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  • Palavras de quem escreve. Sentimento de quem Ama de verdade. Ame como a chuva fina, que cai silenciosa, mas que faz transbordar rios. O amor não tem explicação, ele é como uma onda do mar, não é visto o momento exato do seu início e nem o seu fim, só se sabe o que se sente. E em mar aberto já mais descobrimos de onde veio a tempestade. (Assim é o amor) muitas vezes nos confunde porque nos iludimos com coisas que, no ponto de vista de outras pessoas, são apenas aventurei. E eu não sei ser triste. Posso até fazer silencio entre uma pausa e outra pra ouvir melhor o que diz meu coração. Mas deixar de Amar? Ah. Isso não! A alegria faz parte de mim. É Amar o desconhecido mundo dos amantes tem que Amar de verdade. Amar não é o resultado de condições favoráveis. Amar vem da maneira com que você reage diante das dificuldades da vida. Há pessoas que têm toda razão para estarem miseravelmente tristes, mas ainda assim vivem com felicidade e prazer por que conheceu o Amar. A todos instantes você é desafiada a vencer obstáculos. Diversas vezes na sua Vida! Pessoas importantes o desapontaram, rebaixaram, falaram injúrias e mentiras. Mesmo assim você deve sorrir e vencer. Por que? Porque você Amar de verdade isso não vem da ausência de problemas, vem da superação das dificuldades. E Amar não é apenas uma reação, é uma escolha que você faz para a sua vida. Em todo instante da vida há lugar para ser feliz. E compartilhar. Quero desejar uma noite bem tranquila para você, espero que você não fique esperando-o Amar bater a sua porta, vá em busca dela! E quando encontra seja apenas verdadeiro. E isso que chamo de amar de verdade. Francisco.
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  • 1. Romantismo Professor JOSÉ RICARDO LIMA www.literaturaeshow.com.br
  • 2. Romantismo: Contexto Histórico ANTECEDENTES: Revolução Industrial (+-1750); Revolução Francesa (1789);  Outras revoluções burguesas (1770 a 1848).
  • 3. Romantismo: Contexto Histórico Máquina de fiar hidráulica Richard Arkwrigt, 1768
  • 4. Romantismo: Contexto Histórico Desenho que representa a Rev. Industrial na Inglaterra.
  • 5. Romantismo: Contexto Histórico Cena do filme Tempos modernos, de Charlie Chaplin (1936).
  • 6. Romantismo: Contexto Histórico A Revolução Industrial provocou intensa urbaniza-ção, crescimento demográfico e proletarização dos artesãos. As condições de vida e trabalho da classe trabalha-dora eram desumanas.  A população mostrava-se cada vez mais A população mostrava-se cada vez mais insatisfeita e "egoísta". insatisfeita e "egoísta".
  • 7. Romantismo: Contexto Histórico LIBERDADE IGUALDADE FRATERNIDADE
  • 8. Romantismo: Contexto Histórico Obra inspirada nos acontecimentos do ano em que foi feita: o rei Carlos X tentou trazer de volta o Absolutismo. O pintor retratou a reação violenta e imediata da burguesia. Liberdade guiando oo povo (1830), Eugéne Delacroix, Liberdade guiando povo (1830), Eugéne Delacroix, Louvre. Louvre.
  • 9. Romantismo: Contexto Histórico (CLASSES SOCIAIS FRANCESAS DO SÉC. XVIII) CLERO 3º ESTADO NOBREZA 1º ESTADO 2º ESTADO BURGUESIA ARTESÃOS CAMPONESES COMERCIANTES
  • 10. Romantismo: Contexto Histórico PONTOS IMPORTANTES O Romantismo se alia às teorias de Jean-Jaques Rousseau;  A Literatura e a disseminação dos valores burgueses;  O fim do mecenatismo e a Literatura como arte de mercado;  O conflito do gênio.
  • 11. Romantismo: Contexto Histórico Para aumentar a venda dos jornais franceses, que enfrentavam uma crise por volta de 1830, surgiu uma nova forma de narrativa: o folhetim. folhetim
  • 12. Romantismo: Contexto Histórico Publicado no rodapé (feuilleton, em francês) dos jornais, as narrativas apresentavam muitas peripécias e aventuras, das quais participavam um grande número de personagens.
  • 13. Romantismo: Contexto Histórico A ascensão da burguesia, em decorrência das revoluções, contribuiu para que surgisse no: Nível Jurídico - Político Liberalismo Político Nível Econômico Liberalismo Econômico Nível ideológico
  • 14. A jangada de Medusa (1818–1819 )),Théodore Géricault. Museu do Louvre, Paris A jangada de Medusa ((1818–1819 , Théodore Géricault. Museu do Louvre, Paris (
  • 15. Romantismo: Contexto Histórico O quadro A Jangada da Medusa, pintado pelo francês Théodore Géricault entre 1818 e 1819, é um típico representante do Romantismo. Faz referência a um dos momentos mais dramáticos da história da marinha de seu país: em 26 de junho de 1816, a fragata Medusa, que levava soldados e colonos para o Senegal (então colônia da França), naufragou por incompetência de seu capitão, um aristocrata que havia chegado ao seu posto graças a influências políticas e que se salvou num dos poucos botes salva-vidas, abandonando 149 homens e 1 mulher, por ele considerados inferiores socialmente. Os passageiros desprezados construíram então uma jangada, em que ficaram à deriva por 13 dias, nos quais ocorreu toda sorte de tragédia, até canibalismo. O instante representado por Géricault é o clímax do episódio, em que os náufragos avistam o navio Argus, que os resgatou.
  • 16. Romantismo: Contexto Histórico Navio Costa Concordia que naufragou na Isola del Giglio, costa Navio Costa Concordia que naufragou na Isola del Giglio, costa italiana, em 13/01/2012. italiana, em 13/01/2012.
  • 17. Romantismo: Características centrais A idealização: Iracema, a virgem dos lábios de mel, que tinha os cabelos mais negros que a asa da graúna e mais longos que seu talhe de palmeira. O favo da jati não era doce como seu sorriso; nem a baunilha recendia no bosque como seu hálito perfumado. José de Alencar José de Alencar
  • 18. Romantismo: Características centrais O predomínio da emoção, do sentimento: o SUBJETIVISMO: Quando em meu peito rebentar-se a fibra Que o espírito enlaça à dor vivente, Não derramem por mim nem uma lágrima Em pálpebra demente E nem desfolhem na matéria impura A flor do vale que adormece ao vento: Não quero que uma nota de alegria Se cale por meu triste passamento Álvares de Azevedo Álvares de Azevedo
  • 19. Romantismo: Características centrais Recuperação da cultura medieval, no Romantismo europeu: Ao som (...) das trombetas que anunciavam o renovar do combate, o cavaleiro negro não tardara a aparecer onde mais acesa andava a briga. Alexandre Herculano Alexandre Herculano
  • 20. Romantismo: Características centrais Exaltação da nacionalida- de, do passado histórico, com a idealização do povo, dos heróis nacionais, da paisagem física: Ubirajara é o grande chefe da nação araguaia; (...); a seu gesto curva-se a fronte dos guerreiros; à sua vontade obedecem as tabas. José de Alencar José de Alencar
  • 21. Romantismo: Características centrais Religiosidade, de prefe- rência aquela derivada do cristianismo, ou ligada ao passado. És tu só meu Deus, meu tudo, És tu só meu puro amar, És tu só que o pranto podes Dos meus olhos enxugar. Gonçalves Dias Gonçalves Dias
  • 22. Romantismo: Características centrais Saudade e supervaloriza- ção da infância: Oh! que saudades que tenho Da aurora da minha vida, Da minha infância querida, Que os anos não trazem mais! Casimiro de Abreu Casimiro de Abreu
  • 23. Romantismo: Características centrais Supervalorização do ho- mem em estado selvagem: Mais rápida que a ema selvagem, a morena virgem corria o sertão e as matas do Ipu, onde campeava sua guerreira tribo da grande nação tabajara. José de Alencar José de Alencar
  • 24. Romantismo: Características centrais  ENTENDA O PROCESSO DE EVASÃO: O homem romântico se mostra insatisfeito com o seu presente e não tem boas perspectivas de futuro  Tenta resolver seus dilemas pessoais e sociais  Não consegue  Foge.
  • 25. Romantismo: Características centrais  ENTENDA O PROCESSO DE EVASÃO: PASSADO HISTÓRICO TEMPORAL INFÂNCIA PESSOAL FUGA PROVISIÓRI A ÁLCOOL, ÓPIO LUGARES EXÓTICOS ESPACIAL MORTE
  • 26. Três países, três correntes românticas
  • 27. ALEMANHA: a alma do povo STURM UND DRANG: ("Tempestade e impetuosidade") movimento literário surgido por volta de 1770 que se estendeu a outros setores da cultura, marcado por um anti-colonialismo francês da cultura alemã. Não queriam os participantes a doçura e o lirismo na poesia, mas que ela fosse mais vigorosa, mais selvagem, primitiva e espontânea, tivesse impacto emocional imediato e poderoso.
  • 28. ALEMANHA: a alma do povo Seus seguidores voltaram-se para a poesia da Bíblia, de Homero, do folclore nacional, deixando de lado o preciosismo da métrica da elaborada poesia francesa. Os sofrimentos do jovem Werther Os sofrimentos do jovem Werther (Goethe) (Goethe)
  • 29. INGLATERRA: exagero e exotismo Os autores ingleses escreveram longos poemas sobre países desconhecidos e exóticos e exploraram a mitologia celta e as tradições irlandesas e escocesas. Quanto mais pitoresco e singular fosse o tema, melhor. A onda nostálgica desencadeada pelos romances históricos promoveu o resgate do gótico medieval, que, associado à melancolia romântica, acentuou a expressão de sentimentos e emoções.
  • 30. INGLATERRA: exagero e exotismo O interesse dos escritores ingleses pela morte, pelos cemitérios, pelas ruínas, ficou evidente em uma série de romances que exploraram temas sobrenaturais. Frankstein (Mary Shelley) Frankstein (Mary Shelley)
  • 31. FRANÇA: consciência social De todos os países onde o movimento romântico se manifestou inicialmente, era natural que na França ele assumisse uma feição mais voltada para as questões sociais, já que esse país havia sido o berço da Revolução que tinha como lema “liberdade, igualdade e fraternidade”.
  • 32. FRANÇA: consciência social Victor Hugo (1802-1885 é o grande nome do Romantismo francês encarregado de criar cenários literários para tematizar as grandes questões sociais do momento. Os miseráveis (Victor Hugo) Os miseráveis (Victor Hugo)
  • 33. Cena do filme A Bela e a Fera, (Walt DisCena do filme A Bela e a Fera, (Walt DisNey Pictures, EUA, 1991). Ney Pictures, EUA, 1991). A Bela, a Fera e o Romantismo
  • 34. A Bela, a Fera e o Romantismo ... o período romântico cria ou procura revelar a consciência do discorde no homem e no próprio universo, justamente o contrário do Classicismo, que se afaina em captar a harmonia universal. Por isso, a obra de arte que a exprime, o drama, deve unir luz e sombra, corpo e alma, o animalesco e o espiritual, A Bela e a Fera, plasmando-os com as formas do grotesco e do sublime, pois “A poesia verdadeira, a poesia completa está na harmonia dos contrários”.
  • 35. A Bela, a Fera e o Romantismo SUBLIME: Bonito GROTESCO: Feio O conceito grego de “belo” que perdurou por tantos anos na arte de orientação clássica, é abandonado pelos românticos, que defenderam a união do grotesco e do sublime. Assim, apesar de sua tendência idealizante, o Romantismo procura captar o homem em sua plenitude, enfocando também o lado feio e obscuro de cada ser humano...
  • 36. A Bela, a Fera e o Romantismo Em francês "La Belle et la Bête", a primeira versão do conto foi publicado por GabrielleSuzanne Barbot, Dama de Villeneuve em La Jeune Ameriquaine et les Contes Marins, em 1740.
  • 37.  Nacionalismo;  Mal-do-século;  Supervalorização do amor;  Ilogismo: negação da lógica;  Idealização da mulher;  Liberdade de criação;  O predomínio da metáfora;  Aceitação do mistério;  Ruptura com a disciplina clássica.
  • 38. REBELDIA ORIGINALIDADE O EU: O INDIVIDUALISMO E O SUBJETIVISMO EXALTAÇÃO DO SENTIMENTO EVASÃO DO MUNDO
  • 39. POLÍTICA: LIBERALISMO SOCIAL: INCONFORMISMO REBELDIA O EU: O INDIVIDUALISMO E O SUBJETIVISMO ARTÍSTICA: REPÚDIO ÀS REGRAS
  • 40. MUNDO DE SONHOS VAGOS, INDEFINIDOS O EU: O INDIVIDUALISMO E O SUBJETIVISMO EVASÃO DO MUNDO LUGARES SOLITÁRIOS, PRIMITIVOS ALHEAMENTO NO TEMPO E NO ESPAÇO MORTE
  • 41. O EU: O INDIVIDUALISMO E O SUBJETIVISMO EXALTAÇÃO DO SENTIMENTO NOVOS TEMAS SENTIMENTOS PREDOMINANTES INSATISFAÇÃO O FANTÁSTICO E O DIFERENTE O TERROR VIOLENTO E MACABRO MELANCOLIA NOSTALGIA ARREBATAMENTO (irreflexão)
  • 42. COR LOCAL EXOTISMO ORIGINALIDADE NACIONALISMO O HISTÓRICO O POPULAR O EU: O INDIVIDUALISMO E O SUBJETIVISMO
  • 43. ARCADISMO ROMANTISMO A razão, a inteligência O coração, a sensibilidade Objetivismo - ciência Subjetivismo - fantasia Temas pagãos e greco-latina Temas cristãos e nacionais Imitação de imitações Originalidade
  • 44. ARCADISMO ROMANTISMO Retorno à cultura greco- Retorno à cultura medieval latina A arte é aristocrática A democratização da arte Arte feita para a elite Arte feita para o povo Rigor formal Liberdade criadora
  • 45. ARCADISMO ROMANTISMO O geral, o universal O particular, o individual O heroísmo Melancolia Mitologia Cristianismo O universo é "ele" O universo sou "eu" Expressão do perfeito e Expressão do irracional e sereno exuberante
  • 46. Moonrise over the Sea, 1822

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