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[Trovadorismo E Humanismo

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  • Gostei da apresentação o autor poderia enviar para o meu e-mail: marcus20vi@hotmail.com
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  • Também adorei esta apresentação, pois iniciei os estudos hoje a respeito da Literatura Portuguesa. Gostaria que fosse enviado para meu e-mail cinthiaebia@hotmail.com
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    By: talula
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  • Olá, sou professor de Língua Portuguesa e gostei muito dessa apresentação. Gostaria de obtê-lo. O autor poderia me disponibilizar? Agradeceria.
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  • sou professora de português e gostei mto dessa apresentação e gostaria de tê-la. Por favor, mande-a pro meu e-mail andrea2987@terra.com.br
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    [Trovadorismo E Humanismo [Trovadorismo E Humanismo Presentation Transcript

    • O MOVIMENTO PENDULAR DAS ESTÉTICAS LITERÁRIAS Friedrich Wilhelm Nietzsche, influente filósofo alemão do século XIX.
    •  
    • Ênfase no significado (conteúdo) Ênfase no significante (forma) Teocentrismo Antropocentrismo Fonte primária: Bíblia Sagrada Fontes primárias: A Ilíada e A Odisséia Cristianismo medieval Racionalismo clássico Literatura dionisíaca Literatura apolínea Subjetividade: o real é concebido como idéia. Objetividade: o real é concebido como objeto (mimese) O MOVIMENTO PENDULAR DAS ESTÉTICAS LITERÁRIAS
    • PRÉ-MODERNISMO MODERNISMO TENDÊNCIAS CONTEMPORÂNEAS SIMBOLISMO REALISMO, NATURALISMO, PARNASIANISMO ROMANTISMO ARCADISMO BARROCO CLASSICISMO (PT) QUINHENTISMO (BR) IDADE MÉDIA TROVADORISMO E HUMANISMO ANT. CLÁSSICA
    •  
    •  
    • MARCOS
      • Início: 1189 (1198?) – Provável data da Cantiga da Ribeirinha , de Paio Soares de Taveirós.
      - Término: 1434 – Fernão Lopes é escolhido para guarda-mor da Torre do Tombo.
    • A CANTIGA DA RIBEIRINHA (Paio Soares de Taveirós) No mundo nom me sei parelha, mentre me for como me vai, ca já moiro por vós – e ai! mia senhor branca e vermelha, quererdes que vos retraia quando vos eu vi em saia! Mau dia me levantei, quando vo enton non vi fea!
    • A CANTIGA DA RIBEIRINHA (Paio Soares de Taveirós) No mundo não sei quem se compara a mim enquanto (minha vida) continuar assim pois morro por vós – e ai! minha senhora branca e (de face) rosada, quereis que eu vos retrate quando vos vi sem manto! em mau dia me levantei, pois então não vos vi feia!
    • A CANTIGA DA RIBEIRINHA (Paio Soares de Taveirós) E mia senhor, dês aquel dia’ai! me foi a mi mui mal, e vós, filha de don Paai Moniz, e bem vos semelha d’haver eu por vós guarvaia, pois eu, mia senhor, d’alfaia nunca de vós houve nem hei valia d’ua correa.
    • A CANTIGA DA RIBEIRINHA (Paio Soares de Taveirós) E, minha, desde aquele dia, ai! me foi (tuo) muito mal, e vós, filha de dom Paio Moniz, vos parece bem que eu deva receber de vós uma guarvaira pois eu, minha senhora, de presente nunca de vós recebi ou receberei nem mesmo algo tão simples como uma correia.
    • A CANTIGA DA RIBEIRINHA (Paio Soares de Taveirós)
      • Supõe-se que seja a mais antiga das composições conservadas nos cancioneiros;
      • Dedicada à dama da Corte Maria Pais Ribeiro, amante de Dom Sancho I, apelidada de Ribeirinha;
    • A CANTIGA DA RIBEIRINHA (Paio Soares de Taveirós)
      • Também chamada de "Cantiga de Guarva-ia" (luxuoso manto de lã, provavelmente escarlate; vestimenta real).
      • Escrita mais ou menos 50 anos após a Independência do Condado Portucalense dos Reinos Católicos.
    • CONTEXTUALIZAÇÃO HISTÓRICA FEUDALISMO
    •  
    • CONTEXTUALIZAÇÃO HISTÓRICA
      • 1308: Fundação da Universidade de Coim-bra;
      Torre da Universidade de Coimbra.
    • CONTEXTUALIZAÇÃO HISTÓRICA
      • 1415: Conquista de Ceuta.
      Localização da Cidade Autô-noma de Ceuta (Espanha). Bandeira de Ceuta
    • CONTEXTUALIZAÇÃO HISTÓRICA
      • 1420: Início da ex-pansão marítima. Desco-berta da Ilha da Madeira.
      Localização da Ilha da Madeira
    • A POESIA NO PERÍODO TROVADORESCO
      • CANTIGAS: textos escritos não para serem lidos por um leitor solitário, eram poesias para serem acompanhadas com melodia (daí o nome cantiga);
      • IDIOMAS: galego-português, provençal.
    • REINOS CATÓLICOS
    •  
    •  
    • INSTRUMENTOS MUSICAIS
    • INSTRUMENTOS MUSICAIS
    • TROVADOR, SEGREL, JOGRAL e MENESTREL TROVADOR: pessoa culta, fidalga, que não só escrevia poesia, mas também era capaz de compor música e apresentar seu trabalho, sem receber qualquer recompensa material. SEGREL: trovador profissional, geralmente um fidalgo decaído, que ia de corte em corte, de castelo em castelo, com o seu executante (o jogral).
    • TROVADOR, SEGREL, JOGRAL e MENESTREL JOGRAL: designação que tanto poderia per-tencer ao saltimbanco como ao ator mímico, ou, simplesmente, ao compositor. Cantava nas festas e nos torneios as poesias de trovadores e segréis em troca de pagamento, às vezes, rivalizando com estes na elaboração da letra e da música. MENESTREL: músico ligado a determinada corte.
    • CANCIONEIROS
      • TROVADORISMO: anterior ao aparecimen-to da imprensa (1434).
      • CANCIONEIROS: coletivo de cantigas. Conjunto de cantigas manuscritas.
      • Recebem o nome da biblioteca onde foram encontrados.
    • CANCIONEIROS
      • Cancioneiro da Ajuda ou do Real Colégio dos Nobres – Compilado provavelmente no século XIII e se encontra na Biblioteca do Palácio da Ajuda em Lisboa. Contém 310* cantigas de amor em 88 folhas de papel-per-gaminho;
    • CANCIONEIROS
      • Cancioneiro da Biblioteca Nacional de Lisboa – Também conhecido como Colocci- Brancuti, nome de seus últimos possuidores, foi compilado provavelmente no século XV. É o mais completo: contém 1.647* cantigas e um Tratado de Poética;
      • Cantigas de Santa Maria – reúne 426* com-posições acompanhadas de respectiva música.
    • CANCIONEIROS
      • Cancioneiro da Vati-cana – encontrado na Biblioteca do Vaticano, foi organizado prova-velmente também no século XV. Contém 1.205* cantigas. Reúne as cantigas de D. Dinis.
      D. Dinis, trovador e rei de Portugal
    • OS TIPOS DE CANTIGAS LÍRICAS ― de AMOR ― de AMIGO SATÍRICAS ― de ESCÁRNIO ― de MALDIZER SATÍRICAS ― de ESCÁRNIO ― de MALDIZER ― de SEGUIR ― de TENÇÃO DE BRIGA
    • CANTIGAS DE AMOR X CANTIGAS DE AMIGO
    • Masculino: o ami-go. Feminino: a dama, a "senhor". OBJETO O trovador assu-me o eu-lírico fe-minino. O trovador assu-me o eu-lírico masculino. SUJEITO Teve origem no ter-ritório galaico-por-tuguês. É de origem pro-vençal. ORIGEM C. DE AMIGO C. DE AMOR
    • ENTENDA AS CANTIGAS DE AMOR HOMEM NOBRE TROVADOR MULHER NOBRE
    • SENTIMENTOS PARECIDOS ENTENDA AS CANTIGAS DE AMIGO 1 2 HOMEM NOBRE TROVADOR MULHER NOBRE CAMPO- NESA
    • Mentiroso, traidor, fremoso (formoso). Idealização da mu-lher pelas suas qualidades físicas, morais e sociais. CARACTERI-ZAÇÃO DO OBJETO Louçã (formosa), velida (bela, gra-ciosa), loada (lou-vada), leda (ale-gre), fremosa (for-mosa). Cativo, coitado, enlouquecido, aflito, sofredor. CARACTERI-ZAÇÃO DO SUJEITO C. DE AMIGO C. DE AMOR
    • O campo (fonte, flores, aves) o mar, e a casa. A natureza e o am-biente da corte. CENÁRIO Expressa os senti-mentos de uma mulher que sofre por sentir sauda-des do amigo (na-morado). Expressa a coita (dor, mágoa) do trovador por uma mulher inascessí-vel a quem rende vassalagem amo-rosa. EXPRESSÃO DOS SENTI-MENTOS C. DE AMIGO C. DE AMOR
    • AS CANTIGAS DE AMOR E SUAS VARIEDADES
      • QUANTO AO ASSUNTO
      • Temática pouco variada. A "fremosa se-nhor" é enaltecida. O amor é um fatalismo que provoca grande dor (coita), é o resultado é morrer de amor.
      •  VASSALAGEM AMOROSA
    •  
    • AS CANTIGAS DE AMOR E SUAS VARIEDADES
      • QUANTO À FORMA
      • Maestria: cantiga sem refrão ou estribilho, tem três ou mais estrofes regulares, devendo submeter-se a certos formalismos estilísti-cos: dobre, atafinda, finda.
      • DOBRE: Repetição da mesma palavra ou expressão em certos lugares da estrofe;
      • ATAFINDA: encadeamento de versos e de estrofes entre si até ao fim da cantiga: enjambement;
      • FINDA: Última estrofe de uma cantiga, de estrutura própria, mas ligada pela rima às demais, com uma função conclusiva.
    • AS CANTIGAS DE AMOR E SUAS VARIEDADES
      • QUANTO À FORMA
      • Refrão: cantiga com estribilho ou refrão;
      • Descordo ou desacordo: cantiga em que a intranqüilidade de espírito era expressa pela variedade métrica ou por uma diferente estrutura estrófica.
    • URBANA LEGIO OMNIA VINCIT
    • Pois naci nunca vi amor E ouço del sempre falar. Pero sei que me quer matar Mais rogarei a mia senhor Que me mostr' aquel matador Ou que m'ampare del melhor. LOVE SONG (Nuno Fernandes Torneol) Legião Urbana V, 1991.
    •  
    • AS CANTIGAS DE AMIGO E SUAS VARIEDADES
      • QUANTO AO ASSUNTO
      • Albas (alvas ou serenas): de influência provençal. Nelas, a moça que passou a noite com o amigo lamenta o amanhecer.
      • Pastorelas: protagonizadas por uma pastora.
    • AS CANTIGAS DE AMIGO E SUAS VARIEDADES
      • QUANTO AO ASSUNTO
      • Barcarolas: em muitas delas a moça se dirige às barcas para que tragam seu amigo de volta.
      • Bailias (ou bailadas): a moça convida as amigas para a dança.
    • AS CANTIGAS DE AMIGO E SUAS VARIEDADES
      • QUANTO AO ASSUNTO
      • Romaria: a moça convida as amigas a irem a uma peregrinação. Enquanto as mães rezam, elas encontram seus amigos.
      • Tenções: a moça dialoga com a mãe, a irmã, uma amiga ou com a natureza.
    • AS CANTIGAS DE AMIGO E SUAS VARIEDADES
      • QUANTO AO ASSUNTO
      • Marinhas: a moça fala de banho de mar (boa ocasião para encontrar o amigo, pois as pessoas se banhavam nuas ― daí o nome que se dava a tais banhos: banhos d'amor .
    • AS CANTIGAS DE AMIGO E SUAS VARIEDADES
      • QUANTO À FORMA
      • Maestria: cantigas de amigo que não têm refrão, sob influência provençal.
      • Refrão: cantigas que possuem refrão, estribilho.
      • Paralelísticas: que têm paralelismo.
    • AS CANTIGAS DE AMIGO E SUAS VARIEDADES PARALELISMO - Princípio estrutural fundamental da lírica galego-portuguesa, que resulta em di-versos processos estilísticos: repetição de pala-vras, de estruturas sintáticas e rítmicas e de con-ceitos. Na paralelística de esquema típico, em dísticos, o segundo verso do primeiro dístico é o primeiro verso do terceiro; o segundo do segun-do dístico será o primeiro do quarto, etc.
    • ENO SAGRADO, EN VIGO ― Martim Codax Eno sagrado, en Vigo   baylava corpo velido:   Amor ey!   En Vigo, no sagrado,   baylava corpo delgado:   Amor ey!     Baylava corpo velido,   que nunca ouver' amigo:   Amor ey!   Baylava corpo delgado,   que nunca ouver' amado:   Amor ey!     Que nunca ouver' amigo,  ergas no sagrad', en Vigo:   Amor ey!     Que nunca ouver' amado,   ergas en Vigo, no sagrado:   Amor ey!
    • Cantigas de Amigo – Martin Codax (Pierpont Morgan Library, New York, Vindel MS M979)
    • A NATUREZA NAS CANTIGAS DE AMIGO A natureza tem uma presença constante nas cantigas de amigo. Como já observou um crítico, a natureza não é descrita: ela envolve o quadro amoroso e participa dele . Não há oposição entre o sujeito amoroso e o mundo natural; o que há é integração , como se vê numa cantiga em que a moça dialoga com os pinheiros, perguntando por seu amigo, ou
    • A NATUREZA NAS CANTIGAS DE AMIGO noutra em que ela, desesperada com a demora do amigo, conversa com o papagaio que levara consigo para o encontro amoroso (o papagaio, aliás, que é uma figura muito simpática, é quem anuncia à moça desmaiada, no fim do poema, que o seu amigo enfim chegara).
    •  
    • CANTIGAS DE ESCÁRNIO
      • Cantiga de caráter satírico, em que o ataque se processa indiretamente, por intermédio da ironia e do sarcasmo.
      • Criticava pessoas, costumes e acontecimentos, sem revelar o nome de quem era visado.
    •  
      • Cantiga de caráter satírico, em que o ataque se processa diretamente.
      • Criticava pessoas, costumes e acontecimentos, citando o nome de quem era visado.
      CANTIGAS DE MALDIZER
    •  
    • OUTRAS CANTIGAS SATÍRICAS
      • Cantiga de seguir: imitação cômica de outra cantiga, seja ela lírica ou satírica.
      • Tenção de briga: constituída por um diálo-go entre dois ou mais trovadores com a obri-gação de que a resposta de cada um tinha de ser iniciada com as rimas do verso anterior.
    • ECOS DO TROVADORISMO: Cantiga de AMOR
    • ECOS DO TROVADORISMO: Cantigas de AMIGO
    • ECOS DO TROVADORISMO: Cantigas de ESCÁRNIO
    • ECOS DO TROVADORISMO: Cantigas de MALDIZER
    • ECOS DO TROVADORISMO: Cantiga de seguir
    • ECOS DO TROVADORISMO: Tenção de briga
    • A PROSA MEDIEVAL: Novelas de Cavalaria Narrativas literárias em capítulos que contam os grandes feitos de um herói (acompanhado de seus cavaleiros), entremeados de célebres histórias de amor. Tais histórias de amor não são melancólicas e platônicas como o que aparece nas cantigas: o herói cultua a amada, mas não se contenta apenas em vê-la; ele quer e é correspondido pela amada, que por ser casada (ou religiosa: "casada com Cristo"), torna-se adúltera para concretizar o seu amor; os obstáculos incentivam o herói
    • A PROSA MEDIEVAL: Novelas de Cavalaria na fase de conquista (o que é proibido é mais gostoso), ao invés de torná-lo impotente como acontece nas cantigas; a esse amor físico, adúltero, presente nas novelas medievais, dá-se o nome de AMOR CORTÊS, em que o casal central não tem final feliz e é severamente punido pelo pecado cometido. Nesses episódios eróticos são revelados até relacionamentos homossexuais (rei Artur e Lancelote, rei Ricardo Coração de Leão...)
    • A PROSA MEDIEVAL: Outras modalidades
      • CRONICÕES: narrativas de fatos históricos importantes colocados em ordem cronológica, entremeados de fatos fictícios;
      • HAGIOGRAFIAS: narrativas que contam a vida de santos (biografias) ;
      • NOBILIÁRIOS: ou livros de linhagens, são relatórios a respeito da vida de um nobre: sua árvore genealógica (antepassados), relação das riquezas e dos títulos de nobreza que possui, etc;
    •  
    •  
    • O MOVIMENTO PENDULAR DAS ESTÉTICAS LITERÁRIAS Friedrich Wilhelm Nietzsche, influente filósofo alemão do século XIX.
    • Ênfase no significado (conteúdo) Ênfase no significante (forma) Teocentrismo Antropocentrismo Fonte primária: Bíblia Sagrada Fontes primárias: A Ilíada e A Odisséia Cristianismo medieval Racionalismo clássico Literatura dionisíaca Literatura apolínea Subjetividade: o real é concebido como idéia. Objetividade: o real é concebido como objeto (mimese) O MOVIMENTO PENDULAR DAS ESTÉTICAS LITERÁRIAS
    • PRÉ-MODERNISMO MODERNISMO TENDÊNCIAS CONTEMPORÂNEAS SIMBOLISMO REALISMO NATURALISMO PARNASIANISMO ROMANTISMO ARCADISMO BARROCO RENASCIMENTO (CLASSICISMO E QUINHENTISMO) IDADE MÉDIA CLASSICISMO GREGO