engenharia Electrotécnica e de Computadores pela FEUP, 1995. É docente desde 1988 e autor de 10 livros e de cerca de 3 centenas de publicações de natureza científica em conferências, nas suas áreas de especialidade: o e-learning e o e-government. Os seus interesses de I&D incluem as relações entre o espaço físico e o digital, o território e a aplicação de TICs no processo de ensino e aprendizagem – numa perspectiva de redes.