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Sociedade da InformaçãoUma quase teologia da revolução
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Sociedade da Informação Uma quase teologia da revolução

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Sociedade da Informação Uma quase teologia da revolução …

Sociedade da Informação Uma quase teologia da revolução
Mestrado em Sistemas de Informação Universidade do Minho
Luis Borges Gouveia, UFP
20 de Dezembro de 2013


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  • @ArturFSilva obrigado pelo comentário
    Obrigado! (vi agora o comentário, que agradeço)
    Slide 12: o pretendido é mesmo gevernação, considerando como atores independentes, os nós da rede e focando na existência de um controle exterior, de rede (ironia, quase diria sistémico...)
    Sobre a OT e a GI, concordo totalmente, são necessárias, mas revisitando os conceitos (é uma apresentação, acompanhada pela voz...) A GI no digital é (tem de ser) diversa e a OT não é organização e métodos, mas também aqui uma reinvenção para os tempos do digital
    ... é uma discussão bonita!
       Reply 
    Are you sure you want to  Yes  No
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  • Obrigado! (vi agora o comentário, que agradeço)
    Slide 12: o pretendido é mesmo gevernação, considerando como atores independentes, os nós da rede e focando na existência de um controle exterior, de rede (ironia, quase diria sistémico...)
    Sobre a OT e a GI, concordo totalmente, são necessárias, mas revisitando os conceitos (é uma apresentação, acompanhada pela voz...) A GI no digital é (tem de ser) diversa e a OT não é organização e métodos, mas também aqui uma reinvenção para os tempos do digital
    ... é uma discussão bonita!
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  • Interessante! Com alguma imprecisão no slide 12 (não deveria ser 'auto-governação'?) e nos 20/21 - que GI? e que OT? A GI de 1990 e a OT de Taylor (OCT) chegam?
       Reply 
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  • 1. Sociedade da Informação Uma quase teologia da revolução Mestrado em Sistemas de Informação Universidade do Minho Luis Borges Gouveia, UFP 20 de Dezembro de 2013
  • 2. Sociedade da informação Impacte das TI na sociedade (de que vou falar, mas não traduz a sequência de slides) • • • • • • • Elementos prévios Contexto e desafios O trabalho O lazer As pessoas As instituições Rupturas disrupções ou ruturas e disruções…
  • 3. Evolução em continuidade • “…nada nasce do nada. O novo nasce do velho e é por isso mesmo que é novo” Bertold Brecht (1898, 1056)
  • 4. Zona de conforto o (re)conhecido como porto de abrigo
  • 5. Zona de desconforto a transformação do ambiente por degradação
  • 6. Contexto atual crise por mudança definitiva de situação
  • 7. ”The 21st century is shaping up to be a challenging one. The issues that face us are many: climate change, energy, agriculture, health, water, biodiversity and ecosystems, population growth, and economic development. They are both global in their scope and profoundly interconnected” http://www.aaas.org/content/flattening-world-building-global-knowledge-society
  • 8. Soluções? • • • • Tecnologias Ordem e disciplina Hierarquias Delimitação e definição de fronteiras • Poder e concentração • Governo • Comando e controle
  • 9. Soluções? • • • • Tecnologias Ordem e disciplina Hierarquias Delimitação e definição de fronteiras • Poder e concentração • Governo • Comando e controle
  • 10. O mundo mudou… • A Sociedade da Informação (e do Conhecimento) – – – – Novas literacias Novos valores O valor da informação é reduzido O valor do conhecimento é maior MAS ciclos de vida bem menores logo o conhecimento adquire uma taxa de obsolescência elevada (cerca de 25%)
  • 11. Economia e ritmos • Mudou –Não rearma! • O que vai ser é o que nunca foi...
  • 12. Sociedade da Informação • Três características de alto nível: 1. Uso intensivo de computadores e redes (infraestruturas & acessos) 2. A informação que conta, é a digital (minimizar esforços e fluxos) 3. A organização que prevalece, é em rede (das hierarquias para a regulação e a governação)
  • 13. Relacionamentos e Interações • A atenção é um recurso escasso e limitado – Quer do lado da procura, como da oferta (exemplos: os custo crescentes de suporte pós venda e os esforços de pré-venda) • Não existem modelos mágicos, nem fórmulas gerais – Relacionamento Estabelecimento de uma história de transações e de laços mais complexos – Interação Transações únicas e aleatórias, cujo controle e previsão é de maior dificuldade
  • 14. Empresas e valor • A informação está a tornar-se uma commodity (a primeira, enquanto recurso não tangível…) • TAL implica que exista uma cotação para obter determina informação e seja considerada um custo de contexto, como a energia – camparabilidade
  • 15. A Sociedade da Informação • Mais do que um paradigma é uma fase de transição de um mundo industrial para um mundo pós industrial, cuja fase aguda estamos a sentir agora • TAL implica que tudo esteja em causa e que a palavra chave seja sustentabilidade
  • 16. Manifestações?
  • 17. Lidar com o excesso de informação quantidade, qualidade e funcionalidade em doses adequadas para a cognição humana
  • 18. Informação: filtrar ou morrer descartar informação também é jogar
  • 19. O império da atenção • • • • • Sobre o quê? Sobre quem? Porquê? Quando? Com que esforço? – O objeto reflete o interesse... – Os interesses concentram a atenção
  • 20. O digital, sem GI e OT não muda nada! (quando muito, acelera o existente…)
  • 21. GI & OT? •GI Gestão da Informação •OT Organização do Trabalho
  • 22. Colaboração • • • • • • As redes ajudam A partilha O valor Quem Quando Como? – Gestão da Informação – Org. do trabalho
  • 23. Qual o objectivo? • • • • Pessoal? E de grupo? Da comunidade? Da sociedade? – Incompatíveis?
  • 24. • Lidar com redes e o digital • Não é – Bloquear – Ignorar – Conter • Do comando e controle à governação
  • 25. Questão: quem comanda e controla? As TICs facilitam a preguiça de não pensar em soluções
  • 26. • Rupturas • Propostas • (milagres?) – PRECISAM-SE
  • 27. Redes & Sistemas Complexos
  • 28. • Profundidade –Estudo e experimentação • Saturar em conhecimento –Comunidades de prática
  • 29. As tecnologias de informação • São também de tecnologias de comunicação e de colaboração – Mas não garantem a comunicação e muito menos a colaboração • Lidam com o excesso de informação – mas não o resolvem • Suportam organizações de trabalho emergentes – mas não as propõem nem inventam • Representam novos desafios, custos e curvas de aprendizagem – Exigem mudança, tempo e esforço para a sua potenciação
  • 30. Grandes promessas • As TI e o digital podem: – Lidar com a sustentabilidade – Entreter, cuidar e melhorar as pessoas e as suas relações – Fazer mais barato – Fazer mais depressa – Fazer em qualquer sítio – Fazer melhor – … e ser?
  • 31. Desafios nas TIs • Humanizar • Aproximar pessoas • Libertar as relações humanas • Motivar, aprender e desaprender, motivar… • Privacidade e segurança • Liberdade e inovação
  • 32. Ser proativo e ter a liberdade de procurar a sua zona de conforto
  • 33. Ser proativo e ter a liberdade de procurar a sua zona de conforto
  • 34. Luis Borges Gouveia Professor Associado com Agregação da Faculdade de Ciências e Tecnologia na Universidade Fernando Pessoa (Porto, Portugal) Agregado em Engenharia e Gestão Industrial pela Universidade de Aveiro e Doutorado em Ciências da Computação pela Universidade de Lancaster, Reino Unido. Autor de 13 livros e cerca de três centenas de trabalhos científicos publicados nas suas áreas de especialidade Os seus interesses estão concentrados em como tirar partido do digital, dos computadores e das redes para melhorar a qualidade de vida das pessoas e organizações Possui presença digital em http://about.me/lbgouveia onde estão disponibilizadas diferentes formas de contato