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Unidade de Produção de Fibra Liocel - Projeto Básico (Lyocell Production Unity", a basic Chemical Engineering design)
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    Unidade de Produção de Fibra Liocel - Projeto Básico (Lyocell Production Unity", a basic Chemical Engineering design) Unidade de Produção de Fibra Liocel - Projeto Básico (Lyocell Production Unity", a basic Chemical Engineering design) Presentation Transcript

    • Acadêmico: Luiz Augusto Longo Orientadora: Profª Griseldes F. Boos Universidade Regional de Blumenau Centro de Ciências Tecnológicas Curso de Engenharia Química Planejamento e Projeto na Indústria II
    • Seqüência de Apresentação
      • Fibras Têxteis
      • Fibras Aritificiais
      • Celulose
      • Processo Viscose
      • Processos Alternativos
      • Liocel
      • Diagrama de Blocos
      • Balanço de Massa
      • Fluxograma de Processo
      • Diagrama T+I
      • Layout
      • Considerações Finais
    • Fibras Têxteis
      • Indumentária: a mais importante necessidade humana, depois de comida e abrigo (40 mil a.C.)
      • Surgimento das Fibras Têxteis (5 mil a.C.)
      • Definição formal:
        • Segundo a A.S.T.M., citada por Aguiar Neto (1996), fibras têxteis são todos os materiais que apresentam comprimento pelo menos cem vezes maior que o diâmetro.
    • Classificação Classificação geral das fibras têxteis
    • Fibras Artificiais
      • Matéria-prima: Celulose
      • Seda artificial: acetato, cupro e viscose
      Produção mundial de fibras químicas por categoria em relação ao algodão (Dados CIRFS,2006)
    • Fibras Artificiais
      • Fibra derivada, regenerada e solubilizada
    • Celulose
      • Madeira: fonte para 99% da celulose nos EUA e 95% no Brasil
      • Estrutura Cristalina
        • Celulose I: a maior parte da celulose em estado natural
        • Celulose II: resulta da cristalização da celulose dissolvida
    • Processo Viscose Processo de produção de fibra cortada de viscose (Adaptado de ROUETTE, 2000)
    • Propriedades da viscose Propriedade Viscose Modal Polinósica Tenacidade a seco (cN/tex) 20-24 34-36 40-65 Alongamento a seco (%) 20-25 13-15 8-12 Tenacidade a úmido (cN/tex) 10-15 19-21 30-40 Alongamento a úmido (%) 25-30 13-15 10-15 Absorção de água (%) 90-100 90-100 75-80 Grau de polimerização 250-350 300-500 550-700
    • Processos Alternativos
      • Carbamat (Celca)
      • Camilon
      • NMMO (Liocel)
    • Liocel
      • Invenção: Clarence C. McCorsley (1979)
      • Grego: lyen­ – dissolver, cell – celulose
      • Escala industrial: Courtaulds (1993)
      • Monopólio: Lenzing (2004)
    • Diagrama de Blocos
    • Balanço de Massa 550,04 137,51 85% celulose 15% H 2 O Liocel Seco 100 3563,35 890,84 14% celulose 76% NMMO 10% H 2 O Pasta de Celulose 80 1012,44 253,11 100% H 2 O Vapor da Dissolução 70 4.575,79 1143,95 11% celulose 59% NMMO 10% H 2 O Suspensão 60 1.390 347,5 100% H 2 O Vapor da Suspensão 50 5.415,94 1353,98 50% NMMO 50% H 2 O NMMO 50% 30 e 40 549,85 137,46 90% celulose 10% H 2 O Celulose 10 e 20 Kg/bat kg/h Composição Descrição Corrente
    • Fluxograma de Processo
    •  
    • Batelada – Folha de Tempos R-100 - Preparação Suspensão de Celulose Etapa Descrição Corrente T (ºC) t 01 Dosagem de NMMO Rec. 40 90 15min 02 Dosagem de Celulose 20 25 03 Aquecer até T de ebulição - 48 -> 118,5 20min 04 Evaporar - 118,5 3h, 3min 05 Drenagem do R-100 60 118,5 15 min Reserva - 7min Total 4 horas
    •  
    •  
    • Diagrama T + I
    •  
    • Layout
    •  
    • Considerações finais
      • Necessidade do mercado
      • Processo bem conhecido
      • Ecologicamente correto
      • Tecnicamente viável
        • Sugestões para trabalhos futuros:
          • Viabilidade econômica
          • Ensaios em escala laboratorial e piloto
          • Otimização
          • Projeto da Recuperação de Solvente
    • Agradecimentos
    • Obrigado! PROCURA-SE ESTÁGIO! Luiz Augusto Longo [email_address]