Desafios da Gestão da Informação e a questão da soberania no digital: da escola, do professor e onde o aluno fica em tudo ...
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NovosterritóriosO aparecimento dos “Millennials”LuísSimões, aluno de Doutoramento (UFP)<br />Howe and Strauss (2000)<br />...
Eras – cicloshistóricos<br />
Arquitétipos geracionais<br />
Howe and Strauss (2000)<br />
Os Millennials<br />
!?<br />6 de Maio 2010<br />
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O mundo em que vivemos (Gouveia, 2008)<br />6 de Maio 2010<br />
Globalização<br />Expande o território<br />Aumenta a fronteira<br />território<br />Sociedade daInformação<br />Desenvolv...
Globalização<br />Comprime o território<br />Elimina a fronteira<br />território<br />Sociedade daInformação<br />Desenvol...
Globalização<br />Valoriza o território<br />Reforça a fronteira<br />território<br />Sociedade daInformação<br />Desenvol...
Digital: “ O rolo compressor ”<br />6 de Maio 2010<br />
Do analógico para o digital<br />aprender...<br />no analógico, memorizar para aprender<br />no digital, esquecer para apr...
No digital<br />Crescente mediação de computadores e redes no relacionamento humano<br />Desmaterialização de actividades ...
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Ok… mas… o que separa estes…<br />6 de Maio 2010<br />
Destes?<br />6 de Maio 2010<br />
JÁ <br />REFERIDO…<br />6 de Maio 2010<br />
Agora somos todos iguais (GillesLipovetsky, 2003)<br />Mais gente no mundo que pode fazer a mudança<br />Mais espaço, mas ...
Aprendemos todos os dias, de todas as formas<br />Sempre mais para fazer, do que o que se pode<br />Mais solicitações do q...
O digital já se afirmou, esta connosco a toda a hora, em todo lugar (e no meio de nós)<br />Teologia do digital<br />e os ...
Novos estudantes, sistemas antigos<br />Espaços de aprendizagem tradicionais<br />Exemplo…<br />Os estudantes das nossas U...
Novos estudantes sistemas novos<br />“Geração net”<br />- Preferem o informal<br />- Pequenos grupos de discussão<br />- C...
Ambientestradicionais de aprendizagem<br />
Espaçossociais de aprendizagem<br />
Ambientes de aprendizagemcolaborativa<br />
Resultados obtidos (Pedro Silva) <br />Encontradas <br />- 5 Categorias principais <br />- 6 Subcategorias<br />6 de Maio ...
A rede (I)<br />Promessas da sociedade da informação<br />Partilha de informação (e do conhecimento)<br />Novas relações t...
A rede (II)<br />Fenómenos de transferência<br />Altera as relações de poder<br />Redistribui e redefine custos de desloca...
A rede (III)<br />Efeito de propagação<br />Altera a proximidade/distância e influência mútua<br />Atracção e reconfiguraç...
Forças de coesão<br />Proximidade<br />Escala humana<br />Confiança <br />6 de Maio 2010<br />
Limites humanos (existem mesmo?)<br />Mais informação e mais conhecimento<br />Maior capacidade de reacção<br />Fazer esco...
Excesso de informação<br />Sobrecarga cognitiva<br />Refrear a curiosidade natural<br />Conter a dispersão<br />Lidar com ...
Da competência clássica ao novo<br />Do racional aos afectos e à emoção (retorno?)<br />Da preocupação com a literacia bás...
Como falar a linguagem?<br />6 de Maio 2010<br />
Connectivism (conectivismo)(Siemens e Downes, 2004)<br />O produtonão é o conhecimento, é o aluno<br />Não é quenãohaja na...
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Comentários finais<br />Pensar o lado procura<br />Focar na interacção<br />Desenvolver novas competências de rede<br />Co...
Comentários finais<br />O paradoxo do digital<br />Exige um território para gerar valor de forma sustentável<br />O parado...
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Desafios da Gestão da Informação e a questão da soberania no digital: da escola, do professor e onde o aluno fica em tudo isto..
Encontro (e)learning @FEUP
Luis Borges Gouveia
lmbg.blogspot.com | lmbg@ufp.edu.pt | @lbgouveia
6 de Maio de 2010

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Desafios da Gestão da Informação e a questão da soberania no digital: da escola, do professor e onde o aluno fica em tudo isto..

  1. 1. Desafios da Gestão da Informação e a questão da soberania no digital: da escola, do professor e onde o aluno fica em tudo isto...Encontro<br />Luis Borges Gouveia<br />lmbg.blogspot.com | lmbg@ufp.edu.pt | @lbgouveia<br />6 de Maio de 2010<br />
  2. 2. sumário<br />Novos Territórios<br />Pessoas e conhecimento<br />O digital e impacte<br />Redes e a escola<br />Soberania digital<br />Desafios da Gestão da Informação e a questão da soberania no digital: da escola, do professor e onde o aluno fica em tudo isto... A utilização de meios digitais no contexto de uma realidade onde o conhecimento útil e de proximidade é prevalecente, lança desafios ao ensino superior. A capacidade de lidar com estas (novas?) solicitações no digital obriga a enfrentar como gerir a informação ao nível institucional, do professor, do aluno e levanta questão de soberania interessantes.<br />6 de Maio 2010<br />
  3. 3. http://www.flowtown.com<br />6 de Maio 2010<br />
  4. 4. http://www.flowtown.com<br />6 de Maio 2010<br />
  5. 5. http://www.flowtown.com<br />6 de Maio 2010<br />
  6. 6. NovosterritóriosO aparecimento dos “Millennials”LuísSimões, aluno de Doutoramento (UFP)<br />Howe and Strauss (2000)<br />Strauss and Howe (1991)<br />
  7. 7. Eras – cicloshistóricos<br />
  8. 8. Arquitétipos geracionais<br />
  9. 9.
  10. 10. Howe and Strauss (2000)<br />
  11. 11. Os Millennials<br />
  12. 12. !?<br />6 de Maio 2010<br />
  13. 13. 6 de Maio 2010<br />
  14. 14. 6 de Maio 2010<br />
  15. 15. O mundo em que vivemos (Gouveia, 2008)<br />6 de Maio 2010<br />
  16. 16. Globalização<br />Expande o território<br />Aumenta a fronteira<br />território<br />Sociedade daInformação<br />Desenvolvimento<br />sustentável<br />6 de Maio 2010<br />
  17. 17. Globalização<br />Comprime o território<br />Elimina a fronteira<br />território<br />Sociedade daInformação<br />Desenvolvimento<br />sustentável<br />6 de Maio 2010<br />
  18. 18. Globalização<br />Valoriza o território<br />Reforça a fronteira<br />território<br />Sociedade daInformação<br />Desenvolvimento<br />sustentável<br />6 de Maio 2010<br />
  19. 19. Digital: “ O rolo compressor ”<br />6 de Maio 2010<br />
  20. 20. Do analógico para o digital<br />aprender...<br />no analógico, memorizar para aprender<br />no digital, esquecer para aprender<br />trabalhar...<br />no analógico, tomar tempo para trabalhar<br />no digital, trabalhar sem tomar o tempo<br />6 de Maio 2010<br />
  21. 21. No digital<br />Crescente mediação de computadores e redes no relacionamento humano<br />Desmaterialização de actividades e processos associados<br />Transformação da actividade humana<br />O tempo com diferentes ciclos<br />Virtualização e transformação do conceito de tempo e espaço (exemplo: o sítio na Web…) <br />(implica) espaço (físico) com diferentes significados<br />6 de Maio 2010<br />
  22. 22. Mesmo tempo & mesmoespaço: Nós!<br />Mesmo tempo & diferenteespaço: Ali!<br />Diferente tempo & diferenteespaço: Eles!<br />Diferente tempo & mesmoespaço: Local!<br />Noção de LOCALfísico<br />6 de Maio 2010<br />
  23. 23. Ok… mas… o que separa estes…<br />6 de Maio 2010<br />
  24. 24. Destes?<br />6 de Maio 2010<br />
  25. 25. JÁ <br />REFERIDO…<br />6 de Maio 2010<br />
  26. 26. Agora somos todos iguais (GillesLipovetsky, 2003)<br />Mais gente no mundo que pode fazer a mudança<br />Mais espaço, mas menos tempo para o fazer<br />Mais digital e mais competitivo<br />Menos previsível e com mais gente que conta<br />Mais necessidade de errar e menos tempo para o fazer<br />Carta de uma ética mínima<br />Assumir uma crítica mais equalitária<br />6 de Maio 2010<br />
  27. 27. Aprendemos todos os dias, de todas as formas<br />Sempre mais para fazer, do que o que se pode<br />Mais solicitações do que tempo disponível<br />Maior carga cognitiva do que a nossa resistência permite<br />6 de Maio 2010<br />
  28. 28. O digital já se afirmou, esta connosco a toda a hora, em todo lugar (e no meio de nós)<br />Teologia do digital<br />e os computadores deixaram de ser importantes… o que fazemos com eles é que é!<br />6 de Maio 2010<br />
  29. 29. Novos estudantes, sistemas antigos<br />Espaços de aprendizagem tradicionais<br />Exemplo…<br />Os estudantes das nossas Universidades <br />estão a mudar mais rapidamente que as <br />Universidades. Estes necessitam de mais <br />actividade e mais interacção, algo que é ainda deficitário nos sistemas actuais de ensino.<br />A sala de aula tradicional, já não satisfaz <br />as necessidades e expectativas <br />dos estudantes<br />Uma abordagem pedagógica do tipo eu falo ou demonstro e vocês observam e ouvem, não faz sentido para as novas gerações de estudantes<br />O digital e o espaçofísicoPedro Silva, aluno de Doutoramento (UFP)<br />
  30. 30. Novos estudantes sistemas novos<br />“Geração net”<br />- Preferem o informal<br />- Pequenos grupos de discussão<br />- Com presença de tecnologia <br />- Aprendizagem baseada no diálogo <br />- …e em ambientes de trabalho colaborativo<br />O espaço deve ser pensado de forma a suportar o ensino como sendo uma actividade social – LOCAL adaptado.<br />
  31. 31. Ambientestradicionais de aprendizagem<br />
  32. 32. Espaçossociais de aprendizagem<br />
  33. 33. Ambientes de aprendizagemcolaborativa<br />
  34. 34. Resultados obtidos (Pedro Silva) <br />Encontradas <br />- 5 Categorias principais <br />- 6 Subcategorias<br />6 de Maio 2010<br />
  35. 35. A rede (I)<br />Promessas da sociedade da informação<br />Partilha de informação (e do conhecimento)<br />Novas relações tempo-espaço concorrentes num mesmo local<br />Móvel, imediato, ubiquo, universal<br />A relação e o relacionamento sãoelementos essenciais, realizadoscom recurso a computadores e redes (de telecomunicações)<br />Apesar de tudo, um fenómeno social:Barry Wellman, Manuel Castells, …<br />6 de Maio 2010<br />
  36. 36. A rede (II)<br />Fenómenos de transferência<br />Altera as relações de poder<br />Redistribui e redefine custos de deslocação entre nós da rede<br />Fomenta uma evolução contínua, mantendo a mudança como constante<br />Diversidade<br />Mudança permanente<br />Acolhe inovação e criatividade<br />6 de Maio 2010<br />
  37. 37. A rede (III)<br />Efeito de propagação<br />Altera a proximidade/distância e influência mútua<br />Atracção e reconfiguração de espaços e fronteiras<br />Esferas de influência mais dinâmicas, com modelos mais complexos<br />Favorece sistemas abertos e autónomos<br />Sistema distribuído, com capacidade de auto-regulação<br />Escala resultado da interacção;quanto mais interacção, maior densidade<br />6 de Maio 2010<br />
  38. 38. Forças de coesão<br />Proximidade<br />Escala humana<br />Confiança <br />6 de Maio 2010<br />
  39. 39. Limites humanos (existem mesmo?)<br />Mais informação e mais conhecimento<br />Maior capacidade de reacção<br />Fazer escolhas… Ultrapassar limites!<br />6 de Maio 2010<br />
  40. 40. Excesso de informação<br />Sobrecarga cognitiva<br />Refrear a curiosidade natural<br />Conter a dispersão<br />Lidar com a nossa criatividade<br />Agir, inovar, experimentar, difundir, agir…<br />6 de Maio 2010<br />
  41. 41. Da competência clássica ao novo<br />Do racional aos afectos e à emoção (retorno?)<br />Da preocupação com a literacia básica, funcional, informacional, comunicacional e tecnológica a…<br />6 de Maio 2010<br />
  42. 42. Como falar a linguagem?<br />6 de Maio 2010<br />
  43. 43. Connectivism (conectivismo)(Siemens e Downes, 2004)<br />O produtonão é o conhecimento, é o aluno<br />Não é quenãohaja nada paraaprender, é que é complexo, relativo e necessitade ser navegado… (reflexãoporvivência)<br />6 de Maio 2010<br />
  44. 44. Social Constructivism VYGOTSKY (1978)<br />Quemaprendebeneficia do suporte do professor ou de um colegaquepossui um maiornível de desenvolvimento<br />6 de Maio 2010<br />
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  56. 56. 6 de Maio 2010<br />
  57. 57. Scott'sWorkblog, 2006<br />6 de Maio 2010<br />
  58. 58. http://www.connectivism.ca, 2009<br />6 de Maio 2010<br />
  59. 59. Comentários finais<br />Pensar o lado procura<br />Focar na interacção<br />Desenvolver novas competências de rede<br />Concentrar esforços no digital <br />Orientar para:<br />a partilha do conhecimento<br />o conhecimento com valor social<br />Distribuir e envolverquem aprende <br />
  60. 60. Comentários finais<br />O paradoxo do digital<br />Exige um território para gerar valor de forma sustentável<br />O paradoxo das redes<br />Fenómenos de transferência de rede fortalecem os nós abertos e de menor custo de relacionamento<br />Conhecimento primeiro, mas pessoas antes<br />Capacitar o território é ter pessoas envolvidas, motivadas e competentes<br />A soberania do digital<br />O que é de quem, quando custa, como manter e o que vale a pena controlar…<br />6 de Maio 2010<br />
  61. 61. Nota Biográfica Luis Borges Gouveia<br />homepage: http://homepage.ufp.pt/~lmbg<br />blogue: http://lmbg.blogspot.com<br />email: lmbg@ufp.edu.pt<br />twitter: @lbgouveia<br />facebook: http://www.facebook.com/lbgouveia<br />slideshare: http://www.slideshare.net/lmbg<br />Professor Associado na Faculdade de Ciência e Tecnologia da Universidade Fernando Pessoa e um dos responsáveis pelo projecto de Universidade Virtual da UFP. É Doutorado em Ciências da Computação pela LancasterUniversity (UK – 2002) e possui Mestrado em Engenharia Electrotécnica e de Computadores pela FEUP, 1995. É docente desde 1988 e autor de 10 livros e cerca de 3 centenas de publicações de natureza científica em conferências, nas suas áreas de especialidade: o e-learning e o e-government. Os seus interesses de I&D incluem as relações entre o espaço físico e o digital e a aplicação de TICs no processo de ensino e aprendizagem. <br />

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